Acreditas mesmo que a conspiração que quer te vacinar está afim de te ver livre de doenças?

DIABETES, CÂNCER, DOENÇAS QUE TÊM CURA E NÃO PRECISAM DE VACINAS
 
Parece que a Organização Mundial de Saúde (OMS), sob o comando da Nova Ordem Mundial, quer que quer vacinar a humanidade. Nos últimos meses se ouviu falar de vacina para o câncer, para a dengue, para caxumba, menigite, gripe suína, febre amarela.
 
E sempre após as campanhas de vacinação: notícias sobre efeitos colaterais com muito custo chegam a uma parcela da sociedade.
 
É gente reclamando de sintomas de outras doenças, infertilização e até morte. É claro que as notícias negativas envolvendo as vacinas não circulam tão facilmente quanto as que as estimulam. O poder deu ordens para que essas notícias não sejam conhecidas e muito menos acreditadas pela população. Senão falha o plano diabólico de carregar para dentro do organismo das pessoas substâncias encarregadas de cumprir algum objetivo que dificilmente a humanidade se sujeitaria a ele.
 
A bola da vez, já que as pessoas estão ficando cada vez mais resistentes às campanhas de qualquer tipo que parte dos governos, principalmente na área da Saúde, e as vacinas anteriores não tiveram grande aceitação, é a vacina contra o diabetes. Quantos no mundo possuem diabetes e gostariam de ver solucionada a cura para essa doença tida como incurável e impossível de ninguém a desenvolver? De repente, aparece uma vacina, todo mundo irá dar crédito. E aí, se os conspiracionistas estiverem certos quanto à integridade das campanhas de vacinação, ou seja, se os poderosos do mundo não estão realmente preocupadíssimos com a saúde do gado, finalmente a tacada terá sido certa. Terá abrido a guarda do povo e decido o supapo. Acertaram na doença que o povo queria ver prometerem vacina!
 
Entretanto, da mesma forma que as notícias sobre efeitos colaterais de vacinas são inibidas, as sobre a cura do diabetes por meio natural também são. E quem discursa sobre essa cura são doutores renomados. Anjos rebeldes que decidiram não contribuir mais, em troca de fama, fortuna e vida segura, para o esquema que corrompe a saúde humana e manipula a mídia para esconder isso e com essa corrupção sustenta os negócios que vivem do adoecimento humano.
 

Nos anos 1990 foi mencionado existir uma vacina contra a cárie, inventada na Alemanha. Se esta fosse divulgada, acabaria as idas ao dentista em todo mundo. E uma parte do complexo médico estaria fadada a mudar de ramo por falta de cariados a buscar tratamento odontológico e a precisar dos medicamentos do ramo. Hoje, o câncer, o diabetes e o Alzheimer e outras doenças degenerativas sustentam os negócios desse complexo formado por empresas e profissionais liberais. Interessarão realmente em oferecer uma vacina que finalizasse com seus ganhos? Que nada! Farão como fizeram com a da cárie.

Por outro lado, por que se arriscariam em divulgar uma vacina que não surtisse o efeito prometido? O povo rebelaria e a desconfiança em cima dos produtos da indústria médica aumentaria de um jeito que comprometeria os negócios independente de estarem a implantar uma campanha de vacinação. Boicotariam tudo, em qualquer momento, e dariam atenção para os opositores da indústria médica. Principalmente os homeopatas.

Seria apenas mais do mesmo. Inventariam de falar que a imunidade acontece para aqueles que ainda não manifestam a doença, sendo que os que já manifestam apresentariam melhoras significativas, por isso valeria a pena vacinar-se. E no futuro, quando o engodo fosse notado, a velha desculpa de que a doença evoluiu e neutralizou a vacina seria colocada novamente em campo. Enquanto o povo procurar por alívios imediatos em vez de exigir medidas profiláticas será assim.

E o que discursam os renomados doutores do bem, que são combatidos pela elite conspiradora por trás da mídia, é exatamente isto: medidas profiláticas. As doenças listadas no post são reflexos da vida moderna. Conforme eles, o corpo humano é constantemente acidificado por causa do que consumimos em termos de alimentos e de remédios, pela água fluoretada que bebemos sob a falsa alegação de estarmos a fortalecer os dentes e pelos nossos costumes, que mexem muito com as nossas emoções e muitos deles nos estressam. Somado à vida sedentária e corrida que levamos e à alta exposição às emanações eletromagnéticas, como o excesso de radiofrequência que emitimos com, por exemplo, os nossos celulares. Se deixarmos tudo isso de lado, derrubaremos qualquer doença, pois estaremos nos setando ao nosso estado original, sintonizado com a natureza, e gozaremos de intenso estado de saúde.

Contra qualquer doença, a melhor vacina é o conhecimento!

Pede pra sair, Romanov

A arte, a cultura e o futuro do capitalismo

romanov

Pensadores da Escola de Frankfurt, como Herbert Marcuse, criador do termo “indústria cultural”, e Theodor Adorno, acreditavam que o Capitalismo um dia encontraria seu ponto de ruptura. Esse ponto seria o momento em que os processos de produção seriam automatizados e as pessoas perderiam seus empregos para máquinas. E a população C, formada por trabalhadores de produção (braçais), se ampliaria de tal forma que os parcos empregos deixados pelas máquinas ao homem não suportariam tanta gente. Isso traria uma imensa crise. Pessoas sem trabalho para arcar com o seu sustento e o de suas famílias; mercados à mingua devido a insuficiência de consumidores, principalmente para os produtos do tipo C, pois, máquinas não compram. A categoria de produto não importa quando o assunto é falta de consumidor, pois, a classe de capitalista que explora esse mercado é a mesma que explora o A e o B. Todos fazem parte da mesma irmandade, portanto, se falta para um, falta para todos. O que lucra com produto C, compra ou utiliza os serviços de classe A e B da mesma forma que os outros imperialistas acima na hierarquia informal.

Uma solução também prevista por adeptos da Escola de Frankfurt para a crise desse momento é a redução populacional. A quantidade de pessoas pisando no solo terrestre sempre foi gerida. E quando era conveniente incentivar os nascimentos, como nos adventos das guerras, para alimentar os quartéis, se incentivou. Também quando se precisou alimentar de trabalhador braçal a indústria, como na Revolução Industrial, também se incentivou.

