Telecinese: Produto de comunicação com espíritos?

Tenho um interesse muito grande em comprovar para mim mesmo a existência e respectiva explicação para fenômenos sobrenaturais que constato ou que venho a saber da ocorrência, tendo sido verdade ou não a informação. Isso para mim é uma espécie de obsessão, que trato como hobby. E não tenho vergonha de expor minhas faculdades mentais quanto ao que especulo, por isso, já que tenho este veículo para expressar-me, gosto de tornar público as deduções a que chego.

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Eu assistia a um seriado de televisão – outro hobby que cultuo – no qual a protagonista da história convive com um espírito na casa onde mora. E no episódio que eu via, a mulher foi flagrada falando sozinha, quando no íntimo dela ela estava a conversar com o seu inquilino espiritual. A pessoa que fez o flagrante sugeriu que ela procurasse um psiquiatra para que pudesse verificar se não havia algo de errado consigo, com relação ao fato de ela estar sempre a falar sozinha, como ela relatou ao homem, mantendo sob sigilo que ela também via a imagem do interlocutor com quem falava em seus diálogos monótonos, além de interagir com ele.

A mulher, então, aceitou a sugestão e viajou para uma cidade grande para a consulta. No local ela revelou que morava em uma casa antiga que pertencera a um velho capitão do mar. A casa era mobiliada e decorada tal qual era no tempo em que o então proprietário nela habitava. O psiquiatra, por sua vez, disse à sua paciente que o que ela relatava não passava de produto de sua imaginação e que o fato de ela preservar o aspecto da moradia tal qual era na época à qual os objetos remetiam proporcionavam a ela, pela força da sugestão, as experiências que ela estava tendo.

A protagonista da história voltara para casa e passou a ignorar o fantasma com quem interagia – ela, seu filho e o locatário do imóvel – e a dizer para si que tudo não passava de ilusão, de produto da sua imaginação. O fantasma lhe debatia, intencionando que ela não seguisse as orientações do médico e que não deixasse de acreditar na existência dele. O ponto chave do episódio era isto: a mulher tentando deixar as experiências que andava tendo e o fantasma tentando a convencer de que estas eram reais e faziam bem para ela. Não era porque alguém lhe flagrara conversando sozinha que ela tinha que considerar haver um problema consigo e decidir acabar com tudo.

Uma batalha entre os dois foi travada. Até que a senhora decidiu ligar para o psiquiatra e pediu que ele passasse uns dias em sua casa para que ele observasse de perto o que se passava consigo. Ele o fez. O espírito, por sua vez, fez questão de mostrar para o médico, de maneira sutil, que coisas estranhas aconteciam no plano material e que adviriam de modo sobrenatural. Sem explicação médico-científica. Uma das peripércias do fantasma foi prender o psiquiatra na boca de uma lareira e acendê-la. O homem teve que se livrar do fogo em sua roupa e de ser sufocado pela insistente fumaça que não parava de passar pela chaminé da lareira.

Ao ser interrogado por sua paciente sobre a razão de um fenômeno físico inexplicável tê-lo envolvido, o qual provavelmente teria ligação com o que ela tentava resolver, o psiquiatra disse para ela que a imaginação dela era tão poderosa que ela estava a influenciar o meio físico por meio da força da mente. O que os médiuns chamam de telecinese. Atuar na matéria com a força da mente. As situações inexplicáveis que o médico passa na história oriundariam da comunicação de sua paciente com a entidade espiritual que ela lhe relatara possuir contato.

Essa parte da história me fez refletir: “Será que quando ocasionamos um fenômeno de telecinese estamos na verdade comunicando com entidades espirituais e solicitando a atuação delas no meio físico“. E me convenci de que a resposta é sim. A paranormal russa Nina Kulagina, de quem eu falo no livro “Os meninos da Rua Albatroz“, me veio à mente. E outra personagem conhecida que me veio à mente foi Alan Kardec, quando me remeti à questão do acreditar nas coisas para que elas aconteçam e possam ser investigadas.

Kardec lançava um olhar científico na questão do espiritismo antes de publicar qualquer teoria. Porém, ele tinha consigo que era preciso se tornar crédulo na questão para que os fenômenos fossem percebidos. Daí investigados. E usava de artifícios para aumentar o poder de sugestão sobre si.

Esses artifícios incluem a questão de manter contato com elementos típicos de épocas longínquas, a fim de submeter a mente a uma confusão mental que obrigaria uma visita ao passado, onde residiriam os espíritos que viessem a auxiliar os humanos em seu próprio tempo. Essa teoria é explorada também no filme “Em algum lugar do passado“, com Cristopher Reeve.

Acesse o site http://www.tripletas.com.br para saber de tudo que diz respeito a você!

A farsa da Dependência Química

Se cada um de nós expusesse sem medo sua opinião a respeito de cada assunto polêmico, sem se preocupar se a mesma procede ou se ajuda, teremos uma discussão informal que só poderia resultar em encontrarmos, da maneira mais natural possível, as saídas para os problemas. E quando se conclui algo de maneira natural, não encontra a solução resistência para ser empregada.” (A.A.Vítor)

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Eu conversava com uma mulher que tinha dois filhos e queria ter o terceiro para encerrar a produção maternal. Ela mantinha os ouvidos entupidos com um fone de ouvido de fios brancos plugado em seu Moto G. Ouvia Legião Urbana e me falou que adorava o Renato Russo. Sem muito o que dizer, comentei que se ela viesse a ter mesmo o terceiro filho e ele nascesse homem, o nome para o qual ela já o teria: Renato. Ela, por sua vez, me disse que poderia ser, mas, que ela achava que todo Renato é levado e difícil de educar.

Então, eu disse para ela que sua concepção sobre nome e personalidade poderia ser revista. E apresentei para ela a minha concepção. Nisso, eu disse para ela que era muito comum pessoas colocarem nos filhos nomes de apóstolos de Jesus. A maioria querendo fazer homenagem a uma personagem bíblica, não muito interessada em obter em casa um profeta ou um ente iluminado por Deus. No entanto, a quantidade de Lucas, Mateus, Tiago com comportamentos avessos, conforme a escritura, ao dos apóstolos homenageados é indiscutível de ser grande.

Eu expliquei a ela que não bastava ela colocar um nome. Ela teria que educar o filho informando para ele, pelo menos na fase em que assimilamos tudo o que nos é ensinado, que o nome dele fora inspirado em determinada pessoa. E enaltecer as qualidades da tal pessoa, entusiasmada e insistentemente, toda vez que falar com o filho sobre seu nome. Isso vai fazê-lo se condicionar ao xará original. Vai, com boas chances, programar sua mente a ser como a pessoa na qual seu nome foi espelhado.

Haverá um sentimento incógnito de que tal fato é o que a mãe espera do filho e o filho haverá de querer corresponder essa expectativa. O dinamismo com que a mãe utilizar essa psicologia é que irá garantir o sucesso de sua investida quando o garoto deixar de ser garoto e passar a tomar suas próprias decisões sem estar vinculado à qualquer instrução de terceiros, vínculo afetivo ou dívida de gratidão. As experiências vividas pelo garoto durante os tempos em que o que decidia por ele eram esses fatores vão pesar nas suas escolhas futuras. Terá sido prodigiosa sua educação infantil.

Antes que ela me dissesse que Renato não é um nome bíblico ou que o Renato Russo não tinha as características que ela gostaria de ver em seu filho se ele viesse, eu lhe informei que a pessoa cujo nome ela quisesse dar ao filho não precisava ser a original no momento de utilizar o método. Ela poderia inventar um Renato e falar sobre as características do Renato de sua imaginação para programar o filho através desse método de ligar uma pessoa a um nome. Ela poderia até arrumar uma foto mais ou menos do perfil que ela tivesse em mente e utilizá-la para ajudar o filho a criar uma imagem mental da inspiração que lhe deu o nome. Sem problemas se o filho viesse a descobrir no futuro a pequena mentira da mãe, pois, ele entenderia a necessidade demandada.

O problema da droga no Brasil é mantido por uma elite que quer que hajam os drogados. Um drogado é útil ao crime organizado, aos políticos mal intencionados, ao controle populacional. Não vou aqui descrever cada referência feita, discorro em outra postagem, mas, o que quero dizer é que só não conseguimos acabar com esse problema ou pelo menos minimizá-lo ao ponto de não ser mais um problema social a existência de viciados em drogas, porque uma elite que sabe lidar com o qual não o quer. Pelo contrário: quer manter e utilizar.

Eu não sou médico para dizer oficialmente o que direi. E nem quem é, principalmente se for comprometido com essa elite, poderá dizer. Por isso, deixo claro que se trata da minha opinião. Mas, o que leva o drogado a se manter nessa condição não é exatamente as disfunções ou distúrbios causados em seu organismo. Não é a briga hormonal ou enzimática que acontece dentro do corpo por falta do ingrediente que mantém o estado psíquico, por exemplo, a que se acostumou o drogado, lhe causando intolerância, que é  o principal motivo de sua persistência no submundo das drogas.

Os médicos já demonstraram que conseguem desintoxicar um dependente químico a ponto de deixá-lo livre dessa perturbação de seu organismo. E quantos ex-drogados entraram nessa condição por terem passado por uma igreja dessas bem radical em seus ritos de louvor? Se fosse as disfunções químicas do organismo as responsáveis pela manutenção do estado drogado, por que razão elas deixaram de existir tão somente porque o mesmo passou a participar de cultos religiosos repetitivos? Pelo alcance da Graça de Deus é que não foi! Ou, então, temos que investigar melhor o que chamam de Graça de Deus, pois, há um poder muito grande nisso e que é comum a qualquer ser humano de ser alcançado. Sem precisar de igreja, pregadores ou qualquer outra coisa própria do meio ecumênico.

