Tucanos por trás do Zyka Vírus?

vacinacao

Recebi pelo Whatsapp um viral de maio de 2015 que espalha o medo (para alguns) e o interesse em utilizar (para outros) uma nova droga, chamada de Cloud Nine, uma mistura de LSD com cocaína, a qual causaria ao usuário psicose e desejo de comer carne humana. A notícia é assustadora. E o vídeo, que mostra um drogado supostamente atacando um passageiro no metrô de Nova York e um outro que faria o mesmo com um mendigo em uma rua da mesma cidade. Mais canibal, pra mim, é quem se põe a filmar e não presta socorro à vítima de um atentado, especialmente quando está a seu alcance ajudá-la. E essa situação de uma pessoa filmando um fato sem participar dele e ainda sendo a imagem divulgada embaçada sobre o pretexto de serem fortes ou de proteger a integridade dos envolvidos me motivam ainda mais a desconfiança da integridade da notícia.

Eu, cético, saquei logo a intenção do esquete noticioso: provocar pânico na população e fazê-la pedir providências ao Estado para garantir a segurança dela e evitar que a droga se alastre, o que haveria um preço para a população, cobrado pelo governo (ou pelos os que se situam por trás dos governos articulando planos para dominar as sociedades) ou, caso seja verdade a existência da droga e de seu bizarro efeito, fazer com que as pessoas tomem conhecimento dela e do que ela provoca em quem a usa e já irem logo se acostumando com casos de canibalismo ao léu, pois isso passará a fazer parte do cotidiano delas. Ocultistas que já possuem esse tipo de prática vão ficar livres para fazer o que gostam, pois, cairá a culpa na nova droga.

Precisamos ter senso crítico e passa-lo nos virais antes de dar fé e sair repercutindo, pois, tudo que quem os produz e os faz alastrar querem que façam é exatamente isso. Na maioria das vezes a intenção do alastramento é política e visa arrancar reação do público, mas, há também as vezes que os virais não passam de brincadeiras ou experiências de desocupados que se transformam em terroristas com seus atos irresponsáveis.

Não preciso ser psicanalista, psiquiatra ou médico de outra categoria para analisar uma notícia dessas com as premissas que vou colocar em questão. Primeiro quanto ao efeito da droga de acometer sua vítima de uma imensa vontade de comer carne humana. Ora, para você ter vontade de comer alguma coisa por fetiche ou gula, você já teria que ter comido dessa coisa pelo menos uma vez. O máximo que uma substância inserida no corpo de alguém irá fazer com relação a isso é ampliar a vontade de comer certa coisa. Isso devido à ação da substância dentro dele, que pode levar à inibição ou à saturação da produção de certos hormônios ou enzimas ou pode consumir demasiadamente as reservas energéticas do organismo. Teria que não ter passado pela programação cerebral que faz com que os indivíduos criados dentro das civilizações humanas rejeitem ferrenhamente a carne humana ou o causar danos a um ser humano. Teria que ter tido, repetida suficientemente, a informação de que carne humana é comestível. Às vezes em que a História relatou casos em que humanos comeram carne humana se tratava de casos extremos de sobrevivência. Na guerra urubu é frango!

Endocrinologistas dizem que se estamos com baixa de glicose no sangue, sentimos urgência de açúcar e que se estamos desidratados ou carentes de sais minerais, então, temos desejo de comer coisas salgadas. A fome (ou a vontade de comer) não passa de um recurso do organismo para suprir suas necessidades fisiológicas e continuar vivo.

Há, sim, a vontade de comer mediante sugestão. É o famoso “comer com os olhos” ou o “não pode ver ninguém comendo”. E, para mim, o viral trabalha nesse sentido de anunciar uma nova droga para circular na sociedade (o que significa dinheiro para quem estiver por trás da distribuição dela) e deixar o usuário programado mentalmente para quando a bad bater ele sentir vontade de comer gente (no sentido literal). Ou seja: dar sugestão do que quer que faça o drogado.

Entende, é uma armadilha: quem espalha esses virais aterrorizando os outros trabalha para o cumprimento da intenção de preparar psicologicamente os predispostos a ir atrás da droga para experimentar. E a partir daí a verdade outrora virtual passa a ser real e aqueles que tinham um objetivo a colher com isso passam a colher os frutos plantados com o uso de sua esperteza em recrutar pessoas desavisadas que não procuram estar preparadas para o terrorismo informacional típico dos tempos em que a internet reina no perverso meio das comunicações.

