Teria sido o novo coronavírus desenvolvido para o Brasil? – Final

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IMAGEM: Blog do AFTM (com adaptação)

Bem, a intenção era dar um giro pela história do Brasil contada pelos conspiracionistas até os dias de pandemia, mas, infelizmente o tempo está regrado. Mas, é possível encontrar toda ela separadamente visitando as postagens antigas deste blog. Utilize a caixa de busca.

Nos últimos meses temos convivido com notícias que parecem se relacionar a ajustes que o atual governo brasileiro precisa fazer para entregar o Brasil planejado por ele. Queimadas clandestinas na Amazônia brasileira por exemplo favorece ao plano de transformar o Brasil em um fazendão, utilizando-se aquela região.

Para isso se estabelecer não incide em apenas desmatar a selva, mas, também, em dizimar populações, não só a indígena, que é altamente suscetível à viroses. Haja cloroquina para salvá-los do genocídio causado pelo homem que se diz civilizado!

Noticiam que a Covid-19 está fazendo um estrago grande na região e que o Estado do Amazonas será o mais afetado pela doença. Noticiam com a cara de quem está morrendo de preocupação e pena por dar essa informação. Hipocrisia, é claro!

Outro fenômeno que estamos vendo ocorrer e que muito está sendo necessário para as empresas são os rebaixamentos de salários. Atletas e artistas são os que mais se vê em evidência por serem exorbitantes seus ganhos, mas, chega ao assalariado a intenção de corte. Estes teriam reduzidas suas jornadas e os salários seriam ajustados proporcionalmente à essa redução.

A paranoia gerada pela quarentena é que patrocina a aceitação das reduções, pois, leva muitos trabalhadores a pensar que há uma escolha para se fazer entre o corte no salário ou do emprego.

O empresário beneficiado com incentivos fiscais e deduções de impostos também é afetado. O governo divulga que não manterá os programas que geram esses benefícios, se valendo do quadro de arrecadação baixa que o cenário de quarentena e respectivo caos na economia favorece. O empresário nem discute.

Em contrapartida, para reduzir custos e conservar os empregos possíveis há a estimulação ao teletrabalho – home-office. A modalidade foi introduzida na legislação trabalhista brasileira em 2017, com a Reforma Trabalhista do governo Temer. Visionarismo?

A quarentena também contribui com a queda na criminalidade nas ruas e espaços públicos como os ônibus, deixando em dificuldades até o narcotráfico, devido à complexidade que se tornou para o drogado a compra do produto, por ele não poder sair de casa com facilidade ou por não encontrar a quem roubar para obter o dinheiro da compra.

E contribui com a higienização das cidades: mendigos, vagabundos e moradores de rua além de provavelmente possuírem imunidade fraca, ficam expostos à contaminação sem o mínimo de proteção.

A gravidez, indesejada ou não, por causa do distanciamento e as orientações de não fazer sexo ou procurar por sexo virtual nesses dias de isolamento, dada até por Damares Alves, no mundo todo está sendo inibida. Este ano provavelmente será de poucas gestações. Isso implica diretamente no controle de natalidade mundial, tão necessário à vida humana com qualidade na Terra.

Aí vem aqueles que zombam da inteligência de outros dizer que o coronavirus foi desenvolvido pela China e que a China estaria usando o vírus como arma biológica contra a humanidade, a fim de dominar economicamente o planeta. Para esses teóricos, comprar o Brasil seria uma das intenções dos chineses dentro desse projeto de hegemonia.

A ideia de um vírus que assola o mundo em uma pandemia em 2020 passa pelo Brasil. Em 2014, já apresentamos isso aqui, a escritora brasileira Melissa Tobias publicou o livro “A realidade de Madhu”.

No conto, Madhu é abduzida por seres extraterrestres e recebe a missão de semear uma nova realidade terrestre, na qual os seres humanos se amarão. Em 2020, o sistema financeiro mundial entraria em colapso, conforme a história, e transformaria a filantropia em dinheiro – filantropia como dinheiro estamos vendo circular com essa experiência social chamada Covid-19.

Na página 183 do livro, uma pandemia, a qual duraria 2 anos e ceifaria a vida de 3 bilhões de pessoas que não tinham amor ao próximo, é narrada. Um vírus acomete as pessoas de uma virose psicossomática que para se imunizar dela o portador do vírus deveria emitir vibraçoes de amor. Um pouco de aumento do amor ao próximo – exceto aos políticos – estamos vendo também.

