Quem contará nossa história?

Se coloque na pessoa de um ávido colecionador de revistas em quadrinhos. O que ele coleciona mesmo é a arte que essas revistas transportam, portanto, se esta estiver adaptada para um formato digital, o significado da coleção é o mesmo.

Um dia, você viu que a mais antiga das suas revistas se deteriorou por completo. Perda total. Mas você disse para si mesmo: “Por sorte eu a possuo em PDF”. E se sentiu aliviado.

Noutro dia, você quis reler as histórias do exemplar de papel que foi perdido e recorreu ao CD-Rom onde havia colocado o PDF do mesmo. Se viu sem condições de utilizar a mídia, pois, o leitor que havia em seu computador se estragara, não havia mais técnico que o consertasse e nem como comprar novo leitor, pois, o CD se tornara obsoleto com a chegada do pendrive e foi esquecido.

Novamente, você disse para si mesmo: “Por sorte eu coloquei uma cópia em um HD externo. Fora até o local onde o dispositivo estava guardado e o tirou do lugar para plugar no computador via porta USB. Só não era mais prático estar apto a usufruir do material que você queria acessar do que se ele estivesse em seu formato original, o de revista em papel, que era só tirar do lugar e começar a ler.

Praticado seu consumo, você fez toda a operação para tirar do computador o drive de leitura e o guardar novamente. Nisso, você notou como ele era frágil. Um dia poderia cair, empenar, arranhar a região de leitura, derreter ao fogo. E aí você terá se despedido para sempre do exemplar de revista em quadrinhos tão amado.

E nessa hora você se pôs a pensar: “Por mais cuidado que eu possa ter, chegará um tempo em que nenhum dos itens de minha coleção estará disponível para eu desfrutar”.

E isso te fez herdar uma decepção, que chegou até a lhe motivar a dar de mão desde já de tudo o que havia colecionado. Desfazer o amor, o fascínio ou a obsessão pelos artigos lhe traria conforto e lhe pareceu ser algo inteiramente racional. Sem contar que lhe devolveria a liberdade. Quem se apega a qualquer coisa teme excessivamente perdê-la. E com isso, se torna aprisionado, refém dos próprios interesses.

Porém, uma luz surgiu no fim do túnel para evitá-lo de dar o próximo passo, que seria jogar a coleção em uma fogueira. Você se lembrou de uma reportagem que leu em uma revista, lá nos anos 1980, que informava sobre uma caverna na Suiça onde estariam guardadas, com o máximo de segurança, informações de tudo o que o homem fez. Se um dia algo advier de forma a deixar a humanidade individualmente sem seus registros, era só recorrer ao acervo protegido na caverna. Pelo menos o que for coletivo estaria arquivado nela. Haveria lá, ainda que em formato digital, uma cópia do exemplar da revista amada.

Entretanto, você também se lembrou de um documentário que por acaso viu no Youtube: “O mundo sem ninguém”. Conforme o documentário, se uma tragédia ocorrer na Terra, como um hecatombe nuclear, e dizimar da face dela o ser humano, em dez mil anos não sobrará nada para contar que um dia nós, humanos, existimos. E isso fez você voltar à estaca zero.

Mas aí você teve nova inspiração. E concluiu: “Ora, sem ter alguém para ler o exemplar, ele não precisa ser eterno”. E isso o aliviou de forma definitiva.

Se um dia o próprio planeta for varrido do Universo implacavelmente, de maneira que não só banirar-se dele o ser humano e sua consciência, sua capacidade de observar e de sentir a existência, mas também todo e qualquer ser vivo, sensciente ou não, todo e qualquer corpo material, incluindo as rochas, o Universo prosseguirá com sua expansão como se jamais, em qualquer tempo, tivesse existido o planeta Terra. O que se dirá do que havia dentro dele!

Fica então a pergunta: Qual o espaço que há no Universo para as preocupações humanas? Se refletirmos à fundo sobre isso, veremos que até as entidades divinas que as religiões pregam, como Jesus Cristo por exemplo, perderá completamente o significado se não houver alguém, com o imaginário tomado pela idolatria, pelo fascínio ou pela obsessão, para pensar a seu respeito ou para querer usufruir de seus deixados.

A vida é uma oportunidade única para contemplarmos o momento presente e obter dele experiências sem se importar com a durabilidade delas. Nada é eterno como uns dizem serem algumas coisas. Tudo é modificável. E só o que existe é o momento que chamamos de presente. E nele não cabe perder tempo com qualquer preocupação. Principalmente as que aprisionam a mente.

O amor cria a sua realidade

As palavras que você diz e ouve o dia todo formam tudo o que você vive nele.

Pense no momento em que as palavras foram criadas. Pense no grupo de pessoas presentes nesse momento. Qual seria o objetivo delas? Por que elas quiseram criar as palavras?

Por certo, sem haver uma linguagem representada por palavras, elas se comunicavam de alguma forma. Mímica, reconhecimento de vibrações. Do contrário não chegariam ao acordo de criar palavras. As palavras, então, substituíram a linguagem com que comunicavam até ali.

Pensemos, então, em algumas palavras que aquelas pessoas criaram. Vamos supor que cadeira ou algo parecido que usassem para sentar existisse.

Uma cadeira é algo visível e concreto. Logo, foi fácil para um homem mostrar para o outro a coisa que dariam um nome para ela. Era só decidirem entre si como iriam batizar o móvel.

Mas, e as coisas abstratas, como os sentimentos? Como um homem iria explicar para o outro a coisa que queria que fosse dado a ela um nome?

O amor, por exemplo. Como um homem iria explicar para o outro algo que se sente internamente e que é totalmente pessoal, ninguém pode dizer ao certo que sente amor exatamente da forma que o outro sente.

E por que um homem colocou o amor, por exemplo, dentre as coisas que receberiam nomes? Por que ele viu importância nisso?

Quando ele conseguiu se expressar, por certo os outros concordaram quanto a importância de ser definido um nome para o sentimento de amor. Perceberam que era relevante ser dado um nome para essa sensação.

Por certo, ela era corriqueira, sempre presente e quando alguém a estivesse experimentando era bom que pudesse falar a respeito.

O motivo de ter sido importante dar uma palavra para o amor parece ser óbvio: Todos amamos.

Mas, bastaria amar. Às coisas que fazemos quando amamos, abraçar por exemplo, se daria nomes.

Talvez, todos queremos falar de amor. É por isso que o amor recebeu um nome. Para falarmos sobre ele; para chamarmos por ele; para que alguém diga que fez algo movido por ele.

E pode ser que o amor é que tenha sido a força que moveu as pessoas que criaram as palavras a criá-las. Porque quando falamos de amor, ele pula para fora de nós. E toda a realidade fica melhor. De uma forma que não achamos palavras para expressar a felicidade que sentimos. É preciso criar outras.

Depois da missão cumprida

Assisti o vídeo de despedida do Fusca, produzido pela agência Johannes, a pedido da Volkswagen, e veiculado nos Estados Unidos.

A animação ao estilo Andy Warhol possui apelo emocionante e fecha com uma apoteótica ascensão do Fusca ao reino de onde veio, o da imaginação, tendo “Let it be” dos Beatles tocando ao fundo.

Com todos nós acontece o mesmo com o advento da morte: voltamos ao reino onde todas as coisas são imaginadas. O reino da criação.

Lá está o eu superior de cada um de nós, que é a consciência por trás da nossa observação e da nossa mente. Ela faz parte de uma consciência maior, que concebe tudo o que há no universo que desfrutamos e se divide em consciências individuais para o fim de usufruir, observar, captar sensações provocadas pela sua própria concepção.

Deve ser qualquer coisa surrealíssima essa situação de existência, na qual se coexiste diretamente com seres e objetos de todos os tempos. Tempos que já se foram e que estão por vir. Idem os objetos.

Um paraíso onde os viventes nele desfilam em formas diversas, incluindo a de inteligência ou energia pura. Em cores, sabores, cheiros, texturas e melodias oníricas, espirituais. Sem qualquer dependência temporal ou espacial. Onde tudo é flúidico, a nitidez não é importante e os limites da física são extrapolados.

Tudo é presença nesse lugar, vamos assim dizer. E é possível uma presença definida como a de um ser humano atravessar uma parede e seguir seu curso. Voar a altura impressionante e rumar em queda livre a um mar de rochas.

É isso o que nos espera após a morte. E por causa disso, em vez de aflição e medo do pós-morte deveríamos sentir é anseio. Lutar, é claro, o mais que puder para se manter vivo o máximo de anos aqui na Terra. Mas, dar de mão completamente de toda programação mental que recebemos sobre a morte e que nos faz viver mais limitados do que já nascemos predestinados a ser.

Pandemia de não-nascimentos

Esta postagem vem em caráter especial, mas, não deixe de prestigiar a última postada: “Como se livrar do medo da morte da moda“.

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Há os que dizem que essa pandemia seria um plano de uma conspiração mundial que teria o interesse em reduzir a população do mundo. A quantidade de gente que teria que morrer, se essa pandemia tiver mesmo o compromisso de matar já teria que estar com o número de mortos causado por ela na casa dos cem milhões de pessoas para atender a necessidade dos conspiradores. Ou do contrário não alcançaria o objetivo de atingir bilhões de humanos até 2021, como rezaria uma tal Agenda 21 e uma tal de Tábuas da Geórgia.

Adaptando a informação dada pela Wikipédia, a Agenda 21 oficial foi um dos principais resultados da Eco-92 (ou Rio-92), conferência ocorrida no Rio de Janeiro, Brasil, em 1992. O documento gerado estabeleceu a importância de cada país participante em se comprometer a refletir, global e localmente, sobre a forma pela qual governos, empresas, organizações não-governamentais e todos os setores da sociedade poderiam cooperar no estudo de soluções para os problemas socioambientais. No Brasil essas discussões são coordenadas pela Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável (CPDS) e da Agenda 21 Nacional.

Esse compromisso se constitui num poderoso instrumento de reconversão da sociedade industrial rumo a um novo paradigma, que exige a reinterpretação do conceito de progresso, contemplando maior harmonia e equilíbrio holístico entre o todo e as partes, promovendo a qualidade, não apenas a quantidade, do crescimento.

O Georgia Guidestones é um monumento em granito localizado no Condado de Elbert, Geórgia, Estados Unidos, e nele estão gravados dez frases em oito línguas modernas: inglês, espanhol, suaíli, hindi, hebreu, árabe, chinês e russo, e uma pequena mensagem, no topo, escrita em quatro antigas línguas: babilônio, sânscrito, grego e em hieróglifos egípcios, contendo as teses de Albert Pike.

Foi construída a partir de 22 de março de 1980 e se encontra finalizada. Os teóricos conspiracionistas utilizam o monumento para amparar acusações de que no mesmo estaria cravado uma mensagem sensacionalista, que seriam os dez mandamentos vindo de uma tal Nova Ordem Mundial, que teria o interesse em dizimar populações e controlar social e economicamente o planeta.

As frases encontradas nas tábuas são:

  1. Manter a humanidade abaixo de 500.000.000 em perpétuo equilíbrio com a natureza.

  2. Conduzir a reprodução sabiamente, aperfeiçoando a aptidão física e a diversidade.

  3. Unir a humanidade por meio de um novo idioma vivo.

  4. Controlar a paixão, fé, tradição e todas as coisas com razão moderada.

  5. Proteger povos e nações com leis e tribunais justos.

  6. Permitir que todas as nações regulem-se internamente, resolvendo disputas externas em um único tribunal mundial.

  7. Evitar leis insignificantes e funcionários públicos desnecessários.

  8. Equilibrar direitos pessoais com deveres sociais.

  9. Valorizar verdade, beleza, amor procurando harmonia com o infinito.

  10. Não ser um câncer sobre a terra e deixar espaço para a natureza.

Se observarmos, considerando as notícias que nos chegam, o que acontece no mundo nos aspectos econômico, comportamento social e ambiental faz muito sentido dizer que essa pandemia vem servindo aos propósitos que teriam sido estabelecidos pelo advogado e escritor maçon Albert Pike.

Os colapsos econômicos que vemos fazem aparecer notícias de sugestões de redução de salários principalmente de funcionários que foram valorizados por força midiática e não pela atividade que faz – caso dos atletas, particularmente dos jogadores de futebol do mundo todo, e dos artistas, jornalistas e apresentadores de programas de televisão (não é à toa que a TV Globo se empenha tanto na manutenção da aparência de caos na Saúde que teria essa pandemia) – ou por acesso à própria ampliação salarial – caso dos políticos e juristas. E medidas como destinar dinheiro de fundo eleitoral à instituições públicas de saúde, dar auxílio monetário ao informal e ao desempregado por 3 meses, antecipar o Bolsa Família, liberar saque do FGTS, tudo isso visa não deixar a economia em maus lençóis enquanto se ajusta a sociedade.

