Como eliminar negros da sociedade de maneira politicamente correta

planetadosmacacos

O seriado de televisão “Planeta dos macacos“, Estados Unidos, 1974, em seu episódio de estréia apresenta a cena em que os dois astronautas intrusos no planeta estão em uma cela, enjaulados pelo chefe do Conselho dos Macacos, Zaius, que tem ânsia por conhecimento e quer os dois vivos para poder extrair deles o objeto de sua ânsia. Por medo de sofrer imposição de cultura estrangeira, Urco, o chefe de segurança pública, quer eliminar os astronautas, mas encontra dificuldades por causa da guarda de Zaius. Urco, então, prepara uma cilada para os astronautas. Ordena que um de seus subordinados deixe a cela destrancada e se posicione atrás de um arbustro, na expectativa de atirar para matar os dois homens por tentativa de fuga. Qual motivo de abate Zaius entenderia e eximiria Urco e seus capatazes do assassinato de suas intenções por ter sido a fatalidade motivo de segurança nacional. Ou seja: procedimento politicamente correto. (Link para o episódio)

Não tenho dúvida de que há uma conspiração agindo no Brasil com o objetivo de tomar posse de suas empresas competitivas mundialmente – como a Petrobrás, que anda sendo fatiada; a JBS, que através de um golpe que envolve a delação dos Batista na Lava Jato passou a ser dos Estados Unidos; ou a Construtora Odebrecht, que já se pode dizer que agora é canadense -, as riquezas do solo do país e, por conseguinte, sua soberania. Completada essa fase de “invadir, pilhar e tomar o que é nosso“, virá a fase de substituição da população. Vão morar a sete palmos abaixo da terra os brasileiros que precisarão ser eliminados; vêm morar nos aposentos deles, fora os casebres, é claro, norte-americanos e europeus médios. Talvez árabes e outros asiáticos de países que participam dos blocos de luxo do capitalismo. Morar e tomar empregos.

Essa substituição populacional será feita obviamente à longo prazo. Os índios, principalmente na Amazônia, já experimentam a dizimação de sua cultura e respectiva adaptação à colonização global. Suas terras já vêm sendo tomadas, mas, ainda não se fala de genocídio tal qual ainda se falará. Algo muito pior do que o massacre ocorrido aos índigenas brasileiros no final da década de 1960, que muitos pesquisadores “fora do subsídio” documentam ter havido participação da CIA na operação.

O que devemos levar em conta é que a redução populacional no Brasil está à todo vapor desde há muito tempo. Paulatinamente, todos as etnias brasileiras são afetadas. Isso se dá imperceptivelmente, pois, um ocasionador de mortandade ou de infertilização de espécimes tem sempre o auxílio da grande mídia, que pertencem os veículos aos invasores ou são sustentados por eles, para fazer os relatos parecerem fluxo natural do progresso e da civilização. Do contrário, a massa suspeitaria da investida conspiratória nociva, se armaria e tentaria evitar o seu massacre ou a sua colonização. Procuram agir, para que a massa compactue com as mudanças feitas contra ela sem ela sentir, de forma politicamente correta.

Um grupo populacional, no entanto, pode ser visto a sofrer agressivamente, mesmo que invisivelmente, esse ataque. O grupo dos negros. A população é feita se submeter a culturas bastantes desastrosas para quem as cultuam. Do hip-hop ao funk carioca, musicalmente falando; do vestir-se maltrapilhado até a banalização do sexo. Do falar de gírias irritantes meticulosamente produzidas para eles falarem ao fato de estarem sempre a se prostrar como excluídos da sociedade e a querer afrontar o branco. Da marginalização por falta de oportunidade de trabalho em profissões que engrandecem, devido à administrada baixa instrução e à defasagem intelectual causada pela baixa auto-estima e pelos interesses típicos dos guetos – como idas a bailes funks, bebedeiras, drogas e arruaças, principalmente as do tipo conduzir veículos com som automotivo ligado com volume ensurdecedor ou o mesmo para aparelhos celulares em locais públicos.

A eliminação de negros ocorre com o advento de brigas entre eles próprios e com os conhecidos abates feitos por policiais ou outras entidades da sociedade, por se comportarem eles de maneira a serem confundidos ou a se colocarem como suspeitos de ameaçarem a segurança nacional. A marginalização do grupo devido ao seu comportamento, modo de se vestir e cultos, faz com que muitos membros vão parar nos presídios. Lá, acabam encontrando a morte. De maneira politicamente correta, como, por exemplo, as planejadas rebeliões em presídio que viram destaque no Jornal Nacional da TV Globo. Ninguém que esteja fora desse grupo reclama ao saber que um negro foi hostilizado e consequentemente abatido pela polícia ou por turmas inimigas quando entra em contato com uma notícia dessas. “Rezando é o que não estavam fazendo“, “pelas músicas que eles ouvem se vê que gostam de violência e de vida promíscua, então, que se fodam, eles é que escolheram“. São coisas do tipo que costumam dizer ao concluir as razões dos fatos.

O segredo é que eles não escolheram nada. Tudo isso é administrado na sociedade. É engenharia social. Existem os canais de absorção dos costumes, das preferências, das palavras de ordem. São as celas com as portas abertas preparadas para fugas. Quais canais de assimilação de informação levam o captador da cultura ao equívoco de se associar a ela e de achar que faz algo espontaneamente, tendo tomado por si só a decisão de fazer. E à ingenuidade de achar que há sinceridade, em vez de maquinação de uma indústria, naquilo que ele se alia. Outros grupos étnicos, religiosos, sexuais e etários passam pelo mesmo. Da mesma forma imperceptível de haver maquinação. E isso se manterá assim até que a agenda dos conspiradores para o Brasil esteja completa.

Leia sobre tudo isso no livro “Os meninos da Rua Albatroz“. Acompanhe mais textos desse tipo aqui no blog nos marcadores neocolonização, substituição populacional, o objetivo da cultura de massa, American Way of Life.

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