Projeto “Tudo ao seu alcance”

Ser dono da própria realidade é o desejo mais comum entre os seres humanos. Mas, será que isso é possível?

Se analisarmos como é a realidade verificaremos que ela é controlada por humanos. Minoria de poderosos que dominam a imensa maioria e traça para ela seus destinos.

Ser dono da própria realidade, então, é se livrar das amarras desses poderosos. Mas, como será possível essa libertação?

Bem, há quem conseguiu se valendo de caminhos tortuosos como a violência. Porém, não está à mercê de qualquer um essa iniciativa. E há aqueles que despertaram naturalmente inteligência incomum e fez dela o seu acesso à sua carta de alforria.

Todos desse caso foram abordados pelos poderosos e hoje fazem parte da cúpula. É o que acontece e sempre acontecerá com quem a vida lhe trouxer alguma generosidade intelectual. A beleza também já libertou pessoas.

Todos acreditamos nas forças místicas que existiriam ao redor, fazendo parte das forças da natureza material. E cada um à sua maneira recorre à essas forças para aliviar-se da escravidão ou apostar na escapatória de algum problema se valendo do recurso.

Mas, ninguém pensa em usá-las em favor da própria libertação, do domínio da realidade. É isso que esse projeto em vídeo discorre. Absorva os ensinamentos se você faz parte do grupo escravizado e não está satisfeito com isso. O projeto é inspirado no livro “A magia que enriqueceu Tony“.

Quando a morte cai bem

Aqui no Ocidente, a morte é vista como o fim do materialismo. E por sermos totalmente materialistas, a tememos. Nos enchemos de angústia e aflição quando ela se aproxima ou quando nos leva uma ente querida. Só o que nos alivia é saber que o instante zero da contagem regressiva para o último suspiro é irreversível. Nada podemos fazer para modificá-lo e perdurar mais um pouquinho no cantinho onde nos acostumamos a estar mesmo se passando privação.

Quando éramos primitivos não tinha isso. Nada de lamentar deixar para trás o que se possui; nada de quem fica lamentar não ver mais quem partiu; mesmo em vida, nada de tomar gosto por recordar momentos vividos e criar frustração devoradora por não mais poder revivê-los. Para o primitivo: “morreu, acabou”.

Tava mais era para encarar a vida como um jogo. Durar o quanto pudesse. Eu, por exemplo, nesse jogo já duro cinquenta anos. Minha meta é chegar aos setenta, mas, se não der, apenas não alcancei essa meta. Nesse meio tempo outras eu alcancei. E isso é o que importa.

Foi quando as sociedades se complexaram é que veio mais proeminentemente o medo da morte. Não necessariamente por uma preocupação materialista. É que inventaram a religião. E com ela a vida após a morte; um vínculo falso dessa vida póstuma com a terrena, que baseado em comportamentos morais tidos aqui na Terra seria determinada, podendo ser boa, ao lado de um ser angelical, ou indesejavelmente má, sob a punição de um ser demoníaco.

A partir daí é que passaram a ficar, aqueles que não atingirem liberdade de credo, reféns da preocupação com a morte. Além da mesquinhez materialista se passou a querer prorrogar a morte sob a alegação de ainda não ter tido tempo de ser altruísta e garantir sua estadia ao lado do ser angélico.

Nessa pandemia, eu conversava com um amigo, cientistas e políticos – e outros líderes mundiais – estão perdidos. Demonstram não saberem o que fazer para controlar o avanço da doença que assola a humanidade. Usam do artifício de deixar que as notícias que apavoram, dadas pela imprensa aliada deles, distraiam da população o embaraço deles, enquanto não aparece uma solução.

Eles atuam moldando a opinião da massa. Seria muito menos eficaz a tática deles se atuassem sobre a cabeça do ser individual. O pior que pode acontecer com o acometimento dessa doença é a morte. Se trabalhassem a mente das pessoas para enfrentar essa particularidade natural de cada um de nós o pânico inexistiria. Menos ainda a pandemia seria problema.

Se todos estivessem conscientizados, tranquilizados, acostumados com a ideia de que morrer é inevitável e que o que importa é até onde conseguimos ir, o que pudemos fazer e que deve ter outra existência sim depois da morte, mas que nenhum vínculo com a fase vivida na Terra tem, questões como, por exemplo, deixar de trabalhar para se pôr isolado e evitar a circulação do agente patogênico, que deixam carecas os materialistas que buscam defender a economia, inexistiriam.

Nisso, se houver colapso de atendimento em hospitais, mortalidade em massa, só seriam afetados esses mesmos líderes que pagam para a mídia gerenciar o pânico. Administrar a humanidade – e o fazem para o seu bel prazer – é da competência deles.

