A psicologia do sexo

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Você admite que há pessoas que sem fazer qualquer força são selecionadas por outras para o fim de sexo?

Pessoas sortudas, não?

Mas, o que elas têm de especial que as fazem ser assim?

A gente acha que é o penteado, faz um igual e nada acontece. Acha que é o jeito de andar, de vestir, de olhar. E nada!

Muitas dessas pessoas conseguem irradiar vibrações que só são interpretadas por pessoas que vibram equivalentemente. Entenda isso: equivalentemente.

É mais fácil acharmos o “casanova” em um local onde todos vão buscar paqueras, romances, sexo.

Nesses locais, todos os presentes vibram em faixas parecidas. O casanova vibra de um jeito que combina com o que vibra a maioria.

Por isso ele é o mais requisitado, pois, é o que é mais identificado em vibração pelos os que estão atrás dessa combinação.

E aí, no próximo post eu ensino a vibrar de modo a combinar com a vibração da maioria dos presentes em uma multidão.

Se não quiser esperar e quiser aprender mais contundentemente sobre isso e outras coisas, adquira o livro “A magia que enriqueceu Tony“.

Dentro do corpo, cada um de nós é um ator

Escolhemos como ser. E o tempo todo estamos sendo. Os outros reagindo a nós nos mostra como estamos sendo. E a reação deles nos diz se vale ou não a pena permanecer no modo de ser.

Somos o que estamos pensando. Pensando, estamos emitindo irradiações que influenciarão o ambiente, influenciarão os outros ao redor. Isso pode ser bom ou ruim.

Se estamos sendo infelizes, vamos influenciar os outros em torno de nós a serem também infelizes. E isso só aumentará a infelicidade com que já nos encontrávamos. Com certeza o que queremos mesmo é nos livrar da infelicidade, mesmo que extravasando.

Se estamos irados, veremos a ira crescer em nosso entorno. Pode virar violência e voltar-se contra nós mesmos. E se formos conscientes, saberemos que a culpa é toda nossa e que os outros não tiveram culpa alguma sobre suas reações. A forma com que os outros nos tratam é o nosso carma e a forma com que reagimos é o deles.

Às vezes você se acha prestativo demais, cooperador demais e não há reconhecimento ou recíproca. Sai listando uma série de coisas que você faz no dia e que acha que ameniza a vida do outro que fica com as pernas para o ar enquanto você faz tudo.

Mas, é só parar e pensar: quantas dessas coisas somos obrigados a fazer? Vai ver nenhuma. É só deixar de fazer. Sempre reconhecem a importância de alguém quando este se ausenta. E deixar de cumprir com algo que outros se beneficiam do seu comprometimento é ausentar-se.

Quanto do seu dia você passa reclamando ou fazendo julgamentos? É um desperdício de tempo. O tempo não perdoa e voa, amor! E reclamar não traz energia boa, que se possa chamar de felicidade.

Fazer julgamentos, análise dos outros ou de relações é grande bobagem. Se o fizer, não externize, pense em silêncio. Não estimule outros a pensar sobre terceiros da forma que você pensa.

A opinião da gente procede da perspectiva da gente, logo, já não pode ser a mesma opinião se a quem a gente a emite não está em nosso lugar. É como uma pedra que devemos carregar e cuidar para não jogar nos outros, pois, pode machucar.

Ficar pelos cômodos falando alto o que se está remoendo na mente, com a expectativa de haver alguém ouvindo ou a pessoa a quem se dirige o pensamento só faz atrair o que estamos pedindo: infortúnio.

A mente da gente focada em remoeções e julgamentos punitivos só faz nos dar mais do mesmo, pois, o universo entende que é o que a gente quer. Bajular, ser bajulado, excesso de piedade, de melancolia, exibição de decepções consigo, frustrações com a vida, carências, solidão, excesso de altruísmo e de proselitismo.

Tudo isso são coisas que ao longo da vida atribuimos a nós e só nos faz colher sofrimentos porque aprendemos a gostar delas e a achar que elas nos destacam. Devemos nos perguntar se esse tempo todo não mantivemos voluntariamente essas coisas em nossa vida e hoje blasfemamos contra elas. Coisas que contribuem para o aumento da tristeza, o surgimento da depressão. E não melhora em nada a vida da gente.

A vida é o que sentimos. Se nos sentimos tristes, assim seremos até o sentimento mudar. E o sentimento pode ser mudado com a nossa vontade. É o maior processo de cura, diga-se de passagem. A medicina nos distrai enquanto o nosso próprio pensamento nos cura.

Desde que conciliemos o que desejamos com o que queremos, pois, parafraseando Neville Goddard: “Sempre que seu sentimento está em conflito com seu desejo, o sentimento será o vitorioso. Uma mudança de sentimento é uma mudança de destino. A vida não comete erros, e sempre dá ao homem aquilo que o homem se dá primeiro“.

Já tentou em momentos de muita tosse resistir e não tossir, agir como se nada tiver incomodando seus pulmões? Combinando essa prática com uma ida ao Sol, uma respiração profunda e um pouco de meditação e logo o faz-de-conta vira verdade. Estou sempre me saindo bem-sucedido nesse tipo de autocura.

Já viu quando estamos tão tristes, até mesmo chorando, e um fato engraçado acontece perto de nós, de surpresa, de forma que nem dá pra gente pensar no estado que estamos e nos pegamos a rir do fato? É a mesma transmutação de sentimento que acontece quando simplesmente você finge estar alegre e começa a sorrir bem aberto para expulsar de seu Eu a tristeza.

Cada um deve ser si mesmo, os outros corpos já estão ocupados. E só faz sentido ser se for para si mesmo. Deixar os outros para lá com a essência deles. Até mesmo ao apoiar o outro, ao fazer pelo outro, faça pensando em si mesmo, como a estar fazendo para si próprio o que beneficia outro.

Se não houver retribuição, reconhecimento, elogio, nenhuma decepção haverá, pois, se se faz pra si mesmo é você o encarregado de se retribuir, de se elogiar, de se dar o prazer de fazer o bem sem olhar a quem e sem deixar que a mão direita saiba o que faz a esquerda.

Pra finalizar: “Almeje o melhor, prepare-se para o pior e viva o que vier; Só existe decepção quando o pior não é expectativa“.

Fundando uma religião – Pt. 1

Me agradou demais o último texto que publiquei. Resolvi, então, ir mais a fundo e criar uma doutrina inteira do que pode vir a ser uma religião. Na verdade um estilo de vida, mas, você se dignaria a clicar no título para ver a postagem se ele fosse “fundando um estilo de vida” nesses tempos em que estamos coletivamente à beira da morte?

