Morreremos de fome se não quisermos morrer de câncer

Putz! Meu perfil no Whatsapp chove de terrorismo informacional. O mais comum é o temor pela configuração de guerra entre Irã e Estados Unidos. Sobre esta, eu até já espalhei por aí meus comentários fora da caixa. Esse embate já é pensado há bastante tempo e vai saber se todos os citados nele – Estados Unidos, Brasil, Irã, Rússia, Venezuela, China, Ucrânia, Criméia, Argentina, França, Coréia do Norte – não estão de mãos dadas prontos para encenar seu papel no conflito.

Afinal, a população mundial supera a possibilidade de gestão do Capitalismo, o sistema econômico vigente em todo o planeta. Visível ou encripadamente. Guerras resolvem problemas como superpopulação – dizimando pessoas e animais da face da Terra, liberando alimento e espaço – ou de desemprego – haja vista a iminência da Quarta Revolução Industrial, que vai fazer sumir com mais de 800 milhões de vagas de emprego e várias profissões e possibilidade de empreendimento. Sem que aqueles que ganhariam seu pão neles desapareçam junto. E isso afeta também a arrecadação pública e faz com que políticos, juristas e servidores públicos entrem na fila do desespero. Não é a toa que pregam tanto a favor do Estado-mínimo ou liberalismo econômico.

charge_alimentos_com_agrotoxicos

Também não é a toa que Jair Bolsonaro teria dado de bandeija a Base de Alcântara para o Tio Sam usar: já estaria planejado destinar ao padrinho de campanha eleitoral o excelente ponto para enviar mísseis em direção à Europa. Até coisas como a Reforma da Previdência pode ser analisadas com essa ótica. Mandarão jovens para morrer na guerra e precisarão com isso que os que estão trabalhando, prestes a aposentar-se, esperem mais um pouquinho no trampo. E mais a homofobia massiva: Ao acabar a guerra haverá a necessidade de recompor a população. Pra isso é preciso que homens e mulheres se acasalem e haja procriação. Tô certo ou tô errado?

Mas, o que me levou a escrever esta postagem é outro compartilhamento de terrorismo: A guerra contra os produtos alimentícios adoecedores. Vulgo: produtos industrializados. Cheios de açúcar, corantes, conservantes, acidulantes, gordura hidrogenada, glutén, carbonato de sódio, aspartame, flúor, cloro e centenas de outras substâncias químicas adoecedoras mais. Algumas transgênicas, outras abusam de agrotóxico.

O refrigerante, a margarina, a gelatina, farinha Láctea, o biscoito Club Social, Nesfit/Belvita, Maizena, leite em pó, Sucrilhos, sucos do tipo Clight, refrigerantes além da Coca-Cola, conforme o viral, o professor da Esalq (escola de agricultura em Piracicaba, SP), Marcos Sorrentino, copiando outros que, contundentemente, desde de antes da primeira década do século XXI terminar, como o Dr. Lair Ribeiro, condenou.

Muitos dessa lista eu como ou bebo há cinquenta anos e por enquanto ainda estou sadio. E sem falar na lista de remédios industrializados que me aliviaram e ainda aliviam a barra e estão hoje na lista negra.

Só não entendi porque não condenou também a cerveja! Acho que ele ou o autor do viral terrorista não queriam criar confusão com consumidores que preferem morrer do que ficar sem seu produto favorito. A gente não pode agradar todo mundo, não é mesmo? A gente não é cerveja!

Agora, o certo a fazer o viralizador não incentiva em seu post. Já que corremos tanto risco de contrair câncer de toda sorte, Alzheimer, diabetes ingerindo – e degustando com boca boa – essas gostosas e de boa aparência porcarias industrializadas, por que não cobram da Anvisa um pronunciamento em cadeia nacional a respeito? Por que não exigem que membros renomados da comunidade científica, pra lá de credenciados, vão à imprensa para defender categoricamente a verdade por trás desse ataque se ela existe?

Assim, tomaremos atitudes que forçam a indústria alimentícia a acabar com esse esquema de comercializar produtos que abastecem de capital a indústria médica-farmacêutica. Não é mesmo?

Ao presidente da república não adianta enviar tweets: ele só responde à gente da panela dele. Não difere em nada de seus adversários tucanos e petistas em matéria de acessibilidade ao público. O presidente não quer saber de nossos reais problemas, só dos que ele acha que temos.

Agora, pensemos nessas atitudes, que não seria diferente de boicotar o consumo dos porcaritos. A indústria iria deixar de faturar, com isso deixaria também de empregar. Deixando de empregar, ficaremos sem emprego. Desempregados não teríamos como comprar entre outras coisas comida. Sem comida, não morreremos de câncer ou outra dessas doenças, mas, morreremos de fome. Dá pra entender porque é tão delicada a questão?

Essas questões sobre engenharia alimentar e medicinal são discutidas no livro “Os meninos da Rua Albatroz“. Adquira um exemplar e conheça a discussão!

 

O antipetismo hoje é uma ‘Luiza que voltou do Canadá’

antipetismo

Os colegas num grupo de Whatsapp passavam pra lá e pra cá vídeos que os ajudavam a venerar o antipetismo. Nada como bater em cachorro morto pra se cultuar o ar de superior. Um outro, num perfil solo do ‘zap’, me mandou um vídeo em que pessoas limpinhas e branquinhas apareciam insinuando serem militantes ou apoiadores do MST, querendo invadir uma região em Brumadinho, Minas Gerais, que pertenceria a Vale, sugerindo que o braço político do PT entendia que a empresa perdera direitos por causa do acidente ocorrido na região, da qual ela vem fugindo das responsabilidades lhe atribuídas. E o governo moralista “paga pau”.

Em primeira instância a gente pensa que ainda não estão satisfeitos com o arraso feito na imagem do PT. Ou, então, o medo da legenda é tão grande, que a tranquilidade jamais chegará para os oponentes dela.

Só que o petista está quieto num canto, abatido, derrotado, à espera da reorganização da nação para enfim escolher para que lado vai. Muitos mudaram de lado antes mesmo de findada a eleição 2018. Eu, por exemplo, vivia cercado de petistas. Hoje estou cercado de bolsonaristas. E sem ter mudado ninguém à minha volta.

Quem anda fazendo oposição ferrenha ao Governo Bolsonaro são pessoas que possuem poder para fazer aparecer suas ações, cheias de objetivos que não interessam nem um pouco ao governo deixar serem cumpridos, e que utilizam a efígie radical dos petistas para ganhar atenção suas causas, se mantendo os autores nas escuras, longe de desconfiarem de quem são os verdadeiros insurgentes e quais são seus verdadeiros objetivos. “Deixem que os inocentes dos bolsonaristas transitem pra lá e pra cá nosso material de guerra“, devem falar nos redutos onde se escondem.

Por outro lado, o próprio Governo Bolsonaro, especialista em propagar fakenews, como se suspeita, precisa que o antipetismo continue existindo. Se isso pára, a atenção das pessoas é desviada para aquilo que o governo quer esconder até que possa ser mostrado, quando não dará mais para fazer nada pra mudar.

Imagine o quanto a audiência dos telejornais da Globo e todo o material do PIG não despenca se de-repente o antipetismo acaba? É bem capaz desses grupos de mídia, para o próprio bem gritarem: “Volte PT”, “Faça tudo de novo”, “Eu quero vender ódio”.

O antipetismo hoje faz o papel que fez a Luiza que voltou do Canadá. Aquele meme de 2012 que fez a paraibana filha de um engenheiro famosa e o Youtube crescer e se tornar, no Brasil, o que é atualmente. Aquele vídeo importantísssimo, que não levava ninguém a lugar algum, mas, milhares de pessoas o espalhou mesmo assim. Tal qual fazem nas redes sociais na internet e nos celulares os antipetistas com seus virais.

O curioso é que o antipetismo começou a ganhar forma em 2012. Três anos antes, o Wikileaks divulgou que Michel Temer trocara telegramas com a Casa Branca em 2006, reivindicando intervenção no Brasil, preocupado com o rumo que o Brasil tomava em direção ao socialismo.