Os mesmos que pregam a acusação à China tentam elevar o moral do brasileiro para engajar-se em uma proposta de país potencialmente agrícola, que irá se beneficiar do panorama mundial pós crise de Covid-19 exportando alimentos para o mundo. Entre as nações importadoras estaria a China.

O que caracteriza essa pandemia é o fato de a Covid-19 não ter remédio e nem vacina para detê-la. Aparece mais gente interessada que esse antídoto não seja possível, os quais abusam da desinformação para traçar uma genética indestrutível para o vírus.

Mas, com estilo, pois, encontram sustentação de parte de suas informações até por infectologistas renomados, como Luc Montagnier, prêmio Nobel de Medicina de 2008, descobridor do HIV, vírus da AIDS, que deixou público que concorda que o novo coronavírus pode ter sido desenvolvido em laboratório em Wuhan, na China.

O médico concordaria que o agente biótico seria um híbrido do HIV. Consultado, o infectologista David Uip, referência na discussão do coronavírus no Brasil, deu seu parecer de que não haveria base científica que sustente a afirmação de Montagnier.

Estaria o descobridor do HIV condescendendo com uma farsa lhe solicitado pelo lobby da pandemia, composto por empresas que teriam subsidiado no passado seus trabalhos?

Só que mais da metade dos infectados conseguiu se curar da Covid-19. Para isso, tem que ter tido remédio ou tratamento usado na cura. Ou então, esses infectados  teriam se curado sozinhos.

Essa cura autoimune só ocorreria com os jovens sadios. Logo, esta informação estaria sendo ocultada e o foco da pandemia seriam os velhos e os não sadios, incluindo membros da juventude.

Estariam com isso melhorando o contingente humano no Brasil, o tornando apropriado para trabalhar na lavoura e por longos anos devido à juventude?

Se uma nação se valesse de um terror desses que é essa pandemia para sobrepor a outras, ela não poderia se dar ao luxo de atacar só os velhos das nações alvo. Isso porque se a incursão for descoberta, as nações afetadas certamente declararão guerra ao incursor. E enviarão seus exércitos contra esse ofensor.

E esses exércitos são formados por jovens e não por velhos. Então, essa teoria que acusa a China de bioterrorismo e guerra biológica usando o coronavirus tem mais cara de ser fajuta.

Mas, o fato é que a pandemia está aí e ceifando vídas de idosos e pessoas imunologicamente frágeis, que formam o grupo de risco. Fica mais confiável a acusação que fazem de que um grupo conspirador – formado por governos e corporações – estaria interessado nesse abate por razões econômicas relacionadas à previdência e à eliminação de não-jovens e não-sadios das sociedades.

A segunda hipótese de eliminação contribuiria com certa expectativa de redução populacional. Que junto com ajuste do orçamento previdenciário, alocação de trabalhadores, alavanco na economia e liberalismo em setores sócio-econômicos tem tudo a ver com as necessidades do governo Bolsonaro.

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

Teria sido o novo coronavírus desenvolvido para o Brasil? Pt.2

Hoje é o dia do Descobrimento do Brasil, então, vamos rever um trecho do que aconteceu com a Terra do Pau Brasil séculos após o avistamento do Monte Pascoal por Pedro Alvares Cabral, como diz a história oficial.

“Petróleo do futuro”. Legião Urbana.

2006. Quatro anos antes, em seu discurso de posse, o presidente Lula prometera entregar ao brasileiro as reformas que o país precisava. Desde Fernando Collor é que a intenção de desfazer o vínculo com o getulismo – política social de Getúlio Vargas – vigora. Principalmente o sistema trabalhista e o previdenciário. Para as necessidades já daquela época e forma de compor o orçamento público o getulismo não atendia.

O Brasil do regime civil sempre foi um governo pluripartidarista. E as oposições: de fachada. No fundo, os partidos todavia se ajudaram. Propagam divergências mais para inglês ver e mais para haver o convencimento do público de que vivemos uma democracia parlamentar.

Esse conchavo às escuras, até o Governo Temer não só cuidou de manter os mesmos políticos e partidos dando as cartas e se enriquecendo, como também defendeu dos militares o regime. Jamais deixaram de ser ameaça de quererem voltar ao poder. Direita, Esquerda e Centro na política do Brasil só existe para os eleitores, presas fáceis para os líderes desse conchavo. Idem ameaça de implantação de marxismo, leninismo, socialismo, comunismo, maoismo.

