Quem contará nossa história?

Se coloque na pessoa de um ávido colecionador de revistas em quadrinhos. O que ele coleciona mesmo é a arte que essas revistas transportam, portanto, se esta estiver adaptada para um formato digital, o significado da coleção é o mesmo.

Um dia, você viu que a mais antiga das suas revistas se deteriorou por completo. Perda total. Mas você disse para si mesmo: “Por sorte eu a possuo em PDF”. E se sentiu aliviado.

Noutro dia, você quis reler as histórias do exemplar de papel que foi perdido e recorreu ao CD-Rom onde havia colocado o PDF do mesmo. Se viu sem condições de utilizar a mídia, pois, o leitor que havia em seu computador se estragara, não havia mais técnico que o consertasse e nem como comprar novo leitor, pois, o CD se tornara obsoleto com a chegada do pendrive e foi esquecido.

Novamente, você disse para si mesmo: “Por sorte eu coloquei uma cópia em um HD externo. Fora até o local onde o dispositivo estava guardado e o tirou do lugar para plugar no computador via porta USB. Só não era mais prático estar apto a usufruir do material que você queria acessar do que se ele estivesse em seu formato original, o de revista em papel, que era só tirar do lugar e começar a ler.

Praticado seu consumo, você fez toda a operação para tirar do computador o drive de leitura e o guardar novamente. Nisso, você notou como ele era frágil. Um dia poderia cair, empenar, arranhar a região de leitura, derreter ao fogo. E aí você terá se despedido para sempre do exemplar de revista em quadrinhos tão amado.

E nessa hora você se pôs a pensar: “Por mais cuidado que eu possa ter, chegará um tempo em que nenhum dos itens de minha coleção estará disponível para eu desfrutar”.

E isso te fez herdar uma decepção, que chegou até a lhe motivar a dar de mão desde já de tudo o que havia colecionado. Desfazer o amor, o fascínio ou a obsessão pelos artigos lhe traria conforto e lhe pareceu ser algo inteiramente racional. Sem contar que lhe devolveria a liberdade. Quem se apega a qualquer coisa teme excessivamente perdê-la. E com isso, se torna aprisionado, refém dos próprios interesses.

Porém, uma luz surgiu no fim do túnel para evitá-lo de dar o próximo passo, que seria jogar a coleção em uma fogueira. Você se lembrou de uma reportagem que leu em uma revista, lá nos anos 1980, que informava sobre uma caverna na Suiça onde estariam guardadas, com o máximo de segurança, informações de tudo o que o homem fez. Se um dia algo advier de forma a deixar a humanidade individualmente sem seus registros, era só recorrer ao acervo protegido na caverna. Pelo menos o que for coletivo estaria arquivado nela. Haveria lá, ainda que em formato digital, uma cópia do exemplar da revista amada.

Entretanto, você também se lembrou de um documentário que por acaso viu no Youtube: “O mundo sem ninguém”. Conforme o documentário, se uma tragédia ocorrer na Terra, como um hecatombe nuclear, e dizimar da face dela o ser humano, em dez mil anos não sobrará nada para contar que um dia nós, humanos, existimos. E isso fez você voltar à estaca zero.

Mas aí você teve nova inspiração. E concluiu: “Ora, sem ter alguém para ler o exemplar, ele não precisa ser eterno”. E isso o aliviou de forma definitiva.

Se um dia o próprio planeta for varrido do Universo implacavelmente, de maneira que não só banirar-se dele o ser humano e sua consciência, sua capacidade de observar e de sentir a existência, mas também todo e qualquer ser vivo, sensciente ou não, todo e qualquer corpo material, incluindo as rochas, o Universo prosseguirá com sua expansão como se jamais, em qualquer tempo, tivesse existido o planeta Terra. O que se dirá do que havia dentro dele!

Fica então a pergunta: Qual o espaço que há no Universo para as preocupações humanas? Se refletirmos à fundo sobre isso, veremos que até as entidades divinas que as religiões pregam, como Jesus Cristo por exemplo, perderá completamente o significado se não houver alguém, com o imaginário tomado pela idolatria, pelo fascínio ou pela obsessão, para pensar a seu respeito ou para querer usufruir de seus deixados.

A vida é uma oportunidade única para contemplarmos o momento presente e obter dele experiências sem se importar com a durabilidade delas. Nada é eterno como uns dizem serem algumas coisas. Tudo é modificável. E só o que existe é o momento que chamamos de presente. E nele não cabe perder tempo com qualquer preocupação. Principalmente as que aprisionam a mente.

A diferença entre educar e estudar

Primeiro momento: No Facebook uma colega postou “A forma arrogante como algumas pessoas estudadas tratam pessoas que não estudaram demonstra que estudar não garante educação” e o algoritmo da rede achou que devesse a publicação aparecer no meu mural.

Pensei que pudesse ser a Rede tentando me fazer militar contra aqueles que pregam que o país não deve destinar verba às escolas públicas, então, reagi comentando: “É só no Brasil que estudar significa educar-se. Estudar nos outros países significa o que é: adquirir conhecimento. Rs!”. Coloquei o “Rs” de risadinha para que a colega não pensasse que eu estivesse querendo pagar lição de moral.

Segundo momento: Encontrei com um amigo professor em barzinho e no ensejo procuramos colocar nossas conversas em dia. À certa altura do bate-papo, a jukebox estava em volume exagerado e o professor perguntou se eu não toparia ir para outro boteco. Decaí porque eu tinha um compromisso naquele local. Fui até a dona do bar e solicitei que diminuísse o volume. Provavelmente por conhecer minha média de gastos no ambiente comercial recreativo, a proprietária atendeu ao meu pedido.

Nosso assunto então era questões da política brasileira. Surgiu oportunidade para expormos ideias sobre implantar o Liberalismo econômico e acabar logo com a guerra de interesses que disputam bolsonaristas, esquerdas e pessoas não necessariamente politizadas que opinam sobre os factóides políticos despejados pelos diversos canais de mídia existentes nas sociedades atualmente, entre eles as redes sociais na internet, como por exemplo o Facebook.

O professor me disse que o Brasil não está preparado para viver o Estado-mínimo. E eu lembrei que no sistema mixto de economias que define o regime econômico do país é que não dava para continuar, seria melhor implantar o socialismo de vez.

Concluímos, então, que o brasileiro não está pronto para os dois regimes. E o professor pontuou que o motivo seria a falta de educação do povo e que houvesse investimento pesado em educação seria possível optar por um ou outro sistema. Foi aí que falei para ele sobre meu comentário no post da colega de Facebook.

O professor discordou do meu comentário. Achava ele que devesse sim o país investir em educação. Nisso, procedi dizendo que teríamos que compreender a palavra “educação” do modo correto. Educar um indivíduo é torná-lo adequado para o convívio em sociedade. Isso quem faz em primeira instância é a família. As crianças recebem dos pais essas instruções. O governo, a mídia e as igrejas, com mais ênfase esses três, fariam o resto.

A parte do governo não se dá exclusivamente providenciando e gabaritando escolas. Na escola se vai aprender a ler e obter o conhecimento de diversas ciências positivas que ao longo do tempo o homem acumulou. Na escola também se aprende uma profissão e se capacita a trabalhar nela. Citei a medicina. Mas, têm que chegar à escola já educado, já tendo bons modos. E dei a informação que na faculdade eu tive professores que não tinham um pingo de educação ou que fossem bem menos educado do que eu. Isso torna verdadeira a reflexão na postagem de Facebook mencionada.

O Governo investir em educação é criar campanhas educativas e usar os outros instrumentos como meio de implementar essas campanhas. Em minha infância, tempos militares no Brasil, era comum se vir dessas campanhas em todas as instituições públicas e nos mais diversos produtos de mídia – por exemplo: na campanha do Dedinho, que visava incentivar a prática de esportes e ajudou o Governo Médici a implantar a disciplina Educação Física nas escolas, utilizaram revistas em quadrinhos que eram dadas nas escolas ou vendidas nas bancas; a campanha para criar a consciência de higiene e limpeza utilizou um personagem chamado Sujismundo, que foi parar em filmes para a televisão e em cartazes que se podia ver fixado até em estabelecimentos comerciais e interior de ônibus.

Ou seja: as escolas serviam de murais e porta-vozes para fazer chegar ao público pertinente a elas a mensagem do Governo para educar a população. Porém, isso sendo mais esperado de se ver nos estabelecimentos educacionais de ensino fundamental. As universidades poderiam no máximo dar apoio para relembrar esses deveres a seu público, que está nelas para se profissionalizar em alguma profissão e já tem que estar educado para os processos sociais – como não sujar as ruas, não fazer barulho em locais de uso comum das pessoas, como se proceder no trânsito.

O professor concordou em partes com o meu apontamento quanto a investimento em educação, mas manteve sua opinião quanto ao motivo de não ser devidamente educado o povo para viver o minarquismo ou o socialismo propriamente ditos. Ele próprio citou que a solução seria pegar representantes de cada grupo social do Brasil e em um debate chegar ao melhor modo de realizar as implementações.

Nisso concordamos juntos sem resistência. E ilustrei minha adesão considerando o bar onde estávamos como a Sociedade. O interesse daquela sociedade era que todos nós, os consumidores do bar, estivéssemos satisfeitos em estar nela e jamais decidirmos ir para outra sociedade. O volume da jukebox, por exemplo, teria uma configuração que não incomodasse quaisquer dos usufruintes do local.

E o potencial de gasto de cada consumidor não seria o determinador dessa configuração, uma vez que por não se tratar de um local incondicional para se estar e ainda por existir concorrentes que provesse o mesmo lazer, quem fosse excluído da decisão, ou seja: quem não suportasse o decibel determinado, estaria livre para se retirar. E o interesse do proprietário é que ninguém se retire, quanto mais quem representasse consumo maior.

