O Design thinking no combate às perdas da Indústria 4.0

Publicado o novo livro do escritor A.A.Vítor: Os passos da eficiência. Segue sinopse.

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Dois executivos estão prestes a assinar o contrato que irá afirmar a agência de publicidade da qual são sócios e um deles, devido a uma fatalidade, vê entrar em seu caminho um jovem deficiente físico conformado com a vida sem sucesso profissional devido à sua limitação física. Ao ser salvo pelo deficiente do ensejo fatídico, o empresário lega um desejo incontinente de o recompensar. O desejo se torna uma obsessão e o homem faz qualquer coisa para se livrar dela.

Consta que o grande contrato assinado pelos dois sócios exige uma campanha bastante prodigiosa, pois o produto a ser socorrido por meio da publicidade beira a extinção devido ao eminente advento da Quarta Revolução Industrial – ou Indústria 4.0. Buscar uma solução de sobrevivência para um produto com imensa dificuldade no mercado requer a sensibilidade de alguém que em seu dia a dia está a lidar com adaptações. Um deficiente físico é alguém assim.

Nasce desse mote uma imperdível história que narra casos de inovação, aumento de autoestima, motivação e superação focada nos campos do empreendedorismo e das relações interpessoais. Muita ação é vivenciada na trama e garante ao leitor experimentar bastante emoção e absorção de conhecimento e preparo para o futuro que se esboça.

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Os passos da eficiência

Publicado o novo livro do escritor A.A.Vítor: Os passos da eficiência. Segue sinopse.

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Dois executivos estão prestes a assinar o contrato que irá afirmar a agência de publicidade da qual são sócios e um deles, devido a uma fatalidade, vê entrar em seu caminho um jovem deficiente físico conformado com a vida sem sucesso profissional devido à sua limitação física. Ao ser salvo pelo deficiente do ensejo fatídico, o empresário lega um desejo incontinente de o recompensar. O desejo se torna uma obsessão e o homem faz qualquer coisa para se livrar dela.

Consta que o grande contrato assinado pelos dois sócios exige uma campanha bastante prodigiosa, pois o produto a ser socorrido por meio da publicidade beira a extinção devido ao eminente advento da Quarta Revolução Industrial – ou Indústria 4.0. Buscar uma solução de sobrevivência para um produto com imensa dificuldade no mercado requer a sensibilidade de alguém que em seu dia a dia está a lidar com adaptações. Um deficiente físico é alguém assim.

Nasce desse mote uma imperdível história que narra casos de inovação, aumento de autoestima, motivação e superação focada nos campos do empreendedorismo e das relações interpessoais. Muita ação é vivenciada na trama e garante ao leitor experimentar bastante emoção e absorção de conhecimento e preparo para o futuro que se esboça.

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Como saber se temos ímpeto de empreendedor?

Empreendedor é aquela pessoa que tem uma idéia, uma vontade ou uma intenção e se vale de métodos para atingir o objetivo. Pode ser lançar um produto ou enveredar em um negócio, comprar um objeto ou conquistar alguém.

Em negócios, particularmente, a pessoa empreendedora necessita ter mais algumas características, que a torna única, pois dos outros tipos de empreendedorismo todos nós temos um pouquinho, e entre elas a de ser dona do seu nariz.

Sim, o sujeito empreendedor não pode ficar à espera de decisões acontecidas em reuniões de terceiros para ver sua idéia, vontade ou intenção em ação. Falar que seres assim são bastante inteligentes é redundante.

[CONTINUE LENDO EM: http://sellyourfish.blogspot.com/2013/01/como-saber-se-temos-impeto-de.html]

Drones: Seriam humanos por trás dos discos voadores?

Não sei se eu gostaria que o seu moço do disco voador me levasse pra onde ele fosse, conforme cantava Raul Seixas.

drone

Há um capítulo no livro “Os meninos da Rua Albatroz” destinado a lançar reflexões sobre a origem e o desenvolvimento da crença nos discos voadores e nos seres extra-terrestres. Idem o nascimento da ufologia e o financiamento que ufólogos teriam recebido para manter e fazer crescer a crença, que além de ajudar a guardar segredos militares das nações poderosas, gerava boa receita com o público leitor, telespectador e ouvinte de rádio. Além de distraí-lo de assuntos políticos.

As reflexões sugerem que as naves supostamente avistadas não passavam de criações bem humanas. E os seres supostamente extra-terrestres que as conduziam, humanos ou híbridos de humanos frutos da eugenia praticada nas clínicas nazistas.

Vários modelos de naves, como o Sino Nazista, apresentavam problemas para sua condução por pilotos pois emanavam muita radiação. Precisavam criar seres humanos capazes de superar aquela emanação para que as naves fossem aplicáveis.

Outra obsessão das equipes de Hitler com a eugenia era dar luz à raça ariana. Um tipo de ser humano com inteligência e aptidões físicas superiores e poderes sobrenaturais. Hitler teria se inspirado no livro “The Coming Race”, de Edward Bulwer Lytton, a criação. Uns dizem que ele acreditava que Jesus Cristo teria sido um ariano.

O cérebro humano foi muito pesquisado pelos médicos nazistas. Queriam eles dar origem a um super cérebro capaz de canalizar conhecimentos na natureza e oferecer ao nazismo as informações, as quais os fariam dominar o mundo. Inventos, fórmulas e equações físicas, químicas e matemáticas, teorias humanas, conhecimento do Universo viriam em seu poder por meio do cérebro dessas criaturas.

