Enfim, Jesus está chegando

jesuschegando

A frase bíblica “Jesus está voltando” é muito propagada pelos cristãos. Entretanto, ela é um tanto equivocada, pois, Jesus jamais esteve por aqui. Conforme a Bíblia, um homem esteve entre nós para trazer a Salvação para seu povo, o judeu. O que chamavam de “salvação” era bem pragmático.

Os judeus descenderam de um povo, o hebreu, que achava que era merecedor de toda a Terra por acreditar que o planeta foi criado por seu deus, Yaweh. E em dado momento da História se viu como nômade, peregrinando pelas nações buscando se estabelecer e por causa disso sofreu a perseguição de vários povos. A “salvação” seria dar um basta nas perseguições e no nomadismo. E exaltar Yaweh.

Esperavam os judeus, então, por alguém que fosse liderá-los rumo aos propósitos aguardados. Chamavam-no de “mashiach” – ou: “messias”. Ele surgiu, da linhagem de um rei judeu, David, dentro da comunidade de Quran, no Mar Morto, onde havia uma seita judaica chamada essênios.

Dentre os essênios havia um grupo seleto de homens, que seriam os responsáveis pela preparação do messias para o cumprimento de sua missão. Na ocasião, o principal adversário eram os romanos. Jesus aprendeu muito do conhecimento essênio. Especializou-se em magia e em cura, que hoje chamamos de “quântica”.

Esse grupo seleto, chamado quraniano, era como uma escola de mistérios, uma fraternidade secreta. Para entrar nela era necessário passar por testes. E certos atributos pessoais de início já inelegia um aspirante à entrar na ordem. Por exemplo: mulheres, deficientes físicos e gentios. Gentio é quem não é judeu.

Só que Jesus entrou em conflito com os membros da ordem, pois, queria estender os ensinamentos dela à toda a humanidade. Para ele o conhecimento dos mistérios era direito também de serem revelados àqueles que eram excluídos pelos quranianos. Teria sido isso que levou Jesus à crucificação.

Enquanto pregou para seu público, Jesus ensinou o caminho para se obter a salvação. Em vez de enfrentar belicamente os romanos, perdoá-los e amá-los. Buscar viver em harmonia e comunhão, cuidar da natureza e ter um tempo para a espiritualidade, elevando pensamentos a Yaweh.

Na cabalá, que provavelmente Jesus tenha se iniciado, Yaweh é o absoluto. Conforme esse conhecimento é do absoluto – ou imanifesto – que se origina qualquer coisa que há no Universo. Daí o simbolismo por trás da afirmação de que Deus fez todas as coisas.

Jesus se foi com a crucificação. E os seguidores que ele deixou não ficaram à espera de sua volta, como preferiram pregar para posteridade os falsos cristãos que deram origem à Bíblia. Eles ficaram, sim, à espera de Jesus chegar. Ou seja: a Era em que os homens se amariam uns aos outros e à natureza, respeitariam o planeta, compartilhariam o pão e se renderiam a Deus como seu criador.

Ou seja, diferentemente do que prega a Bíblia, não haverá vindo triunfantemente do céu entre anjos com trombetas um ser em forma de homem talvez. Se de repente olhamos ao redor e o que vemos são pessoas vivendo em harmonia em um planeta em equilíbrio, onde ninguém passa fome ou sente ira, então, Jesus chegou.

Jesus é uma matrix, uma egrégora, um modo de se comportar perante a vida. Esse modo de se comportar cuida para que não haja privação de nada, que é o fim do nomadismo; cuida para que não haja perseguição de quem quer que seja; cuida para que todos nós sintamos bem-estar e desejamos que o próximo também o sinta.

E de repente, os religiosos tiram da Bíblia curiosidades que intrigam:

Boa passagem da Biblia Jeova esta voltando

quarentenadejesus

E de fato, uma outra matrix, chamada “coronavírus”, vem preparar as pessoas para aprenderem o que é a salvação e receber a matrix Jesus. O pânico e o medo da situação engenhada por mestres da psicologia social está fazendo com que as pessoas repensem seus interesses e suas atitudes. Nada diferente de se prostrar a humanidade em comunhão entre os povos e com o planeta se delineará quando toda essa tormenta acabar. É Jesus que está chegando!

FONTES DAS INFORMAÇÕES:

A Bíblia Sagrada.

A chave de Hiran. Robert Lomas e Christopher Knight.

Os meninos da Rua Albatroz. A.A.Vítor.

A magia que enriqueceu Tony. A.A.Vítor.

 

 

 

Como eliminar 7,5 bilhões de pessoas sem uso de guerra: Biobeligerância Pt.1

Então disse o SENHOR a Moisés: Eis que te tenho posto por deus sobre o Faraó, e Arão, teu irmão, será o teu profeta.

Tu falarás tudo o que eu te mandar; e Arão, teu irmão, falará ao Faraó, que deixe ir os filhos de Israel da sua terra.

Eu, porém, endurecerei o coração do Faraó, e multiplicarei na terra do Egito os meus sinais e as minhas maravilhas.

