Dúvida quanto a integridade das notícias: Engenharia Social

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Na íntegra, transcrição de um texto do Avaaz.

Queridos amigos e amigas,

A conta chegou e Temer está pagando os votos que comprou da bancada ruralista. O Congresso quer aprovar uma lei que vai abrir um buraco do tamanho de 433 campos de futebol no coração da Amazônia para mineração, madeireiras e pecuária. Mas podemos frear esse absurdo! 

Semana passada, aprovaram na surdina o desmate de uma área equivalente ao tamanho da Dinamarca: não podemos deixar passar mais uma. O projeto será analisado por uma comissão especial a qualquer momento, precisamos pressioná-los a abandonar de vez essa lei. Assine agora e compartilhe com todos: 

Assine para impedir que destruam a Amazônia!

Essa é a segunda vez que tentam aprovar essa lei esse ano. Mas agora a conta chegou e Temer vai ter que se virar pra pagar os votos que comprou dos deputados para livrá-lo da investigação por corrupção. Está tudo ligado…a bancada ruralista votou em peso a favor dele e é proprietária ou recebe dinheiro de empresas de mineração, agricultura e madeireira: coincidentemente, todas as atividades que estarão, do dia pra noite, legalizadas com essa lei. E isso é só o começo.

Essa lei vai dar um subsídio de R$605 milhões a grileiros para que comprem as terras que invadiram ilegalmente, é SURREAL! Esses mesmos grileiros, além de desmatar ilegalmente a floresta por anos a fio, estão ligados a massacres violentos de populações locais e indígenas que tentavam resistir às invasões. Um verdadeiro prêmio à violência e ilegalidade.

Vamos garantir que o Congresso e o presidente Temer saibam que estamos vigilantes, e que vamos reagir todas vez que tentarem rasgar os nossos direitos e das gerações futuras! A Amazônia precisa da gente: 

Assine para impedir que destruam a Amazônia!

Cada pedaço de floresta que conseguimos proteger é uma vitória para a biodiversidade de nosso planeta e um golpe aos que tentam lucrar com patrimônios da humanidade. Nossa comunidade já lutou para salvar diversas áreas naturais mundo afora, vamos nos unir novamente e proteger esse pedaço divino da Amazônia.

Com esperança e determinação, 

Flora, Carol, Laura, Nana, Diego e toda equipe da Avaaz 

Mais informações:

A floresta como moeda de troca (DW)
http://www.dw.com/pt-br/a- floresta-como-moeda-de-troca/ a-40084506 

Temer envia projeto de lei que reduz floresta ameaçada no Pará (O Globo)
https://oglobo.globo.com/ brasil/temer-envia-projeto-de- lei-que-reduz-floresta- ameacada-no-para-21592797# ixzz4qfXkZ1L2 

Governo Temer convoca mineradoras à nova caça ao ouro na Amazônia (El País)
com/brasil/2017/08/24/ politica/1503605287_481662. html 

Texto Projeto de Lei na íntegra (site Câmara dos Deputados)
http://www.camara.gov.br/ proposicoesWeb/ fichadetramitacao? idProposicao=2145333

Após vetar medida, Temer propõe novo corte de floresta no PA (Folha de São Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/ ambiente/2017/07/1901296-apos- vetar-medida-temer-propoe- novo-corte-de-floresta-no-pa. shtml

Exploração mineral na Amazônia pode levar a disputas judiciais (O Globo)
https://oglobo.globo.com/ economia/exploracao-mineral- na-amazonia-pode-levar- disputas-judiciais-21737004# ixzz4qfXt7ZY4

Agora, texto na íntegra do Blog do Renato, link ao final.

Comandante do Exército: Brasil
precisa de projeto de desenvolvimento

Nesta quinta-feira (22), em audiência pública do Senado, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirmou que o Brasil é uma nação sem consciência da sua própria grandeza e das riquezas de seu território. Segundo ele, projeções feitas pelo Exército calculam em cerca de U$ 23 trilhões o potencial em recursos naturais existentes na região amazônica. Apesar disso, não existe nenhum projeto de aproveitamento destas gigantescas riquezas, o que revela a ausência de um projeto nacional.

