Chega de ter a opinião moldada pra aderir interesses que não são seus

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IMAGEM: Entretenimento UOL

Vamos analisar a demissão do Luiz Henrique Mandetta.

O grande problema não é a quarentena que o lobby que sustenta o Bolsonaro na presidência quer finalizar, temendo colapso na economia e respectiva queda do presidente. O grande problema é a cloroquina.

Bolsonaro acredita fortemente que esse remédio contra a malária é a panaceia contra o coronavirus. Por sua vez, o lobby que sustentava o Mandetta à frente do Ministério da Saúde protegia a informação propagada sobre a cloroquina, mantendo as pessoas desencorajadas de imaginarem estarem seguras para sair da quarentena por haver um remédio que as salvaria na hipótese de elas se contaminarem por não estarem confinadas. É importante lembrar que a grande mídia, sobretudo a grande imprensa, parece fazer parte do lobby anti cloroquina.

Mesmo a grande imprensa noticiou que pessoas se recuperaram da Covid-19. Já estabeleceram que no mundo mais da metade dos contaminados se safaram. Entre eles estaria o ator Tom Hanks. Se há uma conspiração querendo fazer uso da Covid-19 e por isso obstruindo a cura, certamente Tom Hanks seria usado como porta voz dessa conspiração assim como Rock Hudson foi usado quando surgiu a propaganda pró AIDS. Ele não apareceria como uma celebridade que se curou.

Para que pessoas tenham se curado da Covid-19, algum remédio elas têm que ter tomado, algum tratamento eficaz foi feito nelas. Se elas se curaram sozinhas, isso também é uma informação que põe em xeque o lobby que explora a pandemia. Essas duas informações estariam sendo omitidas da população, principalmente pela grande imprensa. E isso daria razão ao presidente Bolsonaro quanto a demissão de seu ex-ministro da saúde.

Analisemos agora a outra informação-bomba do dia: Donald Trump reacende a guerra fria contra a China por causa da Covid-19, que nos Estados Unidos estaria se alastrando e matando horrores. Conforme o noticiário de lá, em poucas semanas o país será o mais afetado pela pandemia.

Voltemos a alguns dados que estão esquecidos porque as pessoas não pensam em outra coisa que não se defender do novo coronavírus. A China caminha para se tornar a maior potência econômica do planeta. Isto pode se estabelecer em dez anos.

Os mais desavisados quanto ao significado dessa informação em termos políticos ou os mais militantes contra a eminente prosperidade chinesa tendem a temer, os primeiros, e a propagar mesmo sabendo ser mentira, os posteriores, que o comunismo que a China viveria nele irá se instaurar nas nações conquistadas por ela se essa hegemonia vier ao país. Falam que a China comprará nações. O Brasil seria uma delas.

Ora, se a China sairá comprando nações por aí, não será comunismo que ela vai implantar nelas. Compra de imóveis, propriedade privada e instalação de grandes latifúndios é com o Capitalismo. A não ser que ela vá, caso essa expectativa infundada prospere, fazer de escravos os habitantes dos páises que ela vier a adquirir. Na maior parte dos países capitalistas, a maior parte da população já vive como escrava de senhores de terras. O que mudará? No caso do brasileiro, que orgulho besta é esse de não ser capacho de chinês e se manter sendo de norte-americano e europeu?

O que está em jogo é o poder, que diminui pra quem perde a hegemonia econômica no mundo. Nesse confronto que analiso são os Estados Unidos. Não só perda de status quo que os incomoda, o orgulho ferido e a vaidade de ser o país referência dos alienados pelo capitalismo também.

Já lhe ocorreu que os números da Covid-19 nos Estados Unidos podem ser mentirosos? Que estariam super aumentados para que o pânico na população seja de tal forma que a adesão a uma guerra militar dos Estados Unidos contra a China seja simplificada? Afinal, Donald Trump foi o primeiro a endeusar a cloroquina. Se o servo dele, Jair Bolsonaro, mantém o endeusamento e ele não, é porque tem caroço nesse angu. Não?

Esqueça essa besteira de quererem colocar adesivinhos com QR Code pra colar no braço se passando por vacinas ou chip 666 implantado na testa das pessoas para monitorá-las, esses caras não são dados a teorias imbecis de maníacos religiosos não!

É a velha tática demonstrada por Noam Chomsky: problema-reação-solução. Belicamente a China não encara os Estados Unidos. E com pânico mundial atribuido à China a culpa como álibi, outras nações se uniriam aos exércitos estadunidenses. Brasil e Israel seriam duas delas.

E mais uma vez a massa estaria sendo feita de trouxa, de laranja, para mover-se em pró de uma causa provida por uma operaçao de falsa bandeira, a fim de atender os interesses dos poderosos do planeta.

E então, você quer morrer vítima de um vírus ou de uma ogiva nuclear? Essa escolha você é livre para fazer!

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

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