Desmantelando políticas de redução populacional: Apresentação

O capitalismo avança selvagemente pelos continentes, escravizando populações com um modelo social baseado na absorção e manutenção de costumes torpes, que viabilizam a prática do consumismo inconsequente.

Nisso, enormes quantidades de recursos naturais são demandadas para satisfazer produções que irão abastecer os mercados de consumo e providenciar para que o consumismo possa ser praticado e a obtenção do lucro, que é o grande combustível do capitalismo, tome forma.

Consta que para que o modelo permaneça estável é necessário que haja um equilibrio na quantidade de pessoas que se enveredam em negócios para prover de produtos e serviços os mercados; de trabalhadores a buscar nessas empresas o dinheiro para a prática do consumo que cadencia também o seu sustento; de segurados do Estado, que apesar de não mais participarem ativamente do Trabalho, são consumidores dos mercados comuns e ainda de mercados específicos, para os quais existem empreendedores a explorá-los. É preciso também moderar o número de dependentes da população ativa, como infantís e escolares, e de desocupados, pessoas que mendigam ou que se voltam para a vagabundagem, não contribuindo para a arrecadação de impostos que faz girar a engrenagem do sistema, e praticando o consumo de forma clandestina, muitas vezes livre de arrecadação, em locais onde existe a figura do comerciante e do trabalhador informais, que também precisam ser eliminados.

O canibalismo que descreve essa necessidade de controle populacional do capitalismo vai mais longe, pois, entra em cena a necessidade de espaço para assentar as pessoas que participariam do sistema e para a construção de habitações para elas e para os empreendimentos.

Essa ocupação põe em risco a existência em número natural de animais improdutivos, os selvagens, e animais de consumo. Espécies inteiras terão que ser dizimadas, o que já acontece com o crescente nascimento de proles inférteis, devido à manobras humanas, algumas verificadas em rios por pesquisadores londrinos. A parte própria da zootecnia sofre golpes em seu consumo, como o enquadrado recentemente no Brasil  na Operação Carne Fraca, para que a população deixe de consumi-la e assim a desocupação de espaço possa ser operada.

Além das táticas estipuladas para a retirada de animais da face da Terra, há outras que visam reduzir humanos. O Fator Guerra para causar mortes em larga escala e necessidade de reconstrução de nações não pode mais ser empregado devido ao crescimento intelectual e senso crítico da humanidade, além de vazamentos de informações que chegaram ao grande público. Por isso, táticas mais subliminares foram criadas para cumprir o objetivo de causar mortes ou evitar nascimentos, sem que os povos desconfiem de se tratar de gestão populacional.

Retirado do livro “Os meninos da Rua Albatroz“, esta série irá discorrer sobre as estratégias descritas abaixo.

  • Investimento em grupos terroristas para realização de atentados.
  • Investimento na legalização do aborto.
  • Campanhas de vacinação.
  • Corrupção da sexualidade.
  • Administração na sociedade de alimentos e remédios alopáticos industrializados para o fim de adoecimento e de calcificação do cérebro.
  • Aplicação de flúor na água potável.
  • Investimento em epidemias.
  • Investimento em doenças sexualmente transmissíveis, neurodegenerativas ou causadoras de imunodeficiência.
  • Investimento em alteração do clima.
  • Investimento em tragédias.
  • Investimento em guerras civis e rebeliões concentradas.
  • Investimento em métodos contraceptivos.
  • Investimento em sexo virtual.
  • Destruição da família e da instituição do casamento.
  • Ecumenismo.
  • Investimento no consumo de drogas e álcool.
  • Investimento em movimentos sociais, incluindo o machismo e o feminismo.
  • Corrupção de hábitos.
  • Emburrecimento e infantilização de adultos.
  • Sabotagem de políticas sociais.
  • Enaltecimento do racismo.
  • Uso de armas psicotrônicas e perturbação sonora por meio de veículos automotivos.

Todas essas táticas e outras mais são visíveis de estarem em plena vigência no mundo e aparecem nos jornais em análises propositalmente deturpadas, mas, aqui no blog, como também no  livro citado, você obterá informações que lhe ajudarão a pensar fora da caixa e a se defender de estar entre os que serão eliminados.

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