Uma espécie de política de encilhamento foi inaugurada com a chegada do PSDB à presidência da república, através de Fernando Henrique Cardoso. O tucano ficaria no posto por oito pensados anos, de comum acordo com os correligionários dos outros partidos.

A batuta passaria para Luís Inácio Lula da Silva, que posaria de presidente da república por também oito pensados anos e devolveria ao PSDB o cetro da nação ao seu término. Essa teoria já foi discorrida em postagem aqui no blog e a raiz dessa amizade entre FHC e Lula – prováveis pensadores do regime civil atual – pode ser conhecida ou recapitulada nas páginas do livro “Os meninos da Rua Albatroz”.

O detalhe desse esquema é que pistas nos levam a concluir que o PMDB sempre esteve participando das decisões dos dois partidos. O antigo MDB, único partido democrático da época de bipartidarismo incondicional, que por não haver outra alternativa abrigou politicamente tanto FHC quanto Lula quando estes se conheceram, de certa maneira é quem tem na surdina liderado o Congresso Nacional.

Feito o ajuste de informações e retornando à data mencionada na entrada da dissertação, que marca o início do segundo mandato de Lula, o ex-metalúrgico teria fugido do compromisso feito em seu primeiro discurso de posse por causa da descoberta do Pré-Sal, a grande camada de petróleo existente no litoral brasileiro, ocorrido também em 2006.

Se o Pré-Sal não tivesse sido descoberto, Lula ia ter que se virar para resolver o problema de como arrumar dinheiro para continuar pagando salários de servidores públicos, políticos, aposentados, segurados do INSS e ainda os beneficiários dos projetos sociais que implantara em seu primeiro mandato – alguns deles são: Fome Zero, Bolsa Família, Prouni. Sem falar os custos do SUS e das universidades públicas.

Porém, as cifras teoricamente arrecadáveis com a exploração da camada de petróleo no litoral brasileiro levou não só Lula, mas, todos os governantes a imaginarem que todos os problemas de orçamento público estavam resolvidos para o Brasil. Os royalties cuidariam de conduzir o país ao Primeiro Mundo, como pensavam. Haviam até decidido precocemente quanto iria para a Saúde, quanto iria para a Educação…

Alguém no meio parlamentar, no entanto, estava de olhos abertos. Seu nome: Michel Temer. Estudos demonstravam uma verdade que a maioria dos políticos não queria enxergar: Explorar a galinha dos ovos de ouro do Brasil demandaria tecnologia e dinheiro que o país não possuía. E levaria anos para se extrair o primeiro barril de petróleo.

Sob a provavelmente falsa alegação de estar cansado do PMDB por não obter espaço para se projetar na Política e ganhar voz, Temer manobrou para se aproximar do PT. Antes disso ele enviou telegramas para a embaixada brasileira em Washington, nos quais se dizia preocupado com os rumos que o Brasil estava tomando – sugestivamente em direção ao socialismo – e pedia ajuda para colocar um nome do PMDB na presidência da república em 2010.

Na eleição de 2010, Lula não poderia concorrer. E, conforme os rumores conspiracionistas, seria a vez do PSDB voltar ao comando da nação, tal qual as regras do informal encilhamento concordado entre os políticos civis de destaque. Lula teria preparado de propósito uma substituta fraca: Dilma Rousseff, sua ex-ministra da Casa Civil. Não se esperava que ela fosse bater José Serra.

Foram os feitos de Lula que bateram Serra. E Dilma Rousseff subiu a rampa da Esplanada como a primeira presidenta da república do país. Mas, como vice de Dilma, Michel Temer se sentiu aliviado.

De posição privilegiada, Temer acompanharia os passos da presidenta. E ainda poderia dar os pitacos que como reles deputado ele jamais pôde dar e por causa disso tinha que se manter inerte, vendo uma bola de neve crescer, que eram os riscos que a economia brasileira sofria.

Mas, seus telegramas surtiram efeito. E a CIA já tinha um plano maquiavélico para pô-lo na presidência da república, como ele havia solicitado. Separar os brasileiros, enchê-los de culpa por achar que votaram errado, fazê-los contar os vencidos a cada fase de uma operação investigativa da Polícia Federal era o que estava, pelas mãos do Tio Sam, infalivelmente, por vir. Intelectuais perderiam o status de organizadores da sociedade e agricultores com fome de poder veriam chegar sua vez.