A CIA, então, teria treinado o juíz Sérgio Moro, hoje ministro de Bolsonaro, para conduzir uma operação visando destruir a imagem do PT já em 2013. Mas, não foram eficientes à tempo e o pouco de amor pelo PT que ainda existia na população fez com que Dilma Rousseff fosse re-eleita. Temer se mantinha como vice dela e ficara à espera do momento em que o Tio Sam o faria subir de posição na presidência.

Eu não ajudei a eleger Jair Bolsonaro. Mas, e aí? Vou passar quatro anos rejeitando e secando tudo o que o governo fizer? Vamos, toda a nação, ficar estagnados, esperando a próxima eleição?

Eu não! Sou ateu (vocês não acham que eu continuaria cristão depois do bolsonarismo ter surgido, acham?), mas, esta vou retirar da Bíblia: “Examinai tudo, retendes o bom“. É claro que tem coisa boa vindo por aí. Desde que saibamos lidar com elas e acima de tudo colaborar. E deixar de lado os bolsonaristas o antipetismo é tão importante quanto a dor de cotovelo os esquerdistas.

O antipetismo é uma doença neurológica, precisa ser tratada. O paciente se sente numa sala de parto durante o tratamento. E tal qual a mulher que quer regozijar com o fato de ser mamãe tem que antes passar por uma imensa dor, o Brasil não será consertado sem que passemos pelo mesmo. Sacrifícios advirão. Mas, depois da dor, será só alegria.

Um outro exemplo de que quando nos submetemos a tratamentos e nos livramos do mal que nos acomete a gente vê a vida mudar para melhor: Não é verdade que quando um ex-drogado palestra sobre si ele conta que subiu na vida depois que deixou o vício?

Neste caso tem alguns cuidados a serem tomados para não haver recaída. Geralmente, eles comentam que encontraram a salvação na fé em Jesus Cristo. Bem, incomodam os outros, fazem seu dinheiro explorando a fé religiosa. Porém, isso não é tão honesto, mas, no Brasil não é nenhuma irregularidade. Melhor não acabar com essa boquinha pra não termos de volta o drogado, que é muito pior do que o alienado.

É só controlar para que os caras não se transformem num Malafaia, num Macedo ou num Santiago. Senão, ó, o poder faz a cabeça e podem fazer com que Jesus vire Jah. Se é que me entendem! E o número de igrejas que não pagam impostos e ainda assim merecem a condescendência do presidente aumentará. É bom lembrar que os seguidores de Jah não vão atrás de pão e vinho pra fazer seus milagres ou jejum pra entrar em estado de gnose.

Dá pra perceber com essas ilustrações que banir da natureza o antipetismo só fará o país crescer?

Eu reclamei que Bolsonaro não fala para a população em cadeia nacional de radio e televisão pra deixar bem explicadinho, tirando os medos e dúvidas do povo, seus projetos, sobretudo a Reforma da Previdência. Visando isso destruir o marketing destrutivo dos apelidados de petistas e produzir garantias para a população quanto ao que reza as páginas da proposta para a aposentadoria dos trabalhadores.

Um colega comentou no meu comentário que Bolsonaro está sendo muito cobrado e que gostaria que os outros presidentes do Brasil antes dele também tivessem sido. Mas, pensemos: Quem votou nos outros presidentes? Não foram os mesmos eleitores que votaram em Bolsonaro, uma vez que o antipetismo mudou a ideologia de todo mundo? Não cobraram dos outros presidentes antes por quê? Já que cobram agora. É pra não cometer os mesmos erros, certo? O principal: não realizar cobranças.

Combatemos então o antepetismo e os usurpadores da má fama dos petistas. Aí, sim, mantendo o foco no que importa, vamos realmente vencer essa batalha e salvar o país. Unidos.

Que enfiem o petróleo no c…

obama-sanctions

IMAGEM: Kikacastro

Vamos entender o que é a crise na Venezuela que estão repercutindo à revelia na grande mídia brasileira enquanto você perdoa os deslizes do Flávio Bolsonaro e não vê a Reforma da Previdência ser aprovada.

O país é o que mais reserva de petróleo tem no mundo. Isto faz com que as grandes petroleiras, através do Governo dos Estados Unidos, se interessem em controlar o país, que consideram se tratar de um povo muchacho, negro, cultura inferior e que não merece ser dono da principal riqueza da Atualidade.

Desde Hugo Chavez, o povo venezuelano vem brilhantemente mostrando ao mundo que não vai ceder sua riqueza e nem se deixar ser escravizado pelos larápios imperialistas yankees. E a ferro e fogo defende seu território, sua soberania e seu orgulho da avareza e soberba norte-americana.

Então, os imperialistas elegeram um fantoche como presidente da república venezuelana, forçaram o reconhecimento rápido dessa presidência ilegítima, que nem fizeram no Brasil com Michel Temer, e forjaram uma crise interna no país, se valendo principalmente de embargos econômicos, para derrubar o governo não aliado do chavista Nícolas Maduro.

E com a ajuda da grande mídia mundial, cunharam uma imagem para ser vendida da Venezuela, a qual sugere ao incauto que acredita em trabalho de pseudosjornalistas haver na nação extrema pobreza e necessidade financeira e filantrópica. Que nem por anos e anos fizeram com Cuba.

Com essa imagem falsa ou forjada, os escravocratas imperialistas tentam arrancar, na base da comoção imbecil, adeptos à sua obscura luta. E a gente tá vendo que eles são bons estrategistas e marqueteiros e conseguem o que querem. Logo logo, com a ajuda dos comovidos altruístas, capachos dos Estados Unidos, viventes do mundo todo, os magnatas do petróleo vão pondo a mão no tesouro da Venezuela.

E aí, com o golpe se sucedendo, essa ajuda some, junto com a crise forjada. E a imagem da Venezuela, num estalo de dedos, mudará para outra, parecida com a de Porto Rico, posto avançado yankee. Mais tarde: para uma Cuba de Fulgêncio Batista. Uma Nicarágua de Anastasio Somoza. Um Chile de Pinoquet. Uma Argentina de Péron. Um Brasil de Castelo Branco a João Figueiredo. E todas aquelas ditaduras rendidas aos Estados Unidos que a história da América Latina nos conta.

História que Jair Bolsonaro, pai e educador de Flávio Bolsonaro, quer tirar das escolas não é por acaso. Afinal, os mesmos truques usados pela CIA para instalar aquelas ditaduras estão em uso nos países onde os EUA instalaram presidentes fantoches e estão de olho em seu território e riquezas.

E não é à toa também que a pedagogia de Paulo Freire – que ensina a raciocinar e a entender armações de grandes engenheiros sociais – é jogada para escanteio ao comando de um ministro colombiano que acha que o importante pra educação é o aluno cantar o Hino Nacional Brasileiro antes de entrar pra sala de aula.

É como versou em música o Renato Russo: “depois de vinte anos na escola, não é difícil entender todas as manhas do seu jogo sujo“. Pra que correr o risco de ver a estrofe se completar com “Não é assim que tem que ser. Vamos fazer nosso dever de casa e aí então vocês vão ver suas crianças derrubando reis e fazer comédias no cinema com as suas leis“?

Se não tivesse funcionado no Brasil a prisão do Lula e a consequente eleição do representante yankee para a Presidência da República, uma hora dessas era para cá que estaria vindo a ajuda humanitária junto com solidariedade vagabunda que parte de cada coração manipulado pelos globalistas mercenários. E o petróleo a ser assaltado receberia a companhia do nióbio, do grafeno, da selva amazônica… Coisa que já é rotina por aqui porque o grosso da população não tem consciência política e é presa fácil para as trapaças da grande mídia e dos políticos.

E todas essas notícias golpistas que a Rede Globo, principalmente, injeta na sociedade local, achando que é todo mundo que tá acreditando no que seus pseudojornalistas e âncoras idiotas vomitam e defecam, se refeririam a um país que se situa no coração da América, em um ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico. Cujo povo atende ao gentílico brasileiro.

Eu não contribuo com esses golpistas. Quero mais é que os Estados Unidos se fodam. E o governo brasileiro também. Idem a Rede Globo. Que enfiem o petróleo no c…

A fome na Venezuela é negra, oleosa e bate é na barriga de gringo de cartola

petroleovenezuelano

Na minha opinião, os Estados Unidos são o país mais ladrão e corrupto do mundo e o Brasil, pelo menos esse do Governo Bolsonaro, o mais trouxa. E não poupo aquele brasileiro que não se preocupa em se informar e por isso vira presa fácil desse sistema em que vive, acreditando no que lhe fazem parecer ser a verdade dos fatos e tomando parte na história dando seu apoio cego, de gente ignorante.

Os Estados Unidos são ladrões porque querem se apropriar de tudo o que pertence aos outros. A bola da vez é o petróleo da Venezuela. O Tio Sam tá inseguro quanto ao que é de direito exclusivo dos venezuelanos ser explorado por um povo comandado por um chefe de estado que saca muito sobre a fragilidade que é o capitalismo e a importância que tem os donos do petróleo no mundo na distribuição de cartas.

Infiltraram moleques no meio do povo venezuelano e colocaram para aparecer na frente das câmeras – exatamente de quem? Dos imperialistas – da imprensa golpista mundial para fazer parecer que há gente passando fome na Venezuela, precisando de remédio, de outros donativos. Que há gente insatisfeita com o governo de Nicolas Maduro e quer que as outras nações ajudem a depô-lo. Tudo simulação. Coisa de forças-tarefas da CIA, que tanta história de corrupção de pessoas rendeu à geopolítica.

Tem gente passando fome pertinho do Tio Sam: os haitianos. Por que essa gentileza deles em acabar com os problemas socioeconômicos dos venezuelanos não se reverte para o Haiti? Ah, porque lá não tem petróleo pra se assaltar, né mesmo?

Se o desgraçado e ladrão do Trump é tão misericordioso realizando campanhas solidárias para tomar a Venezuela pé-ante-pé, por que então ele quer murar o México para evitar que famintos entrem em seu país? Conta outra babaca, pra quem tem inteligência!

E o fantoche, capacho de gringos, Governo Bolsonaro? O Brasil com tantos problemas, incluindo o de fome da própria população, e o pau-mandado do presidente eleito sob financiamento e manobra do Tio Sam, na minha opinião básica, para ajudar os EUA a convencer o mundo de que a Venezuela precisa de ajuda vem com onda de querer enviar para os vizinhos do norte remessas de donativos, entre eles comida – podre por sinal – e remédios.

Ora, se a Venezuela estivesse mesmo tão carente de medicamentos, gente competente como os médicos cubanos já estariam lá. Sem participar de qualquer golpe pra viabilizar a apropriação indevida que querem fazer no país também hispânico.

E esse negócio de conflito na fronteira? Será que a gente nunca viu esse truque, essa operação de falsa bandeira que é colocar gente pra simular conflito e obrigar a população mundial a exigir intervenção no local onde os donos querem mais é que os invasores, incluindo os denominados rebeldes, sumam de seu território e os deixem em paz?

Não foi essa mesma manobra de opinião pública que aconteceu na Colômbia em 1964? Quando preocupado com o avanço do socialismo proporcionado pelas FARC nesse país os Estados Unidos introduziu grupos para provocar brigas entre os ruralistas colombianos e os socialistas, ocasionando uma guerra civil que se tornou a maior da América do Sul. Depois que o povo ficou brigando entre si, o Tio Sam, novamente pé-ante-pé, saiu de fininho e ficou só esperando a carnificina para ir lá buscar o que queria sem ter que enfrentar oposição ou mal julgamento de todo o estrangeiro.

Tá na hora de ficar mais esperto. Quem tem dificuldade em enxergar essa verdade, está com a opinião moldada e quer um basta nessas notícias, deveria pelo menos pressionar para que o governo brasileiro se atenha aos problemas do Brasil. Governar para os Estados Unidos, pra que tiraram o Temer? Não votaram por mudanças?

E esse governo incompetente também tem que tomar safanão do seu agora arrependido eleitor – como estou dando risadas desse arrependimento no Facebook -, exigindo que ele aprenda a apresentar proposta que interesse a população e aja como adulto, deixando de tratar como criança o povo pra ver aprovado, na base de golpe, tudo o que quer aprovar – em benefício dos filhos de uma pauuuuta dos Estados Unidos. Chega de fakenew, presidente. Já deu com o que propagaram para iludir os bobos que o elegeu.

E essa imprensa golpista, essa Rede Globo… ah, disso não é preciso mais comentar. O estrume do âncora número um do JN acha que a gente não vê o compromisso do telejornal fracassado em viabilizar a crença nessa historieta produzida para bobo dar moral, que é a tal situação caótica da Venezuela.

De pensar que o Brasil poderia estar no lugar que a Venezuela toma nas manchetes dos jornais do mundo hoje. Só não está porque por aqui o povo não tem a consciência política que tem o venezuelano e sucumbiu ao golpe yankee de lançar uma candidatura que representasse os interesses norte-americanos e colocá-la pseudodemocraticamente na presidência da república no lugar do Lula, que até conseguiram colocar em uma prisão para que os planos não fossem estragados.

Na Venezuela, o mesmo golpe não deu certo. Financiaram o fantoche do Juan Guaidó, mas, lá eles não conseguiram colocar Maduro na prisão. Por isso o golpe dado no brasileiro não funcionou contra o venezuelano. Como o Tio Sam não sabe perder, estamos vendo o circo que armaram cheio de números de palhaços para depor Nícolas Maduro. O mesmo circo que armaram para prender e manter preso o Lula.

A propósito: Lula livre dificulta bastante os objetivos do Tio Sam não só na Venezuela, mas, também em toda a América Latina. E o nobel do homem vem aí. Podes crer!

“Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros.”
Che Guevara

De onde vem a atual bajulação da imprensa corporativa à Jair Bolsonaro?

IMPRENSA VENDIDA

Desde o começo da campanha eleitoral para presidente da república, Jair Bolsonaro se manteve com a mesma postura arrogante dos momentos preliminares e o mesmo discurso que tornou-o popular. A imprensa corporativa ignorou sua capacidade de fazer frente ao candidato dela, Geraldo Alckmin.

Evoluiu-se o tempo e mesmo tendo subsídio midiático a preferência de votos por Alckmin não batia sequer a por Marina Silva. E, ainda por cima, os veículos de comunicação hegemônicos se viram obrigados a preocupar com o quadro eleitoral, que mostrava Jair Bolsonaro enfrentando Fernando Haddad no Segundo Turno.

Isso podia piorar e piorou: Jair Bolsonaro era apontado como vencedor já no Primeiro Turno. Para os canais de comunicação, tantos os radiotelevisivos quanto os de imprensa escrita não ter segundo turno era um desastre. Significava redução na audiência esperada e de venda de exemplares que o evento Eleição política proporciona se estendido ao máximo possível o tempo de exploração do assunto. Passaram, então, os veículos a promoverem o PT para que o público eleitor de Jair Bolsonaro dispersasse e isso forçasse o turno final.

Nesse momento, em discussões entre populares, sempre que um esquerdista ou simpatizante cirúrgico de Haddad esfregava na cara de um eleitor do Bolsonaro notícias veiculadas pelos principais órgãos de imprensa sobre o seu candidato, este dizia: “é tudo mentira, calúnia, coisa de esquerdista para derrubar o homem bom“. Ele duvidava da mesma imprensa que outrora caluniou o PT e pôs Lula na prisão. E as mesmas táticas de moldagem de opinião e de assassinato de reputação estavam a ser usadas. Ou seja: Para ele, quando é conveniente o que publica essa imprensa é verdade; quando não: é calúnia, matéria paga.

Ocorreu que Bolsonaro ganhou. E a imprensa corporativa, por enquanto exceto a Folha de São Paulo, retornou ao modo padrão: destruir a imagem da esquerda. E anda bajulando Jair Bolsonaro e seus ministros escolhidos até agora. Os bolsonaristas, nos mesmos momentos de discussão mencionados anteriormente neste texto, agora se sentem confortáveis com o que diz essa imprensa. E soltam coisas como “eu não te falei que eu estava certo no meu voto e no que eu falava sobre as notícias tanto de um lado quanto do outro“. Tudo voltou ao normal era o que se podia responder para estes.

Entretanto, junto com a bajulação a imprensa PIG se vê obrigada a noticiar as barbaridades que Bolsonaro vem proporcionando ao seu eleitor. Seu não-eleitor já esperava pelo menos impacto. Só não sabia que seria tanto.

A essas novas o bolsonarista prefere se iludir e manter posando de quem não está arrependido do voto e que está confiante de que o merecedor do seu voto sabe o que está fazendo. Até se iludem dizendo para si e para uma plateia que os históricos dos ministros escolhidos pelo futuro presidente não são os que se conhece. Se fizerem uma cirurgia midiática nesses históricos para se convencer a opinião pública, para ele “tá valendo“. O importante é a satisfação ser mantida, mesmo que falsamente. Os bolsonaristas negam até mesmo imagens indubitáveis em vídeo com esses protagonistas de escândalos dando razão ao que é informado sobre bastidores registrados em mídias menos convincentes.

Bem, como sempre meus textos ficam grandes, mas, eu queria discorrer apenas sobre a bajulação da Globo. Por que ela ocorre? O que vale para todos os outros mecanismos de imprensa corporativa que estiveram do lado de Fernando Haddad e agora cooperam com as barbaridades de Bolsonaro.

Bolsonaro mandou recado, logo que iniciou a campanha eleitoral do segundo turno, para a imprensa em geral. Falou em cortar verba pública se eleito, falou em perseguição à liberdade de publicação, falou em fechar veículos. E a Folha de São Paulo levou a público a denúncia sobre o Bolsolão (Caixa 2 bancando fakenews destrutivos de imagem dos concorrentes de Bolsonaro).

Se a Globo quisesse, a campanha de Bolsonaro morreria neste momento. Relembrando o que teria dito o Ricardo Teixeira quando das denúncias de seu envolvimento em um esquema de corrupção na FIFA: “se não apareceu no Jornal Nacional, não me preocupa“. Só que a Globo não o fez. Se fazia de opositora do ex-capitão do Exército concorrente à presidência da república, mas, se calou. Por quê?

O mais interpretativo é que a Globo teria visto vantagem na vitória do PSL em vez do PT e só dava vazão para o PT ganhar por causa das declarações que ameaçava sua existência dadas por Bolsonaro. E de repente, com uma carta na manga, teria chantageado o ainda candidato do PSL para não entrar no rol dos veículos de comunicação que exploravam o escândalo.

O que Bolsonaro teria cedido nesta pressão? Tudo com relação à verba pública e liberdade de imprensa para a Globo comunicações e alguma coisa no campo do agronegócio, que também é interesse dos Marinho. Daí se explica a bajulação toda da Globo e desfazimento de informações pró PT que os veículos de comunicação da organização haviam liberado para promover Haddad. Procedimentos cirúrgicos de imprensa que faz bolsonaristas acharem que sempre estiveram com a razão.

Estar com a razão assim é muito fácil. Difícil é admitir que isso é uma baita corrupção e quem a protagoniza é o eleito deles. Mais uma razão para eu me orgulhar do meu voto contra. Votei contra a corrupção!

Adquira o livro “Os meninos da Rua Albatroz“. Obrigado pela ajuda!

Manual de Engenharia Social

social-engineering-manipulate-people

Suponhamos que uma elite saiba que se um ambiente for colorido predominantemente com tons brandos de rosa e lilás, a prosperidade contaminará todos os que vivem nele. Os ambientes onde moram, trabalham ou passeiam os membros dessa elite possuiriam as características que lhes facultariam harmonia, prosperidade e poder.

E suponhamos também que esse grupo dá as cartas para os demais nas sociedades a que estão integrados seus membros. São eles os donos dos principais negócios e são eles que controlam a classe política. Portanto, eles ditam as regras para os mercados de consumo, de arrecadação de impostos e de trabalho. Eles estão por trás da economia de uma nação e do comportamento da população na sociedade. São eles quem determina os investimentos do Estado dentro e fora do país, exploram seus recursos naturais e tomam as principais decisões políticas que uma nação deve tomar e que dizem respeito a todos os habitantes dela, como por exemplo: participar de guerras ou vender empresas públicas e extensões de terra do território.

E essa elite só consegue dominar os demais habitantes da nação a que faz parte porque ela possui veículos de comunicação para doutrinar as pessoas. Em vez de usar a força, comandando as forças armadas da nação contra o povo, ela utiliza a didatização da informação para criar mecanismos culturais e por intermédio deles disciplinar os naçãos para a obediência e subserviência em seu favor. A chamada colonização cultural. Controle mental.

Vamos imaginar agora que houve um incidente. Aconteceu de um rebelde saído da elite ou um sensitivo saído do povo levar as informações preciosas para este. E porções deste de repente começaram a decorar seu ambiente com a coloração milagrosa. Árvores do tipo da quaresmeira foram plantadas junto à arborização viária, criando extensos pomares cor-de-rosa choque em determinadas épocas do ano. Postes de luz foram pintados pela metade de rosa e de lilás. Os muros e paredes externas das casas idem. Os automóveis mais vendidos para os populares passaram a ter essas cores. E tudo quanto é detalhe dentro de casa, como a roupa de cama por exemplo, entrou nesse clima.

E com isso alguns efeitos começaram a ser sentidos. Passou a haver menos violência; as pessoas passaram a conter sua ansiedade e com essa contenção passaram a se sentir mais felizes. Com a ansiedade controlada, o consumo foi disciplinado e reduzido ao necessário. Passatempos provocadores de desequilíbrios sortidos como os que costumavam se entregar os comunas foram deixados de lado. As comunidades estavam se limitando a trabalhar e a se reunir em eventos pacíficos, silenciosos e agradáveis, quando não estavam repousando. O repouso passou a ser sagrado.

O Esporte só servia à prática e jamais ao culto. Se vir sentado em uma arquibancada de estádio ou no sofá da sala a ver pela televisão atletas correndo atrás de uma bola passara a ser uma atividade imbecil demais para gente que persegue a prosperidade se dignar a fazer.

A tecnologia perdeu a graça. Voltar as coisas como eram e se voltar à produção artesanal, dando chance para todos trabalharem, era o que interessava à nova humanidade. Recuperar tudo o que fora substituído pelos longos anos de progressismo selvagem, irresponsável e desumano era urgente. Os aparelhos celulares, por exemplo, voltaram a ser somente telefones.

A religião deixara de ser um instrumento político de adestração de pessoas e passou a ser a crença espontânea e controlada em um criador que seria o responsável pelo flúido vital que corre no sangue e faz parte da respiração de todos os seres vivos, proporcionando-lhes sentir a existência e atuar nela com livre arbítrio. Deus deixara de ser uma personagem e voltara a ser uma energia. Gente que explorava a religião se viu nua.

O cotidiano nas cidades se transformava bruscamente, isolando-se do que era trivial. O trivial que proporcionava o caos necessário para que a antiga elite dominante pudesse ter sob controle as populações.

Com a contenção do consumo e povos praticando o comunismo (vida em igualdade), obviamente a elite poderosa não iria ficar parada à espera de constatar que um ente que antes lhe era servo passasse a ser um igual em termos de condição social. Era preciso fazer com que essa revolução parasse.

Primeiramente precisariam desenvolver uma técnica para novamente atingir a atenção das pessoas. E quando isso se fecundasse, prover à elas desinformação que as levasse ao ódio à coloração milagrosa era imprescindível. Promover nelas crenças em afirmações fraudulentas com relação a essa coloração, que as enchessem de razões para que elas a evitassem, idem.

Também era necessário manter os contingentes ocupados a maior parte do tempo com o trabalho. Tirar deles a educação e o acesso à informações combatentes do controle. Diminuir-lhes as horas de repouso e propiciar-lhes lazer devorador e entretenimento emburrecedor.

A alimentação artificial, que corrompesse a saúde, e o tratamento aos debilitados feito com uso de alopáticos destruidores de organismo seriam usados para enfraquecer os indivíduos. O culto à alimentação orgânica e à homeopatia teria que ser destruído. Sementes trangênicas e agrotóxicos teriam que chegar aos agricultores. Óleo de soja, margarina, gordura hidrogenada e refrigerantes seriam administrados aos hábitos alimentares. Hitler remoeria no túmulo se soubesse que apropriaram de todas as suas invenções criadas para matar sem dor.

