Minhas lembranças mais remotas

“‘Nenhum de nós se lembra de algo anterior aos 2 ou 3 anos de idade. A maioria não se recorda de nada que ocorreu antes dos 4 ou 5, diz Catherine Loveday, da Universidade de Westminster, no Reino Unido.” (Trecho de matéria sobre Amnésia infantil, publicado pela BBC em https://www.bbc.com/portuguese/geral-39477636.)

Minha mãe me contou que eu quebrei um dos braços aos dois anos de idade. Eu tenho uma leve lembrança de uma corrida noturna de meus pais, com minha mãe me conduzindo no colo dela, buscando levar-me para um hospital. Pode não ser essa a vez me contada, mas, se for, estou entre as poucas pessoas que saem do padrão quando o assunto é lembrar de fatos anteriores aos três anos de idade.

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Os bons tempos estão voltando

Quando vemos uma foto de um carro na estrada, com ar de passeio, temos sempre em mente que a foto é da ida. A Vemaguete azul parece que acabou de chegar no sítio ou está dando ré pra estacionar. No entanto, não tem nada na foto que determine o momento em que ela foi tirada. Queremos com as que seguirão, que são do site Uol Carros, que você, para se sintonizar com esta postagem, se remeta aos anos que os veículos usados na ilustração remetem.

Como colocar seu subconsciente no controle da sua vida

O vídeo abaixo é do blog Faz de casa, um veículo bastante interessante, que além de difundir informações bastante úteis, muitas delas restritas e aguardadas por um público para serem absorvidas, oferece espaço para participação do visitante com postagens, que de quebra pode ajudá-lo entre outras coisas a conseguir trabalho.

A essência do blog é orientar as pessoas quanto ao estilo de vida confinado. Dá dicas sobre o que fazer dentro de casa para aproveitar o tempo com lazer e passatempo, dicas de como organizar e realizar as atividades domésticas triviais e dicas de como trabalhar em casa e constituir renda – vão elas desde como realizar contatos com clientes e fornecedores, passando pela compra de matéria-prima e ainda lições de publicidade apropriada para quem produz em casa. Em especial, no campo do trabalho e renda, os sistemas de home-office e fabriquetas domésticas.

Confira, obtenha dicas sobre diversos assuntos e participe postando no blog seus vídeos da área.

Link para o blog:

https://fazdecasa.blogspot.com/

A indústria 4.0 e o futuro comunista

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Listo abaixo algumas profissões e ocupações que irão acabar dentro de 11 anos.

Algumas terão a disponibilidade de cargos escassa, outras não existirão como profissão e outras simplesmente desaparecerão por obsolescência.

Pelo motivo de não serem mais necessárias, devido à automação ou pelo fato de as pessoas no futuro não se interessarem mais pelo produto ou serviço que os profissionais dessas profissões produzem.

Desinteresse provocado por mudança de hábitos, migração de mídia – que aniquilará o rádio, a televisão, jornais e revistas – ou pela facilidade encontrada no modo de operação de outro provedor do mesmo trabalho.

Advogados, médicos cirurgiões, professores secundaristas, professores universitários, revisores, engenheiros, arquitetos, jornalistas, repórteres, apresentadores de TV e rádio, locutores, desportistas, frentistas, mecânicos, restauradores, lavadores, carteiros, caixas, auxiliares administrativos, cobradores de bilhetes, vendedores, despachantes, personal trainers, instrutor de diversas profissões, pregadores religiosos, musicistas, atores e atrizes, modelos, artista plástico, corretores de imóveis e de seguros, supervisores de equipes, operadores de telemarketing, investigadores policiais, espião.

Quando esse tempo chegar, o Capitalismo sofrerá um colapso, pois, perderá consumidores graças ao desemprego massivo. Para evitar isso, muitos exigirão de seus governos a manutenção do modo de operação com que essas atividades são ainda feitas.

Essa exigência popular obrigará os governos a planejar a economia e o trabalho. Abrir mão da tecnologia e cultuar hábitos arcáicos e o tradicionalismo será imperativo.

Aí, as pessoas vão entender por que Cuba rejeita a modernização; por que a Coréia do Norte se fecha para proteger sua cultura, que suporta vida digna para a população ao dar de mão da cultura yankee; por que a União Soviética não se abalou com a Grande Depressão de 1929, tendo simplesmente evitado inserir novas tecnologias em seus métodos produtivos. E clamarão seus modos de pensar.

E diferente do Comunismo, o Capitalismo se modificará bastante, frustrando um magnânimo contingente de pessoas que deitaram no colo dos liberais imperialistas, deixando por conta deles o controle de suas vidas, assumindo que eles sabiam mesmo o que faziam.

Quem era rico se tornará igual ao que é pobre. E o capitalista não tolera igualdade. Não tolera ser comum. Por isso é que combate a ferro e fogo o COMUNismo.

