O seu orgasmo pode destruir o Capitalismo

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Tenho me interessado bastante por Magia Sexual e me aprofundado no assunto. Particularmente no que ensina o tantrismo. A coisa de reter ao máximo o orgasmo durante as estimulações sexuais e na decorrência do clímax injetar na mente a imagem de uma solicitação ao Universo, a qual, de acordo com a habilidade do tantrista, será expressa em sua realidade.

Havendo confirmação científica dessa teoria e sendo ela possível a toda humanidade, o mais comum dos desejos enviados ao Universo no momento de auge orgasmático para serem realizados seria a independência econômica.

Em outras palavras: ficar rico. Viver sem ter patrão, sem ter que trabalhar e ter de tudo até mesmo sem ter que consumir. Bastando um revirar dos olhos para que o que quer que se queira obter apareça, de alguma forma e em qualquer tempo, na realidade do aspirante.

Até aqui é fácil entender que essa prática hinduísta ameaça o modelo econômico preferido do Ocidente. Porém, a expectativa de confirmação dela é minúscula.

O maior obstáculo não é acreditar que desejos enviados ao éter, qualquer que seja a forma de envio, possa fazer modificações na realidade de alguém. É a parte física, que envolve muita concentração e capacidade de retenção ou adiamento do orgasmo até que certo potencial de energia biológica esteja pronta para ser expulsa do corpo humano, legando ao experimentador poderoso poder psíquico.

Mas, considerando que a teoria por trás da técnica esteja certa, e se de repente alguém aparece com um produto que poupa todo esse trabalho de concentração? Um produto, patenteado, que prometa ajudar no adiamento e respectiva ampliação do orgasmo.

Esse produto faria uma revolução nos hábitos humanos tal qual fez a Coca-Cola quando surgiu disponibilizando um sabor completamente prazeroso inexistente na natureza.

Remédios alopáticos e homeopáticos para acabar com a ejaculação precoce existem. Já é metade do caminho andado. A outra parte pode ser cumprida implantando-se na fórmula de um desses compostos o princípio concernente das drogas psicoativas.

Alcançando-se êxito nessa empreitada, ainda assim não se estaria pronto para gozar da cara do Capitalismo, pois, quem estivesse por trás da patente estaria dando as cartas nas bolsas de valores.

Da mesma forma que certas marcas ditam o consumo e por isso são proeminentes nos mercados que atuam, os fabricantes e comerciantes da pílula das realizações o seriam no único mercado que existiria e que suportaria nas costas todo o Capitalismo.

Só que não! No Tantra só é necessário conhecer o caminho para poder seguí-lo quantas vezes se desejar. Basta uma viagem. A dois ou a só. Uma vez que se consegue realizar as atividades sensoriais e orgânicas que perfazem a proeza da construção da própria realidade que promete a técnica hinduísta, se torna cônscio delas e se memoriza os passos a dar.

Diferente do analgésico, por exemplo, que impede substâncias de levar ao cérebro informações sobre foco de inflamações ou outro problema existente no corpo, fazendo com que a dor seja ignorada pelo não recebimento dessa mensagem pelo cérebro, a pílula das realizações proporcionaria ao ‘drogado’ conhecer os estados internos e os métodos de atraso do orgasmo que seu organismo desencadeia quando desempenha uma atividade tântrica. Mesmo sendo esta simulada por um comprimido.

Tanto é verdade que esse autoconhecimento acontece, que o Viagra já encontra concorrência na libertação que o uso massivo da droga proporciona. O objetivo desse medicamento é fazer chegar fluxo de sangue até o pênis, o que melhora a ereção, logo, auto-estimular essa atividade do corpo é questão de observar a ação do remédio durante o seu uso. Se verá que o que toma conta de tudo, na verdade, é a confiança que o usuário sente na capacidade do estimulador genital.

Porque as grandes religiões, sobretudo a cristã, são braços disfarçados do Capitalismo é que a Magia Sexual, ministrada principalmente por grupos pagãos e ocultistas, é inibida, censurada e proibida pelos líderes religiosos.

Da mesma forma sofreria inibição a droga libertadora aqui pensada. Seria ela tachada como produto ilegal e só se teria acesso a ela por meio clandestino. Um narcotráfico específico se formaria.