A água potável receberia flúor e cloro sob a alegação fraudulenta de que livrariam a água de germes e trariam benefícios à saúde. O flúor destruiria a inteligência dos bebentes desse hídrico e o cloro acidularia os organismos, os tornando suscetíveis ao câncer.

O plástico e o alumínio seriam a matéria-prima dos utensílios domésticos, das embalagens dos produtos e dos brinquedos das crianças. Dariam cabo nas panelas de barro, de argila ou de louça. A dioxina correria nas veias envenenando aqueles que entrassem em contato com ela. O líquido quente em copos de plástico era um momento esperado para a absorção dela.

Soldados fortemente armados, dispostos a atirar para matar em quem estivesse cultuando o rosa-choque, não seria a soluçao. A elite precisava daquela gente viva para trabalhar para ela e para consumir nos mercados dela. Como era o normal que legava a ela sua supremacia socio-econômica. A solução era, sim, a engenharia social. Praticada remota e constantemente.

Os veículos de comunicação alinhados com essa elite poderiam difundir que a coloração milagrosa era um mal invisível. Mentiriam dizendo que pessoas estavam morrendo de uma estranha síndrome proveniente da exposição excessiva ao rosa-choque e ao lilás. Mostrariam na televisão atores simulando o fato fictício.

Diriam eles que cientistas gabaritados, detentores do Nobel e lecionadores das principais universidades do mundo, descobriram que a cor marrom tem forte influência na psique das pessoas para levá-las à prosperidade e ao bem-estar de maneira definitiva e não efêmera. Saberiam eles que a cor que eles trabalhassem traria o efeito contrário para a população. Diriam, para pincelar e obter simpatia, que o rosa ou o lilás tinham algum efeito nesse sentido, mas que ainda não era comprovado o fato ou até que ponto esse efeito seria realmente benigno. Proclamariam que o efeito dessas cores com relação as atitudes dos humanos tinha pouca duração. Que era passageiro e ilusório.

A indústria, sob alguma alegação fraudulenta, pararia de produzir itens pintados de rosa ou de lilás. A arborização viária seria trocada sob a falsa notícia de que abrigavam as árvores vigentes um inseto que estaria a causar um tipo desconhecido de doença viral. A necessidade de uma campanha de vacinação seria forjada para dar cobertura à desculpa esfarrapada sem qualquer base científica, nem mesmo nos moldes da ciência dessa elite.

Difamariam os mártires que levaram o conhecimento para o povo. Os levariam para a cadeia, para o desterro, para a clandestinidade ou para uma execução. Se livrariam deles e de sua capacidade de influenciar pessoas a seguirem suas orientações poderosas. Fariam as pessoas voltar a crer nos dogmas do Cristianismo, por exemplo, e associariam o nome desses mártires ao demônio ou à satanismo.

Infiltrariam membros da elite no meio do povo, os provendo de recursos para que eles se apresentassem de modo atraente aos cidadãos rompidos. E estes cuidariam de seduzir os desagregados com costumes torpes disfarçados que os levariam à ruína em médio prazo. Coisas como o American Way of Life.

Começariam sua campanha de aliciação de mente pelas crianças e pelos adolescentes. A parte mais suscetível para se perverter uma sociedade. O adulto eles precisariam infantilizar primeiro, então, com a ajuda das crianças um produto da mídia deles chegaria a estes e os captaria a devoção que abriria as portas para a re-colonização do rebanho perdido. E assim, o poder sobre as populações estaria recuperado e o segredo do uso da coloração milagrosa novamente arquivado.

Comente esta postagem se desejar a continuação do conto!

*Inspirado no livro “Os meninos da Rua Albatroz”.

Como funciona a mente de quem vê mensagens subliminares em vídeos

Assuntos que fazem muito sucesso na internet são teorias conspiratórias e mensagens subliminares na arte. O conteúdo é fantasioso e confunde bastante as pessoas, que inevitavelmente ficam com uma pulga atrás da orelha e não conseguem dar como fantasia o que é sugerido ser verdade nos materiais do tipo que elas acessam. Acabam, por ficar com as informações na cabeça, indo buscar esclarecimentos e atraindo mais e mais produtos similares para encucar-se ainda mais.

A Princesa e o Cavaleiro - O Monstro da Piramide (SS-Grade-GuardaCorpo)

Porém, é preciso ter em mente que criar teorias conspiratórias ou mensagens subliminares é muito fácil. É claro que é preciso ter a mente prodigiosa quanto ao assunto. Ela tem que ser hábil em comunicação persuasiva, abastecida de informações de conhecimento geral ou específico da área em que se deseja instalar pseudoteorias e tem também que possuir muita imaginação para concatenar tudo.

O implicante é que essas teorias e mensagens são empolgantes. Às vezes a gente acredita nelas e as propagamos devido a esse fator. E seus autores ficam seguros quanto a verdade do que propagamos, tornando-se autoridade na matéria, angariando fama e respeito, prestando serviços até para governos e grupos empresariais ou políticos que precisam distrair a população com algum assunto para com isso aplicar nela algum golpe dentro de seus nichos. Com muita instância jogá-la contra um inimigo.

A exposição alternativa do número 666 e referências a nomes de deuses, como, no vídeo, o deus Borr, da mitologia nórdica, visto no vídeo extraído de uma animação da Walt Lantz Productions, são frequentemente usados pelos compiladores de mensagens subliminares para impressionar seu público. Borr era filho de Buri e pai de Odin e se casou com uma mulher chamada Bestla, filha de Bölthorn, o gigante; e tiveram outros dois filhos: o segundo Vili, e o terceiro Ve. No vídeo, a experiência de James Vicary com o taquitoscópio está adaptada e a imagem pode ser vista em uma velocidade de 0,000033 frames por segundo, que garantem vencer a barreira da análise e processamento racional do cérebro, impregnando-se a mensagem diretamente no subconsciente de quem se expõe à cena, para dali ser processada.

No livro “Os meninos da Rua Albatroz” várias dessas teorias e mensagens são questionadas de maneira a deixar o leitor com a pulga atrás da orelha ao reverso. O principal ataque sofre o que defende a ufologia – existência de influência de seres extraterrestres na humanidade. Que seria uma farsa tão tremenda que é possível que todos os relatos sejam verdadeiros, porém, todos eles de natureza bem terrestre, a ser escondida essa natureza por vários governos, utilizando-se da pseudociência para distrair a opinião pública e ocultar os fatos.

Confira abaixo um exemplo de como criar uma mensagem subliminar. Em postagem futura vamos juntos criar uma teoria conspiratória e quem sabe uma religião.

O vídeo acima é um trecho do episódio “O monstro da pirâmide” do desenho animado “A Princesa e o Cavaleiro“. O episódio conta a história do sequestro da princesa Safiri por capatazes de um reino ambientado no Egito. A princesa passa um bom bocado para provar que foi sequestrada indevidamente. Os emissários estavam atrás de uma donzela de seu reino, que fora parar, num barco, no reino de Safiri. Ela usava um bracelete de ferro, que era o sinal que os capangas utilizavam para reconhecer sua perseguida. Acidentalmente, enquanto Safiri ordenava a foragida a se esconder, após livrá-la do bracelete, o mesmo foi parar no braço de Safiri e travou-se. O que fez com que os homens que perseguiam a donzela destinada a um sacrifício ao deus Osiris a confundisse e a levasse no lugar da original.

A imagem mostra um guarda-corpo do castelo egípcio onde Safiri foi aprisionada. Os balaústres formam a letra S em seguidas vezes. O imaginativo criador de mensagens subliminares pode se valer do fato de haver bem nítido a forma de uma letra na representação das grades e criar com isso uma menção a algo, geralmente siglas, que contém a letra, uma vez que a cena aparece em um momento de transição entre cenas no vídeo, como a não significar nada.