Faraó, pois, não vos ouvirá; e eu porei minha mão sobre o Egito, e tirarei meus exércitos, meu povo, os filhos de Israel, da terra do Egito, com grandes juízos.

Então os egípcios saberão que eu sou o Senhor, quando estender a minha mão sobre o Egito, e tirar os filhos de Israel do meio deles.

(Êxodo 7:1-5)

Seguiram-se, então, vários episódios beligerantes contra um adversário. Só nesse capítulo da Bíblia, vemos algumas das táticas de guerra usadas atualmente.

Vídeo da postagem

Primeira praga: a água foi convertida em sangue

Toda e qualquer água do Egito foi transformada em sangue e até mesmo os rios foram contaminados, vindo a morrer todos os peixes.

Os peixes morreram e o mal cheiro fez com que os dependentes daquelas águas furassem poços ao longo do rio Nilo para não morrerem de sede. Deus teria provido à Moisés alguma arma química que tornou o fenômeno possível. Assim diz a Teoria vaga.

A Ciência, conforme o site https://www.livescience.com/, tenta explicar da seguinte forma:

Uma proliferação de algas vermelhas, que aparece quando certas condições permitem que um tipo de alga microscópica se reproduza em tão grande número que as águas em que vivem parecem manchadas de sangue, fenômeno conhecido como ” maré vermelha ” quando ocorre nos oceanos, mas, as algas vermelhas também estão bem representadas nos ecossistemas de água doce. E essas explosões de algas certamente podem ser prejudiciais à vida selvagem, pois elas contêm uma toxina que pode se acumular nos mariscos e envenenar os animais que se alimentam delas. A fumaça da proliferação de algas densamente concentradas também pode dispersar toxinas no ar, causando problemas respiratórios nas pessoas que vivem nas proximidades.

O uso feito pelos soldados norte-americanos do Agente Laranja contra os vietcongs na Guerra do Vietnã é um dos momentos da modernidade em que armas químicas foram aplicadas contra uma nação, tornando seu ecossistema inóspito e dificultando a permanência no lugar.

Segunda praga: rãs

Esta praga surgiu após Arão (irmão de Moisés, que o acompanhou durante todo o processo) estender a mão sobre o Egito e surgiram rãs de todos os lugares.

Aqui foi usada uma técnica capaz de atrair rãs. Nos dias de hoje, em que se sabe da importância que os anuros – sapos – têm para o equilíbrio dos ecossistemas, alimentando-se de insetos e servindo de comida para répteis, e que há uma toxina – o Kambô – em uma das espécies que em humanos causa alucinação e aplicada com conhecimento possui propriedades médicas, o povo atacado iria festejar. E de quebra fazer um banquete de ranzinha à parmegiana. Mas, na passagem bíblica, o ataque de rãs só teve efeito moral: os egípcios veneravam esses anuros e se vir cercados por eles soou como uma ofensa ao deus Rá – o principal dos egípcios.

A Ciência lembra que chuva de sapos é um fenômeno comum, possui vários relatos – o último: maio de 2010 na Grécia – e ocorre geralmente após tempestades, quando anuros em busca de comida emergem dos lagos e rios e são vistos em quantidades notórias em comparação com a normal com que são vistos nos centros urbanos.

Terceira praga: Piolhos

Da mesma forma que antes, o Egito foi infestado por rãs, desta vez vieram mosquitos a encobrir a população e todos os animais. Desencadeada também após Arão estender as mãos sobre o Egito.

Novamente, uma isca foi jogada sobre a região e esta trouxe Keenim – palavra hebráica para mosquitos, piolhos e pulgas –, que por sua vez foram usados como arma biológica para atacar a lavoura e infestar animais e seres humanos.

O Livescience.com contundentemente explica o caso:

Se uma proliferação tóxica de algas levou à primeira praga e se seguiu uma pilha de sapos mortos, não é de surpreender que um enxame de insetos de algum tipo tenha seguido. Isso ocorre porque os sapos normalmente comem insetos; sem eles, a população de moscas poderia ter explodido, disse Stephan Pflugmacher, climatologista do Instituto Leibniz de Ecologia da Água e Pesca Interior, em Berlim, em um especial de televisão sobre as pragas que foram ao ar no National Geographic Channel em 2010.

Curiosamente, ambos os piolhos e teoricamente as pulgas podem transmitir a bactéria Yersinia pestis, que causa a peste bubônica, de acordo com um estudo de 2010 publicado na revista Emerging Infectious Diseases. Nesse caso, uma infestação por piolhos poderia ter preparado o cenário para as pragas posteriores, como furúnculos, constatou uma revisão de 2008 da ciência da peste.

