A corrupção por trás do veganismo

Dos grandes movimentos culturais que arrancaram e ainda arrancam adeptos, nenhum deles é espontâneo, apesar de assim ser veiculado. Todos eles foram pensados em institutos de pesquisas sociais, como a Escola de Frankfurt e o Instituto Tavinstock, para atender demandas lhes solicitadas ou simplesmente para aplicação junto às massas, a fim de desestabilizar sistemas estáveis, o que gera consumo, ou fazer experimento social, cujos resultados pudessem ser utilizados para cumprir algum objetivo, que mais tarde pudesse ser solicitado. Quem muito solicita esses trabalhos desses institutos são as empresas e os governos.

As informações que recebemos é que são responsáveis por nossos atos. E as recebemos hoje em dia através dos grandes veículos de informação. Os quais trabalham sob demandas que lhes facultam receitas. E as atitudes que eles tomam são inteiramente cegas. Eles não se importam com o efeito que terá a absorção pela grande massa da informação que eles propagam.

Por causa da natureza do homem de querer ser poderoso ante a um grupo e da natureza dos grupos de terem que ser amardilhados para que possam ser conquistados, a informação despejada na sociedade para atingir objetivos tem intenção duvidosa. Quantos de nós sabem diferenciar quando uma informação informa de quando ela viabiliza engenharia social? Quando ela noticia e quer apenas que saibamos sobre algo e quando ela quer moldar nosso pensamento e mudar nossos costumes e comportamentos?

Vegano

IMAGEM: BeefPoint

“PESQUISA APONTA QUE VEGETAIS SÃO MAIS EFICAZES DO QUE CARNE”. Essa manchete foi veiculada em um veículo de comunicação que atinge um grande público. Entusiasticamente passada, a mensagem de que comer vegetais dá mais dinamismo ao metabolismo humano e reduz a glicemia deixa qualquer um pronto para se transformar em vegano. Olhando desatentamente, um indivíduo pode dar crédito à notícia só por conter a palavra pesquisa na sentença. Ele não vai primeiramente procurar saber mais sobre isso. A pesquisa pode não existir ou ser uma fraude. A pesquisa pode ser idônea, mas, o fato que ela reporta pode ser verdadeiro apenas dentro de um determinado ponto de vista, que pode não encampar muita gente, tornando inefetivo ou desimportante o resultado. Podem estar apenas tentando convencer pessoas a abandonarem o consumo de carne. Que é o verdadeiro propósito no caso.

Razões para quererem que as pessoas parem de comer carne existem muitas. A começar pela ampliação esmagadora dos negócios no campo hortifrutigranjeiro. Ou da assimilação dos transgênicos e da alimentação artificial, que é toda feita à base de desidratação de vegetais e satisfaz a política do Codex Alimentarius do Clube de Roma.

Recentemente vimos um episódio citando despejo de carne estragada no mercado nacional e de importação, que gerou, inclusive, estranhamente às pressas, uma operação da Polícia Federal batizada de “Carne fraca“, que visava responsabilizar e punir frigoríficos brasileiros, envolvendo até a marca veiculada pela JBS, uma das maiores empresas do ramo no mundo. Empresa brasileira que em sua história fez o contrário de muitas outras, trazendo para o seu portifólio marcas consagradas no mundo, que nasceram em solos imperialistas, como a Swift.

Quando essa notícia apareceu, a bomba que estourou eu acreditei que estivessem querendo com ela apenas tapar os acontecimentos da política. Depois eu migrei minha desconfiança para quererem minar a qualidade da carne brasileira, que ganhava o mercado internacional e andava incomodando muita gente graúda.

Mas, quando os empresários da organização se meteram a fazer, sem estar presos e sem sofrer pressão para fazer, delação na Operação Lava Jato, colocando o Governo Temer em cheque e oferecendo ao público o que este esperava, a cabeça de Aécio Neves, amadureci mais meu raciocínio e cheguei à conclusão de que havia mesmo era mais um golpe vindo para indignar ainda mais o povo brasileiro. O desenrolar dos episódios, colocando a JBS nas mãos dos norte-americanos, ex-donos da Swift, fechou para mim o que eu queria descobrir: o golpe era mais um financiamento da Casa Branca para abocanhar mais uma empresa brasileira de porte. Já havia dado “adeus” a Odebredtch, a Petrobrás está a caminho, essa foi a cartada para levar a JBS. Um “viva” pra Eles, pois, são formidáveis na manipulação para alcançar propósitos!