Mas, agora, é hora da engenharia reversa. Dois terços da população mundial precisam ser eliminados. E isso não tem nada a ver com a Bíblia. É gente demais a precisar de moradia, de abastecimento hídrico, de alimento e, consequentemente, trabalho. E ainda temos que contabilizar o consumo e necessidade de espaço que os outros animais possuem.

O chão de fábrica a produzir pilhas de enlatados e ensacados, veículos, utensílios domésticos, indumentárias não é mais suficiente para garantir emprego para pagar os que estão na ativa, os que vão entrar e ainda os que já saíram e gozam de suas aposentadorias.

Instituições como a moda ou como o esporte continuam cumprindo sua missão de criar o desejo de consumo pelo que elas instituem. Falta é oportunidades para que os apaixonados que elas criam possam conter suas paixões com o consumo de seus produtos. É hora de rever tudo isso. Não basta criar o desejo de consumir. É preciso dar essa condição para as pessoas o realizar.

Os filósofos de Frankfurt sugeriram uma fórmula: o emprego da arte e da cultura como meio individual de produção para contrabalançar a falta de oportunidades. O máximo possível de indivíduos levariam vida de artista ou de escritor. Venderiam seus trabalhos para o público que se encontrasse nos empregos possíveis. Em seus momentos de ócio, ele os consumiriam. Necessitar-se-ia aumentar esses momentos. As jornadas de trabalho teriam que ser reduzidas. Jornada de dezoito horas de expediente para a indústria e o setor de serviços, com turmas trabalhando em turnos de seis horas cada.

Necessitar-se-ia, também, fazer com que as pessoas voltassem, através de engenharia social, a gostar de livros, saraus, quadrinhos, cinema, esculturas, peças de antiquário, teatro. Foi por meio de engenharia social que todos nós fomos levados a abominar esses itens de arte e de cultura. Houve um tempo em que era perigoso para o sistema indivíduos se tornarem cultos. Mas, agora é a salvação. A cultura do celular e da internet vieram a calhar e se encaixam bem nessa empreitada de juntar tudo o que ocupa o tempo das pessoas de forma que elas não se importam em pagar por isso. A música, a televisão, o turismo, a moda e o esporte nunca deixaram de contribuir na dimensão que sempre contribuiram.

Feito tudo isso, redução populacional se poderia descartar. Nada de falsos conflitos militares ou civis; nada de falsas epidemias e campanhas de vacinação clandestinas; nada de violência urbana genocida de toda sorte; acidentes aéreos forjados; desastres climáticos orquestrados por meio do HAARP; sem que a Monsanto troque a vegetação natural pelos seus transgênicos para implantar sua vaidosa engenharia alimentar; nada de alteração arbitrária da sexualidade padrão para o fim de evitar nascimentos.

Controle de natalidade, sim, é preciso. E é o bastante. Mas, sem mutilar gente, sem corromper gente, sem esterelizar gente por meio de métodos obscuros. Com direito à admissão do aborto, sim. Sem hipocrisias. Sem que as pessoas se deprimam por estarem sendo privadas de viver um grande amor.

Para que isso deixe de parecer utopia, só precisamos, nós da boiada, trocar de lugar com os governantes do mundo. Os magnatas patriarcas das poucas famílias que determinam como é a história de todas as nações. É deles que temos que tomar o controle. Precisamos mostrar para eles que precisam confiar em nós. Não somos incapazes. Podemos, sim, cuidar do planeta. Não somos máquinas de reproduzir apenas. Temos inteligência de sobra quando não estamos tendo nossas maneiras de pensar manobradas para arcar com os planos dessa elite controladora de humanos e de tudo o que há no planeta. Tá na hora de se libertar das cordas e marchar em direção a eles. Como bolcheviques, fazermos dos filhos dessas famílias uns Romanov. Podemos ver a humanidade sendo feliz sem ter que ser serva de gangsters na pele de grandes empresários que se reúnem em sociedades secretas para dar as cartas para o mundo.

Teria a Escola de Frankfurt nos trazido o nosso admirável mundo novo?

Neocapitalismo. É nisso que eu estava pensando quando eu quis escrever esta postagem. O capital transformado, disfarçadamente, em instrumento de manutenção de políticas socialistas. Garantia de empregabilidade e, contudo, consumo à vistas grossas. Levando ao extremo a engenharia social tal qual foi imaginado por Aldus Huxley em seu livro “O admirável mundo novo”. Sem qualquer tipo de revisionismo. Sem, inclusive, deixar a engenharia genética e alimentar de fora. E com direito, tirando-se as máscaras dos mantenedores do problema, à administração de drogas na sociedade. Nada de Soma ou de ácido lisérgico, diga-se de passagem. Outras drogas sintéticas, mais vagabundas, é o que usam.

E aqueles alemães marxistas encripados – Max Horkheimer, Rosa Luxemburgo, Theodor W. Adorno, Herbert Marcuse, Friedrich Pollock, Erich Fromm, Otto Kirchheimer, Leo Löwenthal – que costumavam pensar o mundo para a geração deles para frente dividirem, será que eles eram mesmo visionários ou será que o que fizeram foi influenciar com força gente que sempre teve as rédeas do mundo na mão e resolveu empregar as ideias que essa trupe colocava em pautas de discussão nas sombras da Escola de Frankfurt?

Estamos vivendo uma Era em que não só o emprego tradicional evaporou-se, mas, também os costumes antigos, que o tornava viável. Ninguém mais quer trabalhar na linha de produção de uma fábrica. E ninguém mais quer comprar o que se produzia nessas fábricas. Todos que estão para começar em um emprego agora quer ser algo especial. Se é que ainda há alguma ocupação que se possa dizer ser especial. O mais perto que se possa chamar de atividade operária é a função de um operador de telemarketing que exerce suas tarefas em um contact center.

Será que tem consumidor suficiente para todos os veículos zero quilômetros que ainda saem da indústria automobilística? Parece que venda garantida só têm os lotes de smartphones e tablets, que no Brasil já chegam montados. Nem tudo na prateleira dos supermercados encontra outro destino que não apodrecer por ali mesmo. Cobrir o corpo com tatuagens está mais na cabeça da humanidade de todas as idades do que visitar uma antiquada loja de roupas.