Bem, se vivermos despreocupados com a morte vamos aproveitar mais a vida. Certo? Ninguém sofre por causa do que ignora, sofre por causa do que considera.

Eu gosto muito, inclusive, de citar aquela frase do Steve Jobs: “A morte é a maior invenção da vida“. Ele quis dizer com ela que se encararmos a vida como um jogo – de videogame como era a praia do Jobs – teremos os elementos prêmio, castigo e fases. Cada fase que passarmos receberemos um prêmio e as que não superarmos: o castigo, o que encerra o jogo.

O castigo da vida é a morte. E todos sabemos que se recebermos este castigo por fracassar em uma fase não teremos oportunidade de jogar de novo. É raro quem o tenha. Menciono os que chegam a ficar dias em coma e voltam.

Daí você percebe que Jobs foi bastante observador e teceu muito bem sua definição para a morte a chamando de uma grande invenção. Podemos dizer que a morte nos motiva a viver. Prorrogar o surgimento dela é o objetivo de cada fase da vida que atravessamos.

Nos obrigaremos, inexoravelmente, a priorizar a qualidade de vida, a fim de sairmos vitoriosos. Buscaremos aprender bastante desde cedo; estar preparado para o desafio de ir longe na jornada; ter porte atlético e saúde inabalável; alimentar adequadamente; portar todas as informações que necessitaremos no caminho, sendo capazes de absorver as que forem se acumulando; cuidaremos do próximo pois ele poderá ser útil ao nosso sucesso e nós ao dele.

Não teremos tempo para mesquinharias, preconceitos, brigas e desafetos, uso de drogas e outros vicios. Planejaremos cada dia, reduzindo o máximo as imprevisões. Minimizaremos os riscos de acidentes, já que a meta é se manter vivo e íntegro. Evitaremos comportamentos que conflitam com o alcance do objetivo.

Quanto mais fases passarmos, mais vitoriosos seremos. Desfilaremos no ranking dos grandes campeões. Em igualdade de condições com qualquer outro jogador. Um magnata que conseguiu chegar aos 80 anos de idade e morreu trilionário, com relação ao objetivo de superar o máximo de fases ele não teria sido melhor do que quem chegou no mesmo topo e morreu paupérrimo. Até nisso a morte nos nivela. E diz pra você: “não é o dinheiro o que importa ou o que vai te deixar mais motivado a viver muito”.

O dinheiro melhora o estar vivo, não dá para negar. Facilita a complementação de tarefas e os cuidados para se manter vivo. Mas, isso só é perceptível por quem o tem.

Quem não o tem vive como pode e se chegar à alta idade é porque as cifras não foram relevantes, puderam ser substituídas por outras de igual valor, que às vezes nem nos damos conta dessa substituição.

Bom, dividi a postagem em partes exatamente para que os textos não fiquem longos e incompreensíveis na íntegra devido ao cansaço que a leitura em meio eletrônico costumar causar. Nesta primeira parte fiz só um esmiuçamento do que foi discorrido na postagem que a originou.

No próximo texto serão abordadas as principais questões que devem ser destituídas quando o assunto é viver sem o assombro da morte. Questões espíritas, como “vida após a morte” e “vidas passadas”, e de outras religiões. Questões filosóficas, políticas e científicas. Questões geológicas, como “mudanças climáticas” e “inversão dos polos magnéticos da Terra”. Questões pertinentes da Física Quântica e do Ocultismo.

Tudo isso será abordado para o fim de introduzir-se o estilo ideal de vida para esses tempos em que estamos perto do fim do mundo.

Quando a morte cai bem

Aqui no Ocidente, a morte é vista como o fim do materialismo. E por sermos totalmente materialistas, a tememos. Nos enchemos de angústia e aflição quando ela se aproxima ou quando nos leva uma ente querida. Só o que nos alivia é saber que o instante zero da contagem regressiva para o último suspiro é irreversível. Nada podemos fazer para modificá-lo e perdurar mais um pouquinho no cantinho onde nos acostumamos a estar mesmo se passando privação.

Quando éramos primitivos não tinha isso. Nada de lamentar deixar para trás o que se possui; nada de quem fica lamentar não ver mais quem partiu; mesmo em vida, nada de tomar gosto por recordar momentos vividos e criar frustração devoradora por não mais poder revivê-los. Para o primitivo: “morreu, acabou”.

Tava mais era para encarar a vida como um jogo. Durar o quanto pudesse. Eu, por exemplo, nesse jogo já duro cinquenta anos. Minha meta é chegar aos setenta, mas, se não der, apenas não alcancei essa meta. Nesse meio tempo outras eu alcancei. E isso é o que importa.

Foi quando as sociedades se complexaram é que veio mais proeminentemente o medo da morte. Não necessariamente por uma preocupação materialista. É que inventaram a religião. E com ela a vida após a morte; um vínculo falso dessa vida póstuma com a terrena, que baseado em comportamentos morais tidos aqui na Terra seria determinada, podendo ser boa, ao lado de um ser angelical, ou indesejavelmente má, sob a punição de um ser demoníaco.

A partir daí é que passaram a ficar, aqueles que não atingirem liberdade de credo, reféns da preocupação com a morte. Além da mesquinhez materialista se passou a querer prorrogar a morte sob a alegação de ainda não ter tido tempo de ser altruísta e garantir sua estadia ao lado do ser angélico.

Nessa pandemia, eu conversava com um amigo, cientistas e políticos – e outros líderes mundiais – estão perdidos. Demonstram não saberem o que fazer para controlar o avanço da doença que assola a humanidade. Usam do artifício de deixar que as notícias que apavoram, dadas pela imprensa aliada deles, distraiam da população o embaraço deles, enquanto não aparece uma solução.

Eles atuam moldando a opinião da massa. Seria muito menos eficaz a tática deles se atuassem sobre a cabeça do ser individual. O pior que pode acontecer com o acometimento dessa doença é a morte. Se trabalhassem a mente das pessoas para enfrentar essa particularidade natural de cada um de nós o pânico inexistiria. Menos ainda a pandemia seria problema.

Se todos estivessem conscientizados, tranquilizados, acostumados com a ideia de que morrer é inevitável e que o que importa é até onde conseguimos ir, o que pudemos fazer e que deve ter outra existência sim depois da morte, mas que nenhum vínculo com a fase vivida na Terra tem, questões como, por exemplo, deixar de trabalhar para se pôr isolado e evitar a circulação do agente patogênico, que deixam carecas os materialistas que buscam defender a economia, inexistiriam.

Nisso, se houver colapso de atendimento em hospitais, mortalidade em massa, só seriam afetados esses mesmos líderes que pagam para a mídia gerenciar o pânico. Administrar a humanidade – e o fazem para o seu bel prazer – é da competência deles.

