A origem extra-terrestre do coronavírus

E então, pessoal, tá difícil sobreviver com a mente sã nessa chuva de teorias vagas e aflições religiosas que bate na porta da gente, não é mesmo? Isso é gang stalking, leiam a postagem anterior para se defender desse ataque.

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Recebi por inbox do Whatsapp mais uma dessas paranóias que insistem que a pandemia de Covid-19 que estamos passando por ela foi profetizada. E tem também aqueles materiais que fazem pensar que tem uma conspiração chamada Nova Ordem Mundial por trás do vírus e o fim de tudo será aqueles que sobreviverem à doença se transformarem em escravos da elite por trás dessa ordem.

A segunda teoria é a mais fácil de se resolver. Principalmente porque todos que têm poder sobre outros o tem devido ao medo da morte que é peculiar de todo ser humano. Medo que não é natural, o homem das cavernas não o tinha senão pelo instinto de preservação, que só se justificava ao instante vivido e não ao futuro. Medo que foi programado na nossa cabeça exatamente para nos fazer de escravos explorando esse medo. Se de repente você se torna indiferente à morte, perdem poder sobre você.

Aí vão usar outra tática: O que acontece com os que são seus amados ou dependentes quando você morre não te importa? Daí, é instituído em você o medo de morrer e deixar desamparado seus entes queridos. Se você se destitui também dessa preocupação ou pelo menos se você está com tudo ajustado para seus entes queridos seguirem o baile da vida e por isso pode partir em paz, esse governo obscuro volta a perder o controle sobre você. Lembro que definir entes como querido também é programação mental nos institucionalizado em algum momento da nossa história.

Não acaba por aí! O governo-sombra está por trás da Bíblia. E nela tem todos os elementos necessários para te fazer a lavagem cerebral cristã-judáica que te faz cativo do sistema político judáico-cristão. Inventaram que existe uma vida após a morte e que essa vida tem vínculo com sua vida material. Te fazem querer essa vida quando partir desta e te dão as instruções de como você deve proceder para merecê-la.

Logo, se você não tem medo da morte, não tem preocupação com entes queridas que irá deixar quando morrer, você não estará livre e solto para gozar da existência com liberdade se você acreditar que há outra vida após a morte e querer estar nela nessa ocasião e aceitar que precisará fazer por onde estar nela.

Isso porque se você assim admitir que seja o roteiro viabilizador, os procedimentos em vida que você terá que tomar para estar no tal mundo espiritual serão determinados pelos doutrinadores do seu pensamento, ou seja, a elite de poderosos. E o que eles determinarão pra você vai te deixar escravo deles da mesma forma que te deixaria se você tivesse medo de morrer. Sem contar que medo de morrer será uma das virtudes que vão te convencer fazerem parte do passaporte para o céu.

A cabalá, um conhecimento que essa elite poderosa possui, ensina que o mundo material – este que nós desfrutamos em conjunto – vem do espiritual. Nosso corpo material é comandado pelo nosso espírito, que é o nosso inconsciente.

O espírito precisa de certa condição do físico para operar nele. Quando o corpo físico perece ele debilita, deteriora, desintegra, vira pó, vira átomos e esses átomos vão ficar na matéria e compor outras coisas. Já o inconsciente vai estar liberado em seu mundo, sem a missão de conduzir um corpo material aqui na Terra.

Como é a existência do insconsciente liberado não temos qualquer condição de cogitar. A não ser por mera especulação. Portanto, é duvidosa a informação que humanos nos pregam sobre vida após a morte, vida espiritual e haver procedimentos terrestres que conduziriam à essa suposta existência póstuma. Portanto, é possível decair também dessa crença e dar mais trabalho para os poderosos te dominarem. Aí, só mesmo te fazendo escravo do materialismo e da condição financeira.

Bom, deixado essa reflexão, vamos conectar-nos ao título da postagem. Na postagem deste blog “Jesus está chegando” foi exibido um trecho da Bíblia que parece fazer previsão dos dias que estamos vivendo. Fala em se trancar dentro de quartos, fechar as portas, esconder por um instante e deixar o furor passar. Aí, os papa-bíblia ficam quanto ao coronavírus num mix de entorpecimento, amedrontamento, espanto e esperança para com a salvação que advirá a quem andou na linha conforme os princípios bíblicos. Quem nunca foi santo passa a julgar que sempre foi.