O presidente Bolsonaro ignorando o cenário de calamidade tecido para a pandemia estaria encenando, já que é o responsável por promover esse duro ajuste sócio-econômico no Brasil e se aparecer em público condescendendo com o lobby do caos, ao final do processo, quando se tornar perceptível – talvez – que tudo não teria passado de um grande teatro em pró de objetivos urgentes não mastigáveis pela sociedade, sua cabeça estará fora do pescoço. É melhor tudo acontecer como ele precisa e ao final as pessoas dizerem: “É, Bolsonaro estava certo e nos avisando o tempo todo, mas, fomos ouvir os inimigos dele…“.

Pequenos empreendimentos correm o risco de fecharem as portas, o que atenderia a expectativa da tal Nova Ordem Mundial de controlar todos os negócios, pois, ao final da crise as grandes corporações os absorveriam e transformariam seus ex-donos em empregados.

Isso é o que esperaria os que estariam operando por trás dessa pandemia um golpe nesse sentido. Vão estes se decepcionar, o povo vai saber defender os pequenos e médios empresários, boicotar as grandes corporações e reerguê-los. Desde, é claro, que entre em contato com as denúncias feitas por blogueiros, youtubers e escritores não subsidiados, que como eu disponibilizam reflexões que fazem pensar fora da caixa.

E é perceptível que a modalidade de teletrabalho – home-office – está por conta da pandemia sendo testada à força e caso vingue a ideia as empresas terão mais liberdade para operar mantendo seus funcionários trabalhando em casa.

No caso do teletrabalho, os salários preveriam custeamento dos gastos com a produção – incluindo alimentação, água, luz, telefone e internet –, extinguiria-se ou minimizaria-se o gasto com locomoção até a empresa, e com tudo isso uniformizariam-se, os salários, e ficariam mais em conta para os empregadores saldá-los. Junto com as políticas do Liberalismo Econômico, que correm à vista ou às escusas em velocidade alta pelas nações, os objetivos sócio-trabalhistas e econômicos da ordem estariam sendo cumpridos.

Eu sei que estamos sob ataque de gang stalking, técnica para causar esquizofrenia em massa (leia a respeito neste blog: clique!). A maior das esquizofrenias que estamos nos acometendo dela é a da assepsia. Estamos ficando maníacos por limpeza nessa de querer conter a disseminação do vírus. Higienizamos a casa de maneira absurda, se refletirmos bastante veremos que no fundo há sempre uma brecha para a probabilidade do verme chegar à gente por ter se alojado onde não pudemos ter atenção ao limpar.

Às vezes entramos em nosso quarto limpo, livre de qualquer sujeira, tendo vindo da rua e cuidado integralmente da assepsia antes de entrar novamente no lar, ligamos o computador e nos colocamos a utilizar os periféricos dele. Acabamos de usar e vamos lá passar álcool ou sabão no equipamento todo, como se o vírus tivesse a faculdade de se autocriar dentro do quarto. Se isso fosse possível, de que adiantaria qualquer prevenção de limpeza? E o mesmo vale para o uso de máscaras, o distanciamento social, evitar ambientes fechados. Em algum momento todo o cuidado será inútil, será burlado até mesmo por causa do excesso de cuidado. Não temos escapatória!

Eu estou aderindo a esquizofrenia em grupo. Mas, confesso que penso que nem o presidente Bolsonaro: tudo é um exagero. É claro que eu não estou observando os fatos da posição privilegiada que ele está. Por isso não posso me dar o luxo de ignorar a causa do pânico coletivo. Eu só posso duvidar, não posso ter certeza. Talvez o presidente possa.

Se eu morasse com um amigo, eu perguntaria para ele qual era sua crença com relação a essa articulação social. Se fosse tal qual a minha, eu não adotaria esquizofrenia alguma dentro de casa. Lá fora eu só adotaria por questão de responsabilidade social.

Mas, morando com a família é diferente. A culpa será muito grande caso se esteja errado e se tornar o vilão da casa, o provável causador da morte da mãe ou do adoecimento do irmão tão somente por ter sido relapso e não ter respeitado a crença deles. Por isso: “bora ficar esquizofrênico”. É claro que absorver paranoia dando atenção 24 horas para a imprensa mundo-cão não faz parte do pacote que assinei. É o famoso “não sou obrigado”. Chispa, TV Globo!

Mas, muito da higienização a que me submeto é própria de se fazer independente de haver pandemia de coronavírus. Faz parte das obrigações salutares que tornam uma casa não tóxica. E idem as preocupações com a saúde, com manter um consistente sistema imunológico. Chegam a ser, na minha opinião, prazerosas essas preocupações.

E olha essa situação:

O INTERESSE DE CADA UM NO CONFINAMENTO CONTRA A COVID-19

O APOSENTADO precisa que o trabalhador ativo saia do confinamento, pois, é ele quem paga sua aposentadoria.

Detalhe: ele é um dos que está na mira dos pandemizadores para morrer.

O POLÍTICO E O SERVIDOR PÚBLICO precisam que o trabalhador ativo saia do confinamento, pois, suas regalias e remunerações precisam dos impostos que são arrecadados com o trabalho deles.

Leia lá em cima o que nas Tábuas da Georgia é falado sobre funcionários públicos.

O COMERCIANTE precisa que o trabalhador saia do confinamento e vá até o seu estabelecimento praticar o consumo que lhe dá a retirada mensal. Sem trabalhar o trabalhador não tem como praticar o consumo.

Tá, esse tá sabendo se defender dos golpistas.

O PROFISSIONAL LIBERAL E O PRESTADOR DE SERVIÇO precisam que o trabalhador saia do confinamento para contratar deles os serviços que prestam.

Idem o anterior.

O POLICIAL, o BOMBEIRO e o PROFISSIONAL DE SAÚDE precisam que o trabalhador fique confinado para que a vida desses profissionais fique mais protegida e eles não tenham que trabalhar para que seja possível voltar para o seu lugar o trabalhador tão cobiçado pelos membros da sociedade que insistem que ele saia do confinamento.

São os únicos a quem realmente o confinamento ajuda. E o policial ainda vê o crime e a contravenção como o vandalismo e o uso de drogas freados.

O GOLPE CONTRA O PRESIDENTE BOLSONARO precisa que o trabalhador ativo fique confinado. Mas, só até que o golpe se efetive, tratando de sair do confinamento logo a seguir, independente de ainda haver o perigo da Covid-19.

Quero deixar claro que isso está aí por uma questão de conscientização. Eu estou na torcida para que Jair Bolsonaro renuncie logo, pois, é um atalho para essa loucura que chamam de pandemia acabar. E depois, quem está presidindo o país, na minha opinião, são os ministros, se o “homem” cair, eles continuam. E sob a batuta do general Mourão. Portanto, o golpe vai ter o que está guardado pra ele. O povo não é tão fluoretado e tão massacrado pela tecnologia 5G o quanto pensam!

A GRANDE MÍDIA quer mais é que o trabalhador se foda. Se ele se confinar ela ganha de quem a paga para estimular o confinamento; se ele sair do confinamento ela ganha de quem tem interesse em pagar por esse estímulo.

Ao fim de tudo será muito mais fácil de o indivíduo médio, principal alvo da grande mídia, ser capaz de boicotá-la ao ponto de destruí-la. Acabando com essa instituição será maior a probabilidade de jamais passarmos novamente por golpes de terrorismo psicológico dirigidos às massas.

Portanto, como trabalhador, eu optei por trabalhar em casa. Assim, ninguém me culpa de ter colaborado com a ganância dos que usam o trabalhador em proveito próprio e nem com o infortúnio de quem precisava que a preocupação com a economia e com o trabalho viesse após a garantia de que com saúde e tranquilidade para trabalhar o trabalhador pudesse continuar carregando todo mundo e o Capitalismo nas costas.

Fico pensando no que vão fazer quando a massa acordar e resolver tomar atitudes que combatem essa manipulação toda. Já aparecem alarmistas propagando táticas de gang stalking substitutas para a pandemia. Agora estão dizendo que o povo está ouvindo disperso no ar sons estranhos. Os apocalípticos falam que são as trombetas dos anjos anunciando a vinda de Jesus. Ambientalistas dizem que se trata do som das geleiras dos polos avisando que o aquecimento global trará um novo dilúvio – até mencionam essas chuvas excessivas que temos presenciado no sudeste do Brasil. E ainda tem os conspiracionistas, que não perdem a oportunidade de mencionar o HAARP. Saiba a respeito na postagem deste blog sobre eliminar populações com uso de armas climáticas.

O pessoal do canal Rural Business no Youtube é o que faz o melhor terrorismo informacional, uma vez que eles alarmam o risco de o Brasil virar um “grande fazendão” para produzir alimentos para a China e nós brasileiros nos transformarmos indesejavelmente em funcionários dos chineses. É outra teoria em que eu aposto no comportamento rebelde e na autoestima do brasileiro médio e digo que vai falhar o plano, vamos saber dar o troco, derrubar políticos e empresários que estiverem o viabilizando, nem que tenhamos que viver outra guerra civil. Outra porque isso que se passa no Brasil com relação à Covid-19 é pra mim uma guerra civil não declarada.

Discorrer mais formidavelmente sobre todos os pontos que teriam sido estabelecidos pela tal conspiração tem que ser feito em publicação ou capítulo próprio, concentremos no quesito “redução populacional” que está implícito na Agenda 21 e escancarado nas Tábuas da Georgia. Ao que parece, conforme a introdução deste texto, a pandemia não seria o instrumento que viabilizaria o intento até o ano que vem. E não esqueçamos que existem as previsões centradas no ano de 2031, que marcaria a chegada da Quarta Revolução Industrial, quando 800 milhões de empregos provavelmente serão extintos.

No entanto, a grande sacada dessa pandemia passa despercebida. A quarentena, ou: isolamento social, que atinge cerca de 141 países, propicia uma taxa de natalidade bem pequena no mundo para este ano. Ou seja, chegaremos ao ano de 2021 com o número de mortes que a pandemia conseguir alcançar, o número de mortes normal de acontecer todo ano em todo o mundo e não-concepção em índice que garante os planos dessa conspiração sem ter que recorrer à guerras militares ou mesmo causar tanta mortalidade.

Se vier a vacina para a Covid-19 ou se as pessoas vacinarem novamente contra a gripe H1N1, como no Brasil estão ajeitando de fazer, poderiam usar, como suspeitam os conspiracionistas, uma substância na vacina que traria esterilidade às pessoas. Daí colocaria-se mais fermento no cumprimento da tarefa de controle populacional.

Se o propósito com as vacinas for mesmo esse, a pandemia convencerá as pessoas a aceitarem uma alegação de vacinar-se anualmente contra a gripe, renovando o poder anticoncepcional da substância no corpo dos férteis pelo prazo de validade da mesma. Essa alegação vindo dos porta-vozes da conspiração, como a grande mídia por exemplo.

Portanto, matar pode não ser o negócio para quem está fora do grupo de risco. Os deste grupo a conspiração estaria interessada em ceifar mesmo suas vidas. Principalmente os maiores de 60 anos que se encontram aposentados e dependendo do Sistema. Haja vista a propagação de que as previdências de todos os países estão quebradas e ameaçando a hegemonia do Capitalismo.

Confinar-se ou não, se é você quem escolhe é uma decisão segura

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

Como livrar-se do medo da morte da moda

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Se dessem no dia junto com os números da Covid-19 os da dengue, da H1N1, do Câncer,  da leucemia, do diabetes, do tabagismo, do infarto, o pânico inexistiria. O telejornal que ninguém desliga dele seleciona só a Covid-19 para falar porque senão ninguém entra no estado emocional que querem que entremos e caiamos que nem patinho.

De repente, o cara sente todos os sintomas da Covid-19, entra em colapso mental e quase morre de infarto por conta do seu medo. Por não haver alternativa, vai ao médico. Recebe dele o diagnóstico de que, por exemplo, está com Aids. Aí, a insanidade tá de um jeito que é capaz do sujeito sair do hospital comemorando. Aliviado (sem trocadilhos) por não ser o tal do coronavírus a lhe atormentar.

Quando a Aids iniciou sua fama era assim também, do mesmo jetinho. Se de repente se pegava um resfriado e não se conseguia curar dele era até pior, pois, o moribundo teria que ir ao médico e se este lhe desse o diagnóstico da síndrome causada pelo HIV podia ser que o rumo a tomar fosse a morte instântanea mesmo. Mas, por suicídio.

Na ocasião, morrer de Aids era o mesmo que entregar um atestado de ser homossexual enrustido. Um pouco depois passou a ser também atestado de usuário de drogas injetáveis. Aliás, foi até isso que fez a doença se universalizar, chegar ao heterossexual, e com isso um hétero morrer dela era sinônimo de ser ou possuir cônjugue infiel. Na melhor das hipóteses: ser um pegador irresponsável que não usava camisinha.

Ou seja, não morrer da causa mortis da moda é uma questão moral. É um querer garantir que não vão falar pelas costas: “eu te avisei“, “foi recomendado cuidados e você não se cuidou“, “tá todo mundo falando disso, dá na TV toda hora“, “viu o que sua falta de informação fez com você“, “você falhou na prevenção, foi relapso“, “tá vendo aquele cara? todo santinho, né“. E nessa última tem o enjoado “pois é” no final da frase.

Isso faz pensar que nós não tememos a morte. Tememos morrer. Se você perde um ente querido, por mais querido que seja chegará o tempo de conformismo e de “vida que segue“. É aí que entendemos o que querem dizer com “procuramos querer ver o outro vivo por puro egoísmo“. Às vezes a pessoa já viveu o que chega, ela mesma pensa isso, já se foram seus amigos todos, se foram também os famosos que ela gostava, e ficamos a empacando, querendo ela para nós.

E a preocupação com a própria morte que o indivíduo traz consigo se resume ao momento da passagem. Se esta for como a de um homem-bomba, sem dar tempo para agonia, tanto melhor.

Mas, se for como a de um moribundo jazendo em um leito de morte, morrendo a conta-gotas, que faz pairar na mente um monte de providências a tomar, de remoagem de lembranças de momentos que vão ficar, de saudade que vai despertar, de arrependimentos por ter feito ou por não ter feito, de reflexão sobre como é o outro mundo e se vai parar no inferno ou se vai para o céu, de desejo de pedidos de perdão e de absolviçao de culpa, aí é mais duradouro esse medo normal.

Certa vez uma pessoa me disse que eu era muito frio com relação a essas questões. Achava ela que eu não acreditava em Deus. Então, pus a pessoa para refletir: “Pensando da forma que penso eu estou mais próximo da verdade sobre Deus do que você“.

Expliquei sobre minha visão cabalista do Criador. Ela, cristã, obviamente não conseguiu entendê-la. O cristão tende a pensar que Deus é um ser material. E eu tive que amenizar o impasse revelando que em algo os atributos que cada um de nós dava a Deus era comum: a eternidade. Só que eu não me contive e disse que Deus é eterno assim como todas as coisas são.

Aí, a pessoa questionou: “todas as coisas“. E ouviu o meu “sim“. Que foi replicado com a pergunta em tom de deboche torcendo os lábios ao seu final seguido de um olhar para o alto à esquerda: “até o homem“.

Para desfazer a intriga dela, lhe indaguei: “Quem você acha que você é“. Antes que me desse respostas nada a ver com o que indaguei eu fiz outra indagação: “você acha que é esse corpo físico que está à minha frente“. Ela disse que sim.

Daí, voltei a discorrer meu raciocínio. “Então, você não está em conformidade com o que prega o cristianismo“. E é verdade, pois, o cristianismo prega que há uma vida após a morte do corpo físico. E se somos o corpo físico, ficamos por onde morremos.

Ela então: “o que vive a outra vida é o nosso espírito“. E eu: “E o que faz esse espírito enquanto estamos vivos fisicamente“. Ela: “?????“.

É o nosso espírito que conduz o nosso corpo físico. Enquanto há possibilidade de vida material a ocupação do nosso espírito é cuidar do corpo material. Este, logo que chega o seu fim de linha, apodrece, vira pó, deteriora, se divide em átomos e vai compor outra matéria. Logo, o corpo físico também é eterno.

Os átomos não morrem. Tá, o esqueleto, ficam lá milhões de anos fazendo parte da mesma ossada os seus átomos. Isso é coisa pra ser, até facilmente, explicada pela Física e pela Química. Tem a ver com estabilidade de átomos ou de matéria.

Já o espírito que nos comanda, o que ele faz depois que fica desempregado de cuidar de um corpo não temos a mínima condição de informar. Podemos, sim, especular. O Espiritismo prega que esse espírito vaga por um tempo e depois reencarna. Obviamente, reencarnar pra ele é se empregar de novo como tomador de conta de corpo físico humano. Pode ser que isso seja um prêmio para o espírito. Ou então um karma, um castigo. E ainda há a hipótese humanista, positivista, de isso ser uma inerência no meio espiritual.

Na Cabalá e na Física Quântica se pensa diferente. Tudo está ligado, tudo é feito da mesma substância etérica, tudo é energia. É como se pensássemos na eletricidade que neste momento alimenta o aparelho que você usa para ler este texto. Depois que você desligá-lo e ainda tirá-lo da tomada, o que acontecerá com ela? Ela é o espírito do eletrônico, é ela que o faz funcionar.

De alguma forma, uma parte dessa energia fica no aparelho fazendo parte dele, mas, sem a condição de serví-lo com a função original. Outra parte foi irradiada e sumiu pelo éter. Talvez essa parte não mais vá influenciar a matéria, mas, sim, o éter. E influenciando o éter pode ser que algo material seja impactado. Daí se percebe que nada esgota, que tudo é motocontínuo, e é no mínimo bidimensional em nível de plano existencial.

Então, leitor, se concordas comigo, qual o espaço tem o temor pelo ataque do coronavírus – que é um ser composto de elementos químicos que provavelmente compuseram em outra época um ser humano – na eternidade? Nenhum.

A morte física – que acho que provei pra você que é na verdade uma transmutação – não existe. Menos ainda a espiritual. O que existe é o medo de morrer. E esse medo é moral. E tudo que é moral pode ser desmoralizado.

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

A prova de que a ajuda espiritual existe

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Você é um ímã. O mais poderoso que existe neste Universo. Pode e deve estar atraindo muitas coisas desejáveis e indesejáveis. Veja que eu pedi para que você conseguisse, além do ímã, outros objetos, tais como tachas, pregos e alfinetes. Estes objetos são diferentes entre si, embora sejam igualmente atraídos pelo ímã. Todos os objetos metálicos terrosos que estiverem no raio de ação do ímã serão inapelavelmente atraídos por ele.

De igual modo, sua mente atua como um poderoso ímã. Se você está sintonizado com a prosperidade, então atrairá mais fatos, coisas e pessoas que lhe tragam prosperidade. Caso esteja sintonizado com fracassos, prejuízos e miséria, atrairá mais e mais derrotas. O magnetismo da sua mente é dirigido por sua vontade e por seus pensamentos.
(Do livro: “Como usar a magia para atrair riquezas”, de Zaydan Alkimin)

A questão é: Como se sintoniza com a prosperidade? Quais as formas-pensamento devemos construir na mente ou quais as vontades devemos desenvolver ou quais os estados internos devemos configurar com a mente para que emanemos o magnetismo que atraia as coisas da prosperidade?

Talvez, primeiramente devamos definir pra nós mesmos o que vem a ser para nós a prosperidade. Se decidirmos que prosperidade é ter um carro de certa qualidade, então, é fácil imaginar que devemos emanar um magnetismo que o atraia e ir até onde ele está para que seja atraído.

Esse pensamento está em parte absurdado, pois, trata a atração no sentido clássico, tal qual o exemplo do imã citado. E nem vai acontecer do automóvel grudar em você, nem você terá sossêgo com as pessoas envolvidas na sua aquisição, caso isso se proceda. O carro tem que ser comprado ou ganhado ou alugado e etc.

Logo, a emanação magnética que você teria que ser capaz de produzir deve acontecer no sentido de gerar condição social para você atrair o carro por meio de uma das formas legais.

Criar condição financeira para comprá-lo ou alugá-lo seria um fator. Isto pode significar arrumar um emprego com salário compatível, conseguir aumento de salário prodigioso no emprego atual ou montar um negócio viabilizador de sucesso material. Seriam estes alguns dos meios.

Sendo assim, o entusiasmo cai diante da real. Como podemos proceder de modo a atuar na realidade criando essas oportunidades? Será que depende só da gente arrumar um bom emprego, por exemplo? Ou fazer o chefe nos dar um gordo aumento de salário ou que alguém decida nos presentear com um belo automóvel?

Se quisermos ter controle sobre a própria realidade temos inexoravelmente que considerar que existe uma força criadora de circunstâncias que pode ser movida mentalmente. Aliás, que só pode ser manipulada dessa forma. O modi operandus dessa força se daria configurando logísticas, que podem trazer as mais impensáveis transformações na vida de alguém para cumprir o objetivo almejado do próprio.

A primeira premissa que essa inteligência ou consciência materializadora independente de corpo físico usaria para operar seria “existe você que quer adquirir tal carro” e existe fulano “que o oferece à aquisição“. Se essa dualidade não fosse verídica, o primeiro não desenvolveria a vontade de ter o que o segundo oferece. E, então, é só uma questão de fazer os dois se encontrarem.

Suponhamos que a oferta de fulano é por meio de venda. O carro custa 40 mil reais. Você ganha mil reais mensais, dos quais sobram 100 por mês para pagar prestação do carro ou para poupar até dar o valor para comprá-lo à vista. Para financiar o carro você precisaria declarar renda de pelo menos três mil reais. E poupando você chegaria ao valor do veículo, sem contar os juros, em 400 meses ou pouco mais de 33 anos na medição por anos. E você não está disposto a esperar mais do que dois para atingir essa meta.

De acordo com as acepções místicas com que se tem que contar para materializar desejos, a tal consciência incorpórea analisaria essa situação lhe incubida de materializar e traçaria uma estratégia viabilizadora para cumprir seu trabalho.

Faria com que você percebesse a necessidade de melhorar sua situação financeira, conhecer os mercados e as profissões cujo ganho mensal lhe facultaria alcançar a condição exigida para financiar o carro sem deixar de quitar suas outras obrigações, se esforçasse para ingressar em um curso preparatório para atuar em uma dessas profissões e depois que se formasse o fizesse correr atrás de vagas e concorrer a elas.

Observando essa articulação, não é preciso o emprego de força sobrenatural para ver o sonho articulado realizado. Você mesmo pode ter essa visão e desprendimento em viabilizar os planos que traçar. É só conhecer e seguir receitinhas de bolo já publicadas há décadas.

Talvez, a generosidade da natureza ou o crédito dado ao magnetismo mental nessa história se dê no campo da inspiração. Talvez o sobrenatural nos inspire a tomar atitudes compatíveis com a realização de um sonho quando através de algum método invocamos sua atuação. O sobrenatural trabalharia nos enviando respostas.

E quanto a surgir-nos uma oportunidade para atuar na profissão para a qual nos formamos já pensando em atuar logo nela? Mesmo passar em concurso público para abocanhar vagas não depende exclusivamente de nossos empenhos.

Nos dois casos, inexoravelmente temos que voltar a pensar na mão do sobrenatural. Temos que pensar em aliar-nos à força cósmica materializadora para que ela trabalhe para nós providenciando-nos informações ocultas, que nos colocaria em vantagem quanto aos concorrentes, e simpatia, em outras palavras: atração, despertadas naqueles que decidem os donos das vagas oferecidas nos mercados.

Da mesma forma, se partirmos para tocar um empreendimento, a força materializadora atuaria nos trazendo clientes para o produto ou o serviço que nossos estudos determinassem que seriam o que ofereceríamos ao público.

Conclusão: A ajuda metafísica ou espiritual é um axioma. Não dá para comprová-la, mas também não dá para ignorá-la. E o homem jamais deve deixar de confiar em si próprio. Atuamos no mundo material em pró do espiritual e em parceria dele. É uma simbiose. Por essa razão, o sobrenatural está presente e sempre a nos auxiliar.

Somos grãos de areia dentro de um grão de areia maior

*Esta publicação teve censurada no Facebook a exibição do link dela. O Facebook é uma máquina de opressão, pois, só permite a comunicação daquilo que interessa a rede ou a rede é paga para permitir comunicar.

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Em algum ponto dentro do círculo está todo o planeta Terra. Imagem retirada do vídeo “Um pálido ponto azul” do livro do Carl Seagan. Nesse ponto, estão todos os pensamentos, toda informação e todas as crenças que conservam os seres humanos.

Qual a importância que Deus teria para você se você estivesse no ponto do Universo que lhe permite enxergar a Terra como um mísero grão de areia? Será que você na posição de observar tudo o que a religião credita a Deus se colocaria entre os que se aprisionam às crenças religiosas e se submeteria ao temor e à devoção ao poder que propagam ter Deus?

Deus não é um ser, deus é o conhecimento. Conhecimento é que é poder! Conhecimento é que gera temor e arranca obediência dos menos sábios.

Não adianta ter algo a dizer, se evitam te ouvir. E nem ter algo a escrever, se evitam te ler. O que queres divulgar, apenas divulgue. Deixe que as ideias caminhem sozinhas e que os acontecimentos que lhe chegarem notícias sobre eles pareçam terem sido antecipados por você.

Ninguém além de você vai te dar crédito ou destaque. As pessoas competem entre si por isso. Elas temem quem demonstra conhecer mais. E a arma delas para não se sujeitar àqueles que provam que são mais sábios é conservar a crença em Deus. A crença numa entidade que elas supõem que ameace a sua soberania, que seja mais sábia do que você.

Mas, elas também sabem disso, o consolo delas só consolará se você aceitar a crença que elas esperam que você também conserve. Se nenhuma sujeição você demonstrar, então, elas se verão aflitas, abandonadas. Apelarão para outra divindade que elas conservam: o demônio.

Vão atribuir seu poder por conhecer mais a uma espécie de possessão demoníaca. E esperarão que você se afaste delas por elas não desejarem qualquer coisa que sugira vir de uma entidade satânica.

E assim, enquanto você não existir para elas, elas estarão em sua zona de conforto, brigando para ser destaque dentro desse pálido ponto azul.

O Universo funciona sem espaço para vaidade. Diante dessa imensidão, quem você imagina ser para se achar a anunciar para os outros qualquer informação?

As informações é que se revelam para os seres, inclusive para você. E afastar das ideias consagradas, como sugere fazer quem observa o ponto dentro do círculo na imagem, é a melhor forma de obter iluminação.

O pensamento no universo

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Temos o costume de pensar que o pensamento são passagens mentais aleatórias e que o mesmo existe só na nossa cabeça. Porém, o pensamento pode ser uma espécie de detecção de acontecimentos ocorridos ou em decurso em algum lugar do planeta ou do universo.

Pode ser também uma história produzida por nós mesmos e presenciada somente por nós. Nesse caso, o pensamento pode ser chamado de imaginação.

E também pode ser um acontecimento paralelo à observação que incessantemente fazemos da realidade. Lembrando que não podemos ao mesmo tempo observar e imaginar. Nossa atenção não consegue se instalar em dois lugares.

Ponha-se no seguinte cenário: Você está dentro de uma cabine de BRT a olhar para a paisagem enquanto aguarda a chegada do ônibus que irá se dispor dele. E você vê construções inertes, o vento a balançar folhas de árvores e fios de alta tensão presos nos postes. Pássaros a revoar, carros a ir e vir às vezes em alta velocidade e às vezes em desaceleração até parar. O semáforo a trocar cores de luzes. Pessoas entrando e saindo nas cabines.

Além do sentido da visão, inclua o olfato, com o cheiro do ambiente que você está a ocupar, os sons que disputam a atenção dos seus ouvidos, o sabor de algo que você possa estar a degustar.

Note que não há espaço na sua mente para pensamentos vagos ou para a imaginação quando você está priorizando a observação. Tudo o que vai nela se relaciona com tudo o que impressiona o seu momento presente. Inclusive, boa parte do que você pensa vem da sua interação com o externo e com o agora. São respostas ao meio que antes de serem dadas precisam ser pensadas.

Somente quando você pára um pouco de dar atenção para as coisas da realidade é que as outras formas de pensamento ressurgem. Num vai e vem incessante entre um plano e outro, porém, controlado pela sua razão, que em estado de vigília precisa tomar conta de muita coisa. Entre elas: não perder a lotação aguardada.

O pensamento, seja qual for a natureza dele, analisado dessa forma é parte da sua existência. É tão material quanto o que você observa externamente. Ele nasce de modo imanifesto e segue ganhando forma para que você possa compreender a mensagem que ele traz. O imanifesto não é que você não o entenda, é que ele é o nada.

Se pudéssemos circular todo o universo, em algum ponto dele estaria você. E onde você estiver, lá estarão os seus pensamentos. Logo, os pensamentos de todos nós fazem parte do universo. É coisa tão material quanto nós, pois, o universo que nos envolve fisicamente é todo feito de energia e dentro desse bolo de energia está tudo o que é pensado por todos os seres pensantes.

Sendo assim, concluímos que mesmo a realidade física pode ser um pensamento. Na verdade, vários pensamentos. E os seres que os estão pensando não são necessariamente os que conhecemos como pensantes. Quer sejam racionais ou irracionais.

Notemos nesse caso que os pensamentos são acontecimentos. O que está realísticamente à sua volta pode bater na mente de alguém em algum lugar, para não irmos muito distante, do planeta. Assim como bate na sua cabeça acontecimentos de outras partes.

E mesmo o que é imaginário, o que arbitrariamente você imagina, dá o seu enredo, pode um dia vir a acontecer materialmente na realidade de todos nós. Pode ser você o protagonista do acontecimento ou um outro que obteve a mesma inspiração e levou mais à sério a necessidade de manifestá-la socialmente.

Com isso, se chega à conclusão de que somos co-criadores do universo. Deuses junto com Deus. Deus seria o imaginador mestre e nós os que estamos abaixo de seus pensamentos, vivendo a realidade que eles trazem. Não é fascinante isso?

A prova de que você não é assim tão anônimo

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E de repente você resolve publicar em seu perfil no Twitter que a Copa do Mundo é uma farsa. Informa que tudo estava sendo preparado para dar dois grandes, ex-campeões, na Final. Inglaterra X França, por exemplo. E aí se depara com um confronto entre França X Croácia e se vê desacreditado junto à sua pequena audiência na rede social.

Você é um anônimo. Há milhões de sites, blogs e perfis de rede social na internet. Quantos irão entrar em contato com o que você diz ou escreve?

De repente, você começa a achar que o que fizeram foi se impressionar com a possibilidade de você estar seguro das informações que dava e resolveram mudar tudo. A Inglaterra teria ter tido que ceder inclusive o Terceiro Lugar para a Bélgica para não sabotar totalmente o plano original, que seria dar essa posição para um estreante nela para que as copas futuras se tornassem mais atrativas em matéria de quantidade de seleções com histórico de medalheira e aumentar a quantidade de favoritos ao título para ficar menos previsível e estimular mais as expectativas comerciais que proporciona ao evento o interesse do público.

Você mesmo sabe que tudo não se passava de intuição sua ou que às vezes não exatamente isso, mas, apenas a sua capacidade criativa sendo usada para criar teorias conspiracionistas ou intrigas aos poderosos do planeta, que estão por trás dos eventos megamercantis como a Copa do Mundo. Mas, se encuca: “como teriam chegado à minha postagem e se preocupado com o alcance dela ao ponto de mudar algo que já estaria combinado”.

Nós humanos temos um grande poder dormindo em nós, que é o de criar verdades. Mentiras ou suposições são como verdades antecipadas. E também temos uma capacidade telepática enorme. O que você pensa ou intui pode ser o que se passa na cabeça de milhares de seres humanos em todo o globo terrestre.

As pessoas possuem eletrons em comuns orbitando em si. Às vezes em uma delas o elétron é peça lhe fundamental, está muito próxima dela; às vezes ele gravita bem distante do corpo de alguém que ele também ajuda a compor. E os elétrons que compõem um corpo comunicam com os de todos os outros corpos que ele ajuda a compor. É por isso que acontece de muitas das ideias que temos encontrarem semelhanças em ideias que alguém propôs no outro lado do planeta.

Pessoas com afinidade no nível subatômico possuem pensamentos parecidos, interesses parecidos e são atraídas para lugares parecidos, às vezes para o mesmo lugar. E podem nem vir a se conhecer se o Universo não der uma mãozinha, o que é quase inexorável de acontecer. A Física Quântica vem sugerindo isso. Batizou de “Emaranhamento quântico”.

E alguém nessa multidão de gente semelhante vai ter cacife para fazer aparecer para muito mais gente do que você as proposições que tece. Pode ser que essa seja a resposta para sua pergunta: “como souberam sobre minha opinião se sou tão anônimo”. Na verdade, cada um de nós somos muitos. Ou: somos todos um. Aposte nisso!

Tudo o que vemos a grande imprensa trabalhar diariamente, por exemplo, não passa de verdades antecipadas. Colocam no ar uma sugestão como se fosse plena notícia, de um modo bem didático e envolvente, e influenciam aqueles que se expõem ao trabalho a acreditar nele e replicar a desinformação. Em pouco tempo ela vira informação válida.

Produza em sua mente aí agora uma palavra e a pronuncie. Vamos supor: “plasmuliu”. Pronto, “plasmoliu” passou a existir. Além de na sua mente, na forma de energia sonora. Não precisa fazer sentido algum a palavra; não precisa fazer efeito algum para quem a ouve.

Para que plasmoliu vire uma coisa você terá que associar a palavra a algo cuja existência ou relato da existência você conhece. Você fala isso para os outros, de maneira a persuadí-los e eles repetirão o que aprenderam. E daí para frente, aquilo que você nomeou como plasmoliu ou adicionou plasmoliu aos seus significados ganha o termo.

Por exemplo: você pode fazer pessoas acreditarem que plasmoliu é um tipo de cadeira. Descreve a cadeira, de preferência daquelas bem incomuns, e toda vez que a sua plateia lidar com aquele tipo de cadeira irá se referir a ela como plasmoliu. E se alguém que sabe o nome certo do objeto lhe fizer uma refutação, você irá dizer para todos que além do nome que o refutante dá, o objeto também é conhecido como plasmoliu. E isso virará verdade. Só mesmo um estudante de etimologia é que vai saber dizer quando certo tipo de cadeira ficou conhecido também como plasmoliu.

E tem mais: Se você for inventor, tratará de colocar uns apetrechos na tal cadeira e batizá-la como plasmoliu. Simplesmente plasmoliu viraria uma coisa distinta.

Agora, e quando além de pronunciar você também escreve o neologismo que você criou? Quando algo é grafado – escrito ou desenhado – ele passa a ser matéria visível. As pessoas veem a palavra ou o desenho e dão-lhe a forma que lhes parecem. Vão algumas delas procurar sentido para aquilo, mas, todas elas entraram em contato material com o que saiu da cabeça de alguém, da criatividade de alguém.

Sendo assim, o que você escreve no Twitter, queira você saiba o que escreve, queira apenas intua ou diz por dizer, passa a existir materialmente para todos que o lerem. E se for a antecipação ou a presunção de algo, o que advir é o que os farão julgar a qualidade da sua informação. E só você saberá se eles estarão a ser justos ou não com seus julgamentos. E também só você poderá os deixar com uma pulga atrás da orelha se você questionar: “eu estava errado ou quiseram me desacreditar”. Ou melhor: “NÓS estávamos errados ou quiseram NOS desacreditar”. Você agora entende o porquê do plural. E sabe que basta haver a insinuação de haver muitas pessoas propagando a mesma informação para que volte para esta a crença nela.

Você sabe por que você vive?

Olá! A partir desta postagem inicio aqui um projeto que testei o interesse da audiência em outro blog e migro para cá. Trata-se de publicações que utilizam frases de impacto próprias, de outros autores, de sabedoria popular ou de desconhecidos para se discorrer em reflexões motivacionais. No local original foram publicadas cerca de dez frases, todas elas serão republicadas aqui. Esgotada a migração, o projeto seguirá com novas publicações. Espero que aprecie e não tenha receio de reagir à postagem ou compartilhá-la com alguém que possa estar precisando do tipo de reflexões lançadas nelas.

“Quem tem uma razão para viver encontra como”
(Friedrich Nietzche)

Nietzche foi um filósofo bastante perturbador. Sua filosofia colocava em xeque as escoras das sociedades, tanto de seu tempo como as de hoje em dia. Entretanto, quando ele chamava atenção para alguma observação sua, valia muito a pena conhecê-la a fundo. E a frase acima é prova disso. A frase correta é “Quem tem uma razão de viver faz qualquer coisa para superar as dificuldades“.

A maioria das pessoas não sabe porque acorda todas as manhãs. Suas vidas, vividas no piloto automático, não fazem nenhum sentido. Para elas: nascemos, recebemos os cuidados de nossos pais, desmamamos, somos batizados em alguma religião, educados para formar em alguma profissão. Ingressar nela e exercer obedientemente o ofício com o propósito de constituir patrimônio e independência financeira, casar e construir família, educando os filhos para seguir a mesma trajetória.

Quando algum dos que seguem esse ritual sente que esse modelo traçado para ele não está funcionando de modo a lhe fazer se sentir realizado e feliz, o tédio bate, o stress se torna insuportável e acontece de a vida ser ameaçada pela profunda depressão que gera uma ainda mais profunda tristeza. Angústias que aparecem e quem as sente não sabe o que fazer para se libertar delas, para continuar vivendo. Às vezes falta dinheiro; às vezes trabalho. Às vezes, amigos. Por simplesmente não se encontrar meios de fazê-los ou de estar com eles. Às vezes uma companhia para dissipar a solidão e a falta de carícias e de sexo.

Nessa condição, o melhor a fazer é procurar uma razão para viver por ela. Dedicar cada hora do dia em função dela. Se vir atravessando qualquer insatisfação ou dificuldade em nome dela. Imaginando serem os malogros passos necessários para tornar possível a vida em função dessa razão.

Podemos supor, pode-se até não admitir, mas, a maneira como vivemos expressa a razão de vivermos, ainda que inconscientemente. Muitas pessoas desenvolvem predileção por masoquismo ou por ser maquiavélico, ou pior: por prostrar-se na mendincância ou na dependência de álcool ou de drogas.

Mas, o fato é que em algum momento elas programaram para se tornarem no que se tornaram, viver da forma que vivem. Determinaram uma razão para viver que exige que elas sejam como elas são e leva até elas tudo que elas precisam para continuar sendo como são.

Isso mostra como é forte e otimista essa observação do filósofo alemão. Qualquer que seja a situação que nos encontremos nela, basta encontrarmos uma razão sublime o bastante para nos tirar dela caso estivermos insatisfeitos. O culto à uma razão de viver faz com que encontremos maneiras para viver.