O determinador seria, sim, um debate com a participação dos proprietários, funcionários e clientes do boteco. A melhor expressão do que é democracia é o debate.

Intervenção militar pró criminalização do comunismo

Protestam nas ruas de São Paulo. Pedem intervenção militar para criminalizar o Comunismo. Como seria isto: criminalizar o comunismo?

Criminalizar é tornar um crime um ato, por exemplo. Vai ver o desejo é esse. Mas, seria o criminalizado o praticante de atos comunistas? Será que estes que pedem em faixas essa criminalização sabem que atos seriam estes? Será que eles não praticam os mesmos?

Geralmente, quem sai em protesto nas ruas é motivado por um líder, geralmente um político. E ele move as pessoas à fazê-lo a fim de defender os seus interesses. Estes, na maioria das vezes não são claros para quem compra a ideia e a segue. Pra dizer a verdade: para quem se vende à eles.

A situação de desespero que vemos na política brasileira, com presidente da república lutando para não perder o posto e recrutando incautos para garantir por ele a manutenção do mesmo, é preponderante – chegando a ser obrigatório – o uso de persuasão psicológica para angariar adesões.

Os grupos que movem pessoas a pedir a tal intervenção militar tecem, com seus próprios argumentos, para aqueles que os apoiam o que seria o Comunismo. Fazem do regime vermelho um assombro pior do que o da pandemia, que não precisa que ninguém dê-nos uma versão sobre sua ameaça.

Só para deixar os militantes pró intervenção militar para criminalização do comunismo mais espertos, se você possui desejo de igualdade (ou seja: vida em comum ou comunismo). se você gostaria de ter dentro da sociedade as mesmas condições que o seu vizinho, que o seu patrão, que o presidente da república, então, você vai ter que parar com isso, pois, isso é um ato comunista.

E fora isso tem uma série de outros hábitos que com certeza você sustenta que são oriundos da ideologia comunista. O que dizem para você os que você anda seguindo para se agarrar à luta deles não é verdade.

A parte do Comunismo que você deveria combater, a filosofia econômica, nem de longe o Brasil corre perigo de sofrer mutação. Nosso destino parece ser o colapso econômico total devido à esse emburrecimento da população, que em vez de protestar em pró do Liberalismo Econômico que Paulo Guedes iniciou a implantação, protesta para que persistam os escândalos envolvendo o presidente da república, que parecem querer frear o liberalismo.

Daqui a pouco o ministro deixa o cargo também e aí, meu, só mesmo implantando a economia do regime vermelho para nos salvar. Se seus mentores te explicasse sobre o modelo de economia planificada talvez você saberia visualizar a grande solução que estamos deixando escapar não exigindo aceleração da aprovação dos projetos do Guedes.

E procure outra forma de manifestar que não seja protesto nas ruas carregando faixas contendo palavras de ordem, pois, isto também é um ato comunista.

Pandemia de não-nascimentos

Esta postagem vem em caráter especial, mas, não deixe de prestigiar a última postada: “Como se livrar do medo da morte da moda“.

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Há os que dizem que essa pandemia seria um plano de uma conspiração mundial que teria o interesse em reduzir a população do mundo. A quantidade de gente que teria que morrer, se essa pandemia tiver mesmo o compromisso de matar já teria que estar com o número de mortos causado por ela na casa dos cem milhões de pessoas para atender a necessidade dos conspiradores. Ou do contrário não alcançaria o objetivo de atingir bilhões de humanos até 2021, como rezaria uma tal Agenda 21 e uma tal de Tábuas da Geórgia.

Adaptando a informação dada pela Wikipédia, a Agenda 21 oficial foi um dos principais resultados da Eco-92 (ou Rio-92), conferência ocorrida no Rio de Janeiro, Brasil, em 1992. O documento gerado estabeleceu a importância de cada país participante em se comprometer a refletir, global e localmente, sobre a forma pela qual governos, empresas, organizações não-governamentais e todos os setores da sociedade poderiam cooperar no estudo de soluções para os problemas socioambientais. No Brasil essas discussões são coordenadas pela Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável (CPDS) e da Agenda 21 Nacional.

Esse compromisso se constitui num poderoso instrumento de reconversão da sociedade industrial rumo a um novo paradigma, que exige a reinterpretação do conceito de progresso, contemplando maior harmonia e equilíbrio holístico entre o todo e as partes, promovendo a qualidade, não apenas a quantidade, do crescimento.

O Georgia Guidestones é um monumento em granito localizado no Condado de Elbert, Geórgia, Estados Unidos, e nele estão gravados dez frases em oito línguas modernas: inglês, espanhol, suaíli, hindi, hebreu, árabe, chinês e russo, e uma pequena mensagem, no topo, escrita em quatro antigas línguas: babilônio, sânscrito, grego e em hieróglifos egípcios, contendo as teses de Albert Pike.

Foi construída a partir de 22 de março de 1980 e se encontra finalizada. Os teóricos conspiracionistas utilizam o monumento para amparar acusações de que no mesmo estaria cravado uma mensagem sensacionalista, que seriam os dez mandamentos vindo de uma tal Nova Ordem Mundial, que teria o interesse em dizimar populações e controlar social e economicamente o planeta.

As frases encontradas nas tábuas são:

  1. Manter a humanidade abaixo de 500.000.000 em perpétuo equilíbrio com a natureza.

  2. Conduzir a reprodução sabiamente, aperfeiçoando a aptidão física e a diversidade.

  3. Unir a humanidade por meio de um novo idioma vivo.

  4. Controlar a paixão, fé, tradição e todas as coisas com razão moderada.

  5. Proteger povos e nações com leis e tribunais justos.

  6. Permitir que todas as nações regulem-se internamente, resolvendo disputas externas em um único tribunal mundial.

  7. Evitar leis insignificantes e funcionários públicos desnecessários.

  8. Equilibrar direitos pessoais com deveres sociais.

  9. Valorizar verdade, beleza, amor procurando harmonia com o infinito.

  10. Não ser um câncer sobre a terra e deixar espaço para a natureza.

Se observarmos, considerando as notícias que nos chegam, o que acontece no mundo nos aspectos econômico, comportamento social e ambiental faz muito sentido dizer que essa pandemia vem servindo aos propósitos que teriam sido estabelecidos pelo advogado e escritor maçon Albert Pike.

Os colapsos econômicos que vemos fazem aparecer notícias de sugestões de redução de salários principalmente de funcionários que foram valorizados por força midiática e não pela atividade que faz – caso dos atletas, particularmente dos jogadores de futebol do mundo todo, e dos artistas, jornalistas e apresentadores de programas de televisão (não é à toa que a TV Globo se empenha tanto na manutenção da aparência de caos na Saúde que teria essa pandemia) – ou por acesso à própria ampliação salarial – caso dos políticos e juristas. E medidas como destinar dinheiro de fundo eleitoral à instituições públicas de saúde, dar auxílio monetário ao informal e ao desempregado por 3 meses, antecipar o Bolsa Família, liberar saque do FGTS, tudo isso visa não deixar a economia em maus lençóis enquanto se ajusta a sociedade.

O presidente Bolsonaro ignorando o cenário de calamidade tecido para a pandemia estaria encenando, já que é o responsável por promover esse duro ajuste sócio-econômico no Brasil e se aparecer em público condescendendo com o lobby do caos, ao final do processo, quando se tornar perceptível – talvez – que tudo não teria passado de um grande teatro em pró de objetivos urgentes não mastigáveis pela sociedade, sua cabeça estará fora do pescoço. É melhor tudo acontecer como ele precisa e ao final as pessoas dizerem: “É, Bolsonaro estava certo e nos avisando o tempo todo, mas, fomos ouvir os inimigos dele…“.

Pequenos empreendimentos correm o risco de fecharem as portas, o que atenderia a expectativa da tal Nova Ordem Mundial de controlar todos os negócios, pois, ao final da crise as grandes corporações os absorveriam e transformariam seus ex-donos em empregados.

Isso é o que esperaria os que estariam operando por trás dessa pandemia um golpe nesse sentido. Vão estes se decepcionar, o povo vai saber defender os pequenos e médios empresários, boicotar as grandes corporações e reerguê-los. Desde, é claro, que entre em contato com as denúncias feitas por blogueiros, youtubers e escritores não subsidiados, que como eu disponibilizam reflexões que fazem pensar fora da caixa.

E é perceptível que a modalidade de teletrabalho – home-office – está por conta da pandemia sendo testada à força e caso vingue a ideia as empresas terão mais liberdade para operar mantendo seus funcionários trabalhando em casa.

No caso do teletrabalho, os salários preveriam custeamento dos gastos com a produção – incluindo alimentação, água, luz, telefone e internet –, extinguiria-se ou minimizaria-se o gasto com locomoção até a empresa, e com tudo isso uniformizariam-se, os salários, e ficariam mais em conta para os empregadores saldá-los. Junto com as políticas do Liberalismo Econômico, que correm à vista ou às escusas em velocidade alta pelas nações, os objetivos sócio-trabalhistas e econômicos da ordem estariam sendo cumpridos.

Eu sei que estamos sob ataque de gang stalking, técnica para causar esquizofrenia em massa (leia a respeito neste blog: clique!). A maior das esquizofrenias que estamos nos acometendo dela é a da assepsia. Estamos ficando maníacos por limpeza nessa de querer conter a disseminação do vírus. Higienizamos a casa de maneira absurda, se refletirmos bastante veremos que no fundo há sempre uma brecha para a probabilidade do verme chegar à gente por ter se alojado onde não pudemos ter atenção ao limpar.