E enquanto a mudança de comportamento das pessoas carcome o capitalismo, este sobrevive com uso de uma estratégia: mercados de mentirinha. Economia planificada sendo chamada de neoliberalismo na base da distração oferecida pela mídia.

Para sermos claros, sempre o capitalismo contou com argumentos que faziam com que os mercados sempre estivessem aquecidos. Mesmo sem haver necessidade alguma, o consumidor ia às compras para satisfazer o ego atiçado pela mídia. Fora a necessidade de consumo imposta pelas datas comemorativas, que tornam as pessoas reféns do comércio, algumas vezes ele ouvia dizer que seu tênis estava fora de moda e por isso ele comprava outro. Outrora ele caía na lábia de que a validade do produto era de certa quantidade de meses. Por vezes, os recursos existentes no novo modelo de televisor não estavam presentes no antigo e por isso era necessário trocar o aparelho para poder usufruir dos recursos que todos estavam usufruindo.

Trocavam tecnologias, entradas de tomadas de cabo elétrico para atender a supostas normas de segurança baixada pelo Governo ou pelo Inmetro ou para “salvar o meio-ambiente”. Você mesmo pode se lembrar de mais táticas. Com o celular ainda fazem todas essas coisas. Jogavam sujo, mas, ninguém percebia, só acatava. E assim se garantia saída para tudo que passava pelas linhas de produção.

E já que citei o segmento de contact center, vamos exemplificar por ele como é esse processo de demanda de consumo forçada nos dias de hoje.

Compreende-se que os call center são mantidos pelas ligações que atendem. O negócio deles é atender ligação. Por exemplo, um call center que atende para uma operadora de telefonia móvel precisa que os clientes dessa operadora necessitem fazer tais ligações. A própria operadora poderia fazer esses atendimentos, mas, a terceirização é forçada pelo órgão regulamentador do setor, que usa o paliativo da empregabilidade e obriga as operadoras a cuidar só de sua prestação de serviços. Assim se gera motivo até mesmo para a existência do órgão regulamentador e, por conseguinte, dos cargos existentes dentro da organização.

Só que se a operadora prestar infalivelmente seus serviços, como manda uma das premissas do capitalismo, o cliente jamais precisará ligar para reclamar de alguma coisa. Entra em cena, então, alguns remendos para gerar ligação para contact center. O primeiro deles é a interrupção arbitrária dos serviços. O cliente imagina que está sem sinal para fazer ligações ou acessar a internet por puro ossos do ofício da tecnologia. Mas não: o sinal foi cortado propositalmente para clientes específicos ou para uma região inteira, assim, haverá pessoas ligando para reclamar e solicitar providências. O curioso é que para ligar para o call center as antenas ajudam e sempre há cobertura.

Outra tática: contas de telefonia têm propositalmente seus valores errados para maior. Ninguém deixa barato quando o problema é pagar mais e para aproveitar disso a URA dos números de atendimento das operadoras fica de prontidão para transferir para um atendente humano a chamada. SMS carregando falsas mensagens e solicitando a ligação para um asterisco qualquer coisa aterrorizam diariamente quem é cliente de operadoras de telefonia móvel. O objetivo é ele ligar para receber a informação de que fora um engano e que ele pode desconsiderar. Não era melhor ficar em paz, sem ligar para call center, se já se sabe que o recado é improcedente? Tem gente que liga para verificar se procede um SMS que recebeu dizendo que lhe estava reservado um prêmio de milhares de reais, bastando ele ligar para a operadora para tratar de pegá-lo. Golpe sujo e antigo para fazer pessos ligarem e ainda tem quem perde tempo com confirmação da mentira.

Há outros estratagemas de invenção de demanda nesse segmento de mercado, como, por exemplo, pessoas receberem cachê para passar o dia ligando para call center, digitando um número de telefone pré-conhecido por SMS enviado pelo call center, contendo a reclamação a fazer e os dados do verdadeiro dono da linha para validação pelo atendente a quem for dirigida a chamada. Muitas vezes o impostor é orientado a solicitar ativações de plano ou de forma de pagamento do tipo Conta On Line e quando o problema aparece ao verdadeiro dono ele se vê obrigado a ligar para o call center para desfazer a ativação indevida. Ser cliente de operadora de telefonia móvel é passar por muito desaforo e ter bastante chateação e perda de tempo com ligações não programadas.

Olhando pra isso, pensamos: Mas, a operadora é quem paga o atendimento, porque ela permitiria esses golpes? Não é possível que ela não sabe que acontecem ligações frias para ela pagar. E há também o fato de ela arriscar perder seus clientes por causa desses descasos com o consumidor. Porém, há suspeitas de que as operadoras são condecendentes com o assunto porque elas são recompensadas com incentivos fiscais oriundos do Governo por sustentar empregos. Em outras palavras: redução de custos de operação e lavagem de dinheiro. Diante a essas informações não oficiais, mas, contundentes, não é de se admirar a razão de o Governo Temer ter dado dinheiro para as teles. Elas, no mínimo, ameaçavam acabar com o esquema, dizendo que a crise estava brava e que seria cada um por si, e com isso haveria desemprego massivo.

E o cliente não foge porque todas as operadoras atuam da mesma forma. Todas são a mesma coisa. O desconforto que se encontra em uma, se encontra propositalmente noutra. E, depois, a população está escravizada demais ao uso do celular para ela mover-se contra esse império do mal e cobrar qualidade e descência desse mercado. Tanto no quesito prestação de serviços, quanto taxas cobradas, quanto atendimento de CRCs. Se precisam gerar emprego e a solução está no atendimento de telefones a culpa não é do consumidor. Podem muito bem deixar o atendente de plantão esperando pela ligação sem que ele seja obrigado a atender, quase que sob chicotadas, chamadas inventadas, de gente que não quer nada, e receber seu salário mínimo do mesmo jeito que não vai afetar o faturamento do call center, já que ele tem o seu faturamento mínimo garantido pelo Governo.

E por ser a demanda do setor de atendimento por telecomunicação um produto inventado, os trabalhadores da categoria ganham baixos salários e são submetidos a condições de escravo em seu dia-a-dia nos call center que participam desse esquema. Até o sindicato dos trabalhadores da categoria entra na corrupção para fatiar o bolo e com isso não têm os trabalhadores a quem recorrer para melhorar sua realidade de servir de boneco em uma peça teatral, cujo tema é chamado de rotina de trabalho ou de administração de empresa. Quiçá de um país!

