Qual a dificuldade em encontrar a cura para a Covid-19?

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FONTE DA IMAGEM: Canal do Pet

Algo me intriga. Se o coronavírus é um vírus manipulado em laboratório, então, já possuem o antídoto da doença que ele causa porque é esse o modi operandus de quem manipula vírus letal para propósito de guerra biológica ou de bioterrorismo.

O portador do antídoto aguardará o cumprimento do objetivo com o vírus e logo aparecerá oferecendo a cura a um salgado preço, o qual, por estarem aterrorizadas, todas as populações do mundo aprovarão que seus governos destinem a vultosa soma de dinheiro ao laboratório vil e mercenário.

Em vez do governo deveriam ser as grandes corporações a pagarem pela vacina, pois, são seus colaboradores e consumidores que estão sendo afetados. Já pensou a Exxon-Valdez ou a Coca-Cola falindo por falta de trabalhadores e de compradores do seu produto porque foram dizimados pela pandemia administrada? Mas, o pânico é criado no povo exatamente para não se ter a serenidade necessária para exigir isso.

Se a manipulação visava uso em estratégia biológica, o maior suspeito do ataque seria a China, de acordo com o que noticiam sobre a origem do vírus, a atual situação de controle da epidemia que a China se encontra e o caos em que se vê o mundo, principalmente os Estados Unidos, que favorece seus interesses políticos e comerciais. Mas, ninguém escapa de ser o culpado atrás do coronavírus. Nem os Estados Unidos, nem a Itália e nem Israel.

Se nada tem a ver com manipulação viral e ação terrorista o ensejo, uma informação constante que pode ser considerada oficial é que o vírus é uma variante do coronavírus. O coronavírus original é um vírus que afeta apenas os animais, como os cães e os gatos, que se infectariam devido à ataque de morcegos.

Seus efeitos em humanos teriam iniciado em 2012 na Arábia Saudita, conforme a Wikipédia, e chegado ao homem devido a hábitos alimentares exóticos que teriam probabilizado o consumo de carne infectada com o vírus. A China, por exemplo, talvez por causa dos problemas que possui com abastecimento alimentar de sua enorme população teria desses hábitos exóticos. Por lá comeriam cobras, ratos e morcegos.

A vacina anti-rábica, que combate o vírus da raiva, é aplicada em animais domésticos como prevenção. No homem ela é aplicada apenas em casos de transmissões do vírus da raiva por meio da saliva canina por exemplo.

Um dos transmissores da raiva a esses animais é o morcego. O morcego também transmitiria a eles os dois tipos de coronavírus inicialmente detectados. Os que poderiam ter sofrido mutação ao ser absorvido por humanos através de ingestão.

Esses dois tipos são combatidos nos animais domésticos através de vacinação. De 6 a 8 semanas de vida do animal são administradas as vacinas V8 e V10.

A pneumonia é o quadro mais crítico da Covid-19. A medicina já tem sob controle o tratamento da pneumonia há muitos anos. Basta uso de penicilina, como o Benzetacil, para que os mais jovens não alérgicos à penicilina se safem da doença. Já os mais velhos, devido à baixa imunidade sempre foi mais complicado medicar, porém, não é isso privilégio da Covid-19.

Com todo esse conhecimento sobre o combate aos coronavírus originais e tratamento da pneumonia, será mesmo que estão encontrando dificuldades para controlar a Covid-19?

A sorte pode ser provocada

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Ouvi uma conversa na qual um homem dizia para sua ex-mulher, que ele reencontrava, que não teve sorte na vida. Teria ele feito tudo certinho, buscado desejar ardentemente o que quisesse ter e mantido fé inabalável na realização do que desejava. E, no entanto, o homem se encontrava deixando a meia-idade com pouco patrimônio, mal empregado, ganhando pouco e sem dinheiro de reserva para fazer qualquer coisa. Sem condições, sequer, de manter uma mulher ao seu lado, por não poder sustentar aos dois.

Me pus, diante à minha bisbilhotagem, a refletir sobre essa questão da sorte. Será que ela pode mesmo ser criada, produzida, planejada, projetada?

Com foco na conversa, o que o homem chamava de sorte seria o que em outros antros é chamado de ter se tornado bem sucedido. Logo, ele dava o primeiro passo quando iniciava um desejo e o conservava em mente.

Porém, o desejo por si só não se transforma em realização. Quando ele visualizava isto e ficava à expectativa disto acontecer ele colocava em movimento sua fé. Outro passo que ele dava. A fé deixa a gente otimista, mas, no estado de espera.

É preciso que usemos de técnicas que nos faça desenvolver a intuição. Durante o estado de espera provocado pela fé iremos fazer uso dela para intuírmos o que precisamos fazer ou aonde devemos ir para que a condição para que o fruto do nosso desejo possa ser manifestado na realidade seja alcançada.

De porte do que precisamos ou estando onde devemos estar para vermos se materializar o que desejamos, levados a isso pelo trabalho de nossa intuição, vem a fase de mover a palha. É como estar de porte dos ingredientes e querer que uma porção de trigo misturada com ovos e leite se transforme em um bolo coberto com chocolate: Se não formos dar a forma de bolo à massa e cobrí-la com chocolate não teremos o desejo de comer o bolo realizado. Então, nessa receita, após o desejo e a manutenção da fé vem a ação. Mover-se é por-se em ação, é agir.

Mas, se ao agir as coisas derem errado, é imperativo perseverar. Dizer para si: “Putz! Dei o chute e a bola não passou nem perto.” ou “Puxa! Bateu na trave.”. Ir para casa mantendo aceso o fogo do desejo e inabalável a fé na obtenção do êxito. E voltar às práticas que ajudam a intuir nova oportunidade. Testar, testar, até acertar a vez derradeira.