Às vezes entramos em nosso quarto limpo, livre de qualquer sujeira, tendo vindo da rua e cuidado integralmente da assepsia antes de entrar novamente no lar, ligamos o computador e nos colocamos a utilizar os periféricos dele. Acabamos de usar e vamos lá passar álcool ou sabão no equipamento todo, como se o vírus tivesse a faculdade de se autocriar dentro do quarto. Se isso fosse possível, de que adiantaria qualquer prevenção de limpeza? E o mesmo vale para o uso de máscaras, o distanciamento social, evitar ambientes fechados. Em algum momento todo o cuidado será inútil, será burlado até mesmo por causa do excesso de cuidado. Não temos escapatória!

Eu estou aderindo a esquizofrenia em grupo. Mas, confesso que penso que nem o presidente Bolsonaro: tudo é um exagero. É claro que eu não estou observando os fatos da posição privilegiada que ele está. Por isso não posso me dar o luxo de ignorar a causa do pânico coletivo. Eu só posso duvidar, não posso ter certeza. Talvez o presidente possa.

Se eu morasse com um amigo, eu perguntaria para ele qual era sua crença com relação a essa articulação social. Se fosse tal qual a minha, eu não adotaria esquizofrenia alguma dentro de casa. Lá fora eu só adotaria por questão de responsabilidade social.

Mas, morando com a família é diferente. A culpa será muito grande caso se esteja errado e se tornar o vilão da casa, o provável causador da morte da mãe ou do adoecimento do irmão tão somente por ter sido relapso e não ter respeitado a crença deles. Por isso: “bora ficar esquizofrênico”. É claro que absorver paranoia dando atenção 24 horas para a imprensa mundo-cão não faz parte do pacote que assinei. É o famoso “não sou obrigado”. Chispa, TV Globo!

Mas, muito da higienização a que me submeto é própria de se fazer independente de haver pandemia de coronavírus. Faz parte das obrigações salutares que tornam uma casa não tóxica. E idem as preocupações com a saúde, com manter um consistente sistema imunológico. Chegam a ser, na minha opinião, prazerosas essas preocupações.

E olha essa situação:

O INTERESSE DE CADA UM NO CONFINAMENTO CONTRA A COVID-19

O APOSENTADO precisa que o trabalhador ativo saia do confinamento, pois, é ele quem paga sua aposentadoria.

Detalhe: ele é um dos que está na mira dos pandemizadores para morrer.

O POLÍTICO E O SERVIDOR PÚBLICO precisam que o trabalhador ativo saia do confinamento, pois, suas regalias e remunerações precisam dos impostos que são arrecadados com o trabalho deles.

Leia lá em cima o que nas Tábuas da Georgia é falado sobre funcionários públicos.

O COMERCIANTE precisa que o trabalhador saia do confinamento e vá até o seu estabelecimento praticar o consumo que lhe dá a retirada mensal. Sem trabalhar o trabalhador não tem como praticar o consumo.

Tá, esse tá sabendo se defender dos golpistas.

O PROFISSIONAL LIBERAL E O PRESTADOR DE SERVIÇO precisam que o trabalhador saia do confinamento para contratar deles os serviços que prestam.

Idem o anterior.

O POLICIAL, o BOMBEIRO e o PROFISSIONAL DE SAÚDE precisam que o trabalhador fique confinado para que a vida desses profissionais fique mais protegida e eles não tenham que trabalhar para que seja possível voltar para o seu lugar o trabalhador tão cobiçado pelos membros da sociedade que insistem que ele saia do confinamento.

São os únicos a quem realmente o confinamento ajuda. E o policial ainda vê o crime e a contravenção como o vandalismo e o uso de drogas freados.

O GOLPE CONTRA O PRESIDENTE BOLSONARO precisa que o trabalhador ativo fique confinado. Mas, só até que o golpe se efetive, tratando de sair do confinamento logo a seguir, independente de ainda haver o perigo da Covid-19.

Quero deixar claro que isso está aí por uma questão de conscientização. Eu estou na torcida para que Jair Bolsonaro renuncie logo, pois, é um atalho para essa loucura que chamam de pandemia acabar. E depois, quem está presidindo o país, na minha opinião, são os ministros, se o “homem” cair, eles continuam. E sob a batuta do general Mourão. Portanto, o golpe vai ter o que está guardado pra ele. O povo não é tão fluoretado e tão massacrado pela tecnologia 5G o quanto pensam!

A GRANDE MÍDIA quer mais é que o trabalhador se foda. Se ele se confinar ela ganha de quem a paga para estimular o confinamento; se ele sair do confinamento ela ganha de quem tem interesse em pagar por esse estímulo.

Ao fim de tudo será muito mais fácil de o indivíduo médio, principal alvo da grande mídia, ser capaz de boicotá-la ao ponto de destruí-la. Acabando com essa instituição será maior a probabilidade de jamais passarmos novamente por golpes de terrorismo psicológico dirigidos às massas.

Portanto, como trabalhador, eu optei por trabalhar em casa. Assim, ninguém me culpa de ter colaborado com a ganância dos que usam o trabalhador em proveito próprio e nem com o infortúnio de quem precisava que a preocupação com a economia e com o trabalho viesse após a garantia de que com saúde e tranquilidade para trabalhar o trabalhador pudesse continuar carregando todo mundo e o Capitalismo nas costas.

Fico pensando no que vão fazer quando a massa acordar e resolver tomar atitudes que combatem essa manipulação toda. Já aparecem alarmistas propagando táticas de gang stalking substitutas para a pandemia. Agora estão dizendo que o povo está ouvindo disperso no ar sons estranhos. Os apocalípticos falam que são as trombetas dos anjos anunciando a vinda de Jesus. Ambientalistas dizem que se trata do som das geleiras dos polos avisando que o aquecimento global trará um novo dilúvio – até mencionam essas chuvas excessivas que temos presenciado no sudeste do Brasil. E ainda tem os conspiracionistas, que não perdem a oportunidade de mencionar o HAARP. Saiba a respeito na postagem deste blog sobre eliminar populações com uso de armas climáticas.

O pessoal do canal Rural Business no Youtube é o que faz o melhor terrorismo informacional, uma vez que eles alarmam o risco de o Brasil virar um “grande fazendão” para produzir alimentos para a China e nós brasileiros nos transformarmos indesejavelmente em funcionários dos chineses. É outra teoria em que eu aposto no comportamento rebelde e na autoestima do brasileiro médio e digo que vai falhar o plano, vamos saber dar o troco, derrubar políticos e empresários que estiverem o viabilizando, nem que tenhamos que viver outra guerra civil. Outra porque isso que se passa no Brasil com relação à Covid-19 é pra mim uma guerra civil não declarada.

Discorrer mais formidavelmente sobre todos os pontos que teriam sido estabelecidos pela tal conspiração tem que ser feito em publicação ou capítulo próprio, concentremos no quesito “redução populacional” que está implícito na Agenda 21 e escancarado nas Tábuas da Georgia. Ao que parece, conforme a introdução deste texto, a pandemia não seria o instrumento que viabilizaria o intento até o ano que vem. E não esqueçamos que existem as previsões centradas no ano de 2031, que marcaria a chegada da Quarta Revolução Industrial, quando 800 milhões de empregos provavelmente serão extintos.

No entanto, a grande sacada dessa pandemia passa despercebida. A quarentena, ou: isolamento social, que atinge cerca de 141 países, propicia uma taxa de natalidade bem pequena no mundo para este ano. Ou seja, chegaremos ao ano de 2021 com o número de mortes que a pandemia conseguir alcançar, o número de mortes normal de acontecer todo ano em todo o mundo e não-concepção em índice que garante os planos dessa conspiração sem ter que recorrer à guerras militares ou mesmo causar tanta mortalidade.

Se vier a vacina para a Covid-19 ou se as pessoas vacinarem novamente contra a gripe H1N1, como no Brasil estão ajeitando de fazer, poderiam usar, como suspeitam os conspiracionistas, uma substância na vacina que traria esterilidade às pessoas. Daí colocaria-se mais fermento no cumprimento da tarefa de controle populacional.

Se o propósito com as vacinas for mesmo esse, a pandemia convencerá as pessoas a aceitarem uma alegação de vacinar-se anualmente contra a gripe, renovando o poder anticoncepcional da substância no corpo dos férteis pelo prazo de validade da mesma. Essa alegação vindo dos porta-vozes da conspiração, como a grande mídia por exemplo.

Portanto, matar pode não ser o negócio para quem está fora do grupo de risco. Os deste grupo a conspiração estaria interessada em ceifar mesmo suas vidas. Principalmente os maiores de 60 anos que se encontram aposentados e dependendo do Sistema. Haja vista a propagação de que as previdências de todos os países estão quebradas e ameaçando a hegemonia do Capitalismo.

Confinar-se ou não, se é você quem escolhe é uma decisão segura

A.A.Vítor – Autor do livro “Os meninos da Rua Albatroz”, cujo capítulo “Planejadores do futuro sombrio” previu o momento atual. Sobre saúde e espiritualidade leia: “A magia que enriqueceu Tony”. Sobre empreendedorismo, relação interpessoal e sexo leia: “Contos de Verão: A casa da fantasia” e “Todo o mundo quer me amar”.

Nessas horas é que é bom ser cubano ou norte-coreano

Capavideonessashoras

A postagem deste blog “Morreremos de fome se não quisermos morrer de câncer” está sendo muito discutida aqui no blog e em outros canais onde ela foi divulgada. E, permita-me ser presunçoso, parece que o alcance chegou às autoridades atacadas na postagem. O programa “A voz do Brasil”, na edição de 10/01/2019, informou que a “Anvisa quer eliminar gordura trans até 2023“.

