O segredo por trás da fórmula da Coca-Cola

Imagine se você desvendasse o segredo da fórmula da Coca-Cola. No meio comercial é supostamente o maior segredo do mundo. Você se transformaria em uma autoridade no assunto conhecedor de segredos.

Mas, de que valeria ser uma autoridade dessas? O que é possível fazer com essa informação guardada consigo apenas?

Você só poderia provar para os donos da fábrica se saberia ou não a tal fórmula, que teoricamente são quem poderia dar crédito ao que você disser. As demais pessoas iriam duvidar de você saber mesmo o tal segredo, exceto se você fizesse a revelação do próprio para que elas testassem o que você publicar.

Por outro lado, se você tornasse público o que sabe, as pessoas lançariam mão dos ingredientes da fórmula e dos equipamentos necessários à fabricação do elixir que você mencionasse e comprovariam se o que você revelou seria ou não íntegro.

Caso fosse, você se colocaria na mesma condição de conhecedor desse segredo que teria o menos interessado em sabê-lo. Deixaria de ser uma autoridade no assunto. Só teria utilidade para você ter se dignado a desvendar a informação guardada a sete chaves se você viesse a ganhar algum dinheiro para torná-la pública. Mas, quem arriscaria pagar pelo que poderia ser uma fraude?

Especulando de outra forma, o que adviria caso você não ganhasse dinheiro algum e fizesse a revelação para o público testá-la e comprová-la?

Você, aí sim, ganharia status de grande descobridor de segredos. E o segredo que viesse a ameaçar contá-lo publicamente, seus detentores ficariam com uma pulga atrás da orelha coçando para alertar que o impedisse de fazê-lo.

Tirando a opção mais imaginável, de que sua vida correria o risco de ser exterminada pelos donos dos segredos ameaçados, Eles poderiam te procurar para pagar pelo seu silêncio; poderiam aproveitar o status que você alcançou e pagá-lo para revelar outra informação em vez da real e assim manter o segredo ainda mais guardado; ou poderiam não prover pra você dinheiro algum e pagar para ver o que acontece depois.

Nessa última opção você só ganharia dinheiro do público que quisesse conhecer a informação. E à essa altura, com o status que você alcançou, qualquer coisa que você dissesse seria interpretado como a verdade verdadeira. Você só teria que ser hábil em fornecer argumentos contundentes, caso não soubesse mesmo a verdade.

E os que você ameaçasse, mesmo se você revelasse a verdade derradeira, desde que o segredo a ser revelado não fosse algo passível de qualquer um comprovar se sentiriam protegidos.

Por exemplo: “O que está por trás do Cristianismo“, “A verdadeira cara do futebol“, “Como opera a Grande Mídia“, “O real bastidor da política brasileira“, “é segura qualquer atividade que se faz na internet“, “Existe mesmo o projeto Echelon“, “A Deep Web é uma armadilha para internautas curiosos incautos” não são passíveis de se ir atrás da comprovação de argumentos como é no caso de uma receita de refrigerante. Despenderia dinheiro para se verificar os fatos relatados e acesso a documentos daquilo que fosse informado. Por isso é que os que protegem segredos como os listados ficam seguros quanto ao que conspiram.

Entretanto, a tendência das pessoas é tomarem atitudes libertárias quando entram em contato com informações contundentes a respeito de um assunto obscuro. Quando a certeza de antes a respeito de um assunto vira dúvida, elas enxergam se há mesmo uma real necessidade de se manterem no culto ao assunto e procuram se livrar dele devido à falta de segurança no acreditar. Elas forçariam a moralização e transparência de tudo que envolve o assunto, pois, seus administradores, para não perder público ou clientes, prefeririam agir na honestidade e deixariam rolar naturalmente o que quer que fosse o seu meio de ganhar dinheiro.

Por exemplo: Se alguém questiona que seja sério o Futebol e consegue fazer com que outros conheçam os argumentos de seu questionamento, e esses, sendo verdadeiros ou não, sejam válidos por serem contundentes, aos poucos a multidão prefere se vir livre de dedicar parte de sua vida à essa instituição e procurar afazeres mais beneficentes a ela, cuja constatação de verossimilidade esteja a seu alcance.

Portanto, alguém que queira destruir o sistema escravizador de mentes que estamos submetidos a ele só precisa desenvolver sensibilidade para criar desconfianças e habilidade em coordenar ideias e tecer argumentos. Além de, é claro, ter uma mídia que possa contar com ela para fazer aparecer a sua questão.

Neste texto fica claro o porquê de nunca vermos aparecerem na mídia corporativa questionamentos e discussões que são do real interesse da população em absoluto ou de intelectuais marginalizados que sejam expostos. O abalo de negócios de empreendedores que patrocinam essa mídia é a maior razão de ela proteger o assunto de ser atacado. Uma das táticas que a mídia emprega para oferecer resistência quando um ataque vaza é classificar os atacantes como débeis mentais ou pessoas sem credibilidade ou classificar o que dizem como a se tratar de “teorias conspiracionistas”. Agora também é moda rotular como uso de marxismo cultural ou marxismo ideológico.

A mídia livro literário é uma mídia livre. Nas páginas de um livro circulam informações que podem ajudar a desvendar os mais badalados segredos ou acabar com a escravização que sofre a humanidade, devido ao crescimento do intelecto que a absorção de informação não engessada provoca. Não é à toa que aqueles que dominam os sistemas mundiais marginalizam os livros e fazem as pessoas odiar ler. Quem lê é uma ameaça ao escravismo cultural que pratica o poder dominador global.

O livro “Os meninos da Rua Albatroz” oferece informações contundentes que se não revelam ajudam a revelar grandes artifícios criados para manter a população iludida e inerte contra o poder global. “A origem da Bíblia e do Cristianismo“, “A verdade sobre os OVNIS e os extraterrestres“, “A conspiração por trás da engenharia alimentar e da água potável“, “O grande plano por trás das indústrias“, “A colonização praticada pela mídia“, todas essas questões e outras mais encontram no livro um adversário para a manutenção das versões que são ministradas ao público. O link para a compra do livro: Clique!

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