Bitcoin: A moeda da paz?

Moedadapaz

As cédulas de dinheiro possuem um número de série. Quando se compra algo com elas, elas são passadas para um novo dono.

O recebedor confia passar para o pagador um produto em troca delas porque esse número de série garante que a nota é válida.

Os outros detalhes que autênticam a cédula contra falsificação só se justificam por não haver como o sujeito verificar em todas as negociações se o número de série existe ou não.

Mas, no caso do dinheiro convencional não é preciso saber se pertence mesmo o dinheiro àquele que entrega a nota.

Já com a criptomoeda o número de série apenas não garante a integridade do dinheiro.

E na hora dos pagamentos é preciso saber se quem efetua o pagamento tem mesmo aquele dinheiro e se é ele mesmo quem efetua a ação. Daí a necessidade de encriptação e do uso de chaves públicas e privadas.

Quando se saca uma criptomoeda, a porção virtual fica com quem realiza a troca.

Na prática funciona assim:

Eu trabalho e cobro 10 Bitcoins pelo que produzo. Quem me paga transfere da carteira virtual dele pra minha.

Isso envolve certificar se na espécie de banco central da moeda há a conta do correntista que negocia comigo e quanto de dinheiro eletrônico há nela.

Ticando todos os processos, a quantia é transferida.

O saque envolveria um banco ou algum negociador que aceita receber Bitcoins e devolver cédulas convencionais. Obviamente, este cobra um ágio por isso.

Um problema ocorre quando o banqueiro é que precisa do dinheiro. Quem irá trocar pra ele? Se fosse dinheiro físico bastava o banqueiro abrir o cofre e tirar a quantia desejada se nele houver.

Já o virtual não é simples assim. Não dá pra abrir o banco de dados ou o servidor e fazer o mesmo. Ou seja, se inexistir a necessidade de saque, o modelo monetário estaria completo.

Portanto, com o dinheiro virtual a fidúcia é maior. Embora os bancos estejam por n motivos sujeitos a guardarem em papel para um correntista menos do que seus sistemas dizem que ele tem.

Porém, pagar com bitcoin por um trabalho ou produto obtidos pela internet é seguro. Também é seguro comprar a moeda para realizar tais transações.

E assim, mineradores trocam dados por grana em espécie a certo valor em moeda corrente e banqueiros trocam grana em espécie por dados por certo valor em moeda corrente.

Pessoas fazem compras com criptomoeda gastando certo valor em moeda corrente que tiveram que depositar para um banqueiro.

Pessoas recebem em criptomoeda por sua produção, fixado o valor em moeda corrente, que sacarão de um banco.

Quando tudo puder ser feito eletronicamente, o dinheiro físico deixará de existir.

E a violência que oriunda da necessidade dele idem.

Voto em Projeto de Lei em vez de candidato, que tal?

As candidaturas para as eleições 2018 nem bem estão definidas e já querem vetar alguns concorrentes. O possível candidato do PT, Lula da Silva, e o do PSC, Jair Bolsonaro, já sofrem articulações para o fim de impedí-los de concorrer, que partem dos candidatos e partidos que não seduzem o eleitor.

Trembala

O martírio de Lula já dura há mais tempo. Há muito que o tentam enjaular, atribuindo a ele uma série de relatos dignos de processo judicial, que ninguém – nem mesmo os acusadores e os juristas – consegue provar devidamente para conseguir seu pleito. A popularidade de Lula e o respeito de seu eleitor vem de história vivida pelo seu eleitor e não de suposições quanto à sua capacidade de administrar o país. Por isso a preocupação em incriminá-lo logo e fazê-lo perder o direito de disputar o cargo presidencial. Tentar manchar sua imagem, ainda que usando fortes veículos de manipulação da opinião pública, como a Rede Globo, tem se mostrado pura perda de tempo.

