Como fazer seu dia passar devagar

Nos dias de hoje, as pessoas se queixam de que mal o dia começa e já acaba, mal é Ano Novo e já é novamente Natal. Tudo passa muito depressa. Não se tem tempo para nada. Não se pode perder tempo. Daí, frases como “a vida é curta” e “antigamente o tempo passava mais devagar” ganham a boca das pessoas como se fossem verdades absolutas.

No entanto, a vida é curta para quem vive pouco. E, embora haja cientistas dizendo o contrário, a Terra continua fazendo seus giros em torno de si e em torno do Sol com a mesma velocidade e percorrendo a mesma distância, portanto, as horas continuam a serem formadas de 3600 segundos pra gente viver cada um.

O tempo não existe. O que faz-nos ter a sensação de eventos cíclícos acontecendo é o nosso cérebro. Desconsiderando a ação das nossas crenças e afazeres nesta análise, para influenciarmo-nos a ter a sensação de ver o tempo passar mais lenta ou mais rapidamente basta enganarmos nosso cérebro. Por exemplo, se ele realiza muitas atividades num mesmo período, ele estará funcionando aceleradamente e com isso estará com a atenção hiper ocupada, como a observar um jogo de ping pong. Os minutos não serão sentidos e por isso as horas tendem a encurtarem-se. Em contrapartida, se o cérebro faz o contrário, ele começa a trabalhar mais espaçadamente, podendo observar tudo o que acontece, nos mínimos detalhes.

Uma das formas de fazer isso, enganar o cérebro para observar o passar dos eventos mais rapidamente ou mais lentamente, é utilizando um artifício que faça mudar a vibração do corpo, se possível para a vibração natural com que viemos ao mundo. Utilizando essa manobra vemos surtir em nós mesmos alguns efeitos que contribuem para notarmos o dia a passar mais ou menos lentamente. Mantemos uma respiração rítmica e prazerosa, mantemos a mente mais aberta e observadora, nos movimentamos mais ou menos suavemente. Adotamos a frequência normal de cada coisa. Nada de dar passadas largas quando deveríamos andar no passo normal estabelecido pela natureza para o ser humano. Se distribuirmos o prazo que temos para executar cada rotina a que nos dignamos a fazer durante o dia considerando nosso ritmo normal, não precisamos correr para nada.

E algo curioso que tenho observado desde que entrei nessa de mudar minha vibração para a vibração normal do ser humano: Quando estamos nessa situação de estar regulado, realizando fluxos no tempo certo, parece que influenciamos os outros a se ajustarem a nós. Ou parece que os observamos em câmera lenta ou achamos que eles imaginam estar a andar em velocidade maior do que a que realmente andam, a qual nós, ajustados, temos a exata dimensão de qual é a velocidade correta com que os outros deslocam-se. Parece que mudamos os hábitos dos outros quando mudamos o nosso, pode até ser, mas, de primeira mão, penso que o que ocorre é isto: observamos tudo na real velocidade dos acontecimentos enquanto que quem não está sintonizado com o seu ritmo natural observa-se e observa ao redor conforme o seu estado mental.

Para completar a tática de fazer o tempo mover conforme se deseja, e no caso: para torná-lo mais rentável, procure ir dormir e acordar cedo. Só isso já faz o dia crescer. Perdemos muito desperdiçando alguns horários em que deveríamos estar a dormir e outros em que estar a levantar durante eles produz reflexos positivos incomensuráveis para a saúde física e mental e ajuda-nos a aproveitar bastante o dia, achando que há prazo suficiente para conferir e construir qualquer coisa e nos pegando sempre a dizer “nossa, ainda são tantas horas”. Construir no cérebro a sensação de que o tempo passa devagar é um grande passo para a prosperidade, uma vez que nos livra do stress causado pela sensação de estar em uma correria. Sair do stress conta muito para ser feliz.

O caminho da mão esquerda

Partindo do pré suposto de que há uma existência metafísica, da qual viemos para este mundo e à qual voltaremos, vamos entender a passagem pela Terra como uma existência que deve ser proveitosa. Haveria então um reino espiritual, vamos dizer assim, de onde não se consegue estabelecer contato satisfatório, cujos viventes desse reino tem o maior interesse em transmitir conhecimento para o lado de cá, a fim de aperfeiçoar o planeta e também os seres humanos, que seriam o involucro que os seres espirituais encontraram para poderem de tempos em tempos dar um passeio, sair da vida espiritual para experimentar a vida terrestre.

