Nada está por vir, tudo é você quem traz ou vai até

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IMAGEM: http://home.lawsoup.org/

O ser humano pode usar como referência para explicar o que é estar vivo sua faculdade de esperar por acontecimentos vindouros. O tempo todo lidamos com a sensação de que algo está por vir ou está pra ser configurado. A eterna ilusão de que existe o futuro.

O mais comum é esperar a chegada do acontecimento que o tirará de uma situação presente, geralmente, esta, de ordem econômica. Mas, qualquer espera, por mais que ela pareça sólida, como aguardar chegar ao local de trabalho estando dentro de um ônibus que ruma para o próprio ou aguardar o fim de semana fecundar para ir a uma festa, dá no mesmo. Tudo isso é ilusão e são as nossas expectativas e o nosso mexer de pauzinhos para viabilizá-las é que produzirão os momentos que aguardamos, mesmo se eles forem diferentes daquilo que se passou em nossas mentes a maior parte do tempo até a consolidação do fato.

Quando se espera algo de um jeito e isso sai de outro, ou seja: nos imprevistos ou nas mudanças de plano, às vezes percebendo-se conscientemente o caminho se alterar, às vezes intuitivamente, sem muita nitidez, seguindo uma dinâmica veloz demais, nossas expectativas vão sendo alteradas sem o nosso controle. Mesmo nessas ocasiões não podemos dizer que o que foi vivido por nós não foi por nós antevisto. Efêmeramente, mas antevisto. Sem dar chances de tomarmos providências para enfrentar a ocasião, mas, previsto.

Isso faz acreditar que somos donos do nosso destino sim. Basta termos controle sobre nossos pensamentos vinte e quatro horas por dia e criarmos as expectativas nos adequadas para lidar com eles que realizamos o que quisermos.

Não é nada fácil fazer isso, eu sei. Nem tão pouco acreditar que isso ocorre ou que seja simples assim. Mas, a fórmula para se ter controle total da realidade obriga-nos a ser eficientes com o que pensamos. É imperativo que dominemos nossos pensamentos e não que eles apareçam e tomam conta de nós, como se não fôssemos os originadores deles ou os responsáveis por eles. E é tão simples aceitar essa informação como verdadeira! Qualquer um admite que seu dia é exatamente como foi pensado por si próprio durante o tempo em que se esteve em vigília. O que ocorre durante nossas distrações nos satisfaz mais, mas, é devido a outro ensinamento, que tecerei a respeito em outra postagem.

Temos nossa hora de acordar, caso a expectativa de o despertador do celular funcionar seja satisfeita. E na maioria das vezes é. Em se acordando, seguem-se as rotinas cerimoniosas até a hora de sair de casa para ir para o trabalho, por exemplo. No trabalho, a execução das tarefas e os relacionamentos interpessoais também satisfazem expectativas.

E tudo se realiza automaticamente, como num stream de video na internet de antigamente: acumulava pacotes de dados, exibia um tanto, parava de exibir; acumulava novamente, reexibia. Similar a tirar da memória a rotina a seguir, esperar os eventos acontecerem, experimentar como puder, quase sempre sabendo o que fazer. E assim passam-se os minutos, horas, dias, meses e anos. E a existência se forma.

A proposta deste texto é tentar provar que se você quiser, se você for corajoso o suficiente, pode sair de qualquer insatisfação, a qualquer momento, e passar a viver da forma que te satisfaz. É preciso coragem, determinação e confiança, é bem verdade. Mas, o que é preciso mesmo é destituir-se das matrizes de comportamento nos implantado para aceitarmos viver na ilusão de que futuro existe e que chegamos até ele por puro acaso.

Nos fazem pensar assim porque dessa forma não usamos nosso poder de materializar o que pensamos. Não procuramos imaginar um dia melhor e mexer os pauzinhos para viabilizá-lo. Você vai querer passar o dia pensando estar em uma fábrica diante a uma esteira executando uma rotina de operário se eles deixassem esse segredo chegar até você? Não vai, não é mesmo? Vai querer ter as expectativas que seu patrão firmemente mantém, que são ver seus operários produzindo, os produtos que eles produzem saindo, o dinheiro das saídas entrando e ele o gastando com algo bem prazeroso. E vida que segue!

Muda status quo, acaba com mordomias e regimes governamentais, se todo mundo de repente souber desse segredo e resolver testá-lo. Para que ninguém faça isso é que existem coisas como a mídia, os produtos dela, o esporte, a arte, a química do sabor, a exaltação do sexo, a indústria da fé, o ativismo e as causas, as lutas de classe, o turismo, a moda ou as baladas. E outros instrumentos que dirimem as intenções nobres. Nos ocupam ou preocupam e nos desviam a atenção essas coisas. Nos divertem e nos corrompem a mente para a diversão descabida e obrigatória.

Membros de sociedades secretas conhecem esse conteúdo filosófico e o utilizam. E estão sempre conspirando para que o próprio fique restrito a eles. Dizem que Abd-ru-shin – pseudônimo do escritor alemão Oskar Ernst Bernhardt – colocou no livro “Im Lichte der Wahrheit – Gralsbotschaft”, no Brasil:  “Na Luz da Verdade – Mensagem do Graal”, esse pensamento e várias informações ligadas a ele e que levam a uma meditação libertadora, que livra o ser humano de todas as prisões que ele conhece e é levado, pelo poder que sofre, a sustentar. Um conjunto de ideias que conhecido por completo se atinge certo nível de consciência capaz de desaprisionar o indivíduo em todas as suas amarras.

Hitler, que era obscecado por esoterismo, proibiu a circulaçao dessa obra e colocou o autor sob a vigilânia da Getaspo. Olha o quanto ela compromete a elite que deseja que a realidade de cada um de nós continue sendo do jeito que é.

Se você não controla a sua mente, alguém o faz em seu lugar.
E tira ele vantagem disso
“.

Acompanhe as próximas postagens deste blog para conhecer outras explanações que se relacionam e completam esta. Visite todo o blog e conheça os livros publicados pelo autor deste veículo e adquira para incentivar a continuação das postagens.

Você pode entender os ensinamentos de Jesus abrindo uma garrafa de cerveja

Calma! Leia primeiro e depois você crítica ou esbraveja-se!

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A porcaria da mini-Brahma agora não dá mais para tirar a tampinha só com a mão. Sei lá o que deu na Ambeve para ela tirar essa praticidade da garrafinha de 300 ml do líquido precioso que nasceu lá na Mesopotâmia e que era oferecido aos deuses em tempos de celebrações.

Aí, né, bebum como eu sou e seco para tomar uma cerveja, ao constatar essa dificuldade tive que correr atrás de abridor de lata. E numa festa, por mais que você conheça a casa dos seus pais e sabe onde fica qualquer coisa, o abridor de lata – ainda mais em uma situação dessas – é que não vai ficar no lugar mesmo.

Estando na cozinha silenciosa e incapacitado de utilizar o utensílio apropriado para abrir garrafas, entrei em desespero. Desespero porque eu não sou o Magyver para arrancar tampinha de garrafa com um isqueiro e já não sou tão jovem e com a dentição tão boa para utilizar os dentes. O jeito era ir até onde estava a bagunça na casa, onde tinha gente escutando funk na maior altura, para ver se alguém sabia onde estava o abridor ou se alguém poderia me dar uma forcinha e liberar pra mim o líquido da garrafa.

Me lembrei que da outra vez que isso aconteceu – na casa da minha mãe sempre tem festa -, o namorado da minha sobrinha tirou pra mim a tampinha de um mesmo vasilhame. Bastou um garfo, um movimento distinto e alguns segundos para ele me livrar do sofrimento. Pensei em procurá-lo para repetir-me o número.

Só que bateu-me um sentimento de impotência. Poxa, se ele consegue, eu também consigo! Jesus, conforme a Bíblia, ensinou isso pra gente quando tentou ensinar Pedro a andar sobre as águas. É uma questão de confiança, que na Bíblia traduz-se por fé.

A gente acostuma com a anatomia das coisas e é por isso que a gente não consegue resolver as situações imprevisíveis de uma forma que não a que consideramos natural. Tem hora que essa forma natural não é viável, então, temos que recriar. Utilizar o princípio usado no modo original de se fazer uma coisa e adaptá-lo em outro objeto. Você não atinge resultados diferentes fazendo a mesma coisa. Dizia Einstein. E nem o mesmo resultado se atinge de uma única maneira. Isso sou eu que estou dizendo!

O princípio utilizado pelo abridor de latas é o da alavanca. Você firma a garrafa para um lado e o impulso dado pelo abridor ou pelo garfo ou pelo isqueiro do McGyver para o lado contrário é que vai fazer com que a tampinha se solte, desde que haja uma força maior que a da resistência da tampa no gargalo da garrafa.

De repente, comecei a achar que se eu conseguir abrir uma tampinha resistente de uma garrafa sem uso de um abridor eu também conseguirei andar sobre as águas. Por que o princípio de andar é o mesmo tanto para a terra quanto para a água ou para o ar. A diferença está no apoio para os passos. O ar ou a água não oferecem uma resistência para sustentar nossos passos como a tampinha oferece à alavanca para proteger o gargalo da garrafa. No entanto, uma condição distinta exercida pela alavanca consegue romper com isso. E a força a mais exercida por ela é que determina tudo.

Quem sabe é assim que se caminha sobre as águas: Um movimento distinto no andar e uma força maior que faz anular a da gravidade, transformando a água em uma esteira que é só passar por cima. Desconfio que essa força, no caso, é a da vontade. Que foi a que faltou para mim e eu acabei indo mesmo procurar o namorado da minha sobrinha para me quebrar novamente o galho. PS: Ele acabou foi por quebrar o casco. Força demais, Mônica!

Vivemos num pálido ponto azul

Uma coisa que é importante para esses novos tempos em que a expectativa de ver o planeta bem e a humanidade em comunhão por vias políticas se esgotara, é se livrar de crenças nos incutidas pelos processos de iniciação social e que nos bloqueiam a mente para análises que nos proporcionam independência de pensamento e nos fazem tomar atitudes que promovem os fatos dessa expectativa. Aqui estão vídeos que são referências na busca da compreensão do mundo, para enfim se pleitear a vida em progresso e fraternidade, e na quebra de crenças e moralidade nos impostas e que nos atrasam o sucesso nessas buscas.

Uma explicação de Carl Seagan sobre o quão somos desatentos quando imaginamos ser o centro do Universo.

Vídeo que traz reflexões sobre o quanto somos cegados pela fé religiosa e por causa disso nos atrasamos para conseguir até aquilo que a religião nos estimula buscar:

Potência de 10: uma viagem do macro ao micro cosmos

Você sabe com quem você está falando? Eis a resposta para esta pergunta muito comum.

Entendo os conceitos desses três vídeos, você estará apto a prosseguir conosco rumo à sua libertação e prosperidade!