E todos nós sabemos que são os poderosos do meio corporativo que decidem o que é ou não ilegal, conforme suas conveniências. Que no caso, certamente alegariam se tratar de questão de saúde pública a decisão que tomassem a respeito do produto libertador.

Montariam guarda e procurariam cercear a liberdade daqueles que cometessem o crime de busca pela independência econômica. Condição mais do que suficiente para destruir o Capitalismo. Que novos Dr. Gerson possam aparecer para viabilizar esse método de cura.

Uma maneira simples e eficaz de acabar com o Capitalismo

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IMAGEM: Internet

Você quer ser livre? Está saturado da mordomia e arrogância dos políticos? Tá cansado de ver a mídia dar as cartas, agir no intelecto das pessoas para estas terem certos comportamentos e com isso preparar terreno para políticos e empregadores cometerem abusos? Quer dar um basta na exploração dos patrões e dos políticos? Quer enfraquecer o poder da maçonaria? Então, meu, gaste dinheiro. Em espécie.

Se todos de repente exigirmos a volta do dinheiro em espécie, o capitalismo entra em colapso. Se todos, por exemplo, resolvermos sacar o que temos em contas correntes e poupanças, os bancos não terão como pagar e terão que responder por calote.

Se todos formos aos supermercados buscar o mesmo produto, nem todos sairão do estabelecimento com o produto na mão. A procura será maior do que a oferta. Os fabricantes terão que contratar mais trabalhadores para satisfazê-la. Pedirão empréstimos para arcar com a produção. Se endividarão.

E se no dia seguinte, simplesmente a gente boicotar o tal produto? O mesmo ficará encalhado. O supermercado se verá em apuros por ter apostado na compra. Não cumprirá com o pagamento feito à crédito em duplicatas.

O fabricante terá problemas com a justiça por não cumprir as obrigações do contrato de trabalho com os empregados. Os bancos serão os primeiros a tomar das empresas o calote.

Sem receber, o banco quebra. Vai à bancarrota. Desferirá sem piedade pra cima de seus devedores. Que serão os patrões. Oh, glória!

Muitos comerciantes vendem eletrônicamente o que não têm para vender. Em muitos casos, sequer é possível para o planeta produzir as entregas prometidas. Muitos dos compradores não buscam receber o que compram.

Tudo o que se vê ultimamente em termos de compra e venda é especulação. Um promete o que não tem, na espectativa de não ter que fornecer; outro solicita o que não precisa, não se importando se não receber.

As exigências de consumo estão sendo satisfeitas pelo ato de contratar e de pagar, mas não de consumir. E esta realidade é imposta pelas corporações. Quantas vezes você usou totalmente o crédito que você pôs em seu celular?

As operadoras dizem pra você que suas ligações são ilimitadas, mas, você reclama é do que tem limite, o acesso a dados. E mesmo podendo efetuar ligações, você prefere comprar mais dados e se render à comunicação mais vantajosa para as operadoras por ser paga por pacotes. Pare de cumprir com a expectativa delas.

Se de repente todos nós resolvermos voltar ao tradicional, exigindo pagar e receber com papel moeda e tocar no ato da compra o produto que se deseja comprar e por fim o levar para casa, o Capitalismo entra em colapso e pode até se extinguir. A melhor forma de acabar com o Capitalismo é fazê-lo voltar às suas origens.

Hoje em dia impera o crédito. E na base do crédito, muitos são ricos e poderosos. Crédito é fidúcia, é crença. É só confiança. Você precisa acreditar que alguém tem o que faz parecer que tem para que ele se mantenha em seu status de quem controla você. A partir do momento que você põe à prova aquilo que um magnata ostenta, se ele não puder prová-lo, ele não é diferente de você.

Quando os magnatas são iguais àqueles que os tornam magnatas comprando seu produto, a economia se vê em estado de choque. Se está, então, à beira de se pedir socorro para o socialismo.

Portanto, derrubar o capitalismo ou forçar a implantação do socialismo para estabelecer a igualdade entre os povos e parar a exploração do homem pelo homem é uma questão de comportamento econômico que está ao alcance de qualquer um.

E não é preciso que toda a população de uma nação se comporte como tal. Basta que um grupo organizado faça aparecer nas estatísticas dos analistas econômicos certa tendência de consumo. Estes, de porte dos dados oferecerão suas análises aos produtores. E estes, como de costume, apostarão no que determinarem esses consultores. Se logo a seguir, o comportamento do consumidor for o de negar a tal tendência, deixando na prateleira quando os analistas disseram que ocorreria o contrário, a rasteira é dada.