O que mais chamou a atenção do público nos relatos sobre avistamentos de naves espaciais não identificadas era o fato de todas elas parecerem discos, voarem em alta velocidade como se estivessem planando e terem total autonomia de vôo tanto na vertical quanto na horizontal. Na ocasião, o que era divulgado é que não se conhecia dentre os humanos tecnologia que fizesse tanto. E durante muito tempo foi assim.

Tal informação ajudava ainda mais a abastecer a crença em visitantes de outro planeta, que teriam tecnologia superior às da Terra. E que seriam eles os condutores dos tais discos voadores, também chamados de OVNI – Objeto Voador Não Identificado.

E encobria o sucesso de equipes de nações que já possuíssem o avanço tecnológico e não quisessem compartilhar com as outras o conhecimento por enxergar vantagens, sobretudo bélicas, em sua exploração. Tendo sido seus membros humanos os desenvolvedores da tecnologia, tendo eles tido contato com seres de civilizações superiores que lhes prestaram informações ou tendo eles desenvolvido super cérebros que canalizaram e trouxeram ao mundo o conhecimento.

Qualquer que seja a verdade, parece que está na hora de ela vir à tona. Alguns filmes de cinema e documentários de televisão, reportagens de sites, jornais e revistas e outros materiais instigam que haveremos de fazer em breve contato imediato de primeiro grau com a verdade. Talvez ela não esteja lá fora, como diz o slogan da série de TV “Arquivo X”.

Mas, nenhum outro preparativo da humanidade para receber a informação bombástica aguardada, escondida à sete chaves desde pelo menos o final da Segunda Guerra Mundial, estimula o pensar que a revelação já começou a ser feita do que o drone.

O drone tem todas as características dos aparelhos consagrados como serem de outra civilização. De mansinho ele vai se popularizando, sem que as pessoas questionem qualquer coisa da sua natureza.

Essa falta de questionamento quanto à tecnologia empregada é própria do advento da internet e do smartphone. Acostumamos a perceber inovações nos aparelhos e nos sites a cada intervalo curto de tempo, que simplesmente achamos normal, que aperfeiçoam, adequam os equipamentos à novas realidades e que o importante é possuir o último modelo e fazer parte da onda.

O fato é que podem estar anunciando sem que percebamos quebras de tabu e de segredos. Muito se fala que extra-terrestres viveriam entre nós. Se de repente aparecem na TV algum destes, não espantaremos. Teremos dificuldades de crer no que informam. Ainda mais convivendo, sem criar problemas, com notícias sobre prática de eugenia e com o cinema e as artes plásticas nos impressionando com sua habilidade de trazer o surreal para telas e instalações artísticas.

Mas, não seria bom sermos tão relapsos. Principalmente se o produtor da tecnologia for o Homem. A Covid-19 está aí necessitando de uma vacina e de ser banido da face da Terra o vírus causador dela. Será que não estaria ao alcance dos desenvolvedores de alta tecnologia a capacidade de nos livrar desse problema?

Eu acredito que sim. Embora eu pense que da mesma forma que os governos teriam se interessado em esconder os projetos e as informações propagadas pela ufologia, utilizando de institutos de psicologia social e da mídia corporativa para isso, estariam interessados em preservar por mais tempo a matança de humanos e as quebras de economia que o novo coronavírus vem ocasionando.

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”. Continue Lendo “Drones: Seriam humanos por trás dos discos voadores?”

Cresça em inteligência e alimente sua prosperidade

arvoredelivros

IMAGEM: Pinterest

Eu era bastante indiferente quanto a uma observação que sempre me teciam. “Você é tão inteligente, não entendo por que não ganha dinheiro”. Um dia eu encuquei e cismei que precisava encontrar essa resposta. Podia não significar nada para mim esse enigma, mas, responder ao que me perguntam é algo que é lei.

De cara eu decidi que uma coisa não tem necessariamente a ver com a outra. Podia ser que ganhar dinheiro fosse mais fácil para quem compreende bem os mecanismos da vida social e o funcionamento da natureza. Entretanto, quantos debilóides são podres de ricos?

A base da riqueza é a venda. Quer queira ou não, tudo que vendemos é um produto que temos para oferecer. Mesmo quando em forma de força de trabalho. Daí, busquei na minha mente o que eu produzia e o que além disso eu poderia produzir.

Pra não demorar muito pensando, ficou claro para mim que meu produto são os livros que publiquei. É, podemos usar isso para discorrer sobre esse assunto. O próximo passo foi concluir que eu não era próspero materialmente porque eu não conseguia vender satisfatoriamente meus livros.

A indagação seguinte foi “e por que não”. Então, a resposta óbvia pairou na minha cabeça: “as pessoas que eu posso alcançar não compram livros”. E olha como fui cônscio e não disse para mim que elas não leem, pois, ler elas leem, mas, a maioria quer fazer isso de graça. Desde que as interessem, elas vão atrás de material literário.

Me veio aquela mensagem que a gente sempre vê em trabalhos de autoajuda, que menciona jogar semente em terra fértil. A paródia com meus livros seria disponibilizá-los onde há compradores de livros.

Não estou falando do óbvio, de ir parar os exemplares em prateleiras de livrarias. Simplesmente porque esse óbvio eu não estou entre os autores que podem contar com ele. Minha alternativa é eu fazer chegar ao leitor o meu trabalho, na raça. Em vez de um terreno fértil, eu precisarei adubá-lo.

O que se assemelharia a adubar a terra nesse caso? Seria chegar em um ambiente e educar aqueles que nele habitam a ler e a comprar o que for ler? Como fazê-lo?

Se eu conseguir achar essa fórmula terei eu uma inteligência acima da média. E inegavelmente esta será premiada com a prosperidade que andam me cobrando.

Na lavoura, as sementes seriam os livros, o adubo seria a estratégia publicitária. Talvez a terra seriam os compradores. Se ela já for fértil, não precisará de adubo.

Se tira disso uma lição empolgante: Meu faturamento estará garantido se eu lançar meus livros em um terreno fértil, onde ninguém necessita passar por uma estratégia de marketing para ser convencido a ler e a comprar o que for ler. Mas, caramba, que lugar seria esse?

Para alguém se destacar pela inteligência não deve ser só pela capacidade cognitiva, de raciocínio, de explanação. Deve ter um pacote. E dentro dele tem que estar “habilidade de efetuar relacionamentos”. De que adianta você ter muita inteligência e só se relacionar com quem a suga ou a inibe? Pessoas que te desmoralizam ou que não te faz exercitar seu precioso dom para te ajudar a extrair o máximo de seu potencial.

Pronto, provavelmente matei a charada. Seria eu caminhar ao lado do meu próprio leitor e consumidor. Contar histórias para ele que o deixe bastante empolgado, inspirado e imaginativo. E em seguida recomendar onde ele encontra mais delas. Não podendo deixar de dizer: “Se quiser trago amanhã mesmo para você um livro desse pra você comprar”.

É como o dono da padaria indo toda manhã, como quem não quer nada, na casa de seus fregueses e ouvir deles: “oh, que bom que você passou por aqui a esta hora, estamos nos preparando para o café da manhã, mas, não compramos ainda o pão, você tem aí para nos vender”.

Não. É diferente. O terreno do dono da padaria já é fértil, todos nós já temos o hábito de tomar café de manhã. O meu não, o meu tem que ser adubado. Pode ser que o sujeito abordado seja leitor, consumidor e tudo mais. Mas, ele deve ter um gênero literário que goste mais, um autor. Às vezes compra pela capa, pela crítica ou pela propaganda.

É difícil lutar contra a indústria, mas, adubar, quando é a alternativa, é mais certo de funcionar se se construir relacionamentos cativantes com clientes potenciais.

Todo mundo que escreve gosta de discorrer sobre assuntos que conhece. Procura conhecer bem, inclusive. Então, enquanto o escritor está no seu… raport, vamos dizer assim, ele procura entreter ou criar interesse em seu companheiro de ocasião quanto aos assuntos que domina. É criando familiarização com um objeto que um indivíduo o compra.

Logo, se você discorre com alguém sobre preparos gastronômicos de modo a levar essa pessoa a lamber os lábios imaginando o prato, ela vai querer saber mais sobre isso se você o ensinar onde é possível conseguí-lo. A resistência vai ser a de sempre: ter que pagar para degustar. De graça, até injeção na testa!

Eu estava brincando quanto a falar pro meu amigo e leitor logo de cara para ele comprar um livro meu. Eu posso dizer para ele ler lá no meu blog, onde é gratuito, mais a respeito do que discorri para ele e o fiz ficar interessado. Aí, sim, o meu blog pode ser um terreno fértil e germinado. Os frutos estarão nele à venda. Se eu conseguir que o meu relacionamento vá até meu blog, o resto é questão de layout das prateleiras.

E assim, creio que respondo a pergunta que não cansam de me fazer. É fazer crescer a inteligência que a prosperidade surge. A inteligência é um imã para o dinheiro.

Não seja a presa preferida dos retardados

besteiraanticomunismo

Recebi essa bobagem pelo Whatsapp. Um marketing de moldagem de opinião contra o Comunismo, que prega informações incautas – onde já se viu classificar vírus e bactérias como não parasitas? – e trabalha em função de distrair aquele que replica o material. O sujeito que me enviou é desses incautos, sem senso analitico e que não tem a menor noção do que é comunismo e do que está fazendo replicando o que recebe.

Estamos submetidos à duas correntes ideológicas. Uma quer tirar a outra do caminho e tomar para si o poder. As duas são capitalistas até o pescoço. Implantar no país o comunismo seria a última coisa que qualquer delas pensaria se tivesse poder para implantar regime onde quer que fosse.

Uma fecha com o golpe contra o presidente Bolsonaro e o sistema bolsonarista. A intenção desta é manter o cenário que estamos nele – o de terror e caos quanto à pandemia do novo coronavírus -, pois, acredita que tem deixado o presidente e seu sistema em maus lençóis por causa de suas trapalhadas ao tentar conter o pânico e inabilidade de argumentação com o grande público quanto ao tratamento da questão. Isso poderia derrubar seu sistema.

A outra trabalha em pró da manutenção do presidente no posto. Prega que a sustentação do cenário dado pela pandemia afetará a economia do país de modo a levá-lo para o buraco. Essa preocupação dos militantes dela é totalmente hipócrita. No fundo estão é preocupados com o fato de que o iminente colapso econômico que esse cenário atingirá inevitavelmente irá mandar Jair Bolsonaro de volta à cargos inferiores na política ou ao desfrute da sua aposentadoria como ex-chefe de estado. Aí, acaba o brinquedinho e o mimo de vaidade daqueles que querem impor a outros que fizeram a opção certa ao eleger a incompetente família Bolsonaro para a presidência da república.

E os marqueteiros que trabalham para essa segunda corrente acreditam que se evidenciar a China como causadora da pandemia e atribuir o fato à intenção de implantação do comunismo no Ocidente é grande agente para motivar aqueles que se expõem ao seu material a aderir à causas que protegem o cargo do atual chefe da nação.

Mas, reflitamos: Se a China é o foco do ataque devido à suposta vantagem econômica que estaria alcançando com sua suposta investida em espalhar pelo mundo a Covid-19, este é um problema do campo da Economia. Deveriam estimular as pessoas a se voltarem contra a China por este viés. As chances de sucesso é muito maior em se tratando de nação experiente no campo econômico como as capitalistas.

Se o Brasil vive uma crise política em que duas vertentes concorrem ao poder, os militantes de cada vertente deveriam se ater à espalhar informações contundentes que faz com que a adesão de outros derrote o adversário. Se as duas são capitalistas, de que adianta colocar na cabeça da massa ataques contra o comunismo?

E a terceira mensagem: Se uns acreditam que a Covid-19 é uma farsa ou que o caos sobre ela é administrado por seus adversários, o melhor é medir esforços no sentido de comprovar contundentemente a farsa ou no sentido de trazer à luz, incontestavelmente, a cura. Quem trouxer a cura ganha essa batalha inexoravelmente.

Portanto, espalhar ideias anti-comunismo a essa altura não passa de plano para desviar as pessoas de pensarem em colapso econômico, crise política e solução para a pandemia. Ou por quererem ganhar tempo, ou por se encontrarem perdidos quanto à soluções que são da sua competência resolver ou simplesmente porque querem perdurar os fatos sobre a doença para simplesmente alcançarem o objetivo de derrubar o presidente.

Ou seja, qualquer das correntes pode estar colocando as pessoas para se ocuparem pensando em questões que em nada alteram o quadro político atual e servirem de laranja para definir objetivos. Seja esperto e não replique o que não consegue discernir, se você não sabe para quem está trabalhando.

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

 

A prova de que a ajuda espiritual existe

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Você é um ímã. O mais poderoso que existe neste Universo. Pode e deve estar atraindo muitas coisas desejáveis e indesejáveis. Veja que eu pedi para que você conseguisse, além do ímã, outros objetos, tais como tachas, pregos e alfinetes. Estes objetos são diferentes entre si, embora sejam igualmente atraídos pelo ímã. Todos os objetos metálicos terrosos que estiverem no raio de ação do ímã serão inapelavelmente atraídos por ele.

De igual modo, sua mente atua como um poderoso ímã. Se você está sintonizado com a prosperidade, então atrairá mais fatos, coisas e pessoas que lhe tragam prosperidade. Caso esteja sintonizado com fracassos, prejuízos e miséria, atrairá mais e mais derrotas. O magnetismo da sua mente é dirigido por sua vontade e por seus pensamentos.
(Do livro: “Como usar a magia para atrair riquezas”, de Zaydan Alkimin)

A questão é: Como se sintoniza com a prosperidade? Quais as formas-pensamento devemos construir na mente ou quais as vontades devemos desenvolver ou quais os estados internos devemos configurar com a mente para que emanemos o magnetismo que atraia as coisas da prosperidade?

Talvez, primeiramente devamos definir pra nós mesmos o que vem a ser para nós a prosperidade. Se decidirmos que prosperidade é ter um carro de certa qualidade, então, é fácil imaginar que devemos emanar um magnetismo que o atraia e ir até onde ele está para que seja atraído.

Esse pensamento está em parte absurdado, pois, trata a atração no sentido clássico, tal qual o exemplo do imã citado. E nem vai acontecer do automóvel grudar em você, nem você terá sossêgo com as pessoas envolvidas na sua aquisição, caso isso se proceda. O carro tem que ser comprado ou ganhado ou alugado e etc.

Logo, a emanação magnética que você teria que ser capaz de produzir deve acontecer no sentido de gerar condição social para você atrair o carro por meio de uma das formas legais.

Criar condição financeira para comprá-lo ou alugá-lo seria um fator. Isto pode significar arrumar um emprego com salário compatível, conseguir aumento de salário prodigioso no emprego atual ou montar um negócio viabilizador de sucesso material. Seriam estes alguns dos meios.

Sendo assim, o entusiasmo cai diante da real. Como podemos proceder de modo a atuar na realidade criando essas oportunidades? Será que depende só da gente arrumar um bom emprego, por exemplo? Ou fazer o chefe nos dar um gordo aumento de salário ou que alguém decida nos presentear com um belo automóvel?

Se quisermos ter controle sobre a própria realidade temos inexoravelmente que considerar que existe uma força criadora de circunstâncias que pode ser movida mentalmente. Aliás, que só pode ser manipulada dessa forma. O modi operandus dessa força se daria configurando logísticas, que podem trazer as mais impensáveis transformações na vida de alguém para cumprir o objetivo almejado do próprio.

A primeira premissa que essa inteligência ou consciência materializadora independente de corpo físico usaria para operar seria “existe você que quer adquirir tal carro” e existe fulano “que o oferece à aquisição“. Se essa dualidade não fosse verídica, o primeiro não desenvolveria a vontade de ter o que o segundo oferece. E, então, é só uma questão de fazer os dois se encontrarem.

Suponhamos que a oferta de fulano é por meio de venda. O carro custa 40 mil reais. Você ganha mil reais mensais, dos quais sobram 100 por mês para pagar prestação do carro ou para poupar até dar o valor para comprá-lo à vista. Para financiar o carro você precisaria declarar renda de pelo menos três mil reais. E poupando você chegaria ao valor do veículo, sem contar os juros, em 400 meses ou pouco mais de 33 anos na medição por anos. E você não está disposto a esperar mais do que dois para atingir essa meta.

De acordo com as acepções místicas com que se tem que contar para materializar desejos, a tal consciência incorpórea analisaria essa situação lhe incubida de materializar e traçaria uma estratégia viabilizadora para cumprir seu trabalho.

Faria com que você percebesse a necessidade de melhorar sua situação financeira, conhecer os mercados e as profissões cujo ganho mensal lhe facultaria alcançar a condição exigida para financiar o carro sem deixar de quitar suas outras obrigações, se esforçasse para ingressar em um curso preparatório para atuar em uma dessas profissões e depois que se formasse o fizesse correr atrás de vagas e concorrer a elas.

Observando essa articulação, não é preciso o emprego de força sobrenatural para ver o sonho articulado realizado. Você mesmo pode ter essa visão e desprendimento em viabilizar os planos que traçar. É só conhecer e seguir receitinhas de bolo já publicadas há décadas.

Talvez, a generosidade da natureza ou o crédito dado ao magnetismo mental nessa história se dê no campo da inspiração. Talvez o sobrenatural nos inspire a tomar atitudes compatíveis com a realização de um sonho quando através de algum método invocamos sua atuação. O sobrenatural trabalharia nos enviando respostas.

E quanto a surgir-nos uma oportunidade para atuar na profissão para a qual nos formamos já pensando em atuar logo nela? Mesmo passar em concurso público para abocanhar vagas não depende exclusivamente de nossos empenhos.

Nos dois casos, inexoravelmente temos que voltar a pensar na mão do sobrenatural. Temos que pensar em aliar-nos à força cósmica materializadora para que ela trabalhe para nós providenciando-nos informações ocultas, que nos colocaria em vantagem quanto aos concorrentes, e simpatia, em outras palavras: atração, despertadas naqueles que decidem os donos das vagas oferecidas nos mercados.

Da mesma forma, se partirmos para tocar um empreendimento, a força materializadora atuaria nos trazendo clientes para o produto ou o serviço que nossos estudos determinassem que seriam o que ofereceríamos ao público.

Conclusão: A ajuda metafísica ou espiritual é um axioma. Não dá para comprová-la, mas também não dá para ignorá-la. E o homem jamais deve deixar de confiar em si próprio. Atuamos no mundo material em pró do espiritual e em parceria dele. É uma simbiose. Por essa razão, o sobrenatural está presente e sempre a nos auxiliar.

Não queremos reforma política, queremos o fim do PT

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Utilizo esta postagem para deixar claro para todos os que me leem e que possam ter se identificado com as minhas opiniões voltadas para a esquerda, que estou apoiando o Governo Bolsonaro. A questão é que as propostas desse governo, que só vieram à luz agora que ele foi eleito, me interessam. Incluindo a Reforma da Previdência. Se a campanha eleitoral do próprio tivesse deixado claro o que planejavam implantar, teria recebido meu voto. É claro que sei agora o porquê de terem arriscado tanto e feito pessoas como eu abominarem a candidatura de Jair Bolsonaro. E é exatamente isso a razão desta postagem.

Tenho frequentado grupos de apoiadores do Bolsonaro. E entrado em contato com o material que neles são postados. Não sei qual material tem menos nexo: se o de direita ou se o de esquerda. Todos são idiotas e levam a lugar nenhum. E nos dois lados, se a sua opinião for favorável à causa apreciada, mas, não conter ataque ao lado oposto, ela é ignorada ou ridicularizada. Quanto a isso, a falta de amadurecimento político não muda em nada em ambas as facções.

Os bolsonaristas agora estão propagando ataques ao STF. Colocando-o, só agora, como o verdadeiro inimigo do Governo Bolsonaro. Se esquecem que o ministro da justiça é quem coordena o STF – Supremo Tribunal Federal – e que da mesma laia de juristas ele participou antes de chegar ao posto que chegou.

Se esquecem que o STF teria cuidado para que Lula fosse preso, o que foi decisivo para a vitória do candidato do PSL à presidência da república.

Essa prerrogativa poderia muito bem ser rebatida, se o timing da prisão fosse outro. Por que Lula não foi preso em 2015 por exemplo? Ou, deixado participar das eleições, continuado o processo e, caso constatado instrumento definitivo de acusação, ou seja: prova cabal de um crime, com ele eleito, fosse punido e impedido de seguir mandato presidencial.

É óbvio que não queriam que isso se desse, pois, o vice petista é quem o substituiria. Mas, por que a prisão às vésperas da eleição?

Se esquecem que o STF, podemos dizer que através de um braço seu, o TSE – Tribunal Superior Eleitoral -, como ficou parecendo para nós que não temos acesso ao que não é noticiado pela grande imprensa, foi omisso em apurar fatos relevantes na campanha eleitoral de Jair Bolsonaro. Como, por exemplos: a facada estranha, a máquina de espalhar fakenews, a fuga dos debates, a propagação de ódio e de opinião afrontadoras da nação.

Só recentemente é que fui detectar que me inscrevi em várias páginas ditas esquerdistas no Facebook, as quais teriam sido criadas pelo marketing do PSL. Este reunira em várias destas pessoas para o fim de receber material falso de ataque ao PSL, propagar e na própria página supostamente esquerdista ver comentado por membros delas, considerados infiltrados, ou até mesmo por administradores do canal de comunicação, críticas e chamadas de atenção por propagar inverdades que ocasionavam mais aversão à esquerda por parte do público não cooptado ou ainda não cooptado pela direita. Sem estes, é claro, revelar que era esse o propósito.

Por vezes eu estranhava por que cargas d’água alguém com visível perfil bolsonariano compartilhava o que eu publicava nas páginas. Caí que nem patinho, mas aprendi mais sobre marketing de destruição de reputação. E o quanto é perigoso opinar e colher opinião em redes sociais na internet. Falei com muito perfil falso, inclusive por inbox. Ainda recebo reações em postagens vindo de perfis suspeitos.

Golpe de mestre esse dado pelos marqueteiros bolsonaristas. Nisso estaria envolvido o Facebook – nos outros locais, as outras redes sociais -, a grande imprensa – incluindo a que emprestava seu crédito para ser ancorado links de notícias falsas em seus sites, empresas consagradas e uma série de outros participantes, que estariam comprometidos com a mesma causa.

Deve ter havido um encontrão em alguma fraternidade esotérica onde congregam políticos, empresários, religiosos, mafiosos, midiáticos do mundo todo, para ser passado o papel de cada um no que teria sido e ainda seria um grande plano para salvar uma nação, sem ter que responsabilizar consistentemente os causadores do rombo, que certamente seria todo esse pessoal.

Como dizer que não saberiam desse esquema, que só posso chamar de suposto, os magistrados em evidência na ocasião? Sendo os mais notáveis a Janaína Paschoal, que se viu beneficiada sendo eleita deputada estadual muito bem votada e agora estaria sinalizando, conforme a agora suspeita Folha Uol informa, saída do PSL por inconformar com os esquetes envolvendo os Bolsonaro, e Joaquim Barbosa, que ajudou bastante no número quando às vésperas da eleição de segundo turno declarou seu voto ao PT, o que deu ar de erguimento à candidatura de Haddad e fuga das desconfianças sobre a credibilidade do sistema judiciário quanto às omissões que protagonizou.

Dentro desse raciocínio, se o STF fosse conspirar contra o governo deveria primeiramente trocar todos os magistrados e colocar as ações nas mãos dos substitutos, como manda a lei do rabo preso. E a recíproca também é verdadeira: se o governo fosse conspirar contra o STF teria que primeiro haver renúncia do presidente da república, levando junto seu vice, e troca de todo o ministério por políticos que nada teriam a ver com o peixe podre.

Logo, para bom entendedor, ou o bolsonariano é bem burrinho ou compactua de um segredo que sobre ele só podemos divagar. Aguarde a divagação ao fim da postagem.

Outra coisa que os bolsonaristas estão exigindo em seus antros é reforma política. Eles também têm sido jogados contra seu partido, assim como o marketing anti-PT jogou então petistas contra o PT. Com isso eles abriram os olhos para uma questão que foi uma das razões para que Dilma Rousseff sofresse o impeachment.

No momento em que Dilma apertava o cerco para votarem a Reforma Política e a taxação sobre grandes fortunas é que todo o Congresso se viu necessitando tirar o PT do posto. Pois, acabaria as regalias de políticos, quantidade de cargos e outras mamatas, que junto com a sobrecarga do orçamento público, dada principalmente pela Previdência, quebram o país.

Nessa versão conspiracionista, Michel Temer teria estado todo esse tempo tentando socorrer não só a nação, mas, também seus irmãos da política, que incluiria a ex-presidenta, da qual era vice. Sobre isso divagarei em outra postagem.

O interesse desses direitistas conservadores marias-vai-com-as-outras que hoje exigem reforma política era que tirassem o PT de campo. Isso foi feito. Mas, e aí? Agora, por exemplo, o alvo deles é o PSol. Se este partido for destruído, virarão-se contra o de esquerda que sobrar. É esta a consciência política e proposta de avanço social e nacional que eles têm: Vingança contra os inimigos que arrumarem para eles terem.

Se tivessem esses direitistas se unido com os esquerdistas da época para lutar pela reforma política que Dilma precisou de apoio popular para fazer discutirem e aprovar, as conquistas seriam muito maiores. Teriam, inevitavelmente, acabado não só com o PT, mas com vários partidos, independente da linha ideológica, uma vez que a Reforma Política visava a diminuição de partidos políticos. E ainda facultado mudanças no orçamento público, atuando diretamente na eliminação das despesas dos que mais gastam desse orçamento, os políticos.

Só as viagens de Jair Bolsonaro andam publicando, sem o acusado procurar desmentir, que passam dos 13 milhões de reais só nesses quatro meses de governo.

Quanto ao suposto desconforto do governo com o STF, eu penso que o mesmo faz parecer que enfrenta uma oposição invencível da esquerda. Prepararia, junto com o próprio STF, com o apoio indesconfiável de políticos progressistas, na verdade é um palco para uma nova tomada do poder pelos militares.

O motivo seria a situação econômica do país estar realmente drástica. Isso sendo de conhecimento de todos os partidos. Ao ponto de terem armado todo esse circo que temos sido expostos a ele e nutrido opiniões a respeito. E teria ocorrido de o governo ter identificado que mesmo quem o apoiou nas eleições anda não concordando com as mudanças radicais, inevitáveis, na economia, no trabalho e no sistema estatal.

Medidas que seriam imprescindíveis e implanta-las é o que essa turma que ocupa a presidência e a esplanada ministerial teria ido fazer nos cargos, custe o que custar.

Acharam que seria mais fácil essa aceitação bastando ter destruído literalmente a adesão à política petista, mas não foi assim.

Mas, não se assustem, pois, será um regime militar de fachada, caso venha. Focado só nas mudanças necessárias. As questões sociais, sexuais e de liberdade de expressão não sofrerão cerceamento.

E essa nova ditadura durará somente até que sejam implantadas as reformas e assimiladas as mesmas pela sociedade. Logo devolverão aos brasileiros, que estarão adaptados a um sistema civilizatório novo, a democracia nos setores onde foi tirado.

O antipetismo hoje é uma ‘Luiza que voltou do Canadá’

antipetismo

Os colegas num grupo de Whatsapp passavam pra lá e pra cá vídeos que os ajudavam a venerar o antipetismo. Nada como bater em cachorro morto pra se cultuar o ar de superior. Um outro, num perfil solo do ‘zap’, me mandou um vídeo em que pessoas limpinhas e branquinhas apareciam insinuando serem militantes ou apoiadores do MST, querendo invadir uma região em Brumadinho, Minas Gerais, que pertenceria a Vale, sugerindo que o braço político do PT entendia que a empresa perdera direitos por causa do acidente ocorrido na região, da qual ela vem fugindo das responsabilidades lhe atribuídas. E o governo moralista “paga pau”.

Em primeira instância a gente pensa que ainda não estão satisfeitos com o arraso feito na imagem do PT. Ou, então, o medo da legenda é tão grande, que a tranquilidade jamais chegará para os oponentes dela.

Só que o petista está quieto num canto, abatido, derrotado, à espera da reorganização da nação para enfim escolher para que lado vai. Muitos mudaram de lado antes mesmo de findada a eleição 2018. Eu, por exemplo, vivia cercado de petistas. Hoje estou cercado de bolsonaristas. E sem ter mudado ninguém à minha volta.

Quem anda fazendo oposição ferrenha ao Governo Bolsonaro são pessoas que possuem poder para fazer aparecer suas ações, cheias de objetivos que não interessam nem um pouco ao governo deixar serem cumpridos, e que utilizam a efígie radical dos petistas para ganhar atenção suas causas, se mantendo os autores nas escuras, longe de desconfiarem de quem são os verdadeiros insurgentes e quais são seus verdadeiros objetivos. “Deixem que os inocentes dos bolsonaristas transitem pra lá e pra cá nosso material de guerra“, devem falar nos redutos onde se escondem.

Por outro lado, o próprio Governo Bolsonaro, especialista em propagar fakenews, como se suspeita, precisa que o antipetismo continue existindo. Se isso pára, a atenção das pessoas é desviada para aquilo que o governo quer esconder até que possa ser mostrado, quando não dará mais para fazer nada pra mudar.

Imagine o quanto a audiência dos telejornais da Globo e todo o material do PIG não despenca se de-repente o antipetismo acaba? É bem capaz desses grupos de mídia, para o próprio bem gritarem: “Volte PT”, “Faça tudo de novo”, “Eu quero vender ódio”.

O antipetismo hoje faz o papel que fez a Luiza que voltou do Canadá. Aquele meme de 2012 que fez a paraibana filha de um engenheiro famosa e o Youtube crescer e se tornar, no Brasil, o que é atualmente. Aquele vídeo importantísssimo, que não levava ninguém a lugar algum, mas, milhares de pessoas o espalhou mesmo assim. Tal qual fazem nas redes sociais na internet e nos celulares os antipetistas com seus virais.

O curioso é que o antipetismo começou a ganhar forma em 2012. Três anos antes, o Wikileaks divulgou que Michel Temer trocara telegramas com a Casa Branca em 2006, reivindicando intervenção no Brasil, preocupado com o rumo que o Brasil tomava em direção ao socialismo.

A CIA, então, teria treinado o juíz Sérgio Moro, hoje ministro de Bolsonaro, para conduzir uma operação visando destruir a imagem do PT já em 2013. Mas, não foram eficientes à tempo e o pouco de amor pelo PT que ainda existia na população fez com que Dilma Rousseff fosse re-eleita. Temer se mantinha como vice dela e ficara à espera do momento em que o Tio Sam o faria subir de posição na presidência.

Eu não ajudei a eleger Jair Bolsonaro. Mas, e aí? Vou passar quatro anos rejeitando e secando tudo o que o governo fizer? Vamos, toda a nação, ficar estagnados, esperando a próxima eleição?

Eu não! Sou ateu (vocês não acham que eu continuaria cristão depois do bolsonarismo ter surgido, acham?), mas, esta vou retirar da Bíblia: “Examinai tudo, retendes o bom“. É claro que tem coisa boa vindo por aí. Desde que saibamos lidar com elas e acima de tudo colaborar. E deixar de lado os bolsonaristas o antipetismo é tão importante quanto a dor de cotovelo os esquerdistas.

O antipetismo é uma doença neurológica, precisa ser tratada. O paciente se sente numa sala de parto durante o tratamento. E tal qual a mulher que quer regozijar com o fato de ser mamãe tem que antes passar por uma imensa dor, o Brasil não será consertado sem que passemos pelo mesmo. Sacrifícios advirão. Mas, depois da dor, será só alegria.

Um outro exemplo de que quando nos submetemos a tratamentos e nos livramos do mal que nos acomete a gente vê a vida mudar para melhor: Não é verdade que quando um ex-drogado palestra sobre si ele conta que subiu na vida depois que deixou o vício?

Neste caso tem alguns cuidados a serem tomados para não haver recaída. Geralmente, eles comentam que encontraram a salvação na fé em Jesus Cristo. Bem, incomodam os outros, fazem seu dinheiro explorando a fé religiosa. Porém, isso não é tão honesto, mas, no Brasil não é nenhuma irregularidade. Melhor não acabar com essa boquinha pra não termos de volta o drogado, que é muito pior do que o alienado.

É só controlar para que os caras não se transformem num Malafaia, num Macedo ou num Santiago. Senão, ó, o poder faz a cabeça e podem fazer com que Jesus vire Jah. Se é que me entendem! E o número de igrejas que não pagam impostos e ainda assim merecem a condescendência do presidente aumentará. É bom lembrar que os seguidores de Jah não vão atrás de pão e vinho pra fazer seus milagres ou jejum pra entrar em estado de gnose.

Dá pra perceber com essas ilustrações que banir da natureza o antipetismo só fará o país crescer?