Esse é só um caso dos muitos de demandas fictícias para sustentar empregos e criar consumo para vitalizar o capitalismo. Há outros de igual forma inventivos. Se pensarmos bem, focando nesse exemplo, todos os operários são funcionários do Estado, pois, recebem salários pagos com dinheiro oriundo de benefícios fiscais. Uma sociedade onde o Estado controla o mercado, como a pensada pelos marxistas, é socialista. O socialismo direto é que é honesto, por que não discutí-lo com a sociedade e implantá-lo?

Haverá neste blog outra postagem sobre esse assunto, mostrando a engenharia genética empregada para gerar consumidores e como a cultura e as artes se aliam ao capitalismo para torná-lo vivo. Táticas desenvolvidas informalmente pelos filósofos da Escola de Frankfurt. Se você se interessa por esses assuntos, comente ou curta a postagem!

A farsa por trás da carne estragada nos frigoríficos

boicotealimentos

O brasileiro e sua predisposição para cair em golpes contratados à grande mídia pela elite globalista escravocrata situada por trás dela.

De repente a carne vinha mesmo estragada dos grandes abatedores e beneficiadores do produto. De repente os açougues não sabiam de nada sobre o uso de vitamina C para mascarar o estrago. Mas, incomoda o fato de você ver os veículos de comunicação de massa por trás da notícia. Incomoda pesquisar a respeito no Google para preparar uma postagem sobre o assunto e encontrar nas sete primeiras posições da lista de retorno da pesquisa links que apontam para o Uol e para a Globo.

Me perguntaram, no local onde eu trabalho como subempregado, o que eu achava desse assunto e eu respondi que estava sabendo algo a respeito a partir daquele debate iniciado da forma que os que plantam esses esquetes para as pessoas repercutirem esperam: em tom de espanto e desespero. Então me veio a chuva de perguntas e avisos feitos simultaneamente: “você não vê televisão“, “deu no Jornal Nacional ontem“, “em que mundo você vive“. Eles, sujeitos simples, não podiam entender o meu boicote, a minha indiferença e desprezo pela Grande Mídia. E eu não consegui descer do orgulho e emendei citando um verso de uma canção que escrevi e grafei em meu livro “Os meninos da Rua Albatroz“: “Não leio jornal, não ouço rádio e não vejo televisão / filhos da Terra, saiam dessa prisão“.

O que mais me deixa chocado não é as pessoas serem tão desprevenidas e não procurarem questionar antes de dar para os donos do país o que eles querem, que é fazer repercutir um estopim acendido pelos veículos do PIG – Partido da Imprensa Golpista – e ocupar as mentes das pessoas com o assunto. O que mais me deixa chocado é saber que cada vez mais os golpes da elite oculta por trás da mídia se tornam fáceis de serem previstos até por quem não é vacinado contra eles e ainda assim há quem teima em facilitar as coisas para esses golpistas os deixando a pensar que acertaram o tiro, até que às dezenove e quarenta da noite um blogueiro desmancha prazer apareça convidando o público a pensar diferente e voltar a levantar a guarda.

Ora, gente, na semana em que o Brasil viveu um dia histórico de greve geral por todo canto, marcada por apresentar-se a classe reivindicante da anulação da falsa reforma da Previdência amedrontadora às elites que serão beneficiadas se esse projeto antidemocrático passar no Congresso Nacional e no Senado, a mídia aparece com esse terror à população? Terror envolvendo grandes nomes do setor frigorífico, cujos donos são participantes do conluio internacional que quer escravizar os brasileiros e tomar a soberania do Brasil e por isso podem muito bem se sujeitar à má fama temporária dada pelo número circense apresentado em bandeija aos telespectadores do Jornal Nacional e companhia?

Mesmo que você ache dentro da sua geladeira carne estragada comprada desses frigoríficos, tá na cara que é coisa articulada para fazer você se contaminar psicologicamente com o fake, se indignar, manter sua mente ocupada com isso e tampar o assunto que até a manhã de quinta-feira 16 de março de 2017 estava perdido para essa organização criminosa que dá as cartas para o Governo Temer. Que é a aprovação da reforma que faria com que banqueiros, políticos corruptos, empresários diversos e grupos estrangeiros montem nas costas do trabalhador brasileiro e o transforme de uma vez por todas em escravo e pagador de pato, não necessariamente nesta ordem.

Esse pessoal está pouco se lixando se carne estragada for parar na sua barriga e você apodrecer no SUS por causa de butolismo, se isso atender às demandas dele. Por isso não pouparam de por em prática tal covardia para dar suporte real à grande mentira.

Aprenda a boicotar produtos, que você mela com os truques desse pessoal. Sem deixar, é claro, escapar o foco daquilo que eles querem tampar. O que faz com que você se torne poderoso, pois, intimida cada um desses golpistas usurpadores da sociedade. Tornar-se poderoso, ou seja amedrontador, vem antes de tirar o pé da lama. Acaso não queres tirar o pé da lama? Quem te afunda no charco são Eles!

Minha opinião!

15M2017: O dia em que o povo não falou só pra ele

Libertas Quae Sera Tamen“. (Liberte que serás também – inscrição na bandeira de Minas Gerais)

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IMAGEM: Blog do professor Rodrigo Mateus

7:55 da manhã. Mais do que o prazo que tenho para sair para ir trabalhar. Passei a mão em uma camisa vermelha e vesti. Ouvi minha irmã comentar que a Globo se omitia ante ao que acontecia nas estações de ônibus de Belo Horizonte. Não era de se esperar que a emissora de TV fosse noticiar o que contraria seus interesses e os dos seus. Uma paralisação social geral para conter a aprovação de uma lei abusiva, pretendida pelo Governo ilegítimo de Michel Temer e das elites por trás do mesmo.