Ou seja, ainda que falte posicionamento do órgão quanto aos produtos que sofrem acusações de fazerem mal à saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária confirma que substâncias usadas nesses produtos são aprovadas por ela sem que um estudo criterioso sobre seus efeitos seja feito antes da aprovação. Pressupõe-se que o negócio é fazer dinheiro com a comercialização pra que haja arrecadação e entre outros favorecidos os empregados da Anvisa vejam seu bolso cheio.

Vídeo da postagem no canal do Youtube

Os comentários na postagem conduziram a discussão à teorias conspiracionistas que são discutidas no livro “Os meninos da Rua Albatroz“. Da agenda da Nova Ordem Mundial ao controle mental via sistema religioso judaico-cristão, a suposta conspiração a existir no mundo e controlar a realidade de toda a humanidade foi atacada pelos comentaristas.

Mas, uma dessas teorias chamou mais a atenção e me moveu a tecer este texto. Trata-se da que prega a necessidade de reduzir a população mundial para um índice que tornaria sustentável a vida no planeta Terra. Esta teoria é fartamente discorrida no livro “Os meninos da Rua Albatroz” e já foi também aqui no blog, mas, o que se segue é uma espécie de complementação das divagações feitas.

Calcula-se que o número de pessoas a serem eliminadas do planeta seja 7,5 bilhões. Gente pra caramba, não é mesmo? E o que ficaria para desfrutar dos deleites da Terra seriam 500 milhões.

Para quem se orienta pela Bíblia para entender a História, informações como arrebatamento de pessoas, tribos de Israel a serem erguidas das cinzas, advento de uma terra prometida para assentar judeus são corriqueiras.

A Biblia fala de 144 mil selados, mas, mais do que nunca se sabe que este livro é um código secreto de comunicação que uma classe de judeus utiliza desde que o Cristianismo foi fundado por Paulo de Tarso e propagado por Constantino Magno.

Por exemplo, o número 666 se trataria do nome do imperador Nero Cesar de acordo com a numerologia cabalística dos rabinos, a gematria. Leia sobre isso no site da BBC. Fazer com que os gentios doutrinados pelo Cristianismo – vulgo cristãos – pensem que se trata de uma referência a alguma besta do mal por vir foi só um meio que os judeus encontraram de cifrar mais ainda sua comunicação.

E ainda alcançaram, na Atualidade, poder através de temor por conta disso! Quando na verdade quem temiam eram eles: o imperador os perseguiam e qualquer conspiração contra ele tinha que ser cuidadosamente planejada. E não dava pra ser falando às claras o nome da vítima, o local e a razão das incursões.

Alguns estudiosos da Bíblia sem compromisso com o sistema religioso judáico-cristão dizem que 144 mil seria o número de missionários que surgiriam para conduzir a multidão ao caminho de Deus. Portanto, dá pra considerar que a população mundial reduzida a dois terços – que também representa o número 666: 2/3=0,666 – seja a quantidade de filhos de Deus que irão herdar a Terra.

Ou seja: 500 milhões de judeus, se levarmos em conta os estudos de Robert Lomas e Cristopher Knight publicados no livro “A chave de Hiran“, que deixam claro que o Salvador da Bíblia tinha a missão de salvar de seus inimigos seu povo – judeu – e não toda a humanidade, receberiam escrituras de posse do planeta com tudo o que há nele.

Porém, eliminar 7,5 bilhões de pessoas não é tarefa fácil. A melhor estratégia seria mediante uma guerra, cujos exércitos usariam de armas nucleares em seus ataques. Os boatos sobre uso dessas armas e iminência da Terceira Guerra Mundial estão aí ocupando a mente das pessoas e as distraindo dos assuntos principais.

Só que em se dando a destruição massiva de vidas humanas dessa forma deixaria o planeta numa situação que nem mesmo os 500 milhões privilegiados escapariam da morte. Isso em curto prazo.

A não ser, é claro, se envolvermos nessa história outras teorias de conspiração. Por exemplo, há a que diz que o povo privilegiado fugiria para Marte e por lá ficaria até que a Terra deixasse a inospitalidade. É uma versão futurista do Dilúvio, a lenda suméria que os hebreus se apropriaram dela e foi parar na Bíblia cristã como se fosse uma história hebráica, batizando Gigalmesh com o nome de Noé. Veja informações a respeito: clique!

Os salvos partiriam para Marte em naves espaciais individuais. Tal qual sugeriram em 1938 os criadores do Super-Homem, os judeus Jerry Siegel e Joe Schuster, ilustrando a fuga do bebê Karl-El – “El” é “deus” em hebráico – do cientista Jor-El e sua esposa Kara, que o enviaram em direção à Terra a fim de salvá-lo da destruição de seu planeta natal Krypton. As naves seriam os misteriosos caixões da FEMA. Bem, expedição à Marte está sendo fartamente falado nos meios de comunicação!

Entretanto, se a solução for conforme essa divagação, os salvos teriam que aguardar um enorme tempo pra deixar a privação em Marte e voltar para desfrutar dos prazeres da grande Gaia. Destruir a massa por meio de guerra entre nações não é econômica e ideologicamente viável. É melhor obter soluções mais viáveis.

Uma delas seria a dizimação silenciosa de humanos e outros animais, que alias já vem acontecendo há anos. Essa ameaça de Terceira Guerra Mundial é só pra distrair o povo, junto com o Paulianismo (ou Cristianismo, que conforme o livro “A chave de Hiran” é a religião inventada por Paulo de Tarso sob encomenda dos romanos) enquanto os elimina na forma de vacinação; alimentação suavemente venenosa; ingestão de transgênicos e de agrotóxicos; desastres ambientais provocados fora de qualquer suspeita (de repente até o terremoto no Haiti em 2010, a tsunami na Ásia em 2004 e o rompimento da barragem de Brumadinho em 2019 entram aqui); virus sexualmente transmissíveis produzidos em laboratório; administração de doenças, sobretudo as neurodegenerativas; massificação do uso de drogas e de tatuagens; corrupção do sexo e da sexualidade e uso de contraceptivos e agentes infertilizantes para evitar nascimentos. E outras estratégias que estão em curso. Confrontos só em guerras civis como as que acontecem na Criméia e na Ucrânia e tentam fazer acontecer na Venezuela.

Para obter êxito nesse tipo de ação é necessário ludibriar o público. O indivíduo médio em toda humanidade é fácil de pegar pelas calças, pois, ele se põe suscetível ao consumismo de produtos e serviços e ao estilo de vida propagado como a ser moderno e o ideal para o sujeito que vive os dias de hoje. Um cara que não larga o celular, não sai da internet, só come enlatados e ensacados, se enche de drogas, de tattoos e de outras manias preparadas em institutos de psicologia social sob demanda de governos e dos poderosos da Elite Global para lhe baixar a guarda, corromper a razão e conduzí-lo à matar e morrer por conta própria. Esses casos de franco-atiradores, massacres em escolas, creches e cinemas que vemos a televisão noticiar são efeitos dessa estratégia.

Já as sociedades que se fecham para o imperialismo, como a cubana e a norte-coreana, não se pode atingir com sucesso usando desses artifícios, pois, elas recusam a modernidade, as futilidades da modernidade, o consumismo, o modismo, os hábitos propagados pelo American Way of Life. Ou seja: recusam o que tem a oferecer o Capitalismo. Se fecham e ameaçam até a destruir o mundo com armas nucleares se insistirem em mudar-lhes o modo de vida sadio e protegido da má intenção dos que se proclamam donos do mundo e o Ocidente aceita essa proclamação.

É por isso que a propaganda dos globalistas, interessados em baixar a guarda e invadir o território cubano e norte-coreano para eliminar suas culturas e tornar aptas suas populações a morrer como os demais, coloca na cabeça do público debaixo de suas asas ideias deturpadas sobre o Comunismo e o Socialismo e buscam adesão para combaterem as nações que praticariam esses tipos de regime político. Ou as que se mantêm capitalistas, mas, não querem virar capachos dos Estados Unidos, como o Irã e a Venezuela. Te jogam contra esses países e te usam como massa de manobra pra conseguir o objetivo deles de entre outras coisas reduzir a população mundial.

Nunca deixe de ler o livro “Os meninos da Rua Albatroz“, no qual essas ideias são destrinchadas na forma de conto, a mais didática que a literatura consegue promover para fazer entender conteúdos difíceis de serem assimilados pelo método normal de assimilação.

 

Quanto mais supremacia, mais decadência

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No Comunismo, o bem público permanece público. A propriedade privada sofre estatização e passa a pertencer ao público (povo).

No Neoliberalismo, o bem público se torna privado. E a propriedade privada continua a ser privada.

No Comunismo há participação plena do povo como proprietário dos bens e das riquezas nacionais. Ninguém explora ninguém.

Os que contestam isso não fazem outra coisa que não tentar impedir que essa verdade seja percebida e encoraje a destruição de suas mordomias pela busca dessa situação de igualdade.

No Neoliberalismo, os grupos hegemônicos compartilham os bens privados. E o restante da população é explorado por estes.

Não é preciso ser um gênio em economia para decidir qual sistema é melhor. Mas, é preciso ter conhecimento e coragem para tomar a decisão de lutar por ele.

Continue fazendo isso da forma que dá: apoiando o neoliberalismo. Pois, quanto mais rico se fica, mais pobres se faz.

Chegará-se a um ponto em que os pobres não conseguirão mais sustentar a riqueza dos ricos. Ou perderão o interesse por isso. E sem essa sustentação, os ricos empobrecerão.

Veja o exemplo tirado do futebol. O futebol é super maqueado. Clubes são feitos vencedores, enquanto outros são feitos perdedores. As rivalidades entre os clubes também são fabricadas e artificialmente suportadas.