É meu amigo leitor, terei que descumprir o trato contigo. Não deu pra evitar a terceira postagem. Você me compreende, não? Mas, continua valendo: por nada desse mundo perca o que vem por aí!

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

 

Teria sido o novo coronavírus desenvolvido para o Brasil? – Pt.1

Discurso apocalíptico de Dilma Rousseff após sofrer o impeachment

2014. Muito esforço foi feito, inclusive pelo PT, para que o eleitor não re-elegesse para presidente da república Dilma Rousseff do PT. Muitos alegaram que o partido criara um curral eleitoral com a ascensão do pobre na sociedade, que em longos anos dificilmente se cogitaria ele sair do poder.

Acontece que o PT estatizou o país. O número de servidores públicos ampliou – muita gente trabalhando para o Estado – e idem o número de beneficiários de programas sociais – muita gente recebendo benefício do Estado.

Nomeações inconcursadas para cargos públicos, nepotismo e funcionários fantasmas já assolavam os cofres da nação havia longos anos. O número de cargos políticos, de eletivos e de assessores nomeados por eles, com salários exorbitantes e sem merecimento, votados pelos próprios políticos, a receber do Estado, além de regalias insanas, ainda obrigam uma reforma política com a qual ninguém quer mexer.

No Judiciário, o esbanjamento e a falta de coerência com o orçamento nacional é semelhante à farra que rola no Executivo e no Legislativo. As togas mais valorizadas do mundo ainda por cima não julgam com justiça e perdoam muito abuso praticados por criminosos do colarinho branco – políticos e empresários.

Comprometendo ainda mais o orçamento público – o dinheiro que o Estado arrecada com impostos – a Previdência e a Seguridade Social encheram de aposentados para receberem aposentadoria e de afastados para receberem licenças médicas.

Os empregadores, com tanto direito a conferir para os empregados, pararam de contratar. E ainda aumentaram as demissões. Com isso, o Seguro Desemprego a ser pago aos demitidos virou problema. O consumidor sumiu.

E como o projeto de previdência brasileiro exige que haja trabalhadores na ativa para encher o bolo que é, entre outras coisas, usado para pagar aposentadorias, o desemprego lhe causou também um baque.

Para pagar os benefícios dados para a população e criar empregabilidade falsa, a fórmula petista comprometeu a arrecadação do Estado por conta de incentivos fiscais, dedução e isenção de impostos dados às empresas.

Bancando os vilões, o sistema de saúde público – o SUS – e as universidades públicas são mantidos com dinheiro do orçamento estatal e não retornam nada para o governo. E para complicar, escolas e hospitais públicos inibem a iniciativa privada de atuar nesses setores.

Até mesmo as farmácias, que poderiam levantar algum troco para o Estado com a tributação sobre remédios, se tornaram um péssimo empreendimento tendo como concorrente o governo, que distribui gratuitamente ou a baixo custo remédios através das farmácias populares.

E como se não bastasse isso tudo, nas poucas empresas estatais, que poderiam com o lucro que geravam tornar a arrecadação nacional menos deficitária, a corrupção acontecia sem pudor.

Propinagem em troca de favores em licitações, tráfico de influência, cabides de emprego, superfaturamentos. Mesmo as empresas estatais brasileiras competitivas passaram a cortar um dobrado para continuarem de pé. Afim de sobreviverem, imploravam por privatização ou – o melhor caso – concessão para a iniciativa privada.

Reforma previdenciária, agrária, fiscal, tributária, trabalhista, política. O Brasil urgia de revisionismo em todos os setores. Era da competência do partido em situação providenciar.

Direitos dados à população teriam que ser retirados para aumentar a empregabilidade real. Cortes de serviços bancados pelo Estado idem. Salários cairiam e o lucro das empresas não ficariam de fora devido a corte de incentivos fiscais e deduções de impostos. Indicadores sociais mudariam para pior. Toda a revolução que o PT promoveu, de repente teve seus erros evidenciados. Teria que ir tudo para o ralo.

Não é difícil imaginar a cúpula do PT querendo passar esse abacaxi para outro descascar. Mas, o plano de sabotar a re-eleição de Dilma não deu certo. A responsabilidade ficou ainda maior.

