O seu orgasmo pode destruir o Capitalismo

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Tenho me interessado bastante por Magia Sexual e me aprofundado no assunto. Particularmente no que ensina o tantrismo. A coisa de reter ao máximo o orgasmo durante as estimulações sexuais e na decorrência do clímax injetar na mente a imagem de uma solicitação ao Universo, a qual, de acordo com a habilidade do tantrista, será expressa em sua realidade.

Havendo confirmação científica dessa teoria e sendo ela possível a toda humanidade, o mais comum dos desejos enviados ao Universo no momento de auge orgasmático para serem realizados seria a independência econômica.

Em outras palavras: ficar rico. Viver sem ter patrão, sem ter que trabalhar e ter de tudo até mesmo sem ter que consumir. Bastando um revirar dos olhos para que o que quer que se queira obter apareça, de alguma forma e em qualquer tempo, na realidade do aspirante.

Até aqui é fácil entender que essa prática hinduísta ameaça o modelo econômico preferido do Ocidente. Porém, a expectativa de confirmação dela é minúscula.

O maior obstáculo não é acreditar que desejos enviados ao éter, qualquer que seja a forma de envio, possa fazer modificações na realidade de alguém. É a parte física, que envolve muita concentração e capacidade de retenção ou adiamento do orgasmo até que certo potencial de energia biológica esteja pronta para ser expulsa do corpo humano, legando ao experimentador poderoso poder psíquico.

Mas, considerando que a teoria por trás da técnica esteja certa, e se de repente alguém aparece com um produto que poupa todo esse trabalho de concentração? Um produto, patenteado, que prometa ajudar no adiamento e respectiva ampliação do orgasmo.

Esse produto faria uma revolução nos hábitos humanos tal qual fez a Coca-Cola quando surgiu disponibilizando um sabor completamente prazeroso inexistente na natureza.

Remédios alopáticos e homeopáticos para acabar com a ejaculação precoce existem. Já é metade do caminho andado. A outra parte pode ser cumprida implantando-se na fórmula de um desses compostos o princípio concernente das drogas psicoativas.

Alcançando-se êxito nessa empreitada, ainda assim não se estaria pronto para gozar da cara do Capitalismo, pois, quem estivesse por trás da patente estaria dando as cartas nas bolsas de valores.

Da mesma forma que certas marcas ditam o consumo e por isso são proeminentes nos mercados que atuam, os fabricantes e comerciantes da pílula das realizações o seriam no único mercado que existiria e que suportaria nas costas todo o Capitalismo.

Só que não! No Tantra só é necessário conhecer o caminho para poder seguí-lo quantas vezes se desejar. Basta uma viagem. A dois ou a só. Uma vez que se consegue realizar as atividades sensoriais e orgânicas que perfazem a proeza da construção da própria realidade que promete a técnica hinduísta, se torna cônscio delas e se memoriza os passos a dar.

Diferente do analgésico, por exemplo, que impede substâncias de levar ao cérebro informações sobre foco de inflamações ou outro problema existente no corpo, fazendo com que a dor seja ignorada pelo não recebimento dessa mensagem pelo cérebro, a pílula das realizações proporcionaria ao ‘drogado’ conhecer os estados internos e os métodos de atraso do orgasmo que seu organismo desencadeia quando desempenha uma atividade tântrica. Mesmo sendo esta simulada por um comprimido.

Tanto é verdade que esse autoconhecimento acontece, que o Viagra já encontra concorrência na libertação que o uso massivo da droga proporciona. O objetivo desse medicamento é fazer chegar fluxo de sangue até o pênis, o que melhora a ereção, logo, auto-estimular essa atividade do corpo é questão de observar a ação do remédio durante o seu uso. Se verá que o que toma conta de tudo, na verdade, é a confiança que o usuário sente na capacidade do estimulador genital.

Porque as grandes religiões, sobretudo a cristã, são braços disfarçados do Capitalismo é que a Magia Sexual, ministrada principalmente por grupos pagãos e ocultistas, é inibida, censurada e proibida pelos líderes religiosos.

Da mesma forma sofreria inibição a droga libertadora aqui pensada. Seria ela tachada como produto ilegal e só se teria acesso a ela por meio clandestino. Um narcotráfico específico se formaria.

E todos nós sabemos que são os poderosos do meio corporativo que decidem o que é ou não ilegal, conforme suas conveniências. Que no caso, certamente alegariam se tratar de questão de saúde pública a decisão que tomassem a respeito do produto libertador.

Montariam guarda e procurariam cercear a liberdade daqueles que cometessem o crime de busca pela independência econômica. Condição mais do que suficiente para destruir o Capitalismo. Que novos Dr. Gerson possam aparecer para viabilizar esse método de cura.