Os cientistas também argumentaram que a doença que matou os animais do campo para os egípcios em pragas posteriores pode ter sido a febre catarral ovina ou a equitação africana, que podem ser transmitidas por insetos dessa praga, de acordo com o Yale Journal of Biology and Medicine de 2008. https://www.livescience.com/58638-science-of-the-10-plagues.html

Um exemplo de intenção de ataque parecido:

Em 1997, Cuba fez acusação aos Estados Unidos por prática semelhante. Já haviam sido em vários episódios molestados com a propagação em seu território, por intermédio dos mesmos agressores, em ofensivas ilegais usando germes destrutivos, destacando-se as ocorridas em 1964, com a chamada Operação Mangoose, que visava livrar o povo de Cuba do regime de Fidel Castro e teria utilizado agentes biológicos para atacar pessoas, animais e plantas, sabotando a economia e o trabalhador na ilha; em 1971, cuja propagação da Febre Porcina fez com que a exportação de tabaco cubana fosse sacrificada; e em 1981, quando 158 cubanos morreram de dengue hemorrágica depois que o vírus foi espalhado no território por meio de terroristas latinos treinados pela CIA, que residiam em Miami, EUA.

Nos anos 1990, o alvo foram as colheitas, com uso do inseto Thrips palmi, que teria sido introduzido na ilha por meio de um avião de identificação estadunidense que lançava fumaça e foi possivelmente avistado por pilotos cubanos.

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft260808.htm.

Quarta praga: Moscas

Bem semelhante as anteriores, a quarta praga deixou o Egito infestado de moscas. O faraó concordou em libertar o povo, o Senhor retirou a praga, mas assim que percebeu que a praga havia cessado, o faraó voltou atrás na sua decisão, aprisionando o povo hebreu.

Também sugere o uso de arma biológica e técnica de atração de insetos. O Livescience lembra que a palavra hebráica usada para classificar a praga, “arov”, é ambigua e que a interpretação do fenômeno focando em todos os sentidos da palavra dá um leque maior de opções para entendê-lo. Segue o que publicou o site:

Traduz-se aproximadamente (a palavra) a uma “mistura” e, ao longo dos anos, os rabinos haviam interpretado essa palavra como animais selvagens, vespas ou mosquitos, ou mesmo bestas semelhantes a lobos que rondam à noite, de acordo com comentários bíblicos encontrados no Êxodo Rabá. 11:3; Tanchuma, Va’eira 14. Geralmente, as pessoas interpretam o texto como animais selvagens, como cobras venenosas ou escorpiões, ou mesmo leões ou ursos.

No entanto, de acordo com um estudo de 1996 publicado na revista Caduceus, que tenta explicar as pragas como problemas epidemiológicos causados por um distúrbio climático inicial, JS Marr e CD Malloy argumentam que a quarta praga representa um enxame de moscas, como a mosca estável (Stomoxys calcitrans). Mordidas dessas moscas poderiam ter levado à furúnculos que ocorreram mais adiante na história, de acordo com esse estudo.

Quinta praga: Peste nos animais

Desta vez, Moisés estendeu a mão sobre o Egito e por ordem do Senhor surgiu uma praga nos animais em que muitos morreram e grande foi a perda para os egípcios.

Arma biológica usada contra animais de produção. A bactéria Antraz – vulgo: carbúnculo – teria sido a responsável pela infestação no gado.

No século XIX houve surto de mortes em rebanhos bovinos por causa do carbúnculo, a Peste Bovina. Episódio que fez com que o biólogo francês Louis Pasteur, que descobriu o Bacillus anthracis, criasse junto com seu auxiliar Charles Chamberland uma eficiente vacina contra o bacilo. Foi um dos primeiros sucessos da vacinação.

Sobre a Peste Bovina, acrescento o texto do Livescience em sua análise das dez pragas do Egito:

A peste bovina foi causada por um vírus da mesma família que a cinomose canina e o sarampo; os animais infectados desenvolveram febre alta, diarréia e úlceras na boca e no nariz, de acordo com um diagnóstico manual da peste bovina, produzido pela Associação de Alimentos e Agricultura das Nações Unidas.

Pensa-se que a doença tenha se originado na Ásia e tenha viajado para o Egito há 5.000 anos atrás em rotas comerciais pré-históricas, informou o New York Times em 2010. Sua taxa de mortalidade era excepcionalmente alta, geralmente ultrapassando 80%. Matou cerca de 200 milhões de bovinos no século 18, de acordo com um estudo publicado na revista Medical History em 1997, e quando a peste bovina surgiu na África no século 19, matou 5,2 milhões de bovinos, causando morte por fome a um terço da população da Etiópia, conforme um estudo publicado na revista Science relatada em 2008

A peste bovina foi diagnosticada pela última vez no Quênia em 2001 e foi declarada completamente erradicada em 2010, segundo o New York Times.

Na Contemporaneidade, como arma biológica o Antraz aparece logo após o incidente de 11 de setembro de 2001, quando terroristas teriam desferido ataques ao World Trade Center nos Estados Unidos. Cartas contendo o bacilo foram enviadas a personalidades importantes da política estadunidense. Foram atribuidos os envios à terroristas árabes, inimigos de Israel.

Porém, assim como os ataques de aviões, ficou muito suspeito de ter sido os americanos, os próprios autores dos envios das missivas. O propósito seria aumentar a indignação pública contra os árabes e arrancar permissão da população mundial para que os Estados Unidos atacassem em represália o Afeganistão e posteriormente o Iraque. Tática de manipulação de massas pró-guerra, definida por Noam Chomsky como a seguir:

Método Problema-Reação-Solução: aproveita-se de uma crise (ou cria-se uma) ampliando seus possíveis efeitos para impor medidas drásticas para a população. Quais soluções aparecem rapidamente e os indivíduos espertos notam que o problema era apenas uma forma daquelas “soluções” serem empregadas.