Uma oportunidade seria a sigla SS. Da SS, a polícia secreta nazista. Por estar representada várias vezes a sigla na imagem, eles procurariam remeter a essa repetição para submeter seu leitor a aceitar que o objetivo disso é sugerir que existam muitas SS nazista pelo mundo à fora, incluindo o Egito, onde se valeriam de sacrifícios de humanos os governos e capturariam bruscamente pessoas para seguirem seus propósitos. O fato de o S aparecer camuflado como balaústre eles aproveitariam para informar que essas supostas SS existentes pelo mundo a fora são de mesma forma ocultas. Até a polícia militar de uma unidade federativa poderia ser uma delas.

Temos então uma mensagem subliminar e algumas informações contidas nela para se ocupar o tempo. Vou te libertar de criar crença nisso, lhe informando que esta eu mesmo criei para escrever esta postagem. Espero que você tenha gostado e, caso tenha dificuldade de duvidar de coisas desse tipo, tenha aprendido que a possibilidade maior de serem verossímeis o conteúdo desse tipo de material é quase nula.

À base de exaustão do trabalhador, com vocês a Reforma Previdenciária

busquecarteoratrabalho

O Governo segue firme na sua campanha para aprovar sua reforma previdenciária que só corrompe e rouba o trabalhador. Põe ele para aderir as premissas fraudulentas do Governo, que rezam modernizar o sistema trabalhista brasileiro e com isso aumentar a empregabilidade, e para pagar as contas do sistema econômico do país.

Até aqui nós já vimos: Aprovações, com teor clandestino, de leis ou emendas constitucionais que favorecem os planos da elite governante, feitas por quem não sofrerá com o emprego dessas aprovações e por quem nunca participou da classe trabalhadora do Brasil e por isso não pode saber o que exige que o trabalhador aceite; Campanhas midiáticas para criar, junto à audiência projetada, a impressão de que o brasileiro está mais do que pronto para aposentar depois dos 70 anos ou para trabalhar doze horas por dia ou para abandonar programas sociais como o 13º salário ou férias de 30 dias. Os veículos de comunicação do PIG – Partido da Imprensa Golpista -, que são liderados pela TV Globo, é que são os principais aliados do Governo nessas campanhas de sabotagem da opinião pública. Não é de se esperar outra coisa da imprensa comercial e de midiáticos que adoram oportunidades para por em prática sua vaidade em campanhas para projetos que maculam o povão.

Mas, tem algo que é apenas sensível e mesmo quem o sente não sabe que se trata de manobra para garantir o sucesso do empreendimento do Governo e dos que estão por trás do próprio. Tenho visto e ouvido, e também enfrentado diretamente as situações, muita gente reclamar de agora alguns afazeres burocráticos obrigatórios para quem quer trabalhar formalmente ou receber os benefícios gerados pelo trabalho formal de acordo com as leis vigentes terem de ser solicitados pela internet ou por um número de telefone precedido por 0800.

Se você quiser solicitar o Cartão Cidadão ou Extrato Analítico do FGTS você tem que ligar ou acessar o site da instituição financeira que cuida desses benefícios. Se você quiser tirar carteira de trabalho é preciso agendar pelo site do Ministério do Trabalho. E outras coisas do tipo. Tudo tem que ser feito por meio impessoal e imprevisível de se conseguir atendimento, além da possibilidade de ser o mecanismo sabotado para não funcionar e gerar, com isso, ligação para um famigerado call center e as empresas envolvidas terem a permissão para dizer que se trata de erro sistêmico e que a ocorrência deles junto com a contingência para o atendimento terem prevista  a solidariedade do Sistema para o golpe de estelionato junto ao cidadão que fica sem o seu atendimento e ainda coleta vários desaforos e prejuízos.

O absurdo maior ocorre com a Carteira de Trabalho. É preciso agendar a emissão de uma. Antes havia até as tais das Acão Global na porta da sua casa. Se tirava o documento até brincando em pula-pula, cortando o cabelo, comendo pipoca da mão de um cara com a cara pintada de palhaço! E se qualquer um de nós entrar no site do MT ou do SINE agora para tentar agendar se deparará com a informação de que não há data disponível para o agendamento. Se você for num posto do SINE ou no de outro serviço autorizado a recolher solicitações de emissão de documentos funcionais públicos, vão te dar um papelzinho com um 0800 ou um www e te dizer que só pode ser feito por ali. Nem vão querer saber se você tem celular ou telefone fixo, se você tem computador ou uma conexão de internet. Aliás, aparentemente são coisas que querem te obrigar a ter e saber usar. E ter paciência de usar.

No SINE vi certa vez um descamisado em busca de tirar sua primeira Carteira de Trabalho, embora já de idade avançada. Duvido que aquele sujeito tivesse celular, com acesso à internet ainda por cima, ou sequer soubesse utilizar ambos. Na certa, a coisa apertou para quem trabalha como operário no meio informal e ele precisasse tanto tirar o documento. Mais até do que ter celular ou conexão à internet. A mulher foi impaciente com ele, disse que ele só conseguia dar entrada na emissão pelo site, depois é que ele iria buscar no SINE a carteira. E o cara, aqueles caipiras, repetia o que ela falava como quem não soubesse sobre o que se está falando, mas, envergonhado, não quisesse deixar transparecer isso. Além de tudo, o humanitarismo vai pro ralo junto com a modernização da sociedade.

Esse desgaste do trabalhador tem toda cara de estarem a tentar fazer da dificuldade para se conseguir passar pela burocracia um parceiro para obrigar as pessoas a desistirem de emitir Carteira de Trabalho ou Cartão Cidadão, fazer saque de PIS ou de FGTS, mover ação contra empresas. Não é só obrigar o desempregado ou quem busca o primeiro emprego a se comportar como se comporta quem já está empregado. Daqui a alguns meses toda a população vai exigir o modelo trabalhista que o Governo propõe, simplesmente para se livrar da burocracia que é lidar com a burocracia. Para que ter direito a um documento se não se conseguirá aposentar ou responsabilizar empresas por abusos contra o trabalhador e consequentemente à CLT ou outro instrumento pró-trabalhador que tem a legislação trabalhista? Para que ter direito a uma grana, como o PIS ou o FGTS, que não se conseguirá sacar? Não se conseguirá mais exigir do empregador, todos terão as costas aquecidas pelas medidas do Governo para o trabalho.

A CNH – Carteira Nacional de Habilitação – não sofre nenhum combate desse tipo. Pelo contrário: recebe fermento para motivar as pessoas à procurar a obtenção. Será que é porque até o porte dela gera-se muita grana, incluindo propina para autoescolas e examinadores, como muito se ouve falar e qualquer um de nós é capaz de citar caso da experiência própria? Vão desestimular o povo a obter CNH nunca!

A CIA por trás da alienação da Fé Evangélica

Jonestown Remains

James Warren queria montar um templo em Indiana. Se autointitulava missionário e militava pelos direitos civis. Ele era do tipo apocalíptico e acreditava que o mundo passaria novamente por uma ameaça nuclear. No caso uma hecatombe mundial. E não a experiência conhecida daquele início da década de 1960, na qual americanos guiando o B29 Enola Gay se dirigiram para Hiroshima no Japão, onde deixaram cair do avião uma Little Boy, a primeira bomba atômica a ser utilizada como arma de guerra, constituindo-se um estrago geosócioclimático sem precedentes, que não intimidou os algozes por trás do manche, que ainda disparariam outra bomba similar na cidade de Nagazaki, depois que núvens e fumaça fizeram com que os planos de alvejar Kokura fossem mudados. Era a retaliação feita aos japoneses por causa do episódio denominado “Incidente de Pearl Harbor”, hoje estipulado como uma operação de falsa bandeira operada pelos generais dos Estados Unidos para colocar o país na Segunda Guerra e viabilizar os propósitos de seu governo para a mesma. Causar destruição e reformar nações, endividando-as e criando-se um império era um destes.