Faz pensar que uma vez condicionado a algo que se queira deixar e não se consegue, a saída é viciar-se em outra coisa. Em religião, em hobbys como colecionismo, em sexo. Mas, viver livre novamente é praticamente impossível. Ser livre é ser totalmente dono do próprio nariz, sem ter dependência de qualquer coisa. Ser livre é fazer qualquer coisa por querer fazê-lo e quando não se quiser fazer mais essa coisa não é preciso migrar para outro afazer.

O que tentam esconder e conseguem é que para um drogado sair dessa condição a primeira aititude que ele deve buscar é afastar-se do meio e das atividades que são comuns do submundo da droga. O que faz ele ir atrás da maldita é estar no meio onde ela é popular ou manter hábitos e atividades que levam a desejá-la ou a desejar ir a esses antros.

Eu observei uma pessoa que saiu de um internato em uma clínica de recuperação após ter sido considerada curada. Da clínica ela foi para sua casa. Porém, na casa dela ela não tinha a droga, mas tinha tudo o que a faria ir atrás dela. E onde encontrá-la, mesmo o rapaz ficando um bom tempo fora de circulação, não mudou de lugar.

Na sua casa, o próprio encontrou a televisão para ver os programas que contém os ícones da gente do meio consumidor de droga que ele frequentava. Nela ele via os filmes com pessoas que falam o linguajar e do modo e timbre com que fala essa gente. Trajando os trajes que são pertinentes dos membros dessas colônias se trajar. Cujos temas dos filmes, violentos geralmente, são os que incitam essa gente e a motiva a imitar na vida real.

Da mesma forma, o rádio ou os mp3 para ouvir as mesmas músicas que além de insinuar pela batida têm o conteúdo letrista carregado de sugestões para “ir ver a galera” ele tinha à disposição. E no que se for ver a galera, ou seja, parar nos antros onde o consumo é frequente e sem cerimônia, a recaída é inevitável. Todo mundo em um meio onde se sente bem tende a fazer o que faz a maioria para evitar não ser aceito e com isso não poder contar com o que no tal meio lhe faz se sentir bem.

E tudo volta ou nada muda. No caso que estou mencionando o sujeito na casa de recuperação saiu do mundo das drogas, mas conservou latente o mundo das drogas dentro de si, era só estimulá-lo a reaparecer. Era só se expor à mídia, pois, tudo que a mídia faz é para patrocinar esse estímulo. E Einstein disse: “É estupidez achar que vai conseguir realizações diferentes se mantendo a fazer as mesmas coisas“.

Ou seja, o sujeito continuava a ver e a ouvir o mesmo que é próprio da situação de drogado; a falar o linguajar do meio; a trajar-se como o que é próprio desse gueto; a procurar por iguais, dentre os quais, pessoas que saíram e voltaram, pessoas que pensam em sair e pessoas que jamais querem deixar essa vida. Qual a chance da expectativa de ver esse sujeito reabilitar-se?

Se ele conseguisse se abster dos entorpecentes preservando esses itens ele estaria realmente curado. Logo logo ele abriria naturalmente mão de todo o resto, pois não lhe satisfaria mais. Ele criaria para ele novos julgamentos e, dentre outros motivos, ele não se veria enquadrado num estilo de vida conflitante com àquilo que ele passaria a entender como ser o seu.

Podemos verificar isso naqueles que saem de uma fé cristã e entram na protestante, por exemplo. Pegando-se as mulheres: logo elas deixam de vestir roupas curtas, deixam de se preocupar com vaidade, passam a andar com Bíblia debaixo do braço, a abordar todos que veem pela frente e insistir para que conheçam sua igreja.

A considerar essa visão, o vício do cigarro é muito mais preocupante que o das drogas. Por ser legal, você pode se deparar com uma sugestão sem caminhar muito. Você não tem como evitar ver um fumante praticando seu vício e enchendo a cabeça de um ex-fumante de sugestões para ele retornar à atividade como tem como evitar as sugestões que levam ao mundo das drogas, que por ser persuasivo demais tem vários aspectos mantidos na ilegalidade para que seja possível conter o avanço dos problemas sociais lhe peculiar, que são maiores do que os causados pelo culto ao cigarro ou ao álcool.

O sacrifício do ex-drogado, portanto, é maior: ele terá que selecionar os programas de TV e os de rádio, incluindo as músicas a ouvir, se ele quiser continuar a utilizar essas mídias; ele terá que abster-se da participação em determinados eventos ou presença em determinados compromissos sociais; terá que rejeitar certos lugares e uma série de outros instrumentos da sociedade que implicita ou explicitamente levam um indivíduo a se desagregar por causa do culto às drogas. Até que ele perca totalmente o interesse dos costumes patrocinadores da vida que ele quis deixar, ele terá que se comportar quase que como um ermitão. Sim, abster-se dos mecanismos da sociedade que levam à futilidade e consequentemente às drogas é se tornar um eremita.

Todo este texto expressa a minha opinião!