Sexta praga: Úlceras

Diante da resistência do faraó, que a cada praga aceitava libertar o povo, mas assim que elas cessavam voltava a reter os hebreus como escravos, o Senhor ordenou a Moisés e a Arão que enchessem suas mãos de cinzas e jogassem para os céus. Assim o fizeram e as cinzas se transformaram em úlceras em todo o Egito, tanto nos animais como nas pessoas.

Indivíduos sadios encheram-se de chagas lhes vindo à distância. Uso de tecnologia para prover remotamente adoecimento em espécies animais e em humanos foi empregada.

Hugo Chávez, em 2011, se recuperando de um câncer e estranhando o fato de cinco líderes mundiais, todos latinos e economicamente buscando independência dos Estados Unidos, terem contraído a doença, acusou os yankees de terem desenvolvido algum tipo de tecnologia que induziria a contração de câncer à distância. http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/12/chavez-eua-podem-ter-induzido-cancer-em-lideres-sul-americanos.html.

É razoável pensar que infiltração de agentes de influência oferecendo alimentos ou remédios carregando substâncias propiciadoras das doenças nos departamentos de estado de cada nação onde um líder desses foi afetado servisse para fazer jus a acusação. Hoje se sabe que a radiofrequência emitida pelos aparelhos celulares tem sido acusada de promover alterações biológicas nos usuários. E há também as armas psicotrônicas, que agem à distância disparando ruídos enlouquecedores nos alvejados. Vários outros aparelhos recebem esta suspeita. Portanto, uma outra proposição para a contração de câncer em série seria esta.

Buscar explicações no meio ocultista – já que o meio que engloba os grandes poderosos do planeta sofre acusação de se valer de práticas místicas para resolver seus assuntos – para a indução sugerida por Chávez seria mais uma opção. E estaria mais de acordo com o evento bíblico, já que Deus é uma entidade mística.

E para fortalecer a opção: Deus, assim como os Estados Unidos, se liga aos judeus. A referência se deve ao fato de as pragas desferidas contra os egípcios terem sido em função de libertar o povo de Yaweh, os hebreus, que teriam originado os árabes e os judeus, mas só o segundo o conservou na sua cultura religiosa. Os Estados Unidos teriam sido colonizados por judeus. O sionismo encripado estaria por trás de toda incursão deste país contra os outros povos. Mas isso é assunto pra outra postagem.

Mas, voltando ao “pé no chão” dado pelo Livescience:

Logo após a morte de seus animais, os egípcios foram distraídos pela sexta praga – uma praga extremamente desconfortável de furúnculos que cobriam seus corpos. Furúnculos são inchaços dolorosos, geralmente cercados por pele vermelha e inchada e geralmente são causados por Staphylococcus aureus, um tipo de bactéria comumente encontrado na superfície da pele, de acordo com a Clínica Mayo.

Um surto da varíola de doenças altamente infecciosas, que causou bolhas distintas e elevadas, pode resultar em um grande número de pessoas que caem simultaneamente com erupções cutâneas e vergões. Acredita-se que a varíola tenha afetado comunidades no Egito há pelo menos 3.000 anos, com base em evidências de cicatrizes de varíola encontradas em várias múmias que datam desse período – incluindo a múmia do faraó Ramsés V, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças.

Sétima praga: Chuva de pedras

A resistência por parte do faraó se repetiu e assim, o Senhor pediu a Moisés para estender sua varinha por todo o Egito (exceto a região onde vivia o povo escolhido, o povo a ser liberto), e foi assim que uma chuva de pedras destruiu toda a plantação.

As pedras provavelmente eram granizos. Uso de arma climática. Veja o vídeo ou a postagem anterior desta série. Mas, não deixemos de fora a opinião dada no Livescience:

A sétima praga trouxe um granizo pesado acompanhado por trovões e fogo. O clima caótico atingiu pessoas, animais e árvores, embora a área de Goshen, onde os israelitas viviam, foi poupada, de acordo com o livro “Tanakh, uma nova tradução das Escrituras Sagradas” (The Jewish Publication Society, 1985).

Uma erupção vulcânica nas proximidades, há cerca de 3.500 anos, em Santorini, uma ilha ao norte de Creta, no Mar Egeu, pode explicar essa praga, assim como outras. É possível que as cinzas vulcânicas tenham se misturado com tempestades acima do Egito, levando a uma dramática chuva de granizo, disse ao Telegraph Nadine von Blohm, do Instituto de Física Atmosférica da Alemanha .

Oitava praga: Gafanhotos

Nesta praga, pela oitava vez o Senhor tocou no povo egípcio a fim de fazer justiça e libertar seu povo; enviou um vento que passou seguido de inúmeros gafanhotos devorando muito do que possuía o faraó. Mais uma vez ele cedeu, mas somente até a praga cessar.

