Teria sido o novo coronavírus desenvolvido para o Brasil? – Final

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IMAGEM: Blog do AFTM (com adaptação)

Bem, a intenção era dar um giro pela história do Brasil contada pelos conspiracionistas até os dias de pandemia, mas, infelizmente o tempo está regrado. Mas, é possível encontrar toda ela separadamente visitando as postagens antigas deste blog. Utilize a caixa de busca.

Nos últimos meses temos convivido com notícias que parecem se relacionar a ajustes que o atual governo brasileiro precisa fazer para entregar o Brasil planejado por ele. Queimadas clandestinas na Amazônia brasileira por exemplo favorece ao plano de transformar o Brasil em um fazendão, utilizando-se aquela região.

Para isso se estabelecer não incide em apenas desmatar a selva, mas, também, em dizimar populações, não só a indígena, que é altamente suscetível à viroses. Haja cloroquina para salvá-los do genocídio causado pelo homem que se diz civilizado!

Noticiam que a Covid-19 está fazendo um estrago grande na região e que o Estado do Amazonas será o mais afetado pela doença. Noticiam com a cara de quem está morrendo de preocupação e pena por dar essa informação. Hipocrisia, é claro!

Outro fenômeno que estamos vendo ocorrer e que muito está sendo necessário para as empresas são os rebaixamentos de salários. Atletas e artistas são os que mais se vê em evidência por serem exorbitantes seus ganhos, mas, chega ao assalariado a intenção de corte. Estes teriam reduzidas suas jornadas e os salários seriam ajustados proporcionalmente à essa redução.

A paranoia gerada pela quarentena é que patrocina a aceitação das reduções, pois, leva muitos trabalhadores a pensar que há uma escolha para se fazer entre o corte no salário ou do emprego.

O empresário beneficiado com incentivos fiscais e deduções de impostos também é afetado. O governo divulga que não manterá os programas que geram esses benefícios, se valendo do quadro de arrecadação baixa que o cenário de quarentena e respectivo caos na economia favorece. O empresário nem discute.

Em contrapartida, para reduzir custos e conservar os empregos possíveis há a estimulação ao teletrabalho – home-office. A modalidade foi introduzida na legislação trabalhista brasileira em 2017, com a Reforma Trabalhista do governo Temer. Visionarismo?

A quarentena também contribui com a queda na criminalidade nas ruas e espaços públicos como os ônibus, deixando em dificuldades até o narcotráfico, devido à complexidade que se tornou para o drogado a compra do produto, por ele não poder sair de casa com facilidade ou por não encontrar a quem roubar para obter o dinheiro da compra.

E contribui com a higienização das cidades: mendigos, vagabundos e moradores de rua além de provavelmente possuírem imunidade fraca, ficam expostos à contaminação sem o mínimo de proteção.

A gravidez, indesejada ou não, por causa do distanciamento e as orientações de não fazer sexo ou procurar por sexo virtual nesses dias de isolamento, dada até por Damares Alves, no mundo todo está sendo inibida. Este ano provavelmente será de poucas gestações. Isso implica diretamente no controle de natalidade mundial, tão necessário à vida humana com qualidade na Terra.

Aí vem aqueles que zombam da inteligência de outros dizer que o coronavirus foi desenvolvido pela China e que a China estaria usando o vírus como arma biológica contra a humanidade, a fim de dominar economicamente o planeta. Para esses teóricos, comprar o Brasil seria uma das intenções dos chineses dentro desse projeto de hegemonia.

A ideia de um vírus que assola o mundo em uma pandemia em 2020 passa pelo Brasil. Em 2014, já apresentamos isso aqui, a escritora brasileira Melissa Tobias publicou o livro “A realidade de Madhu”.

No conto, Madhu é abduzida por seres extraterrestres e recebe a missão de semear uma nova realidade terrestre, na qual os seres humanos se amarão. Em 2020, o sistema financeiro mundial entraria em colapso, conforme a história, e transformaria a filantropia em dinheiro – filantropia como dinheiro estamos vendo circular com essa experiência social chamada Covid-19.

Na página 183 do livro, uma pandemia, a qual duraria 2 anos e ceifaria a vida de 3 bilhões de pessoas que não tinham amor ao próximo, é narrada. Um vírus acomete as pessoas de uma virose psicossomática que para se imunizar dela o portador do vírus deveria emitir vibraçoes de amor. Um pouco de aumento do amor ao próximo – exceto aos políticos – estamos vendo também.

Os mesmos que pregam a acusação à China tentam elevar o moral do brasileiro para engajar-se em uma proposta de país potencialmente agrícola, que irá se beneficiar do panorama mundial pós crise de Covid-19 exportando alimentos para o mundo. Entre as nações importadoras estaria a China.

O que caracteriza essa pandemia é o fato de a Covid-19 não ter remédio e nem vacina para detê-la. Aparece mais gente interessada que esse antídoto não seja possível, os quais abusam da desinformação para traçar uma genética indestrutível para o vírus.

Mas, com estilo, pois, encontram sustentação de parte de suas informações até por infectologistas renomados, como Luc Montagnier, prêmio Nobel de Medicina de 2008, descobridor do HIV, vírus da AIDS, que deixou público que concorda que o novo coronavírus pode ter sido desenvolvido em laboratório em Wuhan, na China.

O médico concordaria que o agente biótico seria um híbrido do HIV. Consultado, o infectologista David Uip, referência na discussão do coronavírus no Brasil, deu seu parecer de que não haveria base científica que sustente a afirmação de Montagnier.

Estaria o descobridor do HIV condescendendo com uma farsa lhe solicitado pelo lobby da pandemia, composto por empresas que teriam subsidiado no passado seus trabalhos?

Só que mais da metade dos infectados conseguiu se curar da Covid-19. Para isso, tem que ter tido remédio ou tratamento usado na cura. Ou então, esses infectados  teriam se curado sozinhos.

Essa cura autoimune só ocorreria com os jovens sadios. Logo, esta informação estaria sendo ocultada e o foco da pandemia seriam os velhos e os não sadios, incluindo membros da juventude.

Estariam com isso melhorando o contingente humano no Brasil, o tornando apropriado para trabalhar na lavoura e por longos anos devido à juventude?

Se uma nação se valesse de um terror desses que é essa pandemia para sobrepor a outras, ela não poderia se dar ao luxo de atacar só os velhos das nações alvo. Isso porque se a incursão for descoberta, as nações afetadas certamente declararão guerra ao incursor. E enviarão seus exércitos contra esse ofensor.

E esses exércitos são formados por jovens e não por velhos. Então, essa teoria que acusa a China de bioterrorismo e guerra biológica usando o coronavirus tem mais cara de ser fajuta.

Mas, o fato é que a pandemia está aí e ceifando vídas de idosos e pessoas imunologicamente frágeis, que formam o grupo de risco. Fica mais confiável a acusação que fazem de que um grupo conspirador – formado por governos e corporações – estaria interessado nesse abate por razões econômicas relacionadas à previdência e à eliminação de não-jovens e não-sadios das sociedades.

A segunda hipótese de eliminação contribuiria com certa expectativa de redução populacional. Que junto com ajuste do orçamento previdenciário, alocação de trabalhadores, alavanco na economia e liberalismo em setores sócio-econômicos tem tudo a ver com as necessidades do governo Bolsonaro.

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

Teria sido o novo coronavírus desenvolvido para o Brasil? Pt.2

Hoje é o dia do Descobrimento do Brasil, então, vamos rever um trecho do que aconteceu com a Terra do Pau Brasil séculos após o avistamento do Monte Pascoal por Pedro Alvares Cabral, como diz a história oficial.

“Petróleo do futuro”. Legião Urbana.

2006. Quatro anos antes, em seu discurso de posse, o presidente Lula prometera entregar ao brasileiro as reformas que o país precisava. Desde Fernando Collor é que a intenção de desfazer o vínculo com o getulismo – política social de Getúlio Vargas – vigora. Principalmente o sistema trabalhista e o previdenciário. Para as necessidades já daquela época e forma de compor o orçamento público o getulismo não atendia.

O Brasil do regime civil sempre foi um governo pluripartidarista. E as oposições: de fachada. No fundo, os partidos todavia se ajudaram. Propagam divergências mais para inglês ver e mais para haver o convencimento do público de que vivemos uma democracia parlamentar.

Esse conchavo às escuras, até o Governo Temer não só cuidou de manter os mesmos políticos e partidos dando as cartas e se enriquecendo, como também defendeu dos militares o regime. Jamais deixaram de ser ameaça de quererem voltar ao poder. Direita, Esquerda e Centro na política do Brasil só existe para os eleitores, presas fáceis para os líderes desse conchavo. Idem ameaça de implantação de marxismo, leninismo, socialismo, comunismo, maoismo.

Uma espécie de política de encilhamento foi inaugurada com a chegada do PSDB à presidência da república, através de Fernando Henrique Cardoso. O tucano ficaria no posto por oito pensados anos, de comum acordo com os correligionários dos outros partidos.

A batuta passaria para Luís Inácio Lula da Silva, que posaria de presidente da república por também oito pensados anos e devolveria ao PSDB o cetro da nação ao seu término. Essa teoria já foi discorrida em postagem aqui no blog e a raiz dessa amizade entre FHC e Lula – prováveis pensadores do regime civil atual – pode ser conhecida ou recapitulada nas páginas do livro “Os meninos da Rua Albatroz”.

O detalhe desse esquema é que pistas nos levam a concluir que o PMDB sempre esteve participando das decisões dos dois partidos. O antigo MDB, único partido democrático da época de bipartidarismo incondicional, que por não haver outra alternativa abrigou politicamente tanto FHC quanto Lula quando estes se conheceram, de certa maneira é quem tem na surdina liderado o Congresso Nacional.

Feito o ajuste de informações e retornando à data mencionada na entrada da dissertação, que marca o início do segundo mandato de Lula, o ex-metalúrgico teria fugido do compromisso feito em seu primeiro discurso de posse por causa da descoberta do Pré-Sal, a grande camada de petróleo existente no litoral brasileiro, ocorrido também em 2006.

