Um cabo eleitoral chamado Zyka Vírus

Enquanto bradamos contra a corrupção, corrompemos.

Esta postagem abre uma série que vai mostrar o quanto somos corrompidos não só pelos políticos e o quanto praticamos corrupção. Será bastante didático. O marcador é “A corrupção nossa de cada dia”. Acompanhe!

Há muitas teorias conspiratórias que duvidam da seriedade das vacinas. Pelo menos das modernas. Muitas alegam que os surtos de doenças endêmicas que aparecem de quando em quando são falsos, não há surto nenhum, há apenas a escalação da mídia para fazer parecer que há, criar pânico nas pessoas e fazê-las reivindicar para os governos providências de erradicação da suposta peste. E outras alegam que há o surto, porém, tendo sido uma manobra de conspiradores, que teriam desenvolvido um vírus para fazer o trabalho de debilitar a saúde e assustar as pessoas, estando, para todos os efeitos, sob controle a epidemia para ser banida quando se saciasse o propósito a ser atingido. Esse propósito poderia ser eliminar humanos da face da Terra — ou seja: reduzir populações para os níveis de gestão eficiente do capitalismo — ou reverter grandes somas de dinheiro dos governos para os laboratórios farmaceuticos que vivem do fornecimento de vacinas para as populações do mundo.

À respeito de vacinas, a mecânica por trás do funcionamento delas visa fazer com que o indivíduo inoculado force seu organismo a desenvolver anticorpos para combater um intruso fora de ação (o vírus ou a bactéria mortos) que habita seu corpo. Sendo assim, a vacina obriga o vacinado a fortalecer seu sistema de defesa interno. Logo, alguém que possui o sistema imunológico fortalecido não precisa de vacinas.

Mas, então, por que não investem para que as pessoas tenham bem preparado contra ataques de invasores, que não precisam ser necessariamente vírus e bactérias, seu sistema imunológico? A resposta é: porque assim os laboratórios farmacêuticos não veriam lucro. Nem com vacinas, nem com remédios, uma vez que sequer uma gripe demandaria uso de remédios ou ida a médicos. Por que acham que até hoje não disponibilizaram uma vacina eficaz contra a gripe comum? Ora, todo ano a gente gripa e o ano todo tem alguém gripado. E não uma só pessoa ao mesmo tempo: gripe alastra. Gera gente precisando ir ao médico, depois à farmácia e segue-se o itinerário de se gastar dinheiro para se curar. E isso mesmo se se usa o sistema público de saúde, pois o dinheiro sai do orçamento tributário. Em outras palavras: o motivo é corrupção, explorar mercados produzindo a necessidade de consumo por meio de truques e de danos morais e físicos.

E outra coisa: O que deixa nosso sistema imunológico debilitado é o progresso, a vida urbana. É a comida industrial que comemos; a água ácida e fluoretada que bebemos; o ar poluído que respiramos; a poluição sonora e as emanações eletromagnéticas a que nos expomos; o excesso de emissão de radiofrequência que geramos com nossos celulares e outros aparelhos, recebemos na pele e alteram-se nossos hormônios; o excessivo contato com o plástico, com o alumínio e com outros metais pesados e tecidos sintéticos;  fugirmos do Sol; a correria para realizar os compromissos que achamos que temos que realizar; as altas cargas de emoções fortes e de adrenalina; as altas doses de melancolia e de sofrimento; o stress; o sedentarismo. Consegue perceber o quanto o capitalismo perde se formos saudáveis?

Agora, utilizar o álibi de uma endemia ou de uma epidemia para se conseguir votos é só no Brasil que provavelmente já se cogitou tal coisa. Menciono isso por eu ter visto na TV uma propaganda do PSDB em que um homem bem parecido com o Geraldo Alckmim, se não for o próprio, anuncia bem entusiasmado a chegada da vacina contra o Zyka Vírus. A jogada é fazer com que o público pego pelo anúncio se simpatize pelo PSDB por pensar que o partido se preocupa com o problema (que até doutores estão dizendo que não existe fora da mídia) e cuida de tomar as providências enquanto outros partidos estariam a fazer outras coisas que não são de interesse público. Tática fascista de persuasão de eleitorado e de enganação consentida.

Todo esse quadro envolvendo as campanhas de vacinação e mais a tática de propaganda eleitoreira persuasiva mencionada é bem abrangido e trás mensagens surpreendentes no livro “Os meninos da Rua Albatroz”. Leia o livro e aprenda a se defender do sistema corrompido e corrupto em que vivemos.

Uma consideração sobre “Um cabo eleitoral chamado Zyka Vírus”

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