Precisava toda a classe política em Brasília, de todos os partidos, traçar junto com juristas e empresários um grande plano que pudesse providenciar a implantação de todas as medidas de choque necessárias. E sem que o PT tivesse que sair de cena mal falado até mesmo pelo seu seguidor, a quem o partido devia muita satisfação.

O primeiro passo foi usar a mídia para destampar a corrupção que havia no sistema estatal e com ela destampada levar o público à uma indignação e repúdio incontinentes e gradativos, que serviriam de mola-mestra para tirar o PT do posto. Fora das urnas e sem ferir a democracia, respeitando o voto do cidadão que ajudara a eleger Dilma Rousseff.

Daí foi criada a Operação Lava-jato e a alegação de que o país caminhava para o socialismo dada as políticas públicas que adotava. Obviamente essa alegação, se fosse explicada a razão de serem tais políticas o motivo de rumar o Brasil para o comunismo, o povo não seria afetado, pois, ele teria que saber que os serviços públicos e benefícios sociais lhe disponibilizados pelo Estado é que caracteriza o socialismo. Certamente ele não se convenceria de abrir mão dos direitos e benefícios que recebeu.

Solucionaram isso fazendo do comunismo um assombração e enfiando na cabeça do povo que o esquerdismo do PT é que caracterizava a tendência comunista do governo. E deram como atributos desse esquerdismo assuntos como as invasões de terra do MST; as marchas para liberação das drogas; a emancipação da mulher, que estaria a afetar a Família e a degradando; o crescimento do homossexualismo e dos pedidos de leis pró aborto; a privilegização de direitos humanos para marginais; o ateísmo e o laicismo. O fakenew atual originou-se aí.

E com mais sustância do que nos grandes momentos das redes sociais na internet, pois, o antipetismo ganhou força. Até aqueles que votaram em Dilma pela preservação da ascensão de sua classe se tornaram predispostos a dar tiro no pé e votar em qualquer um que se mostrasse inimigo mortal do petismo.

Na postagem final desta série será narrado do Impeachment de Dilma Rousseff à Pandemia de Covid-19. Por nada nesse mundo perca essa postagem!

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

 

Morreremos de fome se não quisermos morrer de câncer

Putz! Meu perfil no Whatsapp chove de terrorismo informacional. O mais comum é o temor pela configuração de guerra entre Irã e Estados Unidos. Sobre esta, eu até já espalhei por aí meus comentários fora da caixa. Esse embate já é pensado há bastante tempo e vai saber se todos os citados nele – Estados Unidos, Brasil, Irã, Rússia, Venezuela, China, Ucrânia, Criméia, Argentina, França, Coréia do Norte – não estão de mãos dadas prontos para encenar seu papel no conflito.

Afinal, a população mundial supera a possibilidade de gestão do Capitalismo, o sistema econômico vigente em todo o planeta. Visível ou encripadamente. Guerras resolvem problemas como superpopulação – dizimando pessoas e animais da face da Terra, liberando alimento e espaço – ou de desemprego – haja vista a iminência da Quarta Revolução Industrial, que vai fazer sumir com mais de 800 milhões de vagas de emprego e várias profissões e possibilidade de empreendimento. Sem que aqueles que ganhariam seu pão neles desapareçam junto. E isso afeta também a arrecadação pública e faz com que políticos, juristas e servidores públicos entrem na fila do desespero. Não é a toa que pregam tanto a favor do Estado-mínimo ou liberalismo econômico.

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Também não é a toa que Jair Bolsonaro teria dado de bandeija a Base de Alcântara para o Tio Sam usar: já estaria planejado destinar ao padrinho de campanha eleitoral o excelente ponto para enviar mísseis em direção à Europa. Até coisas como a Reforma da Previdência pode ser analisadas com essa ótica. Mandarão jovens para morrer na guerra e precisarão com isso que os que estão trabalhando, prestes a aposentar-se, esperem mais um pouquinho no trampo. E mais a homofobia massiva: Ao acabar a guerra haverá a necessidade de recompor a população. Pra isso é preciso que homens e mulheres se acasalem e haja procriação. Tô certo ou tô errado?