O Comunismo continuou o mesmo quando do advento da Grande Depressão; quando veio a Crise do Petróleo na década de 1970; quando veio a Corrida Espacial e a Revolução Digital. E continuará o mesmo após a Quarta Revolução Industrial.

Daí se verá muita gente sendo obrigada a reivindicar o regime e bradar contra esses que a aliena e a motiva caçar comunistas e repudiar seu sistema.

Eu me alegrarei quando esse dia chegar, pois, sei que serei um dos privilegiados que poderão dizer: “Eu já era comunista… e sabia”.

Se prepare para o ano de 2030 lendo o livro “A magia que enriqueceu Tony“.

Boa leitura!

Tragédia de Janaúba: Made in Estados Unidos?

A partir de certo momento da minha vida, eu me vi enfiado, por causa dos empregos que arrumei, num meio onde as pessoas se faziam de cultas, intelectualizadas, socialites, esclarecidas. E eu me deixava ser contaminado com aquilo. E acabei absorvendo aquele arquétipo de indivíduo social. Do tipo educadinho, gostos refinados e outras besteiras.
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E aquela gente jogava suas opiniões aonde os assuntos eram discutidos e eu podia ouvir. Sem dar palpite, é claro, pois não era bemvindo o meu palpite. Só acompanhando e exibindo risos e gargalhadas sem achar graça e dizendo gostar de certos valores (chatos) cultuados por aquela gente, sem realmente gostar e sim tolerar, para continuar sendo aceito nos grupos, mesmo que às espreitas.
 
Daí, passei a desprezar as opiniões dos amigos que eram os meus reais iguais. Eu achava que eles não tinham bagagem para me fazer qualquer observação a respeito de qualquer assunto, mesmo que banais, como o que vemos rolar na mídia pro povão discutir.

 

Mas, a quebra do transe ou da hipnose que sofri ocorreu faz tempo e eu há muito me libertei daquele estilo nojento de levar a vida, comendo angu e arrotando caviar.

E uma cabelereira me fez pensar a respeito da opinião dela sobre essa tragédia ocorrida ontem, 06 de outubro de 2017, em Janaúba, Minas Gerais. O brasileiro é mestre em repetir o que vê surgir na mídia, principalmente na televisão. Quer seja no jornalismo, quer noutro segmento cultural.

Se um chinês encher de balas crianças nos Estados Unidos, após a exibição no Brasil do fato catastrófico remoto, em ampla e atraente cobertura, alguém vai gerar a versão tupiniquim para a catástrofe.

Na ocasião que trago à mente para exemplificar foi a conhecida Tragédia do Realengo, ocorrida em 7 de abril de 2011 no Rio de Janeiro. E muitos outros casos de repetecos de tragédias importadas do primeiro mundo poderiam ser reportados se fosse o tema intrínseco deste texto.

Então, continuando a discorrer sobre a opinião da cabelereira, era o caso do público brasileiro exigir que notícias de tragédias sociais fossem inibidas de serem informadas pela imprensa do Brasil. Pelo menos a televisiva. Assim, não se influenciaria ninguém (apesar de eu achar que a ideia dos veículos comunicadores é essa mesmo e que eles ganham subsídio para isso vindo do meio empresarial e político).

E, ademais, reportagens do tipo – fatos policiais – têm que se limitar à região onde ocorrem. Qual o ganho, até mesmo informacional, que o público de certa localidade tem ao saber que um psicopata saiu disparando balas em crianças dentro de um jardim de infância? Isso pode até ser informado, a imprensa precisa rechear seus blocos e cadernos de notícias, mas não com o intuíto de aprisionar mentes a um fato que apenas deveria ser noticiado. Enterrado se possível!

Ficar chocado com a violência que ocorre em um meio distante ou encher-se de preocupação com as vítimas que mal se sabe se são realmente de carne e osso não é ganho nenhum. É tirar as pessoas do que estão fazendo e fazê-las perder tempo e dinheiro ou distraí-las para tapar ações nefastas, de politicos, empresários ou de burgueses, que a mídia é paga para tapar.

É deturpar informações e impregnar na mente do público, para que ele aceite, que em qualquer parte do mundo é dos círculos populares que saem as fatalidades mais grotescas e que por causa disso as pessoas devessem permitir ou continuar a permitir que a sociedade seja governada pelos entes dos meios mais sofisticados, pois, eles seriam mais pacíficos, controlados emocionalmente e entenderiam, em posição privilegiada, melhor a psique humana. Uma vez “eles” no governo, nós já sabemos o que acontece depois. Sem precisar que veículo de comunicação nenhum nos informe. Aliás, essa farra eles já não nos informam de maneira alguma!

Quem são os que foram representados pelo voto sim ao impeachment da presidente?