A JBS agora é deles e nós ficamos mais pobres e menos competitivos no capitalismo mundial, enquanto que equivocadamente lavamos a alma, achando que vamos ver o Governo Temer cair – ou pelo menos deixar de aprovar suas reformas, que é mais importante do que simplesmente o governo cair – e que enfim algum político tucano irá fazer companhia para os petistas na cadeia. Quem acredita nessas hipóteses que se prepare para servir pizza, pois, não passam elas de esquetes com grande apelo popular para arregimentar o público. Ninguém irá para a prisão. Pode até ser que a grande mídia vá fazer parecer que um avatar desses foi setenciado ou que cumpre pena. Só não vão dizer, sem qualquer possibilidade de contestação nem pelo melhor dos céticos, onde os caras estão e se em vez de paisagens paradisíacas eles visualizam o sol nascer quadrado toda manhã.

Bem, o texto permitiu essa volta em fatos da política, mas, voltando a falar sobre a suposta notícia com aparência de militância vegana, outro motivo para a população se tornar vegetariana, e que é bastante importante para os mesmos imperialistas que assaltam o Brasil, é a necessidade de reduzir a ocupação de seres vivos de porte do solo terrestre. Por mais imensa que a Terra possa ser, sua área não comporta mais tanta gente vivendo nela, sob regime capitalista, e tendo que concorrer os espaços com outros animais. Animais improdutivos, como os selvagens, já andam cedendo há longos anos o seu espaço. Quer seja através de caça predatória praticada por humanos, as permitidas e as supostamente proibidas, financiadas pelos grupos conspiradores; quer seja por causa de falta de alimento, desastres naturais provocados pelo homem, acometimento de doenças produzidas para assolá-los, também patrocinados pelos conspiradores.

E os animais de corte, que servem de alimento ao homem desde que este surgiu, sentem sua hora chegar. Os espaços e os alimentos que eles consomem intrigam os engenheiros responsáveis pela engenharia alimentar e de ocupação humana. Imaginam um mundo em que vamos todos viver de transgênicos e de alimentação sintética industrializada. No lugar de pastos, celeiros, bretes e outras construções para assentar animais, haverá mais residências e locais para trabalho. Provavelmente sem a presença de cães e gatos. Produtividade ninja de eletrônicos e artigos de moda. É só o que terá vez na fútil vida urbana que se elevará. Maldito new american way of life. Como denomino no livro “Os meninos da Rua Albatroz“: neocolonialismo.

Portanto, vegano, se você acredita mesmo que a causa que te move a evitar comer carne é impedir a matança de animais, saia dessa matrix de comportamento que prepararam para você. Ou, então, desde já rebele-se e falte com a parte dois do plano deles: mova-se contra a substituição populacional de animais. Já imaginou: você milita a favor da notícia da manchete mencionada, todos nós paramos de comer carne, e em seguida aparece você comandando uma legião de ex-carnívoros para combater o objetivo desses imperialistas de matar animais? Em vez de sobrar o espaço dos animais para o império do mal encher de casas, indústrias, arenas, edifícios e hotéis de luxo, vamos ter bois, vacas, cavalos, cabras, cães, gatos, leões, elefantes, girafas em manadas ferozes acabando de vez com a arrogância imperial. Pisoteando em tudo. Só espero que me permitam dar boas risadas antes de me abaterem.

Como eliminar negros da sociedade de maneira politicamente correta

planetadosmacacos

O seriado de televisão “Planeta dos macacos“, Estados Unidos, 1974, em seu episódio de estréia apresenta a cena em que os dois astronautas intrusos no planeta estão em uma cela, enjaulados pelo chefe do Conselho dos Macacos, Zaius, que tem ânsia por conhecimento e quer os dois vivos para poder extrair deles o objeto de sua ânsia. Por medo de sofrer imposição de cultura estrangeira, Urco, o chefe de segurança pública, quer eliminar os astronautas, mas encontra dificuldades por causa da guarda de Zaius. Urco, então, prepara uma cilada para os astronautas. Ordena que um de seus subordinados deixe a cela destrancada e se posicione atrás de um arbustro, na expectativa de atirar para matar os dois homens por tentativa de fuga. Qual motivo de abate Zaius entenderia e eximiria Urco e seus capatazes do assassinato de suas intenções por ter sido a fatalidade motivo de segurança nacional. Ou seja: procedimento politicamente correto. (Link para o episódio)

Não tenho dúvida de que há uma conspiração agindo no Brasil com o objetivo de tomar posse de suas empresas competitivas mundialmente – como a Petrobrás, que anda sendo fatiada; a JBS, que através de um golpe que envolve a delação dos Batista na Lava Jato passou a ser dos Estados Unidos; ou a Construtora Odebrecht, que já se pode dizer que agora é canadense -, as riquezas do solo do país e, por conseguinte, sua soberania. Completada essa fase de “invadir, pilhar e tomar o que é nosso“, virá a fase de substituição da população. Vão morar a sete palmos abaixo da terra os brasileiros que precisarão ser eliminados; vêm morar nos aposentos deles, fora os casebres, é claro, norte-americanos e europeus médios. Talvez árabes e outros asiáticos de países que participam dos blocos de luxo do capitalismo. Morar e tomar empregos.