Os clubes e as federações fazem negócios entre si, que incluem controle de resultados de partidas e destino de títulos. Sem importar se o torcedor espera ver em campo a verdade que acredita nela: que presencia um esporte, uma disputa. E não o cumprimento de um trato, de uma negociação.

Funcionando dentro dessa dualidade de clubes prósperos e clubes semi-fracassados ou sem brilho algum, mas, com contingente de torcedor que interessa ao mercado de consumo do segmento esportivo, o mimimi que alimenta a imprensa existe. E é isto que atrai anunciantes e, portanto, receita não só para os veículos de comunicação.

Um exemplo que dá razão para essa realidade teria se dado esta semana na Copa do Brasil 2019.

Temos o time do Cruzeiro de Belo Horizonte exposto na mídia como a estar em brava crise financeira por causa de dívida oriunda de corrupção. Em sorteio suspeito colocaram um embate do clube contra o rival local no torneio. Isto, se bem administrado conseguiria gerar uma boa soma de dinheiro com as atenções alcançadas.

Na fase em que ocorreu o embate, Quartas de Final da competição, o vencedor passando dela abocanharia onze milhões de reais. Teriam administrado, então, uma derrota do Atlético, inesperada até mesmo pelo próprio torcedor cruzeirense, no Mineirão no jogo de ida. E uma vitória, no Independência, estádio do Atlético, faltando um golzinho pra mandar para o número da disputa de pênaltis a sorte da partida, que se recorressem a ele seria manjado por já ter sido bastante usado em outras jogadas envolvendo os dois escretes.

E pra garantir que o Cruzeiro ganhe mais dinheiro com doações da confraria – que toda ela tem interesse em que o clube não seja abalado pela crise que o assola, pois, é bom instrumento de arrecadação para todos – teriam tirado do torneio os virtuais campeões, Flamengo e Palmeiras. Os quais, se enfrentassem a equipe mineira com o compromisso de cederem a ele a vitória, qualquer um suspeitaria de maracutaia devido à superioridade atual da equipe carioca e da paulista ante a mineira.

É mais fácil o flamenguista pensar que perder para o Atlético Paranaense na casa dele e em uma disputa de pênaltis é compreensível e o palmeirense achar que foi injustiçado perante o Internacional de Porto Alegre. Os quatro: participantes também da confraria, que mais parece uma companhia de teatro.

Com isso, o Cruzeiro provavelmente abocanhará os 70 milhões de reais prometidos ao campeão do certame. O que amenizará sua crise, que não parece ser de hoje que o meio a conhece. Talvez, esses últimos títulos que o clube de Minas Gerais contemplou faça parte dessa campanha de socorro financeiro ao próprio. Não cair para a Segunda Divisão do Brasileirão idem.

Salvo, é claro, se este texto alastrar-se. Aí, mudarão alguma coisa. De maneira, é claro, que só especialista percebe a alteração. Coisa que desencorajaria a crença no que prega o autor dele. Que por incrível que pareça, antes mesmo de publicar qualquer coisa, encontrou no meio simplório onde se encontram os mais iludidos torcedores gente com tal desconfiança.

Saída essa que ocasionaria o campeão não sair, de bom grado, do campeonato com o prêmio, só com o título. Futebol é capitalismo e no capitalismo tudo é produção, ficção, montagem para dar consumo e etc.

Mas, à medida em que uma agremiação do pólo vencedor se distancia cada vez mais em conquistas do seu rival, o público que cultua este o deserta. Perde seu interesse por ele ou muda sua preferência de atenção e vai torcer para o outro.

Mesmo havendo o marketing psicológico, injetado pela cúpula que conduz o modo de pensar desse nicho social, que marginaliza ou abomina o chamado vira-folha.

Esse distanciamento faz com que as presenças no estádio e as audiências dos veículos de comunicação sofram baixas; crianças que torceriam para o clube fracassado deixariam de existir por falta de incentivo dos pais, que imaginariam formarem fracassados ou sofredores ao legar ao filho sua preferência de torcida.

E com isso se estabelece o futuro com risco de extinção ou de empobrecimento total da instituição desportiva que massacra sua torcida em suas negociações. Ou, caso esteja fora de cogitação essa hipótese: com seus vacilos e maus resultados.

Por falta de rival local devido à sua supremacia, o time que sobrará aos poucos verá também sua decadência. Futebol precisa de rivalidade. O que é cultuado dentro desse segmento cultural é isso. Basta ouvir o que sai da boca dos torcedores à cada vez que o time que torcem pra ele supera o rival.

Um torcedor se vendo só levando a pior para o rival, principalmente quando é mais do que óbvio que uma forra é evidente, como seria o Atlético Mineiro vencer o duelo ilustrado, e ainda vendo o adversário se encher de títulos de campeonatos enquanto o clube do coração posa de azarado como se fosse esta a real explicação, tende a se libertar, se desaprisionar da lavagem cerebral que é o interesse doentio pelo futebol, que é uma coisa insignificante.

Torcedor não ganha nada de fato. Nem enche seu bolso e nem sua barriga. Nem com a tristeza, quanto mais com a alegria que isso possa trazer. Após a euforia dada pela conquista de um título vem a vida que segue. Vem a necessidade de matar um leão por dia. Vem o correr atrás para saldar as contas do mês. E sozinho. Sem a ajuda de qualquer delegação esportiva ou da imprensa.

Vem a real de se ser solitário, mal-sucedido social e financeiramente, mal alfabetizado e privado das verdadeiras boas coisas da vida. Coisas que não acontecem com quem faz parte da cúpula que administra o futebol.

Essas instituições, pelo contrário, insistindo na batalha pela escravização da mente do indivíduo, que o faz perder dinheiro em nome dos interesses delas, que é um deles a manutenção do comportamento fútil, agressivo e abobado, porém lucrativo, que o futebol cria em quem o leva a fundo, fazem é atrapalhar os compromissos de quem se submete a elas.

Voltando à política, que afeta substancialmente a vida de todas as pessoas, por isso não é insignificante como o futebol, com um quadro de decadência devido à saturação de fartura se confirmando, dá-se a reação da burguesia, que jamais gostaria de viver como um pobre ou mesmo em igualdade social, ainda que gozando de bonança todos nessa igualação.

E a saída para os burgueses seria devolver direitos e aceitar compartilhar a riqueza também com os que estão fora dos grupos hegemônicos.

O fim do socialismo implantado no Brasil

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Frank Delano Roosvelt e Getúlio Vargas em Natal, Rio Grande do Norte, em 1943. (Fonte)

Paulo Guedes sabe que o antipetismo foi estratégia montada para que o atual governo fosse instalado democraticamente, sem intervenção militar. Os problemas do Brasil não têm nada a ver com o que é propagado.

Os problemas do Brasil começaram em 1930 com Getúlio Vargas. Quando iniciou-se uma política socialista no campo do trabalho e macro intervenção do Estado na economia. João Goulart ampliou isso e os militares mantiveram e criaram mais estatais e mais benefícios sociais.

Veio a redemocratização e encheram a máquina pública de cargos políticos e servidor público. Regalias para todos, que sobrecarregaram o sistema tributário e a seguridade social. Parte da conta sendo empurrada para a iniciativa privada e o grosso do orçamento saindo dos cofres públicos. Já se sabia que a partir de 2000 a corda arrebentaria e que o Estado não daria conta de pagar as proezas.

Fernando Collor foi o primeiro encarregado de fazer o rompimento com o getulismo. Tentou, mas, sofreu impeachment porque mexeu com barões, que nem Guedes parece estar mexendo. FHC herdou de Collor a tarefa, mas, só fez a parte mais fácil: as privatizações, que viraram privatarias.

A bola passou para Lula – Luís Inácio da Silva. Porém, o ex-metalúrgico encheu-se de soberba por causa das transformações sociais que proporcionou ao país, sendo ele tachado de incapaz por causa de seu baixo alfabetismo.

O resultado econômico e trabalhista que atingiu fez aumentar a conta pro Estado pagar. Ficou ele, também, de olho grande na descoberta do Pré-Sal, que calculou que traria a independência financeira do pais, se, ao exemplo da Noruega, em vez de aumentar impostos para custear os benefícios sociais, os royalties ganhos com a exploração do petróleo brasileiro os custeassem.

Já em fim de mandato, e não podendo ser re-eleito, Lula teve que abdicar-se do plano totalmente viável. E torcer para que seu sucessor – que seria um tucano, conforme mandava a versão da política do café com leite estabelecida às escuras entre petistas e tucanos, cito que a fonte desta especulação é conspiracionista  – continuasse o projeto.

Talvez Lula não tenha cumprido com os termos de seu primeiro discurso de posse – realizar as reformas política, agrária, trabalhista e previdenciária – porque achou que os cálculos previstos para o estouro do orçamento público fossem ser alterados pelo advento do Pré-Sal. Jamais o público saberá a verdadeira história.

O fato é que as reformas, que Temer começou, eram urgentes. Mas, se o PT fosse fazê-las, pra quem encheu de benefícios os mais pobres, tirá-los seria o mesmo que dar com uma mão e tomar com a outra. E está se vendo que é imprescindível tirá-los.

Fizeram, então, um plano pro PT sair do poder em 2010, sem que lhe fosse acarretada uma má fama e o tirasse de estar de volta após o novo octênio tucano.

Escolheram Dilma Rousseff como sucessora de Lula. Uma candidata muito fraca em termos de popularidade graças à histórico político. O Vice dela, Michel Temer, conforme o Wikileaks havia trocado telegramas com a Casa Branca nos EUA, tramando um plano que visava colocar um nome do PMDB no posto presidencial naquele ano.