Já Jair Bolsonaro vem se esquivando como pode de conseguirem inibir sua candidatura com o velho truque do abalamento de imagem. Jair é acusado de homofóbico, de racista, de chucro, machista, simpatizante de ditadura e versão tupiniquim de Donald Trump (para a comparação surtir efeito massacram o Trump como podem). Só não o acusam de envolvimento nos antros de corrupção que assolam quase toda a classe de políticos ativos do Brasil. Essa acusação não é tão fácil de ser sustentada sem revide comprometedor como são as outras, que também não são provadas pelos seus opositores. Usam a mídia golpista para o lesar a imagem e o dito, por força da lavagem cerebral à disposição dessa mídia fazer, fica pelo não dito.

Em Belo Horizonte, Bolsonaro recebeu críticas do dono de um jornal para o qual ele cedeu entrevista. Porém, o político deve se preocupar é com o público que ele conseguir conquistar fora do eixo midiático. Aqueles que surgiram em seu caminho movidos pelas suas ideias e intenções, com que de alguma forma eles entraram em contato. Esses são a maioria e são eles que elegem.

O dono de um jornal não tem opinião própria. Ele opina conforme os seus interesses – que sempre conflitam com os interesses dos populares – ou conforme o que o patrocinador de seu jornal deseja que ele apareça em público defendendo ou atacando. O dono de um jornal pertence ao meio rico. E o contingente desse meio é minoria eleitoral no Brasil e em qualquer parte do mundo onde há democracia de voto.

Ambos os políticos são molestados agora pelo STF, que parece estar refém dos adversários dos dois. O Supremo Tribunal Federal considera punir Lula e Bolsonaro por antecipação de candidatura. Por aí dá para se ver que esses candidatos têm valor eleitoral e pode ser uma boa tê-los na competição pelo mais almejado posto político nacional. É sinal de engrandecimento forçado de caráter por parte dos demais interessados em ocupar tal posto.

Se um partido ou um candidato ou um conluio empresarial quiser tirar de seu caminho adversários que metem medo, que o faça. Mas, o faça sem enganar o eleitor com mentiras e articulações para que este aprove a investida. E, mais do que isso, aproprie-se daquilo que os adversários ameaçadores prometeram a seus possíveis eleitores, que é o que os fizeram se interessar por eles. Aproprie-se e cumpra com o prometido. São as preocupações com os problemas da sociedade e as propostas para saná-los que conquistam o público. Não é o terno e a gravata ou a cara bonita ou história de sucesso empresarial que a mídia joga luz e muitos engolem sem ao menos ter condições de comprovar o que é caso verdade e o que é aparência fruto de maquiagem.

O eleitor de hoje não cai mais no truque das gotas de falso suor colocadas no colarinho da camisa e debaixo das axilas de um candidato burguês para impressionar a massa durante sua apresentação em um debate crucial entre presidenciáveis ocorrido na televisão. Como José Bonifácio, o Boni, fez com Fernando Collor para ele enfrentar, teoricamente com a imagem em igualdade de condições, seu opositor Lula da Silva no último debate veiculado pela TV Globo para o eleitor decidir seu voto no Segundo Turno em 1989, conforme é mostrado no documentário da BBC, “Beyond Citizen Kane“, no Brasil: “Muito além do Cidadão Kane“.

Também não confiam mais em falsas biografias que dizem coisas como ter sido um catador de papel um político antes de levantar sua fortuna como um megaempresário de sucesso e por isso ele teria conhecido os dois lados da moeda e pode muito bem conduzir o povo ao caminho da independência financeira.

De qualquer maneira, confiar que um candidato que se apropriou das promessas de um outro vá cumprir o trato depois de eleito é um perigo. Na política do Brasil nenhum candidato é obrigado a cumprir nada do que promete. Na prática é assim. O sujeito promete, conquista o eleitor, entra para o cargo público e depois esquece tudo o que prometeu. Não arca com os compromissos agendados diante de uma plateia.