Aquele que estivesse entubado aguardando o último suspiro gastaria seus últimos instantes tomando consciência de até onde foi no jogo e contabilizando pra si mesmo seus feitos. Sem qualquer lamúria, dele e de seus entes queridos, tomaria o barco para a próxima existência e fim de papo.

Eu, particularmente, às vezes penso em todas as coisas que eu gostaria ou tenho para fazer. A maioria delas eu não vejo perspectiva de que vou lograr sucesso na realização do pleito. O motivo principal é o financeiro.

As chances de eu conseguir um bom emprego, que patrocine essas realizações, ou êxito num empreendimento ou na busca de popularidade e aceitação pública para conseguir um bom volume de vendas dos meus trabalhos intelectuais, como meus livros, não me parecem serem claras, de modo que eu possa apostar nelas. E eu tenho nítida noção de que isso é que é o normal da vida do terreno médio.

Tem momentos em que sinto algum mal-estar, algum incômodo físico, alguma dor ou depressão, que penso que morrer me cairia bem. Não deve existir quem ache que nossas sensações orgânicas são sentidas no mundo espiritual, será que deve? É preciso de um corpo físico com órgãos funcionando para sentí-las.

O mundo espiritual é que nem o que temos em mente quando imaginamos. É que nem o que experimentamos quando estamos sonhando. É presença pura, consciência pura.

Andam noticiando que a Nasa teria detectado evidências de um Universo paralelo, eu não tenho dúvida que quando imaginamos ou sonhamos estamos o acessando. Estar morto seria estar nele ao invés de só acessá-lo. Logo, por que eu lamentaria morrer se quando imagino ou sonho eu não sinto dor, depressão ou passo privação? E ainda vivo só experiências incríveis, atemporais e não locais. Sem qualquer limite que o corpo humano possui.

Agora é esperar este texto ter o acesso dificultado porque se muita gente refletir sobre ele e começar a pensar assim fracassarão os trabalhos da grande imprensa, criadora de pânico, das religiões criadoras de temor e falsas esperanças, dos administradores da humanidade, que só pensam no próprio umbigo… Para melhorar a audiência não vou pôr anúncio e links para a compra de nenhum dos meus livros.

A farsa da Dependência Química

Se cada um de nós expusesse sem medo sua opinião a respeito de cada assunto polêmico, sem se preocupar se a mesma procede ou se ajuda, teremos uma discussão informal que só poderia resultar em encontrarmos, da maneira mais natural possível, as saídas para os problemas. E quando se conclui algo de maneira natural, não encontra a solução resistência para ser empregada.” (A.A.Vítor)

diganaodrogas

Eu conversava com uma mulher que tinha dois filhos e queria ter o terceiro para encerrar a produção maternal. Ela mantinha os ouvidos entupidos com um fone de ouvido de fios brancos plugado em seu Moto G. Ouvia Legião Urbana e me falou que adorava o Renato Russo. Sem muito o que dizer, comentei que se ela viesse a ter mesmo o terceiro filho e ele nascesse homem, o nome para o qual ela já o teria: Renato. Ela, por sua vez, me disse que poderia ser, mas, que ela achava que todo Renato é levado e difícil de educar.

Então, eu disse para ela que sua concepção sobre nome e personalidade poderia ser revista. E apresentei para ela a minha concepção. Nisso, eu disse para ela que era muito comum pessoas colocarem nos filhos nomes de apóstolos de Jesus. A maioria querendo fazer homenagem a uma personagem bíblica, não muito interessada em obter em casa um profeta ou um ente iluminado por Deus. No entanto, a quantidade de Lucas, Mateus, Tiago com comportamentos avessos, conforme a escritura, ao dos apóstolos homenageados é indiscutível de ser grande.

Eu expliquei a ela que não bastava ela colocar um nome. Ela teria que educar o filho informando para ele, pelo menos na fase em que assimilamos tudo o que nos é ensinado, que o nome dele fora inspirado em determinada pessoa. E enaltecer as qualidades da tal pessoa, entusiasmada e insistentemente, toda vez que falar com o filho sobre seu nome. Isso vai fazê-lo se condicionar ao xará original. Vai, com boas chances, programar sua mente a ser como a pessoa na qual seu nome foi espelhado.

Haverá um sentimento incógnito de que tal fato é o que a mãe espera do filho e o filho haverá de querer corresponder essa expectativa. O dinamismo com que a mãe utilizar essa psicologia é que irá garantir o sucesso de sua investida quando o garoto deixar de ser garoto e passar a tomar suas próprias decisões sem estar vinculado à qualquer instrução de terceiros, vínculo afetivo ou dívida de gratidão. As experiências vividas pelo garoto durante os tempos em que o que decidia por ele eram esses fatores vão pesar nas suas escolhas futuras. Terá sido prodigiosa sua educação infantil.

Antes que ela me dissesse que Renato não é um nome bíblico ou que o Renato Russo não tinha as características que ela gostaria de ver em seu filho se ele viesse, eu lhe informei que a pessoa cujo nome ela quisesse dar ao filho não precisava ser a original no momento de utilizar o método. Ela poderia inventar um Renato e falar sobre as características do Renato de sua imaginação para programar o filho através desse método de ligar uma pessoa a um nome. Ela poderia até arrumar uma foto mais ou menos do perfil que ela tivesse em mente e utilizá-la para ajudar o filho a criar uma imagem mental da inspiração que lhe deu o nome. Sem problemas se o filho viesse a descobrir no futuro a pequena mentira da mãe, pois, ele entenderia a necessidade demandada.

O problema da droga no Brasil é mantido por uma elite que quer que hajam os drogados. Um drogado é útil ao crime organizado, aos políticos mal intencionados, ao controle populacional. Não vou aqui descrever cada referência feita, discorro em outra postagem, mas, o que quero dizer é que só não conseguimos acabar com esse problema ou pelo menos minimizá-lo ao ponto de não ser mais um problema social a existência de viciados em drogas, porque uma elite que sabe lidar com o qual não o quer. Pelo contrário: quer manter e utilizar.

Eu não sou médico para dizer oficialmente o que direi. E nem quem é, principalmente se for comprometido com essa elite, poderá dizer. Por isso, deixo claro que se trata da minha opinião. Mas, o que leva o drogado a se manter nessa condição não é exatamente as disfunções ou distúrbios causados em seu organismo. Não é a briga hormonal ou enzimática que acontece dentro do corpo por falta do ingrediente que mantém o estado psíquico, por exemplo, a que se acostumou o drogado, lhe causando intolerância, que é  o principal motivo de sua persistência no submundo das drogas.

Os médicos já demonstraram que conseguem desintoxicar um dependente químico a ponto de deixá-lo livre dessa perturbação de seu organismo. E quantos ex-drogados entraram nessa condição por terem passado por uma igreja dessas bem radical em seus ritos de louvor? Se fosse as disfunções químicas do organismo as responsáveis pela manutenção do estado drogado, por que razão elas deixaram de existir tão somente porque o mesmo passou a participar de cultos religiosos repetitivos? Pelo alcance da Graça de Deus é que não foi! Ou, então, temos que investigar melhor o que chamam de Graça de Deus, pois, há um poder muito grande nisso e que é comum a qualquer ser humano de ser alcançado. Sem precisar de igreja, pregadores ou qualquer outra coisa própria do meio ecumênico.

Faz pensar que uma vez condicionado a algo que se queira deixar e não se consegue, a saída é viciar-se em outra coisa. Em religião, em hobbys como colecionismo, em sexo. Mas, viver livre novamente é praticamente impossível. Ser livre é ser totalmente dono do próprio nariz, sem ter dependência de qualquer coisa. Ser livre é fazer qualquer coisa por querer fazê-lo e quando não se quiser fazer mais essa coisa não é preciso migrar para outro afazer.

O que tentam esconder e conseguem é que para um drogado sair dessa condição a primeira aititude que ele deve buscar é afastar-se do meio e das atividades que são comuns do submundo da droga. O que faz ele ir atrás da maldita é estar no meio onde ela é popular ou manter hábitos e atividades que levam a desejá-la ou a desejar ir a esses antros.

Eu observei uma pessoa que saiu de um internato em uma clínica de recuperação após ter sido considerada curada. Da clínica ela foi para sua casa. Porém, na casa dela ela não tinha a droga, mas tinha tudo o que a faria ir atrás dela. E onde encontrá-la, mesmo o rapaz ficando um bom tempo fora de circulação, não mudou de lugar.

Na sua casa, o próprio encontrou a televisão para ver os programas que contém os ícones da gente do meio consumidor de droga que ele frequentava. Nela ele via os filmes com pessoas que falam o linguajar e do modo e timbre com que fala essa gente. Trajando os trajes que são pertinentes dos membros dessas colônias se trajar. Cujos temas dos filmes, violentos geralmente, são os que incitam essa gente e a motiva a imitar na vida real.

Da mesma forma, o rádio ou os mp3 para ouvir as mesmas músicas que além de insinuar pela batida têm o conteúdo letrista carregado de sugestões para “ir ver a galera” ele tinha à disposição. E no que se for ver a galera, ou seja, parar nos antros onde o consumo é frequente e sem cerimônia, a recaída é inevitável. Todo mundo em um meio onde se sente bem tende a fazer o que faz a maioria para evitar não ser aceito e com isso não poder contar com o que no tal meio lhe faz se sentir bem.