Dilma fez por onde não ser eleita, uma campanha eleitoral muito insípida. Faria isso parte do plano? Mas, não deu certo, o povo a escolheu, pensando no próprio umbigo, a manutenção dos projetos sociais criados. O concorrente tucano, José Serra, foi honesto em suas insinuações de que acabaria com eles. Era necessário.

Eleita, construíram a imagem de comunista pra Dilma. A de terrorista, suposta ex-integrante do COLINA e da VAR-Palmares, estava era lhe favorecendo. E começaram a rechaçar ideais impostos como comunistas. Qualquer atitude que Dilma tomasse e que lhe afirmasse no posto era tachada de comunista.

Criaram as manifestações de 2013 para abalar ainda mais a imagem dela. Que até que abalou, mas, novamente por meio democrático Dilma foi eleita para presidir o Brasil em 2014.

Acharam que seu oponente, o tucano Aécio Neves, era muito fraco em termos de popularidade ou de simpatia do público. Marina Silva venceria facilmente Dilma Rousseff no Segundo Turno naquela ocasião se o embate fosse entre as duas.

Outros, mais ideológicos, passaram a perceber que o ponto não era rechaçar a imagem da Dilma e sim a do PT e a do Lula. Então, criaram a Operação Lava-jato, que seria dirigida para atingir o propósito de criar o antipetismo.

O resto é a história recente: a criação do mito Jair Bolsonaro e sua estranha campanha eleitoral que contou com a cooperação de todos os outros candidatos à presidência da república, cada um se autossabotando, de maneira invisível aos eleitores desavisados, inclusive Fernando Haddad. E a prisão de Luís Inácio Lula da Silva, que se não ocorresse o plano iria por água a baixo, como ficou demonstrado pelas pesquisas.

Prisão que junto com a de outros parlamentares de peso, como Eduardo Cunha, faria parte do plano. Vai saber se esses caras estão mesmo presos! A maioria dos conspiracionistas acerta em seus palpites.

Se tivermos tempo para refletirmos melhor à respeito, duvidaremos do resultado da eleição presidencial de 2018. Que o número de abstêmios no Segundo Turno foi maior, isso é indubitável, fora de questão cogitar ter sido maqueado. Mas, que Bolsonaro venceria já no Primeiro Turno, eu não tenho dúvida. A forma com que William Bonner noticiou ao vivo que haveria Segundo Turno foi muito teatral e óbvia de estar ele no controle da verdade que propagava.

Deixar para que a decisão se voltasse para o Nordeste, logo onde se propagava que o candidato do PSL era mais repugnado, foi outra traquinagem muito sacada. Para cumprir algum propósito – tipo disfarçar melhor a maquinação ou até mesmo cogitações absurdas como melhorar a venda de jornais e a audiência de veículos de imprensa radiotelevisiva – fizeram o eleitor ir às urnas no dia 28 de outubro. Votar esperançoso no que já estava decidido.

Então é isso, para que o povo aceite quebrar o vínculo com a política de Getúlio Vargas e, acredite, Franklin Delano Roosevelt, que modelam o Brasil nos setores trabalhista e econômico desde antes da Segunda Guerra Mundial, foi preciso criar um teatro inconfessável e com grande ar de teoria conspiratória para jamais receberem créditos aqueles que o intuirem e propagarem o fruto de sua intuição.

E o que vem por aí é muito sentimento de traição. O público, tanto o de esquerda, quanto os de direita e centro, se sentirão traídos com seus representantes ao vê-los tendo que tomar decisões que parecerão absurdas e fora do combinado. Principalmente as imprescindíveis que viabilizam o liberalismo econômico e o minimalismo.

Desde vinte anos atrás eu venho me informando sobre as filosofias que estipulam o Liberalismo Eeconômico e o Estado-mínimo. Caminhos inevitáveis para o Brasil. O caminho correto, na minha opinião, seria o Comunismo. Porém, as forças interessadas na manutenção do atual regime político brasileiro existe em maior número o contingente atuante. Medir força com elas é ir pra lugar nenhum.

A batalha polar que vemos mais em redes sociais na internet do que na imprensa mais séria, onde tanto o material de direita quanto o de esquerda propagados são imensamente duvidosos, fazem parecer que foi estabelecida como as esquerdas simplesmente querendo recuperar o poder e os conservadores gozando de supremacia barata, fundada em desejo de chacotar o lado vencido, desviando a atenção dos feitos que seu representante vem realizando.

De forma alguma deixam transparecer, mas, quem vem se pronunciando como esquerda e liderando os ataques contra as decisões na economia não tem nada a ver com comunista. E sim com os grandes alvos do liberalismo: os servidores públicos e ocupantes de cargos políticos que necessariamente irão se extinguir.

Estão também olhando para o próprio umbigo nessa luta. Muitos destes votaram em Jair Bolsonaro e agora se encontram arrependidos.

Engana-se quem acha que Paulo Guedes abandona o trabalhador. Ele tem sido coerente na maioria de suas aparições em público. Existem vários fatos noticiados o envolvendo onde é nítido que suas medidas irão fazer todos pagarem a conta.

As mesmas moralizarão trabalhador, empregador, consumidor. E ainda acabarão com o vagabundo e com os baderneiros, sujeitos inúteis a economia e ao progresso, que encontram no sistema atual meios de gozar de serviços públicos sem prestar qualquer cooperação para a formação do bolo que gera os subsídios.

Só que nem o eleitor do Bolsonaro sabe disso. São estes os que terão as regalias mais comedidas. E são também o maior obstáculo para a implantação das severas medidas já inadiáveis que tentam tramitar no Congresso Nacional.

*Este texto se vale de conteúdo informativo encontrado em material oficial de história mesclado com focos de opinião do autor.

Tempo perdido

Legiao Urbana - 1986 - Dois - cover 06 (PalladiaHD)

Todos os dias, desde o último dia 28 de outubro, quando acordo eu penso sobre o que fiz com esse tempo em que eu me encontrava dormindo e antes dele. O que eu poderia ter feito? O que ainda se pode fazer? E chorando o leite derramado volto a pensar: “poxa, tenho todo o tempo do mundo”, “é possível consertar qualquer erro”.

Antes de dormir eu procuro recordar como foi o dia. Tem havido pouca coisa que eu queira me lembrar. Acabo dando de mão ao que me faz angustiar. E isso é quase tudo. Tem sido quase todo o meu cotidiano, inevitavelmente, voltado ao consumo de notícias sobre a politica. Esqueço então da tarefa que antecede frequentemente meu sono. Busco criar opções perante o atraso civilizatório que ganha a adesão de civis e sigo em frente, lutando. Não tenho tempo a perder por estar já velho.

Só que não me sinto confortável sabendo do risco que corremos de perdermos a democracia. Nosso suor sagrado daqueles idos de 1985. Como puderam colocar em risco tão sublime conquista por causa de um ódio estúpido, armado para eleifores terem e não elegerem novamente os mesmos caras que usurpavam da redemocratização. Ainda que inocentes das acusações que os marginalizavam, mesmo os perseguidos pelos condutores do comportamento da sociedade não escapavam de terem praticado essa atividade de má-fé e descuido com o nosso bem precioso.

A democracia é muito mais bela do que esse sangue amargo que andaram fazendo jorrar em troca de voto. Levaram a sério demais o que era só uma farsa de candidatura. Uma estupidez e insanidade. Se revelaram selvagens, até quem se dizia seguir os preceitos cristãos. Guerrearam e oprimiram, julgaram mal os outros, em nome da moral, do bom costume, estando acima de tudo Deus. Maior disparate impossível. Maior falta de lógica idem.

E ninguém estranha o fato de só não ter jorrado esse sangue na ponta da faca que disseram – e até mostraram – ter sido enfiada na banha desse que foi eleito. A facada eleitoreira. Que decidiu votos e teria decidido também o rompimento do adiamento de uma cirurgia já não mais adiável na região da barriga do esfaqueado.

O que é crer num golpe tão bem articulado e visando levar o público contra a facção política que este público já estava odiando, perto do crer sem qualquer argumento bem elaborado quanto à culpa que carrega Lula e o sustenta como preso político? O povo sempre recebe o que quer receber quando está disposto a cooperar com aquele que o guia tal qual uma marionete. Eles sempre estão dispostos a dar mais disso caso seja preciso.

Após dar um selinho de bom dia na boca de Marina, corri pra janela e fitei o panorama. A manhã cinzenta guardava por trás de nuvens um sol afoito por irradiar. Falei para Marina que estava pra chegar uma tempestade que seria da cor dos olhos castanhos dela. Ela me disse pra deixar disso. Pessimismo, ela se referia. Bolsonaro teria feito da forma que fez o que fez porque do contrário nem mesmo quem votou nele votaria. Ela completou assim. Apenas para me fazer conformar com o inconformável. No fundo, a democracia ficaria intacta, na concepção dela.

Eu quis bastante ter a mesma tranquilidade que tinha Marina para aceitar os fatos e doer menos. Tudo o que eu queria era que o cara fosse um competidor decente. Eu poderia até votar nele. Mas, o cara achava que não funcionaria assim. Ele sabia fazer caras e bocas, drama, mostrar repúdio por problemas inexistentes e determinação em resolvê-los. Seus simpatizantes não cuidavam sequer de serem sensatos e investigar os esquetes que eles iriam aplaudir. Afinal, todas as insandices proferidas pelo candidato que eles escolheram iriam ser legitimadas com o voto que dariam. O importante para eles era ver sair de cena o PT. Que pensamento pequeno, que entreguismo barato!

Pra dar razão ao otimismo de Marina eu pensei: “Sim, esse ministério que ele montou sugere isto: a democracia fica”. Vai haver mudanças profundas na economia e no trabalho, mas, o regime atual fica. E depois, eu vivi os anos de chumbo, vivi os tempos do PDS, Collor e FHC. Lula e Dilma foi fichinha para mim. Posso muito bem viver o neoliberalismo e o extremismo de direita.