Eu reclamei que Bolsonaro não fala para a população em cadeia nacional de radio e televisão pra deixar bem explicadinho, tirando os medos e dúvidas do povo, seus projetos, sobretudo a Reforma da Previdência. Visando isso destruir o marketing destrutivo dos apelidados de petistas e produzir garantias para a população quanto ao que reza as páginas da proposta para a aposentadoria dos trabalhadores.

Um colega comentou no meu comentário que Bolsonaro está sendo muito cobrado e que gostaria que os outros presidentes do Brasil antes dele também tivessem sido. Mas, pensemos: Quem votou nos outros presidentes? Não foram os mesmos eleitores que votaram em Bolsonaro, uma vez que o antipetismo mudou a ideologia de todo mundo? Não cobraram dos outros presidentes antes por quê? Já que cobram agora. É pra não cometer os mesmos erros, certo? O principal: não realizar cobranças.

Combatemos então o antepetismo e os usurpadores da má fama dos petistas. Aí, sim, mantendo o foco no que importa, vamos realmente vencer essa batalha e salvar o país. Unidos.

Como transformar cem dias de governo desastroso em uma tremenda maravilha

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Tá de vomitar, perenemente, ouvir a imprensa mercenária noticiar, sob subsídio, que os cem primeiros dias de governo Jair Bolsonaro foram uma maravilha. E olha que a voz do povo é a voz de Deus e essa mesma imprensa teve que informar que o tal presidente teve o pior índice de avaliação de começo de governo desde que o regime civil entrou em cartaz no Brasil. Perdeu até pro Collor. “Volta, Collor“, dá vontade de gritar!

Mas, de certo ponto de vista dá pra pincelar o new fakenew da imprensa amiga do presidente e fazer com que o cenário pintado deixe de ser o “sem título” do Cy Twombly e passe a ser “A lagoa de lírios de água” do Monet. Mas, pra isso você precisa efetuar algumas operações.

Primeiro: só acompanhe os canais de mídia e imprensa corporativa. Dê preferência para assistir a TV Record e a Globo; ouvir a Jovem Pan; ler os estadões. Esses canais recebem do governo um cafezinho gordo para só publicar a favor do patrocinador. Espalhando simpatia em quem se submete aos materiais, enterrando nos pés-de-página o comprometedor ou sofismando a interpretação daquilo que não tiver jeito de ser melhorado porque é feio que só e não dá pra esconder.

Tipo as demissões de ministros e secretários que aconteceram com os BBB – Big Brothers do Bolsonaro, as denúncias de corrupção latente dentro do clã familiar e ministerial, o caráter duvidoso da família do presidente, as conexões com milicianos, as aprovações de leis agressivas à população, as estranhas viagens e relacionamentos diplomáticos, os discursos em público do presidente e de seus ministros. E o mais grave: os termos da Reforma da Previdência.

É bom ignorar tudo isso se quiser achar que tá tudo uma maravilha no país da bola, do samba e dos milicianos-gospel-neoliberais-latifundiários!

Nas redes sociais, principalmente no Facebook, Twitter e Instagram, bloqueie os amigos e contatos que postam contra o governo. Se não fizeres isto: já era! Ali não há qualquer censura e o alcance dos bafafás eletrônicos é astronômico.

E podem os Bolsonaro tirar as calças e pular em cima dando chilique, que mesmo sendo financiados pelo país-matriz dos veículos de rede social, não vão conseguir punir ninguém que postou algo que os deixaram irritados e nem tão pouco obrigar os sites a tirarem do ar as publicações ou frear a propagação.

Os sites também querem faturar e cada curtida e compartilhamento a mais é uma exposição de anúncio. E anúncio é anúncio. Quem se expõe a eles não quer saber ao que estão associados: se o produto ou serviço anunciado for bom, é corrida certa até o formulário de adesão.

Se você se expor às postagens desse pessoal irá cair na real e aí você não vai ter ‘cem dias maravilhosos’ como querem que você creia que foi esse trágico – em todos os sentidos –  primeiro trimestre de 2019.

Que, aliás, de manchetes verdadeiras só proporcionou tragédias pra imprensa corporativa noticiar. Talvez por isso tem sido fácil pra esta ofuscar os absurdos cometidos pela tragédia-mor, que é o governo do PSL.

Aliene-se – mais do que já é alienado – com o Futebol. Este ano você não precisa remeter sua atenção para a Europa para se cegar com os acontecimentos fúteis e lances bem bolados – sem trocadilhos – em bastidores para serem executados em campo em frente aos da arquibancada e aos de frente à TV.

Prepararam um super time para o Flamengo cegar o país todo, mas, tem também timaços e partidas de laboratório, com intuíto de dar repercussões de toda sorte, positivas e negativas, que atendem as torcidas em todos os estados.

Nessas condições, ninguém vai dar de mão de falar de futebol o tempo todo pra falar de política. Ainda mais que nessa cegueira toda, o país parecerá mesmo uma maravilha. Sáia do livro e vem pra cá, Alice! E traga o coelho!

Bem, aí está a fórmula. Muitos já estão vivendo ela desde o dia 1º de janeiro. Dia da Posse. Como por exemplo, esses que fazem parte dos 41% que aprovam a Reforma da Previdência, conforme noticiou a TV Globo.

Agora, como resolver a miséria com que se enxergará a população brasileira depois dos outros 1360 dias, a gente – nós das esquerdas – tentaremos encontrar uma fórmula.

Confesso que só mantendo os olhos abertos não está sendo o suficiente. Vamos ver como vai ser! Quem sabe numa dessas tragédias que a gente tá vendo acontecer todo dia apareça uma com um avião repleto de parlamentares… e empresários… e banqueiros… e gringos… Que só desapareça, não precisa mais do que isso!

Leia o livro “Os meninos da Rua Albatroz“.