Intervenção militar pró criminalização do comunismo

Protestam nas ruas de São Paulo. Pedem intervenção militar para criminalizar o Comunismo. Como seria isto: criminalizar o comunismo?

Criminalizar é tornar um crime um ato, por exemplo. Vai ver o desejo é esse. Mas, seria o criminalizado o praticante de atos comunistas? Será que estes que pedem em faixas essa criminalização sabem que atos seriam estes? Será que eles não praticam os mesmos?

Geralmente, quem sai em protesto nas ruas é motivado por um líder, geralmente um político. E ele move as pessoas à fazê-lo a fim de defender os seus interesses. Estes, na maioria das vezes não são claros para quem compra a ideia e a segue. Pra dizer a verdade: para quem se vende à eles.

A situação de desespero que vemos na política brasileira, com presidente da república lutando para não perder o posto e recrutando incautos para garantir por ele a manutenção do mesmo, é preponderante – chegando a ser obrigatório – o uso de persuasão psicológica para angariar adesões.

Os grupos que movem pessoas a pedir a tal intervenção militar tecem, com seus próprios argumentos, para aqueles que os apoiam o que seria o Comunismo. Fazem do regime vermelho um assombro pior do que o da pandemia, que não precisa que ninguém dê-nos uma versão sobre sua ameaça.

Só para deixar os militantes pró intervenção militar para criminalização do comunismo mais espertos, se você possui desejo de igualdade (ou seja: vida em comum ou comunismo). se você gostaria de ter dentro da sociedade as mesmas condições que o seu vizinho, que o seu patrão, que o presidente da república, então, você vai ter que parar com isso, pois, isso é um ato comunista.

E fora isso tem uma série de outros hábitos que com certeza você sustenta que são oriundos da ideologia comunista. O que dizem para você os que você anda seguindo para se agarrar à luta deles não é verdade.

A parte do Comunismo que você deveria combater, a filosofia econômica, nem de longe o Brasil corre perigo de sofrer mutação. Nosso destino parece ser o colapso econômico total devido à esse emburrecimento da população, que em vez de protestar em pró do Liberalismo Econômico que Paulo Guedes iniciou a implantação, protesta para que persistam os escândalos envolvendo o presidente da república, que parecem querer frear o liberalismo.

Daqui a pouco o ministro deixa o cargo também e aí, meu, só mesmo implantando a economia do regime vermelho para nos salvar. Se seus mentores te explicasse sobre o modelo de economia planificada talvez você saberia visualizar a grande solução que estamos deixando escapar não exigindo aceleração da aprovação dos projetos do Guedes.

E procure outra forma de manifestar que não seja protesto nas ruas carregando faixas contendo palavras de ordem, pois, isto também é um ato comunista.

A difícil tarefa de ser eleitor no Brasil

Recebi um exemplar do jornal Brasil de Fato de hoje, que destaca a manobra da Rede Globo, do STF, refém do juíz Sérgio Moro, e dos tucanos, representando a ala conservadora da política nacional, para impedir a candidatura à presidência da república neste ano de 2018 do ex-presidente Lula. Fato que se ocorrer destruirá todos os planos da corja por trás da Operação Lavajato (é tão acusada de ser fraudulenta essa operação, que se pode escrever o nome dela de qualquer jeito).

Juízes, burgueses, políticos corruptos, investidores internacionais, sobretudo do Petróleo, grupos de comunicação, suspeita-se de supostos judeus organizados (Alckmin, Aécio, Luciano Huck pra ficar só no Brasil) visando a manutenção de sua hegemonia em segmentos de mercado no país, e agentes menores estariam acuados havendo esse panorama de Lula reeleito para o “V” de vingança que se esboça.

Chega a ser tão óbvio de que há interesse anti-democrático e anti-trabalhador no foco dessa sentença, que se até mesmo o brasileiro que foi irremediavelmente afetado pela moldagem de opinião paga à Globo exigisse que Lula participasse da eleição, mantendo-se assim a postura certa de preservar a democracia e de querer mostrar nas urnas a sua verdadeira opinião, votando no seu real candidato e não nos que operam para que sejam eleitos, uma reação ao golpe que visa escravizar o trabalhador, tirar a soberania do país e dar ainda mais mamata para as elites que comandam tecnicamente a sociedade, que estão por trás dos principais negócios e do capital que giram a economia brasileira, se obrigaria uma retomada do desenvolvimento que se chegou a experimentar nos áureos tempos petistas, desta vez inteiramente com os pés no chão.

