Minhas lembranças mais remotas

“‘Nenhum de nós se lembra de algo anterior aos 2 ou 3 anos de idade. A maioria não se recorda de nada que ocorreu antes dos 4 ou 5, diz Catherine Loveday, da Universidade de Westminster, no Reino Unido.” (Trecho de matéria sobre Amnésia infantil, publicado pela BBC em https://www.bbc.com/portuguese/geral-39477636.)

Minha mãe me contou que eu quebrei um dos braços aos dois anos de idade. Eu tenho uma leve lembrança de uma corrida noturna de meus pais, com minha mãe me conduzindo no colo dela, buscando levar-me para um hospital. Pode não ser essa a vez me contada, mas, se for, estou entre as poucas pessoas que saem do padrão quando o assunto é lembrar de fatos anteriores aos três anos de idade.

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Como colocar seu subconsciente no controle da sua vida

O vídeo abaixo é do blog Faz de casa, um veículo bastante interessante, que além de difundir informações bastante úteis, muitas delas restritas e aguardadas por um público para serem absorvidas, oferece espaço para participação do visitante com postagens, que de quebra pode ajudá-lo entre outras coisas a conseguir trabalho.

A essência do blog é orientar as pessoas quanto ao estilo de vida confinado. Dá dicas sobre o que fazer dentro de casa para aproveitar o tempo com lazer e passatempo, dicas de como organizar e realizar as atividades domésticas triviais e dicas de como trabalhar em casa e constituir renda – vão elas desde como realizar contatos com clientes e fornecedores, passando pela compra de matéria-prima e ainda lições de publicidade apropriada para quem produz em casa. Em especial, no campo do trabalho e renda, os sistemas de home-office e fabriquetas domésticas.

Confira, obtenha dicas sobre diversos assuntos e participe postando no blog seus vídeos da área.

Link para o blog:

https://fazdecasa.blogspot.com/

Não queremos reforma política, queremos o fim do PT

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Utilizo esta postagem para deixar claro para todos os que me leem e que possam ter se identificado com as minhas opiniões voltadas para a esquerda, que estou apoiando o Governo Bolsonaro. A questão é que as propostas desse governo, que só vieram à luz agora que ele foi eleito, me interessam. Incluindo a Reforma da Previdência. Se a campanha eleitoral do próprio tivesse deixado claro o que planejavam implantar, teria recebido meu voto. É claro que sei agora o porquê de terem arriscado tanto e feito pessoas como eu abominarem a candidatura de Jair Bolsonaro. E é exatamente isso a razão desta postagem.

Tenho frequentado grupos de apoiadores do Bolsonaro. E entrado em contato com o material que neles são postados. Não sei qual material tem menos nexo: se o de direita ou se o de esquerda. Todos são idiotas e levam a lugar nenhum. E nos dois lados, se a sua opinião for favorável à causa apreciada, mas, não conter ataque ao lado oposto, ela é ignorada ou ridicularizada. Quanto a isso, a falta de amadurecimento político não muda em nada em ambas as facções.

Os bolsonaristas agora estão propagando ataques ao STF. Colocando-o, só agora, como o verdadeiro inimigo do Governo Bolsonaro. Se esquecem que o ministro da justiça é quem coordena o STF – Supremo Tribunal Federal – e que da mesma laia de juristas ele participou antes de chegar ao posto que chegou.

Se esquecem que o STF teria cuidado para que Lula fosse preso, o que foi decisivo para a vitória do candidato do PSL à presidência da república.

Essa prerrogativa poderia muito bem ser rebatida, se o timing da prisão fosse outro. Por que Lula não foi preso em 2015 por exemplo? Ou, deixado participar das eleições, continuado o processo e, caso constatado instrumento definitivo de acusação, ou seja: prova cabal de um crime, com ele eleito, fosse punido e impedido de seguir mandato presidencial.

É óbvio que não queriam que isso se desse, pois, o vice petista é quem o substituiria. Mas, por que a prisão às vésperas da eleição?

Se esquecem que o STF, podemos dizer que através de um braço seu, o TSE – Tribunal Superior Eleitoral -, como ficou parecendo para nós que não temos acesso ao que não é noticiado pela grande imprensa, foi omisso em apurar fatos relevantes na campanha eleitoral de Jair Bolsonaro. Como, por exemplos: a facada estranha, a máquina de espalhar fakenews, a fuga dos debates, a propagação de ódio e de opinião afrontadoras da nação.

Só recentemente é que fui detectar que me inscrevi em várias páginas ditas esquerdistas no Facebook, as quais teriam sido criadas pelo marketing do PSL. Este reunira em várias destas pessoas para o fim de receber material falso de ataque ao PSL, propagar e na própria página supostamente esquerdista ver comentado por membros delas, considerados infiltrados, ou até mesmo por administradores do canal de comunicação, críticas e chamadas de atenção por propagar inverdades que ocasionavam mais aversão à esquerda por parte do público não cooptado ou ainda não cooptado pela direita. Sem estes, é claro, revelar que era esse o propósito.

Por vezes eu estranhava por que cargas d’água alguém com visível perfil bolsonariano compartilhava o que eu publicava nas páginas. Caí que nem patinho, mas aprendi mais sobre marketing de destruição de reputação. E o quanto é perigoso opinar e colher opinião em redes sociais na internet. Falei com muito perfil falso, inclusive por inbox. Ainda recebo reações em postagens vindo de perfis suspeitos.

Golpe de mestre esse dado pelos marqueteiros bolsonaristas. Nisso estaria envolvido o Facebook – nos outros locais, as outras redes sociais -, a grande imprensa – incluindo a que emprestava seu crédito para ser ancorado links de notícias falsas em seus sites, empresas consagradas e uma série de outros participantes, que estariam comprometidos com a mesma causa.

Deve ter havido um encontrão em alguma fraternidade esotérica onde congregam políticos, empresários, religiosos, mafiosos, midiáticos do mundo todo, para ser passado o papel de cada um no que teria sido e ainda seria um grande plano para salvar uma nação, sem ter que responsabilizar consistentemente os causadores do rombo, que certamente seria todo esse pessoal.

Como dizer que não saberiam desse esquema, que só posso chamar de suposto, os magistrados em evidência na ocasião? Sendo os mais notáveis a Janaína Paschoal, que se viu beneficiada sendo eleita deputada estadual muito bem votada e agora estaria sinalizando, conforme a agora suspeita Folha Uol informa, saída do PSL por inconformar com os esquetes envolvendo os Bolsonaro, e Joaquim Barbosa, que ajudou bastante no número quando às vésperas da eleição de segundo turno declarou seu voto ao PT, o que deu ar de erguimento à candidatura de Haddad e fuga das desconfianças sobre a credibilidade do sistema judiciário quanto às omissões que protagonizou.

Dentro desse raciocínio, se o STF fosse conspirar contra o governo deveria primeiramente trocar todos os magistrados e colocar as ações nas mãos dos substitutos, como manda a lei do rabo preso. E a recíproca também é verdadeira: se o governo fosse conspirar contra o STF teria que primeiro haver renúncia do presidente da república, levando junto seu vice, e troca de todo o ministério por políticos que nada teriam a ver com o peixe podre.

Logo, para bom entendedor, ou o bolsonariano é bem burrinho ou compactua de um segredo que sobre ele só podemos divagar. Aguarde a divagação ao fim da postagem.

Outra coisa que os bolsonaristas estão exigindo em seus antros é reforma política. Eles também têm sido jogados contra seu partido, assim como o marketing anti-PT jogou então petistas contra o PT. Com isso eles abriram os olhos para uma questão que foi uma das razões para que Dilma Rousseff sofresse o impeachment.

No momento em que Dilma apertava o cerco para votarem a Reforma Política e a taxação sobre grandes fortunas é que todo o Congresso se viu necessitando tirar o PT do posto. Pois, acabaria as regalias de políticos, quantidade de cargos e outras mamatas, que junto com a sobrecarga do orçamento público, dada principalmente pela Previdência, quebram o país.

Nessa versão conspiracionista, Michel Temer teria estado todo esse tempo tentando socorrer não só a nação, mas, também seus irmãos da política, que incluiria a ex-presidenta, da qual era vice. Sobre isso divagarei em outra postagem.

O interesse desses direitistas conservadores marias-vai-com-as-outras que hoje exigem reforma política era que tirassem o PT de campo. Isso foi feito. Mas, e aí? Agora, por exemplo, o alvo deles é o PSol. Se este partido for destruído, virarão-se contra o de esquerda que sobrar. É esta a consciência política e proposta de avanço social e nacional que eles têm: Vingança contra os inimigos que arrumarem para eles terem.

Se tivessem esses direitistas se unido com os esquerdistas da época para lutar pela reforma política que Dilma precisou de apoio popular para fazer discutirem e aprovar, as conquistas seriam muito maiores. Teriam, inevitavelmente, acabado não só com o PT, mas com vários partidos, independente da linha ideológica, uma vez que a Reforma Política visava a diminuição de partidos políticos. E ainda facultado mudanças no orçamento público, atuando diretamente na eliminação das despesas dos que mais gastam desse orçamento, os políticos.

Só as viagens de Jair Bolsonaro andam publicando, sem o acusado procurar desmentir, que passam dos 13 milhões de reais só nesses quatro meses de governo.

Quanto ao suposto desconforto do governo com o STF, eu penso que o mesmo faz parecer que enfrenta uma oposição invencível da esquerda. Prepararia, junto com o próprio STF, com o apoio indesconfiável de políticos progressistas, na verdade é um palco para uma nova tomada do poder pelos militares.

O motivo seria a situação econômica do país estar realmente drástica. Isso sendo de conhecimento de todos os partidos. Ao ponto de terem armado todo esse circo que temos sido expostos a ele e nutrido opiniões a respeito. E teria ocorrido de o governo ter identificado que mesmo quem o apoiou nas eleições anda não concordando com as mudanças radicais, inevitáveis, na economia, no trabalho e no sistema estatal.

Medidas que seriam imprescindíveis e implanta-las é o que essa turma que ocupa a presidência e a esplanada ministerial teria ido fazer nos cargos, custe o que custar.

Acharam que seria mais fácil essa aceitação bastando ter destruído literalmente a adesão à política petista, mas não foi assim.

Mas, não se assustem, pois, será um regime militar de fachada, caso venha. Focado só nas mudanças necessárias. As questões sociais, sexuais e de liberdade de expressão não sofrerão cerceamento.

E essa nova ditadura durará somente até que sejam implantadas as reformas e assimiladas as mesmas pela sociedade. Logo devolverão aos brasileiros, que estarão adaptados a um sistema civilizatório novo, a democracia nos setores onde foi tirado.

Exercício para enriquecer

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A mente humana funciona sob sugestão. O que os biólogos chamam de seleção natural ou de adaptação ao meio pode também se tratar de um processo de sugestão da mente.

A mente impressionada simula para seu utilizador a realidade que corresponde ao que nela é impregnado. Afinal, é com ela que percebemos o mundo e o interpretamos.

Se mentalmente nos condicionamos a certo cotidiano, é bem capaz de também na realidade objetiva gozarmos de cotidiano parecido.

Isto porque a mente entende que estamos sendo ameaçados e ela, por sua vez, busca recursos que refletem na existência, tratando de nos livrar do que seria a ameaça.

Essa ameaça do caso é a de não nos sentirmos felizes. Assim como o corpo precisa de alimento para se sustentar e sem ele seu ocupante é ameaçado de morte, o que obriga a mente a criar meio de impedir essa fatalidade, nossa psique foi projetada para ser feliz. Do contrário, entra em depressão, o que sinaliza a morte.

A boa notícia é que a felicidade é uma sensação. E como toda sensação, acontece de modo subjetivo. É uma experiência interna de nosso organismo. Pode ser esta provocada por fatores materiais ou mentais.

A felicidade que se experimenta ao guiar um automóvel de luxo não se difere da de quando somente imaginamos estar nesse cenário. Embora, imaginar requeira muito mais esforço para impressionar a mente do que o ato experimental.

Em vez da reação imediata à experiência, no processo de imaginação, se valendo do pensamento apenas, o cérebro deve realizar as mesmas sinapses que realiza durante uma interação material para deslanchar as mesmas substancias e reações orgânicas responsáveis pela criação do estado de felicidade.

A realidade para cada indivíduo é o produto do deslocamento de seus hormônios, entre outras substâncias, dentro de seu organismo. A efervescência gerada dessas substâncias é que dão forma às emoções que experimentamos. E o estado emocional é o estado real de cada indivíduo.

Se você quer saber como você está neste exato momento, verifique quais são as emoções que você está a experimentar. Verifique também o que está deixando você assim. Dessa forma, quando você quiser ficar neste mesmo estado e os elementos que você constatou como serem responsáveis por isso não estiverem alcançáveis então, utilize a imaginação para produzir a mudança interna que lhe ocasiona estar em tal estado.

Com o tempo você verá que não há diferença entre a experiência real e a imaginária. E que a realidade está ao nosso inteiro dispor quando se domina a moldagem do próprio estado biológico interno.

Pra resolver esta dificuldade da imaginação, esse esforço maior, é que existem os jogos mentais. São exercícios que se praticados com determinação e disciplina pode levar a mente a se autoestimular para um propósito. Quanto mais repetição, mais rápido se chega aos estados internos que configuram cada sensação que nos molda o espírito.

E aqui vai um exercício que serve muito bem ao propósito de condicionar a mente para o enriquecimento. Se divirta fingindo ter toda condição de se preparar para obter dinheiro facilmente e saber utilizá-lo em tempo hábil. O dinheiro é móvel e se move rapidamente. Do contrário ele não nos interessaria com tanto fulgor.

Imagine que chegue até você uma proposta para participar de um jogo. O desafio é você gastar um milhão de reais em 24 horas. Das 8:00h de um dia até o mesmo horário no dia seguinte. Se você conseguir gastar todo o dinheiro, você ganhará dois milhões de reais como prêmio. Se não, você não ganha nada. Mas também não tem que devolver o que conseguiu gastar.

O prêmio aumenta duzentos mil reais por cada hora a menos que você conseguir gastar o dinheiro. De modo que se o milhão for consumido totalmente em uma hora apenas, o valor lhe pago como prêmio será de 6.800.000 reais. Mais rápido se gasta, mais rico se fica.

Iniciando o desafio às 8:00 da manhã de um dia e indo até o mesmo horário no seguinte se poderá contar também com opções noturnas e matutinas de consumo.

Agora, as regras. Você só poderá gastar 3000 reais com compras em um único estabelecimento – o que vale também para um único produto – ou com contratação de serviço. Nada o impede de repetir as mesmas compras e contratações em estabelecimentos diferentes.

E todo negócio que você fechar terá que ser pago à vista, dentro das 24 horas. E é obrigatório pegar a nota fiscal ou recibo. É permitido pagar dívidas suas existentes, desde que gere comprovante o pagamento e que o valor unitário das faturas não ultrapassem 3000 reais.  Você pode gastar consigo ou com quantas outras pessoas mais você desejar. Não vale fazer doações, depósitos e nem emprestar dinheiro. Dentro da limitação, você pode criar empresas ou algum meio de continuar a ganhar dinheiro após o teste, caso você não se sáia bem.

Os únicos valores que você terá que devolver ao final do desafio, caso você não consiga gastar o milhão de reais, é o que fugir da regra. Se você pagar uma conta sua de 5 mil reais por exemplo, esta será tirada do cômputo geral caso você consiga gastar todo o dinheiro. Terá que ser devolvido o produto com valor fora do orçamento permitido, quando possível ser devolvido, ou o dinheiro gasto com ele quando não.

Estas restrições criam no jogador um cuidado especial com o desempenho moral no jogo. E faz evoluir o comportamento ético devido à severidade da punição. Ir com sede demais ao pote é a única imperfeição moral que poderá te fazer perder dinheiro neste jogo.

E aí, topas o desafio? Deixe nos comentários, se possível apresentando sua contabilidade, o que você faria para vencer este desafio ou pelo menos para aproveitar ao máximo o dinheiro que conseguir gastar.

Se vendo imaginariamente, diariamente, nesse  desafio, você acostuma seu cérebro à encontrar soluções para usar dinheiro rapidamente. E passará a enxergar a realidade como um curto espaço de tempo para se efetuar realizações. São 86400 segundos para se aproveitar o máximo da existência. Você precisa dormir um prazo, logo, você tem que ganhar dinheiro até dormindo.

O livro e o telhado de vidro

Na postagem anterior foi postado um texto desabafador sobre a situação que se encontra o trabalhador neste Brasil de Michel Temer, Sérgio Moro e Cia. Cercado por todos os lados, com todos os braços do sistema apoiando o empregador, o trabalhador acostumou-se a pensar que não há o que fazer para combater a opressão que o assola.

Pois bem, pode ser que seja realmente assim, pois, o ponto fraco do povo é o que melhor poderia colaborar para que o Governo e seus capangas atingissem total sucesso em suas empreitadas: O povo não lê.

O povo tem verdadeira antipatia por leitura e pelos livros. Não se incomoda de estar a ler vorazmente quando olhando para a interface do Whatsapp ou das redes sociais na internet, mas, não consegue se ver a ler um livro. Diz com a boca boa que tem preguiça de ler.

Entretanto, alguém que pensa diferente, gosta de ler e de escrever, resolveu lançar-se ao sacrifício de combater sozinho a máfia que vem acabando com o trabalho organizado e com os direitos do cidadão.

Ele decidiu escrever a respeito de seu cotidiano na empresa onde trabalha. As mazelas que sofre, as falcatruas que a empresa faz para gerir resultados, os golpes que a mesma dá em seus fornecedores, tomadores de serviço e até o governo. Transformando-se em uma instituição ilegal, digna de punição cívil, que se levada ao grande público as denúncias contidas no livro todo o sistema balança. Treme que nem vara verde.

E não é só o lado negro da empresa que o cauteloso e rebelde proletário revela, a cooperação que parte para ela do governo, de partidos políticos, de sindicatos, de outras empresas e de associações industriais e comerciais também recebem foco. Todo o complexo é dedurado.

Pense: Se você lê um livro desses e trabalha em uma companhia que mesmo que não seja a que é focada na obra literária tem tudo pra ser? Você se sentirá mais preparado para entender tudo o que acontece dentro das quatro paredes da companhia. Irá trabalhar exibindo um ar de supremacia, de alguém que pode criar problemas, toda vez que passar o crachá na catraca de entrada com a arma de capa dura e título em letras garrafais abraçada no peito. Sua metralhadora de cabeceira.

Eis, meus leitores, o remédio para o grande mal que nos acomete por causa da nossa necessidade de contar com um empregador. Ele tem telhado de vidro e a forma de ele se arrepender de um dia ter jogado pedra no dos outros é sabendo que seus funcionários andam lendo um livro desses. E que podem muito bem jogá-lo no telhado deles. Quem precisa da imprensa?

Aguarde o que será lançado em breve aqui neste blog!

O segredo por trás da fórmula da Coca-Cola

Imagine se você desvendasse o segredo da fórmula da Coca-Cola. No meio comercial é supostamente o maior segredo do mundo. Você se transformaria em uma autoridade no assunto conhecedor de segredos.

Mas, de que valeria ser uma autoridade dessas? O que é possível fazer com essa informação guardada consigo apenas?

Você só poderia provar para os donos da fábrica se saberia ou não a tal fórmula, que teoricamente são quem poderia dar crédito ao que você disser. As demais pessoas iriam duvidar de você saber mesmo o tal segredo, exceto se você fizesse a revelação do próprio para que elas testassem o que você publicar.

Por outro lado, se você tornasse público o que sabe, as pessoas lançariam mão dos ingredientes da fórmula e dos equipamentos necessários à fabricação do elixir que você mencionasse e comprovariam se o que você revelou seria ou não íntegro.

Caso fosse, você se colocaria na mesma condição de conhecedor desse segredo que teria o menos interessado em sabê-lo. Deixaria de ser uma autoridade no assunto. Só teria utilidade para você ter se dignado a desvendar a informação guardada a sete chaves se você viesse a ganhar algum dinheiro para torná-la pública. Mas, quem arriscaria pagar pelo que poderia ser uma fraude?

Especulando de outra forma, o que adviria caso você não ganhasse dinheiro algum e fizesse a revelação para o público testá-la e comprová-la?

Você, aí sim, ganharia status de grande descobridor de segredos. E o segredo que viesse a ameaçar contá-lo publicamente, seus detentores ficariam com uma pulga atrás da orelha coçando para alertar que o impedisse de fazê-lo.

Tirando a opção mais imaginável, de que sua vida correria o risco de ser exterminada pelos donos dos segredos ameaçados, Eles poderiam te procurar para pagar pelo seu silêncio; poderiam aproveitar o status que você alcançou e pagá-lo para revelar outra informação em vez da real e assim manter o segredo ainda mais guardado; ou poderiam não prover pra você dinheiro algum e pagar para ver o que acontece depois.

Nessa última opção você só ganharia dinheiro do público que quisesse conhecer a informação. E à essa altura, com o status que você alcançou, qualquer coisa que você dissesse seria interpretado como a verdade verdadeira. Você só teria que ser hábil em fornecer argumentos contundentes, caso não soubesse mesmo a verdade.

E os que você ameaçasse, mesmo se você revelasse a verdade derradeira, desde que o segredo a ser revelado não fosse algo passível de qualquer um comprovar se sentiriam protegidos.

Por exemplo: “O que está por trás do Cristianismo“, “A verdadeira cara do futebol“, “Como opera a Grande Mídia“, “O real bastidor da política brasileira“, “é segura qualquer atividade que se faz na internet“, “Existe mesmo o projeto Echelon“, “A Deep Web é uma armadilha para internautas curiosos incautos” não são passíveis de se ir atrás da comprovação de argumentos como é no caso de uma receita de refrigerante. Despenderia dinheiro para se verificar os fatos relatados e acesso a documentos daquilo que fosse informado. Por isso é que os que protegem segredos como os listados ficam seguros quanto ao que conspiram.

Entretanto, a tendência das pessoas é tomarem atitudes libertárias quando entram em contato com informações contundentes a respeito de um assunto obscuro. Quando a certeza de antes a respeito de um assunto vira dúvida, elas enxergam se há mesmo uma real necessidade de se manterem no culto ao assunto e procuram se livrar dele devido à falta de segurança no acreditar. Elas forçariam a moralização e transparência de tudo que envolve o assunto, pois, seus administradores, para não perder público ou clientes, prefeririam agir na honestidade e deixariam rolar naturalmente o que quer que fosse o seu meio de ganhar dinheiro.

Por exemplo: Se alguém questiona que seja sério o Futebol e consegue fazer com que outros conheçam os argumentos de seu questionamento, e esses, sendo verdadeiros ou não, sejam válidos por serem contundentes, aos poucos a multidão prefere se vir livre de dedicar parte de sua vida à essa instituição e procurar afazeres mais beneficentes a ela, cuja constatação de verossimilidade esteja a seu alcance.

Portanto, alguém que queira destruir o sistema escravizador de mentes que estamos submetidos a ele só precisa desenvolver sensibilidade para criar desconfianças e habilidade em coordenar ideias e tecer argumentos. Além de, é claro, ter uma mídia que possa contar com ela para fazer aparecer a sua questão.

Neste texto fica claro o porquê de nunca vermos aparecerem na mídia corporativa questionamentos e discussões que são do real interesse da população em absoluto ou de intelectuais marginalizados que sejam expostos. O abalo de negócios de empreendedores que patrocinam essa mídia é a maior razão de ela proteger o assunto de ser atacado. Uma das táticas que a mídia emprega para oferecer resistência quando um ataque vaza é classificar os atacantes como débeis mentais ou pessoas sem credibilidade ou classificar o que dizem como a se tratar de “teorias conspiracionistas”. Agora também é moda rotular como uso de marxismo cultural ou marxismo ideológico.

A mídia livro literário é uma mídia livre. Nas páginas de um livro circulam informações que podem ajudar a desvendar os mais badalados segredos ou acabar com a escravização que sofre a humanidade, devido ao crescimento do intelecto que a absorção de informação não engessada provoca. Não é à toa que aqueles que dominam os sistemas mundiais marginalizam os livros e fazem as pessoas odiar ler. Quem lê é uma ameaça ao escravismo cultural que pratica o poder dominador global.

O livro “Os meninos da Rua Albatroz” oferece informações contundentes que se não revelam ajudam a revelar grandes artifícios criados para manter a população iludida e inerte contra o poder global. “A origem da Bíblia e do Cristianismo“, “A verdade sobre os OVNIS e os extraterrestres“, “A conspiração por trás da engenharia alimentar e da água potável“, “O grande plano por trás das indústrias“, “A colonização praticada pela mídia“, todas essas questões e outras mais encontram no livro um adversário para a manutenção das versões que são ministradas ao público. O link para a compra do livro: Clique!

Yankees, sejam bem-vindos!

Que doa a quem doer, mas, esquerdistas têm muito dessa coisa de xenofobia voltada para o imperialismo global. O praticado pelos Estados Unidos, citando países, e o praticado pelas corporações unidas em fraternidades, como a Maçonaria, é o que mais lhes preocupam. Eles se opõem — ou dizem se opor — à inevitável entrega de riquezas da pátria, à exploração do trabalhador e, principalmente, à colonização cultural e mudança de hábitos a que se sujeitariam os povos dominados, invadidos e pilhados pelos imperialistas.

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Mas, e se essa captura nos fizer bem, que mal tem? A maior aversão que têm os que instruem as pessoas a resistirem a essa dominação se relaciona com a perda da dignidade. Para esses ideologistas, se os EUA tomarem conta do Brasil, a grande massa experimentará idos de extrema indignidade. Viverá indignando-se.

A questão é: Até que ponto o modelo colonial yankee lega à parte menos abastada da sociedade brasileira uma vida desfavorecida e levada sem boa qualidade até nos momentos de diversão em relação ao que tem a oferecer o modelo social brasileiro vigente?

Dentro do modelo brasileiro, eu me indigno com uma série de coisas, que sei que os yankees abominam. Eu sei que a forma como se dá o atual colonialismo que sofremos dos norte-americanos só é mantida porque teimamos em nos sentir independentes, donos da nação onde moramos. Mas, a partir do momento que eles proclamarem o Brasil como parte de sua administração diplomática, a farra perversa que chamamos de democracia, que faz com que as pessoas de bem não tenham vida dígna, vai acabar.

Estariam com os dias contados, caso de uma vez por todas soframos uma intervenção estadunidense mais efetiva, de modo que eles deem as cartas para os nossos governantes, coisas repugnantes como:

  • Foguetório e gritaria fora das áreas onde acontecem eventos como os do futebol, shows musicais e cultos ecumênicos.
  • Badernas impunes de gangues de rua, que incluem os assaltos, principalmente os roubos de celulares, e as brigas sem causa inteligível ou acertos de contas, que muitas vezes fazem vítimas quem não tem nada a ver com o peixe, como nos casos de balas perdidas.
  • Perturbação sonora em ambientes públicos vindo de equipamentos de som de residências, automotivos ou celulares.
  • Pessoas mantendo aparência de seres aborígenes, como os cabelos louros pintados com água oxigenada ou os camisas com as mangas rasgadas, calça comprida infrada e boné virado para trás. O sujeito terá a obrigação de manter um ar civilizado, de modo a não criar temores nos demais com quem encontra pela rua.
  • Os que à base de extorsão pelo medo de sua aparência furam filas, pulam roletas, entram pelas portas de saídas nos veículos ou estabelecimentos que possuem divididas as entradas e saídas.
  • Os condutores que não respeitam os outros no trânsito.
  • Os profissionais de atendimento e prestadores de outros serviços ao público, que não respeitam os outros, sobretudo os idosos, durante a realização da sua prestação de serviço.
  • O desserviço da indústria do entretenimento, sobretudo a musical, que lança para as pessoas aderirem subprodutos que formam caráteres duvidosos e fecundam o caos que temos tolerado.
  • A participação da mídia na formação dos corruptos hábitos dos integrantes da sociedade conforme a camada.
  • A falta de ética e a ganância da imprensa brasileira, que engana pessoas de bem e protege empreendimentos trapaceiros e seus mantenedores.
  • O oba-oba que enriquece indevidamente políticos, empresários brasileiros, várias instituições, principalmente organizações não governamentais, bandidos.
  • O narcotráfico e o crime organizado teriam muita dificuldade para agir, pois, encontrariam uma polícia muito bem treinada e equipada e com licença para atirar primeiro e verificar depois, sem medo de ter que enfrentar a hipocrisia dos advogados fracassados em busca de oportunidade para defender alguém e garantir um troco ainda que obtido criminosamente para prover o pagamento.
  • A mendicância em locais onde o povo precisa passar e não tem como fugir dela e os pedintes do tipo “ajude a casa de recuperação blablabla a salvar vidas”, que usam de histórias mentirosas e abusam do nome de Deus em suas campanhas para extorquir dinheiro do público apelando para o sentimento de solidariedade.
  • A libertinagem sexual e a falsa propagação espontânea da sexualidade.
  • O mercado persa que se vê praticarem os mascates nas tumultuadas ruas das grandes cidades. Essas deixariam de ser tumultuadas.
  • Os governantes que têm a obrigação de restringir tudo isso e fazem vistas grossas por motivo de covardia, incompetência ou por verem nesse panorama vantagem ao seu governo ou à candidaturas futuras.

Só coisa que esquerdista gosta de erguer bandeira e posar, de maneira hipócrita, de defensor de minorias e de engajado em causas que garantem os direitos humanos da sociedade, a inclusão social e a soberania do país, só para vê-las perdurarem na sociedade, por achar eles que é assim que se governa o Brasil – tendo a população com a moral degradada e por isso fácil de ser manipulada.

Somente o Judiciário e os membros da Direita brasileira sobreviveriam imponentes como estão hoje, pois, esses teriam sido treinados pelos yankees, e receberiam financiamento deles, para nos preparar e conduzir este país para eles. Isso me incomoda, mas, só essa lista já me deixaria confortável, tranquilo para gozar  minha existência, ainda que colono e inferior em qualidade de vida em relação ao norte-americano médio da Metrópole, pois, tudo o que faz atrasar meus planos de levar um cotidiano tranquilo e próspero estaria sendo restringido de ser feito. Só essas coisas já fariam eu me sentir mais digno nesse país de merda. O que vem depois que Eles me entregarem essa bonança só diz respeito a mim.

Sendo assim: “Yankees go home“, ops: “Yankees welcome“.

Pede pra sair, Romanov

A arte, a cultura e o futuro do capitalismo

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Pensadores da Escola de Frankfurt, como Herbert Marcuse, criador do termo “indústria cultural”, e Theodor Adorno, acreditavam que o Capitalismo um dia encontraria seu ponto de ruptura. Esse ponto seria o momento em que os processos de produção seriam automatizados e as pessoas perderiam seus empregos para máquinas. E a população C, formada por trabalhadores de produção (braçais), se ampliaria de tal forma que os parcos empregos deixados pelas máquinas ao homem não suportariam tanta gente. Isso traria uma imensa crise. Pessoas sem trabalho para arcar com o seu sustento e o de suas famílias; mercados à mingua devido a insuficiência de consumidores, principalmente para os produtos do tipo C, pois, máquinas não compram. A categoria de produto não importa quando o assunto é falta de consumidor, pois, a classe de capitalista que explora esse mercado é a mesma que explora o A e o B. Todos fazem parte da mesma irmandade, portanto, se falta para um, falta para todos. O que lucra com produto C, compra ou utiliza os serviços de classe A e B da mesma forma que os outros imperialistas acima na hierarquia informal.

Uma solução também prevista por adeptos da Escola de Frankfurt para a crise desse momento é a redução populacional. A quantidade de pessoas pisando no solo terrestre sempre foi gerida. E quando era conveniente incentivar os nascimentos, como nos adventos das guerras, para alimentar os quartéis, se incentivou. Também quando se precisou alimentar de trabalhador braçal a indústria, como na Revolução Industrial, também se incentivou.

Mas, agora, é hora da engenharia reversa. Dois terços da população mundial precisam ser eliminados. E isso não tem nada a ver com a Bíblia. É gente demais a precisar de moradia, de abastecimento hídrico, de alimento e, consequentemente, trabalho. E ainda temos que contabilizar o consumo e necessidade de espaço que os outros animais possuem.

O chão de fábrica a produzir pilhas de enlatados e ensacados, veículos, utensílios domésticos, indumentárias não é mais suficiente para garantir emprego para pagar os que estão na ativa, os que vão entrar e ainda os que já saíram e gozam de suas aposentadorias.

Instituições como a moda ou como o esporte continuam cumprindo sua missão de criar o desejo de consumo pelo que elas instituem. Falta é oportunidades para que os apaixonados que elas criam possam conter suas paixões com o consumo de seus produtos. É hora de rever tudo isso. Não basta criar o desejo de consumir. É preciso dar essa condição para as pessoas o realizar.

Os filósofos de Frankfurt sugeriram uma fórmula: o emprego da arte e da cultura como meio individual de produção para contrabalançar a falta de oportunidades. O máximo possível de indivíduos levariam vida de artista ou de escritor. Venderiam seus trabalhos para o público que se encontrasse nos empregos possíveis. Em seus momentos de ócio, ele os consumiriam. Necessitar-se-ia aumentar esses momentos. As jornadas de trabalho teriam que ser reduzidas. Jornada de dezoito horas de expediente para a indústria e o setor de serviços, com turmas trabalhando em turnos de seis horas cada.

Necessitar-se-ia, também, fazer com que as pessoas voltassem, através de engenharia social, a gostar de livros, saraus, quadrinhos, cinema, esculturas, peças de antiquário, teatro. Foi por meio de engenharia social que todos nós fomos levados a abominar esses itens de arte e de cultura. Houve um tempo em que era perigoso para o sistema indivíduos se tornarem cultos. Mas, agora é a salvação. A cultura do celular e da internet vieram a calhar e se encaixam bem nessa empreitada de juntar tudo o que ocupa o tempo das pessoas de forma que elas não se importam em pagar por isso. A música, a televisão, o turismo, a moda e o esporte nunca deixaram de contribuir na dimensão que sempre contribuiram.

Feito tudo isso, redução populacional se poderia descartar. Nada de falsos conflitos militares ou civis; nada de falsas epidemias e campanhas de vacinação clandestinas; nada de violência urbana genocida de toda sorte; acidentes aéreos forjados; desastres climáticos orquestrados por meio do HAARP; sem que a Monsanto troque a vegetação natural pelos seus transgênicos para implantar sua vaidosa engenharia alimentar; nada de alteração arbitrária da sexualidade padrão para o fim de evitar nascimentos.

Controle de natalidade, sim, é preciso. E é o bastante. Mas, sem mutilar gente, sem corromper gente, sem esterelizar gente por meio de métodos obscuros. Com direito à admissão do aborto, sim. Sem hipocrisias. Sem que as pessoas se deprimam por estarem sendo privadas de viver um grande amor.

Para que isso deixe de parecer utopia, só precisamos, nós da boiada, trocar de lugar com os governantes do mundo. Os magnatas patriarcas das poucas famílias que determinam como é a história de todas as nações. É deles que temos que tomar o controle. Precisamos mostrar para eles que precisam confiar em nós. Não somos incapazes. Podemos, sim, cuidar do planeta. Não somos máquinas de reproduzir apenas. Temos inteligência de sobra quando não estamos tendo nossas maneiras de pensar manobradas para arcar com os planos dessa elite controladora de humanos e de tudo o que há no planeta. Tá na hora de se libertar das cordas e marchar em direção a eles. Como bolcheviques, fazermos dos filhos dessas famílias uns Romanov. Podemos ver a humanidade sendo feliz sem ter que ser serva de gangsters na pele de grandes empresários que se reúnem em sociedades secretas para dar as cartas para o mundo.