Tecnologia semelhante à da sexta praga teria sido utilizada neste evento. O Livescience publicou:

A erupção vulcânica em Santorini pode ter criado condições favoráveis para os gafanhotos, disse Siro Trevisanato, biólogo molecular canadense e autor de “As pragas do Egito: arqueologia, história e ciência olham para a Bíblia” (Gorgias Press, 2005).

“A precipitação de cinzas causou anomalias climáticas, o que se traduz em precipitações mais altas, maior umidade”, disse Trevisanato ao Telegraph . “E é exatamente isso que promove a presença dos gafanhotos”.

Nona praga: Trevas

Desta vez, todo o céu do Egito se tornou trevas e passaram dias na escuridão (menos onde estavam os filhos de Israel). O que também não foi suficiente para convencer o faraó a libertar o povo de vez.

Provavelmente houve o bloqueio do Sol por meio de um eclipse solar ou uma nuvem de cinzas vulcânicas. Os raios do Sol hoje sabemos terem ocasionado a vida e a mantém. Evento parecido na Modernidade só temos a especulação que diz terem os Estados Unidos um projeto que alcançaria tal pleito. Seu nome Projeto Blue Beam. Um projetor de holografias nos céus. Entretanto, o que se espera com esse projeto são apenas experiências visuais ilusórias, projeções que não cumpririam intervenções em nível material. Não bloqueariam os raios do Sol de fato.

Porém, o Aquecimento Global, promovido por meio de poluição humana, em larga escala pode cumprir objetivo parecido. Não o de tapar os raios do Sol, mas, perfurar a camada de ozônio de modo que os mesmos raios penetrem na atmosfera terrestre de maneira a ameaçar a saúde do planeta em todos os níveis.

E o Livescience, o que escreveu?

Segundo o Antigo Testamento, uma escuridão tão densa que “as pessoas não podiam se ver” desceu sobre o Egito por três dias. No entanto, os “israelitas desfrutavam de luz em suas habitações”, de acordo com o livro “Tanakh, uma nova tradução das Escrituras Sagradas” (The Jewish Publication Society, 1985).

Talvez a escuridão tenha coincidido com um eclipse em 5 de março de 1223 aC – você pode ver o caminho aqui no site da NASA – de acordo com um estudo escrito por Iurii Mosenkis, pesquisador de arqueoastronomia que vive na Ucrânia. No entanto, o fato de os israelitas terem luz em suas casas pode significar “luzes apagáveis” para a hipótese do eclipse, pois não faz sentido científico o motivo de algumas pessoas, mas outras não, poderem superar a escuridão.

Outra idéia é que uma erupção vulcânica cerca de 3.500 anos atrás, em Santorini, uma ilha ao norte de Creta, no Mar Egeu, expeliu cinzas que causaram a escuridão, segundo um especial da National Geographic, conforme reportado pelo Telegraph . No entanto, a erupção aconteceu a cerca de 800 quilômetros do Egito e antes do evento do êxodo, segundo o Christian Courier .

Décima: Morte dos primogênitos

Esta foi a última praga, em que todos os primogênitos foram mortos, desde os animais até os servos, inclusive o filho do próprio faraó. Houve grande comoção no Egito quando por fim, após muita insistência, o faraó concordou em deixar o povo sair.

Se os primogênitos fossem apenas fetos poderíamos dizer que fora usado um método para provocar aborto nas grávidas estreantes. Isto nos dias de hoje pode ser atribuído à diversos produtos da indústria alimentícia e da farmacêutica. Mas, como não era o caso, a equiparação se torna mais complicada.

Nem mesmo o Livescience deu uma explicação contundente:

Talvez a proliferação de algas que transformou o sangue no rio tenha liberado micotoxinas (substâncias químicas tóxicas produzidas por fungos), substâncias venenosas que podem causar doenças e morte em seres humanos, de acordo com uma revisão de 2003 na revista Clinical Microbiology Reviews. Os grãos contaminados com essas micotoxinas podem ter sido mortais e explicar a morte dos primogênitos, disse o epidemiologista John Marr, que foi o epidemiologista chefe do Departamento de Saúde de Nova York, conforme relatado por Slate. O primogênito pode ter sido o primeiro a colher o grão e, portanto, teria sido vítima dele primeiro, de acordo com o Telegraph.

Mas, o que interessa para nós nesta postagem são as articulações envolvendo a biologia, que se pode divagar como a ter dado início ao bioterrorismo e ao uso de armas biológicas, bactericidas, bacteriológicas ou infectológicas. Que será discutido na segunda parte deste episódio, não deixe de acompanhar!

E o pulso ainda pulsa
(Titãs)

Leia o livro “Os meninos da Rua Albatroz“, onde todos os assuntos desta série são desenvolvidos dentro de um conto de aventura bastante gostoso de ler.

O revisionismo do Governo pode afetar a Bíblia

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O governo, além de tirar sociologia e filosofia da grade escolar, pretende fazer modificações na História. O Golpe Militar de 1964, por exemplo, passará a ser entendido como um esforço militar para deter a implantação do Comunismo no Brasil. Que mentira mais bonita, não? Que bravos heróis esse revisionismo da História nos traz.