Continuando a divagação, se assim for, não há porque nos encarnarmos neste mundo para experimentar sofrimento. Ninguém sai de um país para ir para outro conhecer a miséria e comer nele o pão que o diabo amassou. Todos vão se divertir.

A outra suposição que fazemos com base na divagação apresentada, é que os seres do mundo espiritual enseja tornar mais perfeito o invólucro que usa para existir aqui na Terra. Por exemplo, poderíamos ter acesso, através dos sentidos que temos ou de um em especial, à realidade do meio espiritual. Por contato direto ou por pura lembrança. Para isso, a raça humana precisa estar sempre a evoluir. Uma coisa aqui, outra ali. Uma mudança no cérebro humano, outra no próprio planeta hospedeiro.

Todos nós, então, teríamos uma missão a cumprir aqui na Terra e virtudes a adquirir e a transportar para as gerações futuras, através do nosso DNA.

A missão diz respeito ao coletivo. Seria algo como ser capaz de trazer para este mundo um conhecimento que vá ajudar a todos a se servir do planeta de modo a não destruí-lo, para que ele possa continuar sendo a nossa casa, ou a viver confortavelmente, sentindo prazer e com tempo de sobra para se desenvolver individualmente e garantir para o mundo, antes de partir, a sua contribuição. Por exemplo, a contribuição de Einstein foi canalizar por meio de insistentes observações e trazer ao entendimento humano a fórmula da energia. Daí pra frente muito se pôde trazer de benefício para as pessoas com a aplicação da fórmula.

As virtudes seria buscar o aperfeiçoamento do corpo humano. O homem atual não é biologicamente o mesmo que era quando surgiu no planeta. O que mais podemos observar é a inteligência, fruto do desenvolvimento do cérebro, mas houve também mudança em outros órgãos. Um exemplo de o que seria uma contribuição para a humanidade nesse sentido seria criar, de repente, abusando da imaginação, a faculdade de voar e carregar para as proles essa característica. Se o homem voasse ele se livraria de alguns problemas de locomoção e alteraria sua relação de consumo. Isso faria muito bem ao planeta, pois reduziria a poluição. E a forma de o homem causar mudanças orgânicas individuais é ele se dignando a adotar práticas voltadas para o seu interior, como a meditação.

Há três caminhos que se pode seguir para realizar as tarefas que enunciamos na postagem. O que visa a ajudar as pessoas, ou seja: o voltado para a missão, é chamado de caminho da mão direita. O voltado para o próprio desenvolvimento, para o acontecer da própria vontade, é o da mão esquerda. E o que tenta conciliar as duas coisas é o caminho do meio.

Neste blog iremos apresentar a princípio reflexões e métodos que visam dar ao leitor incentivo para ele buscar o aperfeiçoamento individual. Quando uma coisa evolui, tudo ao seu redor evolui. E você estará mais apto a ajudar os outros se ajudar a si mesmo.

Sedutor científico

É possível utilizar metodologia científica para se tornar sedutor ou para interessar a alguém?

No livro “Contos de Verão: A casa da fantasia” o protagonista, Pedro Augusto, informa que, cansado de não chamar a atenção de ninguém e estando em meio a um grupo à procura de oportunidade comercial, emprego ou um flerte, decidiu buscar ajuda para tornar-se mais visível às oportunidades.

No caso, Pedro se lançou a livros esotéricos e de autoajuda, palestras e aulas em audiovideo, que lhe ensinaram a como respirar, falar, se mover, gesticular estando em público ou em uma entrevista. Sobre como se vestir, calçar, se pentear. Perfumes a utilizar, cheiros a exalar. E até a mudar sua vibração para evitar a qualquer custo a rejeição por parte de alguém que se precisa ganhar a simpatia ele procurou saber.

Pedro também leu a respeito de práticas de PNL e algumas místicas e holísticas. Ele aprendeu a ler a expressão corporal das pessoas para descobrir seu canal de abordagem; a influenciar à distância; e até telepatia (aumento da intuição) entrou em seu campo de conhecimento.

Se você tiver interesse por esse assunto e quiser conhecer alguns métodos para aplicar na sua vida, em qualquer área, acompanhe os tópicos relacionados ao livro “Contos de Verão: A casa da fantasia”, que serão postados às quartas-feiras.