Botafogo 1, Atlético Mineiro 1: o lobby do futebol faz sua melhor exibição

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IMAGEM: Google.

09/07/2017, pelo Campeonato Brasileiro o Botafogo enfrentou o Atlético Mineiro no estádio Nilton Santos no Rio de Janeiro. O Atlético vinha de vitórias seguidas pelo campeonato, incluindo uma sobre o grande rival Cruzeiro, e o Botafogo amargava duas derrotas, uma em casa para o Avai. O Botafogo tinha a volta do ex-goleiro da Seleção Brasileira, Jeferson. Que estava afastado da posição titular por muitos meses, por causa de uma contusão. O goleiro que o substituía andava fazendo bonito na área e tomar dele a posição não era uma operação fora de qualquer risco junto à torcida do fogão. Mas, o lobby do goleiro exigia isso. A partida estaria batizada para favorecer sua volta de maneira a atar as mãos e botar mordaças na boca de cada torcedor botafoguense que intencionasse admitir o contrário. Logo, ele tinha que sair herói dela.

Em campo, o time titular com que o Atlético jogava não se sabia se era a opção B, C ou Z. E outra coisa que não se sabia a razão é por que o Atlético não jogava com a opção A. Se era para poupar os atletas titulares absolutos, cabia a pergunta “poupar de quê”, pois, tanto o próximo jogo pela Copa do Brasil ou pela Libertadores, que são decisivos, estavam longe de ser jogados. E, ademais, jogador de futebol ganha um burro de um dinheiro é pra jogar. Não é pra ser poupado de partida ou forçar expulsão ou inventar contusão pra não jogar. O torcedor contribui é para vê-los em campo, em todos os jogos. A verdade estava então na suspeita de que os jogadores em campo pudessem terem sido escalados por seus agentes, visando aparecerem para olheiros do futebol, através das arquibancadas de um bom palco localizado no Rio de Janeiro ou através da transmissão internacional da televisão. O horário do jogo favorecia a visibilidade no exterior.

O fato de o Atlético jogar com sua opção sem letra conhecida daria a chance para o Botafogo alcançar facilmente sua vitória. Mas, o que se viu foi o contrário: um time ajustado, brigador, ladrão de bola e que conseguiu marcar gol primeiramente. Isso, qualquer um que desconfia de maquinação sabe que se trata de formação de álibi para o que estaria por vir. Pareceria que o Galo estava mais determinado e o Bota apático.

E, então, o Atlético chutou duas bolas para gol e o goleiro programado para sair herói da partida as defendeu espetacularmente. Que eram defensáveis todo mundo viu, mas, ouvindo a narração do narrador do Premiere – entenda-se: Rede Globo – ditando didaticamente o que o observador deveria observar, pareceu que foram verdadeiros milagres.

O gol do Atlético foi marcado por um produto do lobby do Galo que estão tentando de toda maneira fazer o torcedor engolir que foi certeira a contratação que visa exportação forçada para o futebol estrangeiro ou visa fazer, mais uma vez, o clube agir como boi-de-piranha, mantendo no elenco jogador que outrora fora promessa do futebol brasileiro, mas que não conseguiu o devido passaporte para a glória. Algo não funcionou direito com esse cara.

Eu sei que todos que me leem pensam que sou maluco por pensar que por incrível que pareça, certas jogadas que acontecem dentro de campo sofrem maquinação, mas, o fato de o zagueiro Emerson Silva ter resvalado na bola e com isso feito parecer que o goleiro Jeferson fora vencido não foi um acaso. O narrador da “Globo” fazer questão de frisar isso o tempo todo não foi à toa. Ele também ganha o dele nessa palhaçada comercial. E ele jura que em determinado tempo do jogo a torcida do Botafogo vaiava o tal zagueiro, o culpando pela derrota momentânea. É aquele papel que esses narradoreszinhos têm que cumprir de moldar a opinião de quem os ouvem ou de jogar torcida contra jogador. Uma derrota apertada sempre tem sabor de injustiça quando o gol do adversário teve ajudinha de zagueiro do time atrapalhando a defesa certeira de um goleiro que é astro do time. A torcida nesses casos tende a ser tolerante. O narrador da TV trabalha isso fácil, fácil!