No meio direitista, por conta própria, mas, seguindo o mestre, os direitopatas andam atribuindo a cunhagem do termo idiota-útil ao líder comunista Vladimir Lenin, quando a autoria mais aceita menciona Yuri Alexandrovich Bezmenov. E a aplicação do termo, conforme o mundo bolsomimimion, se refere exclusivamente àquele que participa de passeatas em favor de líderes esquerdistas.

Reflitamos: O que direitista entende de história, sociologia, antropologia, geopolítica, marxismo ou filosofia pra sair por aí querendo dar uma de revisor acadêmico? Ou melhor: eles entendem que têm que acabar com essas disciplinas para que o lado que eles combatem não volte a ficar maior. As disciplinas só não: as universidades também.

O brasileiro médio entrou em contato com o termo há uns cinco anos quando espalharam biografias perdidas ou proibidas na internet e entre elas estavam as de gente como Antonio Gramsci e Saul Alinsky. O teórico Gramsci chamava de idiota-útil não só o manifestante citado pelos direitopatas, mas, qualquer contribuinte. E Alinsky, ativista político estadunidense, formava legiões de idiotas-úteis em pró da derrubada do sistema em sua pátria. E quase conseguiu!

Um cara de pé em uma esteira de linha de produção em uma fábrica e que coloca peças de um produto no lugar e com isso ajuda enriquecer seu patrão enquanto ele próprio apenas ganha seu sustento é um idiota útil. Os grandes craques de futebol de hoje em dia não passam de idiotas-úteis. Nisso, quem não está no controle da sociedade está no rol de idiotas-úteis, massas de manobra. Lenin, sim, definiu o termo “esquerdismo” em seu livro “Esquerdismo, doença infantil do Comunismo”.

Mas, como esses “conserva dores” que estão em vitrine têm a obrigação de seguir os “dita dores” da informação deles, a verdade terá que ser modificada. Gente como Rodrigo Constantino e Olavo de Carvalho. Terraplanistas que acreditam que o Sol é que dá volta na Terra.

Aliás, não está errado isso, em todo o Universo, qualquer um dá a volta nos terráqueos. Entendeu? Riu? Então, vamos voltar ao assunto.

Eram danosos para o cidadão de Minas Gerais aqueles tempos em que cheio de intenções para com o estado difíceis de serem interpretadas, o governador Newton Cardoso sofria o massacre da imprensa que opunha-se ao seu governo. Graças a ela, ficamos todos nós daquela época com a opinião formada quanto à capacidade intelectual debilitada do político pmdebista, vulgo Porcão. Pejorativo que foi lhe atribuido também pelos opositores. O jornal “O Estado de Minas” chefiava os marrons.

Tendo herdado o aparato estatal absolutamente comprometido com o pagamento do funcionalismo: 113% do orçamento eram direcionados à folha dos funcionários de Minas, tal qual herda hoje Jair Bolsonaro o cetro federal, Cardoso se viu necessitando realizar cortes no orçamento público. Um dos primeiros atos de Newton Cardoso como governador foi a exoneração de mais de trinta mil funcionários fantasmas.

E, naquela circunstância, tal qual acontece hoje, os servidores públicos – que votaram em peso no ex-prefeito de Contagem, MG – se transformaram na esquerda. E se embrenharam a recrutar idiotas-úteis inclusive no meio privado. Gente que nada tinha a ver com o peixe por não ser funcionário público e que estaria era ganhando com os resultados que o governador colhesse, impelidos pelo marketing político de terceiros apoiou a luta pessoal dos beneficiários do sistema estatal.

E tal qual os direitistas desavisados de hoje, os daquela época ajudaram a esquerda servindo de massa para manobrar a causa dos jornais e bancos estatais, que estavam na mira de corte de verbas – os primeiros – e privatizações, que acabaram ocorrendo.

Essa massa criou, então, um mito: a burrice de Newton Cardoso. E várias piadas bem criativas. Algumas foram parar em programas de televisão de cadeia nacional.

No caso atual, a soberba que nos exibe Jair Bolsonaro faz a gente imaginar que ele leve à sério o título de Messias, o qual ele tem desde menino. Fazer o verbete “comunista” virar significado de “vagabundo” deve estar entre as exigências destinadas aos organizadores do dicionário Aurélio. Pode ser que ele não se contente com o campo nacional e queira também dar pitaco na Bíblia.

E aí, emprestando de uma piada contra o Newton Cardoso, “cristão” vai designar um cristo grandão; encíclica, uma bicicleta de uma roda só; epístola: pistola para atirar em perfis de redes sociais na internet.

Não tem essa de ‘dar a outra face’, bateu, levou de volta”. Nesta passagem relatada em Lucas 6:29, a protagonista da história sem dúvida seria Maria do Rosário, conforme essa divagação. “vende tudo o que tens e me segue”: “Ô louco, isso é coisa de comunista, ou seja, de vagabundo”. O Mar Vermelho que Moisés teria abrido terá que mudar de cor. E por aí vai!