Por sorte minha irmã conseguiu se esquivar da lavagem cerebral que sofre, que faz com que as pessoas busquem informações na rede de televisão maldita em vez dos poucos veículos de comunicação sérios que existem, e zapeou pelos canais. Encontrou a TV Record informando a situação caótica na estação Vilarinho, que por aquela hora estava fechada. A Record é uma emissora do PIG também, capacho do Governo também. Preparava ela para sua audiência do horário números circenses como selecionar pessoas e gratificá-las para falar que estavam furiosas com a greve dos ônibus e dos agentes de saúde, pois, tinham cirurgias para fazer. Daria um ar de que a greve geral não passava de um movimento idealizado e mantido por vagabundos revoltados, sem causa, contra o sistema.

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IMAGEM: Twitter @opinoaberto

Pelo menos deu para eu saber que o destino que eu tinha intenção de seguir não seria mudado. Me mandei para a Praça da Estação. Eu encontraria por lá o pessoal do partido político que sou filiado, o PCdoB, e participaria dos eventos programados para o dia. Enquanto eu os procurava, deparei-me e adentrei em um clima carnavalesco. Com alas de baterias, como a do Levante Popular, e jovens e idosos trajados alegoricamente. Fantasias de protesto.

Não se tratava da quadra da Salgueiro, mas o vermelho e branco predominava. O azul da UNE – União Nacional dos Estudantes – e de outros grupos estudantis, de universitários e de secundaristas, o amarelo, mais reforçado na pele dos carteiros, que apareceram em peso vestidos à caráter, e o laranja dos trabalhadores da SLU – Serviço de Limpeza Pública – disputavam as posições posteriores. Balançavam bandeiras, subiam cartazes e faixas, gritavam gritos de guerra e riminhas sarcásticas envolvendo quase sempre o sobrenome de Michel Temer.

Gente do PT, do PSTU, do PSol e do PCdoB se unia às entidades sociais para tratar a mobilização. Cinco caminhões, munidos de aparelhagem de som e palanque com microfones estavam de prontidão para primeiramente darem seu recado os palestrantes – líderes de movimentos estudantis e de outros nichos representantes de classes, sindicalistas, políticos de esquerda. A visibilidade maior era da CUT. A mestre de cerimônia em cima do caminhão da entidade – Central Única dos Trabalhadores – era uma das organizadoras do ato público em Minas Gerais. O levante em Belo Horizonte recebeu gente não só da Capital.

A jovem senhora da CUT, preparando o pessoal para a marcha até a Praça da Assembléia, teve a brilhante ideia de fazer uma dinâmica. Orquestrou o público para que toda gente envolvida na ação de protesto se concentrasse em frente ao palanque do caminhão da CUT. Um mar de cabeças humanas se teceu. Em seguida ela chamou a imprensa presente, tanto a vermelha, quanto a marrom, e pediu aos fotógrafos e jornalistas para que eles olhassem e registrassem com suas câmeras possantes a quantidade de gente que estava presente. Mais tarde a TV Globo, por exemplo, diria para a agora parca audiência do MGTV, que não havia mais do que seiscentas pessoas no ato. “Manda a Polícia Militar subir e contar também“. Gritei. Ela ouviu meu grito e solicitou a presença da PM no alto do carro. Dificilmente conseguiriam convencer à população que havia menos de 100 mil participantes no manifesto contra o Governo em BH. A praça totalmente lotada, em dias de shows que interessam à Globo noticiar volumosamente o público, pois ela própria os promove, com menos do que aquilo ela anuncia cem mil. Parece que é a capacidade do local. A dinâmica foi bem sacada, pois, fez com que a grande mídia tivesse sabotada sua contrainformação usando sua própria moeda. Era um contragolpe.

Emfim, saímos da Praça da Estação e fomos em direção à Assembléia Legislativa. Haveria por lá uma audiência pública. Políticos e manifestantes protagonizariam uma acariação. Discutiriam a punição dada – boicote do voto aos traidores do país que votassem à favor da falsa reforma – àqueles que não respeitassem o desejo do povo de quedar a PEC 237, que acabará com o atual sistema previdenciário brasileiro, deixando as pessoas sem aposentar, e os demais termos da reforma trabalhista. Me mantive longe da multidão, às margens apenas, devido aos ataques de labiritinte que tenho quando sinto claustrofobia. Herdei do trabalho e querem que eu trabalhe mais do que me falta para aposentar para que eu me trate quando isso acontecer.

Balas no bolso, garrafa com água dentro da mochila que eu levava nas costas, panfletos recolhidos aos poucos em uma das mãos. Segui viagem solitariamente. Bem diferente das militâncias dos velhos tempos de juventude. Mas: “tá limpo”! Adaptações politizadas para marchinhas de carnaval eram cantadas no alto do caminhão que eu seguia, enquanto os palestrantes conscientizavam os populares que transitavam. Revelavam para eles à força tudo o que eles não ouviam da Grande Mídia ou por não dar atenção à imprensa de esquerda. Os que não aderiam ao movimento por se submeterem às falácias da imprensa corporativa tremiam nas bases ao tocarem no assunto “vão ficar sem aposentadoria“, “vão ficar sem férias e sem 13º salário“. Até os informais ambulantes pararam para pensar se não deveriam engrossar o levante. Afinal, muitos deles vendem coisas para aposentados e gente curtindo férias.

Não durou muito tempo, em pleno Pirulito da Praça Sete, alguém pôs em minhas mãos a ponta de uma faixa. Subi a Avenida Amazonas até o destino conduzindo um dos lados da faixa que ficou estendida horizontalmente. Olhei primeiro do que se tratava a inscrição. Achei interessante se tratar de uma cobrança ao Governador de Minas, Fernando Pimentel, o piso salarial dos trabalhadores em educação prometido. Uma tremenda alusão de que a luta não era partidária e era honesta, não deixando de chamar à responsabilidade políticos das próprias coligações ou predileções. Coisa que direitista tem que aprender para fazer oposição com justiça em vez de convocar a ingenuidade do povo para dar golpes unicamente em nome de seus interesses.

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IMAGEM: Twitter @opinoaberto

O lema era “Ai, ai, ai, ai / Acaba com a Reforma ou o golpista cai“. Tinha também o clássico “um, dois, três, quatro, cinco, mil / ou pára a Reforma ou paramos o Brasil“. E BH mostrou que está disposta. A essa altura, após a brilhante fala de uma líder do Movimento Negro, aplaudida pela imensa maioria branca que subia a Amazonas em ritmo de procissão, uma jovem em nome dos estudantes secundaristas me emocionou. “O homem deve ser livre. O amor é que não se detém ante nenhum obstáculo, e pode mesmo existir até quando não se é livre. E no entanto ele é em si mesmo a expressão mais elevada do que houver de mais livre em todas as gamas do sentimento humano. É preciso não ter medo, é preciso ter a coragem de dizer.“Proferiu ela a frase do revolucionário Carlos Marighella.