Aquele que estivesse entubado aguardando o último suspiro gastaria seus últimos instantes tomando consciência de até onde foi no jogo e contabilizando pra si mesmo seus feitos. Sem qualquer lamúria, dele e de seus entes queridos, tomaria o barco para a próxima existência e fim de papo.

Eu, particularmente, às vezes penso em todas as coisas que eu gostaria ou tenho para fazer. A maioria delas eu não vejo perspectiva de que vou lograr sucesso na realização do pleito. O motivo principal é o financeiro.

As chances de eu conseguir um bom emprego, que patrocine essas realizações, ou êxito num empreendimento ou na busca de popularidade e aceitação pública para conseguir um bom volume de vendas dos meus trabalhos intelectuais, como meus livros, não me parecem serem claras, de modo que eu possa apostar nelas. E eu tenho nítida noção de que isso é que é o normal da vida do terreno médio.

Tem momentos em que sinto algum mal-estar, algum incômodo físico, alguma dor ou depressão, que penso que morrer me cairia bem. Não deve existir quem ache que nossas sensações orgânicas são sentidas no mundo espiritual, será que deve? É preciso de um corpo físico com órgãos funcionando para sentí-las.

O mundo espiritual é que nem o que temos em mente quando imaginamos. É que nem o que experimentamos quando estamos sonhando. É presença pura, consciência pura.

Andam noticiando que a Nasa teria detectado evidências de um Universo paralelo, eu não tenho dúvida que quando imaginamos ou sonhamos estamos o acessando. Estar morto seria estar nele ao invés de só acessá-lo. Logo, por que eu lamentaria morrer se quando imagino ou sonho eu não sinto dor, depressão ou passo privação? E ainda vivo só experiências incríveis, atemporais e não locais. Sem qualquer limite que o corpo humano possui.

Agora é esperar este texto ter o acesso dificultado porque se muita gente refletir sobre ele e começar a pensar assim fracassarão os trabalhos da grande imprensa, criadora de pânico, das religiões criadoras de temor e falsas esperanças, dos administradores da humanidade, que só pensam no próprio umbigo… Para melhorar a audiência não vou pôr anúncio e links para a compra de nenhum dos meus livros.

Os bons tempos estão voltando

Quando vemos uma foto de um carro na estrada, com ar de passeio, temos sempre em mente que a foto é da ida. A Vemaguete azul parece que acabou de chegar no sítio ou está dando ré pra estacionar. No entanto, não tem nada na foto que determine o momento em que ela foi tirada. Queremos com as que seguirão, que são do site Uol Carros, que você, para se sintonizar com esta postagem, se remeta aos anos que os veículos usados na ilustração remetem.

Magia para conter depressão

Reconhecemos que estamos deprimidos quando nos pegamos pensando espontânea e insistentemente em assuntos que nos causam tristeza profunda, desinteresse pela vida e falta de coragem para sair desse quadro. Medo, pânico – às vezes incutido por terceiros (como a televisão ou a imprensa em geral) – e preocupação com o futuro de si ou de outrém concorrem com os outros motivos. Por vezes alimentamos essa sensação pensando em usá-la como instrumento de autodestruição. Para nos livrar da dor da angústia procuramos nos matar, ainda que mentalmente.

Continue lendo em: amagiaqueenriqueceutony.blogspot.com/2020/05/magia-para-conter-depressao.html

Uma mensagem politicamente incorreta sobre a Covid-19

Qualquer mensagem que tranquiliza o caboclo quanto à essa pandemia de Covid-19 que estamos passando por ela é politicamente incorreta, por isso o título da postagem.

Recebi o link para visualizar um vídeo do canal Greg News no Youtube. Um excelente vídeo. No mesmo são deixadas algumas informações que leva à várias reflexões necessárias para que nós sujeitos comuns não tenhamos que ficar tão apavorados com o que é despejado de notícias oriundas da grande mídia em todos os seus canais de comunicação e pelas redes sociais na internet.

A primeira informação que cria impacto na verdade apavorante propagada pela grande mídia é: O número de testes para Covid-19 no Brasil é incompatível com a determinação do número de mortes pela doença. Ou seja: várias mortes foram consideradas por Covid-19 apenas pelos sintomas apresentados pelo então doente.

No caso de morte, penso que seria obrigatório o teste para se confirmar se aquele óbito pode ser acumulado na informação sobre a mortandade da doença no Brasil. Só pelos sintomas não é correta a prática, pois, a pneumonia pelas outras razões cresceram de casos no Brasil, talvez no mundo todo, desde o ano passado, conforme no próprio vídeo é apresentada a informação munida de fontes.

Tá, podem dizer que não tem o Brasil condições de fazer os testes. E os mortos pelo novo coronavirus não podem ficar aguardando para serem sepultados. Então, que seja registrado como morte por causa indeterminada, que é o padrão nos hospitais independente de haver caos na Saúde e, inclusive, conforme o vídeo, é o que estão registrando em certidões de óbito desses mortos. Porém, por algum motivo a mídia corre para aumentar o pânico das pessoas passando informação indevida.

E está acontecendo também de não emitirem atestados de óbitos e ainda impondo cremações em corpos alegando urgência em se destruir o vírus. Que urgência seria essa se não sabem por meio de testes se o cadáver possui o vírus?

Fica claro por esses questionamentos que estão engessando estatísticas sobre a pandemia no país. E só podemos imaginar que querem manipular a opinião pública ou aproveitar do pânico que conseguirem criar no público.

Agora vamos a algumas teorias de conspiração ou, se preferirem, alfinetadas com deduções incômodas na cúpula que quer nos enganar.

Recebi um outro vídeo em que uma moradora de Rondônia reclama que em seu Estado havia sido confirmadas até quando ela fez o vídeo apenas seis mortes por coronavírus e o governo regional queria gastar 9 milhões de reais com arrendamento de um hospital particular. Quero dizer aqui que a protagonista do vídeo se identificou como bolsonarista e faz em sua produção um apelo pró intervenção militar.

Com relação ao que ela relatou, fica evidente que com o cenário de caos na Saúde mantido, políticos e instituições médicas estariam aproveitando a condição favorável à locupletação supostamente sem vestígio. Um amigo meu me mandou vídeos mostrando a mesma informação sobre corrupção aproveitando a pandemia com relação à Fortaleza, Ceará.

Rondônia é um Estado que em vários registros contendo declarações sobre o mesmo pelo presidente da república, parece ser o Estado xodó de Jair Bolsonaro. Por lá, o governador é do PSL, partido que Bolsonaro utilizou para ser eleito e que hoje deixou a legenda.