Mesmo que as opiniões articuladas pela midia contra o PT e Dilma Rousseff hoje façam pessoas que não desejavam o impeachment da presidenta lavar a alma, é inegável que esse processo democrático foi articulado e muitos dos que votaram a favor dele não arcaram seu compromisso com o eleitor que eles representavam. Seu eleitor contava que ele votasse contra e no entanto foi traído. Os políticos em quem ele confiou seu voto para se sentir representado em qualquer circunstância não foram honestos com ele e tomaram suas decisões conforme seus próprios interesses ou baseado em compra de voto ou em troca de favores julgados compensadores.

Qualquer outra coisa com que esse político se comprometeu a fazer para o povo em troca de seu voto passou a ser vista como conto do vigário. Para o impeachment da Dilma esses políticos puderam contar com o trabalho da mídia de convencer o público, por meio de manobras, que o voto a favor era justo. Mas, e para a implantação de um projeto prometido ao eleitor, será que cada deputado ou senador capturado por essa mídia poderia contar com o mesmo trabalho caso isso tivesse que ser deixado de lado?

Tirar a presidenta de campo foi coisa simples. Escolheram entre os políticos mesmos (voto indireto em uma democracia) quem a sucederia e sucederia os demais postos de liderança no Congresso Nacional e nas câmaras e “bola pra frente“, “seja o que Deus quiser“. Agora, o eleitor ficar a ver navios é coisa mais séria, pois, ele contava com o seu representante para ver realizar-se a solução de uma necessidade sua.

Daí vem a sugestão, que não é nova, de uma reforma política na qual o eleitor em vez de votar em um candidato (ou nas promessas de um candidato) votasse nas propostas que este apresentasse para o público avaliar durante sua campanha eleitoral. Se eleito, o político teria um prazo para viabilizar seu projeto. Se não conseguisse o objetivo, automaticamente estaria cassado de participar da próxima eleição. Teria demonstrado incompetência. Não teria nem chances de ser acusado de improbidade administrativa. O país economizaria quanto a gastos com CPIs, impeachments, operações judiciais. Isso seria seguro para o eleitor confiar o seu voto, pois, ele já saberia no que estaria votando. Já que a grande dificuldade do eleitor no Brasil é saber em “quem” está se votando.

Leia o livro “Os meninos da Rua Albatroz” e entenda esse procedimento.

 

Como disciplinar os políticos e as empresas

Revolução é quando o exótico passa a ser o corriqueiro. Fraseou Che Guevara. É quando o mundo está bom de ser vivido até pelo plebeu, não só pelo playboy. E, a bem da verdade, revolução quem faz não é estadista, não é militar, não é cientista, escritor ou idealista. É certo de dizer que revolução quem faz é o povo com as atitudes que toma. Com o que reivindica e com o que boicota. Quando houve a Revolução Russa se achou que com o trabalhador invertendo de papel com o patrão estaria definida a fórmula da igualdade social. Mas, não, ainda assim formou-se uma elite. Ainda assim houve distinção entre classes de operários.

O trabalhador continua sendo uma força viva importante no processo de inversão de prioritários para se estabelecer uma sociedade justa. Mas, porém, ele deve ser visto com mais ênfase como parte da classe de consumidores. Estes, sim, intimidam em qualquer meio social em que há necessidade de balanceamento. Se o consumidor não consome, o patrão não vende; Se o patrão não vende, não existe emprego. Ficam o patrão e o empregado com fome no caso do capitalismo. A faculdade de por a sociedade conforme se quer está nas mãos dos consumidores. Não é na dos trabalhadores, não é na dos estudantes, nem da família, nem dos políticos e nem da força patronal ou da bélica. Todos estes são consumidores também, porém, o grosso da categoria se concentra na classe de trabalhadores que não possuem privilégios ou têm influência como têm, por exemplo, os políticos e os empresários e sua burguesia.

A outra força viva bastante coercitiva – e que não sabe disso – é o eleitor. O eleitor de porte de sua arma, o voto, pode delegar poderes a um estadista, que se souber fazer uso desse poder e for fiel àquele que lhe deu a chance de representá-lo pode elevar a nação ao lugar onde os poderosos do mundo estão estacionados dando as cartas. E povo de nação que dá as cartas tem regalia.