Vôos altos explorando a fé humana pretendia alçar James. Numa edição da revista “Esquire”, de 1962, ele listara Belo Horizonte, em Minas Gerais, Brasil, como um lugar seguro para se viver havendo o mundo de sofrer a temida guerra nuclear que ele pregava e da qual buscava se precaver. Por lá imaginou fundar seu império religioso. Instalou-se em um bairro luxuoso da capital mineira e escondendo sua simpatia pelo comunismo buscou conhecer a gente humilde para lotar seu templo. Mas, a cidade precária dos recursos de que precisava o homem forçou sua evasão para o Rio de Janeiro. Os barracos dos morros com vista para a Serra do Curral em Belo Horizonte foram trocados pelas favelas com vista para o mar da então Cidade Maravilhosa, no Estado da Guanabara. Porém, as belezas tropicais do litoral brasileiro não foram suficientes para manter James Warren no Brasil. As reclamações dos pregadores que deixara em Indiana cuidando dos negócios falaram mais alto na decisão do missionário de voltar para os Estados Unidos. O sincretismo das religiões brasileiras, no qual os elementos e as doutrinas do cristianismo, por exemplo, aparecem de maneiras completamente distintas em mais de uma religião, lhe serviu de herança da pátria para tocar seus negócios.

James já havia conhecido a Guiana, colônia britânica, quando partira iludido para o Brasil. Uma locação para seu experimento social no pequeno país sulamericano poderia ter passado pela sua cabeça. Mas, foi em São Francisco que ele viu iniciar suas atividades como reverendo. O reverendo Jones. Sem qualquer ordenação na fé cristã ou compromisso com as pregações clássicas do Evangelho. Era o ano de 1967 e a comunidade que Jones formou levou o nome de Templo dos Povos.

Jones se dizia profeta, clarividente e capaz de realizar milagres. Em nada se diferenciava dos atuais pregadores pentecostais. Pregava ele a cura pela fé e tinha como doutrina maior o medo de uma guerra nuclear. A qual o reverendo vivia a fazer previsões. Que obviamente era o elemento de expectativa que alimenta todas as religiões. A volta de Jesus alimenta a cristã tradicional. Profecias que jamais se cumpriam, mas que sempre encontravam justificativas do malogro e a igreja de Jones ganhava cada vez mais adeptos. Afro-americanos pobres em geral. Os números de fiéis que Jones propagandeava superavam astronomicamente os reais. E assim ele dava segmento ao seu “Socialismo apostólico”, que rejeitava a Bíblia sob a acusação de se tratar de um manual escrito por brancos para justificar a sujeição das mulheres e a escravidão negra.

Jones, com isso, já empregava a tática do aumento das estatísticas em seu favor para alavancar mais simpatizantes para o seu império recém criado. Que serviram bem para arrancar doações dos seguidores e de pessoas influentes. O missionário vendia também suas vestes e objetos pessoais. Sua igreja enriqueceu, embora o fundador militasse contra o capitalismo. Já possuía a própria rádio e a própria gravadora de discos.

Então, se viu que intensificando ao extremo a devoção religiosa das pessoas era possível se tornar um ídolo concorrente de Deus, arrancar doações vultosas e penetrar na mídia fonada com temas e artistas gospel oferecendo concorrência ameaçadora ao sistema secular de música. Se viu também a grande predisposição que pessoas cooptadas pela fé religiosa têm para adquirir tralhas que lhes viessem sob a alegação de terem sido usadas pela entidade messiânica ou espiritual cultuada de uma seita ou de terem sido usadas pelo próprio líder religioso profusor das crenças advindas da doutrina de uma religião. O terreno para a formação de verdadeiros impérios materiais por pastores que pedem em nome de um salvador que pregava a pobreza estava preparado.

Conspiracionistas diziam que Jones recebia financiamento da CIA, que era agente da CIA, para promover seu experimento, cujos resultados seriam acumulados possivelmente nos manuais Kubark da organização de espionagem. Manuais que tratavam de técnicas de controle mental.

Mas, a CIA teria querido mais. Ela queria saber o ponto de ruptura da devoção religiosa. Queria saber o extremo a que se predisporia um indivíduo dominado por seus pregadores. Queria saber se eles aceitariam se suicidar em nome de uma fé. E após a instituição plantar a desconfiança e a discórdia dentre os dirigentes do Templo dos Povos, Jones se desligou do comitê administrador e foi para Guiana levando primeiramente sua família para depois levar seu rebanho. Lá, em um terreno arrendado, no ano de 1974, Jones fundou sua cidade ideal, a comunidade denominada Jonestown. Na localidade de Port Kaituma, próximo à fronteira com a Venezuela, o culto ao horror da “Rainbow Family” brotava.

1977, os primeiros 50 residentes de Jonestown chegaram vindos de São Francisco. No mesmo ano a igreja Hearing conseguiu responsabilizar a CIA pelos danos causados a pessoas expostas a seus experimentos no projeto MK Ultra de controle mental. Jones enfrentava o fisco guiano contra a isenção de impostos conservada pela igreja e suspeitava que a perseguição proviesse dos Estados Unidos, o qual era combatido com a acusação de ser este país e seu regime econômico o anticristo.

Suspeitas de ameaças físicas e extorsão moral aos viventes de Jonestown e de sequestros de crianças filhas de ex-membros que desertaram do templo caíram sobre o reverendo. Seguiu-se acusações de tortura psicológica, com privação de sono e de alimentos, tal qual mandam os manuais Kubark da CIA – e até mesmo o mini-manual do Carlos Marighella; exigência de entrega à igreja de propriedades e mais 25% da renda de cada membro da seita; o fanático passou a interferir na escolha dos membros quanto ao casamento e também na vida sexual dos quais; isolava dos pais suas crianças. E ainda abusou das técnicas de propaganda nazista para dar ao mundo falsa percepção favorável ao movimento e seu líder. Jones não jogava para perder. Vivia arriscando. Como gostava de dizer o viciado em LSD, a droga que a CIA administrava em seu projeto MK Ultra: “A gente não sabe quando é o dia da nossa sorte, portanto, temos que jogar todos os dias“.

O auge da decadência chegou para Jones quando Timothy Stoen, um ex-membro da comunidade em Port Kaituma, acusou o fanático religioso de manter  seu filho, John Victor, sob custódia forçada da igreja. Stoen teria apelado para um congressista democrata norte-americano, Leo Ryan. Ryan se deslocou para a Guiana, onde foi recebido com festa. Presenciara ele as condições de vida suportada na comunidade perdida no meio da floresta. A emissora de TV NBC o acompanhou para testemunhar a miséria e investigar as acusações recaídas sobre Jones. A comunidade viu desertores se unirem à comitiva do estadista norte-americano.

Jones não deixou por menos e não se contentou em apenas chamar de traidores os desertores. Naquela tarde de 17 de novembro de 1978, Ryan foi atingido por um ataque desferido com faca, o que apressou-lhe a retirada de Jonestown. Na pista de pouso de Port Kaituma, guardas que faziam a segurança de Jim Jones alvejaram o avião encarregado de levar Leo Ryan e sua comitiva de volta ao país natal. Larry Layton, um dos seguranças do fanático de Indiana, teria sido o autor dos disparos que decretou o fim da linha para Ryan, que se tornou o primeiro e único congressista dos Estados Unidos a morrer durante o cumprimento do dever. Junto a ele, morreram também três repórteres e uma ex-integrante do culto. Larry alegou ter sofrido lavagem cerebral para chegar a tanto.

Naquele mesmo dia, após o evento mortal envolvendo o congressista norte-americano, os 909 habitantes da comunidade Jonestown foram convencidos a ingerir suco de uva misturado com cianeto e sedativos. As famílias foram orientadas a deitarem-se juntas e 304 crianças beberam primeiramente o veneno. Todos achavam que não morreriam, pois, recebiam durante as reuniões denominadas “Noites brancas”, que Jones promovia na comunidade, um placebo que o reverendo os enganava com ele, alegando ser veneno, o que fazia a comunidade acreditar que era imune a ele.

Ao pronunciamento de seu líder, que, conforme gravação deixada e encontrada pelo FBI, mas que não se sabe se a informação procede não como providência da Guerra Fria existente então entre Estados Unidos e União Soviética, os alienados fiéis debatiam-se enquanto Jones informava que o êxodo que teria sido negociado com a União Soviética para a comunidade não mais aconteceria, devido ao assassinato cometido pelos zeladores da segurança de Jones.