O eleitor do Bolsonaro é que não vai dar conta. Seu estilinho de vida fútil verá privaçäo. Sua falta de consciência social e percepção política junto com sua urgência de amadurecimento intelectual é que decretarão seu infortúnio, sua insatisfação com o sistema, seu fracasso financeiro perante ao muito que doou para erguer o governo que o deletará das decisões que o afeta. Ele será tão escravizado e oprimido quanto eu, mas, achará injusto estar no mesmo barco.

Um governo que só este eleitor, no mundo todo, fora capaz de eleger. Até mesmo sua frágil fé sofrerá abalo quando se descobrir o uso dos pastores em nome do andamento de seus negócios, que estão suas igrejas entre eles. A garantia de formação perene de fiéis, por trás da imposição de falsa conduta moral vinculada ao governo em vigor, outro interesse acordado.

Eu não. Não tenho o que perder. Continuarei sendo comunista. Avesso à futilidades burguesas. Não consumista. Não expedicionário. Ateu. Por isso não me importa se para ficar ao seu lado o presidente eleito encheu de gente de moral duvidosa e histórico jurídico não condizente com a promessa de combater a corrupção que ele fez. Eu não acreditei nessas balelas e por isso não tenho que carregar culpa de ter sido bobo. Mas, irei cobrar tanto quanto quem o elegeu a tomada de tenência e o cumprimento de certas obrigações que ficaram implícitas. A disciplina social que gera comportamento não ameaçador aos entes de bem, por exemplo.

A república vai ruir. É a mudança em que se falou tomando o cuidado de não ser claro demais. Essa ligação encripada entre Michel Temer e Bolsonaro, outra coisa que se o eleitor tivesse sabido antes com mais transparência a respeito ele não teria feito o que fez, embora pistas tivessem sido deixadas, bastando, entre outras medidas, procurar saber em quê Bolsonaro vinha votando dentro do Congresso esses últimos anos, é que dá a certeza para se opinar que um punhado de parlamentares conservadores é que vão dar pitaco nas decisões do país. O presidente vaca-de-presépio e seu vice não vão governar de fato. Vão ser biônicos. Como os governadores militares.

A república deve se transformar em parlamentarismo. Michell Temer é obcecado por isso e estava em seus planos viabilizar essa forma de governo quando articulou o golpe que o colocou na presidência e também seu sucessor. Pela importância de seu ministério, calculo que Paulo Guedes será o Primeiro Ministro. Os demais o auxiliarão. Teresa Cristina também terá força nas votações dentro do Congresso Nacional.

Marina me lembrou que no plebiscito para forma de governo em 1993 eu escolhi parlamentarismo. E no referendo de 2005: sim para o armamento da população. Mais uma vez me sinto blindado contra a tentativa de me pregarem peças me forçando viver sob condições inesperadas. Mais blindado até que os ministros em seus carros e casas buscando se defender da população inconformada com a traição e falta de cumprimento de promessas ou de metas, embora a única meta que Bolsonaro estabeleceu ele cumpriu: tirar o PT de campo. Coisa que estava facílimo de fazer sem correr risco nenhum votando nele. Era só elevar o voto para qualquer outro candidato.

Corri de volta pra cama e pedi Marina para me abraçar forte. E dizer novamente o que disse. Dizer mais uma vez que era só pessimismo paranóico o que me causava aflição, que nada estaria perdido. Queria que ela me dissesse que já estávamos distantes de tudo o que ameaçou nossa conquista de outrora, a voluptuosa democracia. E que temos nosso próprio tempo para nos adaptar à sua nova roupagem. E talvez até prosperar. Sem abrir mão do ego. E ainda podendo fazer oposição ao que não estiver nos conformes. Ainda que na surdina até certo ponto. Deixaríamos nossos fetiches esquerdistas. Se possível.

Eu sei que tudo isso é só especulação do que pode vir a se configurar após a nova posse presidencial e da nova esplanada. Mas, eu não tenho medo do escuro. Aspiro sempre o melhor, preparo-me para o pior e vivo o que vier. Da melhor forma possível. Foi bom que Marina acendesse as luzes que iluminaram a estrada do destino e eu pude enxergar probabilidades verossímeis que esse governo se atreveria fazer vingar até por não contar com muitas alternativas. Que bom que ela as deixou acesas.

O novo governo terá que contar e muito com a cooperação da maioria que não o elegeu. Os 62% de eleitores que preferiram votar em quem apresentou alguma proposta palatável ou os que se abstiveram de votar e deixar o acaso decidir por eles.

Emprego do neoliberalismo e possível transição para o parlamentarismo, isso é o que pressupostamente digo ter sido escondido. E se escondeu para angariar adesões que de outra forma não viriam.

Estado-mínimo, reduzir a participação do Estado nas relações econômicas e trabalhistas da população e enxugar a máquina administrativa pública, é uma forma de combater a corrupção sem ter que se preocupar em prender corruptos. Assim ficam soltos os que correm esse risco se apertarem o cerco para que hajam investigações. São os amigos do presidente. Ou do Sistema, melhor dizendo.

Não mais ter o povo que escolher um presidente soa como a não mais a elite conservadora por trás dos partidos e políticos ter que se valer de golpes para forçar o povo a tomar atitudes em seu favor. E não mais o poder de veto ou de proclamação de um projeto parlamentar ficar nas mãos de um único político, que pode ser um adversário dos interessados na proclamação ou no veto, que são os membros dessa elite.

E o que esses eleitores entenderam que foi prometido, ninguém dos que estão no poder prometeu. Também náo foi nenhum tempo perdido o gasto com militância eleitoreira ou com oposição. A democracia brasileira é muito jovem. E está em plena construção. Será só mais uma fase.

Adeus, Esquerda!

saiesquerdadireita

Hoje ouvi uma conversa entre dois rapazes. Nela, um deles comentava sobre um ocorrido que ele viera a conhecer. Em uma delegacia o delegado exigia de um homem que havia espancado um outro que tentara lhe roubar, que ele se desculpasse com o agredido e assim desfizesse a queixa apresentada na delegacia contra ele. Obviamente, o agressor recusou se render ao absurdo proposto. Nisso, não vendo outra alternativa, o delegado solicitou a um auxiliar seu que este puxasse informações a respeito do agressor que se prostava indiferente à sua recomendação.

A ficha policial não desabonou em nada o homem. Mas, a civil revelou muita coisa que deixou o agente da lei preocupado. Além de advogado de várias empresas renomadas, o réu advogava também para o prefeito da cidade. Não que advogado pode sair por aí espancando larápios, mas porque o advogado sabia que os procedimentos habituais do caso não estavam sendo executados e porque na certa o advogado em questão sabia do esquema de rabo preso e outras pilantragens que levam agentes da lei e juristas a inocentar ou defender bandidos.

Em seguida, os rapazes comentaram a respeito do que seria mais um episódio memorável, envolvendo o presidenciável Jair Bolsonaro. O político teria sido interrogado em tom arrasador, por um repórter com a missão de denegrir sua imagem, se o mesmo tinha uma proposta fiscal para o Brasil e se ele daria exemplo de uma política do tipo que ele pudesse adotar. Sabendo da má intenção do repórter, Bolsonaro teria revidado perguntando ao mesmo: “Só porque não sou formado em contabilidade eu não posso presidir o Brasil? Dentre os últimos presidentes nós temos um analfabeto e uma *subversiva (Não entendi bem o que disse o moço nessa parte).

Depois foi a vez de os dois héteros funcionários de call center se queixarem de que os cargos de chefia no local onde eles trabalhavam só irem parar, curiosamente, nas mãos de homossexuais amigos dos gerentes, mesmo havendo processo seletivo para se chegar a tanto. Um deles voltou a lembrar uma fala do político mencionado, que se referia ao suposto fato de Dilma Rousseff ter entregue a liderança de um ministério para uma mulher cuja formação e história profissional não lhe dava o merecimento justo: “Dilma nomeou uma ministra em seu governo, que em seu discurso fez questão de dizer que aos 65 anos de idade fazia sexo com homens e mulheres e que o maior orgulho da sua vida seria o fato de sua filha ser lésbica. Ora, o que tem que levar alguém a tal cargo é a competência e a formação para o cargo. No Governo militar economista comandava ministério de economia; médico o de saúde; militar o de defesa. É com o nosso dinheiro que se paga esses líderes.

Eu havia ouvido pela Rádio Itatiaia de Belo Horizonte, um veículo de comunicação que faz parte da chamada “mídia PIG“, ou seja: veículo de comunicação que noticia, apoia ou emite opinião de acordo com o que quer o patrocinador do veículo, uma notícia que informava que a Polícia Militar de BH baleara à morte três bandidos que assaltavam pedestres na Capital mineira e que teriam trocado tiros com policiais. Um bandido morreu imediatamente e os outros dois os policiais tentaram salvar e conduzir para um hospital, mas não resistiram aos ferimentos. O locutor concluiu dizendo que os agentes da lei teriam seguido o que mandam os manuais da corporação e agiram dentro da Lei. O locutor que forneceu a notícia à sua audiência não emitiu opinião contra a instituição militar, mas conduziu a interpretação de maneira subliminar, manobrando o ouvinte com o tom de voz ao declarar cada parte do fato. Talvez manobrados pelas técnicas subliminares infalíveis que usa a imprensa PIG em seus ataques contra a ordem, gente que talvez uma vez na vida já tenha telefonado para a instituição policial para exigir providências contra roubos a transeuntes bradou contra o “ato bárbaro” da Polícia e exigiu responsabilização aos agentes envolvidos no massacre.

