Desvendando o poder de Moisés por trás de Yaweh

IMAGEM: Moisés na sarca ardente. Fonte: Blog Dr Rodrigo Luz

Em seus encontros com Yaweh (YHWH), Moisés sempre escalava um monte. Seria uma alusão ao topo da Árvore da Vida da Cabalá, a esfera Kether, ponto máximo que a mente humana pode chegar em termos de cognição. Ali, em contato com o imanifesto ou absoluto, Moisés ora recebia conhecimento, ora fazia pedidos.

Quando Moisés voltava desses eventos, ele orientava seu povo com as instruções que recebeu. Nem sempre se pode dizer que seriam instruções de interesse de Yaweh, mas, do próprio Moisés, que em posição superior aos demais no campo do conhecimento esotérico podia conduzir um rebanho para cuidar de seus interesses.

Muito do que é conhecido como missões de Moisés determinadas por Deus (Yaweh) se relacionam com guerras contra inimigos, geralmente competição por território.

Se não interesse de Moisés, podemos entender que as emanações do Absoluto nos momentos em que esses contatos de Moisés com Yaweh ocorriam o fazia se embeber de motivos para guerrear e de sensações físicas e psicológicas pertinentes.

Do mundo imanifestado vêm todos os elementos com os quais somos influenciados para formar a nossa realidade, que é aquilo que experimentamos ou observamos. E os atributos morais que somos tomados deles idem. Por isso Deus disse a Moisés: “Eu sou aquele que és”. Na verdade: o que estás a ser.

Ou seja, os relatos de Moisés não devem ser interpretados como fatos ocorridos em ambiente físico. Não havia monte algum e sim a imaginação de Moisés sendo influenciada por meio de algum método, provavelmente ocultista, fomentador de magia que afeta o psicológico do mago e reflete em seu corpo em forma de vontade, conhecimento das informações para fazer materializar a vontade, por si próprio ou conduzindo um rebanho para auxílio, e motivação, que é o que se pode interpretar como a fé e dedicação de Moisés em servir o seu deus – ou “deus de meu pai” como ele dizia, sendo “pai” o Imanifesto capaz de realizar vontades.

Todas as pessoas que se encontram em conflito com o que deseja e o que vem recebendo deve seguir os passos de Moisés para chegar ao equilíbrio. Estar sempre envolvido em batalhas, quer seja com a sociedade no campo da convivência, quer seja em guerra com um empregador, é estar de alguma maneira subindo ao topo da Árvore da Vida e fazendo solicitações que o Imanifesto responde da forma com que no fundo está sendo lhe reivindicado.

Muitas dessas pessoas conseguem vencer suas batalhas, pois, em sua mente entrega ao “pai” o problema que quer viver – quando pensa que estaria vivendo por interpretar assim as informações obtidas da realidade – e o desfecho que quer ter. As duas coisas são inexoravelmente atendidas.

A bem da verdade, estar constantemente em batalha é o que faz a vida caminhar, ter algum sentido e valer a pena. Se nos encontramos sem o que enfrentar e resolver caímos no tédio. E o tédio pode significar a miséria total da existência. E respectivamente a morte.

E é quando vencemos as batalhas – que nós mesmos nos colocamos a enfrentar, pois, as criamos com a combinação da nossa experiência, a interpretação que damos ao que observamos e o desejo que nos toma perante a situação – é que experimentamos alívio.

O alívio é o que se pode dizer ser a felicidade, que é a sensação objetivo da existência. A felicidade, então, é um estado provocado por eventos anteriores e jamais é constante. Nesse sentido, não se pode ser feliz o tempo todo.

Porém, ser feliz o máximo de tempo é possível. Basta estar sempre a vencer batalhas. É o que experimentam os ricaços, os poderosos do planeta. E eles não fazem mais do que seguir os caminhos de Moisés. Provavelmente conhecem a fundo os métodos mosáicos para se chegar à Yaweh e receber dele as emanações corretas, organizadas de modo que o futuro vitorioso seja inexorável.

Conheça os métodos de Moisés e sobre a Cabalá lendo o livro “A magia que enriqueceu Tony“.

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