Será que o Bolsonaro não tem essa informação grave relatada pela bolsonarista? Se tem, não o incomoda o indício de corrupção? E por que ele não divulgou isso em seu favor, já que parece ser ele no momento o brasileiro mais interessado em mostrar pra gente que a Covid-19 é só uma gripezinha? E pior: por que ele não intervém no assunto, caso ele o conheça? É um despropósito ele não conhecer. Só mesmo se for invenção da moça que fez o vídeo.

Será que a intervenção militar que a moça pede é contra o presidente? Ao que parece quem tá difícil de largar o osso e precisando mais do que todos de largar é ele.

Com relação à valas abertas em massa em vários estados do Brasil, aqui em Belo Horizonte, quando alguém me passou a notícia que no telejornal da Globo “MGTV” teriam sobrevoado o Cemitério da Paz e registrado que a prefeitura havia aberto mais de 300 valas sugerindo que fosse para enterrar mortos por coronavírus, duvidei na hora que fosse legítima a notícia.

Com o presidente da república, na ocasião, ganhando espaço em sua defesa contra os que querem sua queda, principalmente com os governadores e prefeitos afrouxando para voltar a abrir o comércio, caso nosso aqui de Minas Gerais, um número de circo do terror desses convence a população a aceitar sem choro ficar mais um tempo sem sair de casa.

E veio, primeiramente, à minha cabeça na ocasião enterros de indigentes, vagabundos, drogados, criminosos que teriam conseguido abater – pela Covid-19 ou não – durante o tempo em que as ruas estiveram livres das pessoas de bem e dos trabalhadores. Assim, elas não poderiam ser confundidas nas ações da polícia, como muito acontece!

Eu já havia entrado em contato com a especulação de que estavam usando a pandemia para higienizar as cidades. Em São Paulo, por exemplo, o foco dessa higienização seriam os ativistas do PCC. Ainda que tivessem que ir atrás deles onde a polícia saberia o local e cerrassem fogo, conforme os conspira dessa teoria pregam. Mas, me veio também a suposição de que enterrariam caixões vazios, por ser bem prático isso.

Para eu parar de me açoitar por ser tão cético, há poucos dias no Facebook alguém postou um link de reportagem que falava de enterros de caixões vazios e publicação de fotos antigas de sepultamentos em massa ocorrido em Manaus, Amazonas.

Eu não sou tão ingênuo de atribuir à farsa tudo o que vem acontecendo desde março aqui no Brasil, embora é o que essas informações acima levam a crer. Mas, a história pode ser bem outra e bem mais mastigável por nós do gado.

Se o número de mortes por pneumonia cresceu no ano passado, vamos nos ater só ao Brasil, obviamente as autoridades de saúde sabiam que isso se agravaria e causaria um colapso no segmento se nada fosse feito para conter os casos simultâneos.

Se de repente o Brasil só tivesse 10.000 leitos em todo o país para atender enfermos de qualquer enfermidade que faz necessária a utilização deles, se 11.000 pessoas ao mesmo tempo se acometessem de pneumonia estaria declarado o colapso. Não precisariam de pandemia nenhuma para isso ser uma constatação e uma calamidade.

A quarentena para evitar que pessoas se contagiassem trafegando livremente nas ruas e a obrigação do uso de máscaras e outros equipamentos de proteção indivual quando sair à rua fosse necessário seriam medidas bastante prudentes para diminuir o risco de haver esse colapso.

Mas, se apenas noticiassem para as pessoas sobre um surto de pneumonia cuja ocorrência em massa levariam os hospitais a terem problemas para o atendimento e com isso haveria muitas mortes, o público não se tocaria.

Não abririam mão de seu lazer em locais públicos, em bares e eventos tumultuados, em shows, em partidas de futebol. E logo também viria à mente da população que o comércio correria risco de extinção se de repente por certa quantidade de dias ninguém saísse às ruas. O primeiro medo era de o emprego ir embora. Daí uma hipótese para a didática empregada.

A questão da economia e o trabalho sofrerem colapso parece existir só para nós sujeitos mais simples e dependentes de emprego ou trabalho informal. João Dória, governador de São Paulo, Romeu Zema, governador de Minas Gerais, Alexandre Kalil, prefeito de Belo Horizonte, todos esses políticos poderosos, que estiveram à frente da adesão à quarentena, são grandes empresários. Obviamente eles levaram em conta o que aconteceria com suas empresas se adotassem a quarentena. Se o fizeram, é porque enxergaram saída para esse tipo de crise findo o prazo de contenção pública.

Concluindo, obedecer às decisões das autoridades públicas é um dever nosso. Vamos voltar à vida normal quando elas determinarem. Mas, exigir dessas mesmas autoridades explicações melhores sobre as decisões que elas tomam é um direito nosso. E isso é o que convoco todos a fazer.

Enquanto o presidente da república, Jair Bolsonaro, desfila na mídia em esquetes envolvendo informação de ele querer utilizar a Polícia Federal em seu benefício, há a demanda para a mesma PF de investigar a conduta de governantes e imprensa com relação à tudo que nos foi e nos é informado sobre o efeito dessa pandemia no Brasil. A CPI das fakenews tem muito o que analisar dessa conduta. Fica a dica para o presidente.

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”. Continue Lendo“D

 

Pandemia de não-nascimentos

Esta postagem vem em caráter especial, mas, não deixe de prestigiar a última postada: “Como se livrar do medo da morte da moda“.

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Há os que dizem que essa pandemia seria um plano de uma conspiração mundial que teria o interesse em reduzir a população do mundo. A quantidade de gente que teria que morrer, se essa pandemia tiver mesmo o compromisso de matar já teria que estar com o número de mortos causado por ela na casa dos cem milhões de pessoas para atender a necessidade dos conspiradores. Ou do contrário não alcançaria o objetivo de atingir bilhões de humanos até 2021, como rezaria uma tal Agenda 21 e uma tal de Tábuas da Geórgia.

Adaptando a informação dada pela Wikipédia, a Agenda 21 oficial foi um dos principais resultados da Eco-92 (ou Rio-92), conferência ocorrida no Rio de Janeiro, Brasil, em 1992. O documento gerado estabeleceu a importância de cada país participante em se comprometer a refletir, global e localmente, sobre a forma pela qual governos, empresas, organizações não-governamentais e todos os setores da sociedade poderiam cooperar no estudo de soluções para os problemas socioambientais. No Brasil essas discussões são coordenadas pela Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável (CPDS) e da Agenda 21 Nacional.

Esse compromisso se constitui num poderoso instrumento de reconversão da sociedade industrial rumo a um novo paradigma, que exige a reinterpretação do conceito de progresso, contemplando maior harmonia e equilíbrio holístico entre o todo e as partes, promovendo a qualidade, não apenas a quantidade, do crescimento.