Se o Pré-Sal não tivesse sido descoberto, Lula ia ter que se virar para resolver o problema de como arrumar dinheiro para continuar pagando salários de servidores públicos, políticos, aposentados, segurados do INSS e ainda os beneficiários dos projetos sociais que implantara em seu primeiro mandato – alguns deles são: Fome Zero, Bolsa Família, Prouni. Sem falar os custos do SUS e das universidades públicas.

Porém, as cifras teoricamente arrecadáveis com a exploração da camada de petróleo no litoral brasileiro levou não só Lula, mas, todos os governantes a imaginarem que todos os problemas de orçamento público estavam resolvidos para o Brasil. Os royalties cuidariam de conduzir o país ao Primeiro Mundo, como pensavam. Haviam até decidido precocemente quanto iria para a Saúde, quanto iria para a Educação…

Alguém no meio parlamentar, no entanto, estava de olhos abertos. Seu nome: Michel Temer. Estudos demonstravam uma verdade que a maioria dos políticos não queria enxergar: Explorar a galinha dos ovos de ouro do Brasil demandaria tecnologia e dinheiro que o país não possuía. E levaria anos para se extrair o primeiro barril de petróleo.

Sob a provavelmente falsa alegação de estar cansado do PMDB por não obter espaço para se projetar na Política e ganhar voz, Temer manobrou para se aproximar do PT. Antes disso ele enviou telegramas para a embaixada brasileira em Washington, nos quais se dizia preocupado com os rumos que o Brasil estava tomando – sugestivamente em direção ao socialismo – e pedia ajuda para colocar um nome do PMDB na presidência da república em 2010.

Na eleição de 2010, Lula não poderia concorrer. E, conforme os rumores conspiracionistas, seria a vez do PSDB voltar ao comando da nação, tal qual as regras do informal encilhamento concordado entre os políticos civis de destaque. Lula teria preparado de propósito uma substituta fraca: Dilma Rousseff, sua ex-ministra da Casa Civil. Não se esperava que ela fosse bater José Serra.

Foram os feitos de Lula que bateram Serra. E Dilma Rousseff subiu a rampa da Esplanada como a primeira presidenta da república do país. Mas, como vice de Dilma, Michel Temer se sentiu aliviado.

De posição privilegiada, Temer acompanharia os passos da presidenta. E ainda poderia dar os pitacos que como reles deputado ele jamais pôde dar e por causa disso tinha que se manter inerte, vendo uma bola de neve crescer, que eram os riscos que a economia brasileira sofria.

Mas, seus telegramas surtiram efeito. E a CIA já tinha um plano maquiavélico para pô-lo na presidência da república, como ele havia solicitado. Separar os brasileiros, enchê-los de culpa por achar que votaram errado, fazê-los contar os vencidos a cada fase de uma operação investigativa da Polícia Federal era o que estava, pelas mãos do Tio Sam, infalivelmente, por vir. Intelectuais perderiam o status de organizadores da sociedade e agricultores com fome de poder veriam chegar sua vez.

É meu amigo leitor, terei que descumprir o trato contigo. Não deu pra evitar a terceira postagem. Você me compreende, não? Mas, continua valendo: por nada desse mundo perca o que vem por aí!

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

 

Teria sido o novo coronavírus desenvolvido para o Brasil? – Pt.1

Discurso apocalíptico de Dilma Rousseff após sofrer o impeachment

2014. Muito esforço foi feito, inclusive pelo PT, para que o eleitor não re-elegesse para presidente da república Dilma Rousseff do PT. Muitos alegaram que o partido criara um curral eleitoral com a ascensão do pobre na sociedade, que em longos anos dificilmente se cogitaria ele sair do poder.

Acontece que o PT estatizou o país. O número de servidores públicos ampliou – muita gente trabalhando para o Estado – e idem o número de beneficiários de programas sociais – muita gente recebendo benefício do Estado.

Nomeações inconcursadas para cargos públicos, nepotismo e funcionários fantasmas já assolavam os cofres da nação havia longos anos. O número de cargos políticos, de eletivos e de assessores nomeados por eles, com salários exorbitantes e sem merecimento, votados pelos próprios políticos, a receber do Estado, além de regalias insanas, ainda obrigam uma reforma política com a qual ninguém quer mexer.

No Judiciário, o esbanjamento e a falta de coerência com o orçamento nacional é semelhante à farra que rola no Executivo e no Legislativo. As togas mais valorizadas do mundo ainda por cima não julgam com justiça e perdoam muito abuso praticados por criminosos do colarinho branco – políticos e empresários.

Comprometendo ainda mais o orçamento público – o dinheiro que o Estado arrecada com impostos – a Previdência e a Seguridade Social encheram de aposentados para receberem aposentadoria e de afastados para receberem licenças médicas.

Os empregadores, com tanto direito a conferir para os empregados, pararam de contratar. E ainda aumentaram as demissões. Com isso, o Seguro Desemprego a ser pago aos demitidos virou problema. O consumidor sumiu.

E como o projeto de previdência brasileiro exige que haja trabalhadores na ativa para encher o bolo que é, entre outras coisas, usado para pagar aposentadorias, o desemprego lhe causou também um baque.

Para pagar os benefícios dados para a população e criar empregabilidade falsa, a fórmula petista comprometeu a arrecadação do Estado por conta de incentivos fiscais, dedução e isenção de impostos dados às empresas.

Bancando os vilões, o sistema de saúde público – o SUS – e as universidades públicas são mantidos com dinheiro do orçamento estatal e não retornam nada para o governo. E para complicar, escolas e hospitais públicos inibem a iniciativa privada de atuar nesses setores.

Até mesmo as farmácias, que poderiam levantar algum troco para o Estado com a tributação sobre remédios, se tornaram um péssimo empreendimento tendo como concorrente o governo, que distribui gratuitamente ou a baixo custo remédios através das farmácias populares.

E como se não bastasse isso tudo, nas poucas empresas estatais, que poderiam com o lucro que geravam tornar a arrecadação nacional menos deficitária, a corrupção acontecia sem pudor.

Propinagem em troca de favores em licitações, tráfico de influência, cabides de emprego, superfaturamentos. Mesmo as empresas estatais brasileiras competitivas passaram a cortar um dobrado para continuarem de pé. Afim de sobreviverem, imploravam por privatização ou – o melhor caso – concessão para a iniciativa privada.

Reforma previdenciária, agrária, fiscal, tributária, trabalhista, política. O Brasil urgia de revisionismo em todos os setores. Era da competência do partido em situação providenciar.

Direitos dados à população teriam que ser retirados para aumentar a empregabilidade real. Cortes de serviços bancados pelo Estado idem. Salários cairiam e o lucro das empresas não ficariam de fora devido a corte de incentivos fiscais e deduções de impostos. Indicadores sociais mudariam para pior. Toda a revolução que o PT promoveu, de repente teve seus erros evidenciados. Teria que ir tudo para o ralo.

Não é difícil imaginar a cúpula do PT querendo passar esse abacaxi para outro descascar. Mas, o plano de sabotar a re-eleição de Dilma não deu certo. A responsabilidade ficou ainda maior.

Precisava toda a classe política em Brasília, de todos os partidos, traçar junto com juristas e empresários um grande plano que pudesse providenciar a implantação de todas as medidas de choque necessárias. E sem que o PT tivesse que sair de cena mal falado até mesmo pelo seu seguidor, a quem o partido devia muita satisfação.

O primeiro passo foi usar a mídia para destampar a corrupção que havia no sistema estatal e com ela destampada levar o público à uma indignação e repúdio incontinentes e gradativos, que serviriam de mola-mestra para tirar o PT do posto. Fora das urnas e sem ferir a democracia, respeitando o voto do cidadão que ajudara a eleger Dilma Rousseff.

Daí foi criada a Operação Lava-jato e a alegação de que o país caminhava para o socialismo dada as políticas públicas que adotava. Obviamente essa alegação, se fosse explicada a razão de serem tais políticas o motivo de rumar o Brasil para o comunismo, o povo não seria afetado, pois, ele teria que saber que os serviços públicos e benefícios sociais lhe disponibilizados pelo Estado é que caracteriza o socialismo. Certamente ele não se convenceria de abrir mão dos direitos e benefícios que recebeu.

Solucionaram isso fazendo do comunismo um assombração e enfiando na cabeça do povo que o esquerdismo do PT é que caracterizava a tendência comunista do governo. E deram como atributos desse esquerdismo assuntos como as invasões de terra do MST; as marchas para liberação das drogas; a emancipação da mulher, que estaria a afetar a Família e a degradando; o crescimento do homossexualismo e dos pedidos de leis pró aborto; a privilegização de direitos humanos para marginais; o ateísmo e o laicismo. O fakenew atual originou-se aí.

E com mais sustância do que nos grandes momentos das redes sociais na internet, pois, o antipetismo ganhou força. Até aqueles que votaram em Dilma pela preservação da ascensão de sua classe se tornaram predispostos a dar tiro no pé e votar em qualquer um que se mostrasse inimigo mortal do petismo.

Na postagem final desta série será narrado do Impeachment de Dilma Rousseff à Pandemia de Covid-19. Por nada nesse mundo perca essa postagem!

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

 

Como eliminar 7,5 bilhões de pessoas sem uso de guerra: Feminismo

Vídeo da postagem

Na Alemanha, em Frankfurt, no Institut für Sozialforschung – Instituto de pesquisa social – o diretor supremo assinava o contrato de mais uma demanda dos serviços de engenharia social que prestava a instituição que ele dirigia. À grande mesa, pensadores convocados para uma reunião de brainstorming pensariam a estratégia que satisfaria a necessidade do cliente.

  • Senhores! O governo de certo país tropical identificou em seu orçamento previdenciário que sua Previdência falirá em menos de vinte anos e levará junto para a bancarrota o próprio país. Existe recebendo do governo na nação uma quantidade enorme de aposentados, gente prestes a aposentar, indenizados de causas que o governo perdeu, segurados do Seguro Desemprego, pessoas afastadas por doença e pensionistas por morte do cônjugue.

    Há nessa nação muitas mulheres que trabalharam regularmente por poucos anos, somente até se casarem, e que vão ser beneficiadas pela extensão da aposentadoria quando o marido falecer.

    Pra complicar, o número de pessoas trabalhando não é suficiente para montar o valor mensal para pagar as aposentadorias dos que já estão aposentados e as delas próprias. E o número de homens em idade ativa é bem superior ao de mulheres.

  • Foquemos, então, na criação de empregos para mulheres! – opinou um dos membros.

  • Resolveram dessa forma, inclusive colocando mulheres em ocupações próprias de homens. Mas não deu certo! Os homens passaram a ter problemas de desemprego entre outros. E elas, naquele país, aposentam com menos idade do que eles.

  • Humm! Empregos específicos para elas não tiram dos homens suas oportunidades.

  • E se mudarem as leis para a Previdência, podem colocar homens e mulheres aposentando com idades simultâneas. Só temos que criar meios de engenhar a população a aceitar essa mudança legislativa.

Após ouvir dois outros membros se pronunciarem, o diretor da côrte continuou a dar detalhes da gravidade da situação política.

  • Fizeram por lá alguns debates com essas soluções. Ninguém aceitou as ideias profundidas. Tiveram o consentimento inibido. Mesmo consciente de que as soluções apresentadas pela ala liberal do parlamento eram inevitáveis e de sua responsabilidade quando governava, a Esquerda do país incentiva a oposição.

    Os matemáticos do Congresso por lá, concluíram que de imediato se eliminassem a pensão vitalícia o respiro será grande. Empurraria a quebra da Previdência para dez anos mais. Logo, pelo menos nesta sessão, sugiro direcionarmos nossos esforços neste ponto.

E assim fizeram os confabuladores. E traçaram uma estratégia que usava o Feminismo para atiçar o ego das mulheres e com ele atiçado elas fariam voltar o ardente desejo de independência do jugo masculino. O querer olhar para o macho, bater no peito e dizer “ganho meu próprio dinheiro; tenho meu próprio trabalho; se você pode trabalhar por 49 anos para se aposentar eu também posso; terei minha própria aposentadoria e não precisarei esperar você morrer pra isso; vou é poder ter o gostinho de ver você me vendo aposentar graças ao meu próprio esforço”.

O próximo passo foi mais simples: criar empregos para as donas de casa à espera de enviuvar-se e no ato de assinatura do Contrato de Trabalho fazê-las optar por abrir mão da continuidade do recebimento da aposentadoria do marido em caso de morte do mesmo. Tal qual outrora fizeram no Brasil com o FGTS em detrimento do Decênio.

Olá!

Até aqui, podemos calcular por alto que já eliminamos cerca de 1 bilhão de pessoas com o auxílio luxuoso da natureza, manipulando o clima e microorganismos biobeligerantes, e evitamos o nascimento de bilhões de habitantes injetando nas populações vacinas contendo infertilizantes, tal qual, provavelmente, lá vão fazendo com o terrorismo estratégico por trás do coronavírus.

E sem dar um tiro ou estourar uma bomba. Com exceção das armas climáticas, deixamos as coisas todas no lugar. Você ainda está vivo, né? Garoto resistente!

O Feminismo como elemento de contenção populacional não seria o nosso assunto neste ponto da nossa série. Mas, da mesma forma que ocorreu com o episódio “Armas climáticas”, que teve adiantado o assunto devido às complicadas chuvas que cairam nos solos de Minas Gerais, e com o episódio “Biobeligerância”, que não pôde aguardar o tempo marcado em função de não perder a massificação do tema “bioterrorismo” dada pelo advento da iminente pandemia pensada do Coronavírus.

A ocasião de um debate com mulheres, onde o feminismo chegou à conversa, me levou a cuidar desta antecipação. De certa forma, é a melhor maneira de tecer textos, pois, a necessidade de pesquisas profundas diminui e a produção do material é mais rápida. E aqui introduzimos o conceito de arma ideológica, aquela em que se combate um inimigo moldando sua forma de pensar. O mesmo que “colonialismo”.

Nascido no Século XIX, na senda da Revolução Industrial, quando as mulheres começaram a trabalhar nas fábricas, compondo a força econômica do país, o Feminismo se desenvolveu como movimento filosófico, social e político. Tem como caraterísticas básicas a luta pela igualdade de gêneros (masculino e feminino) e pela participação da mulher na sociedade.

Esse movimento sempre foi uma armadilha para as mulheres. E profundido que teria sido criado por homens que compunham a Escola de Frankfurt. A mesma que deu origem ao Instituto de Pesquisa Social da Alemanha, mencionado na introdução deste texto. Entretanto, a demanda seria outra: reduzir nascimentos. Ou seja: controle populacional. A ideia era jogar homens contra mulheres e com isso diminuir as chances de cópulas que dão origem à nascimentos. Afastar dos óvulos os espermatozóides. Teoria de conspiração, é claro!

Considerando como verdadeira essa profusão, já no início os marxistas de Frankfurt viram que a tática não era tão simples de obter êxito. As mulheres sempre se deixaram impressionar por assuntos como o amor, a família e filhos. O sexo para elas, naquele tempo, não fazia parte de suas vidas como algo que lhes fosse de interesse crucial e de direito. E nem o homem o deixava ser.

Autoproclamando para si privilégios perante a mulher, o homem por muitos anos fez pose de dominador, construiu e manteve o que conhecemos como “sociedade patriarcal”, na qual a mulher é reduzida a um objeto de prazer, que desde menina era educada para ajudar as mães nos trabalhos domésticos, casar e ter filhos, dos quais seria a responsável pelo zelo e pela doutrinação familiar em todos os níveis.

Não podia trabalhar fora quando casada. E em outro estado civil trabalhava apenas em funções específicas do gênero, ganhando salários menores do que os dos homens, e não tinha acesso aos assuntos relacionados com política ou economia.

Para funcionar a tática que visava corromper a mulher, teriam que aniquilar da cabeça dela também os assuntos que a abrangia implacavelmente. Precisavam enaltecer: a busca feminina pelo prazer sexual, não necessariamente compromissado e acompanhado de amor como outrora ela exigia; a liberdade que é própria da vida sem filhos – ou com filhos, porém, nas fases mais maduras; o gosto pela independência sócio-econômica. E por que não dizer: o gosto pela competição com o sexo oposto, o masculino.

Em 1949, apareceu em cena a escritora francesa Simone Lucie Ernestine de Marie Bertrand de Beauvoir com seu livro “Le Deuxième Sexe” (O Segundo Sexo). Conforme a Wikipédia, O pensamento de Beauvoir analisa a situação da mulher na sociedade (https://pt.wikipedia.org/wiki/Le_Deuxi%C3%A8me_Sexe). No Brasil, a análise foi publicada em dois volumes: “Fatos e mitos” é o volume 1, e faz uma reflexão sobre mitos e fatos que condicionam a situação da mulher na sociedade; “A experiência vivida” é o volume 2, e analisa a condição feminina nas esferas sexual, psicológica, social e política.

A Superinteressante completa (https://super.abril.com.br/cultura/o-segundo-sexo/ ): “O livro traz uma análise profunda sobre a condição das mulheres na sociedade, abordando aspectos psicológicos, biológicos e históricos. Como a autora pertencia ao time dos existencialistas, ela parte da teoria que não se nasce mulher, mas ‘torna-se mulher’. “O Segundo Sexo” trata do sexo feminino sem rodeios, analisando a vagina, a menstruação, o prazer feminino e outros detalhes, em linguagem direta, que foi chocante para a época.”.

Beauvoir era libertária a ponto de viver um romance com um homem adúltero e sem se casarem. Trata-se do filósofo existencialista Jean Paul Sartre. Isso era um escândalo para a ocasião e reflete nos dias de hoje como modelo de relacionamento homem-mulher. Porém, com a bigamia podendo se estender à ambos, não só ao homem. Situação que já foi associada ao alastramento da AIDS.

Sobre Beauvoir:

https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/05/cultura/1562337766_757567.html

https://www.ebiografia.com/simone_de_beauvoir/

Poderiam os intelectuais marxistas da Escola de Frankfurt, todos homens, terem investido no sucesso do livro “O segundo sexo” e na carreira de Simone de Beauvoir para obter os resultados de controle de natalidade provavelmente lhes solicitado por algum capitalista preocupado com a quantidade de seres humanos viventes no planeta durante certo marco cronológico? Em 1950 eram 2,5 bilhões de habitantes (https://www.ecodebate.com.br/2013/04/30/os-20-paises-mais-populosos-do-mundo-em-1950-2010-2050-e-2100-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/). Em 2050, prevê-se 9,5 bilhões.

Outros fenômenos advindos da libertação psicologica incentivada pelo livro, embora não previsto nele, seriam o aumento do lesbianismo e o abandonar dos filhos devido à fuga das mães do lar para o trabalho. Fato que culminou na transferência de educador – que hoje tem como participante da educação familiar a televisão, representando a mídia, o que é bastante perigoso – e o crescimento da chegada bem sucedida da droga ao pré-adolescente.

E mais: o aumento de divórcios, o surgimento e banalização da mãe-solteira, a massificação da prostituição – que seria um efeito colateral, que envolve distintamente quem faz e quem paga os programas sexuais.

Inevitavelmente proliferaram os incels e os machistas. E aqui, a tática contribui também com as mortes registradas como casos de feminicídio. Infla-se o contingente de mortes com os abortos que as mulheres passaram a ter direito de cometer e as natimortes devido à desenvolvimento precário do feto, que muitas vezes o contraceptivo ou o uso de drogas como a talidomida, o de cigarros e o de álcool propiciam.

Dividindo o casal as despesas da casa, o homem deixou de ser o provedor da família. As discussões de relacionamento ficaram severas. Com ela jogando sempre na cara dele não depender do dinheiro dele, esnobando, às vezes, por ganhar mais.

Homens comuns se sentiram humilhados e impotentes perante o empoderamento que a mulher construiu, que a confere melhor renda, maiores oportunidades de trabalho e chances de encontrar parceiros de melhor estirpe.

Porque os divórcios e as separações se tornaram comuns, problemas com as partilhas dos bens e a guarda dos filhos decidiram por homens e mulheres evitarem concepções. Esse procedimento foi propagado e chegou àqueles que ainda não haviam se submetido à experiência de paternidade. Começa, com isso, a dar certo o plano de redução populacional com base na inibição da gravidez, abortos e natimortes.

As famílias se tornaram cada vez menores e o conceito mudou. Tanto pai quanto mãe passaram a possuir outro cônjugue e as crianças passaram a ver um e outro separados. Parodiando o “Poema enjoadinho” de Vinícius de Morais, “Filhos, para quê tê-los” virou lema. “Melhor não tê-los”, como diz o poema, já era reflexão indiscutível.

No dia 18 de agosto de 1960, a feminista Margaret Sanger e a milionária Katherine McCormick, que haviam se unido para inventar uma pílula contra a gravidez que fosse fácil de usar, eficiente e barata, viram se realizar a demanda da dupla (https://www.dw.com/pt-br/1960-primeira-p%C3%ADlula-anticoncepcional-chega-ao-mercado/a-611248). O contraceptivo oral Enovid-10 fora lançado nos Estados Unidos. Se resolvia até certo ponto a questão da gestação pós-sexo heterossexual.

O lesbianismo como alternativa de sexo natural devido a problemas com escassez de homens que provoquem interesse às mulheres, veio a somar na conta do impedimento de natalidade. Mulheres não engravidam de mulheres!

Uma vez livres, as mulheres se tornaram vorazes na busca por espaço. “Quando a mulher se equipara ao homem ela o supera”. Em eventos marcantes, cada vez mais tabus contra as mulheres são jogados no chão.

Em 1968, em frente ao teatro onde acontecia o Miss América, uma suposta queima de sutiãs simbolizava o protesto contra a ditadura da beleza. O balanço dado no concurso que interessava muito mais aos homens sacudiu as estruturas de Atlantic City.

Mary Quant pode até não ter sido a criadora, nos anos 1960, da minissaia. Mas, sem dúvida, a vestimenta se tornou símbolo da mulher feminina, sexy e livre pelas mãos da então jovem estilista.

Dizem que a nossa Elis Regina foi a primeira mulher a ser vista de minissaia na televisão. A moda segurava a mulher plasticamente agradável aos olhos masculinos.

Sophia Lauren, Raquel Welch, Brigitte Bardot e Ursula Andress mantinham os homens na poltrona do cinema. Jane Fonda bancando a Barbarella preservou por mais tempo o hábito do homem de fixar posters de mulheres em vez de broncos na porta de seu guardarroupa. A nossa Vera Fisher não ficava para trás.

Bo Derek, de “A mulher nota 10”, e a ex-pantera Farrah Fawcett garantiram vendagem para revistas femininas, como a Playboy, que hoje simplesmente desapareceram. Talvez não por causa da nudez melhor e de fácil acesso propagada pela internet, mas, porque as mulheres sacaram que elas gastavam muito dinheiro e dedicação para se vestir elegantemente para quem só queriam as ver nuas.

Hoje a mulher ocupa cargos invejáveis aos homens. Aparecem na mídia como pessoas de destaque nas artes, no empreendedorismo e até nas ciências e na política, chegando, muitas delas, ao posto máximo de uma nação. Realizam atividades até onde era restrito ao gênero masculino, como a construção civil. Pegando no pesado e até dando ordens. Guiam seu próprio carro e vão em grupos femininos às boates, bares, restaurantes, estádios e outros locais e eventos. Se masturbam, contratam go go boys tão somente para se divertirem. Tornam cada vez mais descartável o gênero oposto ao delas.

A parecer quererem mesmo serem desinteressantes aos homens, elas se tatuam em demasia, fumam, usam drogas e bebem a la Rê Bordosa em público sem o menor pudor. Brigam de porrada umas com as outras, aparecem nuas em protestos políticos – como o grupo Femen da Ucrânia –, jogam futebol e basquete, urinam ao ar livre, flatulam, deixam as axilas peludas. Aprendem a falar palavrões e assuntos chulos em seriados de TV como “Sex and the city” em vez de estimularem-se a ser uma jornalista independente e de sucesso como inspirava ser a “Mary Tyler Moore” ou mesmo a Zelda Scott. E não se importam nem um pouco com modelitos com salto alto para parecerem dondocas. Gata Borralheira faz mais a cabeça das moderninhas.

Pra piorar, existem cientistas que alertam: “De acordo com estudos recentes, o cromossomo Y, que só os homens transportam, está se deteriorando e pode desaparecer completamente em um futuro próximo”. O que significa que em um futuro próximo, bebês masculinos deixarão de nascer. A “ilha paraíso”, local onde as amazonas amigas da Mulher Marvilha moram, será todo o planeta.

Se essa revolução feminista ocorrer tal qual esse roteiro, como nasceremos, não sabemos. Talvez mediante fecundação in vitro, com o gameta masculino vindo de bancos de sêmen fornidos de estoque para mais de séculos. Ou então a mulher se tornará um ser de reprodução assexuada. O bom é que estudos recentes sobre o cromossomo mostram que a estatística pode estar errada.

O que se deve esperar é que a guerra entre sexos chegue a uma trégua antes que essa revolução ocorra de fato. Nos entendamos primeiramente, como seres humanos que têm responsabilidades tamanhas no Universo. A de procriar, em primeiro momento, e a de ser feliz vivendo mutuamente e desfrutando dos prazeres da carne – existência material – sem procurar se destruir.

E aqui termina a postagem. Me desculpem se ficou grande. Posso ter me empolgado. Se gostou, compartilhe, curta e ou comente, no canal de vídeo ou no blog, pra me ajudar a continuar a produzir os episódios. Veja os outros episódios caso ainda não tenha visto. Perceba que a cada vídeo a qualidade melhora. Não esqueça de adquirir o livro “Os meninos da Rua Albatroz” e jamais perca nossas postagens!

 

Como eliminar 7,5 bilhões de pessoas sem uso de guerra: Biobeligerância – Pt.2

Vídeo da postagem.

Olá, vimos no vídeo anterior que as armas climáticas são bastante eficazes no propósito de ocasionar mortandade. Mas, depois das armas nucleares, não são elas as mais terríveis e devastadoras e sim as biológicas. Se bem que em 2016 o site UOL publicou: “cientistas russos fizeram um alerta: as mudanças climáticas estão derretendo uma camada de gelo na Sibéria que contém vírus nocivos, como a varíola, guardados ali há milênios (https://noticias.uol.com.br/saude/listas/variola-colera-antraz-doencas-que-assolaram-a-humanidade-podem-voltar.htm )”.

Propagar vírus e bactérias está ao alcance de cada um de nós e a baixo custo. Um pequeno grupo contaminado pode alastrar por meio de sprays uma peste para toda uma população. Na mesma reportagem do UOL é dito que a varíola no Século XX matou cerca de 500 milhões de pessoas no mundo todo. Portanto, usar vírus e bactérias ou suas toxinas para criar mortandade é bem eficaz.

O maior impedidor da escolha do método de destruição de massas é que os agentes patogênicos fogem do controle de quem propaga, podendo atingir até ele próprio. E muitas vezes não se sabe quando ocorrerá a erradicação ou mesmo como desfazer o estrago. É sobre as armas biológicas que vou discorrer no episódio deste vídeo e postagem.

2020. O mundo comemorou o recorde de redução da taxa de natalidade que a China obteve em 2019 desde 1949. Apenas 14,65 milhões de bebês vieram ao mundo no território chinês no ano passado. O país mais populoso do mundo, que um dia viveu um regime próximo do que seria o verdadeiro comunismo, sabe que viver confortavelmente no de economia aberta incide diminuir o número de pessoas a serem geridas pelo Estado.

Os chineses sofrem com ataques biológicos. O setor aviário perde galinhas por causa de gripe aviária e o suíno perde porcos por causa de peste suína africana. Se isso é natural, a natureza esta sendo bem generosa com aqueles que gostariam de ver a China precisando comprar carne da mão deles. O Brasil se enquadra. Pra piorar, o novo coronavirus leva ao pânico os chineses, os países vizinhos e aos poucos o resto do mundo. Já falam em pandemia.

Vai saber se isso não é tática de redução populacional embrenhada pelo próprio país contra seu próprio povo. Se sim, por haver mais de vinte países relatando casos de contaminação do tipo, incluindo os Estados Unidos, pode-se suspeitar de conspiração mundial para reduzir pessoas e animais da face da Terra. O que é o nosso tema, mas, voltemos nisso mais adiante, vamos divagar um pouco sobre a outra possibilidade.

Se não é mortandade o que buscariam em caso de ataques biológicos ministrados, é coisa pior! Como um dos concorrentes de mercados da China está interessado em abalar a economia chinesa. Sabotagem biológica poderia ser o caminho adotado por ele.

A gigante economia que a China formou sofreu queda de desempenho, mas, ainda intimida os concorrentes no campo do comércio mundial. Os Estados Unidos é o país mais ameaçado. Não é nenhum absurdo imaginar que os americanos estejam por trás do que seria mais um caso de bioterrorismo.

É noticiado que ações caíram na China devido ao temor ao coronavírus. E através de vôos charter, países vão trazendo de volta da China seus pátrios e diplomatas estabelecem sem mal-entendidos impedimentos de desembarque de chineses em seus solos e mercadorias da China em suas alfândegas. Turismo, trabalho e viagens de negócios que melhoram a economia de um país estão compreensívelmente fadados à mingua.

A Inteligência americana já cuida de se colocar fora de suspeita caso os Estados Unidos sejam acusados de estarem por trás da proliferação do novo coronavírus. Um avião, carregando cerca de 200 americanos que estiveram em Wuhan, cidade central do contágio, aterrisou na Califórnia. A imprensa cobriu a chegada no melhor meio de embrenhar engenharia social em quem acompanhou a cobertura.

O consultor de segurança nacional do presidente Trump minimizou o risco de um surto de coronavírus nos Estados Unidos, dizendo no programa “Face the Nation” da CBS: “neste momento não há razão para os americanos entrarem em pânico“.

Demonstrar-se seguro quanto à um fato trágico ainda sob alarme pode levar à impressão de ingenuidade que só quem está inocente em um caso de bioterrorismo demonstraria. Eis aí uma tática pró absolvição de culpa.

O conselheiro de segurança nacional, Robert O’Brien, disse que os Estados Unidos se ofereceram para enviar autoridades de saúde à China para ajudar a conter a epidemia, mas que as autoridades ainda não receberam uma resposta de Pequim”.

Pôr-se a observar à distância um fato ameaçador, mas, preocupado com a evolução dele, é o número da solidariedade que também ajuda a se colocar fora de suspeita quando se está envolvido no fato.

O’Brien defender as observações do secretário de Comércio Wilbur Ross, que disse que os Estados Unidos poderiam se beneficiar economicamente do surto porque isso poderia levar as empresas a reconsiderar suas cadeias de suprimentos globais e, por fim, “ajudar a acelerar” o retorno de empregos para os Estados Unidos, confunde os que apresentarem tendência a assimilar que os Estados Unidos não negam que obtêm vantagens com o quadro trágico na China.

Isso faz lembrar a frase “negócios à parte”, que por sua vez faz a nação posar de ente sincera e de quem é consciente o bastante para dar prioridade em resolver a dor do outro – omitindo a preocupação de vir a ser a própria dor, quando realmente se está fora da autoria dos ataques se belicosos.

Acho que o que o secretário de Comércio Ross está dizendo é que há um perigo, há um fator de risco para fazer isso. E não seria melhor se tivéssemos cadeias de suprimentos e fábricas aqui nos EUA?

Essa colocação de O’Brien é tudo que os conspiracionistas precisam para encaixar o quebra-cabeça e dar explicações para seus seguidores sem chances de não serem cogitados de receberem crédulos. https://www.cbsnews.com/news/transcript-robert-obrien-on-face-the-nation-february-2-2020/

Israel promete buscar uma vacina. Claro! Volte lá no primeiro episódio desta série e identifique motivos pra quererem isso. É unir o útil ao desagradável. Desagradável porque inocular as pessoas não ajuda no objetivo da redução populacional.

Mas, há sempre uma nova oportunidade de matança e métodos mais direcionados. O que vale nesse momento é o marketing de altruísmo. E o lucro que dá a vacinação.

Cidadãos israelenses que viajaram para a China poderão voltar, disseram autoridades. E a mídia israelense informou que o país deveria estender as permissões de trabalho de quase 1.700 trabalhadores da construção civil chineses cujos contratos expiraram. A chegada do mesmo número de trabalhadores da China que deveriam substituí-los foi adiada indefinidamente.

O que faria o presidente do Brasil, grande admirador e copiador dos israelitas, se essa epidemia estivesse ocorrendo em seu país, com uma leva de médicos cubanos sendo deportados por não concordar o bolsonarista com emprego de trabalhadores de outro país em projetos bancados pelo Governo?

Aliás, os médicos cubanos estão voltando. E com o aval do atual presidente. Precisariam de gente experiente e competente pra enfrentar o coronavírus? Veja a reportagem: https://pebmed.com.br/medicos-pelo-brasil-medicos-cubanos-podem-retornar-ao-novo-programa/. Bem, segundo o “A voz do Brasil” de 07 de fevereiro de 2020: “Capacidade do Brasil pra enfrentar o coronavírus tem reconhecimento internacional”. Mas, vai saber se não houve um subsidiozinho receber este reconhecimento generoso!

O “The Washington Post” publicou: “A epidemia mortal de vírus animal que se espalhou globalmente pode ter se originado em um laboratório de Wuhan vinculado ao programa secreto de armas biológicas da China, de acordo com um especialista israelense em guerra biológica”.

Isso, ainda que sendo verdade, prepara melhor o disfarce para o Tio Sam, se estivermos lidando com guerra biológica e os yankees os protagonistas do ataque.

Alegar que o programa chinês de guerra bacteriológica teria cometido vacilo e deixado escapar o que já dizem poder se tornar uma pandemia parece sanar a coceira dos conspiracionistas pra dizer que cuidam, na certa, de promover mortes. Sem importar a pátria. E tudo seguir conforme a agenda de redução populacional da… Nova Ordem Mundial?

As autoridades dos dois países trocando farpas enquanto prometem solidariedade e boa recepção de um ao outro faz imaginar haver um conluío.

Disse uma autoridade dos EUA: “Um sinal ameaçador é que os falsos rumores desde o início do surto, há várias semanas atrás, começaram a circular na Internet chinesa que o vírus faz parte de uma conspiração dos EUA para espalhar armas germinativas”.

As autoridades chinesas teriam dito que a origem do coronavírus, que matou dezenas e infectou centenas na província central de Hubei, não é conhecida. Mas, Gao Fu, diretor do Centro Chinês de Controle e Prevenção de Doenças, teria contradito à mídia controlada que pelos sinais iniciais o vírus se originou de animais selvagens vendidos em um mercado de frutos do mar em Wuhan.

O site G1 (https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/01/30/novo-coronavirus-pode-ter-vindo-de-morcegos-indica-pesquisa.ghtml ), em 30/01/2020 publicou: “Uma análise genética do novo coronavírus – que até esta quinta-feira (30) matou 170 pessoas na China e infectou mais de 8 mil –, indicou que o 2019-nCoV apresenta similaridade ao vírus Sars derivado de morcegos. O estudo foi publicado na revista científica The Lancet nesta quarta-feira (29).”.

Antes disso, o Journal of Medical Virology estipulou que o hospedeiro original do 2019-nCoV seriam cobras.

Essa indecisão levou a também subsidiada imprensa norte-americana a publicar que a China estaria a preparar meios de propaganda para combater futuras acusações de que o novo vírus escapou de um dos laboratórios civis ou de defesa situados em Wuhan, o locus da epidemia.

De qualquer forma, a natureza de bioterrorismo sem autor tomou conta do noticiário em volta do coronavírus e as mortes vem acontecendo a cavalo. Um podcast no G1 expressa bem esse teor de terrorismo que estão dando ao provável surto pandêmico. https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2020/01/29/o-assunto-111-as-respostas-da-china-ao-novo-coronavirus-e-os-impactos-na-economia-global.ghtml

Alarmar a sociedade é uma forma de desestabilizá-la e conduzir seus pensamentos. Se há o objetivo de mortandade, as populações afetadas por estas táticas morrerão sem qualquer rebeldia contra governos ou grupos poderosos.

É como expressou bem o cientista cognitivo Noam Chomsky: “A maioria das pessoas não sabe o que está acontecendo. Sequer sabe que não sabe.

Guerra biológica ocorre quando se usa a belicosidade de micro-organismos vivos para dizimar vidas humanas, de outros animais – principalmente úteis ao homem ou competidores com o próprio – e de vegetais – principalmente os contingentes de lavouras. A ideia é minar a economia de um inimigo e colocá-lo em estado econômico de sítio, ao ponto de ter que solicitar ajuda ao estrangeiro, que pode ser até mesmo seu algoz, se submetendo à escravidão se necessário para sobreviver. O outro motivo dessa investida é matar populações para se apropriar de seu território e pertences ou simplesmente reduzir a concorrência por espaço e alimento, que o capitalismo atualmente demonstra precisar. Nossa série foca nesse ponto.

Por meio de substâncias guardadas em invólucros ou no organismo de hospedeiros animais – como os ratos ou as moscas – virus, protozoários, bactérias ou fungos, mais comumente, são liberados dentro do território alvejado e encontrarão seres humanos ou animais típicos do local e se alojarão neles, causando parasitismo que desenvolve doenças capazes de levar o infectado à morte. Evoluindo o contágio para o contato entre humanos ou seus pertences.

A guerra biológica possui seus antecedentes históricos. O homem de Neanderthal teria colocado fezes de animais nas flechas para aumentar seu poder letal; legionários romanos contaminavam os poços de seus inimigos com carcaças de animais. Em 1346, os tártaros lançavam por meio de catapultas cadáveres de pessoas mortas por peste para dentro dos muros da cidade sitiada de Caffa. Em 1763, o exército britânico na América, em guerra com os franceses, mandou cobertores e lençóis previamente utilizados num hospital para pacientes com varíola para os índios Delaware, aliados dos franceses (Christopher et al., 1997) (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000600023).

A Peste negra foi uma das mais devastadoras pandemias na história humana, resultando na morte de 75 a 200 milhões de pessoas na Eurásia. Somente no continente europeu, estima-se que tenha vitimado pelo menos um-terço da população em geral, sendo o auge da peste acontecendo entre os anos de 1346 e 1353. A doença é causada pela bactéria Yersinia pestis, transmitida ao ser humano através das pulgas (Xenopsylla cheopis) dos ratos-pretos (Rattus rattus) indianos ou outros roedores. Teria iniciado na Ásia Central (https://pt.wikipedia.org/wiki/Peste_negra ) o evento nefasto.

O conquistador Gêngis Khan, com as suas hordas de nômades mongóis, conquistou toda a estepe da Eurásia setentrional – da Ucrânia até à Manchúria. Teriam sido os guerreiros mongóis quem teriam infectado as populações de roedores das planícies da Eurásia, da Manchúria à Ucrânia, e propagado para o resto do mundo na época a doença, que hoje é conhecida como Peste bubônica. Após sua conquista da China, os mongóis foram infectados na região a sul do Himalaia pela peste, já que essa região alberga um dos mais antigos reservatórios de roedores infectados endemicamente.

Os mongóis deixavam a céu aberto em suas cidades os corpos putrefatos mortos pela epidemia e fugiam para as colinas, deixando que aqueles que quisessem tomar suas cidades fossem surpreendidos pela morbidez e contaminados caíssem moribundos até fenecer. Quando o perigo desaparecesse eles voltariam para suas cidades e as reorganizariam.

São muitos os episódios que narram o uso pelo homem de micro-organismos vivos para o fim bélico. Desde o século XIV, passando pelas grandes guerras mundiais e chegando até os dias de hoje. Nem sempre em guerras militares de nação contra nação.

O homem está sempre a se preocupar em se proteger daquilo que ele pode ver. Como as agruras do clima ou os projéteis que ele mesmo inventa e que lançam os exércitos. Entretanto, exatamente o que lhe é invisível e que chega a ser patético ser tão frágil e indefeso para seres tão minísculos é o que é o seu maior inimigo.

A natureza fora bastante irônica ao dotar os pequenos com maior capacidade de ataque. Irônica ao estabelecer que esses seres só estão sobrevivendo quando atribuímos estarem a nos atacar. Alimentam-se de nossos órgãos e excrementam substâncias químicas que reagem com as que possuímos e alteram nosso funcionamento.

Eles não sabem que morrerão junto com o hospedeiro, por isso continuam a sanar sua fome. Não sabem também o que é morte, a maior de nossas preocupações.

Os vírus, bactérias e toxinas que já foram usados como arma biológicas são: o Bacillus anthracis (Antraz); a Yersinia pestis, que causa a peste bubônica; o Orthopoxvirus variolae, causador da Varíola; a ricina, substância tóxica extraída da mamona; o Vibrio cholerae, vibrião da Cólera; Francisella tularensis, causadora da tularemia; a Clostridium botulinum, que está por trás do botulismo; o Dengue.

Teme-se na Atualidade o uso do Henipavirus, do Ebola e do Hantavírus como arma biológica pela ação de grupos terroristas irresponsáveis. Entretanto, obter ajuda de cepas biológicas e suas toxinas para prover destruição em lavouras ou em espécies animais não é restrito ao objetivo bélico para promover mortandade. Se há no mundo uma conspiração pretendendo que 2/3 da população terrestre atual desapareça, basta ocasionar infecções por meios ingênuos e seguros para aqueles que não estariam na lista dos marcados para morrer. De repente, até o Esporte, que possui eventos que aglomeram multidões em um só ponto, como as Olimpíadas e a Copa do Mundo de futebol, pode ser usado para facultar sucesso nessa empreitada.

O HIV, vírus da AIDS, teria sido utilizado com essa intenção. Sua contaminação é restrita ao contato interpessoal e seu alastramento não ocorre por meio externo como o aéreo. Desde que não se faça parte de um grupo de risco, a chance de contágio se torna nula. E os poderosos do planeta, tendo sido os articuladores deste grande projeto viabilizador de mortalidade e de controle de natalidade, só têm que continuar a fazer o que já fazem: se manter entre os seus sem jamais misturar com a plebe.

O pulso ainda pulsa
O pulso ainda pulsa
(
Titãs)

Leia o livro “Os meninos da Rua Albatroz“, onde todos os assuntos desta série são desenvolvidos dentro de um conto de aventura bastante gostoso de ler.

 

Morreremos de fome se não quisermos morrer de câncer

Putz! Meu perfil no Whatsapp chove de terrorismo informacional. O mais comum é o temor pela configuração de guerra entre Irã e Estados Unidos. Sobre esta, eu até já espalhei por aí meus comentários fora da caixa. Esse embate já é pensado há bastante tempo e vai saber se todos os citados nele – Estados Unidos, Brasil, Irã, Rússia, Venezuela, China, Ucrânia, Criméia, Argentina, França, Coréia do Norte – não estão de mãos dadas prontos para encenar seu papel no conflito.

Afinal, a população mundial supera a possibilidade de gestão do Capitalismo, o sistema econômico vigente em todo o planeta. Visível ou encripadamente. Guerras resolvem problemas como superpopulação – dizimando pessoas e animais da face da Terra, liberando alimento e espaço – ou de desemprego – haja vista a iminência da Quarta Revolução Industrial, que vai fazer sumir com mais de 800 milhões de vagas de emprego e várias profissões e possibilidade de empreendimento. Sem que aqueles que ganhariam seu pão neles desapareçam junto. E isso afeta também a arrecadação pública e faz com que políticos, juristas e servidores públicos entrem na fila do desespero. Não é a toa que pregam tanto a favor do Estado-mínimo ou liberalismo econômico.

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Também não é a toa que Jair Bolsonaro teria dado de bandeija a Base de Alcântara para o Tio Sam usar: já estaria planejado destinar ao padrinho de campanha eleitoral o excelente ponto para enviar mísseis em direção à Europa. Até coisas como a Reforma da Previdência pode ser analisadas com essa ótica. Mandarão jovens para morrer na guerra e precisarão com isso que os que estão trabalhando, prestes a aposentar-se, esperem mais um pouquinho no trampo. E mais a homofobia massiva: Ao acabar a guerra haverá a necessidade de recompor a população. Pra isso é preciso que homens e mulheres se acasalem e haja procriação. Tô certo ou tô errado?

Mas, o que me levou a escrever esta postagem é outro compartilhamento de terrorismo: A guerra contra os produtos alimentícios adoecedores. Vulgo: produtos industrializados. Cheios de açúcar, corantes, conservantes, acidulantes, gordura hidrogenada, glutén, carbonato de sódio, aspartame, flúor, cloro e centenas de outras substâncias químicas adoecedoras mais. Algumas transgênicas, outras abusam de agrotóxico.

O refrigerante, a margarina, a gelatina, farinha Láctea, o biscoito Club Social, Nesfit/Belvita, Maizena, leite em pó, Sucrilhos, sucos do tipo Clight, refrigerantes além da Coca-Cola, conforme o viral, o professor da Esalq (escola de agricultura em Piracicaba, SP), Marcos Sorrentino, copiando outros que, contundentemente, desde de antes da primeira década do século XXI terminar, como o Dr. Lair Ribeiro, condenou.

Muitos dessa lista eu como ou bebo há cinquenta anos e por enquanto ainda estou sadio. E sem falar na lista de remédios industrializados que me aliviaram e ainda aliviam a barra e estão hoje na lista negra.

Só não entendi porque não condenou também a cerveja! Acho que ele ou o autor do viral terrorista não queriam criar confusão com consumidores que preferem morrer do que ficar sem seu produto favorito. A gente não pode agradar todo mundo, não é mesmo? A gente não é cerveja!

Agora, o certo a fazer o viralizador não incentiva em seu post. Já que corremos tanto risco de contrair câncer de toda sorte, Alzheimer, diabetes ingerindo – e degustando com boca boa – essas gostosas e de boa aparência porcarias industrializadas, por que não cobram da Anvisa um pronunciamento em cadeia nacional a respeito? Por que não exigem que membros renomados da comunidade científica, pra lá de credenciados, vão à imprensa para defender categoricamente a verdade por trás desse ataque se ela existe?

Assim, tomaremos atitudes que forçam a indústria alimentícia a acabar com esse esquema de comercializar produtos que abastecem de capital a indústria médica-farmacêutica. Não é mesmo?

Ao presidente da república não adianta enviar tweets: ele só responde à gente da panela dele. Não difere em nada de seus adversários tucanos e petistas em matéria de acessibilidade ao público. O presidente não quer saber de nossos reais problemas, só dos que ele acha que temos.

Agora, pensemos nessas atitudes, que não seria diferente de boicotar o consumo dos porcaritos. A indústria iria deixar de faturar, com isso deixaria também de empregar. Deixando de empregar, ficaremos sem emprego. Desempregados não teríamos como comprar entre outras coisas comida. Sem comida, não morreremos de câncer ou outra dessas doenças, mas, morreremos de fome. Dá pra entender porque é tão delicada a questão?

Essas questões sobre engenharia alimentar e medicinal são discutidas no livro “Os meninos da Rua Albatroz“. Adquira um exemplar e conheça a discussão!

 

Cruzeirense: Não é hora de viver cheio de vaidade!

Campanha do supermercado BH pro Cruzeiro

Depois de nítida gestão de torcedor, a fim de fazê-lo aguardar até a última rodada do Brasileirão 2019 para se vir comemorando ou lamentando participações em torneios em 2020, permanências na Série A ou partidas para a B, o brasileiro médio – que acompanha e acredita em futebol-esporte – teve sua escravizada mente libertada pela Indústria da competição e pôde voltar à realidade para praticar o esperado com desespero pelo Governo Bolsonaro consumo de fim-de-ano.

O rebaixamento do Cruzeiro (as palavras machucam, não é mesmo?) foi o fato mais comentado. E no esticar da conversa, fez rolar o boato, dado inclusive em emissora de rádio corporativa, que a cabeça do presidente deliberativo do Cruzeiro, o deputado estadual Wagner Pires, corria perigo de degola por torcedores revoltados.

Porém, podem chamar o Wagner Pires de tudo, menos de mal administrador. É só você compreender o modo cético de pensar dos militantes do Movimento Cético com respeito ao futebol que você compreende a razão dessa hipótese. É claro: corre-se o risco de deixar de lado para sempre o futebol!

Dessa forma, o patrocínio do clube, o Supermercado BH, uma empresa local, se safa de ter a marca visualizada nas costas dos jogadores nos jogos da Segunda Divisão apenas pelos torcedores que estarão muito longe para comprar do comércio.

O Cruzeiro está na pindaíba. Fez mal negócio ao arrendar o Mineirão e não acaba de pagar nunca a dívida que dizem que deveria ser do Aécio Neves. Teria comprado em vão títulos brasileiros para ver se com o ego massageado sua torcida correspondia à do rival em matéria de retorno financeiro com presença nos estádios, compras de produtos vinculados à imagem do clube e audiência para a imprensa esportiva. Teria feito trapaças nas vendas de jogadores. Deu calotes e mais calotes. E a conta chegou.

Agora, jogar a Série B – embora o time queira chamar de A2, que é o nome dado à série B feminina – foi cartada de mestre. Se o Cruzeiro tivesse escapado da degola ficaria na última posição no Brasileirão. Jogaria a Série A ano que vem premeditadamente limitado, contando com o que tivesse na Base e sem poder fazer muita gracinha com contratações que deixariam o time mais competitivo. Nessas condições, se não caísse agora, caíria então. E comemoraria o centenário na Série B.

Não ganharia dinheiro com o Brasileirão, pois, somente os 16 primeiros colocados na tabela de classificação é que ganha da televisão uma quantia em prêmio. E o que arrecadasse com o Estadual e com a Copa do Brasil não resolveria sequer os salários atrasados. A Copa do Brasil é milionária, mas, o Cruzeiro jogará a partir da primeira fase e sem muita expectativa de avançar até as que pagam prêmios melhores.

Jogando a Série B, é bem alta a chance de o Cruzeiro sagrar-se campeão. O campeão da Série B 2019, o Bragantino, faturou 6 milhões de reais pela primeira colocação na tabela. São seis milhões a mais do que ganharam os que cairam pra Segunda Divisão em 2019.

E ainda pode faturar com venda de mando de campo. Cuiabá, Brasília, Manaus tiveram construídos estadios para a Copa 2014 que ficaram sem ver jogos por falta de times de expressão nas localidades. Costumam pagar bem para ter embates interessantes em seus gramados. Um clássico como Cruzeiro e América MG pode ser um candidato a leilão.

Assim como todos os principais times de todos os estados, o Cruzeiro tem torcedor em todo o país. É, com isso, garantido também lotação e ganho com participação nas bilheterias. Depender só da boa vontade do torcedor cruzeirense ir ao campo, o próprio time sabe que é correr risco demais. Haja vista as lacunas que se viu nas arquibancadas do Mineirão no jogo do domingo último, 8 de dezembro de 2019.

Portanto, a teoria que diz que a pancadaria no Mineirão no último duelo de 2019 entre Cruzeiro e Atlético e mais a do jogo com o Palmeiras aconteceram para criar álibi para reforçar essa possível investida da diretoria do Cruzeiro não é nem um pouco conspiratória, é gestão de torcedor mesmo.

Torcedor tem que receber um motivo pra ele aceitar seu time ir mandar seus jogos em outras bandas. Mesmo que seja armado esse motivo por meio de engenharia social. Com imaginável ajuda da imprensa e até da Polícia Militar para funcionar.

E ademais, se antecipadamente a imprensa já dizia que a Polícia Militar mineira preocupava-se com a possibilidade de violência dentro do estádio devido à revolta de torcedores, por que tanta gente conseguiu entrar com bombas e outros materiais para fazer arruaça? É óbvio que era gente paga pra atuar e principalmente de frente para as câmeras, como se tudo fosse espontâneo.

Enquanto o Capitalismo tiver que manter as pessoas iludidas para que elas consumam e a roda do sistema gire, a alienação de pessoas continuará a existir.

A indústria 4.0 e o futuro comunista

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Listo abaixo algumas profissões e ocupações que irão acabar dentro de 11 anos.

Algumas terão a disponibilidade de cargos escassa, outras não existirão como profissão e outras simplesmente desaparecerão por obsolescência.

Pelo motivo de não serem mais necessárias, devido à automação ou pelo fato de as pessoas no futuro não se interessarem mais pelo produto ou serviço que os profissionais dessas profissões produzem.

Desinteresse provocado por mudança de hábitos, migração de mídia – que aniquilará o rádio, a televisão, jornais e revistas – ou pela facilidade encontrada no modo de operação de outro provedor do mesmo trabalho.

Advogados, médicos cirurgiões, professores secundaristas, professores universitários, revisores, engenheiros, arquitetos, jornalistas, repórteres, apresentadores de TV e rádio, locutores, desportistas, frentistas, mecânicos, restauradores, lavadores, carteiros, caixas, auxiliares administrativos, cobradores de bilhetes, vendedores, despachantes, personal trainers, instrutor de diversas profissões, pregadores religiosos, musicistas, atores e atrizes, modelos, artista plástico, corretores de imóveis e de seguros, supervisores de equipes, operadores de telemarketing, investigadores policiais, espião.

Quando esse tempo chegar, o Capitalismo sofrerá um colapso, pois, perderá consumidores graças ao desemprego massivo. Para evitar isso, muitos exigirão de seus governos a manutenção do modo de operação com que essas atividades são ainda feitas.

Essa exigência popular obrigará os governos a planejar a economia e o trabalho. Abrir mão da tecnologia e cultuar hábitos arcáicos e o tradicionalismo será imperativo.

Aí, as pessoas vão entender por que Cuba rejeita a modernização; por que a Coréia do Norte se fecha para proteger sua cultura, que suporta vida digna para a população ao dar de mão da cultura yankee; por que a União Soviética não se abalou com a Grande Depressão de 1929, tendo simplesmente evitado inserir novas tecnologias em seus métodos produtivos. E clamarão seus modos de pensar.

E diferente do Comunismo, o Capitalismo se modificará bastante, frustrando um magnânimo contingente de pessoas que deitaram no colo dos liberais imperialistas, deixando por conta deles o controle de suas vidas, assumindo que eles sabiam mesmo o que faziam.

Quem era rico se tornará igual ao que é pobre. E o capitalista não tolera igualdade. Não tolera ser comum. Por isso é que combate a ferro e fogo o COMUNismo.

O Comunismo continuou o mesmo quando do advento da Grande Depressão; quando veio a Crise do Petróleo na década de 1970; quando veio a Corrida Espacial e a Revolução Digital. E continuará o mesmo após a Quarta Revolução Industrial.

Daí se verá muita gente sendo obrigada a reivindicar o regime e bradar contra esses que a aliena e a motiva caçar comunistas e repudiar seu sistema.

Eu me alegrarei quando esse dia chegar, pois, sei que serei um dos privilegiados que poderão dizer: “Eu já era comunista… e sabia”.

Se prepare para o ano de 2030 lendo o livro “A magia que enriqueceu Tony“.

Boa leitura!

Aprovação da Reforma da Previdência: Jamais atrapalhe o seu inimigo quando ele está cometendo um erro

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As criptomoedas, como o Bitcoin, podem secar os cofres do mercado financeiro. Faltarão dinheiro padrão dentro deles e sobrarão bytes de dados à disposição dos consumidores para efetuarem suas compras.

Há uma condição que em se configurando destrói o Capitalismo por completo, que é todos os envolvidos no sistema se equipararem financeiramente. O exemplo abaixo demonstra como isso se sucederia.

Imagine que você monte um depósito de material de construção em uma região recém loteada. Considere que todos os lotes do loteamento foram vendidos e que os compradores decidiram já construir.

Essa primeira fase do bairro é a que garante para você o maior lucro, pois, não só sua probabilidade de venda é boa, muitos clientes automáticos, você sequer precisará gastar com propaganda, como também é boa a expectativa de saída de qualquer produto com que você queira trabalhar. As construções saindo do zero, você venderá areia, cimento, brita, portas e janelas.

Na próxima fase, alguns itens do seu catálogo já não serão fartamente vendáveis, pois, as casas já estarão construídas. Você passará a fornecer peças de reposição. E não poderá deixar de ter no seu catálogo itens não reparáveis, como areia por exemplo, pois, pode pintar alguém que queira fazer no próprio imóvel alguma reforma ou alguma ampliação. Nessa fase, seu lucro cai bastante, pois, pode acontecer de mensalmente poucos clientes irem ao seu estabelecimento pedir alguma coisa para reparos.

Isso acontecendo, você não poderá mais contar com a quantidade de funcionários que você tinha na primeira fase, por não precisar mais deles e nem dar conta de pagá-los. E seu catálogo de mercadorias cairá bastante em categoria e quantidade de itens. Isso frustrará, inclusive, seus fornecedores.

Uma transformação enorme já aconteceu nesse caso. Mas, pode ficar pior.

Em dado mês ou por meses seguidos nenhum cliente pensará em visitar seu comércio para fazer alguma compra. Cliente zero não é expectativa plausível, mas, redução de venda de modo a comprometer os pagamentos mensais é completamente esperável.

Como problemas como esse já foram resolvidos outrora, sem ser mudando o empresário de ramo ou criando novas necessidades e produtos para casas, no caso, ou sem ser criando marketing psicológico de vendas, do tipo que faz o consumidor achar que precisa fazer uma atualização em seu item de consumo para acompanhar a moda ou a modernidade, a chamada obsolescência planejada?

Ah, e sem ser sabotando as construções dos moradores, tipo investindo em acidentes criminosos que obrigam a reconstrução de prédios, como se suspeita de já ter ocorrido na história do setor de negócio em estudo. Capitalismo é sujo, não esqueçamos disso!

O dinheiro pessoal já apareceu como saída. Dentro do próprio exemplo podemos explicar como funciona isso.

Suponhamos que em um dos imóveis do loteamento o dono precisou fazer um grande desaterro. E que a terra que teve que ser desassoreada ficou guardada no próprio quintal. Seu dono cuidou dela para que ela ficasse fértil e fosse boa para plantação.

Suponhamos que o dono desse lote precise de algo que o depósito de material de construção do bairro possa lhe fornecer. E que o empresário do depósito tenha descoberto ou criado junto aos moradores uma demanda de terra para plantação.

Os dois então fariam uma troca. O dono da terra fértil estaria pagando com ela a mercadoria de que precisaria. Ela teria sido seu dinheiro pessoal.

Tanto melhor vai parecer com isso, se o dono da terra souber a respeito da demanda surgida ao depósito. Seu dinheiro pessoal valorizará. Em vez de troca com o depósito ele pagaria o que precisasse com uma fração da terra.

Como seria o depósito o administrador da demanda, este cuidaria de comprar todas as moedas que o dono da terra tivesse. Isto se não quisesse enfrentar a concorrência dele na venda do artigo aos precisados.

Concorrência nem seria o pior cenário. O pior seria se o dono da terra resolvesse fazer mesmo dela seu dinheiro pessoal e passasse a conseguir tudo o que precisasse ou desejasse dando porções de sua gleba em troca. Ele conseguiria preço melhor por ela agindo dessa forma do que vendendo ao depósito.

Por que isso afetaria com mais ênfase o depósito?

Pense na seguinte situação: O supermercado da região recebe mensalmente terra fértil em troca de artigos da lista de compras de supermercado do dono da terra.

O supermercado não teria o que fazer com essa terra todo mês. Exceto, vender para o depósito. Uma compra que sairia mais cara para o depósito, pois, o supermercado lançaria seu lucro. Só não sairia com ágio se o supermercado recebesse em produtos do depósito, o que não é esperável de acontecer todo mês.

E se fosse?

Se fosse e se outros ramos nesse sistema procedessem comprando e vendendo com a terra, o dinheiro sumiria. Nem é preciso comentar que se sucederia a falência dos bancos devido a não necessidade de guardar e movimentar dinheiro ou de imprimir moeda.

Nesse cenário pode até ser que entre as empresas do mercado de consumo estaria resolvido o balanço. Mas, e quanto aos pagamentos dos funcionários, dos impostos, da Previdência e dos fornecedores de mercadorias dos comércios? Estes não aceitariam o dinheiro pessoal em questão como remuneração pelos seus feitos.

Se você criar seu próprio dinheiro e infiltrá-lo no meio onde você reside é possível que você vá desestabilizar o sistema nele adotado, caso seja o Capitalismo.

Entretanto, você não sentirá falta de nada que não de dinheiro. A prosperidade incide em você ter o que precisa e não em você ter dinheiro.

É como ter tudo, menos dinheiro. Percebe como o dinheiro é uma ilusão e não tem valor algum? E que instituições como os bancos só existem enquanto ele existe?

É por isso que quem insiste na manutenção do sistema monetário no mundo e quem são as instituições mais ricas e perversas no planeta são os bancos. Comece sua revolução socialista destruindo os bancos.

A Reforma da Previdência no Brasil, aprovada na semana que passou, parece ser um cavalo de Tróia nesse sentido. A parte da população que ficou ressentida é a mais criativa. Desta se pode esperar uma poderosa moeda pessoal que vá fazer o trabalho de vingança.

Leia o livro “Os meninos da Rua Albatroz”.

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George Soros vai morrer

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George Soros inaugurou uma matrix de comportamento para os investidores. Esta leva em conta a especulação financeira. Conforme o mega empresário, se o mercado está caótico, se ganha mais dinheiro do que com ele estável. E aí: metem bomba no mercado.

Isto significa que não é a produção que sai de uma fábrica para a venda o que abastecerá o empreendedor dela de lucro. É, sim, a virtual capacidade de produzir.

A produção muitas vezes não expressa essa capacidade. Ela é o resultado dos dias trabalhados pelos empregados e do que não foi perdido durante o processo fabril. Os refugos até que podem ser reaproveitados – ou até mesmo vendidos –, mas, as horas não trabalhadas pelo contingente operário não se recupera. E nem se vende.

Diante dessa ineficiência natural e irremediável da obtenção de produtos é que o mercado de especulação opera. Quanto maior a capacidade virtual de produzir que uma empresa ostenta, mais procuradas são suas ações, uma vez que passa ela a impressão de solidez e de que durante muito tempo a companhia estará existindo no mercado.

Estaria ela sem qualquer risco de falência e consecutiva perda de investimento para o acionista. Caso, é claro, o segmento de negócio tenha elasticidade animadora.

Exceto se uma condição especial acontecer. Para uma fábrica criar uma virtualidade de produção, imprescindivelmente que atraia interessados em se associar a ela mediante compra de ações, basta criar uma estrutura que sugira suportar milhares de operários, milhares de postos de trabalho. Mesmo com vários deles fora de operação.

Como é um risco muito grande para qualquer empregador assumir deveres salariais com milhares de pessoas, o salário destas incondicionalmente tem que ser pequeno. Esta é uma razão pela qual no mundo todo, cada vez mais, o operário ganha pouco e enriquece os patrões. Que faturam com sua força de trabalho e com a especulação financeira.

É também a razão de haver muita demanda falsa sendo propagada ou até mesmo atendida pelas empresas; muita rotatividade de contratação e demissão; muito funcionário fantasma ou ociosos compondo as folhas de pagamento sem o patrão reclamar. Fazer parecer que tem grande quadro de colaboradores operando atrai mais dinheiro do que realmente ter.

E explica também – uma das explicações – porque certas funções que podem muito bem serem automatizadas são mantidas em sua maior parte legadas à mão-de-obra humana. Os call center, por exemplo, podem fazer seus atendimentos com margem maior do que 80% automatizados. E é o segmento de negócio que mais emprega.

Às vezes, para ganharem do governo incentivos fiscais e deduções de impostos e com isso melhorarem ainda mais a rentabilidade, empresas com contigentes gigantescos de empregados vendem para políticos essa suposta realidade. Administrações públicas que experimentam quadro de desemprego alto fadam aos políticos insucesso na carreira e aos partidos dificuldade de aprovação pelo público. Por isso, eles se rendem à deficitar o orçamento público em nome de empregabilidade fictícia.

Uma máxima do Liberalismo Econômico, doutrina defendida por Adam Smith, onde no século XVIII negava a participação do Estado na economia, deixando-a aberta a liberdade de iniciativa e concorrência, é que empresas com grande quantidade de postos de trabalho são arriscadas para os governos de qualquer esfera.

Além de elas chantagearem os governos em busca de isenções, se elas falirem elas criam um colapso total na região onde operam. Há casos em que uma fábrica sustenta 80% da empregabilidade direta e indireta de um município.

Com isso, vale mais ter quatro empresas em condições reais – sem precisar mamar nos cofres públicos para realizar seu exercício – de empregar mil pessoas do que uma que empregue quatro mil. Além do que, quanto menos empregados uma companhia tem para pagar, graças a necessidade de rotatividade baixa – não dá pra perder tempo treinando substitutos – maior é o salário.

O que não pode nunca acontecer é a classe operária tomar consciência disso e simplesmente se negar a ocupar postos de trabalho de empresas com contingente gigantescos de operadores. Com toda certeza há muita vaga nelas porque elas participam de esquemas de especulação financeira com base nas aparências.

Aí a casa cai pra todo mundo! Dá-se o colapso financeiro mundial. A matrix George Soros morre. E só quem pode tirar o mundo dessa encrenca é o trabalhador.

Numa operação de socorro de mercados, o trabalhador ganha voz. Pode fazer exigências. E uma delas fatalmente seria pagamento de salários justos. Pagando-se salários justos, decreta-se o fim da linha para o mercado de especulação.

Tudo voltaria a ser como era antes de este ter iniciado suas atividades, cuja maior ênfase dessas atividades fora nos anos 1990.

A questão é: como faria o trabalhador para dar um ultimato desses? Ele depende de emprestar sua força de trabalho para obter o que precisa. Essa característica do início do Trabalho permanece. É do seu emprego que o operário retira a receita para praticar o seu consumo, para pagar o seu sustento.

Uma saída seria trocar de posição, virar também patrão. E submeter-se aos mesmos problemas com relação à mão de obra – caso não vá esse novo patrão operar sozinho em sua empresa – e ainda enfrentar a concorrência maior do que o normal, já que outros trabalhadores estariam na iminência de optar pelo mesmo.

Logo: virar patrão não é uma saída infalível, derradeira.

Estamos vivendo a época dos multibilionários. Pouca gente que ganha bilhões de dólares mensalmente. Será que há alguém no mundo que faça algo tão importante para a humanidade que o justifique ganhar tanto?

Quanto esses sujeitos gastam por dia para garantir seu sustento e caprichos? Será que consomem toda quota diária que sua remuneração mensal lhe lega?

Pesquisa publicada no livro “O pequeno livro do dinheiro”, de David Boyle, informa que a camada útil mais pobre da sociedade mundial vive com menos de dois dólares por dia. Cotado a R$ 4,105 a compra, conforme o Kensaq.com, no momento em que esta postagem foi redigida, significa viver com R$8.210 diários.

Um brasileiro que dá razão a dizerem que ele vive com essa quantia diária é justo pagarem para ele um salário mensal de R$246,30.

Entretanto, algumas observações devem ser feitas. É óbvio que esse brasileiro não possui endereço fixo e nem trabalha formalmente. Aquele que assim trabalha, só a passagem de ida e volta do trabalho, que ele recebe incluida em seu salário, já dá isso. Somado ao vale-refeição e outros insumos trabalhistas e mais o consumo diário de seu domicílio, se chegará facilmente a um valor que se ele ganha o salário mínimo – R$998,00 – ele não fatura. O salário em questão gera a fração de R$33,27 por dia e o mínimo que a conta sugerida expressa é de pelo menos R$50,00.

Logo, assim como o patrão não produz o que para as bolsas de valores ele sugere produzir, o empregado médio – considerando o assalariado – não recebe pelo que gasta mensalmente. Como é que ele consegue equilibrar essa fórmula?

Bem, há um segredo a ser revelado aqui. O qual leva a pensar que vivemos num ambiente capitalista, mas, somos suportados por medidas típicas do Socialismo. De outra forma, este país – o Brasil – já teria falido na prática também.

Se você se interessa pelo avanço dessa dissertação em uma nova postagem, deixe uma reação para prosseguirmos. Cinco curtidas ou comentários e a gente segue em frente!!!!

Leia o livro “Os meninos da Rua Albatroz”.

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