Fundando uma religião – Pt. 1

Me agradou demais o último texto que publiquei. Resolvi, então, ir mais a fundo e criar uma doutrina inteira do que pode vir a ser uma religião. Na verdade um estilo de vida, mas, você se dignaria a clicar no título para ver a postagem se ele fosse “fundando um estilo de vida” nesses tempos em que estamos coletivamente à beira da morte?

Bem, se vivermos despreocupados com a morte vamos aproveitar mais a vida. Certo? Ninguém sofre por causa do que ignora, sofre por causa do que considera.

Eu gosto muito, inclusive, de citar aquela frase do Steve Jobs: “A morte é a maior invenção da vida“. Ele quis dizer com ela que se encararmos a vida como um jogo – de videogame como era a praia do Jobs – teremos os elementos prêmio, castigo e fases. Cada fase que passarmos receberemos um prêmio e as que não superarmos: o castigo, o que encerra o jogo.

O castigo da vida é a morte. E todos sabemos que se recebermos este castigo por fracassar em uma fase não teremos oportunidade de jogar de novo. É raro quem o tenha. Menciono os que chegam a ficar dias em coma e voltam.

Daí você percebe que Jobs foi bastante observador e teceu muito bem sua definição para a morte a chamando de uma grande invenção. Podemos dizer que a morte nos motiva a viver. Prorrogar o surgimento dela é o objetivo de cada fase da vida que atravessamos.

Nos obrigaremos, inexoravelmente, a priorizar a qualidade de vida, a fim de sairmos vitoriosos. Buscaremos aprender bastante desde cedo; estar preparado para o desafio de ir longe na jornada; ter porte atlético e saúde inabalável; alimentar adequadamente; portar todas as informações que necessitaremos no caminho, sendo capazes de absorver as que forem se acumulando; cuidaremos do próximo pois ele poderá ser útil ao nosso sucesso e nós ao dele.

Não teremos tempo para mesquinharias, preconceitos, brigas e desafetos, uso de drogas e outros vicios. Planejaremos cada dia, reduzindo o máximo as imprevisões. Minimizaremos os riscos de acidentes, já que a meta é se manter vivo e íntegro. Evitaremos comportamentos que conflitam com o alcance do objetivo.

Quanto mais fases passarmos, mais vitoriosos seremos. Desfilaremos no ranking dos grandes campeões. Em igualdade de condições com qualquer outro jogador. Um magnata que conseguiu chegar aos 80 anos de idade e morreu trilionário, com relação ao objetivo de superar o máximo de fases ele não teria sido melhor do que quem chegou no mesmo topo e morreu paupérrimo. Até nisso a morte nos nivela. E diz pra você: “não é o dinheiro o que importa ou o que vai te deixar mais motivado a viver muito”.

O dinheiro melhora o estar vivo, não dá para negar. Facilita a complementação de tarefas e os cuidados para se manter vivo. Mas, isso só é perceptível por quem o tem.

Quem não o tem vive como pode e se chegar à alta idade é porque as cifras não foram relevantes, puderam ser substituídas por outras de igual valor, que às vezes nem nos damos conta dessa substituição.

Bom, dividi a postagem em partes exatamente para que os textos não fiquem longos e incompreensíveis na íntegra devido ao cansaço que a leitura em meio eletrônico costumar causar. Nesta primeira parte fiz só um esmiuçamento do que foi discorrido na postagem que a originou.

No próximo texto serão abordadas as principais questões que devem ser destituídas quando o assunto é viver sem o assombro da morte. Questões espíritas, como “vida após a morte” e “vidas passadas”, e de outras religiões. Questões filosóficas, políticas e científicas. Questões geológicas, como “mudanças climáticas” e “inversão dos polos magnéticos da Terra”. Questões pertinentes da Física Quântica e do Ocultismo.

Tudo isso será abordado para o fim de introduzir-se o estilo ideal de vida para esses tempos em que estamos perto do fim do mundo.

Quando a morte cai bem

Aqui no Ocidente, a morte é vista como o fim do materialismo. E por sermos totalmente materialistas, a tememos. Nos enchemos de angústia e aflição quando ela se aproxima ou quando nos leva uma ente querida. Só o que nos alivia é saber que o instante zero da contagem regressiva para o último suspiro é irreversível. Nada podemos fazer para modificá-lo e perdurar mais um pouquinho no cantinho onde nos acostumamos a estar mesmo se passando privação.

Quando éramos primitivos não tinha isso. Nada de lamentar deixar para trás o que se possui; nada de quem fica lamentar não ver mais quem partiu; mesmo em vida, nada de tomar gosto por recordar momentos vividos e criar frustração devoradora por não mais poder revivê-los. Para o primitivo: “morreu, acabou”.

Tava mais era para encarar a vida como um jogo. Durar o quanto pudesse. Eu, por exemplo, nesse jogo já duro cinquenta anos. Minha meta é chegar aos setenta, mas, se não der, apenas não alcancei essa meta. Nesse meio tempo outras eu alcancei. E isso é o que importa.

Foi quando as sociedades se complexaram é que veio mais proeminentemente o medo da morte. Não necessariamente por uma preocupação materialista. É que inventaram a religião. E com ela a vida após a morte; um vínculo falso dessa vida póstuma com a terrena, que baseado em comportamentos morais tidos aqui na Terra seria determinada, podendo ser boa, ao lado de um ser angelical, ou indesejavelmente má, sob a punição de um ser demoníaco.

A partir daí é que passaram a ficar, aqueles que não atingirem liberdade de credo, reféns da preocupação com a morte. Além da mesquinhez materialista se passou a querer prorrogar a morte sob a alegação de ainda não ter tido tempo de ser altruísta e garantir sua estadia ao lado do ser angélico.

Nessa pandemia, eu conversava com um amigo, cientistas e políticos – e outros líderes mundiais – estão perdidos. Demonstram não saberem o que fazer para controlar o avanço da doença que assola a humanidade. Usam do artifício de deixar que as notícias que apavoram, dadas pela imprensa aliada deles, distraiam da população o embaraço deles, enquanto não aparece uma solução.

Eles atuam moldando a opinião da massa. Seria muito menos eficaz a tática deles se atuassem sobre a cabeça do ser individual. O pior que pode acontecer com o acometimento dessa doença é a morte. Se trabalhassem a mente das pessoas para enfrentar essa particularidade natural de cada um de nós o pânico inexistiria. Menos ainda a pandemia seria problema.

Se todos estivessem conscientizados, tranquilizados, acostumados com a ideia de que morrer é inevitável e que o que importa é até onde conseguimos ir, o que pudemos fazer e que deve ter outra existência sim depois da morte, mas que nenhum vínculo com a fase vivida na Terra tem, questões como, por exemplo, deixar de trabalhar para se pôr isolado e evitar a circulação do agente patogênico, que deixam carecas os materialistas que buscam defender a economia, inexistiriam.

Nisso, se houver colapso de atendimento em hospitais, mortalidade em massa, só seriam afetados esses mesmos líderes que pagam para a mídia gerenciar o pânico. Administrar a humanidade – e o fazem para o seu bel prazer – é da competência deles.

Aquele que estivesse entubado aguardando o último suspiro gastaria seus últimos instantes tomando consciência de até onde foi no jogo e contabilizando pra si mesmo seus feitos. Sem qualquer lamúria, dele e de seus entes queridos, tomaria o barco para a próxima existência e fim de papo.

Eu, particularmente, às vezes penso em todas as coisas que eu gostaria ou tenho para fazer. A maioria delas eu não vejo perspectiva de que vou lograr sucesso na realização do pleito. O motivo principal é o financeiro.

As chances de eu conseguir um bom emprego, que patrocine essas realizações, ou êxito num empreendimento ou na busca de popularidade e aceitação pública para conseguir um bom volume de vendas dos meus trabalhos intelectuais, como meus livros, não me parecem serem claras, de modo que eu possa apostar nelas. E eu tenho nítida noção de que isso é que é o normal da vida do terreno médio.

Tem momentos em que sinto algum mal-estar, algum incômodo físico, alguma dor ou depressão, que penso que morrer me cairia bem. Não deve existir quem ache que nossas sensações orgânicas são sentidas no mundo espiritual, será que deve? É preciso de um corpo físico com órgãos funcionando para sentí-las.

O mundo espiritual é que nem o que temos em mente quando imaginamos. É que nem o que experimentamos quando estamos sonhando. É presença pura, consciência pura.

Andam noticiando que a Nasa teria detectado evidências de um Universo paralelo, eu não tenho dúvida que quando imaginamos ou sonhamos estamos o acessando. Estar morto seria estar nele ao invés de só acessá-lo. Logo, por que eu lamentaria morrer se quando imagino ou sonho eu não sinto dor, depressão ou passo privação? E ainda vivo só experiências incríveis, atemporais e não locais. Sem qualquer limite que o corpo humano possui.

Agora é esperar este texto ter o acesso dificultado porque se muita gente refletir sobre ele e começar a pensar assim fracassarão os trabalhos da grande imprensa, criadora de pânico, das religiões criadoras de temor e falsas esperanças, dos administradores da humanidade, que só pensam no próprio umbigo… Para melhorar a audiência não vou pôr anúncio e links para a compra de nenhum dos meus livros.

Enfim, Jesus está chegando

jesuschegando

A frase bíblica “Jesus está voltando” é muito propagada pelos cristãos. Entretanto, ela é um tanto equivocada, pois, Jesus jamais esteve por aqui. Conforme a Bíblia, um homem esteve entre nós para trazer a Salvação para seu povo, o judeu. O que chamavam de “salvação” era bem pragmático.

Os judeus descenderam de um povo, o hebreu, que achava que era merecedor de toda a Terra por acreditar que o planeta foi criado por seu deus, Yaweh. E em dado momento da História se viu como nômade, peregrinando pelas nações buscando se estabelecer e por causa disso sofreu a perseguição de vários povos. A “salvação” seria dar um basta nas perseguições e no nomadismo. E exaltar Yaweh.

Esperavam os judeus, então, por alguém que fosse liderá-los rumo aos propósitos aguardados. Chamavam-no de “mashiach” – ou: “messias”. Ele surgiu, da linhagem de um rei judeu, David, dentro da comunidade de Quran, no Mar Morto, onde havia uma seita judaica chamada essênios.

Dentre os essênios havia um grupo seleto de homens, que seriam os responsáveis pela preparação do messias para o cumprimento de sua missão. Na ocasião, o principal adversário eram os romanos. Jesus aprendeu muito do conhecimento essênio. Especializou-se em magia e em cura, que hoje chamamos de “quântica”.

Esse grupo seleto, chamado quraniano, era como uma escola de mistérios, uma fraternidade secreta. Para entrar nela era necessário passar por testes. E certos atributos pessoais de início já inelegia um aspirante à entrar na ordem. Por exemplo: mulheres, deficientes físicos e gentios. Gentio é quem não é judeu.

Só que Jesus entrou em conflito com os membros da ordem, pois, queria estender os ensinamentos dela à toda a humanidade. Para ele o conhecimento dos mistérios era direito também de serem revelados àqueles que eram excluídos pelos quranianos. Teria sido isso que levou Jesus à crucificação.

Enquanto pregou para seu público, Jesus ensinou o caminho para se obter a salvação. Em vez de enfrentar belicamente os romanos, perdoá-los e amá-los. Buscar viver em harmonia e comunhão, cuidar da natureza e ter um tempo para a espiritualidade, elevando pensamentos a Yaweh.

Na cabalá, que provavelmente Jesus tenha se iniciado, Yaweh é o absoluto. Conforme esse conhecimento é do absoluto – ou imanifesto – que se origina qualquer coisa que há no Universo. Daí o simbolismo por trás da afirmação de que Deus fez todas as coisas.

Jesus se foi com a crucificação. E os seguidores que ele deixou não ficaram à espera de sua volta, como preferiram pregar para posteridade os falsos cristãos que deram origem à Bíblia. Eles ficaram, sim, à espera de Jesus chegar. Ou seja: a Era em que os homens se amariam uns aos outros e à natureza, respeitariam o planeta, compartilhariam o pão e se renderiam a Deus como seu criador.

Ou seja, diferentemente do que prega a Bíblia, não haverá vindo triunfantemente do céu entre anjos com trombetas um ser em forma de homem talvez. Se de repente olhamos ao redor e o que vemos são pessoas vivendo em harmonia em um planeta em equilíbrio, onde ninguém passa fome ou sente ira, então, Jesus chegou.

Jesus é uma matrix, uma egrégora, um modo de se comportar perante a vida. Esse modo de se comportar cuida para que não haja privação de nada, que é o fim do nomadismo; cuida para que não haja perseguição de quem quer que seja; cuida para que todos nós sintamos bem-estar e desejamos que o próximo também o sinta.

E de repente, os religiosos tiram da Bíblia curiosidades que intrigam:

Boa passagem da Biblia Jeova esta voltando

quarentenadejesus

E de fato, uma outra matrix, chamada “coronavírus”, vem preparar as pessoas para aprenderem o que é a salvação e receber a matrix Jesus. O pânico e o medo da situação engenhada por mestres da psicologia social está fazendo com que as pessoas repensem seus interesses e suas atitudes. Nada diferente de se prostrar a humanidade em comunhão entre os povos e com o planeta se delineará quando toda essa tormenta acabar. É Jesus que está chegando!

FONTES DAS INFORMAÇÕES:

A Bíblia Sagrada.

A chave de Hiran. Robert Lomas e Christopher Knight.

Os meninos da Rua Albatroz. A.A.Vítor.

A magia que enriqueceu Tony. A.A.Vítor.

 

 

 

Somos grãos de areia dentro de um grão de areia maior

*Esta publicação teve censurada no Facebook a exibição do link dela. O Facebook é uma máquina de opressão, pois, só permite a comunicação daquilo que interessa a rede ou a rede é paga para permitir comunicar.

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Em algum ponto dentro do círculo está todo o planeta Terra. Imagem retirada do vídeo “Um pálido ponto azul” do livro do Carl Seagan. Nesse ponto, estão todos os pensamentos, toda informação e todas as crenças que conservam os seres humanos.

Qual a importância que Deus teria para você se você estivesse no ponto do Universo que lhe permite enxergar a Terra como um mísero grão de areia? Será que você na posição de observar tudo o que a religião credita a Deus se colocaria entre os que se aprisionam às crenças religiosas e se submeteria ao temor e à devoção ao poder que propagam ter Deus?

Deus não é um ser, deus é o conhecimento. Conhecimento é que é poder! Conhecimento é que gera temor e arranca obediência dos menos sábios.

Não adianta ter algo a dizer, se evitam te ouvir. E nem ter algo a escrever, se evitam te ler. O que queres divulgar, apenas divulgue. Deixe que as ideias caminhem sozinhas e que os acontecimentos que lhe chegarem notícias sobre eles pareçam terem sido antecipados por você.

Ninguém além de você vai te dar crédito ou destaque. As pessoas competem entre si por isso. Elas temem quem demonstra conhecer mais. E a arma delas para não se sujeitar àqueles que provam que são mais sábios é conservar a crença em Deus. A crença numa entidade que elas supõem que ameace a sua soberania, que seja mais sábia do que você.

Mas, elas também sabem disso, o consolo delas só consolará se você aceitar a crença que elas esperam que você também conserve. Se nenhuma sujeição você demonstrar, então, elas se verão aflitas, abandonadas. Apelarão para outra divindade que elas conservam: o demônio.

Vão atribuir seu poder por conhecer mais a uma espécie de possessão demoníaca. E esperarão que você se afaste delas por elas não desejarem qualquer coisa que sugira vir de uma entidade satânica.

E assim, enquanto você não existir para elas, elas estarão em sua zona de conforto, brigando para ser destaque dentro desse pálido ponto azul.

O Universo funciona sem espaço para vaidade. Diante dessa imensidão, quem você imagina ser para se achar a anunciar para os outros qualquer informação?

As informações é que se revelam para os seres, inclusive para você. E afastar das ideias consagradas, como sugere fazer quem observa o ponto dentro do círculo na imagem, é a melhor forma de obter iluminação.

É a alma que tem um corpo

Ao caminhar por uma rua, recebi um papel de alguém que entregava em pró de uma igreja evangélica. A pessoa me disse “Bom dia”, me entregou o folheto e desviou-se para fazer o mesmo para quem vinha após a mim. Geralmente, o destino que dou a esses papelotes contendo mensagens evangélicas é embolar e procurar uma lixeira para jogá-lo, sem poluir mais a cidade. Porém, a elegante abordagem, sem militância e sem procurar bater a meta da igreja, um fiel por contato em média, me fez tratar diferente.

Lendo o papel eu encontrei uma mensagem bem interessante. Que dizia que conforme uma análise química, o corpo humano realmente consiste de pó da terra, como diz a Bíblia. Em seguia, um resumo dessa análise química é descrito na mensagem.

O único momento que discordei do enunciado é quando o redator tenta convencer de que o corpo humano não é uma simples máquina que vive experiências e após certo tempo ou à certa condição irá ser devorado por vermes e seguirá-se o ciclo da natureza que nos envolve. Para o redator do texto o corpo humano possui uma alma.

Eu discordo porque na prática se percebe que é a alma que possui um corpo. E ele é humano quando quem o possui quer dotar-se de certo tipo de consciência, a qual só mesmo o corpo humano, neste planeta, como se sabe por enquanto, é capaz de portar.

Qualquer um que acredita em alma, acredita que ela seja eterna. Acredita que ela seja de outra natureza, comumente dizemos ser de natureza espiritual, a qual possui meios de penetrar na essência de um corpo humano e administrá-lo até o fim da existência deste. Após este uso o corpo se deteriora e dará continuidade ao ciclo de transformação que a matéria se vale para que ela também possa ser eterna. Sim, a matéria é eterna. Só não é imutável. Tudo se transforma, como disse Lavoisier.

Já a alma, só podemos especular ou intuir, é claro, continua a levar sua existência em um plano não físico. A se dignar a fazer as coisas próprias deste e a esperar por nova oportunidade de materializar seus desejos novamente, usando um corpo humano. Essa concepção não fere nenhum ensinamento religioso, embora ameace.

O que é religião para mim

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Na figura, a seta aponta para a Terra, vista de Saturno, fotografada pela Voyager. À esquerda vemos poeira cósmica formada pela quantidade de astros celestes, incluindo planetas, que existem nas bilhões de galáxias que o cosmos sustenta no espaço sideral.

Se nos colocarmos da Terra a olhar para frente, nossa atenção está nisso e tudo que aparece no quadro nos parece ser de dimensão – tamanho -parecida.

Se da Terra olhamos para o alto e vemos as estrelas, nos colocamos pequeninos por causa da distância, imaginando que alguém nos vê de lá e minúsculos ele nos vê. Mas, nós também vemos minúsculas as estrelas, logo, somos de dimensão parecida.

O grande ponto é a nossa observação. Em qualquer parte que formos, o que determinará as dimensões das coisas é a nossa observação.

Então, tamanho, espaço, tempo são tudo ilusão que a nossa mente cria para ela satisfazer sua necessidade de mensurar para obter razão.

O que existe é só a nossa mente. O que existe é individual. Por isso somos indivíduos.

E o que determina o que existe é a nossa observação. Por isso, somos deuses. Devíamos ser felizes sem depender de ninguém se é assim.

Não somos felizes porque um dia, para nos confinar e manterem poder sobre nós, alguém ou um grupo nos fez acreditar na ideia do coletivo, do viver em sociedade e depender uns dos outros.

Quando voltarmos às origens e voltarmos a ver a vida como um indivíduo que orquestra tudo o que vê à sua frente, voltaremos ao caminho certo. Que é seguir a viagem da vida apenas experimentando a própria, interagindo com as outras coisas pela simples impressão nos sentidos que possuímos.

E aí, sim, poderemos falar sobre religião todos em comum. Porque aí a palavra que significa religar ao Criador fará todo sentido.