Manual de Engenharia Social

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Suponhamos que uma elite saiba que se um ambiente for colorido predominantemente com tons brandos de rosa e lilás, a prosperidade contaminará todos os que vivem nele. Os ambientes onde moram, trabalham ou passeiam os membros dessa elite possuiriam as características que lhes facultariam harmonia, prosperidade e poder.

E suponhamos também que esse grupo dá as cartas para os demais nas sociedades a que estão integrados seus membros. São eles os donos dos principais negócios e são eles que controlam a classe política. Portanto, eles ditam as regras para os mercados de consumo, de arrecadação de impostos e de trabalho. Eles estão por trás da economia de uma nação e do comportamento da população na sociedade. São eles quem determina os investimentos do Estado dentro e fora do país, exploram seus recursos naturais e tomam as principais decisões políticas que uma nação deve tomar e que dizem respeito a todos os habitantes dela, como por exemplo: participar de guerras ou vender empresas públicas e extensões de terra do território.

E essa elite só consegue dominar os demais habitantes da nação a que faz parte porque ela possui veículos de comunicação para doutrinar as pessoas. Em vez de usar a força, comandando as forças armadas da nação contra o povo, ela utiliza a didatização da informação para criar mecanismos culturais e por intermédio deles disciplinar os naçãos para a obediência e subserviência em seu favor. A chamada colonização cultural. Controle mental.

Vamos imaginar agora que houve um incidente. Aconteceu de um rebelde saído da elite ou um sensitivo saído do povo levar as informações preciosas para este. E porções deste de repente começaram a decorar seu ambiente com a coloração milagrosa. Árvores do tipo da quaresmeira foram plantadas junto à arborização viária, criando extensos pomares cor-de-rosa choque em determinadas épocas do ano. Postes de luz foram pintados pela metade de rosa e de lilás. Os muros e paredes externas das casas idem. Os automóveis mais vendidos para os populares passaram a ter essas cores. E tudo quanto é detalhe dentro de casa, como a roupa de cama por exemplo, entrou nesse clima.

E com isso alguns efeitos começaram a ser sentidos. Passou a haver menos violência; as pessoas passaram a conter sua ansiedade e com essa contenção passaram a se sentir mais felizes. Com a ansiedade controlada, o consumo foi disciplinado e reduzido ao necessário. Passatempos provocadores de desequilíbrios sortidos como os que costumavam se entregar os comunas foram deixados de lado. As comunidades estavam se limitando a trabalhar e a se reunir em eventos pacíficos, silenciosos e agradáveis, quando não estavam repousando. O repouso passou a ser sagrado.

O Esporte só servia à prática e jamais ao culto. Se vir sentado em uma arquibancada de estádio ou no sofá da sala a ver pela televisão atletas correndo atrás de uma bola passara a ser uma atividade imbecil demais para gente que persegue a prosperidade se dignar a fazer.

A tecnologia perdeu a graça. Voltar as coisas como eram e se voltar à produção artesanal, dando chance para todos trabalharem, era o que interessava à nova humanidade. Recuperar tudo o que fora substituído pelos longos anos de progressismo selvagem, irresponsável e desumano era urgente. Os aparelhos celulares, por exemplo, voltaram a ser somente telefones.

A religião deixara de ser um instrumento político de adestração de pessoas e passou a ser a crença espontânea e controlada em um criador que seria o responsável pelo flúido vital que corre no sangue e faz parte da respiração de todos os seres vivos, proporcionando-lhes sentir a existência e atuar nela com livre arbítrio. Deus deixara de ser uma personagem e voltara a ser uma energia. Gente que explorava a religião se viu nua.

O cotidiano nas cidades se transformava bruscamente, isolando-se do que era trivial. O trivial que proporcionava o caos necessário para que a antiga elite dominante pudesse ter sob controle as populações.

Com a contenção do consumo e povos praticando o comunismo (vida em igualdade), obviamente a elite poderosa não iria ficar parada à espera de constatar que um ente que antes lhe era servo passasse a ser um igual em termos de condição social. Era preciso fazer com que essa revolução parasse.

Primeiramente precisariam desenvolver uma técnica para novamente atingir a atenção das pessoas. E quando isso se fecundasse, prover à elas desinformação que as levasse ao ódio à coloração milagrosa era imprescindível. Promover nelas crenças em afirmações fraudulentas com relação a essa coloração, que as enchessem de razões para que elas a evitassem, idem.

Também era necessário manter os contingentes ocupados a maior parte do tempo com o trabalho. Tirar deles a educação e o acesso à informações combatentes do controle. Diminuir-lhes as horas de repouso e propiciar-lhes lazer devorador e entretenimento emburrecedor.

