O que você sonha você realiza

pure13

No livro “Peça e será atendido“, de Jerry e Esther Hicks, a entidade espiritual que teria ajudado os autores a escrever o livro ensina que aquilo que sonhamos é fruto das impressões fortes que obtivemos durante o período que estivemos acordados. Significa dizer que nosso cérebro fora impressionado com algo durante esse período, com o qual acabamos por sonhar.

Os sonhos nos parecem sempre aleatórios. Nem sempre podemos dizer que sonhamos com algo que gostaríamos. Mas, se esse ensinamento está certo, e eu acredito que esteja, nós é que tomamos, inconscientemente, essa decisão de sonhar com o que sonhamos. Mas, não sem usar uma técnica. A qual todos nós podemos aprender e usar para arbitrariamente impressionar nosso cérebro com o que desejarmos e não mais ficarmos a jugo do desencadeamento espontâneo desse fenômeno.

Se ao acordarmos conseguirmos reter na mente o que sonhamos, por tempo suficiente para lembrar-nos do momento exato em que estivemos acordados nos períodos anteriores ao sonho e que tenha originado a experiência onírica, teríamos a oportunidade de mapear as sensações que tivemos e outras particularidades desse momento, se pudermos nos lembrar delas. Então, teoricamente, tudo que precisaríamos fazer para controlar nossos sonhos é impressionar nosso cérebro com coisas que desejamos, forçando experiências reais com essas coisas, ainda que situações simuladas, usando para isso o mapa que daria-nos as coordenadas para realizar esse impressionamento cerebral.

Passaríamos, então, a sonhar com o que queremos. Obviamente: com coisas agradáveis e que nos trazem bem-estar. O mesmo livro ensina que sentir bem-estar ocasionado por um acontecimento que tenha existido previamente na forma de desejo é a chave para se conectar com a energia criadora do universo, a energia essencial. E em estando em sintonia com essa energia, tudo que se deseja é materializado na realidade.

*O livro mencionado expressa essa teoria, mas, a inspiração para o texto surgiu de uma experiência real e onírica do autor, que após ter entrado em contato com uma fotografia paisagística, que o deixou impressionado sem que ele soubesse disso, experimentou durante o sonho ocorrido naquela noite uma visita onírica, bem virtual, ao local fotografado.