Nisso, mais campanhas contra o candidato a presidente da república em voga me veio à mente. Como por exemplo a TV Globo colocando um ator para representar na telenovela “Malhação” um policial que se envolve em uma cena de racismo; um âncora de telejornal para dizer que policiais no Rio de Janeiro atiraram à queima-roupa em “suspeitos” de assalto, quando o vídeo apresentado pela reportagem, que teria sido editado pela emissora, na íntegra continha cenas em que os tais “suspeitos” carregavam fuzis na operação deflagrada pela Polícia; ou a apresentadora de um programa matinal para fazer parecer no próprio que o público concorda que em uma situação em que chega a um hospital um policial e um bandido necessitando ambos de cuidados de emergência, o médico deveria optar por salvar primeiro a vida do bandido.

Diante à chuva de acontecimentos megeros e mesquinhos a que me expus física e mentalmente no trajeto que eu fazia, me pus, baseando nas emoções que eu sentia quanto a cada um desses fatos, a refletir qual seria a minha orientação política atual. Sim, é só o imbecil que não sabe que ele pode mudar de opinião quando ele quiser. Esses ideais grancianos de preocupação da sociedade são na maioria atribuídos à mentalidade esquerdista. E eu sou contra todos eles.

Sou contra ser a sexualidade um ponto decisivo para se classificar as pessoas e as colocarem em evidência; sou contra a impunidade irracional, que leva em conta mesquinharia como, por exemplo, a idade que tem um marginal para ele ser responsabilizado de seus atos; sou contra ser contra a Polícia simplesmente por ser; sou contra as cotas em qualquer segmento, pois, acho que o sistema tem que dar igualdade para as pessoas desde as fases preliminares de qualquer pleito que elas possam ter; sou contra leis que protegem a mulher, como a “Maria da Penha“, ou os homossexuais, por estas serem inconstitucionais, já que a Constituição Nacional reza que todos somos iguais perante a Lei e se há uma agressão contra um ser humano não há a necessidade de qualificar a vítima para responsabilizar o agressor; sou contra restringir os pais de educarem seus filhos com uso de palmadas caso isso seja preciso; sou contra a hipocrisia e o oba-oba da mídia e contra a manutenção do problema da droga e do crime organizado, quando até agentes da Lei dão guarita para marginais e até simples usuários de droga que têm seus atos ilícitos refrescados por haver instrumentos na legislação que os refrescam e gente induzida a propagar que o usuário é vítima da sociedade e que ele deve receber tratamento médico e não responsabilização penal. Sou contra a arrongante baderna e poluição sonora causada pelos deseducados da democracia, que não querem respeitar ninguém e acham que têm o direito de exibir pelas ruas ou em casa, com uso de ensurdecedores aparelhos sonoros caseiros, existentes em telefones celulares ou em veículos automotores, suas mensagens agressivas, criminosas, intransigentes, perniciosas e nojentas na forma de funk, de rap e de outros ritmos. Contra investimento do dinheiro público em movimentos culturais como o Carnaval, Futebol, Parada Gay, Marcha da Maconha, eu nem preciso falar!

Eu era esquerdista quando as causas que se lutava a favor era a Reforma Agrária, a manutenção das estatais (coisa que o Governo Militar fazia e não era chamado de comunista por isso), a divisão das riquezas do país, a taxação das grandes fortunas.

Ser esquerdista hoje é cooperar com a violência e com a desordem; com a propagação do homossexualismo; com a liberação do uso de tóxicos; com o estímulo de luta de classes, mas não entre a classe trabalhadora e a patronagem, e sim entre negros e brancos, homens e mulheres, héteros e homossexuais, gente do campo e gente da cidade, nordestinos e sulistas. Cadê a nobreza de espírito? Cadê a sinceridade em vez da futilidade?

Me faz pensar no futebol: Eu era torcedor quando torcer para um clube de futebol significava ir ao campo para ver um time jogar. Hoje, vai-se ao campo para ofender e brigar, para transar nas arquibancadas, fumar baseado, roubar. A ideologia deixou de ser torcer pelo time do coração há muito tempo. Como vou me misturar no meio dessa moçada que tem se evidenciado como torcedor se não concordo com o que ela diz ser futebol? E o Futebol, no que diz respeito a clubes, federações, patrocinadores e imprensa esportiva, responde à altura conservando e até alimentando tais práticas. Explora o meio da forma como ele está, corrompido, pois, toda essa corrupção do Esporte favorece aos negócios que são sustentados por ele. Não é à toa que se vê vazar notícias, através de órgãos sérios, sobre CPIs para investigar o futebol brasileiro, corrupção na FIFA e no COB. E por aí se alastra!

E não adianta colocar só a Esquerda nessa panela e culpá-la de todo malogro que vive o brasileiro por causa da cultura propagada por esta corrente política. A Direita também se aproveita desse caos. É a lógica hegeliana em prática: “Controlar a Direita e controlar a Esquerda para controlar toda a população, pois, a população se comportará como direitista ou como esquerdista“.

Dessa aversão nem mesmo o Bolsonaro, que gosta de se pronunciar como elemento de Direita, escapa. Tá certo que ele parece saber disso e anda fazendo uns remendos. Como o que declarou em Minas Gerais para um veículo de comunicação PIG, o jornal “O Tempo“, que acha que o PMDB é refém do PSDB e que ele (Bolsonaro) é contra as privatizações e contra a política de troca de gentilezas para com partidários, que só leva corrupto para os cargos de ministro, secretários de estado ou presidentes de grandes empresas públicas como a Petrobrás. Vamos ver até onde vai o “mito”!

Desmantelando políticas de redução populacional: Apresentação

O capitalismo avança selvagemente pelos continentes, escravizando populações com um modelo social baseado na absorção e manutenção de costumes torpes, que viabilizam a prática do consumismo inconsequente.

Nisso, enormes quantidades de recursos naturais são demandadas para satisfazer produções que irão abastecer os mercados de consumo e providenciar para que o consumismo possa ser praticado e a obtenção do lucro, que é o grande combustível do capitalismo, tome forma.

Consta que para que o modelo permaneça estável é necessário que haja um equilibrio na quantidade de pessoas que se enveredam em negócios para prover de produtos e serviços os mercados; de trabalhadores a buscar nessas empresas o dinheiro para a prática do consumo que cadencia também o seu sustento; de segurados do Estado, que apesar de não mais participarem ativamente do Trabalho, são consumidores dos mercados comuns e ainda de mercados específicos, para os quais existem empreendedores a explorá-los. É preciso também moderar o número de dependentes da população ativa, como infantís e escolares, e de desocupados, pessoas que mendigam ou que se voltam para a vagabundagem, não contribuindo para a arrecadação de impostos que faz girar a engrenagem do sistema, e praticando o consumo de forma clandestina, muitas vezes livre de arrecadação, em locais onde existe a figura do comerciante e do trabalhador informais, que também precisam ser eliminados.

O canibalismo que descreve essa necessidade de controle populacional do capitalismo vai mais longe, pois, entra em cena a necessidade de espaço para assentar as pessoas que participariam do sistema e para a construção de habitações para elas e para os empreendimentos.

Essa ocupação põe em risco a existência em número natural de animais improdutivos, os selvagens, e animais de consumo. Espécies inteiras terão que ser dizimadas, o que já acontece com o crescente nascimento de proles inférteis, devido à manobras humanas, algumas verificadas em rios por pesquisadores londrinos. A parte própria da zootecnia sofre golpes em seu consumo, como o enquadrado recentemente no Brasil  na Operação Carne Fraca, para que a população deixe de consumi-la e assim a desocupação de espaço possa ser operada.

Além das táticas estipuladas para a retirada de animais da face da Terra, há outras que visam reduzir humanos. O Fator Guerra para causar mortes em larga escala e necessidade de reconstrução de nações não pode mais ser empregado devido ao crescimento intelectual e senso crítico da humanidade, além de vazamentos de informações que chegaram ao grande público. Por isso, táticas mais subliminares foram criadas para cumprir o objetivo de causar mortes ou evitar nascimentos, sem que os povos desconfiem de se tratar de gestão populacional.

Retirado do livro “Os meninos da Rua Albatroz“, esta série irá discorrer sobre as estratégias descritas abaixo.

  • Investimento em grupos terroristas para realização de atentados.
  • Investimento na legalização do aborto.
  • Campanhas de vacinação.
  • Corrupção da sexualidade.
  • Administração na sociedade de alimentos e remédios alopáticos industrializados para o fim de adoecimento e de calcificação do cérebro.
  • Aplicação de flúor na água potável.
  • Investimento em epidemias.
  • Investimento em doenças sexualmente transmissíveis, neurodegenerativas ou causadoras de imunodeficiência.
  • Investimento em alteração do clima.
  • Investimento em tragédias.
  • Investimento em guerras civis e rebeliões concentradas.
  • Investimento em métodos contraceptivos.
  • Investimento em sexo virtual.
  • Destruição da família e da instituição do casamento.
  • Ecumenismo.
  • Investimento no consumo de drogas e álcool.
  • Investimento em movimentos sociais, incluindo o machismo e o feminismo.
  • Corrupção de hábitos.
  • Emburrecimento e infantilização de adultos.
  • Sabotagem de políticas sociais.
  • Enaltecimento do racismo.
  • Uso de armas psicotrônicas e perturbação sonora por meio de veículos automotivos.

Todas essas táticas e outras mais são visíveis de estarem em plena vigência no mundo e aparecem nos jornais em análises propositalmente deturpadas, mas, aqui no blog, como também no  livro citado, você obterá informações que lhe ajudarão a pensar fora da caixa e a se defender de estar entre os que serão eliminados.