A Idéia: Capítulo 3

A ONU, agora em setembro de 2018, soltou uma pesquisa que indica que 12% da população mundial está faminta. Isso significa que esse contingente não consegue se nutrir devidamente, se sustentando com alimentos alternativos e tendo problemas de desenvolvimento humano. Um dos motivos que causa a fome no mundo de hoje é a escassez de alimentos. No entanto, temos que considerar a forma com que alimentamos para entender porque falta alimento.

No início da civilização, após sairmos do período de caçar para comer e de colher o que a natureza plantou, o homem adotou a agricultura e a pecuária. Constituiu lavouras e domesticou animais para corte e extração de subprodutos como o ovo e o leite. Isso fez com que o nomadismo – peregrinar em tribo de um lado para o outro e se estabelecer até esgotar-se os recursos do local encontrado – parasse e surgisse a necessidade de espaço de terra para os plantios perenes e sazonais e criação de animais, fora a moradia das pessoas. Procedimento que não demorou para fazer surgir os latifúndios. Ou seja: muita terra nas mãos de uma única família. E os reinos.

Acomodadas em algum lugar e tendo o esforço reduzido para conseguir água e alimentos, as tribos aumentaram de tamanho. Junto com elas os gados – bovinos, suinos, equinos, caprinos – e os bandos de aves domésticas. A necessidade de nutrição não se resumia aos humanos, era pertinente também aos outros animais. Assim como a concorrência pela água e pelo perímetro das instalações.

Como não bastasse a disputa por espaço, água e comida entre humanos e os outros animais, na configuração atual a disputa pelo ar também deve ser observada. É muito ser vivo emitindo gás carbônico na atmosfera e com a decadência das árvores, promovida pelo próprio homem, fica difícil manter o equilíbrio.

Ainda que se não houvessem os desmatamentos e as grandes áreas de concreto, a taxa de emissão de CO2 na atmosfera compromete a capacidade de conversão em O2 que possui a vegetação, visto que não são apenas os seres vivos na terra, no espaço aéreo e no mar a encher de gases o meio-ambiente. Contribuem de maneira desenfreada as indústrias e as máquinas e equipamentos que usam combustíveis explosivos e que fazem parte do dia-a-dia da humanidade no lar, no lazer e no trabalho. A vida moderna é bastante poluidora.

Não bastasse tudo isso, ainda acontecem as queimadas. Boa parte provocada pelo aquecimento terrestre em resposta à agressão que sofre; boa parte pelos seres vivos agindo voluntária e involuntariamente a provocar queimadas.

Uma das formas que o homem se vale para contornar esses problemas que se conectam ao fator superpopulação de humanos e outros animais é adotando a chamada engenharia alimentar. A base dessa engenharia é o alimento industrializado. Boa parte dessa industrialização faz da comida que nos é servida um produto sintético, causador de doenças.

A engenharia alimentar também é a responsável pela teimosia peculiar da indústria de transgênicos – sementes geneticamente modificadas para germinarem em situações inóspitas como as típicas do clima atual no planeta e exposição à defensivos agrícolas (agrotóxicos), fornecendo alimentação científica ao homem, capaz de teoricamente nutrí-lo no mínimo na mesma proporção do alimento orgânico. Os produtos transgênicos são altamente cancerígenos – causam o câncer -, mas, esse fato possui a informação protegida por meio de inúmeras táticas de desvio de atenção e implantação de crenças.

A eliminação de animais improdutivos, aqueles que não servem à alimentação, ao transporte de cargas ou ao desporto, como a maioria dos silvestres, estudando-se a teia alimentar, para não provocar aumento de população de ratos, por exemplo, como no episódio da Peste Negra na Europa do Século XIV, aconteceria na surdina. E objetivaria exatamente reduzir o contingente populacional emissor de gás carbônico, ocupador de espaço terrestre e competidor de alimentos que ameaça a qualidade de vida dada pelo Capitalismo. É pensado existir a fauna selvagem apenas nos zoológicos.

Tendências como o veganismo – corrente ideológica que cultua o hábito de se comer apenas vegetais e a eliminação nos mercados de produtos feitos com partes de animais – foram pensadas em institutos de pisicologia social e aplicadas nas sociedades como fenômenos espontâneos. Junto com a preferência pela vida urbanizada e desprezo pela rural visa preparar as pessoas para a independência da pecuária.

Em se levando a sério o veganismo, com o tempo, bovinos e suinos, por exemplo, deixarão de ser animais de consumo e caminharão à extinção sem que os próprios veganos saibam, tendo havido total contribuição deles. Idem para as aves e até mesmo os peixes. Sendo os capitalistas envolvidos em negócios que exploram esses campos migrados, com a ajuda dos gestores de engenharia social, para outros negócios, adequados à política alimentar compatível com a sobrevivência do Capitalismo.

Animais domésticos como os cães e os gatos também concorrem comprometedoramente nesse ecossistema que os capitalistas intencionam continuar explorando. E também precisam ser reduzidos.

Tem sido difícil tirar das pessoas o interesse por esses bichos. Alguns deles são úteis na cura das doenças do stress e por esse motivo muita gente tem um ou mais desses mascotes em casa. A tática, então, para ocorrer a redução é através de campanhas de vacinação fraudulentas, como a da Raiva, em que é sabido que à cada certa quantidade de ampolas o conteúdo injetado é um placebo que carrega substâncias nocivas à saúde do animal que o receber, o que se expressa em fraqueza e morte em poucas semanas. E se especula que em cem por cento da vacina legítima substâncias que causam infertilização nos bichos estariam presentes.

Muitas das epidemias que vira e mexe a mídia aparece convocando vacinação em massa são esquetes mentirosos para mover as pessoas a levarem suas estimações para receber essas armadilhas. Além disso, as  rações para gatos e cães, por exemplo, conteriam agentes infertilizantes. Impedindo as criações de se procriarem se dá o controle de natalidade delas.

É claro que essas táticas só seriam aplicadas no meio popular. Donos de haras, criadores de cães de competição e outros que dependem da boa saúde do animal com que trabalha não receberiam o mesmo tratamento. Existiriam para estes empreendedores, que também cooperam com o bom andamento do Capitalismo, produtos íntegros, vendidos diretamente para o proprietário do negócio.

A água que bebemos também é corrompida para atingir o objetivo de controle populacional. Isso será discutido na segunda parte do tópico “redução populacional para salvar o Capitalismo“, no qual serão expostas as táticas de controle de natalidade aplicadas aos seres humanos. Aqui ainda não foi mencionado que população abundante exige quantidade também abundante de emprego. Problema que só o homem enfrenta. Ao final do discorrimento será expresso como a Idéia se adequa ao Capitalismo sem se preocupar com o tamanho das populações pelo menos de humanos.

sigiloconsagrado

Leia também:

A Idéia – Introdução
Capítulo 1
Capítulo 2

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