Não bastasse isso, até o sindicato e vários representantes das polícias Civil, Municipal e Federal aderiram ao levante e fizeram palestras ao microfone, tendo como fundo musical “Até quando” do Gabriel Pensador, e tudo mais. Aí senti firmeza! Não estamos tão sozinhos! Se fudeu, Bolsonaro!

A diversificação de temas me chamou a atenção. Mostrava que o povo está consciente dos diversos problemas que estamos precisando resolver, mas, tirava um pouco o foco da luta, que era a votação da “Reforma da Morte”, a mudança na Constituição Nacional e na CLT que interessa somente aos banqueiros e aos ricaços do país e põe o povo para pagar as contas de um corpo político que quis tomar o poder para preparar o país para as elites deitarem e rolarem. De deficitária a Previdência do país não tem nada. Muitos especialistas mostram isso nas redes sociais contundentemente, para qualquer um entender, mesmo não sendo bom entendedor e sem precisar desenhar.

O outro ponto sabotador de intenções e manifestos e que sempre está presente nos movimentos eram os infiltrados. Os que criam focos de briga, estouram foguetes, passam por onde a organização disse que não foi permitido passar. E os que acendem e fumam cigarro de maconha no meio da passeata. Gente que trabalha para os golpistas e que a imprensa que vai fechar close neles para fazer reportagem maldosa e minimizadora sabe onde está para ir lá fotografá-la ou filmá-la. Os que ficam em casa à espera do resultado e veem pela TV vão ter essas cenas para desprezar a luta.

E foi assim. Eu tinha que relatar o meu dia. Já na Praça da Assembléia Legislativa, em frente ao órgão, pessoas se aglomeraram e o ambiente virou o de um Parque Municipal em um dia de domingo. Só que com batucadas, cornetadas, cantigas de protestos e faixas expostas no chão. Até um cemitério para o professor aposentado pela reforma do Temer foi montado. Muita irreverência em um evento bonito. Vendedores faturaram mais do que nos dias normais. Ganhei um boné da CUT e preguei na camisa uns bótons adesivos. Ouvimos o que tinham a dizer os deputados que participariam da audiência pública e tomamos conhecimento da agenda da CUT e das outras entidades que brigavam pela nossa aposentadoria. No Brasil todo teve protestos anti Temer e seu governo, contra a mídia golpista e o Judiciário vendido, que nós brasileiros pagamos os salários dos membros com o nosso trabalho, consumo e atenção.

Tuas Terras que são altaneiras
O seu céu é do puro anil
És bonita oh terra mineira
Esperança do nosso Brasil

Tua lua é a mais prateada
Que ilumina o nosso torrão
És formosa oh terra encantada
És orgulho da nossa nação

Oh! Minas Gerais
Oh! Minas Gerais
Quem te conhece
Não esquece jamais

Oh! Minas Gerais

(Trecho do hino de Minas Gerais)

O sucesso de alguém depende do nível de serotonina em seu corpo

A serotonina é o principal neurotransmissor do cérebro. Age como mensageiro, passando sinais entre os neurônios. Esse neurotransmissor é responsável por certas funções do corpo e todas elas se relacionam ao alívio e bem-estar, uma vez que a serotonina age como regulador de fases. Quando seu fluxo é normal, ela controla a dor a amenizando; a saciedade, impedindo que o indivíduo em estado de depressão se farte de comer. Está ligada também ao bom sono e ao bom humor, ao combate da TPM e ao bom desempenho sexual. Sempre o excesso ou a escassez de serotonina é que é o responsável pelo surgimento de muitas das disfunções do organismo, sendo que a manutenção dos níveis ideiais do neurotransmissor no corpo é que é o segredo do bem-estar.

Lendo Jerry e Esther Hicks, “Peça e será atendido”, entrei em contato com a corrente de pensamento que reza que o ser humano foi projetado para ser feliz, viver permanentemente em estado de bem-estar. E quando ele está nessa condição de ânimo ele está ligado à essência criadora, que os autores aprenderam com seus guias espirituais a chamar de energia essencial. Uma vez conectados na energia essencial nada diferente do que se espera de viver, do que nos traz felicidade, acontece na nossa realidade.

Ao passo que estar deprimido, sentindo ira, frustração, decepção, mágoa e outros sentimentos que nos tira da condição de bem-estar nos afasta da conexão mencionada, nos tirando ou dificultando a capacidade de realizarmos os objetivos que nos fazem sentir felizes. Esses objetivos são geralmente nossos sonhos, nossos desejos, que temos a todo instante e que são como pedidos ao universo ou à natureza para nos ser concedido.

E quando estamos nesses estados negativos tudo o que temos que fazer para estabilizarmos é regularmos o nível de serotonina em nosso organismo. É a ausência ou a forte presença dela que faz com que nossos neurônios realizem certas sinapses nervosas que são convertidas nas sensações que experimentamos e que refletem no nosso cotidiano por causa da nossa interação com o todo, principalmente com os outros seres humanos.

Desenvolvi então uma teoria para eu agir sobre mim toda vez que me pego a experimentar as sensações e emoções que sabotem o meu bem-estar e assim me faz perder tempo no cumprimento dos meus objetivos. Meu método consiste em ocupar meus sentidos com o que me interessa sentir. Se todos os meus sentidos me derem o que me agrada, não há por que eu não experimentar bem-estar e, consequentemente, uma realidade mais agradável ao meu ser.

Ocupar os sentidos é colocar na boca um degustativo cujo paladar me agrada; é afetar meu olfato com cheiros que me são desejáveis – aromas de ambientes ou guloseimas, perfumes, feromônio feminino; é tatear objetos com texturas cativantes, pele e pelos de humanos ou de animais; é procurar pôr a minha visão para fitar cenas agradáveis, paisagens, coisas de bela plástica, ainda que seja em uma gravura prendida numa parede, pode haver palavras boas escritas para eu ler; é pôr a minha audição para ouvir sons celestiais, músicas que nos faz ter boas vibrações.