Como, por exemplo, uma multidão combinar de acessar o Google e pesquisar sobre o mesmo tópico. A companhia vai colocar o tópico entre os trends (mais procurados) em seu site. Vai vender para um monte de imbecis essa informação. E os imbecis vão traçar estratégias com relação à informação. Imagine o desequilíbrio que o gasto em vão causaria quando os compradores de trends observarem que ninguém estava de fato interessado no que lhes foi informado?

Basta que muitos comecem a preferir pagar com papel-moeda (dinheiro vivo), à vista, comprar como tradicionalmente, evitar o cartão de crédito ou a compra pela internet, preferir os modos antigos de consumir certos produtos e rejeitar produtos novos para que a desforra sobre toda essa audácia política e econômica seja possível.

No trabalho, basta abrir mão das tecnologias atuais e trabalhar com os recursos com que se trabalhava antes da evolução tecnológica. Se o patrão não quiser empregar nessas condições, faça o trabalhador o seu próprio emprego. Ou trabalhe informalmente.

Em toda história, o patrão sempre foi a figura do que tem os meios de produção. Hoje, qualquer um consegue produzir qualquer coisa se tiver que ser pelo modo antigo. O patrão se sustenta por possuir tecnologia de ponta. Só que esta pode ser substituída pela antiga por aquele que precisa produzir pra poucos. O patrão clássico não pode.

Uma vez vendo o trabalhador tocando sua vida construindo o próprio emprego, o patrão irá atrás dele pra ofertar condições melhores de trabalho e também de salários. Patrão não gosta de pôr a mão na massa. E nem os seus. É com o trabalhador que ele tem que contar se quiser fabricar e distribuir o que quiser produzir para lucrar com isso.

O poder está nas mãos do trabalhador e do consumidor. Políticos são desnecessários e patrões são dependentes da nossa boa-vontade de trabalhar e de consumir. Não é, de forma alguma, compreensível que tenhamos que estar tolerando, por exemplo, as insandices de Jair Bolsonaro ou as ameaças do Paulo Guedes. Não temos que tolerar tanto poder dado para os empregadores e tanto açoite ao trabalhador.

Os poderosos só possuem a audácia e o controle sobre os homens quando podem intimidar insinuando serem quem controla os que a seu favor seguram armas e atiram. Se tivermos consciência de que precisam de nós como trabalhadores, ainda que da forma com que exigirmos trabalhar, e como consumidores não precisamos temer repressão armada.

E ainda está sob nosso poder esfregar na cara dos poderosos usurpadores que os que pegam as armas deles para nos reprimir também são gente como nós. Trabalhadores e consumidores explorados. Gente que não atiraria nos seus entes queridos antes que os mesmos sejam capazes de domá-los pela conscientização que mostra qual o lado a que pertencem.

E ademais, qual violência há em não se comportar como consumidor ou como trabalhador da forma que o mercado e os políticos esperam?

Tecnologia da escravidão

Continuando a série que pretende formar um manual de engenharia social, vamos dar uma pausa na apresentação de técnicas e entrar numa reflexão que põe em xeque todo o modelo de sociedade cultivado no Ocidente. Mais precisamente o chamado American Way of Life (modelo de vida do americano).

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Você já parou para pensar sobre a função do desenvolvimento tecnológico? Inicialmente nos fazem acreditar que se desenvolve tanto tecnologicamente a sociedade pelo simples objetivo de lhe facilitar as tarefas cotidianas, facultando aos membros dela menos esforço para realizar essas tarefas e mais tempo para gastar com ócio.

O que eles fazem na prática é reduzir a necessidade de pessoas na produção, legando a sociedade, com isso, problemas de desemprego. Desemprego que não seria problema se em contrapartida o sustento das pessoas fosse provido pelo Estado. Mas, não é isso o que acontece.

O que acontece são as pessoas continuarem a precisar arcar com compromissos e esse arcar depender de dinheiro. Dinheiro que falta por não haver emprego, a forma tradicional de obtê-lo. A premissa do mercado aberto e da oportunidade para todos enveredarem em negócios próprios para não ter que contar exclusivamente com ocupações em empresas, se fosse absolutamente verdadeira não veríamos na competição mercantil tanta manobra para derrubar pessoas que buscam se virar autonomamente, como os mascates, as marginalizando e as colocando sob fiscalização seguida de repressão, sob a alegação de tirarem venda ou serviços das empresas, que pagariam impostos e gerariam emprego.

