A mão que balança o berço da imprudência

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IMAGEM: Cardosinho Blog

As cenas e falatórios patéticos a que Jair Bolsonaro se digna expor na mídia parece estratégia. As repercussões são previsíveis. Parte do povo fica indignada, querendo que o presidente da república seja responsabilizado pelo que fez ou disse. A outra parte fica se sentindo representada pelos abusos e insandices do habitante temporário do Palácio da Alvorada, o presidente imprudente.

Por outro lado, tudo que o Governo Bolsonaro até agora fez de suas obrigações está num nível de aceitação alto. Isso é que talvez blinde o presidente e o deixa à vontade para permitir os esquetes que nos são oferecidos de bandeja através da imprensa e redes sociais na internet.

Seja verdade ou meia-verdade (vídeos editados ou cortados por exemplo) ou seja mentira, um posicionamento com relação ao que foi publicado sobre sua pessoa é o mínimo que se espera de o presidente tomar.

Daquilo que é feito de inverdade pelo bolsonarista – e não pelo Bolsonaro -, o presidente não se posiciona a tomar providências, chamar à responsabilidade os órgãos propagadores. Ele não dá satisfação nem para o seu seguidor. E nem o seu seguidor cobra dele, acha é bom ele não se pronunciar contra os ataques.

E isso tem aquela cara de conspiração, de conchavo entre atacantes e atacados. Ou então de apoio comprado. Todas as partes ficam protegidas de arcar com o que torna público e leva quem consome à loucura. O povão é o único que realmente toma partido, faz análises, cria crenças em supostas notícias, se indigna, se divide, sofre consequências.

Houve manifestação em Brasília no dia 03 de maio de 2020. Militantes pró manutenção de Jair Bolsonaro no cargo protestaram contra o STF, Rodrigo Maia, Globo, eu e você porque não entramos nesse clube.

As imagens do evento remetem à suspeita de protesto comprado. Feito por gente que por alguns cobres está à disposição para o ofício de protestar. Se fizerem escaneamentos minuciosos, eu não admiro se encontrarem uma ou mais carinhas presentes em protestos pró Lula, “Fora Temer”, “Liberte o Zé Dirceu”.

O presidente bam-bam-bam apareceu na rampa para acenar para os manifestantes. Teria dito que não sofrerá queda porque as forças armadas estariam ao seu lado. Diversos veículos de informação de esquerda apareceram na segunda-feira dizendo que o site UOL teria propagado que os militares retrucaram dizendo que eles não são malucos de entrar em uma aventura contra a democracia aplicando um golpe de intervenção.

Quanto a esse assunto sobre os militares, o Google, na busca por essa manchete não listava o site UOL em posição nenhuma na primeira página de resultados quando pesquisei. E nem o UOL apareceu responsabilizando os que o deram como fonte de uma notícia que pode ser falsa ou deturpada.

Mais uma aplicação do número “vocês dão o fato e falam que fui eu que o passei, se me vierem chamar atenção, digo que quem disse que eu disse o que disseram foi outro“. Todo mundo fica protegido de ser responsabilizado e também de ter que dar explicações por não ser visto responsabilizando.

Bom, esse tipo de apoiador do Bolsonaro a gente consegue entender. Tá defendendo o leitinho das crianças. Esse não tem que se queixar de nada. É até bom que tudo fique como está, com o presidente sendo estrela do Jornal Nacional nas reportagens sobre o mundo-cão da política brasileira.

Agora, o cara que não recebe incentivo nenhum para defender o Bolsonaro, este seria digno ele se incomodar com os esquetes que o presidente participa. Qualquer pessoa de bem se indigna com alguém fazendo publicamente descaso com a dor da população tão somente para se divertir. Se divertir, pois, como ele pode estar contendo seus adversários ou dando volta por cima com as atitudes imbecis que se deixa ser visto nelas?

Esse bolsonarista está buscando defender uma pessoa e não um governo. Ele talvez esteja otimista com o que o governo vem fazendo e deve ter em mente que o Bolsonaro é que sustenta os projetos de leis em andamento. Se ele cair, a casa cai toda. Não vê que isso é um ledo engano.

Pra esse cara, se rola um impeachment ou uma renúncia não é o Mourão quem vai assumir, seria o Lula. Só pode! Ou, se o Mourão ou outro assumir, os ministros não serão mantidos e ou o que está em votação e que estamos doidos pra ver aprovado será engavetado.

Isso é o tipo de atitude de cidadão que não tem consciência da sua força na missão de exigir finalização de projetos publicados e aderidos pela população ou da sua importância no processo eleitoral. Ele sofre de idolatria, tem o Bolsonaro como ídolo e sofre de Síndrome de Estocolmo. Em vez de nacionalismo, patriotismo, cônscio de seu dever de cidadão como o Bolsonaro propaga ser e como deveria ser quem o segue.