E a minha atenção eu coloco a contemplar tudo o que aparece em meu foco e a admirar pessoas, ainda que eu tenha que procurar muito por isso quando me deparo com alguém que eu já tenha feito algum pré-julgamento. Não julgar nada, inclusive, é um exercício que leva facilmente ao êxito que eu consigo aplicando o método de ocupar os sentidos com bem-estar, ao ponto de fundí-los.

Sim, quando todos os sentidos estão sincronizados, tendo captações lhes favoráveis, acontece a eles uma fusão. Nos absortamos e nos pegamos a entender-nos como seres de sentido único, plenos, fabricados para o prazer, pois todos eles se misturam e nos transportam para outro plano. Isso é meditação na mais expressiva definição. É um estado de espírito que podemos dizer que passamos a ter um extra, comum de planos dimensionais diferentes. Experimentamos, acordados, a vida espiritual. Parecemos a viver como vivemos durante o sonho. Ficamos mais atentos, saudáveis, reflexivos, com a mente aberta, bem dispostos, inteligentes, capazes. É simplesmente imperdível!

O método que eu  desenvolvi para mim desobriga o uso de instrumentos físicos. Comida para aguçar o paladar, florais para mexer com o olfato ou qualquer outra atividade para alterar ou ocupar os outros sentidos. Eu forneço tudo a mim mesmo só com a imaginação, com a entoação de mantras ou com o fitar do vazio. Aos poucos verifico que venho resolvendo as questões que me trazem insatisfação há bastante tempo e mudo meu estado de espírito para o que me faz lançar a afazeres que me movem até o realizar dos meus planos. E a minha consciência dos fatos também modifica. Ao ponto que arrependimentos, que antes era a mim peculiar, não mais ganham espaço na minha atenção. Preocupações banais também não. Nem julgamentos desnecessários. Sentir pena de só agora eu estar contando com isso não me acontece. O que acontece é eu recuperar o tempo perdido utilizando para isso esse novo conhecimento.

Fonte para as informações sobre a serotonina: Minhavida.com.br

O bom e abençoado “Foda-se”

Ponha-se na seguinte situação: você, por estar privilegiadamente informado ou por ser dotado de capacidade sensitiva, se torna sabedor de uma estratégia do Governo que visa levar a população que é preciso que se adira o pacote governamental que diz que para  o país modernizar e vencer a crise, principalmente de desemprego, é preciso aceitar perder certos benefícios sociais que limitam economicamente as empresas por causa do dever de pagá=los. Esse  benefício maculado seria o Bolsa Família.

E, então, a massa, com muita força através da mídia televisiva, adere o que é covardemente proposto e passa a reivindicar o fim do beneficio. Nisso, como estava previsto, os conservadores, que articularam para fazer com que a massa vote a favor da perda do provento social, começa a pressionar a própria por ter ela necessidade de ter o benefício e ter abrido, de graça, a mão dele.

Como diz o outro “Agora é tarde”. Não dá mais para mover-se contra a enganação que se foi vítima, praticada por um PSDB ou um DEM ou um PP da vida, na minha opinião. Não há mais o que fazer? Claro que há! Boicote. Passe a boicotar o seu consumo, diga “Foda-se, eu não preciso veementemente disso“. E aí você se sobressai, pois, o seu boicote e, se rolar, dos demais que você influencia, vai acionar o botão vermelho das arrecadações das empresas usurpadoras aliadas do Governo e com isso elas terão que respeitar consumidor e trabalhador.

Tudo depende de alguém que liga o “foda-se” e assim se vê o sistema respeitar o próximo em vez de só explorá-lo.

Você pode ser o Aécio ou o Bolsonaro, o meu voto é seu se:

Vai ser um texto rococó mesmo. Texto de quem está pra lá de indignado e esquece qualquer tipo de partidarismo. Sou esquerda, mas estou gostando de ver o Dória expondo a la Trump os problemas de São Paulo que a sociedade faz vistas grossas mesmo sofrendo de indignação por causa deles, porque não acha quem toca no assunto e de maneira a demonstrar que é um problema para ser resolvido pelo governo municipal, estadual ou federal e é urgente. O Dória, no caso, esfregou na cara da população paulistana o drama que se vive com as pichações públicas. Coisa que o Kalil deveria estar fazendo em BH com os pulões nos ônibus.

Escrevo isso porque estou em casa e não posso dormir para acordar cedo amanhã para ir trabalhar porque um bando de moradores de um conjunto de prédios, gente que foi removida de uma favela para a construção de uma obra caça-votos, a Linha Verde, do ilustríssimo senhor governador perdulário Aécio Neves, insiste em colocar em volume total, e sem hora para acabar, o seu funk asqueroso.

O local era uma chácara antes de se transformar no inferno residencial que virou. Os moradores de então, que cresceram juntos e fizeram o bairro crescer, construiram boas casas que hoje estão desvalorizadas devido ao aumento do caos social, viviam em plena harmonia e colaborava uns com os outros. Silêncio era garantido de haver já a partir das seis da tarde. Somente nos sábados e domingos, quando havia uma festa em que o bairro todo era convidado, é que o som passava um pouco do limite das 22 horas. A Lei manda silenciar tudo às 22 horas. Mas, favelado (no sentido cultural) respeita lei? O Governo, através da sua polícia, cobra o cumprimento da Lei? Cobrava há quarenta anos, época em que a região era uma maravilha, porque era regime militar. Não tinha esse oba-oba em que cada um faz o que quer!

Por isso eu disponibilizo meu voto a qualquer candidato que queira implantar um projeto onde iguais moram entre iguais, trabalham entre iguais, se divertem entre iguais. Que se faça uma linha (nada de linha verde) para ninguém atravessar. Aí fica tudo em paz. Quem gosta de barulho, pichação, banalidades, apologias imbecis vive no meio de seus iguais; quem gosta de qualidade de vida em todos os aspectos idem.