Essa gestão, então, é comprometida pelo excedente populacional que não tem condições de praticar o consumo por não ter trabalho e que não encontra oportunidade para trabalhar, devido à escassez de vagas no mercado e ao cerco ao empreendedorismo praticado pelo Estado sob demanda solicitada pelos grupos econômicos hegemônicos. Esse excedente, por sua vez, para os gestores deve ser eliminado.

Ocorre, invisivelmente e blindado pela atribuição de se tratar de teoria conspiratória as acusações que chegam ao grande público, o uso de táticas de controle populacional e de práticas de geração de demanda falsa ou inútil de consumo. O controle populacional visa eliminar populações inativas e a geração arbitrária de consumo visa a manutenção de empregos e de lucro para os empreendedores aceitos. O culto à futilidade e ao afazer desnecessário são imprescindíveis que façam parte do cotidiano do contingente de contribuintes do Sistema – idiotas-úteis, como Gramci chamou.

Para que tudo funcione, muita engenharia social é adotada. A saúde e o intelecto das pessoas são manipulados. Os hábitos e as crenças dos indivíduos são condicionados. São a debilitação salutar, a orientação intelectual deturpada e a manutenção de hábitos e crenças manejados que sustentam o modelo social. Cultivando essas instituições, as pessoas são carregadas até as iscas que o Sistema joga para fisgá-las. A mídia é a instituição que doutrina os costumes e os credos que não são pertinentes à Igreja. É quem arma as armadilhas para a indústria cativar e explorar seus operários e seus consumidores.

A indústria alimentícia fatura fornecendo veneno para os consumidores ingerirem e formando, com isso, doentes para a médico-farmacêutica. A do entretenimento, a do esporte e a da moda faturam emburrecendo, infantilizando, futilizando e alterando a sexualidade dos que se submetem a elas. A da droga, do tabaco e a do álcool recebem a tarefa de propiciar o caos que favorece a administração de indivíduos e as promessas que levam à cargos políticos. Os latifundiários ditam as regras para os meios fazendeiro e imobiliário. Os governos providenciam leis e gerenciamento para que essa elite oligárquica sempre consiga a adesão dos contribuintes do Sistema.

Cada grupo de fantoche alimenta um mercado criado para ele. O comportamento dos membros de cada grupo, minuciosamente pensados por psicólogos sociais em institutos específicos, resultam de matrizes de comportamento que são implantadas através da escola, da igreja, da mídia e até da família.

O meio militar assegura o andamento da carrugem tal qual exige o Sistema. E tem também a função de garantir a integridade da propriedade privada e os interesses do Capital. Engana-se o popular que acredita que a função da polícia é proteger a população. E que a do Exército é garantir a soberania nacional.

Todos os mecanismos corporativos, institucionais e políticos nesse complexo cooperam entre si por uma causa em comum: sustentar-se no poder e gozar seus membros, por gerações e gerações, de vida farta, cheia de regalias e garantida de jamais ter o status quo alterado. Incluindo os políticos, que, aparentemente, para estarem em seus postos são votados pelo próprio povo que eles manipulam.

E o efeito desse plano junto à população é sutil. Ninguém se vê fazendo o que foi planejado para ele fazer. Ninguém admite que faz exatamente o que está no algoritmo da matriz de comportamento implantada em sua mente. Todos pensam que são independentes, que possuem livre arbítrio.

Todos acordam, escovam os dentes, seguem para o lazer, para o ensino ou para o trabalho, fazem suas refeições e voltam à noite para casa, a fim de constituir um pouco de entretenimento e sofrer engenharia social na frente da TV, do computador ou do celular, praticar sexo e, por fim, terminar o dia em uma cama, após destinar orações conforme sua fé. E começar tudo de novo no dia seguinte, na hora determinada para começar.

E o mais incrível é que os escravos nesse ecossistema amam a servidão. Não ousam desejar provar do tipo de vida que o lado escravocrata leva. Não conhecem a sua força e muito menos sabem que quem pode mudar tudo isso são eles próprios. A única tormenta que sofre a elite comandante é imaginar que um dia a massa venha a saber disso. Por isso é que ela providencia tanta engenharia social para desviar sua atenção das verdades.

Mudança de vida ao alcance de todos

A maioria esmagadora dos humanos quer mudar de vida. Faz de tudo para obter informações sobre como fazer isso. E o que consegue é sempre informações complicadas, que exigem realização de verdadeiros rituais para funcionarem. Vai saber se funcionarão mesmo!

Mas, será que tem que ser assim? Será que não existe um método que permita haver mudanças por esforço próprio na própria realidade, sem ter que se sujeitar a rituais complexos? Algo digno do que entendemos por magia pura e simples: pensar e obter logo em seguida?

Há algum tempo, eu me encontrava à beira de cair no sono e me veio uma proposta. Todos nós temos programado em nossas mentes um padrão de pensamentos. Fui atiçado a indagar para mim mesmo: “E se eu mudasse esse padrão arbitrariamente“. Mudar por mudar, simplesmente mudar. Eu forçaria meu cérebro a realizar sinapses cerebrais que não lhe são natas ou que não lhe são frequentes, com isso eu o faria desenvolver-se, expandir-se, aprender a criar alternativas e responder rapidamente. Sabia lá eu o que significaria isso!

A primeira ideia que me veio envolvia o sentido do olfato. Estamos acostumados com os aromas, os bons cheiros, como os de perfume. Uma atitude radical como enfiar a mão em um punhado de estrume e cheirá-la foi o que de imediato me ocorreu.

Imaginei que haveria um curto-circuito na minha mente, pois, ela está programada para recusar tanto essa atitude de enfiar a mão no interior de uma plasta de estrume, quanto a de após isso cheirar a mão. Meu órgão controlador da minha moral teria que adaptar-se à minha decisão, uma vez que tudo ocorreria conforme a minha vontade.

Eu estaria, com isso, dominando a minha vontade. E a minha mente estaria a produzir uma realidade diferente da habitual para me atender. Isso não deixa de ser uma mudança na minha experiência, que eu iria ter que julgar como boa ou má. E se possível sem sofrer qualquer influência de conceitos já implantados em meu ser, os quais dizem que eu devo julgar com o máximo de repugnância o fato descrito.

Eu experimentaria, então, o que é ser livre. Uma sensação de poder, proveniente do bem-estar inevitável de ser experenciado quando se vê a ser capaz de burlar regras, tomaria conta de mim. E esta seria a mola propulsora que faria, a partir de então, dominar a única responsável por, através de meu cérebro, me dar os meus dias: a minha mente.

E assim venho procedendo. Não cheirando estrume na mão, é claro! Mas, fazendo, dentro das precauções necessárias, o que normalmente eu não faria. E venho conquistando uma força interior que é o que vai me levar a conquistas interessantes. Não rejeitando, obviamente, a possibilidade de não estar a haver melhora alguma na minha realidade, pois, é apenas sensível a detecção de novas experiências vividas e o conceito de melhora é proveniente de conceituações previamente implantadas por terceiros na psique da sociedade. Uma batalha contra essa conceituação acontece. E é saindo vitorioso dessa batalha que se reconhece mudanças na vida.

A vida é o produto dos nossos paradigmas ou crenças. E é mudando esses paradigmas e crenças que criamos independência de viver. E passamos a viver o que queremos e não o que querem os outros.

Como funciona a mente de quem vê mensagens subliminares em vídeos

Assuntos que fazem muito sucesso na internet são teorias conspiratórias e mensagens subliminares na arte. O conteúdo é fantasioso e confunde bastante as pessoas, que inevitavelmente ficam com uma pulga atrás da orelha e não conseguem dar como fantasia o que é sugerido ser verdade nos materiais do tipo que elas acessam. Acabam, por ficar com as informações na cabeça, indo buscar esclarecimentos e atraindo mais e mais produtos similares para encucar-se ainda mais.

A Princesa e o Cavaleiro - O Monstro da Piramide (SS-Grade-GuardaCorpo)

Porém, é preciso ter em mente que criar teorias conspiratórias ou mensagens subliminares é muito fácil. É claro que é preciso ter a mente prodigiosa quanto ao assunto. Ela tem que ser hábil em comunicação persuasiva, abastecida de informações de conhecimento geral ou específico da área em que se deseja instalar pseudoteorias e tem também que possuir muita imaginação para concatenar tudo.