Como se não bastasse o Atlético jogar sem seu melhor escrete, o atleticano teve que conviver com o cenão do pênalti forçado: O zagueiro do Botafogo deu um jeito de a bola pegar na mão dele para ajudar o juíz a consolidar o pênalti encomendado para fazer a imagem do bom retorno do goleiro Jeferson e salvar o patrimônio de seu agente.

Agora, para não me macularem muito porque gosto de por caraminholas de teorias de conspiração na mente de quem me lê e jogar o público contra a mídia, principalmente, faço uma pergunta ao mais ingênuo de todos os atleticanos: Por que cargas d’água o Rafael Moura foi bater o pênalti, se havia em campo Robinho, o batedor oficial em qualquer time que ele joga? E, cá entre nós, não importa se o goleiro andou ou não, aquilo é pênalti que se bata? Mostrando o canto onde se vai bater?

Na certa, o Robinho só não bateu porque era para perder aquele pênalti e reforçar a imagem de herói do goleiro produto de lobby. Todos em campo deviam saber disso. E a grande imprensa esportiva idem. Então, fica o Rafael Moura com a fúria do torcedor. Ele tem lá seu crédito junto à massa e todos vão é se perguntar por que Robinho não bateu. Falar que em campo o Rafael era quem tinha mais gols pelo Galo no campeonato não é desculpa, pois, a situação àquela altura da partida era delicada.

Bom, o Galo continuou atacando, chegando na área do Botafogo e perdendo seus gols de maneira simples. Iago brincando de Controle para treinar o goleiro Jeferson; o mesmo acontecendo com Robinho cara a cara com o goleiro, quando poderia liquidar a fatura. A maioria esmagadora da torcida acha que foram lances naturais, perda de gol por falta de responsabilidade. “Faz parte do futebol”, é o que dizem. Eu é que não me iludo, pra mim é tudo script, tudo farsa para vender jogador, iludir o público e tomar dinheiro dele. Já que o FBI está de olho no futebol mundial, deveria olhar com carinho essas coisinhas que a gente tem que acreditar que é disputa e não teatro. E já que o Sérgio Moro é o cavaleiro da justiça contra a má índole e a corrupção, eis aí um bom caso. Só não vai dar mídia porque mexe com a Globo.

Daí veio a hora combinada para o Botafogo fazer o gol de empate: O final do jogo. Eu achei até que o Galo iria ganhar por 1 a 0, sem que o goleiro Jeferson perdesse sua noite de gala em sua volta aos campos pelo Botafogo, pois, pegou um pênalti, fez boas defesas, uma delas cara a cara com Robinho, o gol que tomou “nada pôde fazer”. Fazendo parte do script do narrador da “Globo”, inclusive, enaltecer que o arqueiro é um dos maiores ídolos do Botafogo, “não é qualquer um que joga 430 partidas por um só clube“. E enaltecia demais, também, que era o centésimo encontro na história entre Botafogo e Atlético Mineiro. Acho que ele pensava que isso daria um certo status ao jogo medíocre.

O gol botafoguense veio de um pênalti também. O jogador do Atlético que o cometeu, outro produto de lobby, filho de um técnico famoso: Wagner Mancini, não precisava dar um tronco no jogador que lhe tomou a frente, mas, devia estar seguindo script. E olha como “Eles” são fortes na manipulação, embora não conseguem convencer aqueles que estão de saco cheio do futebol industrial: O cobrador do pênalti também telegrafou a cobrança e o goleiro Victor defendeu, para livrar a barra do Galo junto a seu torcedor, que pensaria que o empate foi lucro para o Botafogo passando pelo que passou. Só que, em vez de rebater para os lados, como é o seu normal, Victor rebateu para frente, nos pés do cobrador. Aí, meu, se o batedor da penalidade perdesse o gol, até o goleiro herói da noite iria sofrer vaias de seu torcedor. Aí seria demais!

Bom, que eu não acredito no futebol atual, isso mundialmente falando, todos que me leem estão carecas de saber, mas que para mim essa partida foi a melhor exibição para que minhas críticas ganhem adeptos que tiverem boa vontade de olhar com esse olhar, disso eu não tenho a menor dúvida. Mais pra frente o Atlético vai ter sua compensação vindo da mão do Botafogo. É só esperarmos para vermos e desconfiarmos. Se isso não acontecer é porque mudaram os planos. Mudanças de planos dessa corja fazem o futebol aos poucos se moralizar. Logo, só temos a ganhar espremendo esses manipuladores de opinião na parede.

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