Agência Senado

Ele concordou com a afirmação do senador Roberto Requião (PMDB-PR) para quem “o Brasil é grande demais pra abrir mão de um projeto nacional”.

“É exatamente isso, o Brasil é um superdotado num corpo de adolescente. A Amazônia continua praticamente abandonada, falta um projeto e densidade de pensamento”, enfatizou o comandante do Exército, que voltou a reiterar declarações recentes dadas à imprensa de que “o Brasil está à deriva, sem rumo”, como consequência de um acúmulo de crises que iria além de seus aspectos econômicos.

“Se fôssemos um país pequeno, poderíamos nos agregar a um projeto de desenvolvimento de um outro país. Como ocorre com muitos. Mas o Brasil não pode fazer isso, não temos outra alternativa a não ser sermos uma potência. Não uso esse termo na conotação negativa, relacionada a imperialismo, mas no sentido de que necessitamos de uma densidade muito grande”, salientou.

Ele reforçou que o Brasil precisa de um projeto de desenvolvimento nacional com um plano estratégico de monitoramento de fronteiras e defesa cibernética. “Todos os programas estão sofrendo restrições e atrasos”, destacou ele, se referindo ao congelamento de gastos imposto pelo governo de Michel Temer, que cortou os investimentos por 20 anos, colocando em risco esses projetos.

Questionado sobre a possibilidade de intervenção militar, invocada por setores da direita conservadora, o general foi categórico: “É muito triste que a população veja como alternativa uma intervenção militar. Isso está absolutamente anacrônico, haja vista o que aconteceu na Turquia. Esta hipótese está absolutamente afastada”.

Polarização política

Em uma análise profunda da atual conjuntura política, em que a polarização afastou o debate político dando vazão à antipolítica, Villas Bôas afirmou que um dos equívocos cometidos pela sociedade brasileira foi deixar-se levar pelas linhas de confrontação ideológica existentes na Guerra Fria, o que dividiu setores, levou ao abandono de um projeto nacional e evolui hoje para a “perda da identidade e o estiolamento da autoestima”.

Sobre os projetos anunciados pelo governo Temer que ampliam a liberação para exploração estrangeira em relação a minérios, assim como também a venda de terras para estrangeiros, Villas Bôas disse ser contrário à venda de terras nas regiões fronteiriças, reiterando que se absteria de comentar a questão em relação a outras partes do território.

Projeto de Temer sobre exploração estrangeira

No entanto, o comandante do Exército fez questão de reiterar que vê com “preocupação” uma maior abertura para a exploração das riquezas minerais por empresas estrangeiras. Ele citou levantamentos feitos pelo Exército que indicam uma “estranha coincidência” entre a demarcação de terras indígenas com a presença das riquezas minerais.

Segundo ele, a Bolsa de Futuros relacionada à exploração mineral sedia-se no Canadá, de onde advém grande parte da pressão internacional pela instalação de unidades de conservação.

“Eles trabalham no sentido de neutralizar áreas, amortecer, já que não tem a capacidade de explorar imediatamente. E ficam esperando certamente momentos oportunos pra buscar estas oportunidades, então acho que isso tem que ser muito considerado”, denunciou.

Villas Bôas disse ainda que é preciso entender que não há contradição entre desenvolvimento e preservação ambiental, no que se refere à Amazônia.

“Morei lá por oito anos e penso justamente o oposto. O que vai salvar a região amazônica, inclusive a natureza, é o desenvolvimento. É a implantação de polos intensivos para empregar aquela grande mão de obra, impedindo que ela vá viver do desmatamento extensivo”, argumentou, afirmando que a Amazônia é um reflexo da ausência de um projeto como um todo para o país e sua “vulnerabilidade” à ações externas.

Crítica ao decreto de Temer

O general afirmou que o uso de militares em atividades de segurança pública é “desgastante, perigoso e inócuo” e disse que o modelo, usado por meio de decretos presidenciais, deveria ser repensado.