Depois foi a vez de me mandarem um vídeo focado no livro “The eyes of darkness” (Os olhos das trevas) do novelista Dean Koontz, escrito em 1981. Nele um vírus escapa de Whuran – não tem nada de 2020 na cópia original – onde há um laboratório de manipulação de vírus e dá origem a uma pandemia. O nome do vírus é Whuran400.

Agora foi a vez de me mandarem pelo mesmo canal um jpeg da página 183 do livro “A realidade de Madhu“, escrito pela contista brasileira Melissa Tobias e publicado em 2014. Dei uma olhada na página 183 do livro “Os meninos da Rua Albatroz” e verifiquei no que encontrei nela que eu também posso ter feito profecias que estariam sendo concluídas agora. Dê uma olhada aí no seu exemplar! Se não tiver um, clique no link e adquira!

A história de Melissa Tobias até que tem mais cara de previsão. Madhu é abduzida por seres extraterrestres e recebe a missão de semear uma nova realidade terrestre, na qual os seres humanos se amarão. Em 2020, o sistema financeiro mundial entraria em colapso, conforme a história, e transformaria a filantropia em dinheiro. Filantropia como moeda não é nenhuma profecia, é descrito no “Pequeno livro do dinheiro“, de 2005, do economista David Boyle. E filantropia como dinheiro estamos começando a ver circular com essa experiência social chamada Covid-19.

Só que o livro “A realidade de Madhu” menciona uma pandemia ocorrida em 2020, a qual duraria 2 anos e ceifaria a vida de 3 bilhões de pessoas que não tinham amor ao próximo. Um vírus acomete as pessoas de uma virose psicossomática que para se imunizar dela o portador do vírus deveria emitir vibraçoes de amor. Qualquer semelhança com a letra da música “Vírus do amor” da Rita Lee, de 1985, é semelhança mesmo.

Como a história narrada nesse livro de ficção científica remete a seres alienígenas, podemos fazer mais conexões com outros trabalhos. Lembremos o documentário “A Data-limite“, sobre uma mensagem de Chico Xavier, que pregou que seres extraterrestres apareceriam para conduzir o homem a um caminho de paz quando a chegada da Apolo 11 à Lua fizesse cinquenta anos, ou seja: 20 de julho de 2019.

O coronavírus vindo do espaço é probabilidade estipulada pelo astrobiólogo Chandra Wickramasinghe em sua teoria entitulada Panspermia, que prega que a vida começou no espaço sideral e que vírus teriam chegado à terra em meteoros e desencadeado reações químicas que deram origem aos primeiros microorganismos terrestres.

Até a Hanna-Barbera teria sido visionária nos dias de hoje na mente desse pessoal se nos remetermos ao desenho animado “Sealab 2020” (Laboratório submarino), de 1972. No qual pesquisadores vivendo dentro do submarino Sealab procuram encontrar meios do homem viver no meio aquático como alternativa à já não suportada vida no ambiente terrestre. Eis a sinopse tirada da abertura da série animada.

Este é o ano de 2020. O local é o Challenger Sea Mount – o topo de uma montanha subaquática, um complexo sob o mar. Duzentos e cinquenta homens, mulheres e crianças vivem aqui. Cada um deles um pioneiro cientista. Pois esta é a nossa última fronteira – um ambiente hostil que pode ser a chave para o amanhã. Todos os dias, esses oceanos enfrentam novos desafios à medida que constroem sua cidade no fundo do mar … É o Sealab 2020 .

Bem, a última teoria é mais intimidadora. Faz um saladão com todas essas especulações. E como toda realidade profetizada ela não seria nenhuma ocorrência natural. Afinal, as coisas não acontecem, são feitas acontecer. Não é à toa que as falas e escritos proféticos são chamados de visionarismo: vêm primeiro. São sugestões que são aceitas e materializadas ou são fortemente impregnadas no inconsciente coletivo que todas as circunstâncias necessárias para que elas se materializem são formidavelmente atraídas. Por que alguém em 1981 localizou sua história sobre guerra biológica em Whuran, em Whuran alguém sofreu inspiração no livro e deu forma à sua inspiração ou para Whuran foi atraído um alguém que de lá começou a pandemia inspirada pelo mesmo ou por outros. Totalmente racional isso, nada apocalíptico, bíblico, divino ou outra definição das que trazem espanto que seja.