O fato de apesar de a Bíblia ser profundida como um livro inspirado por Deus, portanto, não pode haver dúvida e nem despautério, o Rei Saul ter morrido uma vez, mas de três formas diferentes, duas sendo assassinado e uma cometendo suicídio, pode impelir o Coiso a exigir: “Não tem essa de morre-não-morre, arrume uns caras bons de serviço, põe uma metranca na mão deles na história e acaba logo com esse rei”. E ainda se pode esperar por um “rei que procura necromante é bandido; e bandido bom é bandido morto”.

Mas, a necessidade maior de revisionismo bíblico nos novos tempos, que destacarão a pedagogia da Escola Sem Partido, está na crucificação de Jesus. Como todo cristão sabe e até ateus sabem, Jesus foi crucificado entre dois ladrões. E o bom ladrão, apesar da passagem não deixar isso claro, é apresentado tanto na cultura artística cristã quanto na profana, como o que está à esquerda do Cristo, causando uma difamação à lateral direita. Mas, nada que uma ordem bem ao estilo bolsonarista não resolva: “Tá errado isso daí, bota o vagabundo na esquerda, talquei”.

O fim do socialismo implantado no Brasil

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Frank Delano Roosvelt e Getúlio Vargas em Natal, Rio Grande do Norte, em 1943. (Fonte)

Paulo Guedes sabe que o antipetismo foi estratégia montada para que o atual governo fosse instalado democraticamente, sem intervenção militar. Os problemas do Brasil não têm nada a ver com o que é propagado.

Os problemas do Brasil começaram em 1930 com Getúlio Vargas. Quando iniciou-se uma política socialista no campo do trabalho e macro intervenção do Estado na economia. João Goulart ampliou isso e os militares mantiveram e criaram mais estatais e mais benefícios sociais.

Veio a redemocratização e encheram a máquina pública de cargos políticos e servidor público. Regalias para todos, que sobrecarregaram o sistema tributário e a seguridade social. Parte da conta sendo empurrada para a iniciativa privada e o grosso do orçamento saindo dos cofres públicos. Já se sabia que a partir de 2000 a corda arrebentaria e que o Estado não daria conta de pagar as proezas.

Fernando Collor foi o primeiro encarregado de fazer o rompimento com o getulismo. Tentou, mas, sofreu impeachment porque mexeu com barões, que nem Guedes parece estar mexendo. FHC herdou de Collor a tarefa, mas, só fez a parte mais fácil: as privatizações, que viraram privatarias.

A bola passou para Lula – Luís Inácio da Silva. Porém, o ex-metalúrgico encheu-se de soberba por causa das transformações sociais que proporcionou ao país, sendo ele tachado de incapaz por causa de seu baixo alfabetismo.

O resultado econômico e trabalhista que atingiu fez aumentar a conta pro Estado pagar. Ficou ele, também, de olho grande na descoberta do Pré-Sal, que calculou que traria a independência financeira do pais, se, ao exemplo da Noruega, em vez de aumentar impostos para custear os benefícios sociais, os royalties ganhos com a exploração do petróleo brasileiro os custeassem.

Já em fim de mandato, e não podendo ser re-eleito, Lula teve que abdicar-se do plano totalmente viável. E torcer para que seu sucessor – que seria um tucano, conforme mandava a versão da política do café com leite estabelecida às escuras entre petistas e tucanos, cito que a fonte desta especulação é conspiracionista  – continuasse o projeto.

Talvez Lula não tenha cumprido com os termos de seu primeiro discurso de posse – realizar as reformas política, agrária, trabalhista e previdenciária – porque achou que os cálculos previstos para o estouro do orçamento público fossem ser alterados pelo advento do Pré-Sal. Jamais o público saberá a verdadeira história.

O fato é que as reformas, que Temer começou, eram urgentes. Mas, se o PT fosse fazê-las, pra quem encheu de benefícios os mais pobres, tirá-los seria o mesmo que dar com uma mão e tomar com a outra. E está se vendo que é imprescindível tirá-los.

Fizeram, então, um plano pro PT sair do poder em 2010, sem que lhe fosse acarretada uma má fama e o tirasse de estar de volta após o novo octênio tucano.

Escolheram Dilma Rousseff como sucessora de Lula. Uma candidata muito fraca em termos de popularidade graças à histórico político. O Vice dela, Michel Temer, conforme o Wikileaks havia trocado telegramas com a Casa Branca nos EUA, tramando um plano que visava colocar um nome do PMDB no posto presidencial naquele ano.

Dilma fez por onde não ser eleita, uma campanha eleitoral muito insípida. Faria isso parte do plano? Mas, não deu certo, o povo a escolheu, pensando no próprio umbigo, a manutenção dos projetos sociais criados. O concorrente tucano, José Serra, foi honesto em suas insinuações de que acabaria com eles. Era necessário.

Eleita, construíram a imagem de comunista pra Dilma. A de terrorista, suposta ex-integrante do COLINA e da VAR-Palmares, estava era lhe favorecendo. E começaram a rechaçar ideais impostos como comunistas. Qualquer atitude que Dilma tomasse e que lhe afirmasse no posto era tachada de comunista.