E tudo volta ou nada muda. No caso que estou mencionando o sujeito na casa de recuperação saiu do mundo das drogas, mas conservou latente o mundo das drogas dentro de si, era só estimulá-lo a reaparecer. Era só se expor à mídia, pois, tudo que a mídia faz é para patrocinar esse estímulo. E Einstein disse: “É estupidez achar que vai conseguir realizações diferentes se mantendo a fazer as mesmas coisas“.

Ou seja, o sujeito continuava a ver e a ouvir o mesmo que é próprio da situação de drogado; a falar o linguajar do meio; a trajar-se como o que é próprio desse gueto; a procurar por iguais, dentre os quais, pessoas que saíram e voltaram, pessoas que pensam em sair e pessoas que jamais querem deixar essa vida. Qual a chance da expectativa de ver esse sujeito reabilitar-se?

Se ele conseguisse se abster dos entorpecentes preservando esses itens ele estaria realmente curado. Logo logo ele abriria naturalmente mão de todo o resto, pois não lhe satisfaria mais. Ele criaria para ele novos julgamentos e, dentre outros motivos, ele não se veria enquadrado num estilo de vida conflitante com àquilo que ele passaria a entender como ser o seu.

Podemos verificar isso naqueles que saem de uma fé cristã e entram na protestante, por exemplo. Pegando-se as mulheres: logo elas deixam de vestir roupas curtas, deixam de se preocupar com vaidade, passam a andar com Bíblia debaixo do braço, a abordar todos que veem pela frente e insistir para que conheçam sua igreja.

A considerar essa visão, o vício do cigarro é muito mais preocupante que o das drogas. Por ser legal, você pode se deparar com uma sugestão sem caminhar muito. Você não tem como evitar ver um fumante praticando seu vício e enchendo a cabeça de um ex-fumante de sugestões para ele retornar à atividade como tem como evitar as sugestões que levam ao mundo das drogas, que por ser persuasivo demais tem vários aspectos mantidos na ilegalidade para que seja possível conter o avanço dos problemas sociais lhe peculiar, que são maiores do que os causados pelo culto ao cigarro ou ao álcool.

O sacrifício do ex-drogado, portanto, é maior: ele terá que selecionar os programas de TV e os de rádio, incluindo as músicas a ouvir, se ele quiser continuar a utilizar essas mídias; ele terá que abster-se da participação em determinados eventos ou presença em determinados compromissos sociais; terá que rejeitar certos lugares e uma série de outros instrumentos da sociedade que implicita ou explicitamente levam um indivíduo a se desagregar por causa do culto às drogas. Até que ele perca totalmente o interesse dos costumes patrocinadores da vida que ele quis deixar, ele terá que se comportar quase que como um ermitão. Sim, abster-se dos mecanismos da sociedade que levam à futilidade e consequentemente às drogas é se tornar um eremita.

Todo este texto expressa a minha opinião!

PSI – Ball

PSI-Ball é uma bola formada pela mente. Consiste em aproximar as palmas das duas mãos e imaginar uma bola colorida a ser formada no espaço que fica entre as duas mãos. O ponto forte da convicção de que realmente uma bola de energia psíquica foi formada é quando sentimos calor interno nas duas mãos e externo no intervalo entre elas. Em experimentos feitos em grupo se usa solicitar que alguém do grupo informe se o calor pode ser sentido por ele. Mas, a solicitação deve ser feita com cautela para não influenciar psicologicamente aquele a quem a solicitação é feita, pois ele pode dizer que estar a sentir o calor da energia criada tão simplesmente porque foi influenciado a sentir.

A mente humana, podemos dizer o pensamento humano, é constituído de vibrações que transitam em ondas. Essas ondas vão realizar as sinapses cerebrais. As sinapses são como o circuito integrado de um chip de computador. A tarefa a ser executada – no caso o pensamento a existir – se descreve pelo caminho descrito pelo sinal elétrico através dos circuitos. Assim como no circuito integrado, o itinerário dos sinais elétricos podem ser mapeados, descrevendo o tipo de pensamento obtido para o tipo de sinapse feita.

A PSI-Ball ajuda-nos a treinar a capacidade de visualizar e mentalizar. Duas práticas imprescindíveis para quem aposta que os problemas deste mundo podem ser resolvidos e que o caminho é o desenvolvimento psíquico, já que politicamente a coisa é mais complexa. Quando imaginamos estar a formar uma bola energética entre as mãos, realizamos as sinapses específicas e emitimos para o exterior a energia resultante do pensamento gerado. Utilizamos a palma da mão como um acumulador e formamos um campo gravitacional. Essa energia pode ser formada com desejos de paz, amor e harmonia, mas também com o inverso disso tudo. E uma vez acumulada em um campo gravitacional ela pode ser liberada e ir contagiar outros ambientes com a sua característica. Essa é a explicação do que seria e também a expectativa dos que produzem bolas de energia psíquica pelo mundo a fora. É preciso acreditar para realizar. Crer é criar.

psiball

IMAGEM: Youtube