A alimentação artificial, que corrompesse a saúde, e o tratamento aos debilitados feito com uso de alopáticos destruidores de organismo seriam usados para enfraquecer os indivíduos. O culto à alimentação orgânica e à homeopatia teria que ser destruído. Sementes trangênicas e agrotóxicos teriam que chegar aos agricultores. Óleo de soja, margarina, gordura hidrogenada e refrigerantes seriam administrados aos hábitos alimentares. Hitler remoeria no túmulo se soubesse que apropriaram de todas as suas invenções criadas para matar sem dor.

A água potável receberia flúor e cloro sob a alegação fraudulenta de que livrariam a água de germes e trariam benefícios à saúde. O flúor destruiria a inteligência dos bebentes desse hídrico e o cloro acidularia os organismos, os tornando suscetíveis ao câncer.

O plástico e o alumínio seriam a matéria-prima dos utensílios domésticos, das embalagens dos produtos e dos brinquedos das crianças. Dariam cabo nas panelas de barro, de argila ou de louça. A dioxina correria nas veias envenenando aqueles que entrassem em contato com ela. O líquido quente em copos de plástico era um momento esperado para a absorção dela.

Soldados fortemente armados, dispostos a atirar para matar em quem estivesse cultuando o rosa-choque, não seria a soluçao. A elite precisava daquela gente viva para trabalhar para ela e para consumir nos mercados dela. Como era o normal que legava a ela sua supremacia socio-econômica. A solução era, sim, a engenharia social. Praticada remota e constantemente.

Os veículos de comunicação alinhados com essa elite poderiam difundir que a coloração milagrosa era um mal invisível. Mentiriam dizendo que pessoas estavam morrendo de uma estranha síndrome proveniente da exposição excessiva ao rosa-choque e ao lilás. Mostrariam na televisão atores simulando o fato fictício.

Diriam eles que cientistas gabaritados, detentores do Nobel e lecionadores das principais universidades do mundo, descobriram que a cor marrom tem forte influência na psique das pessoas para levá-las à prosperidade e ao bem-estar de maneira definitiva e não efêmera. Saberiam eles que a cor que eles trabalhassem traria o efeito contrário para a população. Diriam, para pincelar e obter simpatia, que o rosa ou o lilás tinham algum efeito nesse sentido, mas que ainda não era comprovado o fato ou até que ponto esse efeito seria realmente benigno. Proclamariam que o efeito dessas cores com relação as atitudes dos humanos tinha pouca duração. Que era passageiro e ilusório.

A indústria, sob alguma alegação fraudulenta, pararia de produzir itens pintados de rosa ou de lilás. A arborização viária seria trocada sob a falsa notícia de que abrigavam as árvores vigentes um inseto que estaria a causar um tipo desconhecido de doença viral. A necessidade de uma campanha de vacinação seria forjada para dar cobertura à desculpa esfarrapada sem qualquer base científica, nem mesmo nos moldes da ciência dessa elite.

Difamariam os mártires que levaram o conhecimento para o povo. Os levariam para a cadeia, para o desterro, para a clandestinidade ou para uma execução. Se livrariam deles e de sua capacidade de influenciar pessoas a seguirem suas orientações poderosas. Fariam as pessoas voltar a crer nos dogmas do Cristianismo, por exemplo, e associariam o nome desses mártires ao demônio ou à satanismo.

Infiltrariam membros da elite no meio do povo, os provendo de recursos para que eles se apresentassem de modo atraente aos cidadãos rompidos. E estes cuidariam de seduzir os desagregados com costumes torpes disfarçados que os levariam à ruína em médio prazo. Coisas como o American Way of Life.

Começariam sua campanha de aliciação de mente pelas crianças e pelos adolescentes. A parte mais suscetível para se perverter uma sociedade. O adulto eles precisariam infantilizar primeiro, então, com a ajuda das crianças um produto da mídia deles chegaria a estes e os captaria a devoção que abriria as portas para a re-colonização do rebanho perdido. E assim, o poder sobre as populações estaria recuperado e o segredo do uso da coloração milagrosa novamente arquivado.

Comente esta postagem se desejar a continuação do conto!

*Inspirado no livro “Os meninos da Rua Albatroz”.

Como funciona a mente de quem vê mensagens subliminares em vídeos

Assuntos que fazem muito sucesso na internet são teorias conspiratórias e mensagens subliminares na arte. O conteúdo é fantasioso e confunde bastante as pessoas, que inevitavelmente ficam com uma pulga atrás da orelha e não conseguem dar como fantasia o que é sugerido ser verdade nos materiais do tipo que elas acessam. Acabam, por ficar com as informações na cabeça, indo buscar esclarecimentos e atraindo mais e mais produtos similares para encucar-se ainda mais.

