Paro de comer arroz e feijão, mas, não fico na mão da Monsanto

Primeiro colocaram o preço do feijão lá em cima. Agora querem fazer isso com o do arroz. Crise ou manipulação contra o consumo de orgânicos?

Até parece tática da indústria de alimentos para que substituamos esses dois orgânicos que acostumamos a ter no prato diariamente. Querem que os substituamos pelas porcarias adoecedoras que essa indústria ensaca, enlata ou empacota. Além de nutritivamente não valer nada esses subprodutos da engenharia alimentar, eles não custam nada barato e o consumo deles é individual. Não podemos permitir a substituição de hábito alimentar proposta por essa indústria, que no fundo só visa lucro.

Para que os plantadores de arroz ou de feijão não sofram prejuízos com a colheita estocada, as famílias donas dessas fábricas de alimentos compram para o consumo delas, pelo preço que for, pois elas podem pagar. Aliás: quem paga somos nós! Isso porque, afinal, os membros dessas famílias não consomem aquilo que produzem e colocam no mercado pra ganhar dinheiro tão somente.

E não acredite se disserem que garantindo a saída dos produtos dessa indústria se está garantindo ou gerando empregos e por isso devemos cooperar acreditando que o aumento desses preços se deve a uma crise financeira e aceitando buscar no meio da parafernalha industrial alternativas para os produtos aumentados, pois, há controvérsias. Aprenda a questionar!

A Monsanto sofreu duas baixas nos últimos dias. Primeiro, seu principal agrotóxico, o Glifosato, foi comprovado ser um grande cancerígeno e por isso teve proibido o uso em países do Primeiro Mundo. E a segunda foi uma resposta da natureza contra as suas sementes transgênicas, a qual  fez surgir um agente patogênico que ataca e destrói as tão “invencíveis”, “necessárias” e “salutares” sementes híbridas da Monsanto (kkkk, valeu, Deus!).

Diante do golpe muito bem aplicado pela natureza, já que o povo do Terceiro Mundo não tem força para obrigar os seus políticos a baixarem a bola da Monsanto e fazer com que ela pare de molestar a população pobre dos países que eles se dizem servir, nem é preciso se preocupar com regulamentação contra os agrotóxicos da Monsanto. Se o forte do Round Up, por exemplo, é combater larvas que atacam lavouras de sementes naturais — promovendo, o uso do defensivo agrícola, a perda da planta e o empobrecimento do terreno, mantendo-se intactas ao veneno e capazes de sobreviver em terrenos inóspitos a uma planta comum, apenas as sementes transgênicas —, por haver um microorganismo que destrói especialmente estas sementes, o herbicida deixa de ser notável.

Mencionei a Monsanto porque ela pode ser outra grande interessada em participar de uma campanha de manipulação contra o arroz, o feijão, o trigo, o milho e outros produtos genuinamente orgânicos que atrapalham seus lucros e a sua maldita engenharia alimentar, que só nutre o complexo industrial alimentar e farmacêutico, pois o alimento industrial adoece as pessoas. Estas são minhas opiniões!

“Faça da sua comida o seu remédio e do seu remédio a sua comida” (Hipócrates)

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: