Como eliminar 7,5 bilhões de pessoas sem uso de guerra: Feminismo

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Na Alemanha, em Frankfurt, no Institut für Sozialforschung – Instituto de pesquisa social – o diretor supremo assinava o contrato de mais uma demanda dos serviços de engenharia social que prestava a instituição que ele dirigia. À grande mesa, pensadores convocados para uma reunião de brainstorming pensariam a estratégia que satisfaria a necessidade do cliente.

  • Senhores! O governo de certo país tropical identificou em seu orçamento previdenciário que sua Previdência falirá em menos de vinte anos e levará junto para a bancarrota o próprio país. Existe recebendo do governo na nação uma quantidade enorme de aposentados, gente prestes a aposentar, indenizados de causas que o governo perdeu, segurados do Seguro Desemprego, pessoas afastadas por doença e pensionistas por morte do cônjugue.

    Há nessa nação muitas mulheres que trabalharam regularmente por poucos anos, somente até se casarem, e que vão ser beneficiadas pela extensão da aposentadoria quando o marido falecer.

    Pra complicar, o número de pessoas trabalhando não é suficiente para montar o valor mensal para pagar as aposentadorias dos que já estão aposentados e as delas próprias. E o número de homens em idade ativa é bem superior ao de mulheres.

  • Foquemos, então, na criação de empregos para mulheres! – opinou um dos membros.

  • Resolveram dessa forma, inclusive colocando mulheres em ocupações próprias de homens. Mas não deu certo! Os homens passaram a ter problemas de desemprego entre outros. E elas, naquele país, aposentam com menos idade do que eles.

  • Humm! Empregos específicos para elas não tiram dos homens suas oportunidades.

  • E se mudarem as leis para a Previdência, podem colocar homens e mulheres aposentando com idades simultâneas. Só temos que criar meios de engenhar a população a aceitar essa mudança legislativa.

Após ouvir dois outros membros se pronunciarem, o diretor da côrte continuou a dar detalhes da gravidade da situação política.

  • Fizeram por lá alguns debates com essas soluções. Ninguém aceitou as ideias profundidas. Tiveram o consentimento inibido. Mesmo consciente de que as soluções apresentadas pela ala liberal do parlamento eram inevitáveis e de sua responsabilidade quando governava, a Esquerda do país incentiva a oposição.

    Os matemáticos do Congresso por lá, concluíram que de imediato se eliminassem a pensão vitalícia o respiro será grande. Empurraria a quebra da Previdência para dez anos mais. Logo, pelo menos nesta sessão, sugiro direcionarmos nossos esforços neste ponto.

E assim fizeram os confabuladores. E traçaram uma estratégia que usava o Feminismo para atiçar o ego das mulheres e com ele atiçado elas fariam voltar o ardente desejo de independência do jugo masculino. O querer olhar para o macho, bater no peito e dizer “ganho meu próprio dinheiro; tenho meu próprio trabalho; se você pode trabalhar por 49 anos para se aposentar eu também posso; terei minha própria aposentadoria e não precisarei esperar você morrer pra isso; vou é poder ter o gostinho de ver você me vendo aposentar graças ao meu próprio esforço”.

O próximo passo foi mais simples: criar empregos para as donas de casa à espera de enviuvar-se e no ato de assinatura do Contrato de Trabalho fazê-las optar por abrir mão da continuidade do recebimento da aposentadoria do marido em caso de morte do mesmo. Tal qual outrora fizeram no Brasil com o FGTS em detrimento do Decênio.

Olá!

Até aqui, podemos calcular por alto que já eliminamos cerca de 1 bilhão de pessoas com o auxílio luxuoso da natureza, manipulando o clima e microorganismos biobeligerantes, e evitamos o nascimento de bilhões de habitantes injetando nas populações vacinas contendo infertilizantes, tal qual, provavelmente, lá vão fazendo com o terrorismo estratégico por trás do coronavírus.

E sem dar um tiro ou estourar uma bomba. Com exceção das armas climáticas, deixamos as coisas todas no lugar. Você ainda está vivo, né? Garoto resistente!

O Feminismo como elemento de contenção populacional não seria o nosso assunto neste ponto da nossa série. Mas, da mesma forma que ocorreu com o episódio “Armas climáticas”, que teve adiantado o assunto devido às complicadas chuvas que cairam nos solos de Minas Gerais, e com o episódio “Biobeligerância”, que não pôde aguardar o tempo marcado em função de não perder a massificação do tema “bioterrorismo” dada pelo advento da iminente pandemia pensada do Coronavírus.

A ocasião de um debate com mulheres, onde o feminismo chegou à conversa, me levou a cuidar desta antecipação. De certa forma, é a melhor maneira de tecer textos, pois, a necessidade de pesquisas profundas diminui e a produção do material é mais rápida. E aqui introduzimos o conceito de arma ideológica, aquela em que se combate um inimigo moldando sua forma de pensar. O mesmo que “colonialismo”.

Nascido no Século XIX, na senda da Revolução Industrial, quando as mulheres começaram a trabalhar nas fábricas, compondo a força econômica do país, o Feminismo se desenvolveu como movimento filosófico, social e político. Tem como caraterísticas básicas a luta pela igualdade de gêneros (masculino e feminino) e pela participação da mulher na sociedade.

Esse movimento sempre foi uma armadilha para as mulheres. E profundido que teria sido criado por homens que compunham a Escola de Frankfurt. A mesma que deu origem ao Instituto de Pesquisa Social da Alemanha, mencionado na introdução deste texto. Entretanto, a demanda seria outra: reduzir nascimentos. Ou seja: controle populacional. A ideia era jogar homens contra mulheres e com isso diminuir as chances de cópulas que dão origem à nascimentos. Afastar dos óvulos os espermatozóides. Teoria de conspiração, é claro!

Considerando como verdadeira essa profusão, já no início os marxistas de Frankfurt viram que a tática não era tão simples de obter êxito. As mulheres sempre se deixaram impressionar por assuntos como o amor, a família e filhos. O sexo para elas, naquele tempo, não fazia parte de suas vidas como algo que lhes fosse de interesse crucial e de direito. E nem o homem o deixava ser.

Autoproclamando para si privilégios perante a mulher, o homem por muitos anos fez pose de dominador, construiu e manteve o que conhecemos como “sociedade patriarcal”, na qual a mulher é reduzida a um objeto de prazer, que desde menina era educada para ajudar as mães nos trabalhos domésticos, casar e ter filhos, dos quais seria a responsável pelo zelo e pela doutrinação familiar em todos os níveis.

Não podia trabalhar fora quando casada. E em outro estado civil trabalhava apenas em funções específicas do gênero, ganhando salários menores do que os dos homens, e não tinha acesso aos assuntos relacionados com política ou economia.

Para funcionar a tática que visava corromper a mulher, teriam que aniquilar da cabeça dela também os assuntos que a abrangia implacavelmente. Precisavam enaltecer: a busca feminina pelo prazer sexual, não necessariamente compromissado e acompanhado de amor como outrora ela exigia; a liberdade que é própria da vida sem filhos – ou com filhos, porém, nas fases mais maduras; o gosto pela independência sócio-econômica. E por que não dizer: o gosto pela competição com o sexo oposto, o masculino.

Em 1949, apareceu em cena a escritora francesa Simone Lucie Ernestine de Marie Bertrand de Beauvoir com seu livro “Le Deuxième Sexe” (O Segundo Sexo). Conforme a Wikipédia, O pensamento de Beauvoir analisa a situação da mulher na sociedade (https://pt.wikipedia.org/wiki/Le_Deuxi%C3%A8me_Sexe). No Brasil, a análise foi publicada em dois volumes: “Fatos e mitos” é o volume 1, e faz uma reflexão sobre mitos e fatos que condicionam a situação da mulher na sociedade; “A experiência vivida” é o volume 2, e analisa a condição feminina nas esferas sexual, psicológica, social e política.

A Superinteressante completa (https://super.abril.com.br/cultura/o-segundo-sexo/ ): “O livro traz uma análise profunda sobre a condição das mulheres na sociedade, abordando aspectos psicológicos, biológicos e históricos. Como a autora pertencia ao time dos existencialistas, ela parte da teoria que não se nasce mulher, mas ‘torna-se mulher’. “O Segundo Sexo” trata do sexo feminino sem rodeios, analisando a vagina, a menstruação, o prazer feminino e outros detalhes, em linguagem direta, que foi chocante para a época.”.

Beauvoir era libertária a ponto de viver um romance com um homem adúltero e sem se casarem. Trata-se do filósofo existencialista Jean Paul Sartre. Isso era um escândalo para a ocasião e reflete nos dias de hoje como modelo de relacionamento homem-mulher. Porém, com a bigamia podendo se estender à ambos, não só ao homem. Situação que já foi associada ao alastramento da AIDS.

Sobre Beauvoir:

https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/05/cultura/1562337766_757567.html

https://www.ebiografia.com/simone_de_beauvoir/

Poderiam os intelectuais marxistas da Escola de Frankfurt, todos homens, terem investido no sucesso do livro “O segundo sexo” e na carreira de Simone de Beauvoir para obter os resultados de controle de natalidade provavelmente lhes solicitado por algum capitalista preocupado com a quantidade de seres humanos viventes no planeta durante certo marco cronológico? Em 1950 eram 2,5 bilhões de habitantes (https://www.ecodebate.com.br/2013/04/30/os-20-paises-mais-populosos-do-mundo-em-1950-2010-2050-e-2100-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/). Em 2050, prevê-se 9,5 bilhões.

Outros fenômenos advindos da libertação psicologica incentivada pelo livro, embora não previsto nele, seriam o aumento do lesbianismo e o abandonar dos filhos devido à fuga das mães do lar para o trabalho. Fato que culminou na transferência de educador – que hoje tem como participante da educação familiar a televisão, representando a mídia, o que é bastante perigoso – e o crescimento da chegada bem sucedida da droga ao pré-adolescente.

E mais: o aumento de divórcios, o surgimento e banalização da mãe-solteira, a massificação da prostituição – que seria um efeito colateral, que envolve distintamente quem faz e quem paga os programas sexuais.

Inevitavelmente proliferaram os incels e os machistas. E aqui, a tática contribui também com as mortes registradas como casos de feminicídio. Infla-se o contingente de mortes com os abortos que as mulheres passaram a ter direito de cometer e as natimortes devido à desenvolvimento precário do feto, que muitas vezes o contraceptivo ou o uso de drogas como a talidomida, o de cigarros e o de álcool propiciam.

Dividindo o casal as despesas da casa, o homem deixou de ser o provedor da família. As discussões de relacionamento ficaram severas. Com ela jogando sempre na cara dele não depender do dinheiro dele, esnobando, às vezes, por ganhar mais.

Homens comuns se sentiram humilhados e impotentes perante o empoderamento que a mulher construiu, que a confere melhor renda, maiores oportunidades de trabalho e chances de encontrar parceiros de melhor estirpe.

Porque os divórcios e as separações se tornaram comuns, problemas com as partilhas dos bens e a guarda dos filhos decidiram por homens e mulheres evitarem concepções. Esse procedimento foi propagado e chegou àqueles que ainda não haviam se submetido à experiência de paternidade. Começa, com isso, a dar certo o plano de redução populacional com base na inibição da gravidez, abortos e natimortes.

As famílias se tornaram cada vez menores e o conceito mudou. Tanto pai quanto mãe passaram a possuir outro cônjugue e as crianças passaram a ver um e outro separados. Parodiando o “Poema enjoadinho” de Vinícius de Morais, “Filhos, para quê tê-los” virou lema. “Melhor não tê-los”, como diz o poema, já era reflexão indiscutível.

No dia 18 de agosto de 1960, a feminista Margaret Sanger e a milionária Katherine McCormick, que haviam se unido para inventar uma pílula contra a gravidez que fosse fácil de usar, eficiente e barata, viram se realizar a demanda da dupla (https://www.dw.com/pt-br/1960-primeira-p%C3%ADlula-anticoncepcional-chega-ao-mercado/a-611248). O contraceptivo oral Enovid-10 fora lançado nos Estados Unidos. Se resolvia até certo ponto a questão da gestação pós-sexo heterossexual.

O lesbianismo como alternativa de sexo natural devido a problemas com escassez de homens que provoquem interesse às mulheres, veio a somar na conta do impedimento de natalidade. Mulheres não engravidam de mulheres!

Uma vez livres, as mulheres se tornaram vorazes na busca por espaço. “Quando a mulher se equipara ao homem ela o supera”. Em eventos marcantes, cada vez mais tabus contra as mulheres são jogados no chão.

Em 1968, em frente ao teatro onde acontecia o Miss América, uma suposta queima de sutiãs simbolizava o protesto contra a ditadura da beleza. O balanço dado no concurso que interessava muito mais aos homens sacudiu as estruturas de Atlantic City.

Mary Quant pode até não ter sido a criadora, nos anos 1960, da minissaia. Mas, sem dúvida, a vestimenta se tornou símbolo da mulher feminina, sexy e livre pelas mãos da então jovem estilista.

Dizem que a nossa Elis Regina foi a primeira mulher a ser vista de minissaia na televisão. A moda segurava a mulher plasticamente agradável aos olhos masculinos.

Sophia Lauren, Raquel Welch, Brigitte Bardot e Ursula Andress mantinham os homens na poltrona do cinema. Jane Fonda bancando a Barbarella preservou por mais tempo o hábito do homem de fixar posters de mulheres em vez de broncos na porta de seu guardarroupa. A nossa Vera Fisher não ficava para trás.

Bo Derek, de “A mulher nota 10”, e a ex-pantera Farrah Fawcett garantiram vendagem para revistas femininas, como a Playboy, que hoje simplesmente desapareceram. Talvez não por causa da nudez melhor e de fácil acesso propagada pela internet, mas, porque as mulheres sacaram que elas gastavam muito dinheiro e dedicação para se vestir elegantemente para quem só queriam as ver nuas.

Hoje a mulher ocupa cargos invejáveis aos homens. Aparecem na mídia como pessoas de destaque nas artes, no empreendedorismo e até nas ciências e na política, chegando, muitas delas, ao posto máximo de uma nação. Realizam atividades até onde era restrito ao gênero masculino, como a construção civil. Pegando no pesado e até dando ordens. Guiam seu próprio carro e vão em grupos femininos às boates, bares, restaurantes, estádios e outros locais e eventos. Se masturbam, contratam go go boys tão somente para se divertirem. Tornam cada vez mais descartável o gênero oposto ao delas.

A parecer quererem mesmo serem desinteressantes aos homens, elas se tatuam em demasia, fumam, usam drogas e bebem a la Rê Bordosa em público sem o menor pudor. Brigam de porrada umas com as outras, aparecem nuas em protestos políticos – como o grupo Femen da Ucrânia –, jogam futebol e basquete, urinam ao ar livre, flatulam, deixam as axilas peludas. Aprendem a falar palavrões e assuntos chulos em seriados de TV como “Sex and the city” em vez de estimularem-se a ser uma jornalista independente e de sucesso como inspirava ser a “Mary Tyler Moore” ou mesmo a Zelda Scott. E não se importam nem um pouco com modelitos com salto alto para parecerem dondocas. Gata Borralheira faz mais a cabeça das moderninhas.

Pra piorar, existem cientistas que alertam: “De acordo com estudos recentes, o cromossomo Y, que só os homens transportam, está se deteriorando e pode desaparecer completamente em um futuro próximo”. O que significa que em um futuro próximo, bebês masculinos deixarão de nascer. A “ilha paraíso”, local onde as amazonas amigas da Mulher Marvilha moram, será todo o planeta.

Se essa revolução feminista ocorrer tal qual esse roteiro, como nasceremos, não sabemos. Talvez mediante fecundação in vitro, com o gameta masculino vindo de bancos de sêmen fornidos de estoque para mais de séculos. Ou então a mulher se tornará um ser de reprodução assexuada. O bom é que estudos recentes sobre o cromossomo mostram que a estatística pode estar errada.

O que se deve esperar é que a guerra entre sexos chegue a uma trégua antes que essa revolução ocorra de fato. Nos entendamos primeiramente, como seres humanos que têm responsabilidades tamanhas no Universo. A de procriar, em primeiro momento, e a de ser feliz vivendo mutuamente e desfrutando dos prazeres da carne – existência material – sem procurar se destruir.

E aqui termina a postagem. Me desculpem se ficou grande. Posso ter me empolgado. Se gostou, compartilhe, curta e ou comente, no canal de vídeo ou no blog, pra me ajudar a continuar a produzir os episódios. Veja os outros episódios caso ainda não tenha visto. Perceba que a cada vídeo a qualidade melhora. Não esqueça de adquirir o livro “Os meninos da Rua Albatroz” e jamais perca nossas postagens!

 

Como eliminar 7,5 bilhões de pessoas sem uso de guerra: Biobeligerância – Pt.2

Vídeo da postagem.

Olá, vimos no vídeo anterior que as armas climáticas são bastante eficazes no propósito de ocasionar mortandade. Mas, depois das armas nucleares, não são elas as mais terríveis e devastadoras e sim as biológicas. Se bem que em 2016 o site UOL publicou: “cientistas russos fizeram um alerta: as mudanças climáticas estão derretendo uma camada de gelo na Sibéria que contém vírus nocivos, como a varíola, guardados ali há milênios (https://noticias.uol.com.br/saude/listas/variola-colera-antraz-doencas-que-assolaram-a-humanidade-podem-voltar.htm )”.

Propagar vírus e bactérias está ao alcance de cada um de nós e a baixo custo. Um pequeno grupo contaminado pode alastrar por meio de sprays uma peste para toda uma população. Na mesma reportagem do UOL é dito que a varíola no Século XX matou cerca de 500 milhões de pessoas no mundo todo. Portanto, usar vírus e bactérias ou suas toxinas para criar mortandade é bem eficaz.

O maior impedidor da escolha do método de destruição de massas é que os agentes patogênicos fogem do controle de quem propaga, podendo atingir até ele próprio. E muitas vezes não se sabe quando ocorrerá a erradicação ou mesmo como desfazer o estrago. É sobre as armas biológicas que vou discorrer no episódio deste vídeo e postagem.

2020. O mundo comemorou o recorde de redução da taxa de natalidade que a China obteve em 2019 desde 1949. Apenas 14,65 milhões de bebês vieram ao mundo no território chinês no ano passado. O país mais populoso do mundo, que um dia viveu um regime próximo do que seria o verdadeiro comunismo, sabe que viver confortavelmente no de economia aberta incide diminuir o número de pessoas a serem geridas pelo Estado.

Os chineses sofrem com ataques biológicos. O setor aviário perde galinhas por causa de gripe aviária e o suíno perde porcos por causa de peste suína africana. Se isso é natural, a natureza esta sendo bem generosa com aqueles que gostariam de ver a China precisando comprar carne da mão deles. O Brasil se enquadra. Pra piorar, o novo coronavirus leva ao pânico os chineses, os países vizinhos e aos poucos o resto do mundo. Já falam em pandemia.

Vai saber se isso não é tática de redução populacional embrenhada pelo próprio país contra seu próprio povo. Se sim, por haver mais de vinte países relatando casos de contaminação do tipo, incluindo os Estados Unidos, pode-se suspeitar de conspiração mundial para reduzir pessoas e animais da face da Terra. O que é o nosso tema, mas, voltemos nisso mais adiante, vamos divagar um pouco sobre a outra possibilidade.

Se não é mortandade o que buscariam em caso de ataques biológicos ministrados, é coisa pior! Como um dos concorrentes de mercados da China está interessado em abalar a economia chinesa. Sabotagem biológica poderia ser o caminho adotado por ele.

A gigante economia que a China formou sofreu queda de desempenho, mas, ainda intimida os concorrentes no campo do comércio mundial. Os Estados Unidos é o país mais ameaçado. Não é nenhum absurdo imaginar que os americanos estejam por trás do que seria mais um caso de bioterrorismo.

É noticiado que ações caíram na China devido ao temor ao coronavírus. E através de vôos charter, países vão trazendo de volta da China seus pátrios e diplomatas estabelecem sem mal-entendidos impedimentos de desembarque de chineses em seus solos e mercadorias da China em suas alfândegas. Turismo, trabalho e viagens de negócios que melhoram a economia de um país estão compreensívelmente fadados à mingua.

A Inteligência americana já cuida de se colocar fora de suspeita caso os Estados Unidos sejam acusados de estarem por trás da proliferação do novo coronavírus. Um avião, carregando cerca de 200 americanos que estiveram em Wuhan, cidade central do contágio, aterrisou na Califórnia. A imprensa cobriu a chegada no melhor meio de embrenhar engenharia social em quem acompanhou a cobertura.

O consultor de segurança nacional do presidente Trump minimizou o risco de um surto de coronavírus nos Estados Unidos, dizendo no programa “Face the Nation” da CBS: “neste momento não há razão para os americanos entrarem em pânico“.

Demonstrar-se seguro quanto à um fato trágico ainda sob alarme pode levar à impressão de ingenuidade que só quem está inocente em um caso de bioterrorismo demonstraria. Eis aí uma tática pró absolvição de culpa.

O conselheiro de segurança nacional, Robert O’Brien, disse que os Estados Unidos se ofereceram para enviar autoridades de saúde à China para ajudar a conter a epidemia, mas que as autoridades ainda não receberam uma resposta de Pequim”.

Pôr-se a observar à distância um fato ameaçador, mas, preocupado com a evolução dele, é o número da solidariedade que também ajuda a se colocar fora de suspeita quando se está envolvido no fato.

O’Brien defender as observações do secretário de Comércio Wilbur Ross, que disse que os Estados Unidos poderiam se beneficiar economicamente do surto porque isso poderia levar as empresas a reconsiderar suas cadeias de suprimentos globais e, por fim, “ajudar a acelerar” o retorno de empregos para os Estados Unidos, confunde os que apresentarem tendência a assimilar que os Estados Unidos não negam que obtêm vantagens com o quadro trágico na China.

Isso faz lembrar a frase “negócios à parte”, que por sua vez faz a nação posar de ente sincera e de quem é consciente o bastante para dar prioridade em resolver a dor do outro – omitindo a preocupação de vir a ser a própria dor, quando realmente se está fora da autoria dos ataques se belicosos.

Acho que o que o secretário de Comércio Ross está dizendo é que há um perigo, há um fator de risco para fazer isso. E não seria melhor se tivéssemos cadeias de suprimentos e fábricas aqui nos EUA?

Essa colocação de O’Brien é tudo que os conspiracionistas precisam para encaixar o quebra-cabeça e dar explicações para seus seguidores sem chances de não serem cogitados de receberem crédulos. https://www.cbsnews.com/news/transcript-robert-obrien-on-face-the-nation-february-2-2020/

Israel promete buscar uma vacina. Claro! Volte lá no primeiro episódio desta série e identifique motivos pra quererem isso. É unir o útil ao desagradável. Desagradável porque inocular as pessoas não ajuda no objetivo da redução populacional.

Mas, há sempre uma nova oportunidade de matança e métodos mais direcionados. O que vale nesse momento é o marketing de altruísmo. E o lucro que dá a vacinação.

Cidadãos israelenses que viajaram para a China poderão voltar, disseram autoridades. E a mídia israelense informou que o país deveria estender as permissões de trabalho de quase 1.700 trabalhadores da construção civil chineses cujos contratos expiraram. A chegada do mesmo número de trabalhadores da China que deveriam substituí-los foi adiada indefinidamente.

O que faria o presidente do Brasil, grande admirador e copiador dos israelitas, se essa epidemia estivesse ocorrendo em seu país, com uma leva de médicos cubanos sendo deportados por não concordar o bolsonarista com emprego de trabalhadores de outro país em projetos bancados pelo Governo?

Aliás, os médicos cubanos estão voltando. E com o aval do atual presidente. Precisariam de gente experiente e competente pra enfrentar o coronavírus? Veja a reportagem: https://pebmed.com.br/medicos-pelo-brasil-medicos-cubanos-podem-retornar-ao-novo-programa/. Bem, segundo o “A voz do Brasil” de 07 de fevereiro de 2020: “Capacidade do Brasil pra enfrentar o coronavírus tem reconhecimento internacional”. Mas, vai saber se não houve um subsidiozinho receber este reconhecimento generoso!

O “The Washington Post” publicou: “A epidemia mortal de vírus animal que se espalhou globalmente pode ter se originado em um laboratório de Wuhan vinculado ao programa secreto de armas biológicas da China, de acordo com um especialista israelense em guerra biológica”.

Isso, ainda que sendo verdade, prepara melhor o disfarce para o Tio Sam, se estivermos lidando com guerra biológica e os yankees os protagonistas do ataque.

Alegar que o programa chinês de guerra bacteriológica teria cometido vacilo e deixado escapar o que já dizem poder se tornar uma pandemia parece sanar a coceira dos conspiracionistas pra dizer que cuidam, na certa, de promover mortes. Sem importar a pátria. E tudo seguir conforme a agenda de redução populacional da… Nova Ordem Mundial?

As autoridades dos dois países trocando farpas enquanto prometem solidariedade e boa recepção de um ao outro faz imaginar haver um conluío.

Disse uma autoridade dos EUA: “Um sinal ameaçador é que os falsos rumores desde o início do surto, há várias semanas atrás, começaram a circular na Internet chinesa que o vírus faz parte de uma conspiração dos EUA para espalhar armas germinativas”.

As autoridades chinesas teriam dito que a origem do coronavírus, que matou dezenas e infectou centenas na província central de Hubei, não é conhecida. Mas, Gao Fu, diretor do Centro Chinês de Controle e Prevenção de Doenças, teria contradito à mídia controlada que pelos sinais iniciais o vírus se originou de animais selvagens vendidos em um mercado de frutos do mar em Wuhan.

O site G1 (https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/01/30/novo-coronavirus-pode-ter-vindo-de-morcegos-indica-pesquisa.ghtml ), em 30/01/2020 publicou: “Uma análise genética do novo coronavírus – que até esta quinta-feira (30) matou 170 pessoas na China e infectou mais de 8 mil –, indicou que o 2019-nCoV apresenta similaridade ao vírus Sars derivado de morcegos. O estudo foi publicado na revista científica The Lancet nesta quarta-feira (29).”.

Antes disso, o Journal of Medical Virology estipulou que o hospedeiro original do 2019-nCoV seriam cobras.

Essa indecisão levou a também subsidiada imprensa norte-americana a publicar que a China estaria a preparar meios de propaganda para combater futuras acusações de que o novo vírus escapou de um dos laboratórios civis ou de defesa situados em Wuhan, o locus da epidemia.

De qualquer forma, a natureza de bioterrorismo sem autor tomou conta do noticiário em volta do coronavírus e as mortes vem acontecendo a cavalo. Um podcast no G1 expressa bem esse teor de terrorismo que estão dando ao provável surto pandêmico. https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2020/01/29/o-assunto-111-as-respostas-da-china-ao-novo-coronavirus-e-os-impactos-na-economia-global.ghtml

Alarmar a sociedade é uma forma de desestabilizá-la e conduzir seus pensamentos. Se há o objetivo de mortandade, as populações afetadas por estas táticas morrerão sem qualquer rebeldia contra governos ou grupos poderosos.

É como expressou bem o cientista cognitivo Noam Chomsky: “A maioria das pessoas não sabe o que está acontecendo. Sequer sabe que não sabe.

Guerra biológica ocorre quando se usa a belicosidade de micro-organismos vivos para dizimar vidas humanas, de outros animais – principalmente úteis ao homem ou competidores com o próprio – e de vegetais – principalmente os contingentes de lavouras. A ideia é minar a economia de um inimigo e colocá-lo em estado econômico de sítio, ao ponto de ter que solicitar ajuda ao estrangeiro, que pode ser até mesmo seu algoz, se submetendo à escravidão se necessário para sobreviver. O outro motivo dessa investida é matar populações para se apropriar de seu território e pertences ou simplesmente reduzir a concorrência por espaço e alimento, que o capitalismo atualmente demonstra precisar. Nossa série foca nesse ponto.

Por meio de substâncias guardadas em invólucros ou no organismo de hospedeiros animais – como os ratos ou as moscas – virus, protozoários, bactérias ou fungos, mais comumente, são liberados dentro do território alvejado e encontrarão seres humanos ou animais típicos do local e se alojarão neles, causando parasitismo que desenvolve doenças capazes de levar o infectado à morte. Evoluindo o contágio para o contato entre humanos ou seus pertences.

A guerra biológica possui seus antecedentes históricos. O homem de Neanderthal teria colocado fezes de animais nas flechas para aumentar seu poder letal; legionários romanos contaminavam os poços de seus inimigos com carcaças de animais. Em 1346, os tártaros lançavam por meio de catapultas cadáveres de pessoas mortas por peste para dentro dos muros da cidade sitiada de Caffa. Em 1763, o exército britânico na América, em guerra com os franceses, mandou cobertores e lençóis previamente utilizados num hospital para pacientes com varíola para os índios Delaware, aliados dos franceses (Christopher et al., 1997) (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000600023).

A Peste negra foi uma das mais devastadoras pandemias na história humana, resultando na morte de 75 a 200 milhões de pessoas na Eurásia. Somente no continente europeu, estima-se que tenha vitimado pelo menos um-terço da população em geral, sendo o auge da peste acontecendo entre os anos de 1346 e 1353. A doença é causada pela bactéria Yersinia pestis, transmitida ao ser humano através das pulgas (Xenopsylla cheopis) dos ratos-pretos (Rattus rattus) indianos ou outros roedores. Teria iniciado na Ásia Central (https://pt.wikipedia.org/wiki/Peste_negra ) o evento nefasto.

O conquistador Gêngis Khan, com as suas hordas de nômades mongóis, conquistou toda a estepe da Eurásia setentrional – da Ucrânia até à Manchúria. Teriam sido os guerreiros mongóis quem teriam infectado as populações de roedores das planícies da Eurásia, da Manchúria à Ucrânia, e propagado para o resto do mundo na época a doença, que hoje é conhecida como Peste bubônica. Após sua conquista da China, os mongóis foram infectados na região a sul do Himalaia pela peste, já que essa região alberga um dos mais antigos reservatórios de roedores infectados endemicamente.

Os mongóis deixavam a céu aberto em suas cidades os corpos putrefatos mortos pela epidemia e fugiam para as colinas, deixando que aqueles que quisessem tomar suas cidades fossem surpreendidos pela morbidez e contaminados caíssem moribundos até fenecer. Quando o perigo desaparecesse eles voltariam para suas cidades e as reorganizariam.

São muitos os episódios que narram o uso pelo homem de micro-organismos vivos para o fim bélico. Desde o século XIV, passando pelas grandes guerras mundiais e chegando até os dias de hoje. Nem sempre em guerras militares de nação contra nação.

O homem está sempre a se preocupar em se proteger daquilo que ele pode ver. Como as agruras do clima ou os projéteis que ele mesmo inventa e que lançam os exércitos. Entretanto, exatamente o que lhe é invisível e que chega a ser patético ser tão frágil e indefeso para seres tão minísculos é o que é o seu maior inimigo.

A natureza fora bastante irônica ao dotar os pequenos com maior capacidade de ataque. Irônica ao estabelecer que esses seres só estão sobrevivendo quando atribuímos estarem a nos atacar. Alimentam-se de nossos órgãos e excrementam substâncias químicas que reagem com as que possuímos e alteram nosso funcionamento.

Eles não sabem que morrerão junto com o hospedeiro, por isso continuam a sanar sua fome. Não sabem também o que é morte, a maior de nossas preocupações.

Os vírus, bactérias e toxinas que já foram usados como arma biológicas são: o Bacillus anthracis (Antraz); a Yersinia pestis, que causa a peste bubônica; o Orthopoxvirus variolae, causador da Varíola; a ricina, substância tóxica extraída da mamona; o Vibrio cholerae, vibrião da Cólera; Francisella tularensis, causadora da tularemia; a Clostridium botulinum, que está por trás do botulismo; o Dengue.

Teme-se na Atualidade o uso do Henipavirus, do Ebola e do Hantavírus como arma biológica pela ação de grupos terroristas irresponsáveis. Entretanto, obter ajuda de cepas biológicas e suas toxinas para prover destruição em lavouras ou em espécies animais não é restrito ao objetivo bélico para promover mortandade. Se há no mundo uma conspiração pretendendo que 2/3 da população terrestre atual desapareça, basta ocasionar infecções por meios ingênuos e seguros para aqueles que não estariam na lista dos marcados para morrer. De repente, até o Esporte, que possui eventos que aglomeram multidões em um só ponto, como as Olimpíadas e a Copa do Mundo de futebol, pode ser usado para facultar sucesso nessa empreitada.

O HIV, vírus da AIDS, teria sido utilizado com essa intenção. Sua contaminação é restrita ao contato interpessoal e seu alastramento não ocorre por meio externo como o aéreo. Desde que não se faça parte de um grupo de risco, a chance de contágio se torna nula. E os poderosos do planeta, tendo sido os articuladores deste grande projeto viabilizador de mortalidade e de controle de natalidade, só têm que continuar a fazer o que já fazem: se manter entre os seus sem jamais misturar com a plebe.

O pulso ainda pulsa
O pulso ainda pulsa
(
Titãs)

Leia o livro “Os meninos da Rua Albatroz“, onde todos os assuntos desta série são desenvolvidos dentro de um conto de aventura bastante gostoso de ler.

 

Como eliminar 7,5 bilhões de pessoas sem uso de guerra: Armas climáticas

Deus disse a Noé: “Da­rei fim a todos os seres humanos, por­que a terra encheu-se de violên­cia por causa deles. Eu os destruirei com a terra.” (Gênesis 6:13)

Eis que vou trazer águas sobre a terra, o Dilúvio, para destruir debaixo do céu toda criatura que tem fôlego de vida. Tudo o que há na terra perecerá.” (Gênesis 6:17)

Com essas palavras, Deus inaugurou o uso de armas climáticas contra a humanidade.

diluvio

FONTE DA IMAGEM: https://www.cristaoraiz.com/diluvio/

Armas climáticas não seria o tema para a segunda postagem dentro da série “Como eliminar 7,5 bilhões de pessoas sem uso de guerras”, porém, o advento da tragédia climática que assolou a cidade de Belo Horizonte e região metropolitana nessa última semana que passou fez adiantar o assunto.

Eu perdoaria facilmente a quem desistisse de ler esta postagem após esta introdução se eu sugerisse que o link com essa tragédia se deve ao fato de que o que aconteceu ou acontece na grande capital mineira se trata de ataque climático sem um inimigo aparente. Que besteira eu estaria sugerindo! Mas, pra te segurar mais um pouco, vou logo desfazendo o possível engano.

É nítido que estamos vivendo atualmente em âmbito mundial verdadeiras catastrofes envolvendo o clima devido a mandos, desmandos e desmazelos para com a natureza que praticam os senhores do Poder em nome de seus interesses. Haja vista os desmatamentos e queimadas ocorridos na região amazônica, a mancha de óleo que tomou conta do litoral nordestino do Brasil e por que não dizer a iminência de guerra nuclear entre Estados Unidos e Irã. Veja no Gizmodo que esses acontecimentos e probabilidades de acontecimentos fizeram os cientistas setarem o Relógio do Juízo Final: https://gizmodo.uol.com.br/relogio-juizo-final-2020/.

E como eu acredito na teoria do Efeito Borboleta, que diz que “o bater de asas de uma borboleta na América do Sul pode provocar um terremoto no Japão”, provoco: Por que não estariam os mineiros a sofrerem também as consequências oriundas dessas brigas entre estadistas e medidas ambientais sem nexo?

A tragédia de Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, ocorrida há um ano, também teve raiz ambiental. E envolve homens do Poder Global, que sempre estiveram por trás da mineração e de outras atividades que exploram o planeta, a fim de lucrarem cada vez mais.

Estes sempre fingiram preocupar com o meio-ambiente e tomar precauções contra os danos que suas atividades causam. Sempre se esquivaram de suas responsabilidades tanto em dias normais quanto no advento de alguma catástrofe.

E sempre receberam panos quentes de entidades governamentais, para as quais seriam revertidos financiamentos para que os exploradores do solo operem sem serem incomodados.

Vídeo da postagem. Contém informações adicionais e ilustrações das citações.

A mineração é uma atividade que está com os dias contados. O Capitalismo cada vez menos depende de minério de ferro para ser convertertido em produtos altamente vendáveis. Tão simplesmente porque o plástico e a resina de acrílico, por exemplo, produtos que derivam do petróleo, deram lugar à maioria deles (http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/conheca-os-derivados-do-petroleo-que-fazem-parte-do-cotidiano.htm ) e (https://edukatu.org.br/cats/4/posts/84/full).

As mineradoras se veem com a necessidade de mudar de ramo. Usariam talvez o espaço das minas, quem sabe, pra ocupar outros tipos de equipamentos e categoria de operadores.

De repente, viria bem a calhar um avassalador desastre ambiental para criar o álibi perfeito, que inutilizaria a região para a atividade original e a deixaria apropriada para receber empreendimentos de outras áreas.

E ainda de quebra ceifaria vidas que incondicionalmente receberiam indenizações trabalhistas vultosas por tornarem-se os trabalhadores – como os mineiros – impróprios para a nova atividade. Indenizações cujo saldo a pagar seria de valor maior se comparado ao que a mineradora pagaria por cabeça às vítimas da tragédia para recompor sua identidade moral – como se isso fosse preciso ou de seu real interesse – junto à sociedade e ficar livre para explorar o novo negócio.

É claro que só essas especulações não enquadrariam como ação engendrada por alguém ou um grupo as chuvas violentas que inundaram a Grande Belo Horizonte ou o rompimento da barragem de Brumadinho. E, ainda, o senso comum culpou a má educação da população belohorizontina, que polui rios, joga lixo no chão e tapa escoedores de água, pelo menos do ocasionamento das chuvas na RMBH.

Mas, isso é tática de controle de massa demonstrada por Noam Chomski: “Faça a população se sentir culpada de um grande acontecimento lhe prejudicial, o qual é necessário que aconteça”.

Vamos ver isso quando terminarmos esta série de postagens e iniciarmos outra que falará sobre Engenharia Social. Fique tranquilo, belorizontino lambão, a culpa não é sua! Não deixe que os verdadeiros responsáveis, o progressista, o imperialista e seus representantes, os administradores públicos, se esquivem dela a pondo totalmente em você!

Arma climática é tipificada pelo uso do clima para afetar uma economia ou para ocasionar mortandade. Esse uso tem que ser totalmente oriundo da vontade humana, geralmente de grupos poderosos de humanos.

A história dessas armas passa pelo desejo do homem de controlar o clima, de ser capaz de operar nele. E o progresso nesse campo começou para o Homem quando ele descobriu o fogo e percebeu que com ele era possível aquecer o interior das cavernas ou outro local onde um grupo social se prostrasse para o fim de ficar quieto.

Mais tarde veio a percepção de que as árvores arrancadas de um alameda, dando origem a extensos vazios de terra, faziam aumentar o calor. Hoje se sabe, inclusive, que por não encontrar amortecedores como as árvores são originadas ventanias nessas áreas (http://www.observatoriodoclima.eco.br/tempestades-de-vento-intensificam-degradacao-de-floresta/ ).

Os ventos são formados por diferenças de pressão e de temperatura ocorridas em áreas distintas e ou em horários distintos em determinadas áreas  (http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/interna/0,,OI3335152-EI8408,00.html ).

As chuvas são formadas pela evaporação da água após aquecimento natural ou artificial. Logo que o vapor de água se mistura com o ar ele condensa, carregando núvens, que quando encontram massa de ar frio ele volta a se liquifazer (https://www.suapesquisa.com/geografia/chuva.htm ).

Choques entre placas tectônicas geram os sismos ou terremotos. Onde há terremotos pode haver vulcões, pois, o magma despejado por um vulcão nada mais é do que as rochas em temperaturas superiores ao ponto de fusão (https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/agentes-endogenos-relevo.htm).

Os abalos sísmicos, de acordo com a intensidade e com a localidade onde se dão podem gerar os maremotos e as tsunamis. Se jogarmos de certa altura um tijolo dentro de uma bacia cheia d’água podemos ver como isso ocorre.

Uma vez compreendido esses fenômenos físicos, o Homem começou a perder o medo do demônio (ou, conforme o significado original em grego: forças da natureza) e o mundo para ele deixou de ser místico e passou a ser bem profano, operável e previsíveis os acontecimentos. Deu-se a libertação de alguns da religião.

Daí vieram métodos como o “semeadura de chuva” – bombardeamento de núvens com iodeto de prata, o mais comum, para resolver problemas de áreas sem chuva – iniciado pelos chineses.

Efeito estufa é um processo físico que ocorre quando uma parte da radiação infravermelha (percebida como calor) é emitida pela superfície terrestre e absorvida por determinados gases presentes na atmosfera, os chamados gases do efeito estufa ou gases estufa.

Atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis, o emprego de certos fertilizantes, o desmatamento e o grande desperdício contemporâneo de alimentos, que têm entre seus resultados a elevação nos níveis atmosféricos de gases estufa, vêm intensificando de maneira importante o efeito estufa e desestabilizando o equilíbrio energético no planeta, produzindo um fenômeno conhecido como aquecimento global (https://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_estufa ).

A radiação emitida pelos muitos aparelhos eletrônicos que as pessoas usam em seu dia a dia também tem sua parte no aquecimento global. Se alguém tem dúvida de que as ondas de radiofrequência ou as elétricas propagam calor pode fazer o teste por si próprio colocando a palma da mão aberta em frente à emissão de um aparelho eletrônico qualquer.

Daí é só calcular a quantidade de pessoas por hora a fazer dessas emissões para se chegar à percepção de que nossos celulares e outros equipamentos podem estar contribuindo com a depredação da natureza e com o descontrole do clima. Não é só o lixo que acumulamos nos bueiros, como querem acreditar pra não atrapalhar o andamento do capitalismo com nossos hábitos arruinadores do meio-ambiente mantidos intactos.

A programação mental que sofremos, a qual nos convence de que não podemos ficar sem esses hábitos, cuidará de nos eliminar primeiramente a psique de modo bem suave e prazeroso. Depois pagamos com o corpo debilitado, incapaz de suportar nossa hiperatividade.

Por essas informações se conclui que está totalmente a mercê do ser humano alterar o clima do planeta onde e quando bem lhe convier. Basta-lhe haver um motivo e uma tática para convencer pessoas a colaborar com a intervenção. E é a partir desse conceito que provavelmente entidades no planeta cogitaram usar o clima como arma.

Armas climáticas são o ideal para se fazer estragos sem que o culpado seja outro que não a própria natureza. Além de ser mais econômico os ataques, pois, evitam envolvimento de soldados até campos de batalha e o custo de seus respectivos treinamentos, abastecimento, armamento, deslocamentos e veíulos, soldos e indenizações financeiras.

A União Soviética teria largado na frente, mais uma vez, nessa investida. Aproveitando a tecnologia desenvolvida na China, criar chuvas artificiais já lhe era peculiar. E por meio de uma enorme antena instalada na Rússia – o Duga Radar – enviava sinais de radiofrequência em direção aos Estados Unidos.

Primeiro suspeitou-se que o objetivo desses sinais era detectar misseis em trânsito indo para a União Soviética. Em certo episódio, as transmissões de rádio e televisão americanas receberam interferência simultânea, o que teria feito o governo dos Estados Unidos identificar o aparato russo. Logo, suspeitaram também que a arma provocava ventos fortes e poderia ter ocasionado uma seca na California, que abalou bastante a economia local e eliminou pessoas.

A devastação legada à Cuba com a passagem do Flora em 1963 sofreu acusações de ter sido ministrada pelos Estados Unidos, que teriam de alguma forma desviado o furacão naqueles idos de plena Crise dos Mísseis, quando Cuba servia de laranja para os soviéticos emprestando sua baía como lança-mísseis. Tal qual estaria hoje o governo brasileiro fazendo com a Base de Alcântara em reverência a Donald Trump. Era a represália conseguida através de espionagem talvez.

Os mesmos Estados Unidos estariam por trás das tempestades ocorridas nas florestas vietnamitas, que teriam provocado enchentes que inundaram não só vietcongs e gerado no país grave surto de doenças como a malária. Era a operação intitulada Popeye (http://www.rusmea.com/2013/06/operacao-popeye-uma-insolita-estrategia.html).

O misterioso projeto HAARP, uma coleção de antenas situadas no Alaska, possessão dos Estados Unidos, criado a partir de 1992 no círculo militar sob alegação de se tratar de um programa de investigação científica da aurora, seria uma arma contra a humanidade que operaria com geoengenharia.

Emitiria coordenadamente sinais eletromagnéticos na atmosfera e teria originado a tsunami na Ásia em 2004 e o terremoto no Haiti em 2010. O motivo seria nos dois casos eliminar pessoas tão somente.

A tecnologia – inchando um pouco mais o conspiracionismo desta postagem – poderia ter sido empregada para provocar o rompimento da barragem em Brumadinho, o temporal em Belo Horizonte e quem sabe até mesmo os danos em Mariana, todas cidades brasileiras do estado de Minas Gerais. Queremos entrar nessa história, uai!

Às vezes, de tão inacreditável a verdade deixa de ser conhecida” (Heráclito)

O que dificulta a descrença nos teóricos conspiracionistas é o fato de somente personalidades mundiais facilmente ligáveis aos grandes estadistas e empreendedores do mundo, incluindo cientistas renomados, todos financiados por essa gente, aparecerem para ridicularizar contra as ideias que os conspiracionistas propagam.

Fazer uma pessoa se sentir ridícula por acreditar em uma ideia rechaçada por pessoas conhecidas do mundo todo e com grande credibilidade é boa tática para desencorajar adesões à ideia”. Mais uma vez Noam Chomsky nos blinda revelando as táticas de socioengenharia e assassinato de reputações usadas pelos conspiradores.

As chemtrails – rastros químicos – até que é fácil desmantelar as interpretações fantasiosas sobre a operação. Não espalhariam no céu os conspiradores substâncias para intoxicar a população ou causar nela efeitos nocivos a longo prazo sem a garantia de que “Eles” e gente “Deles” estariam imunes.

Para acreditar que talvez estivessem, teríamos que dar crédito à outras TCs, como as que pregam serem os componentes dessa elite seres eugênicos (de genética modificada) ou, ainda mais absurdo, de outro planeta e por isso invulneráveis. Tem até a temática que propaga que esses indivíduos seriam transmorfos (shapeshift), de uma raça alienígena chamada reptiliana.

O HAARP teria o poder de criar terremotos, maremotos, tempestades, secas, descongelamentos, furacões em qualquer parte do mundo. Entretanto, furacões e outros fenômenos atmosféricos danosos andaram assolando os Estados Unidos nos últimos anos. O mais devastador foi o furacão Katryna, que matou 1800 pessoas em 2005 e fez o governo gastar milhões de dolares com reconstrução. A TV Record fez excelente reportagem sobre o tema: https://www.youtube.com/watch?v=aTki6R17b4A .

Se a teoria que ronda o uso de armas climáticas estiver certa, quem está por trás dessa incursão não seriam governos. Do contrário estariam se jogando contra a própria população. Mas, sim, uma conspiração interessada em eliminar pessoas do planeta.

Hugo Chavez em 2010 teria pago com a vida o preço de denunciar essa gente por acusar os Estados Unidos de estarem por trás do terremoto que destruiu o Haiti.

Gente com dinheiro suficiente para se valer de pesquisas, produções de equipamentos e efetuação de testes para verificar a efetividade do plano. Gente sem pudores dos tipos que a maior parte da humanidade conserva e por causa deles se põe reverente aos poderosos do planeta.

Sendo a principal dessas fragilidades a conservação dos valores cristãos. Valores que certamente foram implementados na psique dos cristãos pelos próprios membros dessa conspiração. Não esperar que o ser humano seja tão cruel e valorizar em demasia o perdão são os maiores erros desse tipo de índole preparada com a ajuda do principal braço de operação dessa cúpula: as igrejas.

A poluição causada por humanos é a maior das armas climáticas. E a indústrialização da sociedade é o seu provedor. Combater as agressões que partem do clima significa dar de mão do “American way of life”, o jeito fútil e estupido de viver do americano.

Leia o livro “Os meninos da Rua Albatroz”, onde se encontra a maioria dessas informações. E nunca perca as nossas postagens!

 

Nessas horas é que é bom ser cubano ou norte-coreano

Capavideonessashoras

A postagem deste blog “Morreremos de fome se não quisermos morrer de câncer” está sendo muito discutida aqui no blog e em outros canais onde ela foi divulgada. E, permita-me ser presunçoso, parece que o alcance chegou às autoridades atacadas na postagem. O programa “A voz do Brasil”, na edição de 10/01/2019, informou que a “Anvisa quer eliminar gordura trans até 2023“.

Ou seja, ainda que falte posicionamento do órgão quanto aos produtos que sofrem acusações de fazerem mal à saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária confirma que substâncias usadas nesses produtos são aprovadas por ela sem que um estudo criterioso sobre seus efeitos seja feito antes da aprovação. Pressupõe-se que o negócio é fazer dinheiro com a comercialização pra que haja arrecadação e entre outros favorecidos os empregados da Anvisa vejam seu bolso cheio.

Vídeo da postagem no canal do Youtube

Os comentários na postagem conduziram a discussão à teorias conspiracionistas que são discutidas no livro “Os meninos da Rua Albatroz“. Da agenda da Nova Ordem Mundial ao controle mental via sistema religioso judaico-cristão, a suposta conspiração a existir no mundo e controlar a realidade de toda a humanidade foi atacada pelos comentaristas.

Mas, uma dessas teorias chamou mais a atenção e me moveu a tecer este texto. Trata-se da que prega a necessidade de reduzir a população mundial para um índice que tornaria sustentável a vida no planeta Terra. Esta teoria é fartamente discorrida no livro “Os meninos da Rua Albatroz” e já foi também aqui no blog, mas, o que se segue é uma espécie de complementação das divagações feitas.

Calcula-se que o número de pessoas a serem eliminadas do planeta seja 7,5 bilhões. Gente pra caramba, não é mesmo? E o que ficaria para desfrutar dos deleites da Terra seriam 500 milhões.

Para quem se orienta pela Bíblia para entender a História, informações como arrebatamento de pessoas, tribos de Israel a serem erguidas das cinzas, advento de uma terra prometida para assentar judeus são corriqueiras.

A Biblia fala de 144 mil selados, mas, mais do que nunca se sabe que este livro é um código secreto de comunicação que uma classe de judeus utiliza desde que o Cristianismo foi fundado por Paulo de Tarso e propagado por Constantino Magno.

Por exemplo, o número 666 se trataria do nome do imperador Nero Cesar de acordo com a numerologia cabalística dos rabinos, a gematria. Leia sobre isso no site da BBC. Fazer com que os gentios doutrinados pelo Cristianismo – vulgo cristãos – pensem que se trata de uma referência a alguma besta do mal por vir foi só um meio que os judeus encontraram de cifrar mais ainda sua comunicação.

E ainda alcançaram, na Atualidade, poder através de temor por conta disso! Quando na verdade quem temiam eram eles: o imperador os perseguiam e qualquer conspiração contra ele tinha que ser cuidadosamente planejada. E não dava pra ser falando às claras o nome da vítima, o local e a razão das incursões.

Alguns estudiosos da Bíblia sem compromisso com o sistema religioso judáico-cristão dizem que 144 mil seria o número de missionários que surgiriam para conduzir a multidão ao caminho de Deus. Portanto, dá pra considerar que a população mundial reduzida a dois terços – que também representa o número 666: 2/3=0,666 – seja a quantidade de filhos de Deus que irão herdar a Terra.

Ou seja: 500 milhões de judeus, se levarmos em conta os estudos de Robert Lomas e Cristopher Knight publicados no livro “A chave de Hiran“, que deixam claro que o Salvador da Bíblia tinha a missão de salvar de seus inimigos seu povo – judeu – e não toda a humanidade, receberiam escrituras de posse do planeta com tudo o que há nele.

Porém, eliminar 7,5 bilhões de pessoas não é tarefa fácil. A melhor estratégia seria mediante uma guerra, cujos exércitos usariam de armas nucleares em seus ataques. Os boatos sobre uso dessas armas e iminência da Terceira Guerra Mundial estão aí ocupando a mente das pessoas e as distraindo dos assuntos principais.

Só que em se dando a destruição massiva de vidas humanas dessa forma deixaria o planeta numa situação que nem mesmo os 500 milhões privilegiados escapariam da morte. Isso em curto prazo.

A não ser, é claro, se envolvermos nessa história outras teorias de conspiração. Por exemplo, há a que diz que o povo privilegiado fugiria para Marte e por lá ficaria até que a Terra deixasse a inospitalidade. É uma versão futurista do Dilúvio, a lenda suméria que os hebreus se apropriaram dela e foi parar na Bíblia cristã como se fosse uma história hebráica, batizando Gigalmesh com o nome de Noé. Veja informações a respeito: clique!

Os salvos partiriam para Marte em naves espaciais individuais. Tal qual sugeriram em 1938 os criadores do Super-Homem, os judeus Jerry Siegel e Joe Schuster, ilustrando a fuga do bebê Karl-El – “El” é “deus” em hebráico – do cientista Jor-El e sua esposa Kara, que o enviaram em direção à Terra a fim de salvá-lo da destruição de seu planeta natal Krypton. As naves seriam os misteriosos caixões da FEMA. Bem, expedição à Marte está sendo fartamente falado nos meios de comunicação!

Entretanto, se a solução for conforme essa divagação, os salvos teriam que aguardar um enorme tempo pra deixar a privação em Marte e voltar para desfrutar dos prazeres da grande Gaia. Destruir a massa por meio de guerra entre nações não é econômica e ideologicamente viável. É melhor obter soluções mais viáveis.

Uma delas seria a dizimação silenciosa de humanos e outros animais, que alias já vem acontecendo há anos. Essa ameaça de Terceira Guerra Mundial é só pra distrair o povo, junto com o Paulianismo (ou Cristianismo, que conforme o livro “A chave de Hiran” é a religião inventada por Paulo de Tarso sob encomenda dos romanos) enquanto os elimina na forma de vacinação; alimentação suavemente venenosa; ingestão de transgênicos e de agrotóxicos; desastres ambientais provocados fora de qualquer suspeita (de repente até o terremoto no Haiti em 2010, a tsunami na Ásia em 2004 e o rompimento da barragem de Brumadinho em 2019 entram aqui); virus sexualmente transmissíveis produzidos em laboratório; administração de doenças, sobretudo as neurodegenerativas; massificação do uso de drogas e de tatuagens; corrupção do sexo e da sexualidade e uso de contraceptivos e agentes infertilizantes para evitar nascimentos. E outras estratégias que estão em curso. Confrontos só em guerras civis como as que acontecem na Criméia e na Ucrânia e tentam fazer acontecer na Venezuela.