Criaram as manifestações de 2013 para abalar ainda mais a imagem dela. Que até que abalou, mas, novamente por meio democrático Dilma foi eleita para presidir o Brasil em 2014.

Acharam que seu oponente, o tucano Aécio Neves, era muito fraco em termos de popularidade ou de simpatia do público. Marina Silva venceria facilmente Dilma Rousseff no Segundo Turno naquela ocasião se o embate fosse entre as duas.

Outros, mais ideológicos, passaram a perceber que o ponto não era rechaçar a imagem da Dilma e sim a do PT e a do Lula. Então, criaram a Operação Lava-jato, que seria dirigida para atingir o propósito de criar o antipetismo.

O resto é a história recente: a criação do mito Jair Bolsonaro e sua estranha campanha eleitoral que contou com a cooperação de todos os outros candidatos à presidência da república, cada um se autossabotando, de maneira invisível aos eleitores desavisados, inclusive Fernando Haddad. E a prisão de Luís Inácio Lula da Silva, que se não ocorresse o plano iria por água a baixo, como ficou demonstrado pelas pesquisas.

Prisão que junto com a de outros parlamentares de peso, como Eduardo Cunha, faria parte do plano. Vai saber se esses caras estão mesmo presos! A maioria dos conspiracionistas acerta em seus palpites.

Se tivermos tempo para refletirmos melhor à respeito, duvidaremos do resultado da eleição presidencial de 2018. Que o número de abstêmios no Segundo Turno foi maior, isso é indubitável, fora de questão cogitar ter sido maqueado. Mas, que Bolsonaro venceria já no Primeiro Turno, eu não tenho dúvida. A forma com que William Bonner noticiou ao vivo que haveria Segundo Turno foi muito teatral e óbvia de estar ele no controle da verdade que propagava.

Deixar para que a decisão se voltasse para o Nordeste, logo onde se propagava que o candidato do PSL era mais repugnado, foi outra traquinagem muito sacada. Para cumprir algum propósito – tipo disfarçar melhor a maquinação ou até mesmo cogitações absurdas como melhorar a venda de jornais e a audiência de veículos de imprensa radiotelevisiva – fizeram o eleitor ir às urnas no dia 28 de outubro. Votar esperançoso no que já estava decidido.

Então é isso, para que o povo aceite quebrar o vínculo com a política de Getúlio Vargas e, acredite, Franklin Delano Roosevelt, que modelam o Brasil nos setores trabalhista e econômico desde antes da Segunda Guerra Mundial, foi preciso criar um teatro inconfessável e com grande ar de teoria conspiratória para jamais receberem créditos aqueles que o intuirem e propagarem o fruto de sua intuição.

E o que vem por aí é muito sentimento de traição. O público, tanto o de esquerda, quanto os de direita e centro, se sentirão traídos com seus representantes ao vê-los tendo que tomar decisões que parecerão absurdas e fora do combinado. Principalmente as imprescindíveis que viabilizam o liberalismo econômico e o minimalismo.

Desde vinte anos atrás eu venho me informando sobre as filosofias que estipulam o Liberalismo Eeconômico e o Estado-mínimo. Caminhos inevitáveis para o Brasil. O caminho correto, na minha opinião, seria o Comunismo. Porém, as forças interessadas na manutenção do atual regime político brasileiro existe em maior número o contingente atuante. Medir força com elas é ir pra lugar nenhum.

A batalha polar que vemos mais em redes sociais na internet do que na imprensa mais séria, onde tanto o material de direita quanto o de esquerda propagados são imensamente duvidosos, fazem parecer que foi estabelecida como as esquerdas simplesmente querendo recuperar o poder e os conservadores gozando de supremacia barata, fundada em desejo de chacotar o lado vencido, desviando a atenção dos feitos que seu representante vem realizando.

De forma alguma deixam transparecer, mas, quem vem se pronunciando como esquerda e liderando os ataques contra as decisões na economia não tem nada a ver com comunista. E sim com os grandes alvos do liberalismo: os servidores públicos e ocupantes de cargos políticos que necessariamente irão se extinguir.

Estão também olhando para o próprio umbigo nessa luta. Muitos destes votaram em Jair Bolsonaro e agora se encontram arrependidos.

Engana-se quem acha que Paulo Guedes abandona o trabalhador. Ele tem sido coerente na maioria de suas aparições em público. Existem vários fatos noticiados o envolvendo onde é nítido que suas medidas irão fazer todos pagarem a conta.

As mesmas moralizarão trabalhador, empregador, consumidor. E ainda acabarão com o vagabundo e com os baderneiros, sujeitos inúteis a economia e ao progresso, que encontram no sistema atual meios de gozar de serviços públicos sem prestar qualquer cooperação para a formação do bolo que gera os subsídios.

Só que nem o eleitor do Bolsonaro sabe disso. São estes os que terão as regalias mais comedidas. E são também o maior obstáculo para a implantação das severas medidas já inadiáveis que tentam tramitar no Congresso Nacional.

*Este texto se vale de conteúdo informativo encontrado em material oficial de história mesclado com focos de opinião do autor.