Crie você mesmo o seu amuleto da sorte

Continuando a migração de textos de outro blog mencionada na postagem anterior.

Ele queria sair para arrumar uma companhia, mas não sabia aonde ir, como ir ou como abordar quem ele encontrasse onde quer que ele fosse. Ele só sabia o que ele queria.

Então, ele se arrumou todo, e, sem destino, passou primeiramente em uma farmácia e nela ele comprou preservativos. Involuntariamente, com as pessoas que o presenciaram fazer a compra, ele se comprometeu a consumar o ato de transar. Ele imaginou que ficasse devendo satisfação para elas. Se isso não acontecesse, para ele esse pequeno público iria pensar para todo sempre que ele não era de nada, que apenas se fazia parecer. Se tornou então, pelo menos conseguir uma companhia para deixar acompanhado um local de diversão, uma questão de honra.

Ele fizera do preservativo um amuleto. Tal qual um amuleto, o contraceptivo funcionaria como um elemento no qual ele depositasse toda a sua confiança. Algo do tipo: Se vier mesmo o que estou invocando, estou preparado para o ato. Que nem é para aquele sujeito que se sente bem quando está bem vestido e perfumado ou para aquele que possui um carrão e está com ele parado na porta do local recreativo onde foi tentar fazer amigos e pode levar para onde quiser ir quem vier a conhecê-lo . Ou para aquele cara que sente uma confiança inabalável quando sua carteira está cheia de dinheiro e ele pensa que pode pagar qualquer coisa que alguém lhe pedisse para pagar. Essas pessoas não possuem limites quando estão na condição que elas estabeleceram para elas mesmas para quando estivessem a fim de alcançar determinada meta.

Amuletos funcionam impressionando a mente irracional da gente através de sugestões. Se você tem uma forma eficaz de sugerir qualquer coisa para a sua mente subconsciente, você é capaz de realizar muitas coisas. Eu relutei bastante para aceitar essa teoria, mas, fatos e fatos me demonstraram que ela pode sim estar bastante certa. E é idiotice não contar com esse recurso. E só o usamos quando acreditamos que o temos. Como é com qualquer outra coisa com que contamos.

E eu relutava porque eu não conseguia imaginar como que havendo sido feito alguma sugestão na mente da gente iria mudar a reação de terceiros, por exemplo, para conosco. É que eu não entendia que a mudança que há e que cuida de promover as transformações que usufruímos ocorre somente em nosso interior e nos motiva a fazer o que em estado normal não faríamos e que basta fazê-lo para que o mundo nos responda – naturalmente, inexoravelmente – de uma forma mais animadora.

A sugestão e a autossugestão são na verdade uma espécie de comunicação com o subconsciente. Podemos usá-la para nos comunicarmos com o próprio subconsciente ou com o subconsciente de outras pessoas. Acreditemos ou não que elas o tenham ou que o subconsciente exista.

E, então, para lá de confiante, ele foi parar em uma casa noturna. Rumava para lá uma garota que procurava pelo mesmo que ele. Ela também tinha o seu amuleto. Dissera para si mesmo que não sairia do lugar sozinha naquela noite.

E não saiu. Ela e ele foram embora juntos. É óbvio que nenhum e nem outro revelou o que lhe dava tanta confiança naquela noite. E, para ele, a missão foi cumprida e a honra estava salva, perante ele mesmo. Quem sabe para ela haveria de ter ocorrido o mesmo.

Comprometa-se com os outros, mesmo que inconscientemente, em cumprir uma meta e faça de algo que se relaciona com a atividade-fim de seus objetivos um meio de impressionar seu subconsciente e obrigá-lo a fazer modificações em você mesmo para que você se solte e consiga fazer o que normalmente você sofre bloqueio em fazê-lo. Faça esta experiência e verifique se sua vida sofreu benefícios e se você se sente mais independente quanto aos acontecimentos que ocorrem nela.

Hoje o tempo voa, amor! Perde tempo não!

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