Como eliminar 7,5 bilhões de pessoas sem uso de guerra: Armas climáticas

Deus disse a Noé: “Da­rei fim a todos os seres humanos, por­que a terra encheu-se de violên­cia por causa deles. Eu os destruirei com a terra.” (Gênesis 6:13)

Eis que vou trazer águas sobre a terra, o Dilúvio, para destruir debaixo do céu toda criatura que tem fôlego de vida. Tudo o que há na terra perecerá.” (Gênesis 6:17)

Com essas palavras, Deus inaugurou o uso de armas climáticas contra a humanidade.

diluvio

FONTE DA IMAGEM: https://www.cristaoraiz.com/diluvio/

Armas climáticas não seria o tema para a segunda postagem dentro da série “Como eliminar 7,5 bilhões de pessoas sem uso de guerras”, porém, o advento da tragédia climática que assolou a cidade de Belo Horizonte e região metropolitana nessa última semana que passou fez adiantar o assunto.

Eu perdoaria facilmente a quem desistisse de ler esta postagem após esta introdução se eu sugerisse que o link com essa tragédia se deve ao fato de que o que aconteceu ou acontece na grande capital mineira se trata de ataque climático sem um inimigo aparente. Que besteira eu estaria sugerindo! Mas, pra te segurar mais um pouco, vou logo desfazendo o possível engano.

É nítido que estamos vivendo atualmente em âmbito mundial verdadeiras catastrofes envolvendo o clima devido a mandos, desmandos e desmazelos para com a natureza que praticam os senhores do Poder em nome de seus interesses. Haja vista os desmatamentos e queimadas ocorridos na região amazônica, a mancha de óleo que tomou conta do litoral nordestino do Brasil e por que não dizer a iminência de guerra nuclear entre Estados Unidos e Irã. Veja no Gizmodo que esses acontecimentos e probabilidades de acontecimentos fizeram os cientistas setarem o Relógio do Juízo Final: https://gizmodo.uol.com.br/relogio-juizo-final-2020/.

E como eu acredito na teoria do Efeito Borboleta, que diz que “o bater de asas de uma borboleta na América do Sul pode provocar um terremoto no Japão”, provoco: Por que não estariam os mineiros a sofrerem também as consequências oriundas dessas brigas entre estadistas e medidas ambientais sem nexo?

A tragédia de Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, ocorrida há um ano, também teve raiz ambiental. E envolve homens do Poder Global, que sempre estiveram por trás da mineração e de outras atividades que exploram o planeta, a fim de lucrarem cada vez mais.

Estes sempre fingiram preocupar com o meio-ambiente e tomar precauções contra os danos que suas atividades causam. Sempre se esquivaram de suas responsabilidades tanto em dias normais quanto no advento de alguma catástrofe.

E sempre receberam panos quentes de entidades governamentais, para as quais seriam revertidos financiamentos para que os exploradores do solo operem sem serem incomodados.

Vídeo da postagem. Contém informações adicionais e ilustrações das citações.

A mineração é uma atividade que está com os dias contados. O Capitalismo cada vez menos depende de minério de ferro para ser convertertido em produtos altamente vendáveis. Tão simplesmente porque o plástico e a resina de acrílico, por exemplo, produtos que derivam do petróleo, deram lugar à maioria deles (http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/conheca-os-derivados-do-petroleo-que-fazem-parte-do-cotidiano.htm ) e (https://edukatu.org.br/cats/4/posts/84/full).

As mineradoras se veem com a necessidade de mudar de ramo. Usariam talvez o espaço das minas, quem sabe, pra ocupar outros tipos de equipamentos e categoria de operadores.

De repente, viria bem a calhar um avassalador desastre ambiental para criar o álibi perfeito, que inutilizaria a região para a atividade original e a deixaria apropriada para receber empreendimentos de outras áreas.

E ainda de quebra ceifaria vidas que incondicionalmente receberiam indenizações trabalhistas vultosas por tornarem-se os trabalhadores – como os mineiros – impróprios para a nova atividade. Indenizações cujo saldo a pagar seria de valor maior se comparado ao que a mineradora pagaria por cabeça às vítimas da tragédia para recompor sua identidade moral – como se isso fosse preciso ou de seu real interesse – junto à sociedade e ficar livre para explorar o novo negócio.

É claro que só essas especulações não enquadrariam como ação engendrada por alguém ou um grupo as chuvas violentas que inundaram a Grande Belo Horizonte ou o rompimento da barragem de Brumadinho. E, ainda, o senso comum culpou a má educação da população belohorizontina, que polui rios, joga lixo no chão e tapa escoedores de água, pelo menos do ocasionamento das chuvas na RMBH.

Mas, isso é tática de controle de massa demonstrada por Noam Chomski: “Faça a população se sentir culpada de um grande acontecimento lhe prejudicial, o qual é necessário que aconteça”.

Vamos ver isso quando terminarmos esta série de postagens e iniciarmos outra que falará sobre Engenharia Social. Fique tranquilo, belorizontino lambão, a culpa não é sua! Não deixe que os verdadeiros responsáveis, o progressista, o imperialista e seus representantes, os administradores públicos, se esquivem dela a pondo totalmente em você!

Arma climática é tipificada pelo uso do clima para afetar uma economia ou para ocasionar mortandade. Esse uso tem que ser totalmente oriundo da vontade humana, geralmente de grupos poderosos de humanos.

A história dessas armas passa pelo desejo do homem de controlar o clima, de ser capaz de operar nele. E o progresso nesse campo começou para o Homem quando ele descobriu o fogo e percebeu que com ele era possível aquecer o interior das cavernas ou outro local onde um grupo social se prostrasse para o fim de ficar quieto.

Mais tarde veio a percepção de que as árvores arrancadas de um alameda, dando origem a extensos vazios de terra, faziam aumentar o calor. Hoje se sabe, inclusive, que por não encontrar amortecedores como as árvores são originadas ventanias nessas áreas (http://www.observatoriodoclima.eco.br/tempestades-de-vento-intensificam-degradacao-de-floresta/ ).

Os ventos são formados por diferenças de pressão e de temperatura ocorridas em áreas distintas e ou em horários distintos em determinadas áreas  (http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/interna/0,,OI3335152-EI8408,00.html ).

As chuvas são formadas pela evaporação da água após aquecimento natural ou artificial. Logo que o vapor de água se mistura com o ar ele condensa, carregando núvens, que quando encontram massa de ar frio ele volta a se liquifazer (https://www.suapesquisa.com/geografia/chuva.htm ).

Choques entre placas tectônicas geram os sismos ou terremotos. Onde há terremotos pode haver vulcões, pois, o magma despejado por um vulcão nada mais é do que as rochas em temperaturas superiores ao ponto de fusão (https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/agentes-endogenos-relevo.htm).

Os abalos sísmicos, de acordo com a intensidade e com a localidade onde se dão podem gerar os maremotos e as tsunamis. Se jogarmos de certa altura um tijolo dentro de uma bacia cheia d’água podemos ver como isso ocorre.

Uma vez compreendido esses fenômenos físicos, o Homem começou a perder o medo do demônio (ou, conforme o significado original em grego: forças da natureza) e o mundo para ele deixou de ser místico e passou a ser bem profano, operável e previsíveis os acontecimentos. Deu-se a libertação de alguns da religião.

Daí vieram métodos como o “semeadura de chuva” – bombardeamento de núvens com iodeto de prata, o mais comum, para resolver problemas de áreas sem chuva – iniciado pelos chineses.

Efeito estufa é um processo físico que ocorre quando uma parte da radiação infravermelha (percebida como calor) é emitida pela superfície terrestre e absorvida por determinados gases presentes na atmosfera, os chamados gases do efeito estufa ou gases estufa.

Atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis, o emprego de certos fertilizantes, o desmatamento e o grande desperdício contemporâneo de alimentos, que têm entre seus resultados a elevação nos níveis atmosféricos de gases estufa, vêm intensificando de maneira importante o efeito estufa e desestabilizando o equilíbrio energético no planeta, produzindo um fenômeno conhecido como aquecimento global (https://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_estufa ).

A radiação emitida pelos muitos aparelhos eletrônicos que as pessoas usam em seu dia a dia também tem sua parte no aquecimento global. Se alguém tem dúvida de que as ondas de radiofrequência ou as elétricas propagam calor pode fazer o teste por si próprio colocando a palma da mão aberta em frente à emissão de um aparelho eletrônico qualquer.

Daí é só calcular a quantidade de pessoas por hora a fazer dessas emissões para se chegar à percepção de que nossos celulares e outros equipamentos podem estar contribuindo com a depredação da natureza e com o descontrole do clima. Não é só o lixo que acumulamos nos bueiros, como querem acreditar pra não atrapalhar o andamento do capitalismo com nossos hábitos arruinadores do meio-ambiente mantidos intactos.

A programação mental que sofremos, a qual nos convence de que não podemos ficar sem esses hábitos, cuidará de nos eliminar primeiramente a psique de modo bem suave e prazeroso. Depois pagamos com o corpo debilitado, incapaz de suportar nossa hiperatividade.

Por essas informações se conclui que está totalmente a mercê do ser humano alterar o clima do planeta onde e quando bem lhe convier. Basta-lhe haver um motivo e uma tática para convencer pessoas a colaborar com a intervenção. E é a partir desse conceito que provavelmente entidades no planeta cogitaram usar o clima como arma.

Armas climáticas são o ideal para se fazer estragos sem que o culpado seja outro que não a própria natureza. Além de ser mais econômico os ataques, pois, evitam envolvimento de soldados até campos de batalha e o custo de seus respectivos treinamentos, abastecimento, armamento, deslocamentos e veíulos, soldos e indenizações financeiras.

A União Soviética teria largado na frente, mais uma vez, nessa investida. Aproveitando a tecnologia desenvolvida na China, criar chuvas artificiais já lhe era peculiar. E por meio de uma enorme antena instalada na Rússia – o Duga Radar – enviava sinais de radiofrequência em direção aos Estados Unidos.

Primeiro suspeitou-se que o objetivo desses sinais era detectar misseis em trânsito indo para a União Soviética. Em certo episódio, as transmissões de rádio e televisão americanas receberam interferência simultânea, o que teria feito o governo dos Estados Unidos identificar o aparato russo. Logo, suspeitaram também que a arma provocava ventos fortes e poderia ter ocasionado uma seca na California, que abalou bastante a economia local e eliminou pessoas.

A devastação legada à Cuba com a passagem do Flora em 1963 sofreu acusações de ter sido ministrada pelos Estados Unidos, que teriam de alguma forma desviado o furacão naqueles idos de plena Crise dos Mísseis, quando Cuba servia de laranja para os soviéticos emprestando sua baía como lança-mísseis. Tal qual estaria hoje o governo brasileiro fazendo com a Base de Alcântara em reverência a Donald Trump. Era a represália conseguida através de espionagem talvez.

Os mesmos Estados Unidos estariam por trás das tempestades ocorridas nas florestas vietnamitas, que teriam provocado enchentes que inundaram não só vietcongs e gerado no país grave surto de doenças como a malária. Era a operação intitulada Popeye (http://www.rusmea.com/2013/06/operacao-popeye-uma-insolita-estrategia.html).

O misterioso projeto HAARP, uma coleção de antenas situadas no Alaska, possessão dos Estados Unidos, criado a partir de 1992 no círculo militar sob alegação de se tratar de um programa de investigação científica da aurora, seria uma arma contra a humanidade que operaria com geoengenharia.

Emitiria coordenadamente sinais eletromagnéticos na atmosfera e teria originado a tsunami na Ásia em 2004 e o terremoto no Haiti em 2010. O motivo seria nos dois casos eliminar pessoas tão somente.

A tecnologia – inchando um pouco mais o conspiracionismo desta postagem – poderia ter sido empregada para provocar o rompimento da barragem em Brumadinho, o temporal em Belo Horizonte e quem sabe até mesmo os danos em Mariana, todas cidades brasileiras do estado de Minas Gerais. Queremos entrar nessa história, uai!

Às vezes, de tão inacreditável a verdade deixa de ser conhecida” (Heráclito)

O que dificulta a descrença nos teóricos conspiracionistas é o fato de somente personalidades mundiais facilmente ligáveis aos grandes estadistas e empreendedores do mundo, incluindo cientistas renomados, todos financiados por essa gente, aparecerem para ridicularizar contra as ideias que os conspiracionistas propagam.

Fazer uma pessoa se sentir ridícula por acreditar em uma ideia rechaçada por pessoas conhecidas do mundo todo e com grande credibilidade é boa tática para desencorajar adesões à ideia”. Mais uma vez Noam Chomsky nos blinda revelando as táticas de socioengenharia e assassinato de reputações usadas pelos conspiradores.

As chemtrails – rastros químicos – até que é fácil desmantelar as interpretações fantasiosas sobre a operação. Não espalhariam no céu os conspiradores substâncias para intoxicar a população ou causar nela efeitos nocivos a longo prazo sem a garantia de que “Eles” e gente “Deles” estariam imunes.

Para acreditar que talvez estivessem, teríamos que dar crédito à outras TCs, como as que pregam serem os componentes dessa elite seres eugênicos (de genética modificada) ou, ainda mais absurdo, de outro planeta e por isso invulneráveis. Tem até a temática que propaga que esses indivíduos seriam transmorfos (shapeshift), de uma raça alienígena chamada reptiliana.

O HAARP teria o poder de criar terremotos, maremotos, tempestades, secas, descongelamentos, furacões em qualquer parte do mundo. Entretanto, furacões e outros fenômenos atmosféricos danosos andaram assolando os Estados Unidos nos últimos anos. O mais devastador foi o furacão Katryna, que matou 1800 pessoas em 2005 e fez o governo gastar milhões de dolares com reconstrução. A TV Record fez excelente reportagem sobre o tema: https://www.youtube.com/watch?v=aTki6R17b4A .

Se a teoria que ronda o uso de armas climáticas estiver certa, quem está por trás dessa incursão não seriam governos. Do contrário estariam se jogando contra a própria população. Mas, sim, uma conspiração interessada em eliminar pessoas do planeta.

Hugo Chavez em 2010 teria pago com a vida o preço de denunciar essa gente por acusar os Estados Unidos de estarem por trás do terremoto que destruiu o Haiti.

Gente com dinheiro suficiente para se valer de pesquisas, produções de equipamentos e efetuação de testes para verificar a efetividade do plano. Gente sem pudores dos tipos que a maior parte da humanidade conserva e por causa deles se põe reverente aos poderosos do planeta.

Sendo a principal dessas fragilidades a conservação dos valores cristãos. Valores que certamente foram implementados na psique dos cristãos pelos próprios membros dessa conspiração. Não esperar que o ser humano seja tão cruel e valorizar em demasia o perdão são os maiores erros desse tipo de índole preparada com a ajuda do principal braço de operação dessa cúpula: as igrejas.

A poluição causada por humanos é a maior das armas climáticas. E a indústrialização da sociedade é o seu provedor. Combater as agressões que partem do clima significa dar de mão do “American way of life”, o jeito fútil e estupido de viver do americano.

Leia o livro “Os meninos da Rua Albatroz”, onde se encontra a maioria dessas informações. E nunca perca as nossas postagens!

 

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