Tal qual na data-limite premonizada por Chico Xavier, extra-terrestres que viviam nas sombras entre nós resolveram dar um basta em nossas discórdias. No lugar de vermos seres acinzentados e cabeçudos eles são minúsculos e possuem a forma de vírus. Aquele que se acometer do vírus se não tiver um sistema imunológico forte é eliminado.

Quase tudo que debilita o sistema imunológico humano se relaciona a uma vida desregrada, não só quanto à hábitos alimentares, mas, também quanto ao comportamento moral.

Cientistas já comprovaram que a vibração do amor dentro de nós fortalece a nossa imunidade. Até determinaram uma molécula, a DMT, que seria a molécula do espírito. A dimetiltriptamina pode ser obtida de plantas, como a Ayahuasca ou a Sálvia divinorum, e até de outros animais. Mas, o corpo humano só precisa da emoção do amor para sintetizá-la.

O nome dado ao vírus, coronavírus, remete a um reinado. Corona quer dizer corôa em espanhol. Se o vírus veio mesmo do espaço, o Reino dos Céus, quem sabe. E o nome da doença precisamos recorrer à numerologia pitagórica para decifrá-lo.

Se pegarmos a palavra Covid-19 e transformá-la toda em letra, para os falantes do português e do espanhol faria sentido. Os números 1 e 9 somados originam o 10, que em nova soma aponta o número 1. O número 1, que na simbologia pitagórica destaca a individualidade (isolamento social, indivíduo) e o pioneirismo. A letra “A” é uma das representadas por este algarismo. E a palavra, sem perder o hífen, seria Co-vida. Co-existir. Existirem juntos de nós os seres extraterrestres em questão. Dentro de nós como diz a música da Rita Lee.

Se transformarmos toda a palavra em número, Covid-19 se transformaria no número 3 ao final da conta. Veja na tabela:

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O número 3  na mesma analogia remete a algo agradável e talentoso. Ou seja: tempos de perfeita harmonia entre os seres humanos e o planeta e de muito regozijo. O vírus então seria o messias – ou a matrix do messias, como expliquei na postagem já mencionada “Jesus está chegando” – e nada teria que temer aquele que vive em busca dessa paz.

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Pode ser que você vá se admirar com esta última versão para essa história e vá compartilhar com seus amigos assim como todas as outras foram compartilhadas comigo. Pode ser que você dê fé e passe a esperar por algo que essas revelações possam ter te inspirado a chegada. Pode ser que esses escritos tenham despertado em você coisa bem intrigante. Mas, esta última teoria eu inventei para esta postagem. Foi a minha forma de te mostrar que a mente humana é muito criativa e que não devemos nos deixar levar por coisas que nos impressionam, como as que dizem ser profecias.

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

Como eliminar 7,5 bilhões de pessoas sem uso de guerra: Vacinação

Antes de qualquer coisa, para ser honesto, quero deixar sabido que compreendo a necessidade de redução populacional no planeta Terra e não me oponho às táticas sadias para o cumprimento do objetivo. E a exposição a seguir sobre vacinação como meio de atingir essa meta deve ser entendida como um debate procurando levar a público as informações que rondam esse assunto e dar a opinião própria a respeito. Se realmente a vacinação é usada como contenção de massas, desde que as substâncias injetadas nas pessoas não as danifiquem em sentidos que vão de encontro ao objetivo proposto, desde que todo a humanidade esteja enquadrada no processo e desde que não haja nenhuma jogada comercial visando girar a engrenagem do Capitalismo ou enriquecer sarcasticamente famílias por trás dos produtores de vacina, meu apoio é total.

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IMAGEM: Google

As vacinas começaram a fazer parte da vida humana a partir do século XVIII. A varíola foi a primeira doença contagiosa a ser controlada. Só se justifica haver vacina – ou imunização – se a doença a ser erradicada for infecciosa – passar de uma pessoa a outra através de contato direto ou indireto.

Deve-se ao médico inglês Edward Jenner o crédito. Em 1796 ele teve a inspiração de inocular em um garoto de oito anos o pus de uma ordenhadora de vacas contaminada por uma doença chamada cowpox (varíola bovina). O garoto ficou levemente lesionado e se recuperou.

As vacinas funcionam da forma a seguir, retirado o trecho do site Brasil Escola.

A vacina é uma importante forma de imunização ativa (quando o próprio corpo produz os anticorpos) e baseia-se na introdução do agente causador da doença (atenuado ou inativado) ou substâncias que esses agentes produzem no corpo de uma pessoa de modo a estimular a produção de anticorpos e células de memória pelo sistema imunológico. Por causa da produção de anticorpos e células de memória, a vacina garante que, quando o agente causador da doença infecte o corpo dessa pessoa, ela já esteja preparada para responder de maneira rápida, antes mesmo do surgimento dos sintomas da doença. A vacina é, portanto, uma importante forma de prevenção contra doenças.

[Vídeo da postagem]

A provável epidemia de Gripe Suína (H1N1) ocorrida em 2007 a partir do México, saindo do berço-clichê, o continente africano, gerou um pânico geral, principalmente no Brasil. Muitos governos reverteram boas somas de dinheiro para os laboratórios químicos-farmaceuticos de propriedade dos poderosos do planeta e isso gerou desconfiança de que a ideia era aterrorizar as populações dos países para que elas aceitassem esse trato.

Na França essa estratégia teria falhado graças ao espírito questionador do francês, que duvidou de que não receberia em suas veias meros placebos ou substâncias que viriam a fazê-lo sofrer efeitos colaterais nocivos em nome de um objetivo governamental.

Não há nada de teoria de conspiração nessa atitude!

Não bastassem os casos isolados de morte devido à reação a medicamentos como os corticoides e pessoas com certo quadro de saúde e faixa etária, ocorrências de complicações de gravidez e natimortes, junto com o fato de os laboratórios produtores de vacinas pertencerem aos intitulados donos do mundo, como os Rockfeller e os Rothschild dentre outros, interessados em assuntos como redução populacional terrestre, ocasionaram outras desconfianças, as quais julgam que as vacinas carregam agentes encarregados de provocar mortes de bebês durante ou após a gestação e infertilização nos imunizados.

Dizem que desde o ataque ao World Trade Center, em 11 de setembro de 2001, a ameaça de guerra biológica e bioterrorismo ressurgiu. De fato, logo nos primeiros dias após o desastre se viu os noticiários mencionarem envio de correspondências cheias de Antrass e Ebola dentro. O medo de ser vacinado tomou conta de certa classe de pessoas. Mas, os ataques à credibilidade das vacinas vêm de muito antes.

Em 1998, um documentario australiano denominado “A verdade sobre as vacinas” (https://www.youtube.com/watch?v=K0xLm3qsVI4), levou de maneira profissional e séria ao grande público informações que já aqueciam naquela época o pânico por vacinar-se.

Na história da Saúde Pública do Brasil há o registro da Revolta da Vacina, quando Oswaldo Cruz quis introduzir no país o combate à peste bubônica por meio de aplicação no organismo de uma substância contendo os causadores da doença em estado inócuo. Muita gente teve medo de receber dentro de si os vírus e protestou, causando um enorme alvoroço. O governo resolveu de modo enérgico a questão, tornando obrigatória a solução médica imunitária. https://www.youtube.com/watch?v=6i6v9f_aWjg

No dia 14 de janeiro de 2020, o “A voz do Brasil” (http://redenacionalderadio.com.br/)  noticiou que no Congresso Nacional o jornalista e deputado Ruy Falcão, do PT de São Paulo, atacou os defensores da antivacinação, chamando de propagação de fakenew o ato e recomendando cerceamento ao próprio sob o manto da exigência de prudência para com a responsabilidade social. Ruy Falcão afirmou que por causa da crença em que vacinas são armadilhas contra a população o sarampo teria tido casos aumentados recentemente.

Vários youtubers e até programas de jornalismo subsidiados condescendem com essa opinião. Tanto um quanto outro recebem dinheiro para propagarem o que pregam. E quem os pagam, no caso, são aqueles que querem que a crença na vacina prossiga. Como por exemplo os laboratórios farmaceuticos são prováveis financiadores desse combate à liberdade de crença popular e à liberdade de escolher o que se quer fazer com o próprio corpo.

Para acusar pessoas de espalharem terror contra a vacinação, Ruy Falcão fez afirmação sem estudo científico publicado. Ele poderia muito bem estar ligado aos donos dos laboratórios que produzem vacinas e ao esquema de revertimento de dinheiro publico à essas empresas, com respectivo ganho de propina. É sempre assim quando uma resistência do consumidor a certo produto é detectada. Em outra postagem falaremos sobre os efeitos no indivíduo humano e em outros animais do emprego da tecnologia 5G.

E ele não remete sua análise ao fato de uma doença erradicada por meio de vacina de repente voltar a preocupar a saúde pública. Afinal, se a ideia é fazer com que o próprio organismo crie autodefesa ante a invasão de determinado agente patogênico, não há porque ele não se defender após certa quantidade de tempo passado.

E quanto à recém-nascidos, já que a imunidade não passa da mãe para o filho, o que deixa a desejar o método artificial de imunização, uma vez que tudo que foi desenvolvido naturalmente no sentido de aperfeiçoar o sistema imunológico do corpo humano, antes de haver vacinação, não depende de que o novo ser humano passe por algum processo para adquirir imunidade, se em algum lugar estão deixando de vaciná-los, a problemática seria regional.

Em se dizendo que o motivo do aumento de contaminação de sarampo seria exposição a fakenew que fez com que os pais não levassem seus filhos para vacinar soa como estratégia de mestrinha de jardim de infância para fazer crianças se sentarem do modo correto e comerem de tudo.

O jornal El País publicou uma matéria sobre a volta do sarampo (https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/30/ciencia/1567186275_036503.html). Nesta, é especulado que o fato de a população de certas regiões deixarem de vacinar corretamente seus filhos ou deixar de vacinar corretamente, levando-os para tomar as duas doses, é que fez com que a guarda para o alastramento da doença baixasse.

E esse “não vacinar” não é atribuído pelo redator da matéria aos assombros causados pelo suposto movimento antivacinas. A super lotação de tarefas diárias é mais motivo de negligência do que a simpatia por alguma teoria vaga, ao meu ver: sem força, para justificar a atitude dos pais.

E mesmo assim, o problema desenrola regionalmente. Em regiões onde talvez sequer tenham conhecimento de que há militâncias contra a vacinação.

Recentemente eu precisei tomar uma antitetânica por causa de uma queda com cortes que sofri em meio a uma enxurrada. As enfermeiras me pediram o cartão de vacina e eu não o possuia comigo. Elas disseram que se eu tivesse com ele eu talvez não precisaria ser vacinado, uma vez que o preventivo tinha validade de dez anos.

Eu informei que havia mais do que esse tempo quando tomei a antitetânica pela primeira vez. E então, ela deu continuidade à tarefa. Saí com o braço dolorido e tudo que eu sentia de dor foi ampliado durante dias. Fora os enjôos.

Esse limite estipulado para mim pelas enfermeiras, dez anos de proteção imunológica, me fez entrar no rol dos que tendem a desacreditar nas vacinas.

O Dr. Lair Ribeiro dá uma aula em um de seus vídeos, o qual discorre sobre a vacina contra a febre amarela. Ele informa que no mundo inteiro se erradicou essa doença sem uso de vacina. Apenas combatendo o vetor, o Aedes Aegyptus, o mesmo mosquito que leva o virus da dengue de um infectado a outro. E ele pontua sobre os efeitos colaterais próprios da vacina e conclui que mesmo que se eles não existissem não vale a pena as campanhas profiláticas visando imunizar toda uma população. É mais sensato, producente e barato combater o vetor, no caso o mosquito. (https://www.youtube.com/watch?v=dohuRW3iBRg)

É aí que está a chave da questão: Não haver destinação de dinheiro para os grandes cartéis médicos. Não fazer girar a roda do Capitalismo. Por que não criaram ainda vacina para a AIDS? Porque a AIDS dá mais lucro não existindo cura pra ela. E propicia mais controle comportamental dos indivíduos, visando moralização sexual e inibindo cópulas aptas à fecundação. Falaremos sobre isso em post próprio.

Dizem que na Alemanha foi desenvolvido um método para não se adquirir cárie. Mas, para não desempregarem os dentistas, trancaram as informações. O mesmo fizeram com o Dr. Gerson, que descobriu a cura para o câncer de qualquer tipo. O médico judeu teve que se exilar no México, fugindo da polícia nazista. De lá sua cura ficou conhecida (https://www.youtube.com/watch?v=Zh3GHcShNAU). E ainda continua sendo omitida. Se o câncer for controlado, boa parte do complexo médico-hospitalar-farmacêutico e da indústria alimentícia entra em falência.

O senso comum entre os que desacreditam na atual intenção por trás das vacinas não se concentra em temer a morte após a injeção das substâncias dentro de ampolas. E sim se tornar impotente, infértil ou incapaz de segurar gestação. Há outros que acusam o flúor e o alumínio presente nas fórmulas de ocasionar anomalias neurológicas aos bebês. A mais comum dessas anomalias seria a microcefalia. Mas passa batido a Síndrome de Down e outras danificadoras do cérebro.

Conforme a Superinteressante: “em 1957, o laboratório alemão Chemie Grünenthal lançou a talidomida, considerada o sedativo mais confiável da época. A droga induzia um sono tranquilo em pessoas ansiosas e evitava náuseas em mulheres grávidas. O fabricante ainda garantia que a droga não provocava qualquer efeito colateral. Resultado: em pouco tempo, ela virou sucesso em mais de 50 países, inclusive no Brasil. E era vendida sem receita médica, sob as bênçãos das autoridades de saúde. Não demorou, contudo, para que o “milagroso” remédio se revelasse uma catástrofe. Mulheres que o haviam tomado durante a gestação deram à luz bebês com focomelia, uma síndrome caracterizada principalmente pela má-formação de braços e pernas – reduzidos a pequenos ossos ligados ao tronco.” (https://super.abril.com.br/saude/talidomida-na-gravidez/)

A medicina reconhece os estragos que a Talidomida fez com as mulheres grávidas no passado. E isso, junto a casos nefastos recentes constatados após uso de vacina, encoraja a descrença no processo.

É preciso mais do que simplesmente um político – em vez de um médico concentrado em seu afazer ou de um biólogo – sair por aí falando em cerceamento da liberdade de expressão e de ação para frear a militância de sujeitos bem embasados em seus falatórios: “toma vacina quem quiser”.

Se fôssemos obrigados a nos submeter à vacinas, todos os que se opusessem à obrigação se converteriam à seita Testemunha de Jeová, que não aceita vacinação ou receber sangue de outro e com essa prática, taxada pelos inocentes seculares, eles se protegem do sistema corrupto que se vale até da saúde pública para atingir seus objetivos obscuros.

Não há qualquer lógica em esperar que interessados em mortandade alta vá querer lutar contra algo que lhes faria o trabalho contra toda a humanidade, com ela aceitando a sorte, julgando estarem a fazer o que podem seus governos para evitar seu extermínio.

Os primeiros estágios do declínio do Império Romano (108 DC) coincidiram com uma epidemia em larga escala: a praga de Antonino, responsável pela morte de quase 7 milhões de pessoas. Este fato declara que é mais imaginativo presumir que o uso de vacinação para ajudar na causa da redução populacional se deve a evitar nascimentos ou prolongamento da vida de recém-nascidos e não matar espécies.

Isso a longo prazo coopera bastante com o objetivo do crescimento vegetativo negativo de todo o planeta. Não deixemos de incluir aqui a vacinação realizada nos outros animais, que segue os mesmos propósitos.

Texto: A.A.Vítor

FONTES ADICIONAIS:

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1200696/

https://brasilescola.uol.com.br/biologia/a-historia-vacina.htm

Nunca deixe de adquirir e ler o livro “Os meninos da Rua Albatroz”, onde se encontra a maioria dessas informações. Aguarde a próxima postagem do tópico.

O seu orgasmo pode destruir o Capitalismo

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Tenho me interessado bastante por Magia Sexual e me aprofundado no assunto. Particularmente no que ensina o tantrismo. A coisa de reter ao máximo o orgasmo durante as estimulações sexuais e na decorrência do clímax injetar na mente a imagem de uma solicitação ao Universo, a qual, de acordo com a habilidade do tantrista, será expressa em sua realidade.