O suicídio coletivo seria proveniente de declarações de Jones sobre haver agências de inteligência supostamente conspirando contra o Templo. “Vão atirar em alguns dos nossos bebês inocentes”, “Vão torturar nossos filhos, torturar alguns dos nossos membros, torturar nossos idosos”. “É um suicídio revolucionário”. “Parem com essa histeria! Este não é o caminho para as pessoas que são socialistas ou comunistas morrer. Este não é jeito que nós vamos morrer. Devemos morrer com um pouco de dignidade”. “Não tenham medo de morrer”. “A morte é apenas uma passagem para outro plano”. “É uma amiga”. “Nós não cometemos suicídio; cometemos um ato de suicídio revolucionário para protestar contra as condições de um mundo desumano”. Encerra-se a gravação e se deu o massacre que não poupou seu protagonista, Jim Jones, que em uma cadeira de praia foi encontrado morto com um tiro na cabeça. Não se sabe ao certo se vítima de uma bala auto-infligida, conforme declarou o legista guianense Cyrill Mootoo, ou se teria solicitado a alguém o tiro. Na autópsia do corpo havia níveis altos do barbitúrico letal para seres humanos Pentobarbital.

Após os eventos de condenações, se especulou que ex-membros da seita e mais a viúva de Jones, que sobreviveu junto ao filho ao massacre, teria destinado, como herança, todo o patrimônio da igreja ao PCUS – Partido Comunista da União Soviética. Porém, o que se extrai de verdade da herança desse episódio é a proliferação de igrejas protestantes que empregam táticas similares às empregadas em Jonestowm. Como a condução dos fiéis ao extremo da devoção; sua exploração moral e financeira e fidelidade às doutrinas aprendidas, incluindo a adoção de atitudes de alto risco em nome da congregação. Essas igrejas, que tornam fundadores em milionários, proliferam e invadem os países  – evangelizando a população e a tornando predisposta à submissão ao mais esperto – sob o financiamento, direto ou sob uso de prepostos, dos Estados Unidos. Daí a dificuldade de não se duvidar se não havia mesmo um acompanhamento da CIA nesse evento em vez de um convênio de Jones com a União Soviética, como se faz acreditar, parecendo ser pela razão de afastar suspeitas.

FONTE DAS INFORMAÇÕES: Wikipédia.

*Essa história também é explorada no livro “Os meninos da Rua Albatroz“.

Como água para chocolate

lula_fhc_ricardostuckert_pr

IMAGEM: Sensacionalista.com

Hoje, 2/2/2017, partiu dona Maria Letícia Lula da Silva. Quase nove anos antes, 24/6/2008, partira dona Ruth Cardoso. Agora, seus ex-maridos ex-presidentes da república do Brasil, respectivamente Luís Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso, estão, juntos, viúvos de suas ex-primeiras-damas. Hora de refletir o quão a vida desses dois importantes políticos brasileiros andam juntas enquanto seus aficionados fãs tratam essa amizade como necessidade política apenas.

No passado, quando ambos despertaram para a política, FHC a partidária e Lula a operária, eles trabalharam juntos. Em 1978, passagem discorrida no livro “Os meninos da Rua Albatroz“, FHC pretendia concorrer ao senado pela maior cidade do país, São Paulo. Ele fez, então, após conhecer Lula, uma parceria com o sindicalista, que lhe arranjou, com a popularidade lhe peculiar, votos entre os das classes que ele mantinha influência, na época em que ter o “dom do palanque” em comícios era sinônimo de político nato, conquistador de votos.

Obviamente, houve pedidos em troca, os quais foram amplamente atendidos após a vitória do aristocrata – primeiramente como primeiro suplente de Franco Montoro e posteriormente senador legítimo com a evolução de Montoro indo parar no comando do governo estadual -, que tinha certa simpatia pelo comunismo, conforme citam algumas fontes, entre elas a Wikipedia, que alega que FHC teria trabalhado para a revista “Fundamentos“, do Partido Comunista Brasileiro (PCB), em meados de 1950.

Vários outros episódios, ao longo de suas carreiras públicas e vidas particulares, Lula e FHC, respectivamente fundadores do PT (Partido dos Trabalhadores) e do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), trocaram amistosidade civis e até parcerias políticas, que quase culminaram na fusão do PT com o PSDB ou na criação de um novo partido. E, conforme fonte pesquisada, vários tucanos e petistas pesos pesados pularam de galho em galho na árvore do outro e beberam da água de suas fontes. Numa espécie de “dança das cadeiras” que deu origem à atual Esquerda brasileira.

Os episódios mais proeminentes, replicando material colhido na internet e em hemerotecas, envolvem o apoio do PSDB à Lula na luta contra Fernando Collor, no Segundo Turno das eleições presidenciais de 1989; Rasgação de seda por parte de FHC quando ocupava os aposentos do presidente da república, fazendo previsão para o Lula de que um dia aqueles aposentos seriam do operário; Campanha secreta de Fernando Henrique para Lula ganhar a eleição presidencial em 2002, que deu origem ao livro “18 Dias — Quando Lula e FHC se uniram para conquistar o apoio de Bush, do escritor Matias Spektor; FHC teria evitado o impeachment de Lula em 2005. E mais o fato de muitas prefeituras durante os governos tucano-petista terem coligações envolvendo os dois maiores partidos brasileiros.

Várias informações da política atual, me fazem tecer em mente teorias que me convencem de que todo o contexto político brasileiro, com histórias de rivalidades entre políticos e partidos, não passa de encenação. Como se essas rivalidades fossem necessárias para haver gestão. Para que todos os nomes que estão há muito tempo em evidência possam perdurar no poder, de uma forma ou de outra – como vilão ou como mocinho; como situação ou como oposição – sem danificar a relação que existe entre eles. Apenas o público pensa que há uma separação.

O produto disso, eu ainda não parei para elaborar, para mim é claro, uma reflexão que possa ser compartilhada. Quem sabe o país estaria numa situação pior do que a que vive – não descartando a possibilidade de termos, desde então, sofrido severas intervenções estrangeiras, ao ponto de perdermos por completo a soberania do país; quem sabe não já teríamos voltado a ser tutelados pelos generais, por causa da improbidade administrativa civil.

Talvez esse cenário que presenciamos seja – especulando-se informações que seriam conhecidas apenas nos bastidores da política pelos participantes efetivos dela – fruto de um acordo feito entre esses que se dizem inimigos políticos para que fosse possível nos livrarmos dos militares e também do colonialismo selvagem estrangeiro, a começar pelo dos Estados Unidos. Esquecendo os outros pontos a serem discutidos pela sociedade e geridos pelo Estado, às vezes tenho a sensação de que o governo tucano fora voltado para empresários para que o progresso fosse viável para as corporações e com isso houvesse empregabilidade e o governo petista fizesse a via de contramão, na qual o empregado desfrutaria dos deleites da empregabilidade criada pelos tucanos. Um paradoxo às táticas políticas ocorridas nos Estados Unidos, por exemplo, onde o governo reveza entre republicanos – preocupados com as questões internas – e democratas – preocupados com a política internacional.

O momento agora, no Brasil, é de transição. Porém, não está muito claro qual grupo será priorizado e valorizado. Se empresas ou se trabalhadores. Ou se há um terceiro grupo (a parecer ser o STF) ou uma fusão de classes a ser revelado posteriormente. O PMDB, que sempre esteve por trás dos dois maiores partidos do país, e que praticamente é o embrião dos próprios, por ser remanescente legítimo do MDB, faria a ponte, sem deixar seu posto de observador. E a Grande Mídia, nessa análise, trabalharia como preposto de todos os partidos, mesmo parecendo desfavorecer um deles, o que é só uma tática de marketing de opinião que funciona muito bem, agindo como porta-voz das notícias a serem dadas para o público e agente de manipulação de comportamentos para cata de adesões.

Sinto, mas é caso de investigarmos a fundo isso e repensarmos qual seria o posicionamento daqueles que querem realmente o bem da nação e melhorias para o povo. A haver fundamento em toda essa especulação, não se pode deixar de imaginar que o povo é tratado como criança, quando poderia ser dado a ele uma chance para atuar em conjunto nessa campanha de libertação nacional em vez de ser mantido na ignorância do grande plano e cooptado a contribuir sem qualquer possibilidade de optar por contribuir ou não. Isso não é democracia!

Fonte principal das informações: PB Hoje.