Quando a morte cai bem

Aqui no Ocidente, a morte é vista como o fim do materialismo. E por sermos totalmente materialistas, a tememos. Nos enchemos de angústia e aflição quando ela se aproxima ou quando nos leva uma ente querida. Só o que nos alivia é saber que o instante zero da contagem regressiva para o último suspiro é irreversível. Nada podemos fazer para modificá-lo e perdurar mais um pouquinho no cantinho onde nos acostumamos a estar mesmo se passando privação.

Quando éramos primitivos não tinha isso. Nada de lamentar deixar para trás o que se possui; nada de quem fica lamentar não ver mais quem partiu; mesmo em vida, nada de tomar gosto por recordar momentos vividos e criar frustração devoradora por não mais poder revivê-los. Para o primitivo: “morreu, acabou”.

Tava mais era para encarar a vida como um jogo. Durar o quanto pudesse. Eu, por exemplo, nesse jogo já duro cinquenta anos. Minha meta é chegar aos setenta, mas, se não der, apenas não alcancei essa meta. Nesse meio tempo outras eu alcancei. E isso é o que importa.

Foi quando as sociedades se complexaram é que veio mais proeminentemente o medo da morte. Não necessariamente por uma preocupação materialista. É que inventaram a religião. E com ela a vida após a morte; um vínculo falso dessa vida póstuma com a terrena, que baseado em comportamentos morais tidos aqui na Terra seria determinada, podendo ser boa, ao lado de um ser angelical, ou indesejavelmente má, sob a punição de um ser demoníaco.

A partir daí é que passaram a ficar, aqueles que não atingirem liberdade de credo, reféns da preocupação com a morte. Além da mesquinhez materialista se passou a querer prorrogar a morte sob a alegação de ainda não ter tido tempo de ser altruísta e garantir sua estadia ao lado do ser angélico.

Nessa pandemia, eu conversava com um amigo, cientistas e políticos – e outros líderes mundiais – estão perdidos. Demonstram não saberem o que fazer para controlar o avanço da doença que assola a humanidade. Usam do artifício de deixar que as notícias que apavoram, dadas pela imprensa aliada deles, distraiam da população o embaraço deles, enquanto não aparece uma solução.

Eles atuam moldando a opinião da massa. Seria muito menos eficaz a tática deles se atuassem sobre a cabeça do ser individual. O pior que pode acontecer com o acometimento dessa doença é a morte. Se trabalhassem a mente das pessoas para enfrentar essa particularidade natural de cada um de nós o pânico inexistiria. Menos ainda a pandemia seria problema.

Se todos estivessem conscientizados, tranquilizados, acostumados com a ideia de que morrer é inevitável e que o que importa é até onde conseguimos ir, o que pudemos fazer e que deve ter outra existência sim depois da morte, mas que nenhum vínculo com a fase vivida na Terra tem, questões como, por exemplo, deixar de trabalhar para se pôr isolado e evitar a circulação do agente patogênico, que deixam carecas os materialistas que buscam defender a economia, inexistiriam.

Nisso, se houver colapso de atendimento em hospitais, mortalidade em massa, só seriam afetados esses mesmos líderes que pagam para a mídia gerenciar o pânico. Administrar a humanidade – e o fazem para o seu bel prazer – é da competência deles.

Aquele que estivesse entubado aguardando o último suspiro gastaria seus últimos instantes tomando consciência de até onde foi no jogo e contabilizando pra si mesmo seus feitos. Sem qualquer lamúria, dele e de seus entes queridos, tomaria o barco para a próxima existência e fim de papo.

Eu, particularmente, às vezes penso em todas as coisas que eu gostaria ou tenho para fazer. A maioria delas eu não vejo perspectiva de que vou lograr sucesso na realização do pleito. O motivo principal é o financeiro.

As chances de eu conseguir um bom emprego, que patrocine essas realizações, ou êxito num empreendimento ou na busca de popularidade e aceitação pública para conseguir um bom volume de vendas dos meus trabalhos intelectuais, como meus livros, não me parecem serem claras, de modo que eu possa apostar nelas. E eu tenho nítida noção de que isso é que é o normal da vida do terreno médio.

Tem momentos em que sinto algum mal-estar, algum incômodo físico, alguma dor ou depressão, que penso que morrer me cairia bem. Não deve existir quem ache que nossas sensações orgânicas são sentidas no mundo espiritual, será que deve? É preciso de um corpo físico com órgãos funcionando para sentí-las.

O mundo espiritual é que nem o que temos em mente quando imaginamos. É que nem o que experimentamos quando estamos sonhando. É presença pura, consciência pura.

Andam noticiando que a Nasa teria detectado evidências de um Universo paralelo, eu não tenho dúvida que quando imaginamos ou sonhamos estamos o acessando. Estar morto seria estar nele ao invés de só acessá-lo. Logo, por que eu lamentaria morrer se quando imagino ou sonho eu não sinto dor, depressão ou passo privação? E ainda vivo só experiências incríveis, atemporais e não locais. Sem qualquer limite que o corpo humano possui.

Agora é esperar este texto ter o acesso dificultado porque se muita gente refletir sobre ele e começar a pensar assim fracassarão os trabalhos da grande imprensa, criadora de pânico, das religiões criadoras de temor e falsas esperanças, dos administradores da humanidade, que só pensam no próprio umbigo… Para melhorar a audiência não vou pôr anúncio e links para a compra de nenhum dos meus livros.

Nada está por vir, tudo é você quem traz ou vai até

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IMAGEM: http://home.lawsoup.org/

O ser humano pode usar como referência para explicar o que é estar vivo sua faculdade de esperar por acontecimentos vindouros. O tempo todo lidamos com a sensação de que algo está por vir ou está pra ser configurado. A eterna ilusão de que existe o futuro.

O mais comum é esperar a chegada do acontecimento que o tirará de uma situação presente, geralmente, esta, de ordem econômica. Mas, qualquer espera, por mais que ela pareça sólida, como aguardar chegar ao local de trabalho estando dentro de um ônibus que ruma para o próprio ou aguardar o fim de semana fecundar para ir a uma festa, dá no mesmo. Tudo isso é ilusão e são as nossas expectativas e o nosso mexer de pauzinhos para viabilizá-las é que produzirão os momentos que aguardamos, mesmo se eles forem diferentes daquilo que se passou em nossas mentes a maior parte do tempo até a consolidação do fato.

Quando se espera algo de um jeito e isso sai de outro, ou seja: nos imprevistos ou nas mudanças de plano, às vezes percebendo-se conscientemente o caminho se alterar, às vezes intuitivamente, sem muita nitidez, seguindo uma dinâmica veloz demais, nossas expectativas vão sendo alteradas sem o nosso controle. Mesmo nessas ocasiões não podemos dizer que o que foi vivido por nós não foi por nós antevisto. Efêmeramente, mas antevisto. Sem dar chances de tomarmos providências para enfrentar a ocasião, mas, previsto.

Isso faz acreditar que somos donos do nosso destino sim. Basta termos controle sobre nossos pensamentos vinte e quatro horas por dia e criarmos as expectativas nos adequadas para lidar com eles que realizamos o que quisermos.

Não é nada fácil fazer isso, eu sei. Nem tão pouco acreditar que isso ocorre ou que seja simples assim. Mas, a fórmula para se ter controle total da realidade obriga-nos a ser eficientes com o que pensamos. É imperativo que dominemos nossos pensamentos e não que eles apareçam e tomam conta de nós, como se não fôssemos os originadores deles ou os responsáveis por eles. E é tão simples aceitar essa informação como verdadeira! Qualquer um admite que seu dia é exatamente como foi pensado por si próprio durante o tempo em que se esteve em vigília. O que ocorre durante nossas distrações nos satisfaz mais, mas, é devido a outro ensinamento, que tecerei a respeito em outra postagem.

Temos nossa hora de acordar, caso a expectativa de o despertador do celular funcionar seja satisfeita. E na maioria das vezes é. Em se acordando, seguem-se as rotinas cerimoniosas até a hora de sair de casa para ir para o trabalho, por exemplo. No trabalho, a execução das tarefas e os relacionamentos interpessoais também satisfazem expectativas.

E tudo se realiza automaticamente, como num stream de video na internet de antigamente: acumulava pacotes de dados, exibia um tanto, parava de exibir; acumulava novamente, reexibia. Similar a tirar da memória a rotina a seguir, esperar os eventos acontecerem, experimentar como puder, quase sempre sabendo o que fazer. E assim passam-se os minutos, horas, dias, meses e anos. E a existência se forma.

A proposta deste texto é tentar provar que se você quiser, se você for corajoso o suficiente, pode sair de qualquer insatisfação, a qualquer momento, e passar a viver da forma que te satisfaz. É preciso coragem, determinação e confiança, é bem verdade. Mas, o que é preciso mesmo é destituir-se das matrizes de comportamento nos implantado para aceitarmos viver na ilusão de que futuro existe e que chegamos até ele por puro acaso.

Nos fazem pensar assim porque dessa forma não usamos nosso poder de materializar o que pensamos. Não procuramos imaginar um dia melhor e mexer os pauzinhos para viabilizá-lo. Você vai querer passar o dia pensando estar em uma fábrica diante a uma esteira executando uma rotina de operário se eles deixassem esse segredo chegar até você? Não vai, não é mesmo? Vai querer ter as expectativas que seu patrão firmemente mantém, que são ver seus operários produzindo, os produtos que eles produzem saindo, o dinheiro das saídas entrando e ele o gastando com algo bem prazeroso. E vida que segue!

Muda status quo, acaba com mordomias e regimes governamentais, se todo mundo de repente souber desse segredo e resolver testá-lo. Para que ninguém faça isso é que existem coisas como a mídia, os produtos dela, o esporte, a arte, a química do sabor, a exaltação do sexo, a indústria da fé, o ativismo e as causas, as lutas de classe, o turismo, a moda ou as baladas. E outros instrumentos que dirimem as intenções nobres. Nos ocupam ou preocupam e nos desviam a atenção essas coisas. Nos divertem e nos corrompem a mente para a diversão descabida e obrigatória.

Membros de sociedades secretas conhecem esse conteúdo filosófico e o utilizam. E estão sempre conspirando para que o próprio fique restrito a eles. Dizem que Abd-ru-shin – pseudônimo do escritor alemão Oskar Ernst Bernhardt – colocou no livro “Im Lichte der Wahrheit – Gralsbotschaft”, no Brasil:  “Na Luz da Verdade – Mensagem do Graal”, esse pensamento e várias informações ligadas a ele e que levam a uma meditação libertadora, que livra o ser humano de todas as prisões que ele conhece e é levado, pelo poder que sofre, a sustentar. Um conjunto de ideias que conhecido por completo se atinge certo nível de consciência capaz de desaprisionar o indivíduo em todas as suas amarras.

Hitler, que era obscecado por esoterismo, proibiu a circulaçao dessa obra e colocou o autor sob a vigilânia da Getaspo. Olha o quanto ela compromete a elite que deseja que a realidade de cada um de nós continue sendo do jeito que é.

Se você não controla a sua mente, alguém o faz em seu lugar.
E tira ele vantagem disso
“.

Acompanhe as próximas postagens deste blog para conhecer outras explanações que se relacionam e completam esta. Visite todo o blog e conheça os livros publicados pelo autor deste veículo e adquira para incentivar a continuação das postagens.

