Teria sido o novo coronavírus desenvolvido para o Brasil? – Final

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IMAGEM: Blog do AFTM (com adaptação)

Bem, a intenção era dar um giro pela história do Brasil contada pelos conspiracionistas até os dias de pandemia, mas, infelizmente o tempo está regrado. Mas, é possível encontrar toda ela separadamente visitando as postagens antigas deste blog. Utilize a caixa de busca.

Nos últimos meses temos convivido com notícias que parecem se relacionar a ajustes que o atual governo brasileiro precisa fazer para entregar o Brasil planejado por ele. Queimadas clandestinas na Amazônia brasileira por exemplo favorece ao plano de transformar o Brasil em um fazendão, utilizando-se aquela região.

Para isso se estabelecer não incide em apenas desmatar a selva, mas, também, em dizimar populações, não só a indígena, que é altamente suscetível à viroses. Haja cloroquina para salvá-los do genocídio causado pelo homem que se diz civilizado!

Noticiam que a Covid-19 está fazendo um estrago grande na região e que o Estado do Amazonas será o mais afetado pela doença. Noticiam com a cara de quem está morrendo de preocupação e pena por dar essa informação. Hipocrisia, é claro!

Outro fenômeno que estamos vendo ocorrer e que muito está sendo necessário para as empresas são os rebaixamentos de salários. Atletas e artistas são os que mais se vê em evidência por serem exorbitantes seus ganhos, mas, chega ao assalariado a intenção de corte. Estes teriam reduzidas suas jornadas e os salários seriam ajustados proporcionalmente à essa redução.

A paranoia gerada pela quarentena é que patrocina a aceitação das reduções, pois, leva muitos trabalhadores a pensar que há uma escolha para se fazer entre o corte no salário ou do emprego.

O empresário beneficiado com incentivos fiscais e deduções de impostos também é afetado. O governo divulga que não manterá os programas que geram esses benefícios, se valendo do quadro de arrecadação baixa que o cenário de quarentena e respectivo caos na economia favorece. O empresário nem discute.

Em contrapartida, para reduzir custos e conservar os empregos possíveis há a estimulação ao teletrabalho – home-office. A modalidade foi introduzida na legislação trabalhista brasileira em 2017, com a Reforma Trabalhista do governo Temer. Visionarismo?

A quarentena também contribui com a queda na criminalidade nas ruas e espaços públicos como os ônibus, deixando em dificuldades até o narcotráfico, devido à complexidade que se tornou para o drogado a compra do produto, por ele não poder sair de casa com facilidade ou por não encontrar a quem roubar para obter o dinheiro da compra.

E contribui com a higienização das cidades: mendigos, vagabundos e moradores de rua além de provavelmente possuírem imunidade fraca, ficam expostos à contaminação sem o mínimo de proteção.

A gravidez, indesejada ou não, por causa do distanciamento e as orientações de não fazer sexo ou procurar por sexo virtual nesses dias de isolamento, dada até por Damares Alves, no mundo todo está sendo inibida. Este ano provavelmente será de poucas gestações. Isso implica diretamente no controle de natalidade mundial, tão necessário à vida humana com qualidade na Terra.

Aí vem aqueles que zombam da inteligência de outros dizer que o coronavirus foi desenvolvido pela China e que a China estaria usando o vírus como arma biológica contra a humanidade, a fim de dominar economicamente o planeta. Para esses teóricos, comprar o Brasil seria uma das intenções dos chineses dentro desse projeto de hegemonia.

A ideia de um vírus que assola o mundo em uma pandemia em 2020 passa pelo Brasil. Em 2014, já apresentamos isso aqui, a escritora brasileira Melissa Tobias publicou o livro “A realidade de Madhu”.

No conto, Madhu é abduzida por seres extraterrestres e recebe a missão de semear uma nova realidade terrestre, na qual os seres humanos se amarão. Em 2020, o sistema financeiro mundial entraria em colapso, conforme a história, e transformaria a filantropia em dinheiro – filantropia como dinheiro estamos vendo circular com essa experiência social chamada Covid-19.

Na página 183 do livro, uma pandemia, a qual duraria 2 anos e ceifaria a vida de 3 bilhões de pessoas que não tinham amor ao próximo, é narrada. Um vírus acomete as pessoas de uma virose psicossomática que para se imunizar dela o portador do vírus deveria emitir vibraçoes de amor. Um pouco de aumento do amor ao próximo – exceto aos políticos – estamos vendo também.

Os mesmos que pregam a acusação à China tentam elevar o moral do brasileiro para engajar-se em uma proposta de país potencialmente agrícola, que irá se beneficiar do panorama mundial pós crise de Covid-19 exportando alimentos para o mundo. Entre as nações importadoras estaria a China.

O que caracteriza essa pandemia é o fato de a Covid-19 não ter remédio e nem vacina para detê-la. Aparece mais gente interessada que esse antídoto não seja possível, os quais abusam da desinformação para traçar uma genética indestrutível para o vírus.

Mas, com estilo, pois, encontram sustentação de parte de suas informações até por infectologistas renomados, como Luc Montagnier, prêmio Nobel de Medicina de 2008, descobridor do HIV, vírus da AIDS, que deixou público que concorda que o novo coronavírus pode ter sido desenvolvido em laboratório em Wuhan, na China.

O médico concordaria que o agente biótico seria um híbrido do HIV. Consultado, o infectologista David Uip, referência na discussão do coronavírus no Brasil, deu seu parecer de que não haveria base científica que sustente a afirmação de Montagnier.

Estaria o descobridor do HIV condescendendo com uma farsa lhe solicitado pelo lobby da pandemia, composto por empresas que teriam subsidiado no passado seus trabalhos?

Só que mais da metade dos infectados conseguiu se curar da Covid-19. Para isso, tem que ter tido remédio ou tratamento usado na cura. Ou então, esses infectados  teriam se curado sozinhos.

Essa cura autoimune só ocorreria com os jovens sadios. Logo, esta informação estaria sendo ocultada e o foco da pandemia seriam os velhos e os não sadios, incluindo membros da juventude.

Estariam com isso melhorando o contingente humano no Brasil, o tornando apropriado para trabalhar na lavoura e por longos anos devido à juventude?

Se uma nação se valesse de um terror desses que é essa pandemia para sobrepor a outras, ela não poderia se dar ao luxo de atacar só os velhos das nações alvo. Isso porque se a incursão for descoberta, as nações afetadas certamente declararão guerra ao incursor. E enviarão seus exércitos contra esse ofensor.

E esses exércitos são formados por jovens e não por velhos. Então, essa teoria que acusa a China de bioterrorismo e guerra biológica usando o coronavirus tem mais cara de ser fajuta.

Mas, o fato é que a pandemia está aí e ceifando vídas de idosos e pessoas imunologicamente frágeis, que formam o grupo de risco. Fica mais confiável a acusação que fazem de que um grupo conspirador – formado por governos e corporações – estaria interessado nesse abate por razões econômicas relacionadas à previdência e à eliminação de não-jovens e não-sadios das sociedades.

A segunda hipótese de eliminação contribuiria com certa expectativa de redução populacional. Que junto com ajuste do orçamento previdenciário, alocação de trabalhadores, alavanco na economia e liberalismo em setores sócio-econômicos tem tudo a ver com as necessidades do governo Bolsonaro.

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

Motivos para eu aderir à Globo e não ao Bolsonaro

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Pô, tá um saco! A Globo e o STF foram cruciais na luta para tirar o PT do poder. Essa mesma Globo e esse mesmo STF. Com Gilmar Mendes, Dias Toffoli e tudo mais. Rodrigo Maia, como presidente da câmara, viabilizou muitos dos planos de governo de Bolsonaro, que por serem polêmicos dificilmente passaria na Câmara dos Deputados pelos trâmites normais.

Quantas cenas há de cumprimentos e ufanações a Rodrigo Maia feitos por Bolsonaro, seus aliados e seus seguidores, que ficaram registradas e a gente pode recorrer a elas pra verificar como é o jogo político dessa gente que acha que somos capacho dela? A aprovação da Reforma da Previdência foi o momento mais marcante desses hipócritas.

Esse mesmo pessoal alvo atual do bolsonarismo foi crucial também para eleger o Bolsonaro. Inclusive, se a Globo quiser desmascarar a provável facada falsa ela deve ter tudo o que for preciso pra isso. Dentro dessa hipótese, ela não vai ser besta de fazer isso porque sustentou essa verdade e o suposto esfaqueado não vai dar tiro no pé só para comprometê-la, sabendo que se compromete também. Isso, pra mim que tem plena convicção de que o atentado foi fake, é o que me faz sentir vingado.

Se agora que a Reforma da Previdência, que é o que interessava a essa gente ver aprovado, está aprovada e que os interesses do grupo que o Bolsonaro representa conflitam com os da Globo, STF e Rodrigo Maia e por isso Bolsonaro se tornou descartável para estes últimos, que estariam querendo derrubá-lo, eu que não votei no Messias não tenho nada a ver com essa briga.

Os seguidores ou gente que recebe dinheiro da extrema-direita pra militar em pró da sustentação de Jair Bolsonaro no posto enchem o saco com o material terrorista que propagam pelo Whatsapp. Tem neles sempre em evidência frases como “Globo lixo“, “STF corrupto“, “Vamos fechar o Congresso“, “Cassação ao Rodrigo Maia“. Fora os vídeos de supostos generais das forças armadas falando até em entrar com os tanques dentro do Congresso Nacional e deixar todos por lá furadinhos de bala se tiverem que interferir pra proteger o presidente da república eleito democraticamente.

Ou seja: para resolver antidemocraticamente problemas próprios, as forças armadas usarão os aparelhos e munições que a gente paga para usarem em nossa defesa. Ué, não precisam do nosso voto para fazerem isso? O STF e Rodrigo Maia não têm feito nada de inconstitucional. Por mim, se fizerem isso, se tiver que entrar militar na roda pra acabar com esse terror e trazer de volta a paz pra gente, que seja, mas, que o façam sem encher meu mural do Whatsapp de merda.

Agora veio a pandemia. E com ela a quarentena. Bolsonaro já mudou o discurso dele várias vezes. Apareceu de máscara no Twitter junto a mais dois de seus acessores alegando que aguardava resultado de exame e com o cenão se mostrou condescendente com a informação que paira por aí de que a pandemia é realmente preocupante.

Depois, viu que a quarentena pode afetar a economia e isso pode levar à ruína seu governo, foi à TV em cadeia nacional chamar de gripezinha e resfriadinho a doença e exigir a não adesão do povo à quarentena. E chove material desse pessoalzinho de extrema-direita fechado com o Bolsonaro intencionando fazer o povo sair do status de quarentena supostamente para salvar a economia.

É vídeo de suposto caminhoneiro chorão falando que não acha onde comer; é fake de cenas de chineses espalhando o vírus por querer, colocando a mão no nariz e tocando alimentos numa feira; tem o do cara supostamente no metrô irlandês esfregando num poste a mão levada à boca pra buscar saliva supostamente contaminada de coronavírus; tem a imagem de uma suposta conversa de Whatsapp onde um anúncio fala sobre uma morte por Covid-19 em Teresina e na conversa uma mulher diz que é parente do falecido e que ele morreu de outra coisa, mas, os hospitais estariam recebendo orientações para colocar no atestado que foi coronavírus.

Tudo isso bem coisa de Steve Bannon, o mestre do fakenews que ajudou a eleger Donald Trump, grande parceiro de Jair Bolsonaro, utilizando os mesmos métodos de moldagem desrespeitosa de opinião em pró de um objetivo vai saber se não próprio.

Aliás, o coronavírus não é tão mortal, ele até ressuscita. Num desses virais de extrema-direita em que todo mundo é médico e doutor em economia, o médico Adib Jatene, que morreu em 2015, foi ressuscitado. E ganhou também título de infectologista e pós-doutorado em economia pra falar para as pessoas saírem de casa senão o país economicamente vai quebrar. Pra isso ele teve que ser encarnado no corpo do deputado Osmar Terra, conforme o Boatos.org. E com isso nos jogam contra a China, contra a quarentena, contra o que mais tiverem interesse de jogar.

Ah, e aquelas mensagens textuais que tentam chantagear-nos com hipocrisias como dizer que a pessoa em quarentena quer ficar em casa, mas, não quer ficar sem a comodidade dela que precisa que alguém esteja lá fora trabalhando para garantí-la? E tem até um vídeo em que o sujeito que o protagoniza está nas ruas e em estabelecimentos comerciais mostrando que pessoas estão trabalhando para não deixar nada faltar aos “à toa” em casa se protegendo. O cara inventou um tal de “modo hipócrita ligado”, só que hipócrita é ele, que não respeita as liberdades individuais, tanto de quem escolheu ficar em casa quanto o contrário, e nem a liberdade de crença, pois, muita gente está em casa por acreditar que há perigo lá fora.

Esses videomakers, youtubers, blogueiros, twiteiros que militam, de graça ou subsidiado, produzem em casa o seu produto. É fácil pra eles criticar quem parou pra se confinar, pois, o status normal de produção deles já é o confinado. Qual é, medo de concorrência? Se não fosse, se tivessem que pegar no batente lá fora, será que estariam levantando essas bandeiras sem hipocrisia? O próprio presidente Bolsonaro fez da permanência em casa bandeira de campanha. Não falou em incentivar o ensino à distância? Não foi a favor da Reforma Trabalhista de Michel Temer que prevê o teletrabalho que estamos experimentando com essa crise? Não transformou uma série de documentos, como a carteira de trabalho e a CNH, em digital, basta acessar seus dados por meio de um aplicativo de celular do que portar o documento? Não faz suas lives em domicílio? Não indicou logo que eleito blogueiros para serem seguidos? Não pôs um blogueiro num dos ministérios? Vão parar de hipocrisia, bolsominions!

Bolsominion de quarentena

Esses virais são tudo material produzido. Pessoas são filmadas fazendo o que fazem no vídeo e depois viralizam com a interpretação que querem que tenhamos. Conversas em aplicativos de rede social são simuladas para serem printadas. Recebi um monte dessas coisas no Facebook para me jogar contra a esquerda e eleger o Bolsonaro. Esse, inclusive, foi um dos motivos que me fez não votar nele. É óbvio que eu também estou de saco cheio dos mesmos políticos nos postos, mas, trocá-los por alguém que me trata como imbecil é dar razão pra ele quanto ao julgamento que me faz.

Talvez, Bolsonaro – ou os que estão por trás dando as instruções para ele portavozear – esteja com boas intenções e esses do Congresso que o tentam derrubar oferecem resistência à essas intenções.

Penso que a Reforma Política deva preocupar bastante essa corja e Bolsonaro estaria tentando neutralizar a oposição que sofre para viabilizá-la. Se a Dilma, esquerdista, sofreu impeachment porque quis implantar essa reforma, Bolsonaro vai conseguir frear esses corruptos, a maioria conservadora e de direita como ele?

Como a quarentena poderia causar um colapso econômico que por si só jogaria no chão o presidente da república, ele vem tentando pará-la e recebe apoio desses chatos que operam desrespeitosamente nas redes sociais desautorizadamente confundindo as pessoas diretamente em seus perfis.

Penso o seguinte, por mais que detestemos a Globo, temos que admitir que os Marinho são poderosos demais pra gente ir ao contrário do que na TV eles estão incentivando. Se o governo quer falar pra gente que a mídia é que tá pondo paranóia na nossa cabeça pra gente ficar trancado e que não há necessidade de pânico e que um colapso na economia é que é problema de saúde, pois, fará o país economicamente quebrar, é melhor mudar o argumento. Ou então põe os generais pra nos apontar os fuzis. Contra força bruta não tem como ficar em casa, né?

A Globo vive de anunciantes, que são empresas, ela tem que ser a primeira a pregar contra a quarentena se isso pode mesmo gerar bancarrota para as empresas. E fica claro também que as empresas fecharam acordo com a Globo, pois, todas pararam de alguma forma. A que trabalho, multinacionai italiana, pôs 1000 pessoas para trabalhar em casa e deu férias pra outro tanto. Minha irmã está em Londres e recebi dela a notícia de que lá estão em quarentena. Nada melhor do que receber informação avaliativa diretamente de quem você conhece e sabe que não tem qualquer intenção de te enganar ou moldar sua opinião.

Eu sei que é estranho essa simultaneidade, uma vez que na Europa o vírus chegou primeiro e já teriam por lá passado pelo tal período de incubação que nós aqui vamos entrar nele nesta semana que vai entrar, mas, eu não tenho bala na agulha para enfrentar o terror caso a questão tenha uma resposta. Portanto: manter a quarentena!

É melhor a gente confiar em quem tem tradição em manter o país funcionando, mesmo que seja com o STF que o Bolsonaro quer derrubar configurado como está; mesmo se for com o PT roubando, a corrupção no meio parlamentar em geral correndo solta e a gente sofrendo colonização dos hábitos e virando escravo dos países do Primeiro Mundo. Pelo menos a gente sabe que vamos continuar podendo levar a vida que a gente vinha levando. Aos trancos e barrancos podendo trabalhar, se sustentar e até ter alguma diversão nas folgas. Por isso dou razão à Globo.

Portanto, procurar se manter vivo é crucial. E se isso significa obedecer a Globo e permanecer em quarentena é o que vou fazer. O problema do Bolsonaro e do Donald Trump não é meu, vou preferir aderir o que dizem meus inimigos tradicionais porque eles eu já conheço seus interesses e sei como anda minha vida com eles se satisfazendo.

Essa pressão que fazem no trabalhador para ele deixar a quarentena e salvar a economia devia é fazê-lo enxergar o quão importante ele é e motivá-lo, de uma vez por todas, a passar a dar as cartas. Isso acontecendo, podemos contar que haverá governabilidade séria no Brasil e o país irá pra frente.

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

A mídia está te resetando

Toda a mídia corporativa noticiou massivamente as manifestações ocorridas ontem, 29/09/2018, contra e a favor de Jair Bolsonaro. Este é o ponto a ser discutido nesta postagem. Para entendê-la, visite este link, site da Rede Globo.

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IMAGEM: Internet.

A matéria lincada mostra uma escrachada campanha visando jogar a opinião pública contra um dos candidatos bem posicionados nas pesquisas sobre a preferência do povo para ocupação da Presidência da República nessas eleições 2018. A mensagem da matéria é ardilosa, o leitor é levado a chegar à conclusão de que houve mais manifestações contra Bolsonaro – é mencionado 116 cidades – do que a favor – 40 cidades. E mais: é o leitor que dá a si mesmo as manifestações mais povoadas se valendo da visualização de fotografias. As fotos exibindo os contra são primordiais em fazer pensar em multidões gigantescas e as “à favor” mostra gatos pingados.

Reflitamos: Com Haddad, do PT, em condições melhores para peitar Jair Bolsonaro, do PSL, já se consolidou, sem dar o braço a torcer, até pelos tucanos, que quem vota contra o Bolsonaro é petista. Então, por que nas manifestações contra o impeachment de Dilma Rousseff não mostraram essa mesma multidão?

Na minha militância pelo PCdoB de Flávio Dino, Manuela D’Ávila e Jandira Feghali eu participei das manifestações contra o impeachment e, vestido de camisa vermelha e segurando bandeira com a logo do partido, eu enxergava até mais gente do que o que é apresentado nas fotos que exibem a quantidade de contras do evento em discussão. Fica a pergunta: Por que na ocasião essa mesma mídia apresentava apenas centenas de petistas querendo defender o posto de Dilma?

O povo que anda apoiando Jair Bolsonaro o faz porque foi contaminado pelo ódio ao PT. Dentre esses apoiadores há muita gente que foi ajudada pelo partido e que se diz traída por ele.

Entretanto, esse ódio que o contaminou foi construído dessa mesma forma que faz, no caso do link deixado, a Globo para criar rejeição ao candidato ditador. E diga-se de passagem: #EleNão. Dessa mesma forma Dilma perdeu seu cargo eleito pelo voto direto e Lula foi colocado na prisão.

Fica claro que a mídia age conforme os seus intere$$es e faz o que quiser com a cabeça da população. Na verdade, a mídia recebe dinheiro para fazer, quem faz o que quer com o eleitor é quem a paga.

Só que, se percebe claramente, esse pessoal também erra. Aliás, não é de hoje. Já havia errado outras vezes. Veicularam o erro com o título de “caçador de marajá”.

Foto oficial do presidente Fernando Collor de Melo.

IMAGEM: site Wikipédia.

Esse pessoal não contava que o tiro que dera poderia sair pela culatra, que poderia aparecer alguém para substituir os “petralhas”, como ensinaram-nos a denominar os membros do PT, que fosse completamente avesso aos seus próprios interesses (talvez).

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IMAGEM: site Politika.

E tudo que você viu de capítulo da novela que culminou no impeachment da Dilma e no impeachment de candidatura do Lula pode também não ter passado de manobras para setar a sua cabeça, você que era petista agradecido e vencedor.

Sérgio Moro, os magistrados do STF, Eike Batista, os Batista e os Odebredtch e etc. Cada nome que soou aos seus ouvidos e desfilou aos seus olhos nos jornais, rádio, televisão e sites tiveram um papel a cumprir e o cumpriram. Fizeram você acreditar num monte de possíveis inverdades.

E agora eles estão te tirando da hipnose. Estão te resetando. Por enquanto estão te fazendo enxergar uma certa verdade sobre a popularidade de Jair Bolsonaro para te fazer voltar às suas origens, voltar a ser petista e recusar dar seu voto no monstro ex-capitão militar. #EleNão. Não vai nessa que isso se explica com a frase “unidos pela democracia“. Ou tudo o que está neste texto é a mais pura verdade ou nada é.

Ou fizeram, com os mesmos golpes de opinião, você odiar o PT para cumprirem certo propósito, mas, não era pra você ser tão radical e ir logo escolhendo o ogro que está aí liderando as Pesquisas, ou fazem isso agora para que você prefira estar como estava antes. Que não venham com essa de que é por pura necessidade de estado de sítio que usam dessa tática nazista de marketing político para derrubar o candidato desprovido de bom senso.

Deixo claro, que sou totalmente partidário com a tática. #EleNão, #EleNunca, #EleJamais. Mas, não me contive em mostrar para o público que se ele fosse mais atento, não teria caído nessa tática e aceitado tirarem a Dilma, não teria criado o ódio ao PT e jamais teria entrado nessa de mutilar seu próprio caráter por se apresentar em público condescendente com tudo o que Bolsonaro prega e representa. E, caso você não reconheça, essa manobra para moldar opinião também é corrupção.

Engenharia social: é bom saber a respeito

Gente que tem o que dizer, que desmantela golpe e que tira o povo das matrix do mal eu divulgo. O vídeo que deixo abaixo é de um camarada que muito alerta a população sobre os mais aterrorizantes furos de reportagens que aparecem na grande mídia e que não passam de golpes contra a opinião pública.

A moldagem da opinião do povo, as crenças que o povo constitui, é a melhor expressão do que vem a ser engenharia social. O nome é bem claro: engenharia vem de engenhar, de moldar, de projetar. E social vem de sociedade, sociologia, indivíduos que vivem em coletividade. Ou seja: moldagem da sociedade, projetar indivíduos. Projeta-se, no caso, especialmente a mente, o comportamento das pessoas.

A engenharia social está presente em tudo. São as matrix que formam o modo de pensar e de se comportar das pessoas perante a sociedade. Tem as matrix religiosas, as do futebol ou as esportivas em geral, as midiáticas – em que o sujeito que se submete a elas adere a tudo que a mídia injeta -, as trabalhistas, as elitistas, as escolares. E muitas outras. Desde não cuspir em público para demonstrar recato até cuspir em público para demonstrar rebeldia e inconformismo, tudo é comportamento primariamente desenvolvido e testado para o público alvejado ter.

O comportamento da juventude é o mais suscetível a sofrer engenharia social, por essa razão vemos mais jovens em evidência em quase todos os grupos de contestação populares. Os principais movimentos declarados à juventude que se tem notícia são produtos de engenharia social. A beatlemania, o beatnik, a elvismania. O movimento hippie, o punk, o emo. Os grupos que se envolvem em lutas raciais. O feminismo e o machismo. O movimento gay, o nerd, os que pedem a liberação das drogas. Os neurolinguistas, os misticistas. Os que defendem o meio-ambiente, o veganismo. O fanatismo religioso também é fruto de trabalho de manipulação do comportamento humano. Se alguém se incomoda com alguma questão e quer dar um basta nela, só precisa criar um comportamento que vá de encontro à questão e seduzir pessoas com ideias que as façam ver razão em aderir a causa e ajudar a proferi-la.

Esses produtos são pensados e iniciados em laboratórios de pesquisas sociais. Centros de psicologia que estudam o comportamento humano e vendem os resultados de suas pesquisas para os meios militares, econômicos, políticos e midiáticos utilizarem em seus objetivos de atingir o público e se favorecerem com algum tipo de comportamento extraído com o emprego do estudo realizado por esses laboratórios. A Escola de Frankfurt e o Instituto Tavinstock de Londres teriam sido os primeiros desses institutos. No Brasil, a AERP teria sido uma versão desse tipo de entidade de pesquisa.

O principal objetivo da engenharia social é a escravização de mentes, que favorece o consumismo e o neocolonialismo. Entretanto, o efeito do emprego dessa tática contra a população, por, aparentemente provocar anarquia, é muito atribuído a marxismo ideológico (ou marxismo cultural) o termo quando se evidencia o uso de moldagem da população em pró de alguma causa. Porém, é apenas lobo em pele de cordeiro ou uma forma de a Direita conquistar os corações que a detestam, uma vez que mais se vê movimentos ligados à direita (conservadores do capitalismo) o que se destaca em matéria de manifestações de pessoas com comportamento uniformizado. No Brasil são exemplos os black blocks, o Vem-pra-rua, o rolezinho.

O livro “Os meninos da Rua Albatroz” muito menciona o trabalho desses laboratórios e o que se obteve com o emprego do resultado de suas pesquisas.