Massacre na boate Pulse, operação de falsa bandeira?

Cruzamentos de informações confusas sobre o massacre ocorrido na boate gay Pulse, em Orlando, Estados Unidos, na madrugada do sábado, 11 de junho de 2016, para domingo, no qual 50 pessoas morreram e 53 ficaram feridas, levam a concluir que o ataque poderia se tratar de uma operação de falsa bandeira.

O autor do ataque, atribuído a um filho de afegão, Omar Mateen, de 29 anos, nos momentos iniciais da repercussao foi descrito como um sujeito atormentado, abusivo, homofóbico e truculento. As notícias de hoje, 14 de junho, descrevem-no como um homossexual frequentador discreto da boate onde aconteceu o episódio. E, ainda, há veículos de comunicação informando que o grupo terrorista Estado Islâmico estaria reivindicando a autoria do atentado, reforçando a tendência de se desejar criar ódio contra o povo islâmico.

Por isso é que suspeito de ser uma operação de falsa Bandeira, ou o massacre ou as atribuições deixadas para a grande imprensa propagar e as pessoas comuns dar fé, replicar e terem certas reações que viabilizam objetivos obscuros.

Na minha opinião, querem reforçar o ódio contra o povo islâmico, colocar a humanidade contra ele ou contra a etnia àrabe. Quer seja para controlar o petróleo deles, quer seja invadir e tomar-lhes o território. Como teriam feito, conforme os construtores de teorias conspiratórias, com o Iraque e com o Afeganistão, usando outra operação de falsa bandeira, que, no caso, foi o ataque às torres gêmeas, o tal do Ataques do 11 de Setembro, ocorrido em 2001.

Para os conspiracionistas, o grupo terrorista Estado Islâmico é uma criação da CIA, a
agência de inteligência militar dos Estados Unidos. E isso pode fazer sentido, pois, a CIA é acusada da criação, ao longo da história, de vários grupos terroristas e de fecundar guerras civis e crises políticas por meio de atentados em países nos quais os Estados Unidos mantinham interesses imperialistas. Se o Estado Islâmico fosse mesmo um grupo de islamicos rebeldes jamais usaria esse termo no nome do grupo, pois saberia que atrairia o ódio mundial ao Islamismo ja na identificação do grupo. Se a arrogância se explicasse pelo fato de estar a facção terrorista acima de qualquer ameaça ela não precisaria agir no oculto, apenas reivindicando para si a autoria de atentados, o que é bastante suspeito.

O ataque à revista Charlie Hebdo, em 7 de janeiro de 2015, e ao teatro Bataclan e a outros estabelecimentos, em 13 de novembro de 2015, ambos os episódios acontecidos em Paris, França, que foram atribuídos ao Estado Islâmico, são considerados pelos teóricos de teorias conspiratórias como suspeitos de também terem sido operações de falsa Bandeira. E, conforme estes, teriam tido a condescendência de uma elite interessada em manchar a imagem de muçulmanos e vilipendiá-los, e que teria, essa elite, acesso ao governo francês.

A ideia por trás dessas operações é fazer com que determinada população crie ódio contra os alvos de determinadas acusações e apóie as investidas do seu governo, considerando o gasto de dinheiro e as atrocidades — que ferem os direitos humanos — a serem cometidas pelos exércitos combatentes, que essas investidas demandam e que de outra forma a população jamais apoiaria.

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