O Georgia Guidestones é um monumento em granito localizado no Condado de Elbert, Geórgia, Estados Unidos, e nele estão gravados dez frases em oito línguas modernas: inglês, espanhol, suaíli, hindi, hebreu, árabe, chinês e russo, e uma pequena mensagem, no topo, escrita em quatro antigas línguas: babilônio, sânscrito, grego e em hieróglifos egípcios, contendo as teses de Albert Pike.

Foi construída a partir de 22 de março de 1980 e se encontra finalizada. Os teóricos conspiracionistas utilizam o monumento para amparar acusações de que no mesmo estaria cravado uma mensagem sensacionalista, que seriam os dez mandamentos vindo de uma tal Nova Ordem Mundial, que teria o interesse em dizimar populações e controlar social e economicamente o planeta.

As frases encontradas nas tábuas são:

  1. Manter a humanidade abaixo de 500.000.000 em perpétuo equilíbrio com a natureza.

  2. Conduzir a reprodução sabiamente, aperfeiçoando a aptidão física e a diversidade.

  3. Unir a humanidade por meio de um novo idioma vivo.

  4. Controlar a paixão, fé, tradição e todas as coisas com razão moderada.

  5. Proteger povos e nações com leis e tribunais justos.

  6. Permitir que todas as nações regulem-se internamente, resolvendo disputas externas em um único tribunal mundial.

  7. Evitar leis insignificantes e funcionários públicos desnecessários.

  8. Equilibrar direitos pessoais com deveres sociais.

  9. Valorizar verdade, beleza, amor procurando harmonia com o infinito.

  10. Não ser um câncer sobre a terra e deixar espaço para a natureza.

Se observarmos, considerando as notícias que nos chegam, o que acontece no mundo nos aspectos econômico, comportamento social e ambiental faz muito sentido dizer que essa pandemia vem servindo aos propósitos que teriam sido estabelecidos pelo advogado e escritor maçon Albert Pike.

Os colapsos econômicos que vemos fazem aparecer notícias de sugestões de redução de salários principalmente de funcionários que foram valorizados por força midiática e não pela atividade que faz – caso dos atletas, particularmente dos jogadores de futebol do mundo todo, e dos artistas, jornalistas e apresentadores de programas de televisão (não é à toa que a TV Globo se empenha tanto na manutenção da aparência de caos na Saúde que teria essa pandemia) – ou por acesso à própria ampliação salarial – caso dos políticos e juristas. E medidas como destinar dinheiro de fundo eleitoral à instituições públicas de saúde, dar auxílio monetário ao informal e ao desempregado por 3 meses, antecipar o Bolsa Família, liberar saque do FGTS, tudo isso visa não deixar a economia em maus lençóis enquanto se ajusta a sociedade.

O presidente Bolsonaro ignorando o cenário de calamidade tecido para a pandemia estaria encenando, já que é o responsável por promover esse duro ajuste sócio-econômico no Brasil e se aparecer em público condescendendo com o lobby do caos, ao final do processo, quando se tornar perceptível – talvez – que tudo não teria passado de um grande teatro em pró de objetivos urgentes não mastigáveis pela sociedade, sua cabeça estará fora do pescoço. É melhor tudo acontecer como ele precisa e ao final as pessoas dizerem: “É, Bolsonaro estava certo e nos avisando o tempo todo, mas, fomos ouvir os inimigos dele…“.

Pequenos empreendimentos correm o risco de fecharem as portas, o que atenderia a expectativa da tal Nova Ordem Mundial de controlar todos os negócios, pois, ao final da crise as grandes corporações os absorveriam e transformariam seus ex-donos em empregados.

Isso é o que esperaria os que estariam operando por trás dessa pandemia um golpe nesse sentido. Vão estes se decepcionar, o povo vai saber defender os pequenos e médios empresários, boicotar as grandes corporações e reerguê-los. Desde, é claro, que entre em contato com as denúncias feitas por blogueiros, youtubers e escritores não subsidiados, que como eu disponibilizam reflexões que fazem pensar fora da caixa.

E é perceptível que a modalidade de teletrabalho – home-office – está por conta da pandemia sendo testada à força e caso vingue a ideia as empresas terão mais liberdade para operar mantendo seus funcionários trabalhando em casa.

No caso do teletrabalho, os salários preveriam custeamento dos gastos com a produção – incluindo alimentação, água, luz, telefone e internet –, extinguiria-se ou minimizaria-se o gasto com locomoção até a empresa, e com tudo isso uniformizariam-se, os salários, e ficariam mais em conta para os empregadores saldá-los. Junto com as políticas do Liberalismo Econômico, que correm à vista ou às escusas em velocidade alta pelas nações, os objetivos sócio-trabalhistas e econômicos da ordem estariam sendo cumpridos.

Eu sei que estamos sob ataque de gang stalking, técnica para causar esquizofrenia em massa (leia a respeito neste blog: clique!). A maior das esquizofrenias que estamos nos acometendo dela é a da assepsia. Estamos ficando maníacos por limpeza nessa de querer conter a disseminação do vírus. Higienizamos a casa de maneira absurda, se refletirmos bastante veremos que no fundo há sempre uma brecha para a probabilidade do verme chegar à gente por ter se alojado onde não pudemos ter atenção ao limpar.

Às vezes entramos em nosso quarto limpo, livre de qualquer sujeira, tendo vindo da rua e cuidado integralmente da assepsia antes de entrar novamente no lar, ligamos o computador e nos colocamos a utilizar os periféricos dele. Acabamos de usar e vamos lá passar álcool ou sabão no equipamento todo, como se o vírus tivesse a faculdade de se autocriar dentro do quarto. Se isso fosse possível, de que adiantaria qualquer prevenção de limpeza? E o mesmo vale para o uso de máscaras, o distanciamento social, evitar ambientes fechados. Em algum momento todo o cuidado será inútil, será burlado até mesmo por causa do excesso de cuidado. Não temos escapatória!

Eu estou aderindo a esquizofrenia em grupo. Mas, confesso que penso que nem o presidente Bolsonaro: tudo é um exagero. É claro que eu não estou observando os fatos da posição privilegiada que ele está. Por isso não posso me dar o luxo de ignorar a causa do pânico coletivo. Eu só posso duvidar, não posso ter certeza. Talvez o presidente possa.

Se eu morasse com um amigo, eu perguntaria para ele qual era sua crença com relação a essa articulação social. Se fosse tal qual a minha, eu não adotaria esquizofrenia alguma dentro de casa. Lá fora eu só adotaria por questão de responsabilidade social.

