Hitler foi mesmo desprezível?

Em um bairro de periferia, no tempo em que Belo Horizonte era considerada uma roça grande e nos bairros mais afastados se podia ver pessoas e outros elementos típicos de interior bravo, havia um homem ranzinza que não se relacionava com ninguém e que andava para lá e para cá carregando um saco.

Muitos diziam que no saco ele levava bugingangas, outros: pedaços de pessoas e outros: armas e produtos de roubo. Mas, não era nada daquilo, era queijo o que ele carregava. O melhor da região.

Só quem sabia que era queijo eram os seus clientes, que se amontoavam na praça onde o homem os comercializava, e os outros vendedores de queijo, pois era a qualidade exótica do produto do concorrente que lhes tiravam as melhores oportunidades de negócio e os afastavam do objetivo de enriquecer.

Decidiram, então, os outros vendedores, formar um pool para, através de táticas desonestas, minar a imagem do velho ranzinza vendedor de queijo, afim de fazer com que os clientes o abandonassem e viessem correndo comprar do pool o derivado de leite. Em isso acontecendo eles entrariam em acordo com seu Adolfo e apropriariam dele a fórmula campeã do queijo que ele comerciava.

Arruinaram, então, a imagem do queijeiro. Diziam que ele era porco, que ele usava produtos insalubres em sua fabricação, que para conseguir grande sabor ele judiava de animais, que ele aprisionava pessoas e se valia de trabalho escravo, que ele fazia experiências com as pessoas que aprisionava, fazendo com que elas ingerissem substâncias que ele colocaria no queijo, querendo saber se eram alérgicas. Que ele colocava químicos na água potável e na comida para que os operários não se rebelassem e aceitassem produzir; Que ele invadiu o território onde ficava sua fabriqueta, cometendo à bala atos atrozes. E que ele mentia na propaganda que fazia em cartazes e no rádio.

E tudo isso ganhava mais força ainda quando elevavam as informações negativas sobre o produto à imagem de homem xucro, truculento e enervado que guardavam o semblante e o temperamento do produtor de laticínios. Traços que não ajudavam nem um pouco a lhe melhorar o cartaz, embora fossem fruto da natureza do pobre vendedor.

Hitler pode ter sido um homem assim. A história pouco conhecida do ditador alemão fala de um passado que inclui rejeição e privações na infância e na adolescência, do ódio imensurável pelo pai severo e por sua terra natal, Áustria, que permitia que judeus assolassem livremente a economia e ainda debochassem dos pátrios, rebaixando-os a trabalhadores semi escravos.

Quando Hitler teve oportunidade, ele quis fazer de todo o ódio que conseguira reunir, algo que transformasse, a partir da Alemanha, país que o acolheu, a realidade humana. Ele pensava em trazer pro mundo avanços tecnológicos em diversos setores que a sociedade humana opera e também avanços na própria natureza do ser humano, o modificando geneticamente. Mesmo tendo que ir às últimas consequências para se conseguir isso.

Consta que Hitler, comandando a Alemanha, virou o velho do saco. E com isso atraiu muitos inimigos que eram seus concorrentes na corrida armamentista e espacial, na corrida tecnológica, no poderio econômico, na industrialização, nas invenções, na comunicação, nas ciências, nas patentes de remédios, nos transportes, na administração urbana e de estradas, tendo criado as auto-bhan, que originaram as highways norte-americanas, na implantação de projetos sociais que inspiraram o mundo, na preocupação com a injustiça praticada aos animais, que além de outros maus-tratos passavam pela vivissecação para trazer para o mundo algo de bom para o ser humano.

Hitler atuava em todos os campos. Suas equipes eram as melhores do planeta. Até à ascensão do nazismo, em 1933, os Nobel iam sempre parar na Alemanha, que naturalmente expandia seu território. A propaganda nazista era a porta-voz dessa expansão. E não devemos esquecer que havia no Partido Nazista o conteúdo socialista, mesmo que ligeiramente modificado.

Para dar um basta à ameaça de ter psicologicamente o seu território literalmente conquistado, em todos os níveis, os demais países, é claro: os que eram também poderosos na época, se uniram para frear Hitler.

O plano dos líderes dos países inimigos de Hitler para derrubá-lo contava com métodos desenvolvidos e empregados na própria Alemanha nazista. Criaram motivos falsos para um armistício mundial e foram à caça do ditador. Além de
conter a expansão do nazismo, pretendiam se apropriar do conhecimento que portavam as equipes do Terceiro Reich, bem como de seus projéteis e fórmulas.

O fato de os Estados Unidos serem, embora a informação não seja oficial, um país de judeus em sua elite governante encripada, criaria um álibi para o interesse deste país em tomar a frente nessa empreitada. isso porque nos campos de concentração nazistas haviam judeus em cativeiro, além de negros, testemunhas de Jeová, ciganos e outros grupos. Com estes últimos o mundo não preocupava. A não ser quando davam boa propaganda para macular a imagem de Hitler.

Logo, sob forte alegação de injustiças e desumanidade praticados sob o manto nazi em nome de um progresso imperialista, o fürher foi derrubado. O tesouro alemão construído pelas equipes de Hitler foi parar nas mãos de americanos e soviéticos. lncluindo oficiais e pesquisadores, que em vez de sentença em Nuremberg ganharam foi cargo de prestígio nos países sequestradores e terminaram os estudos e os inventos com que trabalhavam. A parte desumana que foi necessária à finalização dos trabalhos, ficou para Hitler levar para o túmulo a culpa por ela ter tido que existir. E os que terminaram o trabalho puderam posar de bons mocinhos e de grandes homens espirituosos, preocupados em levar o progresso para todas as nações do orbe terrestre.

Mas, se Hitler foi tão ruim conforme ficou conhecido seu caráter no quadro pintado pelos aliados que roubaram seus trabalhos, por que utilizaram as cabeças que conduziam suas pesquisas, terminaram seus estudos e colocaram todas as suas ideias em prática?

O mundo que vivemos hoje foi pensado por Hitler. Um mundo com televisão para manipular remotamente a cabeça das pessoas; com computadores que efetuam cálculos rapidamente; com comunicação por meio de telefonia móvel; com emissão de ondas de rádiofrequência para controlar o tempo; com o micro-ondas para aquecer a comida em tempo relâmpago; com propaganda persuasiva de grande impacto; com vacinas duvidosas, drogas mirabolantes, dioxina e agrotóxicos; com eugenia e transgênicos; com viagens espaciais e grandes armamentos bélicos; com a cultura dos discos voadores e aeronaves arredondadas; com automóveis de design arrojado; com clonagem de seres animais; com a fluoretação da água potável; com boneca inflável e sexo virtual; com cinema 3D, super máquinas fotográficas e parques gráficos; com vestimentas modernas; com Fanta Laranja e alimentos desidratados para soldados; com campanhas de desarmamento, anti-tabagistas, de saúde pública e de exaltação nacionalista; com a existência da neurociência e o avanço da medicina; com a busca de energia Livre; e com tanta preocupação com a causa dos judeus e com Israel.

E, por fim, para lembrar o quão hipócrita somos quando condenamos Hitler e os nazistas quando estamos sempre a utilizar suas táticas e invenções, vamos nos remeter ao ocorrido recentemente com a presidente Dilma Rousseff.

Preocupada em acabar com a corrupção e fazer o Brasil tomar novamente o rumo do progresso, a presidente agregou inimigos, que pretendiam impedir sua aprovação de projetos anticorrupção, que a mesma desejava sancionar, como, por exemplo, a reforma politica, e também vingar o afastamento de corruptos da presidência de algumas empresas, como Furnas.

Para tirá-la do caminho, a gangue de políticos investiu em propaganda mentirosa (desinformação) e operações de falsa bandeira, utilizando a mídia, que moveu-se contra a opinião pública e conseguiu desestabilizar o governo petista, a fim de que seus contratadores tomassem o posto de Presidente da República e apropriassem dos feitos do PT, ainda que os denegrindo.

Centenas de deputados, senadores, juízes e outros legisladores, cada um com a moral mais duvidosa do que o outro e ultrapassando o limite de sua autoridade, receberam a confiança da população para operarem, mesmo que ilegalmente. O povo deu corda para gangue devido à sequência de golpes midiáticos que aniquilaram sua mente. Os políticos, a maioria envolvida em processos jurídicos por causa de irregularidades em gestões, organizaram um teatro de vampiros e decretaram em uma sessão parlamentar, presidida por um réu da corrupção, o impeachment da estadista eleita pelo voto democrático. Hitler perto desses caras é a Madre Teresa de Calcutá.

O livro “Os meninos da Rua Albatroz” cita Hitler em vários capítulos e esse estudo apontado é levado ao leitor.

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