Se realmente o bolsonarista se interessa pelo que Bolsonaro fez e estaria fazendo – quem fez e está fazendo é o conjunto, que inclui a esplanada, as câmaras, o senado e até o STF – o foco dele deve ser na manutençaõ disso. Isso não se defende blindando as besteiras que um imbecil com faixa de presidente da república desfila na mídia.

Pelo contrário, faz é derrubar toda essa estrutura. Os supostos inimigos de Bolsonaro já demonstraram serem mais fortes do que ele. E se quiserem, para punir os que insistem em mantê-lo no posto, derrubam tudo quanto é projeto que passar pela câmara, pelo senado, pelo STF. Ou seja: punirá todo mundo.

E aí, ó, bau bau para os ganhos com que vêm nos fazendo sonhar o ministério dos transportes, da economia e trabalho. Até o da agricultura, a musa do veneno terá carta branca para esquecer os agrotóxicos se Bolsonaro cair.

Quando o então ministro Sérgio Moro apresentou o pacote anti-crime na íntegra, que gerou polêmica no Congresso, você bolsonarista bradou, xingou, ofendeu qualquer um que fosse contrário à aprovação do pacote. Me lembro muito bem disso!

O grupo que quer derrubar o Bolsonaro mostrou sua força e fez mudanças na ideia apresentada por Moro. Seu presidente permitiu, não foi? E você não socorreu o Moro, na época ele ainda era seu herói. Você não foi nas ruas protestar. Seria porque o Moro não estava pagando para isso?

Se Bolsonaro cair e tiver que haver outra eleição, é muito simples de lidar com isso. Basta escolher alguém do meio militar para continuar com a estrutura que aí está querendo mostrar serviço. Com certeza o Mourão montará uma chapa.

Você acredita que a Esquerda ou um outro, talvez um PMDBista ou um tucano têm mais a simpatia do povo, não é? Lamento, mas, se for assim, só confirma que a eleição do messias foi fajuta. Se não foi forjada, foi imposta por meio de táticas psicológicas que afetou quem votou nele. Afinal, a ideia propagada é a de que queriam gente nova, partido novo, votaram por mudanças. Não foi isso?

Agora, se for o Mourão a dar sequência, qual o medo de seguir com ele no comando do barco? Não confiam no militar experiente o quanto confiam no amador fanfarrão? Tira-se a desvantagem dele é se baseando em suas polêmicas aparições em público?

Então, não querem ver esse país crescer. Estaremos estagnados enquanto esse showman e seu clã estiverem empacando o cargo de presidente da república.

Deixe de vaidade, de orgulho ferido, de dor-de-cotovelo e teimosia. Até mesmo o cara de quem você ouviu “eu te avisei” está à espera de você sair da lobotomia que você sofreu e enxergar a realidade. Dar o braço a torcer e fazer o que é certo: lutar para que essa situação política se resolva logo para que possamos retomar o rumo que lá íamos tomando.

Eu sou um cara que não votou no Bolsonaro porque ele não apresentou nada que me fizesse votar nele. Ele apresentou foi o contrário. Mas, como muitos como eu, quando seu governo iniciou a gente deu o braço a torcer e virou apoiador.

Agora, você não quer que a gente continue a apoiá-lo dados esses cenões que ele protagoniza, quer? A gente não é maluco, né? Temos total consciência de que quem nos seduziu politicamente foi o ministério que Bolsonaro formou.

Estes, com exceção, no meu caso, do paranoico Ernesto Araújo, o blogueiro que acha que o nazismo era um movimento de esquerda, que não há aquecimento global e que a pandemia é um plano comunista, uma turma boa vai lutar para mantê-los.

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

George Soros vai morrer

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George Soros inaugurou uma matrix de comportamento para os investidores. Esta leva em conta a especulação financeira. Conforme o mega empresário, se o mercado está caótico, se ganha mais dinheiro do que com ele estável. E aí: metem bomba no mercado.

Isto significa que não é a produção que sai de uma fábrica para a venda o que abastecerá o empreendedor dela de lucro. É, sim, a virtual capacidade de produzir.

A produção muitas vezes não expressa essa capacidade. Ela é o resultado dos dias trabalhados pelos empregados e do que não foi perdido durante o processo fabril. Os refugos até que podem ser reaproveitados – ou até mesmo vendidos –, mas, as horas não trabalhadas pelo contingente operário não se recupera. E nem se vende.

Diante dessa ineficiência natural e irremediável da obtenção de produtos é que o mercado de especulação opera. Quanto maior a capacidade virtual de produzir que uma empresa ostenta, mais procuradas são suas ações, uma vez que passa ela a impressão de solidez e de que durante muito tempo a companhia estará existindo no mercado.

Estaria ela sem qualquer risco de falência e consecutiva perda de investimento para o acionista. Caso, é claro, o segmento de negócio tenha elasticidade animadora.

Exceto se uma condição especial acontecer. Para uma fábrica criar uma virtualidade de produção, imprescindivelmente que atraia interessados em se associar a ela mediante compra de ações, basta criar uma estrutura que sugira suportar milhares de operários, milhares de postos de trabalho. Mesmo com vários deles fora de operação.

Como é um risco muito grande para qualquer empregador assumir deveres salariais com milhares de pessoas, o salário destas incondicionalmente tem que ser pequeno. Esta é uma razão pela qual no mundo todo, cada vez mais, o operário ganha pouco e enriquece os patrões. Que faturam com sua força de trabalho e com a especulação financeira.

É também a razão de haver muita demanda falsa sendo propagada ou até mesmo atendida pelas empresas; muita rotatividade de contratação e demissão; muito funcionário fantasma ou ociosos compondo as folhas de pagamento sem o patrão reclamar. Fazer parecer que tem grande quadro de colaboradores operando atrai mais dinheiro do que realmente ter.

E explica também – uma das explicações – porque certas funções que podem muito bem serem automatizadas são mantidas em sua maior parte legadas à mão-de-obra humana. Os call center, por exemplo, podem fazer seus atendimentos com margem maior do que 80% automatizados. E é o segmento de negócio que mais emprega.

Às vezes, para ganharem do governo incentivos fiscais e deduções de impostos e com isso melhorarem ainda mais a rentabilidade, empresas com contigentes gigantescos de empregados vendem para políticos essa suposta realidade. Administrações públicas que experimentam quadro de desemprego alto fadam aos políticos insucesso na carreira e aos partidos dificuldade de aprovação pelo público. Por isso, eles se rendem à deficitar o orçamento público em nome de empregabilidade fictícia.

Uma máxima do Liberalismo Econômico, doutrina defendida por Adam Smith, onde no século XVIII negava a participação do Estado na economia, deixando-a aberta a liberdade de iniciativa e concorrência, é que empresas com grande quantidade de postos de trabalho são arriscadas para os governos de qualquer esfera.

Além de elas chantagearem os governos em busca de isenções, se elas falirem elas criam um colapso total na região onde operam. Há casos em que uma fábrica sustenta 80% da empregabilidade direta e indireta de um município.

Com isso, vale mais ter quatro empresas em condições reais – sem precisar mamar nos cofres públicos para realizar seu exercício – de empregar mil pessoas do que uma que empregue quatro mil. Além do que, quanto menos empregados uma companhia tem para pagar, graças a necessidade de rotatividade baixa – não dá pra perder tempo treinando substitutos – maior é o salário.

O que não pode nunca acontecer é a classe operária tomar consciência disso e simplesmente se negar a ocupar postos de trabalho de empresas com contingente gigantescos de operadores. Com toda certeza há muita vaga nelas porque elas participam de esquemas de especulação financeira com base nas aparências.

Aí a casa cai pra todo mundo! Dá-se o colapso financeiro mundial. A matrix George Soros morre. E só quem pode tirar o mundo dessa encrenca é o trabalhador.

Numa operação de socorro de mercados, o trabalhador ganha voz. Pode fazer exigências. E uma delas fatalmente seria pagamento de salários justos. Pagando-se salários justos, decreta-se o fim da linha para o mercado de especulação.

Tudo voltaria a ser como era antes de este ter iniciado suas atividades, cuja maior ênfase dessas atividades fora nos anos 1990.

A questão é: como faria o trabalhador para dar um ultimato desses? Ele depende de emprestar sua força de trabalho para obter o que precisa. Essa característica do início do Trabalho permanece. É do seu emprego que o operário retira a receita para praticar o seu consumo, para pagar o seu sustento.

Uma saída seria trocar de posição, virar também patrão. E submeter-se aos mesmos problemas com relação à mão de obra – caso não vá esse novo patrão operar sozinho em sua empresa – e ainda enfrentar a concorrência maior do que o normal, já que outros trabalhadores estariam na iminência de optar pelo mesmo.

Logo: virar patrão não é uma saída infalível, derradeira.

Estamos vivendo a época dos multibilionários. Pouca gente que ganha bilhões de dólares mensalmente. Será que há alguém no mundo que faça algo tão importante para a humanidade que o justifique ganhar tanto?

Quanto esses sujeitos gastam por dia para garantir seu sustento e caprichos? Será que consomem toda quota diária que sua remuneração mensal lhe lega?

Pesquisa publicada no livro “O pequeno livro do dinheiro”, de David Boyle, informa que a camada útil mais pobre da sociedade mundial vive com menos de dois dólares por dia. Cotado a R$ 4,105 a compra, conforme o Kensaq.com, no momento em que esta postagem foi redigida, significa viver com R$8.210 diários.

Um brasileiro que dá razão a dizerem que ele vive com essa quantia diária é justo pagarem para ele um salário mensal de R$246,30.

Entretanto, algumas observações devem ser feitas. É óbvio que esse brasileiro não possui endereço fixo e nem trabalha formalmente. Aquele que assim trabalha, só a passagem de ida e volta do trabalho, que ele recebe incluida em seu salário, já dá isso. Somado ao vale-refeição e outros insumos trabalhistas e mais o consumo diário de seu domicílio, se chegará facilmente a um valor que se ele ganha o salário mínimo – R$998,00 – ele não fatura. O salário em questão gera a fração de R$33,27 por dia e o mínimo que a conta sugerida expressa é de pelo menos R$50,00.

Logo, assim como o patrão não produz o que para as bolsas de valores ele sugere produzir, o empregado médio – considerando o assalariado – não recebe pelo que gasta mensalmente. Como é que ele consegue equilibrar essa fórmula?

Bem, há um segredo a ser revelado aqui. O qual leva a pensar que vivemos num ambiente capitalista, mas, somos suportados por medidas típicas do Socialismo. De outra forma, este país – o Brasil – já teria falido na prática também.

Se você se interessa pelo avanço dessa dissertação em uma nova postagem, deixe uma reação para prosseguirmos. Cinco curtidas ou comentários e a gente segue em frente!!!!

Leia o livro “Os meninos da Rua Albatroz”.

E NUNCA PERCA NOSSAS POSTAGENS!

Você pode ser o Aécio ou o Bolsonaro, o meu voto é seu se:

Vai ser um texto rococó mesmo. Texto de quem está pra lá de indignado e esquece qualquer tipo de partidarismo. Sou esquerda, mas estou gostando de ver o Dória expondo a la Trump os problemas de São Paulo que a sociedade faz vistas grossas mesmo sofrendo de indignação por causa deles, porque não acha quem toca no assunto e de maneira a demonstrar que é um problema para ser resolvido pelo governo municipal, estadual ou federal e é urgente. O Dória, no caso, esfregou na cara da população paulistana o drama que se vive com as pichações públicas. Coisa que o Kalil deveria estar fazendo em BH com os pulões nos ônibus.

Escrevo isso porque estou em casa e não posso dormir para acordar cedo amanhã para ir trabalhar porque um bando de moradores de um conjunto de prédios, gente que foi removida de uma favela para a construção de uma obra caça-votos, a Linha Verde, do ilustríssimo senhor governador perdulário Aécio Neves, insiste em colocar em volume total, e sem hora para acabar, o seu funk asqueroso.

O local era uma chácara antes de se transformar no inferno residencial que virou. Os moradores de então, que cresceram juntos e fizeram o bairro crescer, construiram boas casas que hoje estão desvalorizadas devido ao aumento do caos social, viviam em plena harmonia e colaborava uns com os outros. Silêncio era garantido de haver já a partir das seis da tarde. Somente nos sábados e domingos, quando havia uma festa em que o bairro todo era convidado, é que o som passava um pouco do limite das 22 horas. A Lei manda silenciar tudo às 22 horas. Mas, favelado (no sentido cultural) respeita lei? O Governo, através da sua polícia, cobra o cumprimento da Lei? Cobrava há quarenta anos, época em que a região era uma maravilha, porque era regime militar. Não tinha esse oba-oba em que cada um faz o que quer!

Por isso eu disponibilizo meu voto a qualquer candidato que queira implantar um projeto onde iguais moram entre iguais, trabalham entre iguais, se divertem entre iguais. Que se faça uma linha (nada de linha verde) para ninguém atravessar. Aí fica tudo em paz. Quem gosta de barulho, pichação, banalidades, apologias imbecis vive no meio de seus iguais; quem gosta de qualidade de vida em todos os aspectos idem.

Então, ó, candidatos que estão pagando marqueteiros e olheiros para preparar suas campanhas em busca de voto para o ano que vem, tá aí, de graça, uma sugestão verossímil para vocês angariarem votos de um monte de gente. E esta postagem é só a primeira da lista. Vou por mais questões que necessitam de uma divisão de espaço para que a população do bem consiga ter benefícios e fazer valer o seu voto para continuar a desejar morar neste país. Do jeito que está o melhor é ir embora para outro. Se gostam tanto de imitar os United States e de reverenciar essa pátria quando citam democracia: lá tem leis que priorizam o silêncio, a população faz por onde (incluindo a instrução que recebe da mídia, que por lá trabalha com intenções melhores do que a daqui (se bem que a daqui que corrompe a sociedade serve a eles)) desejar viver bem e quem infringe as regras sofre as consequências.