Mas, morando com a família é diferente. A culpa será muito grande caso se esteja errado e se tornar o vilão da casa, o provável causador da morte da mãe ou do adoecimento do irmão tão somente por ter sido relapso e não ter respeitado a crença deles. Por isso: “bora ficar esquizofrênico”. É claro que absorver paranoia dando atenção 24 horas para a imprensa mundo-cão não faz parte do pacote que assinei. É o famoso “não sou obrigado”. Chispa, TV Globo!

Mas, muito da higienização a que me submeto é própria de se fazer independente de haver pandemia de coronavírus. Faz parte das obrigações salutares que tornam uma casa não tóxica. E idem as preocupações com a saúde, com manter um consistente sistema imunológico. Chegam a ser, na minha opinião, prazerosas essas preocupações.

E olha essa situação:

O INTERESSE DE CADA UM NO CONFINAMENTO CONTRA A COVID-19

O APOSENTADO precisa que o trabalhador ativo saia do confinamento, pois, é ele quem paga sua aposentadoria.

Detalhe: ele é um dos que está na mira dos pandemizadores para morrer.

O POLÍTICO E O SERVIDOR PÚBLICO precisam que o trabalhador ativo saia do confinamento, pois, suas regalias e remunerações precisam dos impostos que são arrecadados com o trabalho deles.

Leia lá em cima o que nas Tábuas da Georgia é falado sobre funcionários públicos.

O COMERCIANTE precisa que o trabalhador saia do confinamento e vá até o seu estabelecimento praticar o consumo que lhe dá a retirada mensal. Sem trabalhar o trabalhador não tem como praticar o consumo.

Tá, esse tá sabendo se defender dos golpistas.

O PROFISSIONAL LIBERAL E O PRESTADOR DE SERVIÇO precisam que o trabalhador saia do confinamento para contratar deles os serviços que prestam.

Idem o anterior.

O POLICIAL, o BOMBEIRO e o PROFISSIONAL DE SAÚDE precisam que o trabalhador fique confinado para que a vida desses profissionais fique mais protegida e eles não tenham que trabalhar para que seja possível voltar para o seu lugar o trabalhador tão cobiçado pelos membros da sociedade que insistem que ele saia do confinamento.

São os únicos a quem realmente o confinamento ajuda. E o policial ainda vê o crime e a contravenção como o vandalismo e o uso de drogas freados.

O GOLPE CONTRA O PRESIDENTE BOLSONARO precisa que o trabalhador ativo fique confinado. Mas, só até que o golpe se efetive, tratando de sair do confinamento logo a seguir, independente de ainda haver o perigo da Covid-19.

Quero deixar claro que isso está aí por uma questão de conscientização. Eu estou na torcida para que Jair Bolsonaro renuncie logo, pois, é um atalho para essa loucura que chamam de pandemia acabar. E depois, quem está presidindo o país, na minha opinião, são os ministros, se o “homem” cair, eles continuam. E sob a batuta do general Mourão. Portanto, o golpe vai ter o que está guardado pra ele. O povo não é tão fluoretado e tão massacrado pela tecnologia 5G o quanto pensam!

A GRANDE MÍDIA quer mais é que o trabalhador se foda. Se ele se confinar ela ganha de quem a paga para estimular o confinamento; se ele sair do confinamento ela ganha de quem tem interesse em pagar por esse estímulo.

Ao fim de tudo será muito mais fácil de o indivíduo médio, principal alvo da grande mídia, ser capaz de boicotá-la ao ponto de destruí-la. Acabando com essa instituição será maior a probabilidade de jamais passarmos novamente por golpes de terrorismo psicológico dirigidos às massas.

Portanto, como trabalhador, eu optei por trabalhar em casa. Assim, ninguém me culpa de ter colaborado com a ganância dos que usam o trabalhador em proveito próprio e nem com o infortúnio de quem precisava que a preocupação com a economia e com o trabalho viesse após a garantia de que com saúde e tranquilidade para trabalhar o trabalhador pudesse continuar carregando todo mundo e o Capitalismo nas costas.

Fico pensando no que vão fazer quando a massa acordar e resolver tomar atitudes que combatem essa manipulação toda. Já aparecem alarmistas propagando táticas de gang stalking substitutas para a pandemia. Agora estão dizendo que o povo está ouvindo disperso no ar sons estranhos. Os apocalípticos falam que são as trombetas dos anjos anunciando a vinda de Jesus. Ambientalistas dizem que se trata do som das geleiras dos polos avisando que o aquecimento global trará um novo dilúvio – até mencionam essas chuvas excessivas que temos presenciado no sudeste do Brasil. E ainda tem os conspiracionistas, que não perdem a oportunidade de mencionar o HAARP. Saiba a respeito na postagem deste blog sobre eliminar populações com uso de armas climáticas.

O pessoal do canal Rural Business no Youtube é o que faz o melhor terrorismo informacional, uma vez que eles alarmam o risco de o Brasil virar um “grande fazendão” para produzir alimentos para a China e nós brasileiros nos transformarmos indesejavelmente em funcionários dos chineses. É outra teoria em que eu aposto no comportamento rebelde e na autoestima do brasileiro médio e digo que vai falhar o plano, vamos saber dar o troco, derrubar políticos e empresários que estiverem o viabilizando, nem que tenhamos que viver outra guerra civil. Outra porque isso que se passa no Brasil com relação à Covid-19 é pra mim uma guerra civil não declarada.

Discorrer mais formidavelmente sobre todos os pontos que teriam sido estabelecidos pela tal conspiração tem que ser feito em publicação ou capítulo próprio, concentremos no quesito “redução populacional” que está implícito na Agenda 21 e escancarado nas Tábuas da Georgia. Ao que parece, conforme a introdução deste texto, a pandemia não seria o instrumento que viabilizaria o intento até o ano que vem. E não esqueçamos que existem as previsões centradas no ano de 2031, que marcaria a chegada da Quarta Revolução Industrial, quando 800 milhões de empregos provavelmente serão extintos.

No entanto, a grande sacada dessa pandemia passa despercebida. A quarentena, ou: isolamento social, que atinge cerca de 141 países, propicia uma taxa de natalidade bem pequena no mundo para este ano. Ou seja, chegaremos ao ano de 2021 com o número de mortes que a pandemia conseguir alcançar, o número de mortes normal de acontecer todo ano em todo o mundo e não-concepção em índice que garante os planos dessa conspiração sem ter que recorrer à guerras militares ou mesmo causar tanta mortalidade.

Se vier a vacina para a Covid-19 ou se as pessoas vacinarem novamente contra a gripe H1N1, como no Brasil estão ajeitando de fazer, poderiam usar, como suspeitam os conspiracionistas, uma substância na vacina que traria esterilidade às pessoas. Daí colocaria-se mais fermento no cumprimento da tarefa de controle populacional.

Se o propósito com as vacinas for mesmo esse, a pandemia convencerá as pessoas a aceitarem uma alegação de vacinar-se anualmente contra a gripe, renovando o poder anticoncepcional da substância no corpo dos férteis pelo prazo de validade da mesma. Essa alegação vindo dos porta-vozes da conspiração, como a grande mídia por exemplo.

Portanto, matar pode não ser o negócio para quem está fora do grupo de risco. Os deste grupo a conspiração estaria interessada em ceifar mesmo suas vidas. Principalmente os maiores de 60 anos que se encontram aposentados e dependendo do Sistema. Haja vista a propagação de que as previdências de todos os países estão quebradas e ameaçando a hegemonia do Capitalismo.

Confinar-se ou não, se é você quem escolhe é uma decisão segura

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

Como livrar-se do medo da morte da moda

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Se dessem no dia junto com os números da Covid-19 os da dengue, da H1N1, do Câncer,  da leucemia, do diabetes, do tabagismo, do infarto, o pânico inexistiria. O telejornal que ninguém desliga dele seleciona só a Covid-19 para falar porque senão ninguém entra no estado emocional que querem que entremos e caiamos que nem patinho.

De repente, o cara sente todos os sintomas da Covid-19, entra em colapso mental e quase morre de infarto por conta do seu medo. Por não haver alternativa, vai ao médico. Recebe dele o diagnóstico de que, por exemplo, está com Aids. Aí, a insanidade tá de um jeito que é capaz do sujeito sair do hospital comemorando. Aliviado (sem trocadilhos) por não ser o tal do coronavírus a lhe atormentar.

Quando a Aids iniciou sua fama era assim também, do mesmo jetinho. Se de repente se pegava um resfriado e não se conseguia curar dele era até pior, pois, o moribundo teria que ir ao médico e se este lhe desse o diagnóstico da síndrome causada pelo HIV podia ser que o rumo a tomar fosse a morte instântanea mesmo. Mas, por suicídio.

Na ocasião, morrer de Aids era o mesmo que entregar um atestado de ser homossexual enrustido. Um pouco depois passou a ser também atestado de usuário de drogas injetáveis. Aliás, foi até isso que fez a doença se universalizar, chegar ao heterossexual, e com isso um hétero morrer dela era sinônimo de ser ou possuir cônjugue infiel. Na melhor das hipóteses: ser um pegador irresponsável que não usava camisinha.

Ou seja, não morrer da causa mortis da moda é uma questão moral. É um querer garantir que não vão falar pelas costas: “eu te avisei“, “foi recomendado cuidados e você não se cuidou“, “tá todo mundo falando disso, dá na TV toda hora“, “viu o que sua falta de informação fez com você“, “você falhou na prevenção, foi relapso“, “tá vendo aquele cara? todo santinho, né“. E nessa última tem o enjoado “pois é” no final da frase.

Isso faz pensar que nós não tememos a morte. Tememos morrer. Se você perde um ente querido, por mais querido que seja chegará o tempo de conformismo e de “vida que segue“. É aí que entendemos o que querem dizer com “procuramos querer ver o outro vivo por puro egoísmo“. Às vezes a pessoa já viveu o que chega, ela mesma pensa isso, já se foram seus amigos todos, se foram também os famosos que ela gostava, e ficamos a empacando, querendo ela para nós.

E a preocupação com a própria morte que o indivíduo traz consigo se resume ao momento da passagem. Se esta for como a de um homem-bomba, sem dar tempo para agonia, tanto melhor.

Mas, se for como a de um moribundo jazendo em um leito de morte, morrendo a conta-gotas, que faz pairar na mente um monte de providências a tomar, de remoagem de lembranças de momentos que vão ficar, de saudade que vai despertar, de arrependimentos por ter feito ou por não ter feito, de reflexão sobre como é o outro mundo e se vai parar no inferno ou se vai para o céu, de desejo de pedidos de perdão e de absolviçao de culpa, aí é mais duradouro esse medo normal.

Certa vez uma pessoa me disse que eu era muito frio com relação a essas questões. Achava ela que eu não acreditava em Deus. Então, pus a pessoa para refletir: “Pensando da forma que penso eu estou mais próximo da verdade sobre Deus do que você“.

Expliquei sobre minha visão cabalista do Criador. Ela, cristã, obviamente não conseguiu entendê-la. O cristão tende a pensar que Deus é um ser material. E eu tive que amenizar o impasse revelando que em algo os atributos que cada um de nós dava a Deus era comum: a eternidade. Só que eu não me contive e disse que Deus é eterno assim como todas as coisas são.

Aí, a pessoa questionou: “todas as coisas“. E ouviu o meu “sim“. Que foi replicado com a pergunta em tom de deboche torcendo os lábios ao seu final seguido de um olhar para o alto à esquerda: “até o homem“.

Para desfazer a intriga dela, lhe indaguei: “Quem você acha que você é“. Antes que me desse respostas nada a ver com o que indaguei eu fiz outra indagação: “você acha que é esse corpo físico que está à minha frente“. Ela disse que sim.

Daí, voltei a discorrer meu raciocínio. “Então, você não está em conformidade com o que prega o cristianismo“. E é verdade, pois, o cristianismo prega que há uma vida após a morte do corpo físico. E se somos o corpo físico, ficamos por onde morremos.

Ela então: “o que vive a outra vida é o nosso espírito“. E eu: “E o que faz esse espírito enquanto estamos vivos fisicamente“. Ela: “?????“.

É o nosso espírito que conduz o nosso corpo físico. Enquanto há possibilidade de vida material a ocupação do nosso espírito é cuidar do corpo material. Este, logo que chega o seu fim de linha, apodrece, vira pó, deteriora, se divide em átomos e vai compor outra matéria. Logo, o corpo físico também é eterno.

Os átomos não morrem. Tá, o esqueleto, ficam lá milhões de anos fazendo parte da mesma ossada os seus átomos. Isso é coisa pra ser, até facilmente, explicada pela Física e pela Química. Tem a ver com estabilidade de átomos ou de matéria.

Já o espírito que nos comanda, o que ele faz depois que fica desempregado de cuidar de um corpo não temos a mínima condição de informar. Podemos, sim, especular. O Espiritismo prega que esse espírito vaga por um tempo e depois reencarna. Obviamente, reencarnar pra ele é se empregar de novo como tomador de conta de corpo físico humano. Pode ser que isso seja um prêmio para o espírito. Ou então um karma, um castigo. E ainda há a hipótese humanista, positivista, de isso ser uma inerência no meio espiritual.

Na Cabalá e na Física Quântica se pensa diferente. Tudo está ligado, tudo é feito da mesma substância etérica, tudo é energia. É como se pensássemos na eletricidade que neste momento alimenta o aparelho que você usa para ler este texto. Depois que você desligá-lo e ainda tirá-lo da tomada, o que acontecerá com ela? Ela é o espírito do eletrônico, é ela que o faz funcionar.

De alguma forma, uma parte dessa energia fica no aparelho fazendo parte dele, mas, sem a condição de serví-lo com a função original. Outra parte foi irradiada e sumiu pelo éter. Talvez essa parte não mais vá influenciar a matéria, mas, sim, o éter. E influenciando o éter pode ser que algo material seja impactado. Daí se percebe que nada esgota, que tudo é motocontínuo, e é no mínimo bidimensional em nível de plano existencial.

Então, leitor, se concordas comigo, qual o espaço tem o temor pelo ataque do coronavírus – que é um ser composto de elementos químicos que provavelmente compuseram em outra época um ser humano – na eternidade? Nenhum.

A morte física – que acho que provei pra você que é na verdade uma transmutação – não existe. Menos ainda a espiritual. O que existe é o medo de morrer. E esse medo é moral. E tudo que é moral pode ser desmoralizado.

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

Batalha mística contra o Coronavírus

CombateMistico

Esta é uma publicação em caráter especial porque conforme o site Eu sem fronteira,  encontrada também a informação no site Eventbrite, acontece hoje, 04 de abril de 2020, exatamente às 22:45h no Brasil, um stargate celestial – abertura de portal nos céus – pela reunião dos planetas Júpiter e Plutão. Ou seja, uma configuração de astros no céu que daria a condição ideal para que emissões de pensamentos uniformizados humanos possam refletir na realidade de todos por força de intervenção astrológica.

Aquilo que for reivindicado por corações e mentes em conjunto se concretizará. E o plano é que seja o fim do Coronavírus, a libertação da humanidade do sistema financeiro mundial e a conscientização e respectivo combate aos efeitos nocivos que a radiação emitida pela tecnologia 5G causaria à todos nós.

Utilizar forças ocultas com o propósito de deter agentes causadores de males sociais não é novidade. O caso mais famoso é o da ocultista Dion Fortune no advento da Batalha Psíquica da Grã-Bretanha, quando a autora dos livros “A cabala mística” e “Ataques e defesas psíquicas” teria reunido e treinado pessoas em sua fraternidade – Fraternidade da luz interior – para combater as atrocidades que as tropas de Hitler embrenhavam contra o Reino Unido.

Por meio de meditação, orações e visualizações em conjunto “os membros da Fraternidade acreditavam poder desviar bombas, desarmar detonadores, causar problemas mecânicos em aviões, modificar o clima, criando tempestades e nevoeiros, e influenciar os pilotos e artilheiros para que errassem os alvos pretendidos” e com isso várias das investidas de Hitler contra os britânicos teriam falhado.

A falha mais cabulosa, sendo coincidência ou não, teria ocorrido quando os aviões da Lufftewaffe sobrevoavam Londres e os fraternos se puseram em círculo de mãos dadas e canalizaram energias para produzir efeitos mágicos, no caso uma muralha em forma de nevoeiro  para impedir que os navios nazistas realizassem o desembarque em praias inglesas previsto em uma consulta astrológica.

Conforme os que reportam essa história, a tarefa teria sido  bem sucedida, pois, a semana em que a mesma teria acontecido, 21 de abril de 1940, foi de enorme nevoeiro, que impediu a visualização do litoral e com isso nenhum desembarque aconteceu nesse dia ou em qualquer outro e a Alemanha teve que desistir do plano.

Sobre Dion Fortune e seus livros, sobretudo “A cabala mística”, e a defesa psíquica realizada contra o exército Nasi, há uma análise no livro “A magia que enriqueceu Tony” seguida de descrição dos experimentos praticados por Dion e seus discípulos, que são de grande valia conhecê-la. Adquira o livro!

Dion e Aleister
Dion Fortune e Aleister Crowley (com seu famoso mudra de defesa psíquica)

Dion Fortune foi contemporânea e colega da ordem Golden Dawn do mago Aleister Crowley, que também combateu na Segunda-Guerra usando seu conhecimento esotérico. É dele o “V da vitória”, o mudra que desenvolveu para Winston Churchill com o propósito de combater a saudação nazista.

Bem, para logo mais eu sugiro que a meditação que aquele que decidir se juntar ao conluío contra o Coronavírus pratique siga, após uma acomodação obtida por meio de exercícios respiratórios, ioga e relaxamento, a mentalização abaixo, que tem como inspiração a Cabalá.

arvoredavida

A minha mente objetiva observa a realidade em que está inserida.
A humanidade sofre com o ataque de um microorganismo.
O ser humano é a criação mais perfeita do Criador.
As realidades do ser humano têm que ser agradáveis ao Criador, pois, vivemos para ele, manifestamos com o nosso entendimento aquilo que no imanifesto ele arquiteta.
Tudo é criado para nós contemplarmos. Não podemos faltar com o compromisso de nos dar total tranquilidade quanto a tudo que for menos importante para o Criador, a fim de atendê-lo.

Não há porquê um ser minúsculo, inferior, ao qual não foi dado o dom de entender realidade alguma, que tudo que faz o faz automaticamente, inconsciente, macular os propósitos do Criador.
Não há porquê não sermos imunes aos seus ataques se somos superiores. E tudo é criado para lidarmos, vencer batalhas e regozijar em nome do Senhor.
Nosso subconsciente sabe como nos proteger de sermos imolados e sabe como aniquilar os males que o micróbio venha causar se já no interior do nosso corpo está.
Não há porquê ainda não haver cura. Fiquemos tranquilos e confiemos no inconsciente, nosso espírito.

Subo pela Árvore da Vida até a região onde está o Absoluto.
Miro a luz inicial, que é Kether, e me curvo diante do Altíssimo.
Totalmente sem julgamento e pura a minha mente, ao Criador entrego a minha súplica.
Peço, junto à outras mentes como a minha, que nos honre com o poder de destruir esse microorganismo que ousa querer varrer da face da Terra a principal obra do Imanifesto: o ser humano. Eu.

A observação e o entendimento de toda a existência, na sua mais ampla compreensão, continuará imperando neste mundo através dos humanos. Através de mim.
E esta observação enxerga a partir deste momento pessoas felizes por encontrarem cura e cientistas felizes por criarem remédios e vacinas contra esse e qualquer outro mal.
E eu me vejo em perfeita saúde.

Como irmãos viveremos após aprender uma grande lição com essa ameaça, que é não deixar de praticar a solidariedade e jamais deixar de se dedicar à espiritualidade e ao amor entre os homens, pelos animais, pelos vegetais, pelo planeta, pela vida.

Assim seja; assim é; assim sempre foi e sempre será.
Obrigado, nosso Deus, nós te amamos!