Em vez de Gripe Suína, por que não vacinarmos contra os suínos do PIG?

tabloide

Os jornais do PIG – Partido da Imprensa Golpista – são pagos para noticiar. Ou seja: se você  e um grupo de passageiros forem assaltados dentro de um ônibus e o noticiar detalhado disso intimidasse os malfeitores em suas próximas ações criminosas, se não rolar uma vaquinha boa para passar a grana para os larápios do PIG, necas de providências. Com as carteiras das vítimas dentro dos bolsos dos bandidos aguardando o desmanche, como levantar a grande verba “publicitária” para destinar aos jornais? Publicitária, sim, pois, notícia no PIG é publicidade.

Quem precisa pagar o PIG para noticiar alguma coisa o faz porque tem dificuldade de adesão pelo público o que ele quer que seja divulgado. Geralmente, eles querem com isso angariar lucro ou infectar um grande número de pessoas de certa classe social com algo que vai lhes dar algum retorno. Imediato ou futuro.

Deixar as pessoas preparadas para um atentado à saúde, como a infertilização, ou predispostas aos ataques de um agente patogênico, visando redução populacional, por exemplo, são o propósito atrás de certas campanhas que vemos estampadas nas manchete dos veículos de comunicação puramente comerciais. É extremamente suspeito esse tipo de atitude. Tanto de quem pede o noticiário, quanto de quem noticia. Devemos ter medo disso!

O Super Notícia, jornaleco de Belo Horizonte, ao custo de 25 centavos, cheio de sensacionalismo e distribuído próximo dos locais onde pedestres costumam precisar de algo que lhes ocupe o tempo de uma jornada, como nos pontos de ônbus, é um bom veículo de comunicação do PIG para fazer parir golpes contra a opinião pública.

Na primeira página do de hoje, 11 de janeiro de 2017, se lia “CORRE CORRE DE VACINAS”. Lido de longe, é óbvio que eu sequer pego num lixo desses, passou pela minha mente que as pessoas estivessem correndo de vacinas. Mas, por se tratar de um PIG, logo imaginei que pudesse ser o contrário: As pessoas correndo para se vacinar antes que as vacinas acabassem. Estava mais de acordo com a foto providencialmente tirada para ilustrar a campanha. Qual foto didática mostrava o que seria compatível com o ato de correr para vacinar-se. Quem não é vacinado contra esse tipo de coisa, desculpe-me pelo trocadilho, entra logo em desespero achando que se não se vacinar contra o que quer que seja, se não entrar logo naquela fila, entra pelo cano.

Minha conclusão final quanto a essa teatralização de um fato fictício que se quer que torne verdadeiro no dia seguinte ou após a leitura de um pasquim foi: Tanta gente informada pelos desmanteladores de informação evitando vacinas, se a dose de alienação for alopática (perdão) o efeito será colateral: ninguém vai comparecer no posto médico. Então, partiram para a homeopatia: usaram e abusaram da Lei da Subliminaridade para criar dois convencimentos que favoreceram dois propósitos de duas instituições ou mais. Um, o de vender exemplar do jornalóide, outro: o de se aderir a vacina, o que faz com que o laboratório farmacêutico ou o lobista de remédios fature em cima do Governo, que estará dando satisfação à sociedade quanto à alguma questão epidemiológica inventada para surtir um efeito e criando a imagem de tutor caprichoso da sociedade.

Ora, bolas! Se a gente não crescer como leitor vamos continuar analfabetos. E pior: infertéis, cancerosos, diabéticos ou portador de outra doença, de tanto tomar, pasmem, vacina.

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