Essa substituição populacional será feita obviamente à longo prazo. Os índios, principalmente na Amazônia, já experimentam a dizimação de sua cultura e respectiva adaptação à colonização global. Suas terras já vêm sendo tomadas, mas, ainda não se fala de genocídio tal qual ainda se falará. Algo muito pior do que o massacre ocorrido aos índigenas brasileiros no final da década de 1960, que muitos pesquisadores “fora do subsídio” documentam ter havido participação da CIA na operação.

O que devemos levar em conta é que a redução populacional no Brasil está à todo vapor desde há muito tempo. Paulatinamente, todos as etnias brasileiras são afetadas. Isso se dá imperceptivelmente, pois, um ocasionador de mortandade ou de infertilização de espécimes tem sempre o auxílio da grande mídia, que pertencem os veículos aos invasores ou são sustentados por eles, para fazer os relatos parecerem fluxo natural do progresso e da civilização. Do contrário, a massa suspeitaria da investida conspiratória nociva, se armaria e tentaria evitar o seu massacre ou a sua colonização. Procuram agir, para que a massa compactue com as mudanças feitas contra ela sem ela sentir, de forma politicamente correta.

Um grupo populacional, no entanto, pode ser visto a sofrer agressivamente, mesmo que invisivelmente, esse ataque. O grupo dos negros. A população é feita se submeter a culturas bastantes desastrosas para quem as cultuam. Do hip-hop ao funk carioca, musicalmente falando; do vestir-se maltrapilhado até a banalização do sexo. Do falar de gírias irritantes meticulosamente produzidas para eles falarem ao fato de estarem sempre a se prostrar como excluídos da sociedade e a querer afrontar o branco. Da marginalização por falta de oportunidade de trabalho em profissões que engrandecem, devido à administrada baixa instrução e à defasagem intelectual causada pela baixa auto-estima e pelos interesses típicos dos guetos – como idas a bailes funks, bebedeiras, drogas e arruaças, principalmente as do tipo conduzir veículos com som automotivo ligado com volume ensurdecedor ou o mesmo para aparelhos celulares em locais públicos.

A eliminação de negros ocorre com o advento de brigas entre eles próprios e com os conhecidos abates feitos por policiais ou outras entidades da sociedade, por se comportarem eles de maneira a serem confundidos ou a se colocarem como suspeitos de ameaçarem a segurança nacional. A marginalização do grupo devido ao seu comportamento, modo de se vestir e cultos, faz com que muitos membros vão parar nos presídios. Lá, acabam encontrando a morte. De maneira politicamente correta, como, por exemplo, as planejadas rebeliões em presídio que viram destaque no Jornal Nacional da TV Globo. Ninguém que esteja fora desse grupo reclama ao saber que um negro foi hostilizado e consequentemente abatido pela polícia ou por turmas inimigas quando entra em contato com uma notícia dessas. “Rezando é o que não estavam fazendo“, “pelas músicas que eles ouvem se vê que gostam de violência e de vida promíscua, então, que se fodam, eles é que escolheram“. São coisas do tipo que costumam dizer ao concluir as razões dos fatos.

O segredo é que eles não escolheram nada. Tudo isso é administrado na sociedade. É engenharia social. Existem os canais de absorção dos costumes, das preferências, das palavras de ordem. São as celas com as portas abertas preparadas para fugas. Quais canais de assimilação de informação levam o captador da cultura ao equívoco de se associar a ela e de achar que faz algo espontaneamente, tendo tomado por si só a decisão de fazer. E à ingenuidade de achar que há sinceridade, em vez de maquinação de uma indústria, naquilo que ele se alia. Outros grupos étnicos, religiosos, sexuais e etários passam pelo mesmo. Da mesma forma imperceptível de haver maquinação. E isso se manterá assim até que a agenda dos conspiradores para o Brasil esteja completa.

Leia sobre tudo isso no livro “Os meninos da Rua Albatroz“. Acompanhe mais textos desse tipo aqui no blog nos marcadores neocolonização, substituição populacional, o objetivo da cultura de massa, American Way of Life.