Então, ó, candidatos que estão pagando marqueteiros e olheiros para preparar suas campanhas em busca de voto para o ano que vem, tá aí, de graça, uma sugestão verossímil para vocês angariarem votos de um monte de gente. E esta postagem é só a primeira da lista. Vou por mais questões que necessitam de uma divisão de espaço para que a população do bem consiga ter benefícios e fazer valer o seu voto para continuar a desejar morar neste país. Do jeito que está o melhor é ir embora para outro. Se gostam tanto de imitar os United States e de reverenciar essa pátria quando citam democracia: lá tem leis que priorizam o silêncio, a população faz por onde (incluindo a instrução que recebe da mídia, que por lá trabalha com intenções melhores do que a daqui (se bem que a daqui que corrompe a sociedade serve a eles)) desejar viver bem e quem infringe as regras sofre as consequências.

À base de exaustão do trabalhador, com vocês a Reforma Previdenciária

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O Governo segue firme na sua campanha para aprovar sua reforma previdenciária que só corrompe e rouba o trabalhador. Põe ele para aderir as premissas fraudulentas do Governo, que rezam modernizar o sistema trabalhista brasileiro e com isso aumentar a empregabilidade, e para pagar as contas do sistema econômico do país.

Até aqui nós já vimos: Aprovações, com teor clandestino, de leis ou emendas constitucionais que favorecem os planos da elite governante, feitas por quem não sofrerá com o emprego dessas aprovações e por quem nunca participou da classe trabalhadora do Brasil e por isso não pode saber o que exige que o trabalhador aceite; Campanhas midiáticas para criar, junto à audiência projetada, a impressão de que o brasileiro está mais do que pronto para aposentar depois dos 70 anos ou para trabalhar doze horas por dia ou para abandonar programas sociais como o 13º salário ou férias de 30 dias. Os veículos de comunicação do PIG – Partido da Imprensa Golpista -, que são liderados pela TV Globo, é que são os principais aliados do Governo nessas campanhas de sabotagem da opinião pública. Não é de se esperar outra coisa da imprensa comercial e de midiáticos que adoram oportunidades para por em prática sua vaidade em campanhas para projetos que maculam o povão.

Mas, tem algo que é apenas sensível e mesmo quem o sente não sabe que se trata de manobra para garantir o sucesso do empreendimento do Governo e dos que estão por trás do próprio. Tenho visto e ouvido, e também enfrentado diretamente as situações, muita gente reclamar de agora alguns afazeres burocráticos obrigatórios para quem quer trabalhar formalmente ou receber os benefícios gerados pelo trabalho formal de acordo com as leis vigentes terem de ser solicitados pela internet ou por um número de telefone precedido por 0800.

Se você quiser solicitar o Cartão Cidadão ou Extrato Analítico do FGTS você tem que ligar ou acessar o site da instituição financeira que cuida desses benefícios. Se você quiser tirar carteira de trabalho é preciso agendar pelo site do Ministério do Trabalho. E outras coisas do tipo. Tudo tem que ser feito por meio impessoal e imprevisível de se conseguir atendimento, além da possibilidade de ser o mecanismo sabotado para não funcionar e gerar, com isso, ligação para um famigerado call center e as empresas envolvidas terem a permissão para dizer que se trata de erro sistêmico e que a ocorrência deles junto com a contingência para o atendimento terem prevista  a solidariedade do Sistema para o golpe de estelionato junto ao cidadão que fica sem o seu atendimento e ainda coleta vários desaforos e prejuízos.

O absurdo maior ocorre com a Carteira de Trabalho. É preciso agendar a emissão de uma. Antes havia até as tais das Acão Global na porta da sua casa. Se tirava o documento até brincando em pula-pula, cortando o cabelo, comendo pipoca da mão de um cara com a cara pintada de palhaço! E se qualquer um de nós entrar no site do MT ou do SINE agora para tentar agendar se deparará com a informação de que não há data disponível para o agendamento. Se você for num posto do SINE ou no de outro serviço autorizado a recolher solicitações de emissão de documentos funcionais públicos, vão te dar um papelzinho com um 0800 ou um www e te dizer que só pode ser feito por ali. Nem vão querer saber se você tem celular ou telefone fixo, se você tem computador ou uma conexão de internet. Aliás, aparentemente são coisas que querem te obrigar a ter e saber usar. E ter paciência de usar.

No SINE vi certa vez um descamisado em busca de tirar sua primeira Carteira de Trabalho, embora já de idade avançada. Duvido que aquele sujeito tivesse celular, com acesso à internet ainda por cima, ou sequer soubesse utilizar ambos. Na certa, a coisa apertou para quem trabalha como operário no meio informal e ele precisasse tanto tirar o documento. Mais até do que ter celular ou conexão à internet. A mulher foi impaciente com ele, disse que ele só conseguia dar entrada na emissão pelo site, depois é que ele iria buscar no SINE a carteira. E o cara, aqueles caipiras, repetia o que ela falava como quem não soubesse sobre o que se está falando, mas, envergonhado, não quisesse deixar transparecer isso. Além de tudo, o humanitarismo vai pro ralo junto com a modernização da sociedade.

Esse desgaste do trabalhador tem toda cara de estarem a tentar fazer da dificuldade para se conseguir passar pela burocracia um parceiro para obrigar as pessoas a desistirem de emitir Carteira de Trabalho ou Cartão Cidadão, fazer saque de PIS ou de FGTS, mover ação contra empresas. Não é só obrigar o desempregado ou quem busca o primeiro emprego a se comportar como se comporta quem já está empregado. Daqui a alguns meses toda a população vai exigir o modelo trabalhista que o Governo propõe, simplesmente para se livrar da burocracia que é lidar com a burocracia. Para que ter direito a um documento se não se conseguirá aposentar ou responsabilizar empresas por abusos contra o trabalhador e consequentemente à CLT ou outro instrumento pró-trabalhador que tem a legislação trabalhista? Para que ter direito a uma grana, como o PIS ou o FGTS, que não se conseguirá sacar? Não se conseguirá mais exigir do empregador, todos terão as costas aquecidas pelas medidas do Governo para o trabalho.

A CNH – Carteira Nacional de Habilitação – não sofre nenhum combate desse tipo. Pelo contrário: recebe fermento para motivar as pessoas à procurar a obtenção. Será que é porque até o porte dela gera-se muita grana, incluindo propina para autoescolas e examinadores, como muito se ouve falar e qualquer um de nós é capaz de citar caso da experiência própria? Vão desestimular o povo a obter CNH nunca!