Thank you, Mr. Castro

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É realmente um ano disposto a levar deste mundo pessoas que realmente tiveram o que deixar para ele. E na noite de 25 de novembro de 2016, lá se foi mais um:

Fidel Alejandro Castro Ruz, líder da Revolução Cubana, nascido em Birán, Holguin, Cuba, aos 13 de agosto de 1926, nos deixa, aos 90 anos, com causa mortis não mencionada pelo irmão Raul Castro, que deu a noticia através da principal TV estatal cubana, mas era sabido que Fidel se encontrava bastante doente.

Antes de Fidel, a humanidade estava acostumada a ver sua parte oprimida reverenciar aos mais fortes e aceitar a escravização por pensar que não era possível mudar esse quadro social. Depois de Fidel, os mais poderosos do planeta e aqueles que se curvam a eles em busca de rebarbas ou de proteção contra a pobreza arbitrária tremeram por encontrar um eloquente revolucionário capaz de mover a massa oprimida e escravizada contra eles.

Não sou reverente a nenhum grupo opressor e escravagista por causa de caras como Fidel Castro. Os que hoje comemoram a morte de Fidel não deveriam fazê-lo, pois, foi só o líder que se foi. Um líder que ensinou a seus liderados que é preciso seguir com a luta mesmo sem a presença do condutor. Hoje, há muito mais gente conscientizada e disposta a dar o mesmo trabalho para ameaçar o status quo desses que são complacentes com a opressão e com o escravagismo no mundo.

Descanse em paz, meu querido revolucionário, aqui a luta continua. E sua vitória será mantida. Será, como sempre, pátria ou morte!

Um revolucionário pode perder tudo: a família, a liberdade, até a vida. Menos a moral.
(Fidel Castro)

UMA LIGEIRA HOMENAGEM À FIDEL CASTRO NA MÚSICA DOS ROLLING STONES

NOTA: Como na maioria das canções dos Rolling Stones que trazem protestos em sua letra – vide também “Luxury”, de 1974, do LP “It´s only Rock and Roll, e “Highwire”, de 1991, “Flashpoint” – os versos parecem se opor ao que fazem os expoentes políticos citados neles, como se fosse uma obrigação daqueles que são beneficiados pelo show business se opor aos estadistas que sofrem antipatia do meio empreendedor desse segmento de mercado, porém, a sutileza da crítica gerou um efeito contrário. Essa canção parece martirizar o Sr. Castro por ele se dedicar a combater sanguinariamente em nome da instauração do socialismo pelo mundo a fora. No entanto, a garota indiana retratada na música, cujo pai está ausente por ajudar Castro em Angola, sofre por causa da guerra civil vivida na Nicarágua dos anos 1950, que teve como condutor e principal opressor dos nicaraguenses, Anastásio Somoza, um ditador, cuja ditadura, como todas na época, era financiada pela Casa Branca. Mick Jagger foi influenciado a compor pela sua então esposa Bianca Jagger, que era nicaraguense e politizada.

MATÉRIAS SOBRE A MORTE DE FIDEL

http://www.bbc.com/news/world-latin-america-38114953

RESUMO SOBRE A REVOLUÇÃO CUBANA

http://www.suapesquisa.com/historia/revolucao_cubana.htm

O livro “Os meninos da Rua Albatroz” obviamente não deixou Fidel Castro e a Revolução Cubana de fora de seu texto. Aproveite a promoção vigente e adquira-o!

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