E é exigindo honestidade por parte daqueles que oferecem seus produtos e ou serviços para os consumidores que se obriga as empresas a concordar com a distribuição justa de renda para toda a população. É exigindo prestação de serviços úteis e idoneidade por parte dos políticos e seus partidos que se obriga essa classe a comportar-se de modo a se ver o país soberano e seu povo feliz.

E a melhor forma de exigir de uma empresa ou de um político é expondo-os. Expondo, por exemplo, se uma empresa trata seus funcionários como escravos, se ela atua no mercado engalobando os clientes, fazendo-os ter prejuízos e posando de qualidade total com a ajuda da mídia, que lhe tapa a sujeira e só exibe seus dotes, mesmo se não existirem. É expondo uma administração pública que não produz ou fiscaliza obras, que não autua infratores.

Havendo um lugar onde todos os consumidores – sem exceção – fosse se informar sobre as manchas de empresas e de políticos – e também de outras instituições públicas como a Polícia Militar -, o público reagiria contra aqueles cujos nomes estão manchados no mural do local. Por exemplo: um site. Um site onde qualquer um pudesse colocar sua denúncia e expor uma companhia ou um gênero da administração pública. E quem lesse a denúncia se aborrecesse com a vítima dela e boicotasse seu consumo e seu voto e ainda colaborasse replicando o que fosse denunciado para aqueles que não chegam até o mural. Quanto mais popular se tornasse o site e o ativismo daqueles que o visitam, mais comportados ficarão os que ali estariam expostos. Doidos para a mancha sair e sempre cuidando para nunca mais ser manchado. E os que nunca tiveram seus nomes escritos na lista negra do site ficariam pianinhos para jamais o terem, caso isso significar algo bastante amedrontador.

As pessoas poderiam fazer suas denúncias anonimamente, mas, apenas no lado público. No lado privado, cada denúncia tem que ter um dono e o dono deve arcar com as consequências da denúncia. Se ele revela uma falcatrua realizada por uma companhia e esta revelação se alastra, movendo pessoas a agirem contra a companhia, caso a companhia se sinta injustamente lesada ela terá o direito de chamar quem a lesou à responsabilidade. Por isso não seria bom denunciar certas particularidades de políticos, partidos ou corporações, pois, nada acontecerá com eles, mesmo se o que for denunciado for verossímil e contraventor, porque eles têm a seu favor todos os instrumentos que podem ceifar a liberdade de alguém e fazer da denúncia uma calúnia apenas. Desde a mídia até o sistema jurídico. Entretanto, a maior parte do que tenho em mente que seria as exposições de empresas e de políticos é coisa que não incidem processo, pois, serão chamadas à análise da audiência pela ótica do consumidor e do eleitor.

As queixas seriam coisas como alguém revelar que desceu uma rua e foi sufocado por uma corriqueira fumaça de um lixo inconsequentemente sendo queimado e chamar a atenção da prefeitura do município, que não educa, fiscaliza ou pune os moradores contra o ato de colocar fogo em locais públicos, o que faria a gestão ficar com a orelha em pé por causa das próximas eleições municipais; coisas como se sentir indignado com a incomodação de um motorista que passa descriteriosamente com seu carro com o som em alto volume, vomitando aquelas canções indecentes ou que fazem apologia a crimes ou a drogas, e não ver a Polícia disciplinando o infrator do art. 228 da Lei 9.503/97 do Código de Trânsito. Coisas como levar ao conhecimento da população sobre o abuso que é as operadoras de telefonia móvel forçar o cliente a ativar assinaturas de serviços que eles não se interessam, o que pode ser um relato próprio comprovado pelo próprio SMS enviado para o seu celular, ou sobre a exploração que sofre o operador de telemarketing nos call center das operadoras para lhes entregar ativação de planos e impedir cancelamentos, de forma que lesa o consumidor – quem vive essa rotina consegue comprovar isso facilmente. Coisas como expor a negligência de um ou mais políticos que deixam de votar propostas que beneficiam a população ou que votam outras que favorecem a si ou a grupos de empresários. Isso é só o começo, você mesmo consegue imaginar milhões de outros apelos que podem ser cadastrados no site de denúncias e ficar no mural acumulando adesões e comentários dos visitantes e sendo compartilhado por e-mail, pelas redes sociais e até mesmo por meio de panfletagem, pois o mural poderá ser impresso em formato tabloide, pelo próprio observador do site, até que seja mandado retirar a denúncia devido ao ganho de causa.

