Mudança de vida ao alcance de todos

A maioria esmagadora dos humanos quer mudar de vida. Faz de tudo para obter informações sobre como fazer isso. E o que consegue é sempre informações complicadas, que exigem realização de verdadeiros rituais para funcionarem. Vai saber se funcionarão mesmo!

Mas, será que tem que ser assim? Será que não existe um método que permita haver mudanças por esforço próprio na própria realidade, sem ter que se sujeitar a rituais complexos? Algo digno do que entendemos por magia pura e simples: pensar e obter logo em seguida?

Há algum tempo, eu me encontrava à beira de cair no sono e me veio uma proposta. Todos nós temos programado em nossas mentes um padrão de pensamentos. Fui atiçado a indagar para mim mesmo: “E se eu mudasse esse padrão arbitrariamente“. Mudar por mudar, simplesmente mudar. Eu forçaria meu cérebro a realizar sinapses cerebrais que não lhe são natas ou que não lhe são frequentes, com isso eu o faria desenvolver-se, expandir-se, aprender a criar alternativas e responder rapidamente. Sabia lá eu o que significaria isso!

A primeira ideia que me veio envolvia o sentido do olfato. Estamos acostumados com os aromas, os bons cheiros, como os de perfume. Uma atitude radical como enfiar a mão em um punhado de estrume e cheirá-la foi o que de imediato me ocorreu.

Imaginei que haveria um curto-circuito na minha mente, pois, ela está programada para recusar tanto essa atitude de enfiar a mão no interior de uma plasta de estrume, quanto a de após isso cheirar a mão. Meu órgão controlador da minha moral teria que adaptar-se à minha decisão, uma vez que tudo ocorreria conforme a minha vontade.

Eu estaria, com isso, dominando a minha vontade. E a minha mente estaria a produzir uma realidade diferente da habitual para me atender. Isso não deixa de ser uma mudança na minha experiência, que eu iria ter que julgar como boa ou má. E se possível sem sofrer qualquer influência de conceitos já implantados em meu ser, os quais dizem que eu devo julgar com o máximo de repugnância o fato descrito.

Eu experimentaria, então, o que é ser livre. Uma sensação de poder, proveniente do bem-estar inevitável de ser experenciado quando se vê a ser capaz de burlar regras, tomaria conta de mim. E esta seria a mola propulsora que faria, a partir de então, dominar a única responsável por, através de meu cérebro, me dar os meus dias: a minha mente.

E assim venho procedendo. Não cheirando estrume na mão, é claro! Mas, fazendo, dentro das precauções necessárias, o que normalmente eu não faria. E venho conquistando uma força interior que é o que vai me levar a conquistas interessantes. Não rejeitando, obviamente, a possibilidade de não estar a haver melhora alguma na minha realidade, pois, é apenas sensível a detecção de novas experiências vividas e o conceito de melhora é proveniente de conceituações previamente implantadas por terceiros na psique da sociedade. Uma batalha contra essa conceituação acontece. E é saindo vitorioso dessa batalha que se reconhece mudanças na vida.

A vida é o produto dos nossos paradigmas ou crenças. E é mudando esses paradigmas e crenças que criamos independência de viver. E passamos a viver o que queremos e não o que querem os outros.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: