Sei que nada sou

Nossa, como é Drurys! Decidi não escrever mais em blog algum e nem em redes sociais e aqui estou eu quebrando isso. Já que não tem remédio… Mas é só desta vez!

Sei que nada sou, pois, não possuo estabilidade, estou sempre sofrendo transformações. Tudo o que acontece à minha volta é que me faz pensar.

E na minha mente não vão parar só o que observo, cheiro, ouço, toco. Há informações que são captadas pelo cérebro e que estão latentes aos meus sentidos físicos. Junta-se tudo isso no palco dela e forma-se a tempestade que observo, que me tira a concentração, dificulta meu poder de decisão, faz o caos tomar o meu ser, trazendo ansiedade, inconformismo, nervosismo, frustração por ser assim – como se eu fosse diferente de todos os outros seres humanos –, procrastinação, preguiça de terminar raciocínios e desenvolver ideias ou assimilar aprendizados, desmotivação para o passo consciente seguinte.

A maior parte do tempo, a maioria de nós está em piloto automático. E não tem essa de manter atenção plena, foco e outras balelas para se vir livre do caos e ser dono do próprio destino, que os chamados coach adoram lecionar.

A questão é que tudo isso é inevitável. Tanto as causas, quanto as reações. Faz parte da natureza, do materialismo, deste mundo, deste universo. Essa tempestade é tudo o que somos. Somos formados por ela. Não conseguimos nos livrar dessas influências como nos livramos de uma roupa que nos causa desconforto.

Somos o momento que estamos nele. Somos o que sentimos. A interação com o mundo nos emociona e consequentemente nos faz ter pensamentos que irão nos colocar no status do sentimento pertinente a eles.

E eu, como todo ser humano, estou sempre expressando sentimentos diferentes e itinerantes, que vão e voltam.

Somos a opinião que expressamos. É por ela que nos avaliam e nos rotulam. Por isso é bom ser aquela metamorfose ambulante, pois, se nos avaliarem mal após uma fala, quem sabe não melhore isso na próxima? Detalhe: nossos gestos também expressam a opinião que mantemos em dado instante.

E o que opino também está sempre mudando. A parte fixa da minha opinião, ou seja: as minhas convicções, esconde-se no meio da tempestade de pensamentos que me assolam a todo instante. E com isso, eu não consigo manter consistência no que propago.

O interessante é que isso se dá sem eu me contradizer. É como se sempre houvesse novidades no meu caminho, que me convencem que realmente nada sabemos e que o que sei é uma gota, sendo o Oceano o que ignoro.

É fato que isso tudo deva ser levado em consideração com relação ao meio material, ao que diz respeito ao Eu físico. O Eu Superior, que sobrepõe nossa mente e controla nossas ações, é constante e invulnerável ao que nos estimula fisicamente.

Cada vez mais, me distancio do ponto de partida, que já nem sei mais onde fica. E jamais chego a qualquer lugar. Me convenço, então, de que não existe a largada e nem a chegada, só o caminho. E esse caminho é você mesmo.

Essa trilha não é uma linha reta. É, sim, repleta de bifurcações. E como não se chega a lugar algum, quaisquer das ramificações que tomo – e faço isso automaticamente – é por onde eu deveria ir. De modo que não faço escolha alguma, simplesmente vou. E aquele que é realmente quem a gente é cuida do resto, ajeita tudo para que nos adaptemos para viver as experiências do ramo.

Não se paga pena pelas escolhas feitas, pois, não se escolhe nada. Simplesmente ocorre, às vezes, de sofrermos enquanto nos adaptamos ao rumo tomado. É até comum intuirmos coisas como “penei por ter tomado essa direção, mas, no final percebi que era a decisão certa”.

Eu sou caminho, a verdade e a luz
(João 14:6)

O amor cria a sua realidade

As palavras que você diz e ouve o dia todo formam tudo o que você vive nele.

Pense no momento em que as palavras foram criadas. Pense no grupo de pessoas presentes nesse momento. Qual seria o objetivo delas? Por que elas quiseram criar as palavras?

Por certo, sem haver uma linguagem representada por palavras, elas se comunicavam de alguma forma. Mímica, reconhecimento de vibrações. Do contrário não chegariam ao acordo de criar palavras. As palavras, então, substituíram a linguagem com que comunicavam até ali.

Pensemos, então, em algumas palavras que aquelas pessoas criaram. Vamos supor que cadeira ou algo parecido que usassem para sentar existisse.

Uma cadeira é algo visível e concreto. Logo, foi fácil para um homem mostrar para o outro a coisa que dariam um nome para ela. Era só decidirem entre si como iriam batizar o móvel.

Mas, e as coisas abstratas, como os sentimentos? Como um homem iria explicar para o outro a coisa que queria que fosse dado a ela um nome?

O amor, por exemplo. Como um homem iria explicar para o outro algo que se sente internamente e que é totalmente pessoal, ninguém pode dizer ao certo que sente amor exatamente da forma que o outro sente.

E por que um homem colocou o amor, por exemplo, dentre as coisas que receberiam nomes? Por que ele viu importância nisso?

Quando ele conseguiu se expressar, por certo os outros concordaram quanto a importância de ser definido um nome para o sentimento de amor. Perceberam que era relevante ser dado um nome para essa sensação.

Por certo, ela era corriqueira, sempre presente e quando alguém a estivesse experimentando era bom que pudesse falar a respeito.

O motivo de ter sido importante dar uma palavra para o amor parece ser óbvio: Todos amamos.

Mas, bastaria amar. Às coisas que fazemos quando amamos, abraçar por exemplo, se daria nomes.

Talvez, todos queremos falar de amor. É por isso que o amor recebeu um nome. Para falarmos sobre ele; para chamarmos por ele; para que alguém diga que fez algo movido por ele.

E pode ser que o amor é que tenha sido a força que moveu as pessoas que criaram as palavras a criá-las. Porque quando falamos de amor, ele pula para fora de nós. E toda a realidade fica melhor. De uma forma que não achamos palavras para expressar a felicidade que sentimos. É preciso criar outras.

Como manipular a mente para nos dar o que queremos

Sinapse cerebral de um pensamento positivo e decisivo. (INTERNET)

Foco, pensar no que quer em vez do que não quer, é que é o segredo para materializar desejos e moldar a realidade. Só depende do pensamento o humano para obter essa façanha e gozar de boas experiências na vida material.

Mas, nem mesmo o mais experiente em manter pensamento positivo diz que isso é fácil. E pra que diabos serve um poder que não conseguimos utilizar por ser a nós muito difícil concentrar no que quer?

Tem que haver um método empírico para isso. É certo que para chegarmos a ele temos que compreender o que acontece quando estamos tomados pelas emanações de um pensamento.

O acontecimento negativo é muito fácil para nós de ver acontecer realmente. Isso porque as vibrações que o possibilita emanam de nós com bastante facilidade. Não precisamos fazer esforço algum, somente alimentamos incondicionalmente a mente com os pensamentos adequados, que configuram as sinapses na combinação que faz com que hormônios sejam liberados de modo a nos causar os sentimentos propiciadores de materialização.

Emoções provocam pensamentos que causam sentimentos que são o que a gente é e por isso moldam a observação da realidade com que observamos. Com base nisso, se emocionar adequadamente seria um método empírico.

Quando desenvolvemos na mente situações negativas somos tomados de sensações que nos dominam. Até certo ponto somos levados a gostar delas. É só notar que quando sentimos ódio procuramos extravasá-lo. Nos alivia dar corda ao que estamos remoendo pelo simples fato, pode ser que inconsciente, de gozar de sensação motivadora.

Como a água que sai de uma torneira aberta ao léo preenchendo um copo debaixo dela, não conseguimos fazer parar o preenchimento até que se transborda em forma de efeito na realidade o fluido que nos preenche.

Já para vivenciar na mente situações positivas é necessário que voluntariamente produzamos as sensações adequadas ao surgimento delas. Diferentemente das negativas, que ocorrem em nossa imaginação naturalmente, temos que muitas vezes imaginar o que desconhecemos, que é a sensação que iremos gozar dela se o bem pretendido estiver vigorando.

Materializar o pensamento é uma questão de emitir vibrações coincidentes com certo tipo de realização. Se emanamos vibrações que geram experiências negativas, é o que teremos. Ainda que as emanemos havendo na mente um esforço para pensar em coisas agradáveis. E vice-versa.

Então, se ocupar com coisas que sem esforço nos faz gozar experiências agradáveis é uma fórmula para afugentar de si as vibrações que produzem as más experiências. Uma vez nesse estado, levar à mente, arbitrariamente, a imagem do que se quer. A mente irá atribuir o sentimento de agradabilidade vigente à imagem lhe arbitrada.

E assim, não haverá experiências ruins em sua realidade por não sair de você as vibrações que as viabilizam. E ainda que não seja exatamente o que você quer – pode ser que se trate até de algo melhor -, somente vivências boas se experimentará.

Algumas dicas para se ocupar com coisas boas são assistir filmes, ouvir música, curtir um aroma agradável como o de um perfume, degustar de comida ou bebida saborosa, ler ou escrever, praticar esporte ou exercícios físicos e espirituais, gozar de atividade de entretenimento e lazer, apreciar ou produzir arte, viajar, conversar com pessoas inspiradoras, ter orgasmo, meditar. Buscar se emocionar com o que lhe faz ter pensamentos que geram bons sentimentos.

Cada um se emociona com o que lhe apraz. E utiliza a emoção para envolver a mente em um clima que inexoravelmente faz surgir vibrações boas e capazes de tornar a realidade melhor.

Leia o livro “A magia que enriqueceu Tony” para encontrar inspirações que condicionam a mente à positividade.

Cuidando da própria vida

Os passos para levar uma vida feliz são:

Focar sempre no que quer em vez do que não quer. Sua mente comunica com o Imanifesto. Esta comunicação se dá na forma de vibrações que você emite e é chamada de prece. Essas vibrações são criadas pelos sentimentos que seus pensamentos te fazem ter.

O Imanifesto atende suas preces provendo para sua experiência todos os elementos contidos nela. Sem distinção do que lhe agrada e do que não.

Portanto, foque só no que é do seu interesse vibrar e emitir até o mundo que cuida das materializações. Deixe de fora qualquer pensamento que lhe causa emoção que não lhe interessa, pois, a vibração das emoções que você produz é que vão até o Absoluto para serem realizadas.

A melhor forma de focar no que quer é viver no presente. Viver no presente é estar plenamente atento ao agora. Se você está lendo este texto, atente-se apenas a ele. Se porventura brotar um pensamento fora desse escopo, volte sua atenção ao texto. Isto é focar no presente.

Quando fazemos cálculos para o futuro ou remoemos passagens da vida que levamos estamos com o foco no passado ou no futuro. Saímos, então, do presente. E emitimos vibrações nem sempre convenientes a nós.

Isto não é de todo mal, mas, é necessário cuidar para não permitir que emoções sejam criadas e saiam desgovernadamente rumo ao infinito. Alguma realização irá ocorrer inevitavelmente se não se cuidar. O poder de materialização da mente é potente.

Outra coisa: Procure sentir bem-estar o máximo de tempo que puder. O bem-estar é o sinal de que você está emitindo vibrações de seu interesse. E essas inexoravelmente rumam para o infinito em busca de te dar ainda mais bem-estar.

Portanto, se de repente se sentir cabisbaixo, deprimido ou odioso, busque fazer algo que lhe ocupe a mente com sensações otimistas, nem que seja assistir um filme de comédia ou comer uma guloseima. “Quem canta os males espanta” cabe aqui. Proferir mantras ou orar também cabe.

O importante é ocupar a mente com coisas que agradam, assim não se dá oportunidade para o “tinhoso” – ou a tentação de produzir vibrações maléficas – agir.

O último toque é gostar de si mesmo. Se apaixonar por si próprio. Fazer de conta que você é outra pessoa e quer conquistar a si mesmo. Ser narcisista mesmo!

Dessa forma, você sabe o que busca no outro e sabe também o que o outro quer para si. Sua tarefa, então, é cuidar para emitir as vibrações que equivalem com as que o outro emite. Aí, fechou: caso amoroso à vista!

Este texto voltará a ser debatido. Mas, não perca tempo aguardando para conhecer mistérios que podem fazer da vida que procuras a própria. Leia o livro “A magia que enriqueceu Tony“.

Desvendando o poder de Moisés por trás de Yaweh

IMAGEM: Moisés na sarca ardente. Fonte: Blog Dr Rodrigo Luz

Em seus encontros com Yaweh (YHWH), Moisés sempre escalava um monte. Seria uma alusão ao topo da Árvore da Vida da Cabalá, a esfera Kether, ponto máximo que a mente humana pode chegar em termos de cognição. Ali, em contato com o imanifesto ou absoluto, Moisés ora recebia conhecimento, ora fazia pedidos.

Quando Moisés voltava desses eventos, ele orientava seu povo com as instruções que recebeu. Nem sempre se pode dizer que seriam instruções de interesse de Yaweh, mas, do próprio Moisés, que em posição superior aos demais no campo do conhecimento esotérico podia conduzir um rebanho para cuidar de seus interesses.

Muito do que é conhecido como missões de Moisés determinadas por Deus (Yaweh) se relacionam com guerras contra inimigos, geralmente competição por território.

Se não interesse de Moisés, podemos entender que as emanações do Absoluto nos momentos em que esses contatos de Moisés com Yaweh ocorriam o fazia se embeber de motivos para guerrear e de sensações físicas e psicológicas pertinentes.

Do mundo imanifestado vêm todos os elementos com os quais somos influenciados para formar a nossa realidade, que é aquilo que experimentamos ou observamos. E os atributos morais que somos tomados deles idem. Por isso Deus disse a Moisés: “Eu sou aquele que és”. Na verdade: o que estás a ser.

Ou seja, os relatos de Moisés não devem ser interpretados como fatos ocorridos em ambiente físico. Não havia monte algum e sim a imaginação de Moisés sendo influenciada por meio de algum método, provavelmente ocultista, fomentador de magia que afeta o psicológico do mago e reflete em seu corpo em forma de vontade, conhecimento das informações para fazer materializar a vontade, por si próprio ou conduzindo um rebanho para auxílio, e motivação, que é o que se pode interpretar como a fé e dedicação de Moisés em servir o seu deus – ou “deus de meu pai” como ele dizia, sendo “pai” o Imanifesto capaz de realizar vontades.

Todas as pessoas que se encontram em conflito com o que deseja e o que vem recebendo deve seguir os passos de Moisés para chegar ao equilíbrio. Estar sempre envolvido em batalhas, quer seja com a sociedade no campo da convivência, quer seja em guerra com um empregador, é estar de alguma maneira subindo ao topo da Árvore da Vida e fazendo solicitações que o Imanifesto responde da forma com que no fundo está sendo lhe reivindicado.

Muitas dessas pessoas conseguem vencer suas batalhas, pois, em sua mente entrega ao “pai” o problema que quer viver – quando pensa que estaria vivendo por interpretar assim as informações obtidas da realidade – e o desfecho que quer ter. As duas coisas são inexoravelmente atendidas.

A bem da verdade, estar constantemente em batalha é o que faz a vida caminhar, ter algum sentido e valer a pena. Se nos encontramos sem o que enfrentar e resolver caímos no tédio. E o tédio pode significar a miséria total da existência. E respectivamente a morte.

E é quando vencemos as batalhas – que nós mesmos nos colocamos a enfrentar, pois, as criamos com a combinação da nossa experiência, a interpretação que damos ao que observamos e o desejo que nos toma perante a situação – é que experimentamos alívio.

O alívio é o que se pode dizer ser a felicidade, que é a sensação objetivo da existência. A felicidade, então, é um estado provocado por eventos anteriores e jamais é constante. Nesse sentido, não se pode ser feliz o tempo todo.

Porém, ser feliz o máximo de tempo é possível. Basta estar sempre a vencer batalhas. É o que experimentam os ricaços, os poderosos do planeta. E eles não fazem mais do que seguir os caminhos de Moisés. Provavelmente conhecem a fundo os métodos mosáicos para se chegar à Yaweh e receber dele as emanações corretas, organizadas de modo que o futuro vitorioso seja inexorável.

Conheça os métodos de Moisés e sobre a Cabalá lendo o livro “A magia que enriqueceu Tony“.

Projeto “Tudo ao seu alcance”

Ser dono da própria realidade é o desejo mais comum entre os seres humanos. Mas, será que isso é possível?

Se analisarmos como é a realidade verificaremos que ela é controlada por humanos. Minoria de poderosos que dominam a imensa maioria e traça para ela seus destinos.

Ser dono da própria realidade, então, é se livrar das amarras desses poderosos. Mas, como será possível essa libertação?

Bem, há quem conseguiu se valendo de caminhos tortuosos como a violência. Porém, não está à mercê de qualquer um essa iniciativa. E há aqueles que despertaram naturalmente inteligência incomum e fez dela o seu acesso à sua carta de alforria.

Todos desse caso foram abordados pelos poderosos e hoje fazem parte da cúpula. É o que acontece e sempre acontecerá com quem a vida lhe trouxer alguma generosidade intelectual. A beleza também já libertou pessoas.

Todos acreditamos nas forças místicas que existiriam ao redor, fazendo parte das forças da natureza material. E cada um à sua maneira recorre à essas forças para aliviar-se da escravidão ou apostar na escapatória de algum problema se valendo do recurso.

Mas, ninguém pensa em usá-las em favor da própria libertação, do domínio da realidade. É isso que esse projeto em vídeo discorre. Absorva os ensinamentos se você faz parte do grupo escravizado e não está satisfeito com isso. O projeto é inspirado no livro “A magia que enriqueceu Tony“.

Dentro do corpo, cada um de nós é um ator

Escolhemos como ser. E o tempo todo estamos sendo. Os outros reagindo a nós nos mostra como estamos sendo. E a reação deles nos diz se vale ou não a pena permanecer no modo de ser.

Somos o que estamos pensando. Pensando, estamos emitindo irradiações que influenciarão o ambiente, influenciarão os outros ao redor. Isso pode ser bom ou ruim.

Se estamos sendo infelizes, vamos influenciar os outros em torno de nós a serem também infelizes. E isso só aumentará a infelicidade com que já nos encontrávamos. Com certeza o que queremos mesmo é nos livrar da infelicidade, mesmo que extravasando.

Se estamos irados, veremos a ira crescer em nosso entorno. Pode virar violência e voltar-se contra nós mesmos. E se formos conscientes, saberemos que a culpa é toda nossa e que os outros não tiveram culpa alguma sobre suas reações. A forma com que os outros nos tratam é o nosso carma e a forma com que reagimos é o deles.

Às vezes você se acha prestativo demais, cooperador demais e não há reconhecimento ou recíproca. Sai listando uma série de coisas que você faz no dia e que acha que ameniza a vida do outro que fica com as pernas para o ar enquanto você faz tudo.

Mas, é só parar e pensar: quantas dessas coisas somos obrigados a fazer? Vai ver nenhuma. É só deixar de fazer. Sempre reconhecem a importância de alguém quando este se ausenta. E deixar de cumprir com algo que outros se beneficiam do seu comprometimento é ausentar-se.

Quanto do seu dia você passa reclamando ou fazendo julgamentos? É um desperdício de tempo. O tempo não perdoa e voa, amor! E reclamar não traz energia boa, que se possa chamar de felicidade.

Fazer julgamentos, análise dos outros ou de relações é grande bobagem. Se o fizer, não externize, pense em silêncio. Não estimule outros a pensar sobre terceiros da forma que você pensa.

A opinião da gente procede da perspectiva da gente, logo, já não pode ser a mesma opinião se a quem a gente a emite não está em nosso lugar. É como uma pedra que devemos carregar e cuidar para não jogar nos outros, pois, pode machucar.

Ficar pelos cômodos falando alto o que se está remoendo na mente, com a expectativa de haver alguém ouvindo ou a pessoa a quem se dirige o pensamento só faz atrair o que estamos pedindo: infortúnio.

A mente da gente focada em remoeções e julgamentos punitivos só faz nos dar mais do mesmo, pois, o universo entende que é o que a gente quer. Bajular, ser bajulado, excesso de piedade, de melancolia, exibição de decepções consigo, frustrações com a vida, carências, solidão, excesso de altruísmo e de proselitismo.

Tudo isso são coisas que ao longo da vida atribuimos a nós e só nos faz colher sofrimentos porque aprendemos a gostar delas e a achar que elas nos destacam. Devemos nos perguntar se esse tempo todo não mantivemos voluntariamente essas coisas em nossa vida e hoje blasfemamos contra elas. Coisas que contribuem para o aumento da tristeza, o surgimento da depressão. E não melhora em nada a vida da gente.

A vida é o que sentimos. Se nos sentimos tristes, assim seremos até o sentimento mudar. E o sentimento pode ser mudado com a nossa vontade. É o maior processo de cura, diga-se de passagem. A medicina nos distrai enquanto o nosso próprio pensamento nos cura.

Desde que conciliemos o que desejamos com o que queremos, pois, parafraseando Neville Goddard: “Sempre que seu sentimento está em conflito com seu desejo, o sentimento será o vitorioso. Uma mudança de sentimento é uma mudança de destino. A vida não comete erros, e sempre dá ao homem aquilo que o homem se dá primeiro“.

Já tentou em momentos de muita tosse resistir e não tossir, agir como se nada tiver incomodando seus pulmões? Combinando essa prática com uma ida ao Sol, uma respiração profunda e um pouco de meditação e logo o faz-de-conta vira verdade. Estou sempre me saindo bem-sucedido nesse tipo de autocura.

Já viu quando estamos tão tristes, até mesmo chorando, e um fato engraçado acontece perto de nós, de surpresa, de forma que nem dá pra gente pensar no estado que estamos e nos pegamos a rir do fato? É a mesma transmutação de sentimento que acontece quando simplesmente você finge estar alegre e começa a sorrir bem aberto para expulsar de seu Eu a tristeza.

Cada um deve ser si mesmo, os outros corpos já estão ocupados. E só faz sentido ser se for para si mesmo. Deixar os outros para lá com a essência deles. Até mesmo ao apoiar o outro, ao fazer pelo outro, faça pensando em si mesmo, como a estar fazendo para si próprio o que beneficia outro.

Se não houver retribuição, reconhecimento, elogio, nenhuma decepção haverá, pois, se se faz pra si mesmo é você o encarregado de se retribuir, de se elogiar, de se dar o prazer de fazer o bem sem olhar a quem e sem deixar que a mão direita saiba o que faz a esquerda.

Pra finalizar: “Almeje o melhor, prepare-se para o pior e viva o que vier; Só existe decepção quando o pior não é expectativa“.

O Design thinking no combate às perdas da Indústria 4.0

Publicado o novo livro do escritor A.A.Vítor: Os passos da eficiência. Segue sinopse.

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Dois executivos estão prestes a assinar o contrato que irá afirmar a agência de publicidade da qual são sócios e um deles, devido a uma fatalidade, vê entrar em seu caminho um jovem deficiente físico conformado com a vida sem sucesso profissional devido à sua limitação física. Ao ser salvo pelo deficiente do ensejo fatídico, o empresário lega um desejo incontinente de o recompensar. O desejo se torna uma obsessão e o homem faz qualquer coisa para se livrar dela.

Consta que o grande contrato assinado pelos dois sócios exige uma campanha bastante prodigiosa, pois o produto a ser socorrido por meio da publicidade beira a extinção devido ao eminente advento da Quarta Revolução Industrial – ou Indústria 4.0. Buscar uma solução de sobrevivência para um produto com imensa dificuldade no mercado requer a sensibilidade de alguém que em seu dia a dia está a lidar com adaptações. Um deficiente físico é alguém assim.

Nasce desse mote uma imperdível história que narra casos de inovação, aumento de autoestima, motivação e superação focada nos campos do empreendedorismo e das relações interpessoais. Muita ação é vivenciada na trama e garante ao leitor experimentar bastante emoção e absorção de conhecimento e preparo para o futuro que se esboça.

Link para a compra: Clique!

Os passos da eficiência

Publicado o novo livro do escritor A.A.Vítor: Os passos da eficiência. Segue sinopse.

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Dois executivos estão prestes a assinar o contrato que irá afirmar a agência de publicidade da qual são sócios e um deles, devido a uma fatalidade, vê entrar em seu caminho um jovem deficiente físico conformado com a vida sem sucesso profissional devido à sua limitação física. Ao ser salvo pelo deficiente do ensejo fatídico, o empresário lega um desejo incontinente de o recompensar. O desejo se torna uma obsessão e o homem faz qualquer coisa para se livrar dela.

Consta que o grande contrato assinado pelos dois sócios exige uma campanha bastante prodigiosa, pois o produto a ser socorrido por meio da publicidade beira a extinção devido ao eminente advento da Quarta Revolução Industrial – ou Indústria 4.0. Buscar uma solução de sobrevivência para um produto com imensa dificuldade no mercado requer a sensibilidade de alguém que em seu dia a dia está a lidar com adaptações. Um deficiente físico é alguém assim.

Nasce desse mote uma imperdível história que narra casos de inovação, aumento de autoestima, motivação e superação focada nos campos do empreendedorismo e das relações interpessoais. Muita ação é vivenciada na trama e garante ao leitor experimentar bastante emoção e absorção de conhecimento e preparo para o futuro que se esboça.

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