Para obter êxito nesse tipo de ação é necessário ludibriar o público. O indivíduo médio em toda humanidade é fácil de pegar pelas calças, pois, ele se põe suscetível ao consumismo de produtos e serviços e ao estilo de vida propagado como a ser moderno e o ideal para o sujeito que vive os dias de hoje. Um cara que não larga o celular, não sai da internet, só come enlatados e ensacados, se enche de drogas, de tattoos e de outras manias preparadas em institutos de psicologia social sob demanda de governos e dos poderosos da Elite Global para lhe baixar a guarda, corromper a razão e conduzí-lo à matar e morrer por conta própria. Esses casos de franco-atiradores, massacres em escolas, creches e cinemas que vemos a televisão noticiar são efeitos dessa estratégia.

Já as sociedades que se fecham para o imperialismo, como a cubana e a norte-coreana, não se pode atingir com sucesso usando desses artifícios, pois, elas recusam a modernidade, as futilidades da modernidade, o consumismo, o modismo, os hábitos propagados pelo American Way of Life. Ou seja: recusam o que tem a oferecer o Capitalismo. Se fecham e ameaçam até a destruir o mundo com armas nucleares se insistirem em mudar-lhes o modo de vida sadio e protegido da má intenção dos que se proclamam donos do mundo e o Ocidente aceita essa proclamação.

É por isso que a propaganda dos globalistas, interessados em baixar a guarda e invadir o território cubano e norte-coreano para eliminar suas culturas e tornar aptas suas populações a morrer como os demais, coloca na cabeça do público debaixo de suas asas ideias deturpadas sobre o Comunismo e o Socialismo e buscam adesão para combaterem as nações que praticariam esses tipos de regime político. Ou as que se mantêm capitalistas, mas, não querem virar capachos dos Estados Unidos, como o Irã e a Venezuela. Te jogam contra esses países e te usam como massa de manobra pra conseguir o objetivo deles de entre outras coisas reduzir a população mundial.

Nunca deixe de ler o livro “Os meninos da Rua Albatroz“, no qual essas ideias são destrinchadas na forma de conto, a mais didática que a literatura consegue promover para fazer entender conteúdos difíceis de serem assimilados pelo método normal de assimilação.

 

#NãoVaiTerGuerra

Nada melhor do que iniciar esta postagem remetendo à “Redemption song” do Bob Marley. A canção da redenção. Sim, pois, a missão deste post é libertar o povo das garras dos viralistas do Whatsapp.

Inventaram agora que Jair Bolsonaro convocou jovens de 18 a 26 anos e mais os reservistas para participar da missão dos Estados Unidos no Irã e da Terceira Guerra Mundial. Pode?

E isto espalhou um medo danado nos desavisados que não fazem outra coisa que não pregar o olho na tela do celular e fitar os dedos mexendo nela.

Tá cheio de criador de fakenews por aí que não perde a chance de testar sua capacidade de influenciar massas. Fazem isso de graça, por pura diversão. Vão ganhar dinheiro se alcançarem sucesso expressivo na investida, com você replicando os virais. Há muito político que compra o desserviço desses caras. Vale cargo público e dos bons o investimento neles. Fakenew elege e hoje não temos a menor dúvida disso!

Mas, vamos refletir um pouco no caso de ponta de verdade nisso. Conheça a opinião do Mago Anael, que alguém compartilhou comigo e eu fiz o mesmo após ter visualizado o vídeo.

“Não há nenhuma nação no mundo que possa enfrentar belicamente os Estados Unidos.
A China só está apoiando o Irã porque acha desproporcional o poderio bélico norte-americano perante o Irã, mas, o país não interessa por haver o conflito.
Os líderes das nações buscam provocar guerras por motivos que interessam somente a eles.
Nos Estados Unidos, a maioria da população não quer o confronto com o Irã, mas, basta que o Irã cometa um atentado em território estadunidense para que essa população, patriota que é, autorize seu governo a atacar o Irã e quem quer que o apoie”.

(Mago Anael)

O Mago Anael é bastante cônscio na minha opinião, curto bastante ele, e ele está certísssimo no que prega.

Entretanto, todos nós sabemos da baixa moral que têm os líderes de nações, principalmente os dos Estados Unidos. Para prosseguirem com os seus objetivos e forçarem seus povos a aderirem as decisões de seus estadistas, fazem uso de operações de falsa bandeira para o fim de engenharia social.

Criam, esses líderes, dentro de seu país, por exemplo, focando no caso, um atentado grave e colocam a culpa no Irã. A população, principalmente a dos Estados Unidos, que é nerd e alienada, não possui senso crítico, dissernimento, e vai logo assinando por seus líderes, tomada pela sensação de revanchismo lhe criada artificialmente, os tratados de viabilização de guerras.

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O melhor exemplo é recente. Interessado em atacar o Afeganistão e o Iraque, o Governo dos Estados Unidos, em 11 de setembro de 2001, teria jogado aviões no edifício World Trade Center, e em seguida, claramente, implodido – em tempo recorde os preparativos – o prédio ao lado e jogou as torres atacadas engenhosamente no chão. Rapidamente culparam o Afeganistão pelo suposto atentado. E após atingir o objetivo com este pais, culparam também o Iraque.

Os que estabelecem as verdades para acreditarmos classificaram essa versão como teoria conspiracionista, mas, essa versão é muito mais mastigadinha e redondinha do que a que eles querem que engulamos. Concordam?

Torço para que a intelectualidade do estadunidense médio tenha crescido e ele não caia novamente nos truques que seus líderes armam junto a outros líderes mundiais para atingirem objetivos próprios, sendo que o cidadão comum mesmo não ganha nada por apoiar o terrorismo legitimado. Embora nos Estados Unidos o americano médio pense que ganhe.

E quanto ao boato sobre o recrutamento do brasileiro para a guerra, se eu estivesse na tal faixa etária eu simplesmente desertaria. Se o Governo deve obrigação aos Estados Unidos ou ao Irã, que vá sozinho cumprí-la. Eu não concordo com o fascismo dos norte-americanos e nem o atual nacional.

Aí me respondem: “Vão te buscar onde quer que você esteja“.

Certo! Será à força, ok!”

Mas, o que acontece se eu resisto? Sobrará para eles me matarem, não é mesmo? E se eu não resisto? Vou ser mandado para um front de batalha pra morrer, correto? Ou seja: Eu só tenho a morte como escolha. Só ganham Eles.

Morrer por morrer, escolho eu a causa. E não vai ser por lutar por motivo que eu não concordo ou por patrão que eu não tenho. O que eu faria eu já escrevi em outro post: “Ande sempre com uma capsula de cianeto no bolso“.

Nunca perca nossas postagens! Adquira o livro “Os meninos da Rua Albatroz” e aprenda a pensar fora da caixa!

Old pirates, yes, they rob I
Sold I to the merchant ships
Minutes after they took I
From the bottomless pit
But my hand was made strong
By the hand of the Almighty
We forward in this generation
Triumphantly

Won’t you help to sing
These songs of freedom?
‘Cause all I ever have
Redemption songs
Redemption songs

Emancipate yourselves from mental slavery
None but ourselves can free our minds
Have no fear for atomic energy
‘Cause none of them can stop the time
How long shall they kill our prophets
While we stand aside and look?
Some say it’s just a part of it
We’ve got to fulfill the Book

Won’t you help to sing
These songs of freedom?
‘Cause all I ever have
Redemption songs
Redemption songs
Redemption songs

(“Redemption songs”. Bob Marley)