Mesmo que Lula ganhe e que haja verdade no que propagaram sobre a integridade do PT para as pessoas absorverem, nenhum político que ocupar o Palácio da Alvorada, o Senado ou as câmaras de deputados estará com a consciência tranquila para exercer seu cargo. Pensará muitas vezes antes de qualquer tentativa de desvio moral. O que se pode dizer que essa tal operação trouxe de bom para a política nacional é isso.

Até Jair Bolsonaro, se quiser dar um exemplo de civismo para seu público, ele que está melhor colocado na disputa contra Lula à presidência da república, conforme espalham os institutos de pesquisa de opinião pública, deveria exigir decência ao juíz Sérgio Moro e seus assessores da nata do STF para promover justiça e não golpe. Afinal, Bolsonaro não precisa ter medo da popularidade do metalúrgico.

Por enquanto, o que o povo suplica é por respeito ao seu voto. Se for simples assim: Dar as cartas para a população um STF e um juíz em específico, que estariam recebendo investimento de grupos estrangeiros para inibir a candidatura de Luís Inácio da Silva e conduzir ao governo da nação um determinado candidato, provavelmente tucano, qual o aspirante ao cargo presidencial que não fizesse parte dessa quadrilha estaria livre de também sofrer perseguição, impeachment e outros instrumentos para interromper seu governo? Se a cúpula comandante não gostar do eleito, ela o tira. Bolsonaro estaria desde já defendendo o voto de seu próprio eleitorado. A não ser, é claro, que ele faça parte do conluio conspirador! Ele diz que não faz. Mas, é aquele negócio: “Falsidade ideológica é virtude no meio político mundial“. Chega a ser o lema: “Ou se é honesto, ou se é político“.

Eu vivi os “Anos de chumbo“, nasci em sessenta e cinco, e não posso negar que aqueles tempos não foram tão cruéis para o cidadão comum como serão se o país oficializar esse estado de sítio que é o STF atuar na política bancando o justiceiro, tendo a Rede Globo e a mídia corporativa subordinada a ela como capataz para o serviço de adestramento da população. Se tiver que ter golpe militar para colocar os militares no poder novamente façam antes de civis incompetentes e mal intencionados inibirem essa possibilidade. Prefiro aquela vida da minha infância e adolescência do que ser escravo do Poder global, ser trabalhador e cidadão explorado por um grupinho de gringos e de babacas tupiniquins metidos à besta. Os militares pelo menos criavam e mantinham estatais e respeitavam o trabalhador. Não vou me sujeitar. Virarei um homem-bomba. Um sandinista. Um autêntico militante do Baader-Meinhoff, meu grupo subversivo preferido.

E para o caso de Lula sofrer a inibição do direito de concorrer às eleições 2018, havendo ou não bom senso em defender esse direito por parte de seus adversários, o público tem uma missão a fazer. É claro que se trata de um recrutamento cuja adesão será mais fácil aos esquerdistas. Se não há mais legalidade nesse país, se uma quadrilha se julga dona dele e põe como chefe de estado quem ela quiser, se nosso voto não valerá nada se não for em quem ela quiser, recorreremos (porque estou dentro) à anarquia como forma de governo. Nada respeitaremos. Baderna total. Faremos valer nossos direitos com base na força bruta.

Poxa, se trata de um exército de mais de cinquenta milhões de pessoas. Boicote de consumo, greves, irreverência nas ruas. Quero ver se vai haver tantos policiais na rua para conter isso. Quero ver caso prenderem, de verdade ou de mentirinha, uns gatos pingados e fazerem aparecer na televisão o que fizeram, se isso vai botar medo e consecutivamente ordem na população. “Necessidade não tem lei“, vão é aprender na marra, na linguagem que eles entendem, o sentido dessa frase que há muito é, inconscientemente, lema de quem tem fome.

A TV Globo já induz mesmo seu bobo público a taxar de baderneiro quem brada contra os interesses dela. Sim, sentenciar o ex-presidente é interesse também dos Marinho. Ela propaga que quem se deixa levar pelo sentimento de injúria com a situação que ela é uma das protagonistas, impede o bom andamento da democracia. Só falta então a baderna em vias de fato, o preconceito já é legalmente disseminado pela corrupta, no entender de muitos, empresa de comunicação. Esperemos o motivo cabal então para nos entregarmos ao total descontrole.

Como pode: uma legião de pessoas suplicando contra a condenação do Lula e só porque a megera emissora de televisão não mostra a verdade e instrui seus pau-mandados (Bandeirantes, SBT, Veja, IstoÉ, Folha de São Paulo) a fazer o mesmo, faz parecer que esse fato não existe? Existe sim. E é mais gente do que se imagina os que mesmo não se interessando em votar no Lula querem a candidatura dele para ter pelo menos a impressão de que seu voto vai ser respeitado e de que seu país ainda é seu e pode ser que ele não será entregue.

E olha isso que o STF, o Ministério do Trabalho e a Polícia Federal têm conhecimento, é de suma importância, e não dão qualquer atenção: Sem haver ainda um governo lhe favorecedor eleito legalmente as empresas já estão deitando e rolando cheia de abusos para cima do trabalhador e do consumidor, principalmente as de telecomunicação. Imagine o que advirá quando se instaurar o governo que esse golpe contra a democracia brasileira quer botar lá, que já tá aí baixando as guardas do trabalhador para seus gestores enfiarem o supapo?

Então, povo, não se deixe intimidar e não faça valer interesses que não são os seus e nem são benéficos a você. Entenda melhor esse processo e busque as notícias nos veículos menores, pois, seus custos podem ser pagos por anunciantes de menor porte, que, é bom que se diga, também têm interesse em acabar com essa cúpula golpista que se instalou na política brasileira, pois, são também afetados por ela. Seus negócios são facilmente abocanhados pelos concorrentes participantes da corja imperialista ou são destruídos, sem importar se eles empregam. Só com essa atitude você já está fazendo algo para moralizar esse país, sem ter que se preocupar se o que faz é o certo. O grande medo do brasileiro é o de se comprometer, já que não consegue obter informação segura, logo, evitar a informação subsidiada e fraudulenta que propaga a Grande Mídia e as redes sociais da internet é o melhor caminho. Seja menos vulnerável.

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Dúvida quanto a integridade das notícias: Engenharia Social

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Na íntegra, transcrição de um texto do Avaaz.

Queridos amigos e amigas,

A conta chegou e Temer está pagando os votos que comprou da bancada ruralista. O Congresso quer aprovar uma lei que vai abrir um buraco do tamanho de 433 campos de futebol no coração da Amazônia para mineração, madeireiras e pecuária. Mas podemos frear esse absurdo! 

Semana passada, aprovaram na surdina o desmate de uma área equivalente ao tamanho da Dinamarca: não podemos deixar passar mais uma. O projeto será analisado por uma comissão especial a qualquer momento, precisamos pressioná-los a abandonar de vez essa lei. Assine agora e compartilhe com todos: 

Assine para impedir que destruam a Amazônia!

Essa é a segunda vez que tentam aprovar essa lei esse ano. Mas agora a conta chegou e Temer vai ter que se virar pra pagar os votos que comprou dos deputados para livrá-lo da investigação por corrupção. Está tudo ligado…a bancada ruralista votou em peso a favor dele e é proprietária ou recebe dinheiro de empresas de mineração, agricultura e madeireira: coincidentemente, todas as atividades que estarão, do dia pra noite, legalizadas com essa lei. E isso é só o começo.

Essa lei vai dar um subsídio de R$605 milhões a grileiros para que comprem as terras que invadiram ilegalmente, é SURREAL! Esses mesmos grileiros, além de desmatar ilegalmente a floresta por anos a fio, estão ligados a massacres violentos de populações locais e indígenas que tentavam resistir às invasões. Um verdadeiro prêmio à violência e ilegalidade.

Vamos garantir que o Congresso e o presidente Temer saibam que estamos vigilantes, e que vamos reagir todas vez que tentarem rasgar os nossos direitos e das gerações futuras! A Amazônia precisa da gente: 

Assine para impedir que destruam a Amazônia!

Cada pedaço de floresta que conseguimos proteger é uma vitória para a biodiversidade de nosso planeta e um golpe aos que tentam lucrar com patrimônios da humanidade. Nossa comunidade já lutou para salvar diversas áreas naturais mundo afora, vamos nos unir novamente e proteger esse pedaço divino da Amazônia.

Com esperança e determinação, 

Flora, Carol, Laura, Nana, Diego e toda equipe da Avaaz 

Mais informações:

A floresta como moeda de troca (DW)
http://www.dw.com/pt-br/a- floresta-como-moeda-de-troca/ a-40084506 

Temer envia projeto de lei que reduz floresta ameaçada no Pará (O Globo)
https://oglobo.globo.com/ brasil/temer-envia-projeto-de- lei-que-reduz-floresta- ameacada-no-para-21592797# ixzz4qfXkZ1L2 

Governo Temer convoca mineradoras à nova caça ao ouro na Amazônia (El País)
com/brasil/2017/08/24/ politica/1503605287_481662. html 

Texto Projeto de Lei na íntegra (site Câmara dos Deputados)
http://www.camara.gov.br/ proposicoesWeb/ fichadetramitacao? idProposicao=2145333

Após vetar medida, Temer propõe novo corte de floresta no PA (Folha de São Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/ ambiente/2017/07/1901296-apos- vetar-medida-temer-propoe- novo-corte-de-floresta-no-pa. shtml

Exploração mineral na Amazônia pode levar a disputas judiciais (O Globo)
https://oglobo.globo.com/ economia/exploracao-mineral- na-amazonia-pode-levar- disputas-judiciais-21737004# ixzz4qfXt7ZY4

Agora, texto na íntegra do Blog do Renato, link ao final.

Comandante do Exército: Brasil
precisa de projeto de desenvolvimento

Nesta quinta-feira (22), em audiência pública do Senado, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirmou que o Brasil é uma nação sem consciência da sua própria grandeza e das riquezas de seu território. Segundo ele, projeções feitas pelo Exército calculam em cerca de U$ 23 trilhões o potencial em recursos naturais existentes na região amazônica. Apesar disso, não existe nenhum projeto de aproveitamento destas gigantescas riquezas, o que revela a ausência de um projeto nacional.

Agência Senado

Ele concordou com a afirmação do senador Roberto Requião (PMDB-PR) para quem “o Brasil é grande demais pra abrir mão de um projeto nacional”.

“É exatamente isso, o Brasil é um superdotado num corpo de adolescente. A Amazônia continua praticamente abandonada, falta um projeto e densidade de pensamento”, enfatizou o comandante do Exército, que voltou a reiterar declarações recentes dadas à imprensa de que “o Brasil está à deriva, sem rumo”, como consequência de um acúmulo de crises que iria além de seus aspectos econômicos.

“Se fôssemos um país pequeno, poderíamos nos agregar a um projeto de desenvolvimento de um outro país. Como ocorre com muitos. Mas o Brasil não pode fazer isso, não temos outra alternativa a não ser sermos uma potência. Não uso esse termo na conotação negativa, relacionada a imperialismo, mas no sentido de que necessitamos de uma densidade muito grande”, salientou.

Ele reforçou que o Brasil precisa de um projeto de desenvolvimento nacional com um plano estratégico de monitoramento de fronteiras e defesa cibernética. “Todos os programas estão sofrendo restrições e atrasos”, destacou ele, se referindo ao congelamento de gastos imposto pelo governo de Michel Temer, que cortou os investimentos por 20 anos, colocando em risco esses projetos.

Questionado sobre a possibilidade de intervenção militar, invocada por setores da direita conservadora, o general foi categórico: “É muito triste que a população veja como alternativa uma intervenção militar. Isso está absolutamente anacrônico, haja vista o que aconteceu na Turquia. Esta hipótese está absolutamente afastada”.

Polarização política

Em uma análise profunda da atual conjuntura política, em que a polarização afastou o debate político dando vazão à antipolítica, Villas Bôas afirmou que um dos equívocos cometidos pela sociedade brasileira foi deixar-se levar pelas linhas de confrontação ideológica existentes na Guerra Fria, o que dividiu setores, levou ao abandono de um projeto nacional e evolui hoje para a “perda da identidade e o estiolamento da autoestima”.

Sobre os projetos anunciados pelo governo Temer que ampliam a liberação para exploração estrangeira em relação a minérios, assim como também a venda de terras para estrangeiros, Villas Bôas disse ser contrário à venda de terras nas regiões fronteiriças, reiterando que se absteria de comentar a questão em relação a outras partes do território.

Projeto de Temer sobre exploração estrangeira

No entanto, o comandante do Exército fez questão de reiterar que vê com “preocupação” uma maior abertura para a exploração das riquezas minerais por empresas estrangeiras. Ele citou levantamentos feitos pelo Exército que indicam uma “estranha coincidência” entre a demarcação de terras indígenas com a presença das riquezas minerais.

Segundo ele, a Bolsa de Futuros relacionada à exploração mineral sedia-se no Canadá, de onde advém grande parte da pressão internacional pela instalação de unidades de conservação.

“Eles trabalham no sentido de neutralizar áreas, amortecer, já que não tem a capacidade de explorar imediatamente. E ficam esperando certamente momentos oportunos pra buscar estas oportunidades, então acho que isso tem que ser muito considerado”, denunciou.

Villas Bôas disse ainda que é preciso entender que não há contradição entre desenvolvimento e preservação ambiental, no que se refere à Amazônia.

“Morei lá por oito anos e penso justamente o oposto. O que vai salvar a região amazônica, inclusive a natureza, é o desenvolvimento. É a implantação de polos intensivos para empregar aquela grande mão de obra, impedindo que ela vá viver do desmatamento extensivo”, argumentou, afirmando que a Amazônia é um reflexo da ausência de um projeto como um todo para o país e sua “vulnerabilidade” à ações externas.

Crítica ao decreto de Temer

O general afirmou que o uso de militares em atividades de segurança pública é “desgastante, perigoso e inócuo” e disse que o modelo, usado por meio de decretos presidenciais, deveria ser repensado.

A afirmação do general Villas Bôas foi uma crítica a decisão de Michel Temer de convocar as Forças Armadas para conter manifestações contra as reformas trabalhista e previdenciária, de 24 de maio, conflagradas por uma greve geral convocada pelas centrais sindicais que paralisou o país.

Por meio de decreto, Temer convocou o Exército a fazer a segurança do Distrito Federal por uma semana. Após uma saraivada de críticas, o governo revogou o decreto em menos de 24 horas após a sua publicação.

“Nós não gostamos desse tipo de emprego. Não gostamos”, disse o general aos senadores. Villas Bôas disse que, internamente, o recurso ao decreto “causou agora recentemente alguma celeuma”.

O general também criticou o uso das Forças Armadas em operações classificadas como “garantia da lei e da ordem”, entre as quais a ocupação da Favela da Maré, no Rio de Janeiro.

“Eu, periodicamente, ia até lá [Favela da Maré] e acompanhava nosso pessoal, nossas patrulhas na rua. E um dia me dei conta, nossos soldados, atentos, preocupados, são vielas, armados, e passando crianças, senhoras, pensei, estamos aqui apontando arma para a população brasileira, nós estamos numa sociedade doente”, relatou.

“Lá [na favela da Maré] ficamos 14 meses. No dia em que saímos, uma semana depois, tudo havia voltado ao que era antes. Temos que realmente repensar esse modelo de emprego, porque ele é desgastante, perigoso e inócuo”, complementou Villas Bôas.

Do Portal Vermelho, Dayane Santos com informações da Agência Senado

https://renatorabelo.blog.br/2017/06/23/comandante-do-exercito-brasil-precisa-de-projeto-de-desenvolvimento/

MINHA OPINIÃO

Se as pilhagens descritas na petição estão acontecendo, não é o povo ou milhões de assinaturas dele que irá combater. Já vimos na prática que o que querem esses políticos vagabundos eles conseguem. Eles têm o STF, eles têm a grande mídia, eles têm elites empresarias nacionais e estrangeiras por trás deles para poder viabilizar qualquer intenção espúria que eles planejarem.size_960_16_9_amazonas2

Já com relação à segunda matéria, as Forças Armadas estão em posição privilegiada para acabar com essa farra dos políticos, da imprensa corrupta e dos políticos assassinos. Se o Exército está mesmo preocupado com nossas fronteiras, ele não terá tanta dificuldade para contar com o povo que se indigna com os noticiários favoráveis à essa cúpula que quer acabar com o Brasil e só pensa em seu umbigo. Quem é anti-militar e recorre aos tempos de ditadura para mover o povo a evitar a classe são esses que estão na política, tanto na direita quanto na esquerda, fazendo as merdas que nos chegam, e esses que estão por trás da mídia golpista. O povo que sofre aversa-se aos militares sem ganhar nada.