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Hitler, Mussolini, Frank Delano Roosevelt, Winston Churchill, Hirohito, Alcapone. Ideologicamente todos esses estavam ontem, 17 de abril de 2016, no Congresso Nacional encarnados naqueles que votavam sim ao impeachment da presidente. Financiando eles tínhamos: os Rockefeller, os Rotchild, os Windsor, os McCarty, os Bush, os Ford. George Soros, Bill Gates. Maçons, rosacruzes, Iluminatis, a máfia italiana, o Cartel Terra Nostra. A Monsanto, a Dawn, a Bayer, a Nestlé.

Os Marinho, dando cobertura para todo o cartel da comunicação mundial. O PIG: Partido da Imprensa Golpista. Que engloba, entre outros, a Folha de São Paulo, a revista Veja, as organizações Globo.

O agronegócio. Que agora tem caminho livre para jorrar nos ares seus agrotóxicos e para semear sementes transgênicas. Cancerígenos que acabam com o planeta. A saúde dos brasileiros será exterminada.

A máfia dos remédios, das vacinas e dos laboratórios farmacêuticos internacionais. A perversa Unimed, que é do segmento financiador do Eduardo Cunha, que quer acabar com o SUS e implantar planos de Saúde Bradesco para ser descontado nos holerites dos trabalhadores. Quem não estiver empregado não vai poder tratar de doenças.

A máfia das escolas, da telefonia móvel, dos transportes. O Uber.

A censura, a perda de direitos, de trabalhador e de consumidor. Os políticos corruptos — os que aparecem e os que a mídia esconde. Os militares — remanescentes ou adeptos da ditadura militar.

Os homofóbicos, os racistas, os pedófilos e os exploradores da fé religiosa.

Você que comemorou, que soltou foguetes ou espalhou pelas redes sociais posts favoráveis ao golpe, se cuide, caso você não tenha acesso a esses colarinhos brancos bon-vivant que votaram sim ao impeachment.

Os bolsos deles estão mais cheios do que os de qualquer petista. Eles ganham muito bem para representar esses que foram relacionados aí pra cima. Não se iluda pensando que eles estão bem intencionados, preocupados com a corrupção e do seu lado.

Do jeito que a coisa foi feita, os golpistas não precisaram de apoio popular para aplicar o golpe. As decisões ficaram entre eles próprios no conchavo parlamentar. Ninguém se sente representado por esses estranhos. Espanta saber que a gente é que põe eles lá para nos representar. Será que pomos mesmo? Será que eles não vão pro cargo também por meio de golpe e a gente faz papel de palhaço nas urnas e leva a culpa de ter colocado eles lá?

Eles agiram como nazistas. Colocaram o povo contra o PT. Espalhando coisas como “o partido estaria com interesse de acabar com os direitos dos trabalhadores”. Eles prepararam a população ideologicamente a conviver com a falta desses direitos porque uma vez no poder são eles que vão tirá-los.

Décimo Terceiro, FGTS, Seguro Desemprego. Tudo isso sofreu ataque durante esse tempo, para que você desenvolvesse o ódio ao PT. Tudo aquilo que o PT te deu nesses 16 anos, que te aproximou socialmente dos barões dessa nação, eles ameaçam tirar.

Desvirtuam os programas, falam que não prestam. Não prestam? Mas você tem usado todos eles, não é? É Fies, é ProUni, é o Bolsa Família, é o Minha Casa Minha Vida. As cotas na Universidade, o SUS. É você quem sabe se presta ou não. É você quem usa. Eles não, eles não andam de ônibus, eles não estudam em escola pública. Nem os filhos deles têm que se dignar a qualquer coisa dessas. E os filhos deles ainda querem o seu lugar na universidade pública.

Hoje vi muita tristeza nas ruas. Muita gente só caiu na real depois que o golpe foi dado. Nem de longe se pareceu com o impeachment do Collor. O do Collor até o eleitor dele comemorou. Agora não, nem crime de responsabilidade existiu. Pedaladas fiscais, que governante que não faz isso? Pode já iniciar o mandato do Temer com o impeachment então.

Moralização, acabar com a corrupção? Que espécie de povo ingênuo é esse que acredita que esses corruptos querem mesmo acabar com a corrupção? O próprio palhaço presidente da Câmara, que liderou o show circense, é réu.

Eu quero saber se eu vou poder votar novamente pra presidente nas próximas eleições. Porque, se eu puder, se nesse restinho de governo esses canalhas não transformarem o voto presidencial em indireto, eu vou me juntar a 54 milhões de indignados e vamos colocar de novo a esquerda no poder. Quer seja o PT, o PDT, o PSOL, o PCdoB. Eu vou gravar a cara de cada um desses que votaram sim e se depender de mim eles não vão ser votado. E a minha propaganda será forte contra eles. Essea inimigos da pátria e da democracia.

Fica aí os versos de um preocupado Renato Russo, da música “Metal contra as nuvens”, que parecia prever este momento em que a democracia parece estar no CTI e a liberdade cairá por terra.

Não sou escravo de ninguém
Ninguém senhor dos meus domínios
Sei o que devo defender
E pelo amor que tenho temo
o que agora se desfaz