Mas, o que me levou a escrever esta postagem é outro compartilhamento de terrorismo: A guerra contra os produtos alimentícios adoecedores. Vulgo: produtos industrializados. Cheios de açúcar, corantes, conservantes, acidulantes, gordura hidrogenada, glutén, carbonato de sódio, aspartame, flúor, cloro e centenas de outras substâncias químicas adoecedoras mais. Algumas transgênicas, outras abusam de agrotóxico.

O refrigerante, a margarina, a gelatina, farinha Láctea, o biscoito Club Social, Nesfit/Belvita, Maizena, leite em pó, Sucrilhos, sucos do tipo Clight, refrigerantes além da Coca-Cola, conforme o viral, o professor da Esalq (escola de agricultura em Piracicaba, SP), Marcos Sorrentino, copiando outros que, contundentemente, desde de antes da primeira década do século XXI terminar, como o Dr. Lair Ribeiro, condenou.

Muitos dessa lista eu como ou bebo há cinquenta anos e por enquanto ainda estou sadio. E sem falar na lista de remédios industrializados que me aliviaram e ainda aliviam a barra e estão hoje na lista negra.

Só não entendi porque não condenou também a cerveja! Acho que ele ou o autor do viral terrorista não queriam criar confusão com consumidores que preferem morrer do que ficar sem seu produto favorito. A gente não pode agradar todo mundo, não é mesmo? A gente não é cerveja!

Agora, o certo a fazer o viralizador não incentiva em seu post. Já que corremos tanto risco de contrair câncer de toda sorte, Alzheimer, diabetes ingerindo – e degustando com boca boa – essas gostosas e de boa aparência porcarias industrializadas, por que não cobram da Anvisa um pronunciamento em cadeia nacional a respeito? Por que não exigem que membros renomados da comunidade científica, pra lá de credenciados, vão à imprensa para defender categoricamente a verdade por trás desse ataque se ela existe?

Assim, tomaremos atitudes que forçam a indústria alimentícia a acabar com esse esquema de comercializar produtos que abastecem de capital a indústria médica-farmacêutica. Não é mesmo?

Ao presidente da república não adianta enviar tweets: ele só responde à gente da panela dele. Não difere em nada de seus adversários tucanos e petistas em matéria de acessibilidade ao público. O presidente não quer saber de nossos reais problemas, só dos que ele acha que temos.

Agora, pensemos nessas atitudes, que não seria diferente de boicotar o consumo dos porcaritos. A indústria iria deixar de faturar, com isso deixaria também de empregar. Deixando de empregar, ficaremos sem emprego. Desempregados não teríamos como comprar entre outras coisas comida. Sem comida, não morreremos de câncer ou outra dessas doenças, mas, morreremos de fome. Dá pra entender porque é tão delicada a questão?

Essas questões sobre engenharia alimentar e medicinal são discutidas no livro “Os meninos da Rua Albatroz“. Adquira um exemplar e conheça a discussão!

 

A indústria 4.0 e o futuro comunista

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Listo abaixo algumas profissões e ocupações que irão acabar dentro de 11 anos.

Algumas terão a disponibilidade de cargos escassa, outras não existirão como profissão e outras simplesmente desaparecerão por obsolescência.

Pelo motivo de não serem mais necessárias, devido à automação ou pelo fato de as pessoas no futuro não se interessarem mais pelo produto ou serviço que os profissionais dessas profissões produzem.

Desinteresse provocado por mudança de hábitos, migração de mídia – que aniquilará o rádio, a televisão, jornais e revistas – ou pela facilidade encontrada no modo de operação de outro provedor do mesmo trabalho.

Advogados, médicos cirurgiões, professores secundaristas, professores universitários, revisores, engenheiros, arquitetos, jornalistas, repórteres, apresentadores de TV e rádio, locutores, desportistas, frentistas, mecânicos, restauradores, lavadores, carteiros, caixas, auxiliares administrativos, cobradores de bilhetes, vendedores, despachantes, personal trainers, instrutor de diversas profissões, pregadores religiosos, musicistas, atores e atrizes, modelos, artista plástico, corretores de imóveis e de seguros, supervisores de equipes, operadores de telemarketing, investigadores policiais, espião.

Quando esse tempo chegar, o Capitalismo sofrerá um colapso, pois, perderá consumidores graças ao desemprego massivo. Para evitar isso, muitos exigirão de seus governos a manutenção do modo de operação com que essas atividades são ainda feitas.

Essa exigência popular obrigará os governos a planejar a economia e o trabalho. Abrir mão da tecnologia e cultuar hábitos arcáicos e o tradicionalismo será imperativo.