O implicante é que essas teorias e mensagens são empolgantes. Às vezes a gente acredita nelas e as propagamos devido a esse fator. E seus autores ficam seguros quanto a verdade do que propagamos, tornando-se autoridade na matéria, angariando fama e respeito, prestando serviços até para governos e grupos empresariais ou políticos que precisam distrair a população com algum assunto para com isso aplicar nela algum golpe dentro de seus nichos. Com muita instância jogá-la contra um inimigo.

A exposição alternativa do número 666 e referências a nomes de deuses, como, no vídeo, o deus Borr, da mitologia nórdica, visto no vídeo extraído de uma animação da Walt Lantz Productions, são frequentemente usados pelos compiladores de mensagens subliminares para impressionar seu público. Borr era filho de Buri e pai de Odin e se casou com uma mulher chamada Bestla, filha de Bölthorn, o gigante; e tiveram outros dois filhos: o segundo Vili, e o terceiro Ve. No vídeo, a experiência de James Vicary com o taquitoscópio está adaptada e a imagem pode ser vista em uma velocidade de 0,000033 frames por segundo, que garantem vencer a barreira da análise e processamento racional do cérebro, impregnando-se a mensagem diretamente no subconsciente de quem se expõe à cena, para dali ser processada.

No livro “Os meninos da Rua Albatroz” várias dessas teorias e mensagens são questionadas de maneira a deixar o leitor com a pulga atrás da orelha ao reverso. O principal ataque sofre o que defende a ufologia – existência de influência de seres extraterrestres na humanidade. Que seria uma farsa tão tremenda que é possível que todos os relatos sejam verdadeiros, porém, todos eles de natureza bem terrestre, a ser escondida essa natureza por vários governos, utilizando-se da pseudociência para distrair a opinião pública e ocultar os fatos.

Confira abaixo um exemplo de como criar uma mensagem subliminar. Em postagem futura vamos juntos criar uma teoria conspiratória e quem sabe uma religião.

O vídeo acima é um trecho do episódio “O monstro da pirâmide” do desenho animado “A Princesa e o Cavaleiro“. O episódio conta a história do sequestro da princesa Safiri por capatazes de um reino ambientado no Egito. A princesa passa um bom bocado para provar que foi sequestrada indevidamente. Os emissários estavam atrás de uma donzela de seu reino, que fora parar, num barco, no reino de Safiri. Ela usava um bracelete de ferro, que era o sinal que os capangas utilizavam para reconhecer sua perseguida. Acidentalmente, enquanto Safiri ordenava a foragida a se esconder, após livrá-la do bracelete, o mesmo foi parar no braço de Safiri e travou-se. O que fez com que os homens que perseguiam a donzela destinada a um sacrifício ao deus Osiris a confundisse e a levasse no lugar da original.

A imagem mostra um guarda-corpo do castelo egípcio onde Safiri foi aprisionada. Os balaústres formam a letra S em seguidas vezes. O imaginativo criador de mensagens subliminares pode se valer do fato de haver bem nítido a forma de uma letra na representação das grades e criar com isso uma menção a algo, geralmente siglas, que contém a letra, uma vez que a cena aparece em um momento de transição entre cenas no vídeo, como a não significar nada.

Uma oportunidade seria a sigla SS. Da SS, a polícia secreta nazista. Por estar representada várias vezes a sigla na imagem, eles procurariam remeter a essa repetição para submeter seu leitor a aceitar que o objetivo disso é sugerir que existam muitas SS nazista pelo mundo à fora, incluindo o Egito, onde se valeriam de sacrifícios de humanos os governos e capturariam bruscamente pessoas para seguirem seus propósitos. O fato de o S aparecer camuflado como balaústre eles aproveitariam para informar que essas supostas SS existentes pelo mundo a fora são de mesma forma ocultas. Até a polícia militar de uma unidade federativa poderia ser uma delas.

Temos então uma mensagem subliminar e algumas informações contidas nela para se ocupar o tempo. Vou te libertar de criar crença nisso, lhe informando que esta eu mesmo criei para escrever esta postagem. Espero que você tenha gostado e, caso tenha dificuldade de duvidar de coisas desse tipo, tenha aprendido que a possibilidade maior de serem verossímeis o conteúdo desse tipo de material é quase nula.