O mundo é o que você ingere diariamente

Todo mundo morre de pena de alguém quando vê que ele tem algum tipo de deformação. Além de ter dificuldades físicas por causa da aberração, é alguém que vai ter bastante problemas sociais porque simplesmente parece um monstro. As pessoas que morrem de dó desse alguém só vão dar a ele o que ele não precisa: dó. Vão dizer “ah, eu gostaria de ajudar esse coitado, mas quem sou eu, sou só uma gota d’água”. Ou isso ou elas vão lhe dar uma esmola de merda e achar que fez sua parte e que foi importante na vida do infeliz. E ainda os que acham que o sujeito é assim porque em vidas passadas ele aprontou bastante, então, tá cumprindo o devido karma. E ainda tem os humanistas: “é um problema genético, a Ciência ainda desconhece a causa”.

Quando é no olho da gente, quando é a gente que tem ou aparece com uma deformação ou uma prole da gente é que tem, então, vamos culpar Deus por nossa infelicidade, vamos achar que Deus não é justo.

Só que Deus criou o mundo – falando como cristão – e entregou ele perfeitinho para o homem, que ele também criou, usar. Não precisava artificializar nada, industrializar nada, bastava a comida orgânica que ele deixou nas árvores e na carne dos outros animais para a gente comer. E não essas porcarias cheias de acidulantes, corantes, ácido ascórbico, dioxina, glúten, açúcar, álcool que a indústria de alimentos artificiais nos fazem encher o rabo com elas.

Bastava a água que corria nos rios – alcalina, saudável – pra gente beber, direto da fonte, e não caçar purificá-la, pois ela já era pura. Nada de encher ela de tóxico – flúor, cloro e outras substâncias que gostam de chamar de sais em vez de veneno – sob alegação de que se estaria limpando a água para o uso humano.

E já que Adão e Eva comeram da maçã e por isso passaram a precisar de roupas e de utensílios para comer e beber, devíamos nos limitar a vestir e a utilizar como utensílios e vestimentas a folha de parreira, a tigela de barro, o jarro de cerâmica. Nada de plástico, alumínio, tecidos sintéticos, derivados do petróleo, aquecimento em forno de micro-ondas. Tudo isso intoxica. Adoece. Vira câncer, diabetes, Alzheimer. Afeta a sexualidade, a potência sexual, a fertilidade.

Veja  o vídeo abaixo, que é uma verdadeira prestação de serviço social e lição de amor à humanidade. Aquilo que a Anvisa deveria fazer e não faz, pois, gananciosa, só quer saber do dinheiro que o consumo de veneno que as pessoas praticam dá, o autor do vídeo faz, uma vez que em vez de vetar os produtos industriais alimentícios e farmacêuticos a Anvisa os aprova para o consumo sem pensar nas questões que no vídeo abaixo são levantadas. Você devia vê-lo e refletir.

Tenho certeza que se você se preocupa com a sua saúde, quer ter filhos – e saudáveis – e se espanta com  o excesso de pessoas mutiladas, malformadas e deformadas que vem nascendo você vai aderir a corrente que exige do mundo o fim da industrialização da natureza.

Faz todo sentido o que acusa o estudo e teoria apresentados. Você beber um refrigerante aqui, porque sabe que a Anvisa aprovou o produto e que ele por si só não faz mal, comer um pão com margarina ali, escovar o dente logo a seguir com a pasta X, tomar um pouco de água com cloro e flúor ao final do ritual, vestindo uma jaqueta de nylon e ainda contribuindo com uma pitada da radiação que seu celular emite é diferente de você só fazer uma dessas coisas. Essa combinação toda, nenhuma das fábricas – que fazem seu produto isoladamente e sabe só o que acontece com ele e não ele combinado com outra coisa de outra fábrica – e nem a Anvisa sabe o que vai fazer com o seu organismo a longo prazo. Você acaba fazendo uma experiência consigo mesmo. Sabe-se lá que substância vai se formar. E é você quem tem que arcar com o que vier a te acontecer.

Assista o vídeo e compartilhe a postagem ou o vídeo se você ama o próximo e quer começar uma reação ao problema.