Aí, as pessoas vão entender por que Cuba rejeita a modernização; por que a Coréia do Norte se fecha para proteger sua cultura, que suporta vida digna para a população ao dar de mão da cultura yankee; por que a União Soviética não se abalou com a Grande Depressão de 1929, tendo simplesmente evitado inserir novas tecnologias em seus métodos produtivos. E clamarão seus modos de pensar.

E diferente do Comunismo, o Capitalismo se modificará bastante, frustrando um magnânimo contingente de pessoas que deitaram no colo dos liberais imperialistas, deixando por conta deles o controle de suas vidas, assumindo que eles sabiam mesmo o que faziam.

Quem era rico se tornará igual ao que é pobre. E o capitalista não tolera igualdade. Não tolera ser comum. Por isso é que combate a ferro e fogo o COMUNismo.

O Comunismo continuou o mesmo quando do advento da Grande Depressão; quando veio a Crise do Petróleo na década de 1970; quando veio a Corrida Espacial e a Revolução Digital. E continuará o mesmo após a Quarta Revolução Industrial.

Daí se verá muita gente sendo obrigada a reivindicar o regime e bradar contra esses que a aliena e a motiva caçar comunistas e repudiar seu sistema.

Eu me alegrarei quando esse dia chegar, pois, sei que serei um dos privilegiados que poderão dizer: “Eu já era comunista… e sabia”.

Se prepare para o ano de 2030 lendo o livro “A magia que enriqueceu Tony“.

Boa leitura!

George Soros vai morrer

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George Soros inaugurou uma matrix de comportamento para os investidores. Esta leva em conta a especulação financeira. Conforme o mega empresário, se o mercado está caótico, se ganha mais dinheiro do que com ele estável. E aí: metem bomba no mercado.

Isto significa que não é a produção que sai de uma fábrica para a venda o que abastecerá o empreendedor dela de lucro. É, sim, a virtual capacidade de produzir.

A produção muitas vezes não expressa essa capacidade. Ela é o resultado dos dias trabalhados pelos empregados e do que não foi perdido durante o processo fabril. Os refugos até que podem ser reaproveitados – ou até mesmo vendidos –, mas, as horas não trabalhadas pelo contingente operário não se recupera. E nem se vende.

Diante dessa ineficiência natural e irremediável da obtenção de produtos é que o mercado de especulação opera. Quanto maior a capacidade virtual de produzir que uma empresa ostenta, mais procuradas são suas ações, uma vez que passa ela a impressão de solidez e de que durante muito tempo a companhia estará existindo no mercado.

Estaria ela sem qualquer risco de falência e consecutiva perda de investimento para o acionista. Caso, é claro, o segmento de negócio tenha elasticidade animadora.

Exceto se uma condição especial acontecer. Para uma fábrica criar uma virtualidade de produção, imprescindivelmente que atraia interessados em se associar a ela mediante compra de ações, basta criar uma estrutura que sugira suportar milhares de operários, milhares de postos de trabalho. Mesmo com vários deles fora de operação.

Como é um risco muito grande para qualquer empregador assumir deveres salariais com milhares de pessoas, o salário destas incondicionalmente tem que ser pequeno. Esta é uma razão pela qual no mundo todo, cada vez mais, o operário ganha pouco e enriquece os patrões. Que faturam com sua força de trabalho e com a especulação financeira.

É também a razão de haver muita demanda falsa sendo propagada ou até mesmo atendida pelas empresas; muita rotatividade de contratação e demissão; muito funcionário fantasma ou ociosos compondo as folhas de pagamento sem o patrão reclamar. Fazer parecer que tem grande quadro de colaboradores operando atrai mais dinheiro do que realmente ter.

E explica também – uma das explicações – porque certas funções que podem muito bem serem automatizadas são mantidas em sua maior parte legadas à mão-de-obra humana. Os call center, por exemplo, podem fazer seus atendimentos com margem maior do que 80% automatizados. E é o segmento de negócio que mais emprega.

Às vezes, para ganharem do governo incentivos fiscais e deduções de impostos e com isso melhorarem ainda mais a rentabilidade, empresas com contigentes gigantescos de empregados vendem para políticos essa suposta realidade. Administrações públicas que experimentam quadro de desemprego alto fadam aos políticos insucesso na carreira e aos partidos dificuldade de aprovação pelo público. Por isso, eles se rendem à deficitar o orçamento público em nome de empregabilidade fictícia.

Uma máxima do Liberalismo Econômico, doutrina defendida por Adam Smith, onde no século XVIII negava a participação do Estado na economia, deixando-a aberta a liberdade de iniciativa e concorrência, é que empresas com grande quantidade de postos de trabalho são arriscadas para os governos de qualquer esfera.

Além de elas chantagearem os governos em busca de isenções, se elas falirem elas criam um colapso total na região onde operam. Há casos em que uma fábrica sustenta 80% da empregabilidade direta e indireta de um município.

Com isso, vale mais ter quatro empresas em condições reais – sem precisar mamar nos cofres públicos para realizar seu exercício – de empregar mil pessoas do que uma que empregue quatro mil. Além do que, quanto menos empregados uma companhia tem para pagar, graças a necessidade de rotatividade baixa – não dá pra perder tempo treinando substitutos – maior é o salário.

O que não pode nunca acontecer é a classe operária tomar consciência disso e simplesmente se negar a ocupar postos de trabalho de empresas com contingente gigantescos de operadores. Com toda certeza há muita vaga nelas porque elas participam de esquemas de especulação financeira com base nas aparências.

Aí a casa cai pra todo mundo! Dá-se o colapso financeiro mundial. A matrix George Soros morre. E só quem pode tirar o mundo dessa encrenca é o trabalhador.

Numa operação de socorro de mercados, o trabalhador ganha voz. Pode fazer exigências. E uma delas fatalmente seria pagamento de salários justos. Pagando-se salários justos, decreta-se o fim da linha para o mercado de especulação.

Tudo voltaria a ser como era antes de este ter iniciado suas atividades, cuja maior ênfase dessas atividades fora nos anos 1990.

A questão é: como faria o trabalhador para dar um ultimato desses? Ele depende de emprestar sua força de trabalho para obter o que precisa. Essa característica do início do Trabalho permanece. É do seu emprego que o operário retira a receita para praticar o seu consumo, para pagar o seu sustento.

Uma saída seria trocar de posição, virar também patrão. E submeter-se aos mesmos problemas com relação à mão de obra – caso não vá esse novo patrão operar sozinho em sua empresa – e ainda enfrentar a concorrência maior do que o normal, já que outros trabalhadores estariam na iminência de optar pelo mesmo.

Logo: virar patrão não é uma saída infalível, derradeira.

Estamos vivendo a época dos multibilionários. Pouca gente que ganha bilhões de dólares mensalmente. Será que há alguém no mundo que faça algo tão importante para a humanidade que o justifique ganhar tanto?

Quanto esses sujeitos gastam por dia para garantir seu sustento e caprichos? Será que consomem toda quota diária que sua remuneração mensal lhe lega?

Pesquisa publicada no livro “O pequeno livro do dinheiro”, de David Boyle, informa que a camada útil mais pobre da sociedade mundial vive com menos de dois dólares por dia. Cotado a R$ 4,105 a compra, conforme o Kensaq.com, no momento em que esta postagem foi redigida, significa viver com R$8.210 diários.

Um brasileiro que dá razão a dizerem que ele vive com essa quantia diária é justo pagarem para ele um salário mensal de R$246,30.

Entretanto, algumas observações devem ser feitas. É óbvio que esse brasileiro não possui endereço fixo e nem trabalha formalmente. Aquele que assim trabalha, só a passagem de ida e volta do trabalho, que ele recebe incluida em seu salário, já dá isso. Somado ao vale-refeição e outros insumos trabalhistas e mais o consumo diário de seu domicílio, se chegará facilmente a um valor que se ele ganha o salário mínimo – R$998,00 – ele não fatura. O salário em questão gera a fração de R$33,27 por dia e o mínimo que a conta sugerida expressa é de pelo menos R$50,00.

Logo, assim como o patrão não produz o que para as bolsas de valores ele sugere produzir, o empregado médio – considerando o assalariado – não recebe pelo que gasta mensalmente. Como é que ele consegue equilibrar essa fórmula?

Bem, há um segredo a ser revelado aqui. O qual leva a pensar que vivemos num ambiente capitalista, mas, somos suportados por medidas típicas do Socialismo. De outra forma, este país – o Brasil – já teria falido na prática também.

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Leia o livro “Os meninos da Rua Albatroz”.

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