No mundo quântico em que vivemos as probabilidades são infinitas. Nada é impossível. O impossível é apenas uma das probabilidades de ocorrência de um evento. Por sinal, a que tem menos chances de ocorrer se nunca desistirmos de tentar até encontrarmos a probabilidade que nos atende.

Uma boa reflexão para entender a verdade disso é por à prova que “não fazer” é uma ação que se toma, é algo que se faz. Basta usar o diálogo:

– O que você fez?

– Não fiz!

– O que você não fez?

– ????

E, se ao agir as coisas rumarem para darem certo, entram em cena a atitude condicionadora e a humildade.

A primeira se refere ao comportamento a ser adotado quando a oportunidade está nas mãos. Nada de achar que a partida está ganha ou que tem a situação sob controle.

No campo do emprego, ainda teríamos que conquistar o recrutador que vai nos dar uma vaga. Já a desejamos, botamos fé que ela viria, intuimos o que precisávamos fazer para a abocanharmos e aonde tínhamos que ir para encontrá-la. E agimos, fomos até ela. Se não demonstrarmos merecer a vaga – se não tomarmos atitudes que mostram para o recrutador isso – nada será obtido. Ficaremos no meio do caminho, tendo apenas ganhado a experiência de se vir capaz de chegar até onde chegou. Faça novamente do mesmo jeitinho e melhore-se para a fase que vem depois.

E se demonstrarmos qualidade demais, capacidade demais, vontade demais, podemos assustar o recrutador e fazê-lo considerar que pecamos por excesso. Devemos ter humildade suficiente para abrir mão de esnobar toda nossa competência e mostrar apenas que somos competentes, abertos a aprender e a aceitar soluções dadas por outros, ainda que não melhores do que as que podemos prover. Demonstrarmos toda a nossa competência deve ser uma necessidade dos outros e não nossa.

Essa é a receita para fazer a sorte mudar. Ninguém que teve que ir à luta e se tornou bem sucedido, de modo que as pessoas o chamam de sortudo, fez algo diferente disso ou pulou quaisquer dessas etapas. Ainda que sem saber o que fez.

E, para brindar longa vida à sorte se ela vier, jamais podemos deixar de nos sentir agradecidos por sermos capazes de realizar por nós mesmos nossos desejos, valendo-se de técnica. O agradecer e sentir-se agradecido nos dá sustentação espiritual para estarmos sempre a produzir sorte, estarmos sempre com a sorte nos acompanhando.

Experimente esse algoritmo e verá que o acaso da sorte inexiste. O que existe é vontade de produzir a própria realidade. Insistindo até que a probabilidade do êxito – que existe previamente, já que é imaginável, entre as probabilidades para qualquer situação – seja selecionada.

Quem é sábio não constrói amuletos, constrói a sorte!

*Leia o livro “Todo o mundo quer me amar” e encontre mais reflexões como esta!

Os efeitos da motivação

A motivação é um estado interno que mobiliza pessoas a consumar atos. Pode ser que haja um hormônio específico dentro do corpo humano que se mantém latente até que determinada condição surja e o desperte, fazendo com que ele realize suas funções, às quais fariam com que o indivíduo fique motivado. Ou então, suponhamos que haja essas funções, realizadas por hormônios que já conhecemos, que quando estimulados sob determinada condição cause a motivação.

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Ninguém duvida de que quando estamos motivados realizamos milagres. E a recíproca também é verdadeira: quando realizamos milagres há a constante de estarmos motivados.

Milagre é tudo aquilo que queremos ver em nossa realidade e vemos.

Essa probabilidade fictícia faz parecer que estar motivado faz as coisas acontecerem para que realizemos milagres. Nos faz pensar em frases consagradas dos esotéricos, como “o universo conspira a nosso favor e providencia para que tudo que necessitemos para que realizemos milagres esteja configurado para tal e venha ao nosso encontro como num passe de mágica”.

Como será possível isso? Se a motivação fosse mesmo uma atividade hormonal desencadeada por uma atitude, seria muito fácil fazermos mudanças na nossa realidade e nos tornarmos donos dela. Porque não estamos fazendo isso? Estaríamos escolhendo sofrer quando não estamos levando a vida que gostaríamos de levar? Deve haver algo mais nessa explicação surreal em demasia para, por fim, convencer as pessoas que é simples assim.

Você certamente já ouviu ou leu a frase “O Amor Está no Ar”. Ela quer dizer que basta você entrar em sintonia com a frequência do amor que você passa a ver o amor acontecendo ao seu redor.

Assim como nessa proposição, talvez tudo que você precisa para dar vida aos seus milagres é estar em condições de enxergar e manejar os elementos que estão a todo instante a sua frente e ao seu redor. Uma vez feito isso o que se tem que fazer é lidar com eles.

E para acessar essa realidade em que os objetos estão a seu dispor para serem organizados conforme a sua preferência, vamos dizer assim, você precisa estar internamente na condição hormonal dadas pela motivação. Você tem que estar motivado.

Existem técnicas e técnicas que fazem com que nosso cérebro crie sensações que nos deixam com vontade de fazer qualquer coisa, além de bastante inspirados e com muita imaginação e criatividade. Yoga, ressonância harmônica, mantras, exercícios respiratórios, meditação.

Conhecer e utilizar essas democráticas técnicas passa a ser indispensável para o nosso caminhar. Estar disposto a viver a vida que se quer levar é imperativo para quem quer ser feliz. E a felicidade, sendo verdade o que escrevo aqui, está completamente ao alcance de qualquer um.