Antes os comunistas devorassem criancinhas…

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Estamos vivendo uma era em que as grandes corporações governam o mundo. No passado eram os melhores exércitos e também já houve um tempo em que poder sobre a humanidade era próprio de imperadores. Hoje, sempre que uma sociedade sofre colapsos, o motivo é uma crise econômica ou passa por isso. E essas crises econômicas se devem a saturação de mercados ou a obsoletismo ou avanço de tecnologia. Mercados saturados não sustentam mais as empresas que os exploram, por essa razão elas precisam reduzir produção, aumentar preços ou desempregar. Tecnologia e utensílios obsoletos obrigam a mudança na atuação no mercado ou a busca por outro produto para se produzir, já que, no caso dos utensílios, o produto já não mais é procurado. E avanço de tecnologia diminui ou inibe por completo a necessidade de mão de obra humana na produção de bem de consumo.

Conforme eu pus no livro “Os meninos da Rua Albatroz“, o capitalismo se esgota. E precisa inventar ou reinventar coisas para as pessoas consumirem e carregarem nas costas o sistema. Criam nelas os hábitos necessários e por meio de engenharia social as fazem desejar consumir aquilo que for cunhado sob a alcunha de solução. Essa prática é conhecida como neocolonização. O consumo do celular atualmente é o melhor exemplo de onde estão empregando ferozmente essa tática. Não há nenhum fenômeno espontâneo em as pessoas estarem simplesmente abduzidas por este aparelho.

Outra tática vexaminosa que os cartolas capitalistas adotam é formar consórcios de empresas parecidas para se agigantar e abocanhar todas as outras do ramo. Ficando com todo o mercado só para si. Quando não se juntam, as maiores abocanham as pequenas forçando seus donos as vender barato. Se valem de atos criminosos se for preciso. Como investir em desinformação ou calúnia a respeito de uma empresa pequena que ameaça crescimento preocupante. A grande mídia trabalha para eles essa demanda e injeta no imaginário das pessoas informações falsas ou duvidosas para que elas tomem rejeição pela companhia atacada. Essa articulação da grande mídia é muito fácil de se perceber focando-se nas notícias da política, que tratam com distinção os grupos de direita – positivamente – e os de esquerda – negativamente – em todos os noticiários do PIG (Partido da Imprensa Golpista ou Grande Mídia).

E isso tudo só é possível por causa da engenharia social que sofremos. Nos fazem acreditar nas mais diversas doutrinações tão somente porque o fazem com bastante perícia, em alta produção. É difícil não acreditar em uma farsa bem construída. Costumam mencionar trabalhos geniais de pesquisadores; instituições acadêmicas de alta credibilidade; veículos de comunicação; prêmios Nobel. A verdade vai se fundando às custas da nossa ignorância e incapacidade de contestar quaisquer desses instrumentos que supostamente dão credibilidade a qualquer coisa que tiver seus nomes adesivado.

No entanto, está havendo um singelo, mas crescente, surgimento de um senso crítico coletivo e individual que em mais algumas décadas irá ameaçar esse status quo. Pessoas com poder de intuição e de captação de mensagens etéreas, sem medo e com criatividade para divulgá-las, que do nada são capazes de desmantelar qualquer golpe, descobrir qualquer segredo que essas sociedades paralelas articulam ou guardam. As chamadas crianças-índigo são umas dessas. Crianças que nascem sem vontade de viver em um meio social e resistentes a aceitar se dignar a fazer coisas ilógicas. Como por exemplo: o consumismo de que precisa o capitalismo. E são essas pessoas e essas novas gerações de seres humanos que irão nos salvar, nós meros contribuintes, da matança (redução populacional) e escravidão que aspiram os capitalistas nos destinar. Para estes hipócritas, a mentira que pregavam para fazer as pessoas odiarem o comunismo, que dizia que os comunistas comiam criancinhas, a essa altura viria a calhar se não fosse só mais uma de suas desinformações estratégicas de combate ao inimigo.

Mas Jesus lhes ordenou: “Deixai vir a mim as crianças, não as impeçais, pois o Reino dos céus pertence aos que se tornam semelhantes a elas”.
(19 Mateus 14)

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