Havendo confirmação científica dessa teoria e sendo ela possível a toda humanidade, o mais comum dos desejos enviados ao Universo no momento de auge orgasmático para serem realizados seria a independência econômica.

Em outras palavras: ficar rico. Viver sem ter patrão, sem ter que trabalhar e ter de tudo até mesmo sem ter que consumir. Bastando um revirar dos olhos para que o que quer que se queira obter apareça, de alguma forma e em qualquer tempo, na realidade do aspirante.

Até aqui é fácil entender que essa prática hinduísta ameaça o modelo econômico preferido do Ocidente. Porém, a expectativa de confirmação dela é minúscula.

O maior obstáculo não é acreditar que desejos enviados ao éter, qualquer que seja a forma de envio, possa fazer modificações na realidade de alguém. É a parte física, que envolve muita concentração e capacidade de retenção ou adiamento do orgasmo até que certo potencial de energia biológica esteja pronta para ser expulsa do corpo humano, legando ao experimentador poderoso poder psíquico.

Mas, considerando que a teoria por trás da técnica esteja certa, e se de repente alguém aparece com um produto que poupa todo esse trabalho de concentração? Um produto, patenteado, que prometa ajudar no adiamento e respectiva ampliação do orgasmo.

Esse produto faria uma revolução nos hábitos humanos tal qual fez a Coca-Cola quando surgiu disponibilizando um sabor completamente prazeroso inexistente na natureza.

Remédios alopáticos e homeopáticos para acabar com a ejaculação precoce existem. Já é metade do caminho andado. A outra parte pode ser cumprida implantando-se na fórmula de um desses compostos o princípio concernente das drogas psicoativas.

Alcançando-se êxito nessa empreitada, ainda assim não se estaria pronto para gozar da cara do Capitalismo, pois, quem estivesse por trás da patente estaria dando as cartas nas bolsas de valores.

Da mesma forma que certas marcas ditam o consumo e por isso são proeminentes nos mercados que atuam, os fabricantes e comerciantes da pílula das realizações o seriam no único mercado que existiria e que suportaria nas costas todo o Capitalismo.

Só que não! No Tantra só é necessário conhecer o caminho para poder seguí-lo quantas vezes se desejar. Basta uma viagem. A dois ou a só. Uma vez que se consegue realizar as atividades sensoriais e orgânicas que perfazem a proeza da construção da própria realidade que promete a técnica hinduísta, se torna cônscio delas e se memoriza os passos a dar.

Diferente do analgésico, por exemplo, que impede substâncias de levar ao cérebro informações sobre foco de inflamações ou outro problema existente no corpo, fazendo com que a dor seja ignorada pelo não recebimento dessa mensagem pelo cérebro, a pílula das realizações proporcionaria ao ‘drogado’ conhecer os estados internos e os métodos de atraso do orgasmo que seu organismo desencadeia quando desempenha uma atividade tântrica. Mesmo sendo esta simulada por um comprimido.

Tanto é verdade que esse autoconhecimento acontece, que o Viagra já encontra concorrência na libertação que o uso massivo da droga proporciona. O objetivo desse medicamento é fazer chegar fluxo de sangue até o pênis, o que melhora a ereção, logo, auto-estimular essa atividade do corpo é questão de observar a ação do remédio durante o seu uso. Se verá que o que toma conta de tudo, na verdade, é a confiança que o usuário sente na capacidade do estimulador genital.

Porque as grandes religiões, sobretudo a cristã, são braços disfarçados do Capitalismo é que a Magia Sexual, ministrada principalmente por grupos pagãos e ocultistas, é inibida, censurada e proibida pelos líderes religiosos.

Da mesma forma sofreria inibição a droga libertadora aqui pensada. Seria ela tachada como produto ilegal e só se teria acesso a ela por meio clandestino. Um narcotráfico específico se formaria.

E todos nós sabemos que são os poderosos do meio corporativo que decidem o que é ou não ilegal, conforme suas conveniências. Que no caso, certamente alegariam se tratar de questão de saúde pública a decisão que tomassem a respeito do produto libertador.

Montariam guarda e procurariam cercear a liberdade daqueles que cometessem o crime de busca pela independência econômica. Condição mais do que suficiente para destruir o Capitalismo. Que novos Dr. Gerson possam aparecer para viabilizar esse método de cura.