Um site desses não pode ser colocado em locais gratuitos como os serviços de blogs mais famosos ou as redes sociais idem, pois, todos estes são empresas sólidas, dependentes do capital empregado pelas empresas e instituições políticas clássicas, além de famílias poderosas, e por isso até permitiriam as publicações, mas usariam de tecnologia de reparo de informações para inibir o projeto e desencorajar a iniciativa. Tem que ser um site bancado pelo público, o grande interessado no sucesso dele pra coisa funcionar. Não pode ter propaganda no espaço, pois, daria vazão para a difamação com base no fato de que se as denúncias no site feitas forem verdadeiras, por que estariam organizações anunciando nele. Anúncios e doações é que sustentam hospedagem e manutenção de sistemas localizados na internet, se sabe disso. Doações até que são compreensíveis para sustentar o projeto, mas anúncios nem pensar. A não ser, é claro, que sejam anúncios de escritórios de advocacia ou de gente que pode pegar as denúncias e fazer delas uma causa para por a solução em prática.

A publicidade para tornar o endereço conhecido também deve ser realizada pelo esforço coletivo dos interessados nos resultados que o projeto pudesse dar. Muitas vezes encontramos em nosso mural nas redes sociais compartilhamentos de pessoas que buscam denunciar algo ou sensibilizar o público com alguma questão. Porém, o que mais vemos ser compartilhado são materiais que só beneficiam grupos particulares e não o público em geral. Geralmente se vê marketing de militantes direitistas querendo jogar a opinião pública contra esquerdistas e vice-versa. No caso que discorro os compartilhamentos seriam em causa própria. Se você se identificar com uma denúncia que você viesse a ver no mural do projeto você a compartilharia em sua rede de amigos para chamar a atenção deles e buscar apoio para ver a questão exposta e resolvida. Na maioria das vezes, os problemas que te afetam, afetam seus amigos. E a mesma iniciativa de divulgação vale para se fazer conhecido o URL principal do projeto.

Para fazer publicidade tradicional nos veículos de maior visibilidade, além de se deparar com a questão financeira, ainda se depararia com a dificuldade de aceitação desses veículos em promover um terceiro que macularia a imagem de seus próprios clientes. Muitas vezes não vemos empresas serem responsabilizadas por atos ilícitos porque a mídia não incentiva a responsabilização. E ela não incentiva porque essas empresas fazem parte de sua clientela. E em se gastando o dinheiro que a Grande Mídia pediria para popularizar o empreendimento, se correria o risco de gastar um valor muito alto e ter o resultado sabotado pelo próprio veiculador. Há estratégias nesse ramo que permite que os veiculadores de propaganda ajam contra um negócio cuja propaganda foi lhe contratada, sem que estes sofram arranhões. É um meio muito perverso e corrupto. Não é bom mexer com ele aqueles que não fazem parte dos grupos hegemônicos e que ainda quer passar-lhes um corretivo.

Eu, analista de sistemas e programador de sites, daqueles que gosta de desenvolver projetos úteis, interesso em oferecer um espaço desse para o público. Porém, me vejo incapacitado financeiramente para isso. Mas, como a união faz a força, se interessados houverem em formar um mutirão patrocinador do projeto, não ficará só neste texto a ideia. Curta aqui neste blog esta postagem, compartilhe-a, entre em contato pelo formulário, compre os livros que anunciamos, faça qualquer coisa para viabilizar essa proposta se você gostou dela.