Bem, você pode estar a pensar: “Poxa, não é a primeira vez que venho ler uma postagem desse cara por causa do título que ele coloca e chego aqui não tem nada a ver”. Mas, tem sim. Já, já entro no assunto. É que eu gosto de tecer opinião sobre uma série de coisas que acho importante opinar. E, por experiência de longos anos, sei que se eu escrever sobre esses assuntos e colocar um título qualquer, pouca gente vem ler. E, cá entre nós, foi bom você ter lido essa ótica sobre a tal de Cloud Nine, não foi?

Agora vamos falar sobre campanhas de vacinação. Essas atuais. Vamos por aí… da Gripe Suína (2007) para cá. Há uma elite governante mundial, formada por magnatas super empresários e suas empresas, que quer ter o mundo totalmente sobre o controle dela. Isso é sabido até dos que menos se preocupam com política ou economia, locais que seja. É a Nova Ordem Mundial – que possui membros visíveis e que investe no termo Illuminatti para manter ocultos os que compõem a ordem. E uma dessas famílias de magnatas é grande investidora no campo da saúde humana. São de propriedade dela os principais centros de pesquisas científicas, laboratórios farmacêuticos, centros médicos e hospitalares, indústrias de remédios, patentes de compostos medicinais. E uma das estratégias de negócios desses magnatas é apostar no adoecimento cotidiano da humanidade – para o qual eles oferecem consultas, remédios e tratamentos – e no surgimento (ou na manipulação da opinião pública para imaginar haver um surgimento) de endemias, epidemias ou pandemias – para o qual eles oferecem vacinas. As campanhas de vacinação visam fazer os governos destinarem grandes somas de dinheiro para essa elite governante mundial. E os que gerenciam a sociedade interna em cada país trabalha para essa elite (faz parte do grupo).

Aqui no Brasil, todos que vemos empenhados em reforçar a crença em epidemias e na necessidade de vacinação e em forçar o brasileiro a aceitar ser vacinado estão em conformidade com esse grupo. Trabalham para ele. E, mesmo que apareçam com informações duvidosas de estar o país a produzir a própria vacina para a campanha de vacinação (no Instituto Butantã, por exemplo), não quer dizer que se está livre desse golpe, pois, com certeza, o grupo conspirador dirige omitido os trabalhos, a produção e até a publicidade de ambos. É apenas estratégia de marketing para driblar a resistência de alguns brasileiros em dar fé às propostas de engenharia social que são levadas à luz pela mídia. Os céticos no Brasil hoje em dia são muitos e conseguem fazer chegar à população menos intelectualizada ou informada seu aviso.

Aqui neste blog já foi discutida, na postagem “Um cabo eleitoral chamado Zyka Vírus”, a questão da descrença, muito profundida, na integridade das informações a respeito da dengue, do Chicongunia e do Zyka Vírus. Foi citado, na própria, uma propaganda de televisão em que Geraldo Alkmin, governador de São Paulo pelo PSDB, aparece para falar, em tom de campanha política reacionária ao então governo federal brasileiro, que a vacina da Dengue produzida no Brasil estava para ser lançada. Era, para mim, o mais declarado exemplo da tática problema-reação-solução, tão criticada por leigos e experts em estratégias de manipulação social, posta em ação.

Os teóricos de teorias conspiratórias explicam contundentemente que a elite que compõe a chamada Nova Ordem Mundial está por trás do que é noticiado sobre epidemias de dengue, ebola, KPC, Zyka Vírus e outros pelo mundo a fora. Eles explicam também sobre os objetivos desses conspiradores. Até a TV tradicional eles já foram parar para discutir o que acreditam. Por aqui, recentemente vi os defensores dessas ideias falarem sobre essa conspiração, sem cortes por parte do canal, em um canal do UHF que se diz ser a quinta emissora do país em audiência. Logo, não podem ser desprezadas essas acusações a respeito do Zyka Vírus e companhia. E, se a verdade está com eles, quem auxilia na propagação das farsas da NOM está por trás do golpe por aqui. Se o PSDB está por trás da vacina brasileira para conter a suposta epidemia, logo…

“Creio que haja até certa discrepância em um governo que espanca estudantes querer vaciná-los para protege-los de doenças. O vírus da Dengue ou o Zyka não podem ser mais nocivos.”

No livro “Os meninos da Rua Albatroz” há capítulos que debatem esse assunto bem mais detalhadamente.

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