A afirmação do general Villas Bôas foi uma crítica a decisão de Michel Temer de convocar as Forças Armadas para conter manifestações contra as reformas trabalhista e previdenciária, de 24 de maio, conflagradas por uma greve geral convocada pelas centrais sindicais que paralisou o país.

Por meio de decreto, Temer convocou o Exército a fazer a segurança do Distrito Federal por uma semana. Após uma saraivada de críticas, o governo revogou o decreto em menos de 24 horas após a sua publicação.

“Nós não gostamos desse tipo de emprego. Não gostamos”, disse o general aos senadores. Villas Bôas disse que, internamente, o recurso ao decreto “causou agora recentemente alguma celeuma”.

O general também criticou o uso das Forças Armadas em operações classificadas como “garantia da lei e da ordem”, entre as quais a ocupação da Favela da Maré, no Rio de Janeiro.

“Eu, periodicamente, ia até lá [Favela da Maré] e acompanhava nosso pessoal, nossas patrulhas na rua. E um dia me dei conta, nossos soldados, atentos, preocupados, são vielas, armados, e passando crianças, senhoras, pensei, estamos aqui apontando arma para a população brasileira, nós estamos numa sociedade doente”, relatou.

“Lá [na favela da Maré] ficamos 14 meses. No dia em que saímos, uma semana depois, tudo havia voltado ao que era antes. Temos que realmente repensar esse modelo de emprego, porque ele é desgastante, perigoso e inócuo”, complementou Villas Bôas.

Do Portal Vermelho, Dayane Santos com informações da Agência Senado

https://renatorabelo.blog.br/2017/06/23/comandante-do-exercito-brasil-precisa-de-projeto-de-desenvolvimento/

MINHA OPINIÃO

Se as pilhagens descritas na petição estão acontecendo, não é o povo ou milhões de assinaturas dele que irá combater. Já vimos na prática que o que querem esses políticos vagabundos eles conseguem. Eles têm o STF, eles têm a grande mídia, eles têm elites empresarias nacionais e estrangeiras por trás deles para poder viabilizar qualquer intenção espúria que eles planejarem.size_960_16_9_amazonas2

Já com relação à segunda matéria, as Forças Armadas estão em posição privilegiada para acabar com essa farra dos políticos, da imprensa corrupta e dos políticos assassinos. Se o Exército está mesmo preocupado com nossas fronteiras, ele não terá tanta dificuldade para contar com o povo que se indigna com os noticiários favoráveis à essa cúpula que quer acabar com o Brasil e só pensa em seu umbigo. Quem é anti-militar e recorre aos tempos de ditadura para mover o povo a evitar a classe são esses que estão na política, tanto na direita quanto na esquerda, fazendo as merdas que nos chegam, e esses que estão por trás da mídia golpista. O povo que sofre aversa-se aos militares sem ganhar nada.

2 comentários em “Dúvida quanto a integridade das notícias: Engenharia Social”

    1. EIS A OPINIÃO, QUE É SIMPLESMENTE FANTÁSTICA E CONCORDO 100% COM ELA

      Segue minha mísera e insignificante opinião:

      1) SOBRE “SUA OPINIÃO”: Concordo 100% com o seu 1º parágrafo. Na “altura do campeonato” não creio que assinaturas de indignados vão mudar alguma coisa no Brasil (já acho (DE VERDADE) até que a maioria das pessoas que criam essas campanhas no Avaaz e similares querem mais aparecer do que qualquer outra coisa). Posso dar um pequeno crédito apenas se forem pessoas jovens (afinal eu (como você e todas as pessoas maduras) já fui jovem e sei das tolices da juventude que acha que pode mudar o Brasil e o mundo, cada um com sua ideia mirabolante). Quanto aos Militares tomarem o poder, me perdoe, mas discordo de você (pelo menos em parte). Vou tentar explicar: Eu acredito (OUTRA VEZ, DE VERDADE) que os Militares tinham muito boas intenções na Revolução de 1964. Mesmo naquela época “tranquila” a coisa descambou. E hoje? Criminosos de TODOS OS TIPOS tomam conta do Brasil (tem o país em suas mãos). Desde um Político ou Empresário bandidão, até um noiado que quer nos assaltar e/ou matar impunemente, na rua ou onde quer que seja, para manter seu vício. Acho que se os Militares tomassem o poder para tentarmos criar um país melhor, teria que haver uma “limpeza geral”. Novas leis muito mais rígidas, aonde quem não quisesse andar na linha pagaria caro (até mesmo com a própria vida, se fosse o caso). Enfim, um país para pessoas trabalhadoras e honestas poderem chamar de “Minha Pátria”. E para isso ia morrer muita gente honesta que acaba sendo usada como escudo, etc. Enfim, sou a favor de tomada de poder, mas para a coisa ser feita de verdade. Doa a quem doer.

      2) SOBRE A TRANSCRIÇÃO DO AVAAZ: Acho que deixei claro que não acredito em mudança com assinaturas de indignação. Muita gente acha bacana fazer uma campanha popular e entra nessa. Direito deles. Desde criança eu ouço essa história de Amazônia. E vou te dizer uma coisa: A Amazônia é mesmo gigantesca. Até hoje não conseguiram acabar com ela. Também quero deixar claro que nesse nosso sistema não acredito nem no STF mais (MAIS UMA VEZ, DE VERDADE). Para exemplificar quando digo que muita gente quer é aparecer com essas campanhas, lembrei de algo: Quando os Estados Unidos invadiram o Iraque, muita gente foi para a porta da lanchonete Mc Donald’s, comprar Coca-Cola, abrir a latinha e despejar na lixeira (só rindo). Me lembro de ter visto uma foto, acho que no Jornal Hoje em Dia, aonde uma turma de jovenzinhos fazia o que acabei de descrever. Só mais uma coisa que não pode faltar na descrição: Pelo estilo dessa turma, eram todos riquinhos de zona sul, filhinhos e filhinhas de papai e mamãe. Possivelmente todos falavam inglês fluentemente (devem ter sido mandados aos EUA ou Reino Unido para aprender a língua). Isso sem falar que todos devem conhecer a Disneylândia. Digo isso, pois era o que aparentavam ser. E isso para mim é apenas GOSTAR DE APARECER. E deixo claro que a princípio não tenho NADA CONTRA QUEM MORE EM ZONA SUL OU SEJA RICO (a não ser que se prove que é gente que não presta).

      3) SOBRE O COMANDANTE DO EXÉRCITO: Também acho que deixei minha opinião acima. Creio que nem as Forças Armadas queiram um “abacaxi” desses para descascar. Até porque no geral o brasileiro quer liberdade para tudo e ao mesmo tempo ser servido pelo sistema. Uma confusão danada de capitalismo com socialismo.

      É isso aí. Espero ter atendido a seu pedido. Hoje em dia é difícil para eu tocar nesse assunto. Falou em política e políticos, imediatamente eu tenho náuseas. Muita gente ainda acredita que basta o brasileiro saber votar para mudar as coisas. É claro que no geral isso é verdade. Mas no nosso caso vai muito além. Antes de saber votar de forma correta, teríamos que ter pessoas bem intencionadas na disputa, o que pra mim não ocorre (REPETIDAMENTE, DE VERDADE). Não vou nem falar desses vagabundos que estão no poder na política, pois meu estômago já começou a “embrulhar”. E só para finalizar: O brasileiro “entrou numa” de disputa de direita X esquerda. Isso, nessas tais redes sociais. Já vi muita gente romper amizades por causa dessa verdadeira bobagem. Sinta o drama da coisa. Agora, além de tudo, grande parte da população está tratando política como se fosse futebol. Não dá para ter muita esperança… Não acha? Enquanto a corja está TODA UNIDA no poder, as marionetes continuam a ser manipuladas com a maior facilidade. VIVA NOSSA “DEMOCRACIA EXEMPLAR”!

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