A Princesa e o Cavaleiro - O Monstro da Piramide (SS-Grade-GuardaCorpo)

Porém, é preciso ter em mente que criar teorias conspiratórias ou mensagens subliminares é muito fácil. É claro que é preciso ter a mente prodigiosa quanto ao assunto. Ela tem que ser hábil em comunicação persuasiva, abastecida de informações de conhecimento geral ou específico da área em que se deseja instalar pseudoteorias e tem também que possuir muita imaginação para concatenar tudo.

O implicante é que essas teorias e mensagens são empolgantes. Às vezes a gente acredita nelas e as propagamos devido a esse fator. E seus autores ficam seguros quanto a verdade do que propagamos, tornando-se autoridade na matéria, angariando fama e respeito, prestando serviços até para governos e grupos empresariais ou políticos que precisam distrair a população com algum assunto para com isso aplicar nela algum golpe dentro de seus nichos. Com muita instância jogá-la contra um inimigo.

A exposição alternativa do número 666 e referências a nomes de deuses, como, no vídeo, o deus Borr, da mitologia nórdica, visto no vídeo extraído de uma animação da Walt Lantz Productions, são frequentemente usados pelos compiladores de mensagens subliminares para impressionar seu público. Borr era filho de Buri e pai de Odin e se casou com uma mulher chamada Bestla, filha de Bölthorn, o gigante; e tiveram outros dois filhos: o segundo Vili, e o terceiro Ve. No vídeo, a experiência de James Vicary com o taquitoscópio está adaptada e a imagem pode ser vista em uma velocidade de 0,000033 frames por segundo, que garantem vencer a barreira da análise e processamento racional do cérebro, impregnando-se a mensagem diretamente no subconsciente de quem se expõe à cena, para dali ser processada.

No livro “Os meninos da Rua Albatroz” várias dessas teorias e mensagens são questionadas de maneira a deixar o leitor com a pulga atrás da orelha ao reverso. O principal ataque sofre o que defende a ufologia – existência de influência de seres extraterrestres na humanidade. Que seria uma farsa tão tremenda que é possível que todos os relatos sejam verdadeiros, porém, todos eles de natureza bem terrestre, a ser escondida essa natureza por vários governos, utilizando-se da pseudociência para distrair a opinião pública e ocultar os fatos.

Confira abaixo um exemplo de como criar uma mensagem subliminar. Em postagem futura vamos juntos criar uma teoria conspiratória e quem sabe uma religião.

O vídeo acima é um trecho do episódio “O monstro da pirâmide” do desenho animado “A Princesa e o Cavaleiro“. O episódio conta a história do sequestro da princesa Safiri por capatazes de um reino ambientado no Egito. A princesa passa um bom bocado para provar que foi sequestrada indevidamente. Os emissários estavam atrás de uma donzela de seu reino, que fora parar, num barco, no reino de Safiri. Ela usava um bracelete de ferro, que era o sinal que os capangas utilizavam para reconhecer sua perseguida. Acidentalmente, enquanto Safiri ordenava a foragida a se esconder, após livrá-la do bracelete, o mesmo foi parar no braço de Safiri e travou-se. O que fez com que os homens que perseguiam a donzela destinada a um sacrifício ao deus Osiris a confundisse e a levasse no lugar da original.

A imagem mostra um guarda-corpo do castelo egípcio onde Safiri foi aprisionada. Os balaústres formam a letra S em seguidas vezes. O imaginativo criador de mensagens subliminares pode se valer do fato de haver bem nítido a forma de uma letra na representação das grades e criar com isso uma menção a algo, geralmente siglas, que contém a letra, uma vez que a cena aparece em um momento de transição entre cenas no vídeo, como a não significar nada.

Uma oportunidade seria a sigla SS. Da SS, a polícia secreta nazista. Por estar representada várias vezes a sigla na imagem, eles procurariam remeter a essa repetição para submeter seu leitor a aceitar que o objetivo disso é sugerir que existam muitas SS nazista pelo mundo à fora, incluindo o Egito, onde se valeriam de sacrifícios de humanos os governos e capturariam bruscamente pessoas para seguirem seus propósitos. O fato de o S aparecer camuflado como balaústre eles aproveitariam para informar que essas supostas SS existentes pelo mundo a fora são de mesma forma ocultas. Até a polícia militar de uma unidade federativa poderia ser uma delas.

Temos então uma mensagem subliminar e algumas informações contidas nela para se ocupar o tempo. Vou te libertar de criar crença nisso, lhe informando que esta eu mesmo criei para escrever esta postagem. Espero que você tenha gostado e, caso tenha dificuldade de duvidar de coisas desse tipo, tenha aprendido que a possibilidade maior de serem verossímeis o conteúdo desse tipo de material é quase nula.