O poder avassalador de transformar a realidade que o orgasmo tem

Todo orgasmo faz surtir algum efeito no experimentador. Saúde, prazer, alegrar células e fazê-las trabalhar melhor, equilíbrio mental ou emocional, expansão dos sentidos, experiências espirituais.
Magos utilizam o orgasmo para operar na realidade. Seria possível para eles fazer modificações no meio externo em seu benefício com as energias do prazer sexual.
Essa proposição seria maravilhosa e estaria ao alcance de todos os humanos se o conhecimento do modo de operar fosse de domínio geral. Entretanto, soa fantasioso demais alguém mudar o curso de sua história, quiçá de outras pessoas também, bastando estar em transe orgasmático.

Batalha mística contra o Coronavírus

CombateMistico

Esta é uma publicação em caráter especial porque conforme o site Eu sem fronteira,  encontrada também a informação no site Eventbrite, acontece hoje, 04 de abril de 2020, exatamente às 22:45h no Brasil, um stargate celestial – abertura de portal nos céus – pela reunião dos planetas Júpiter e Plutão. Ou seja, uma configuração de astros no céu que daria a condição ideal para que emissões de pensamentos uniformizados humanos possam refletir na realidade de todos por força de intervenção astrológica.

Aquilo que for reivindicado por corações e mentes em conjunto se concretizará. E o plano é que seja o fim do Coronavírus, a libertação da humanidade do sistema financeiro mundial e a conscientização e respectivo combate aos efeitos nocivos que a radiação emitida pela tecnologia 5G causaria à todos nós.

Utilizar forças ocultas com o propósito de deter agentes causadores de males sociais não é novidade. O caso mais famoso é o da ocultista Dion Fortune no advento da Batalha Psíquica da Grã-Bretanha, quando a autora dos livros “A cabala mística” e “Ataques e defesas psíquicas” teria reunido e treinado pessoas em sua fraternidade – Fraternidade da luz interior – para combater as atrocidades que as tropas de Hitler embrenhavam contra o Reino Unido.

Por meio de meditação, orações e visualizações em conjunto “os membros da Fraternidade acreditavam poder desviar bombas, desarmar detonadores, causar problemas mecânicos em aviões, modificar o clima, criando tempestades e nevoeiros, e influenciar os pilotos e artilheiros para que errassem os alvos pretendidos” e com isso várias das investidas de Hitler contra os britânicos teriam falhado.

A falha mais cabulosa, sendo coincidência ou não, teria ocorrido quando os aviões da Lufftewaffe sobrevoavam Londres e os fraternos se puseram em círculo de mãos dadas e canalizaram energias para produzir efeitos mágicos, no caso uma muralha em forma de nevoeiro  para impedir que os navios nazistas realizassem o desembarque em praias inglesas previsto em uma consulta astrológica.

Conforme os que reportam essa história, a tarefa teria sido  bem sucedida, pois, a semana em que a mesma teria acontecido, 21 de abril de 1940, foi de enorme nevoeiro, que impediu a visualização do litoral e com isso nenhum desembarque aconteceu nesse dia ou em qualquer outro e a Alemanha teve que desistir do plano.

Sobre Dion Fortune e seus livros, sobretudo “A cabala mística”, e a defesa psíquica realizada contra o exército Nasi, há uma análise no livro “A magia que enriqueceu Tony” seguida de descrição dos experimentos praticados por Dion e seus discípulos, que são de grande valia conhecê-la. Adquira o livro!

Dion e Aleister
Dion Fortune e Aleister Crowley (com seu famoso mudra de defesa psíquica)

Dion Fortune foi contemporânea e colega da ordem Golden Dawn do mago Aleister Crowley, que também combateu na Segunda-Guerra usando seu conhecimento esotérico. É dele o “V da vitória”, o mudra que desenvolveu para Winston Churchill com o propósito de combater a saudação nazista.

Bem, para logo mais eu sugiro que a meditação que aquele que decidir se juntar ao conluío contra o Coronavírus pratique siga, após uma acomodação obtida por meio de exercícios respiratórios, ioga e relaxamento, a mentalização abaixo, que tem como inspiração a Cabalá.

arvoredavida

A minha mente objetiva observa a realidade em que está inserida.
A humanidade sofre com o ataque de um microorganismo.
O ser humano é a criação mais perfeita do Criador.
As realidades do ser humano têm que ser agradáveis ao Criador, pois, vivemos para ele, manifestamos com o nosso entendimento aquilo que no imanifesto ele arquiteta.
Tudo é criado para nós contemplarmos. Não podemos faltar com o compromisso de nos dar total tranquilidade quanto a tudo que for menos importante para o Criador, a fim de atendê-lo.

Não há porquê um ser minúsculo, inferior, ao qual não foi dado o dom de entender realidade alguma, que tudo que faz o faz automaticamente, inconsciente, macular os propósitos do Criador.
Não há porquê não sermos imunes aos seus ataques se somos superiores. E tudo é criado para lidarmos, vencer batalhas e regozijar em nome do Senhor.
Nosso subconsciente sabe como nos proteger de sermos imolados e sabe como aniquilar os males que o micróbio venha causar se já no interior do nosso corpo está.
Não há porquê ainda não haver cura. Fiquemos tranquilos e confiemos no inconsciente, nosso espírito.

Subo pela Árvore da Vida até a região onde está o Absoluto.
Miro a luz inicial, que é Kether, e me curvo diante do Altíssimo.
Totalmente sem julgamento e pura a minha mente, ao Criador entrego a minha súplica.
Peço, junto à outras mentes como a minha, que nos honre com o poder de destruir esse microorganismo que ousa querer varrer da face da Terra a principal obra do Imanifesto: o ser humano. Eu.

A observação e o entendimento de toda a existência, na sua mais ampla compreensão, continuará imperando neste mundo através dos humanos. Através de mim.
E esta observação enxerga a partir deste momento pessoas felizes por encontrarem cura e cientistas felizes por criarem remédios e vacinas contra esse e qualquer outro mal.
E eu me vejo em perfeita saúde.

Como irmãos viveremos após aprender uma grande lição com essa ameaça, que é não deixar de praticar a solidariedade e jamais deixar de se dedicar à espiritualidade e ao amor entre os homens, pelos animais, pelos vegetais, pelo planeta, pela vida.

Assim seja; assim é; assim sempre foi e sempre será.
Obrigado, nosso Deus, nós te amamos!

O futuro do livro é a gratuidade

LivrosAAVitor

Nós escritores independentes sofremos com a constatação de que podemos ter produzido um grande livro, contado habil e envolventemente uma grande história, passado para quem nos lê grandes informações proveitosas, às vezes mantidas sob proteção, e não colhermos qualquer tipo de agrado. Ser lido por uma multidão, por exemplo, é até mais o objetivo do que ganhar dinheiro.

Nem isso conseguimos, mas, não nos julgamos fracassados ou pouco talentosos. Apenas sabemos que a realidade do brasileiro não inclui ser leitor e que os poucos que leem custa muito dinheiro para se atingí-los. E o mercado é monopolizado para fazer acontecer só o que passa pela mão das grandes editoras e marqueteiros mediante pagamento bem vultoso.

A receitinha de bolo: investir numa publicação de exemplares impressos em papel, investir na divulgação e na distribuição dela, nunca esteve ao alcance de autores limitados financeiramente.

Hoje há as editoras virtuais e a publicação sob demanda. A impressão CTP e a divulgação em redes sociais, geralmente os perfis de cada escritor. A mala-direta eletrônica – e-mail marketing – foi opção de grande expectativa de alcance quando os servidores de e-mail não barravam a prática.

Hoje, até eles querem ganhar o deles e impedem de serem enviados ou visualizados os lotes de correspondência eletrônica visando tornar massivo um anúncio. E esses mesmos grandes serviços de e-mail impedem a chegada de mensagens com anúncios vindo de domínios autônomos. É para eles que a maioria dos e-mails são enviados.

As redes sociais também usam mecanismos para inibir a visualização ou o clique em links de anúncios que transitam em seus murais sem que tenham recebido qualquer valor pela divulgação. E os grandes provedores de blog, pelo menos para as contas que não são premium, se comportam da mesma forma pelo menos no que informam de estatística de visualização ao usuário.

Logo, é ilusão achar que seu trabalho ou seu interesse vá atingir um grande público contando com a boa vontade dos sites e serviços de grande porte na internet.

Sendo assim, se no meio convencional não se pode fazer saberem que sua obra existe e se no meio digital – chamado de revolucionário – idem, o jeito é distribuí-la gratuitamente em quaisquer dessas opções de publicação.

Procurar fazer com que haja bastante informações de valor nas páginas da produção e torcer para que felizardos cheguem a conhecer o que você tem a dizer ou a experimentar as emoções que sua obra tem para propiciar é imperativo. É bom não deixar duvidarem que você tem qualidade e que vale a pena pagar para verem.

Contos de Verão: A casa da fantasiaOs meninos da Rua AlbatrozTodo o mundo quer me amar

Contos de Verão: A casa da fantasia

Os meninos da Rua Albatroz

Todo o mundo quer me amar

E de quebra citar os livros acolhidos pelas editoras e pelos veículos de divulgação sempre que puder, em situações de sua obra que se assemelham com as histórias que eles contam ou em conteúdos informativos que eles também informam. Aos poucos o público preferirá usar o que você produz como porto para saber tudo o que os outros autores falam em seus livros e poupar tempo, buscas e aquisições.

Caso você leu este texto até aqui, o livro A magia que enriqueceu Tony traz uma grandissíssima história, muito bem narrada e coberta de informações úteis para se entender o mundo e sobretudo a economia e, quem sabe, se dar bem em várias áreas que a sociedade cultua por conter as informações. Se não quiser gastar muito dinheiro, há a versão e-book, super barata.

Você economiza a leitura de toneladas de livros que tem padrinho e custam o olho da cara. E economiza também ingresso em cursos preparatórios de uma série de profissões. Além de, é claro, conhecer da melhor maneira possível – experimentando – o essencial sobre magia e ocultismo.

 

A conspiração contra o pensamento positivo

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Eu procurava informações sobre o pensamento e a pesquisa que fiz no Google me retornou vários links de páginas que falam sobre o pensamento em diversos tópicos. A maioria dos links focavam no ponto de vista esotérico, que gosta de frisar o pensamento positivo e torná-lo a panacéia para todos os males.

Mas, é claro, como é comum no Google, os links dos veículos da elite global, que insiste em nos manter no brete junto ao resto do gado, vêm em primeiro lugar. E todos eles, de maneira delicada e respeitosa, faziam cair por terra a possibilidade de se usar o pensamento positivo para se curar de doenças, a mais simples de ser curada que fosse.

Parei para ler uma das matérias, a do site conservador Hypescience, que se faz passar – mas eu não duvido que seja – por canal de comunicação dos grandes institutos de pesquisas científicas, principalmente as de ordem médica, para com isso ganhar status de fonte digna, segura e bem intencionada nos assuntos das ciências. Entenda-se como: ganhar visitação e destaque.

O veículo parece ser muito bem patrocinado. Mas, mantém o meio-termo entre parecer carecer de anúncios e ter já alguns parceiros comerciais para suas postagens. Já mencionei em outras postagens essa tática de captação de adeptos.

A matéria que li demonstrava muita preguiça para dizer para o visitante e leitor que o órgão de informação gostaria de dizer o contrário, mas, infelizmente, “estudos mostram que o pensamento positivo pode fazer piorar o estado psicológico de um canceroso”;  que cientistas de renome, como o cético James Coyne, professor de psicologia da Universidade de Pennsylvania, nos EUA, que realiza pesquisas na área da oncologia, conforme a fonte, duvidam da possibilidade de se curar de câncer pelo pensamento; e outras afirmações desanimadoras para quem precisa tanto que gente de opinião poderosa lhes dê alguma esperança no campo da saúde.

Preguiça essa que não passa de tática de persuasão. Como se alguém se sentisse bastante desconfortável em dizer algo que não gostaria de dizer, mas, que é a pura verdade. Quando sabe que ou é mentira ou não é bem o que dizem.

É, na minha opinião, notado por todo mundo que quando pensamos em coisas agradáveis, manipulamos nosso estado interno e nos mantemos em paz, alegres, bem dispostos, motivados. E por que não dizer: saudáveis? Já vi, sem depender de comprovação científica, pessoas se curarem de doenças de toda sorte só por não se renderem a elas ou não acreditarem que elas não podem ser curadas. Eu mesmo sou exemplo para mim mesmo. Pessoas que inventam de passar cocô de lagarta em machucado e com isso se saírem melhor do que com pomadas industriais específicas patenteadas.

Como eu também sou cético para com essas universidades que gostam de monopolizar a ciência com seus estudos e pesquisadores, essas Pennsylvannia, Harvard, Oxford da vida, me pus a pensar na razão de desencorajarem pessoas de contar com o que às vezes seria sua última alternativa: o pensamento positivo (ou comportamento positivo). Elas precisam de patrocinadores para suas pesquisas, não precisam? E eles são quase sempre os magnatas que atuam na indústria química-médica-hospitalar-farmacêutica.

E não é do interesse deles que por resolverem seus problemas com o uso do pensamento positivo seus clientes deixem de comprar seus alopáticos, fazer consultas nos consultórios dos médicos aliados ou tratamentos nos hospitais de conveniados. Que deixem de entregar receitas em farmácias a troco de remédios. É muito dinheiro envolvido que vai para outros bolsos. Às vezes de um curandeiro, um homeopata holista, um neurolinguista (isso mesmo) ou um escritor de livros de autoajuda (como eu).

Os estudos desses institutos, como eu discorro no livro “Os meninos da Rua Albatroz“, são nos entregue conforme conveniências de seus patrocinadores. As universidades são refém deles. Eu acredito que sejam sérios os resultados a que chegam e também os pesquisadores. Mas, infelizmente, como é próprio do capitalismo, a integridade ética perde para a ganância e para a necessidade de dinheiro, por isso, vemos a meia verdade chegar até nós através das Revista Science, por exemplo, com ar glamoroso, e ganhar sempre o mérito de ser apontada como verdade absoluta obtida por meio de pesquisas feitas por institutos super premiados. Ah… os prêmios que esse pessoal se gaba, como o Nobel, desculpe-me, mas eu também sou cético em acreditar que não há política por trás das premiações. Pelo menos de um tempo para cá. Tem cabimento Barack Obama ganhar o Nobel da Paz?