Teriam os bohos decidido que Donald Trump seria o novo presidente dos Estados Unidos?

donaldtrump-bohemiangrove.jpg

Certa teoria conspiracionista, mencionada no livro “Os meninos da Rua Albatroz“, reza que a realidade humana é decidida em um acampamento de férias só para grandes empresários, artistas renomados, banqueiros, políticos veteranos e aspirantes, que ocorre sempre em meados de julho em Monte Rio, California, Estados Unidos, em uma espécie de rancho conhecido como Bohemian Grove. Bildebergs, bonesmen, rosacruzes, maçons, judeus de alta estirpe e membros de outros grupos poderosos do planeta conferenciariam nesse local durante 14 dias, ao mesmo tempo que se divertiriam sem a presença do sexo feminino. Rituais satânicos aconteceriam nesse encontro, além de muita bebedeira e degustação sem compromisso com a fome que supostamente há no mundo.

Muitos dos ex-presidentes dos Estados Unidos teriam rumado para a presidência em um desses encontros, a começar por Richard Nixon, e muitas das decisões marcantes para a humanidade, que vemos desfilar na imprensa, como as guerras ou as campanhas de vacinação e suas respectivas epidemias, teriam entrado no papel após finalizados acordos no local, enquanto se aguardava a Cerimônia de Cremação do Cuidado – Cremation of Care (detalhe: os dois c maiúsculo formam o número 33 pela ordem da letra no alfabeto).

Donald Trump foi eleito nesta semana o novo presidente dos Estados Unidos. Após meses de campanha turbulenta, cheia de esquetes que teriam o feito ganhar a aversão não só dos eleitores norte-americanos, o falastrão magnata do setor imobiliário, iniciante na política, contrariou os órgãos de pesquisa e a midiatização em favor de Hilary Clinton – cujo marido ex-presidente teria sido um boho (frequentador do acampamento anual no Bohemian Grove).

Teorias conspiracionistas rezam que as eleições nos Estados Unidos são meticulosamente manobradas. Os candidatos que se digladiam na mídia o fazem com script na mão. E que quando o país pretende lançar um presidente que vai organizar a casa, eles elegem um candidato do Partido Republicano. Quando a ideia é diplomacia, ou, em se tratando de Estados Unidos, tocar o imperialismo mundo a fora, cuidando de combater inimigos que possam atrapalhar, principalmente, os negócios das empresas norte-americanas, com enfase nas Seis Irmãs do Petróleo, eles dão o posto para o avatar democrata.

Donald Trump foi alegórico quando em campanha eleitoral. Expôs para o mundo o que seria a verdadeira população estadunidense: esnobe, perdulária, consumista e cheia de mania de grandeza. Chamou ela de racista, mesmo tendo um presidente negro. E, em contrapartida, declarou, com propriedade, que voltaria seu governo para certa classe desfavorecida, que é majoritariamente formada por brancos. Além disso, teria ele acusado Barack Obama e Hilary Clinton de serem responsáveis pela criação do ISIS (Estado Islâmico). Se pôs também à disposição para combater a imigração em terras estadunidenses. A população muchacha e aspirantes à entrada clandestina no país se puseram em alerta.

Mas, até quando tudo isso não passou de estratégia, combinada com a mídia, os institutos de pesquisa e até com o partido da concorrente – e com ela própria, para se colocar o cetro da nação nas mãos de um populista com aparência de irresponsável, que inspira colocar a nação em risco em vários aspectos? Tendo Barack Obama ajeitado muito bem as coisas internacionalmente para os Estados Unidos, ficando fácil para qualquer que fosse o novo administrador do país administrar, e a parecer ter abandonado as questões internas, lançar ao cargo um republicano seria o melhor a se fazer. Na contramão dessa carruagem, se esse candidato fosse do tipo político comum, como é um veterano, dificilmente a massa se sentiria segura em elegê-lo, pois, um democrata que fizesse a guarda das investidas de Obama e que se voltasse para as questões internas seria um alento.

Agora é hora de Trump. O Avaaz já fala em campanha para depô-lo. O sonho de ver uma mulher comandando os Estados Unidos teve que ser adiado. Se os conspiracionistas estiverem certos e a presidência do país é mesmo decidida no Bohemian Grove, ele jamais será realizado, pois, a irmandade só recebe homens.

2 comentários em “Teriam os bohos decidido que Donald Trump seria o novo presidente dos Estados Unidos?”

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: